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Montagem e temporada na cidade de São Paulo, da peça teatral Disruptivo, será realizada uma exposição de obras imateriais no foyer, galeria ou outro espaço, no decorrer da temporada. Como contrapartida será realizada oficina "Não Sei Escrever (Mas Tenho Uma História) - ferramentas para escrever para teatro."
Em meio a uma crise criativa e sob intensa pressão de sua editora, uma autora de renome recorre a uma inteligência artificial para ajudá-la a reescrever uma peça que escreveu décadas atrás. O que começa como uma tentativa desesperada de superar o bloqueio rapidamente se transforma em uma jornada hilariante e filosófica, à medida que a autora e a IA passam a interagir diretamente com os personagens que estão criando. Na peça dentro da peça, três amigos de longa data – um colecionador impulsivo, um cético crítico de arte e um pacificador em crise pessoal – se enfrentam quando um deles compra uma obra de arte imaterial por uma fortuna. A discussão entre eles se transforma em um verdadeiro campo de batalha verbal e físico, enquanto tentam justificar suas posições sobre o valor da arte e da amizade. A tensão cresce e os personagens reagem de forma inesperada, mudando de opinião conforme a autora e a IA interferem nas falas, reescrevem cenas no calor do momento e até pausam a ação para discutir a direção que a história deve tomar. Entre um diálogo afiado e situações absurdas, a autora se vê filosofando com a IA sobre o significado de criar: “É minha obra ou sua?” — ela pergunta, enquanto personagens saem de controle e fazem piadas sobre serem manipulados. Comédia e filosofia se entrelaçam quando questões sobre autenticidade, identidade e imaterialidade ganham vida tanto na narrativa dos três amigos quanto na metalinguagem do processo criativo. O caos culmina quando a IA sugere um final disruptivo, e a autora, exausta mas encantada, se rende à nova obra que emerge. No entanto, um imprevisto final acontece: o sistema falha, e todo o trabalho desaparece, transformando a peça em uma verdadeira obra imaterial. Entre risos e reflexões, "Disruptivo" faz o público mergulhar no dilema de viver em um mundo onde o palpável e o virtual coexistem – e questiona: o que realmente tem valor, afinal? .
OBJETIVO GERAL O principal objetivo deste projeto é produzir, apresentar e divulgar a peça original "Disruptivo", de Anna Toledo e uma exposição de obras imateriais no foyer, galeria ou outro espaço, no decorrer da temporada. Sendo assim, pretende-se fazer 36 apresentações em teatros da cidade de São Paulo, atingindo um público de aproximadamente 15.000 pessoas. OBJETIVOS ESPECÍFICOS - Levantar reflexão na sociedade, não apenas os aspectos filosóficos da arte, mas também questões existenciais e afetivas de maneira sensível e cômica, sendo um agente de transformação poderoso e inclusivo na conexão da sociedade com a cultura. - Formação de público. - Ampliar e capilarizar a discussão sobre a Arte e sua função social. - Realizar e fomentar um teatro mais acessível e democrático. - Gratuitade de parte dos ingressos. - Realização gratuita, como contrapartida, será oferecida uma oficina "Não Sei Escrever (Mas Tenho Uma História) - ferramentas para escrever para teatro." A oficina com Anna Toledo se propõe a apresentar a linguagem teatral e suas características distintas da literatura e do roteiro audiovisual, e introduzir ferramentas para a escrita de cenas teatrais. Ao longo de quatro encontros de cerca de 60 a 90 minutos, os participantes tomarão contato com as principais características da linguagem teatral e suas particularidades, através do estudo de cenas selecionadas do repertório clássico e contemporâneo, e farão exercícios focados na criação de cenas curtas a partir de estímulos diversos. O objetivo final é a produção de uma sinopse e de uma cena curta.
