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PRONAC 254087Autorizada a captação total dos recursosMecenato

Casa Maraká - Mídia Indígena

AGENCIA CULTURAL NO SETOR LTDA
Solicitado
R$ 6,26 mi
Aprovado
R$ 6,26 mi
Captado
R$ 0,00
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

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Eficiência de captação

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Classificação

Área
—
Segmento
Exposição Cultural / Artística
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Festival, bienal, festa ou Feira
Ano
25

Localização e período

UF principal
DF
Município
Brasília
Início
2025-07-04
Término
2026-12-31
Locais de realização (1)
Belém Pará

Resumo

O projeto Casa Maraká - Mídia Indígena propõe a criação de um espaço cultural e artístico voltado para a valorização e difusão da arte, cultura e comunicação indígena no Brasil. A proposta inclui exposições, mostra de cinema, debates e oficinas, além da realização do Primeiro Encontro Nacional de Comunicação Indígena, que reunirá comunicadores indígenas para formação técnica e fortalecimento de estratégias narrativas na COP30. O projeto visa consolidar a comunicação indígena como um meio de resistência, expressão artística e participação política.

Sinopse

O projeto Casa Maraká - Mídia Indígena na COP30 é um centro de cultura e comunicação indígena que se estabelecerá em Belém do Pará, promovendo um conjunto de ações voltadas para a valorização, difusão e produção artística indígena, com foco na COP30. O projeto contempla atividades culturais, formativas e expositivas, estruturadas nas seguintes frentes: •Primeiro Encontro Nacional de Comunicação Indígena – Formação e articulação de 200 comunicadores indígenas, com painéis, oficinas e debates sobre a mídia, o audiovisual e a produção cultural indígena. •Galeria Tuíre Kayapó – Exposição de arte indígena contemporânea e tradicional, apresentando pinturas, esculturas, fotografias e instalações de artistas indígenas. •Cinema Indígena – Mostra audiovisual com filmes dirigidos e produzidos por realizadores indígenas, acompanhados de debates sobre a representação dos povos originários no cinema. •Espaço Fala Parente – Painéis e mesas redondas com lideranças indígenas, pesquisadores e artistas, abordando sobre cultura e produçao cultural indígena. •Estúdio e Redação Benício Pitaguary – Centro de produção de conteúdos jornalísticos e audiovisuais indígenas, fortalecendo a presença digital e midiática das narrativas indígenas. •Intervenção Artística no Círio de Nazaré – Ação cultural conectando expressões indígenas à maior manifestação religiosa do Pará. •Programação Especial na COP30 – Exibições, performances e debates inserindo a cultura e a comunicação indígena no evento global. •Economia Criativa Indígena – Loja colaborativa para a comercialização de artesanato, publicações e outros produtos culturais indígenas. A Casa Maraká funcionará como um pontão de cultura indígena, promovendo acesso gratuito a todas as atividades e garantindo uma ampla estrutura de acessibilidade para públicos diversos. O projeto tem classificação indicativa livre, sendo voltado para todas as faixas etárias.

Objetivos

Objetivo Geral Promover a Casa Maraká - Mídia Indígena como um pontão de cultura indígena, ampliando a difusão e valorização da arte e comunicação indígena, garantindo a presença e protagonismo dos povos originários na COP30 por meio de atividades culturais e formativas. Objetivos Específicos •Realizar o Primeiro Encontro Nacional de Comunicação Indígena (julho de 2024), reunindo 200 comunicadores indígenas para debates e formações técnicas sobre comunicação, meio ambiente e direitos indígenas. •Implementar a Casa Maraká - Mídia Indígena (abril de 2025 a abril de 2026), um espaço cultural dedicado à difusão das expressões artísticas indígenas. •Realizar a Galeria Tuíre Kayapó (junho de 2025 a abril de 2026), promovendo exposições de arte indígena contemporânea e tradicional. •Exibir produções no Cinema Indígena (agosto a setembro de 2025), destacando filmes de cineastas indígenas e promovendo debates sobre audiovisual indígena. • Realizar painéis e debates no Espaço Fala Parente (permanente), abordando comunicação indígena e questões ambientais. •Criar o Estúdio e Redação Benício Pitaguary, para a produção e difusão de conteúdos jornalísticos e audiovisuais indígenas. •Fomentar a economia criativa indígena, com uma loja colaborativa voltada para a comercialização de artesanato, publicações e produções culturais indígenas. •Ativar uma programação especial durante a COP30 (novembro de 2025), garantindo a presença indígena nos debates climáticos e ampliando o impacto da comunicação indígena globalmente. Os objetivos atendem aos Artigos 1º e 3º da Lei 8313/91, especialmente: •Artigo 1º, Inciso II _ Estímulo à pesquisa e difusão da cultura nacional e regional. •Artigo 3º, Inciso I _ Valorização da cultura nacional, considerando suas várias matrizes e formas de expressão. •Artigo 3º, Inciso V _ Ampliação do acesso da população à fruição e à produção dos bens culturais.

Justificativa

A realização do projeto Casa Maraká - Mídia Indígena na COP30 justifica-se pela necessidade de fortalecer a comunicação, a cultura e a arte indígena como ferramentas de resistência e valorização das expressões culturais dos povos originários. A COP30 representa um marco global para o debate climático e, diante da centralidade dos povos indígenas na preservação ambiental e no conhecimento tradicional, torna-se fundamental garantir sua participação ativa por meio de um espaço estruturado que amplie suas narrativas, exponha sua arte e fortaleça sua presença nas discussões políticas e culturais do evento. A Casa Maraká - Mídia Indígena será um pontão de cultura indígena, promovendo exposições, cinema, debates e oficinas, criando um ambiente de produção e difusão das artes indígenas antes, durante e após a COP30. Além disso, a realização do Primeiro Encontro Nacional de Comunicação Indígena, previsto para julho de 2025, garantirá a capacitação técnica de comunicadores indígenas, assegurando que a presença indígena na COP30 seja respaldada por uma estruturação profissional e estratégica da comunicação, consolidando as narrativas indígenas como parte fundamental do debate global sobre meio ambiente e direitos humanos. O projeto está alinhado à Lei 8.313/91, especialmente aos seguintes incisos do Artigo 1º: • Inciso I _ Apoia e fomenta a produção e a difusão cultural, ampliando o acesso à cultura indígena no Brasil. • Inciso II _ Incentiva a pesquisa e a preservação das manifestações culturais indígenas como patrimônio imaterial. • Inciso III _ Promove a democratização do acesso à cultura, por meio da oferta gratuita de atividades formativas e de fruição artística. Além disso, atende aos seguintes objetivos do Artigo 3º da Lei 8.313/91: • Inciso I _ Valoriza a cultura nacional, considerando a diversidade das manifestações artísticas indígenas. • Inciso II _ Estimula a expressão cultural dos diferentes povos e comunidades que compõem a sociedade brasileira. • Inciso V _ Amplia o acesso da população à fruição e à produção de bens culturais, garantindo que a Casa Maraká funcione como um centro de difusão permanente. A Casa Maraká - Mídia Indígena não é apenas um espaço expositivo, mas um núcleo de produção cultural onde a arte indígena será criada, compartilhada e fortalecida em múltiplas formas. As atividades previstas garantem a articulação entre diversas expressões culturais indígenas, proporcionando experiências imersivas que ampliam a compreensão da riqueza e da diversidade dos povos indígenas no Brasil. Entre as principais ações que fundamentam a justificativa do projeto, destacam-se: 1. Primeiro Encontro Nacional de Comunicação Indígena (julho de 2025) • Reunirá 200 comunicadores indígenas para formações técnicas em audiovisual, jornalismo, redes sociais e narrativas climáticas. • Debaterá a conjuntura política e os desafios enfrentados pelos povos indígenas na comunicação e na luta ambiental. • Estruturará campanhas estratégicas para amplificar a presença indígena nos debates da COP30. Esta ação está diretamente relacionada ao Artigo 1º, Inciso II da Lei 8.313/91, pois fomenta a pesquisa e a preservação das manifestações culturais indígenas, e ao Artigo 3º, Inciso V, ao ampliar o acesso à produção de bens culturais. 2. Exposição na Galeria Tuíre Kayapó (junho de 2025 a abril de 2026) • Apresentará uma curadoria especializada em arte indígena contemporânea e tradicional, expondo obras de diferentes biomas e etnias. • Criará um espaço de valorização da arte indígena, resgatando elementos simbólicos e visuais das culturas originárias. • Permitirá que novos artistas indígenas ganhem visibilidade e reconhecimento. Esta ação atende ao Artigo 3º, Inciso I da Lei 8.313/91, que valoriza a cultura nacional, e ao Artigo 3º, Inciso II, pois estimula a expressão cultural de diferentes povos indígenas. 3. Exibição do Cinema Indígena (agosto a setembro de 2025) •Apresentará produções audiovisuais indígenas de diversos territórios, promovendo debates sobre as representações indígenas no cinema. •Oferecerá oficinas para capacitação de cineastas indígenas, ampliando a presença indígena no setor audiovisual. •Incentivará a criação de um circuito de cinema indígena no Brasil, fomentando sua produção e distribuição. Esta ação atende ao Artigo 3º, Inciso V, pois amplia o acesso da população à produção cultural indígena, e ao Artigo 25, Inciso V, que incentiva a produção de artes visuais e cinematográficas. 4. Espaço Fala Parente (permanente) • Criará um ambiente de discussão sobre comunicação indígena, direitos territoriais e mudanças climáticas. • Realizará painéis e mesas redondas com lideranças indígenas, pesquisadores e comunicadores. • Será um espaço de troca entre diferentes povos indígenas e o público geral. Esta ação se alinha ao Artigo 1º, Inciso III, que promove a democratização do acesso à cultura, e ao Artigo 3º, Inciso II, que incentiva a expressão cultural dos diferentes grupos e comunidades. 5. Economia Criativa Indígena e Loja Colaborativa • Comercializará produtos indígenas, promovendo a autonomia financeira dos povos indígenas e valorizando seus modos de produção. • Conectará a arte indígena ao mercado, garantindo um modelo de sustentabilidade para os artistas e coletivos indígenas. • Criará um catálogo de produtos indígenas, ampliando sua visibilidade e alcance. Esta ação atende ao Artigo 3º, Inciso V, pois promove a fruição da cultura indígena e incentiva a circulação de bens culturais. 6. Programação Especial durante a COP30 (novembro de 2025) • Conectará a arte e a comunicação indígena às discussões globais sobre meio ambiente. • Incluirá performances artísticas, apresentações musicais e intervenções visuais. • Fortalecerá o protagonismo indígena na narrativa climática e na defesa dos direitos territoriais. Esta ação atende ao Artigo 3º, Inciso I, pois valoriza a cultura nacional, e ao Artigo 3º, Inciso V, que amplia o acesso da população às manifestações culturais indígenas. Importância da Lei de Incentivo à Cultura para a Viabilização do Projeto - A execução do projeto Casa Maraká - Mídia Indígena na COP30 depende do Mecanismo de Incentivo a Projetos Culturais, uma vez que sua implementação exige a criação de um espaço estruturado, a contratação de artistas e técnicos indígenas, além da realização de atividades formativas e expositivas ao longo de um ano. - A Lei 8.313/91 possibilita a captação de recursos para ações que fomentam a diversidade cultural brasileira, garantindo que a produção indígena tenha espaço, reconhecimento e sustentabilidade. O projeto busca cumprir os critérios exigidos, apresentando um planejamento estruturado e uma programação alinhada às diretrizes da legislação vigente. - A Casa Maraká será um marco na história da comunicação e arte indígena, promovendo um ambiente permanente de criação e articulação. Sua realização contribuirá diretamente para a preservação e valorização da cultura indígena no Brasil e no cenário internacional.

Estratégia de execução

Solicitamos o enquadramento do presente projeto Casa Maraká – Mídia Indígena na COP30 no Art. 18 da Lei Nº 8.313/91, pelas seguintes razões: O projeto se enquadra no Art. 18 da Lei 8.313/91, §3º, que estabelece: “(…) §3º As doações e os patrocínios na produção cultural, a que se refere o §1º, atenderão exclusivamente aos seguintes segmentos: a) artes cênicas; c) música erudita, instrumental ou regional; d) exposições de artes visuais; (…)” A Casa Maraká – Mídia Indígena na COP30 é um espaço cultural que promove exposições de artes visuais, apresentações musicais de música regional, exibições audiovisuais, e debates culturais, visando a valorização da cultura indígena no contexto da COP30. Suas atividades incluem: •Exposição Galeria Tuíre Kayapó, com arte indígena contemporânea e tradicional, dentro da classificação de artes visuais mencionada no artigo. •Mostra de Cinema Indígena, promovendo exibições e debates sobre produções audiovisuais indígenas. •Espaço Fala Parente, com mesas e painéis sobre cultura e meio ambiente, promovendo a difusão do conhecimento e das expressões culturais indígenas. •Intervenção no Círio de Nazaré, levando atividades culturais indígenas a um dos eventos mais tradicionais de Belém, ampliando o acesso à cultura indígena para turistas e o público geral. •Economia Criativa Indígena – Loja Colaborativa, fortalecendo a produção e difusão de bens culturais indígenas. Observações 1. Música Regional Para fins de enquadramento no Art. 18, §3º, alínea “c”, as apresentações musicais obedecerão ao Enunciado Nº 32 da Súmula Administrativa da Comissão Nacional de Incentivo à Cultura, considerando que a música indígena é parte do patrimônio imaterial nacional e reflete as tradições e modos de vida das comunidades originárias. 2. Respeito às Diretrizes do MinC O projeto atenderá a todas as exigências do Ministério da Cultura quanto à identidade visual, garantindo a inserção das logomarcas do Ministério da Cultura e da Lei de Incentivo à Cultura em todos os produtos culturais resultantes, conforme o manual de uso de marcas do MinC. 3. Gratuidade e Acesso Público O projeto prevê atividades de acesso gratuito ao público, conforme previsto na legislação, garantindo ampla divulgação da gratuidade nas programações e nos materiais promocionais.

Especificação técnica

Casa Maraká – Mídia Indígena na COP30 O projeto Casa Maraká - Mídia Indígena na COP30 estabelece um pontão de cultura indígena em Belém do Pará, promovendo um espaço permanente para a produção, exibição e difusão de manifestações culturais indígenas. A programação inclui exposições, mostras audiovisuais, painéis de debate e atividades formativas, alinhando-se ao movimento global de defesa dos direitos indígenas e à inserção da cultura indígena no cenário internacional, especialmente no contexto da COP30. 1. Primeiro Encontro Nacional de Comunicação IndígenaObjetivo: Capacitar e fortalecer redes de comunicadores indígenas para atuação na COP30. Formato: Evento presencial, com painéis, oficinas e debates. Duração: 4 dias (18 a 21 de julho de 2025). Local: Teatro em Belém do Pará. Conteúdo: •Dia 1: Mesas-redondas sobre conjuntura do movimento e produção cultural indígena na comunicação. •Dia 2: Oficinas técnicas em audiovisual, jornalismo e redes sociais. •Dia 3: Palestras sobre práticas culturais dos povos indígenas, com destaque para a relação entre território, memória e identidade. •Dia 4: Desenvolvimento de campanhas e estratégias de comunicação para a COP30. Classificação Indicativa: Livre. 2. Casa Maraká – Mídia Indígena Objetivo: Criar um espaço cultural indígena ativo e acessível em Belém durante e após a COP30. Formato: Exposição e atividades permanentes. Duração: Abril de 2025 a abril de 2026. Local: Casa Maraká, Belém do Pará. Atividades: •Exposição permanente na Galeria Tuíre Kayapó, com arte indígena contemporânea e tradicional. •Mostra de Cinema Indígena, com sessões e debates sobre audiovisual indígena. •Painéis e debates no Espaço Fala Parente, conectando o público às vozes indígenas. •Produção jornalística e audiovisual no Estúdio e Redação Benício Pitaguary, com coberturas e entrevistas. •Ativação da Loja Colaborativa de Economia Criativa Indígena, promovendo a valorização da produção cultural indígena. Classificação Indicativa: Livre. 3. Exposição Galeria Tuíre Kayapó Objetivo: Apresentar obras de artistas indígenas, promovendo sua valorização e circulação. Formato: Exposição de artes visuais, incluindo pintura, escultura, fotografia e instalação. Duração: Junho de 2025 a abril de 2026. Local: Casa Maraká, com extensão temporária para o Círio de Nazaré. Classificação Indicativa: Livre. 4. Mostra de Cinema Indígena Objetivo: Ampliar o acesso à produção audiovisual indígena. Formato: Sessões de exibição e debates com realizadores indígenas. Duração: Agosto a setembro de 2025. Local: Casa Maraká, com exibições pontuais durante o Círio de Nazaré. Público esperado: 100 pessoas por sessão. Classificação Indicativa: Conforme classificação dos filmes exibidos. 5. Espaço Fala Parente Objetivo: Criar um espaço de diálogo sobre a Cultura Indígena Formato: Painéis e mesas redondas com lideranças indígenas e especialistas. Duração: Atividade permanente (Abril de 2025 a abril de 2026). Local: Casa Maraká, com programação especial na COP30. Público esperado: 200 pessoas presenciais + transmissão online. Classificação Indicativa: Livre. 6. Estúdio e Redação Benício Pitaguary Objetivo: Criar um núcleo de produção de conteúdo jornalístico e audiovisual indígena. Formato: Produção de vídeos, reportagens e cobertura da COP30. Duração: Atividade permanente (Abril de 2025 a abril de 2026). Local: Casa Maraká, Belém do Pará. Público esperado: Comunicadores indígenas e equipe técnica. Classificação Indicativa: Livre. 7. Intervenção no Círio de Nazaré Objetivo: Inserir a cultura indígena no contexto do turismo cultural de Belém, aproveitando o fluxo de visitantes durante o Círio de Nazaré. Formato: Extensão da Casa Maraká para o evento, oferecendo acesso às exposições e atividades do projeto. Duração: Outubro de 2025. Local: Espaços estratégicos do Círio de Nazaré em Belém, interligando turistas às programações da Casa Maraká. Atividades: •Exibição da Mostra de Cinema Indígena, promovendo sessões especiais para o público turístico. •Exposição temporária da Galeria Tuíre Kayapó, destacando obras que dialoguem com a cultura amazônica e o contexto do Círio. •Painéis e encontros no Espaço Fala Parente, conectando visitantes internacionais às discussões sobre a cultura indígena. Público esperado: Turistas nacionais e internacionais, além da comunidade local. Classificação Indicativa: Livre. 8. Programação Especial na COP30 Objetivo: Garantir a presença da Cultura indígena nos debates climáticos globais e ampliar sua visibilidade internacional. Formato: Exibições, painéis e intervenções artísticas. Duração: Novembro de 2025. Local: Casa Maraká, com ativações na COP30. Público esperado: Delegações internacionais, pesquisadores, ativistas e público geral. Classificação Indicativa: Livre. 9. Economia Criativa Indígena – Loja Colaborativa Objetivo: Fomentar a sustentabilidade da produção cultural indígena. Formato: Comercialização de produtos indígenas como livros, artesanato e vestuário. Duração: Abril de 2025 a abril de 2026. Local: Casa Maraká, com ativações na COP30 e no Círio de Nazaré. Classificação Indicativa: Livre.

Acessibilidade

O projeto Casa Maraká - Mídia Indígena na COP30 será desenvolvido com foco na acessibilidade plena, garantindo que todas as pessoas, independentemente de suas condições físicas ou sensoriais, possam participar das atividades propostas. 1. Acessibilidade Física O espaço onde será realizada a Casa Maraká - Mídia Indígena será planejado para garantir locomoção segura e confortável, contando com: •Rampas de acesso e corrimãos para permitir a circulação de pessoas com mobilidade reduzida; •Banheiros acessíveis e adaptados para pessoas com deficiência; •Pisos táteis e sinalização em braille para facilitar a navegação de pessoas com deficiência visual; • Espaços reservados para cadeirantes e pessoas com mobilidade reduzida em todas as áreas de programação. 2. Acessibilidade de Conteúdo Para garantir que o conteúdo cultural e formativo do projeto seja acessível ao maior número possível de pessoas, serão adotadas as seguintes medidas: •Intérpretes de Libras para tradução simultânea em painéis, oficinas e debates do Espaço Fala Parente; •Audiodescrição para filmes exibidos na programação do Cinema Indígena, garantindo acessibilidade para pessoas com deficiência visual; • Legenda descritiva em vídeos e materiais audiovisuais produzidos no Estúdio e Redação Benício Pitaguary; •Materiais informativos em braille, garantindo acesso às informações sobre exposições da Galeria Tuíre Kayapó e demais atividades do projeto; •Visitas sensoriais à exposição de arte, proporcionando uma experiência tátil para pessoas com deficiência visual.

Democratização do acesso

O projeto Casa Maraká - Mídia Indígena na COP30 adota uma política de democratização do acesso baseada na gratuidade das atividades e na ampla oferta de formatos de participação. Gratuidade das Atividades Todas as atividades culturais e formativas serão gratuitas e abertas ao público, garantindo que qualquer pessoa possa participar sem barreiras financeiras. Isso inclui: • Entrada livre para exposições na Galeria Tuíre Kayapó; • Exibições gratuitas no Cinema Indígena; • Painéis e debates públicos no Espaço Fala Parente; • Acesso livre às atividades do Estúdio e Redação Benício Pitaguary. Distribuição e Comercialização dos Produtos Os conteúdos produzidos no projeto, incluindo documentários, publicações e materiais audiovisuais, serão disponibilizados gratuitamente para o público por meio de: •Publicação digital gratuita de relatórios, artigos e registros do projeto; • Distribuição gratuita de materiais impressos sobre cultura e comunicação indígena; •Plataformas online para exibição dos conteúdos audiovisuais gerados pelo projeto. Ampliação do Acesso e Participação Remota Além das atividades presenciais, o projeto utilizará ferramentas digitais para ampliar seu alcance, garantindo que pessoas de diferentes regiões possam acompanhar e participar das ações. Para isso, serão implementadas: • Transmissões ao vivo dos painéis e debates do Espaço Fala Parente; •Conteúdos gravados disponibilizados online, garantindo acesso posterior às discussões e formações; •Ensaio aberto e oficinas paralelas, permitindo a interação do público com artistas, comunicadores e lideranças indígenas antes das apresentações principais.

Ficha técnica

1. NOME: Agência Cultural No Setor (Caio Dutra Salomão Dias) Função no Projeto: Proponente Item da Planilha Orçamentária: Diretor de Produção Caio Dutra é produtor cultural, sócio da Com Licença Produções e fundador do Instituto Cultural e Social No Setor. Desde 2015, lidera o movimento de ocupação cultural do Setor Comercial Sul (Brasília). É idealizador de projetos como Setor Carnavalesco Sul, Setor Criativo Sul, Feira No Setor, Escola Carnavalesca e Setor de Capacitação Social. Atuou também na produção de eventos como Festival Criolina, Brasília Design Week, Festival Brasil é Terra Indígena e Semana dos Povos Indígenas do Estado do Pará. 2. NOME: Mídia Indígena Função no Projeto: Custos Administrativos Item da Planilha Orçamentária: Custos Administrativos A Mídia Indígena é um coletivo pioneiro da comunicação indígena no Brasil, atuando há quase uma década na valorização das culturas originárias. Fundada em 2015, consolidou-se como a primeira associação de comunicação indígena do país, reunindo jornalistas, cineastas, fotógrafos, designers e ativistas de diferentes biomas. Produz conteúdos audiovisuais, coberturas jornalísticas e campanhas de conscientização, com atuação estratégica em eventos e forte presença digital. Com mais de 200 mil seguidores nas redes sociais, é referência na comunicação indígena no Brasil e em eventos internacionais. 3. NOME: Priscila Tapajowara Função no Projeto: Diretora-Geral Item da Planilha Orçamentária: Diretora-Geral Priscila Tapajowara é indígena do povo Tapajó (Santarém-PA), cineasta, fotógrafa e diretora geral do projeto. Graduada em Produção Audiovisual, foi reconhecida em 2023 como uma das 100 latinas mais comprometidas com a ação climática. Dirigiu obras como “Ãgawaraita”, “Tapajós Ãgawaraitá”, “Os Waros de Upaon Açu” e “The River”, além de atuar em produções como “Arapyau: Primavera Guarani” e “Sou Moderno, Sou Índio”. Participou de exposições no Brasil, Escócia e Alemanha. É presidente da Mídia Indígena e vice-presidente do Instituto Território das Artes (ITA). 4. NOME: Hony Sobrinho Função no Projeto: Diretor de Comunicação Item da Planilha Orçamentária: Custos de acessibilidade, comunicação e divulgação acessíveis Hony Riquison Sobrinho é comunicador, produtor cultural e artista, nascido em São Félix do Xingu (PA). Fundador do coletivo artístico Distrito Drag, atuou na coordenação de comunicação da Apib e colaborou na criação do Ministério dos Povos Indígenas. Trabalha com comunidades LGBTI, indígenas e campesinas. É formado em Agroecologia e possui extensões em Teatro Político e Dramaturgia. Atua em produção cultural, assessoria de comunicação e projetos de impacto sociocultural. 5. NOME: Erisvan Guajajara Função no Projeto: Curador de Arte Item da Planilha Orçamentária: Curadoria Erisvan Guajajara é jornalista, ativista e integrante do povo Guajajara (Território Araribóia – MA). Fundador do coletivo Mídia Indígena e membro do coletivo Tybyra, atua na promoção de políticas públicas voltadas à população indígena LGBT+. Com mais de oito anos de atuação em narrativas indígenas, publicou artigos em veículos nacionais e internacionais. Dirigiu os curtas “Os Donos da Floresta em Perigo” e “Pindorama: Redescobrindo o Brasil”, e co-dirigiu o documentário “Somos Guardiões”, disponível na Netflix.

Providência

PRORROGAÇÃO APROVADA E PUBLICADA NO DIÁRIO OFICIAL DA UNIÃO.