Em uma sociedade falsamente polarizada, mas marcada pela intolerância à diversidade, a arte de se relacionar é um grande desafio. Numa época em que os laços parecem se afrouxar, numa contemporaneidade que Bauman sugere como líquida, entendemos a relevância de fomentar a montagem de um texto que abordasse a amizade e o desafio de sustentá-la diante de um dilema que estremecesse os pilares ideais de uma relação. Assim surgiu a dramaturgia do texto "Disruptivo", de Anna Toledo, que trouxe à cena três amigos de personalidades distintas, mas complementares, que se deparam com uma obra de arte imaterial adquirida por um deles. A trama se desenrola quando eles lidam com questões envolvendo amizade e opiniões diversas disparadas pelo enigma da obra. Além disso, "Disruptivo" se diferencia por sua camada metalinguística, onde acompanhamos uma autora fictícia em crise criativa. Pressionada por sua editora e enfrentando bloqueio, ela decide utilizar uma inteligência artificial para escrever uma nova peça. O processo de criação se desenrola no palco, com a autora e a IA interagindo diretamente com os personagens, interferindo em suas falas e ações, criando uma comédia hilária e inusitada. Esse processo criativo traz à tona dilemas e discussões urgentes sobre autoria, criatividade e o papel da inteligência artificial nas artes. A peça provoca uma reflexão sobre o que significa criar e ser original em um mundo onde a tecnologia se torna cada vez mais presente na produção artística. A arte tem sido objeto de discussão sobre sua relevância cultural, dentro e fora do meio acadêmico e político. Relacionada a vários campos do saber, atravessou a história de povos, inspira teorias e se materializa além das sete artes propostas por Ricciotto Canudo, como arquitetura, escultura, pintura, cinema e teatro. A arte continua a provocar, questionar e desafiar suas definições, inclusive com obras imateriais, como a escultura "Lo Sono", (para alguns, um quadrado desenhado no chão) do italiano Salvatore Garau, leiloada por quase 100 mil reais em 2021. Apesar das críticas, Garau defende que a obra atrai a atenção e o pensamento das pessoas, levantando questões sobre o poder da mente e o vazio. Yves Klein também foi um artista provocador, inaugurando uma exposição chamada ‘Zonas Imateriais de Sensibilidade Pictórica’, em uma galeria vazia. Sua intenção era que as pessoas experimentassem suas próprias sensações, e não uma representação delas. Além das obras de Garau e Klein, muitos artistas levantaram questões sobre Estética, espaço, tempo e a própria conceituação de "Obra de Arte", como "Merda d’Artista", de Piero Manzoni (1961), e "Comedian", de Maurizio Cattelan (2019). Essas obras, que exploram o vazio, esbarram em uma contemporaneidade social neoliberal que estimula o consumo e busca preencher uma falta que, segundo Lacan, talvez nunca se preencha, nos mantendo sempre em desejo. O texto de Toledo não aborda apenas os aspectos filosóficos da arte, mas também questões existenciais, afetivas e de representatividade LGBTQIA+ e racial, de forma sensível e cômica. Ao confrontar a volatilidade e imaterialidade presentes na arte, economia e relações humanas, "Disruptivo" propõe um diálogo sobre a diversidade artística e histórico-social no Brasil e provoca reflexões sobre o desafio de sustentar amizades em um mundo construído por pessoas diferentes. A produção da peça visa promover pluralidade cultural e diversidade. A riqueza de manifestações e arquétipos brasileiros e internacionais demonstra o compromisso em celebrar a multiculturalidade. Além disso, a inclusão de membros LGBTQIA+ e outros grupos minoritários nas áreas artística e técnica reforça a busca por representatividade. A produção também propõe um ambiente imersivo para o público, com a reprodução de uma exposição de obras imateriais no foyer do teatro, aprofundando os temas da peça e intensificando a experiência teatral. Também buscamos refletir sobre a essência humana e despertar a sensibilidade para a diversidade e afetividade. Ao abordar temas fundamentais, o projeto reforça a importância de uma sociedade inclusiva e tolerante, onde as diferenças são valorizadas. O teatro se torna um espaço de trocas significativas entre cidadãos, promovendo um mundo mais humano. O projeto reafirma as raízes culturais ao apresentar personagens que representam arquétipos da sociedade contemporânea. Ao valorizar suas histórias, propõe questionamentos sobre mudanças na sociedade e reforça a importância de celebrar as diferenças e abraçar a pluralidade nas vivências. "Disruptivo" questiona convenções à luz das mudanças sociais, onde as relações se tornam mais imateriais e a arte adota formas como NFTs. A peça estimula a reflexão sobre essa atualidade, trazendo possibilidades de desconstrução e propondo uma nova visão sobre o processo criativo. Por fim, a utilização da Lei de Incentivo à Cultura é essencial para viabilizar "Disruptivo". Como projeto inédito com uma proposta artística arrojada, enfrenta desafios financeiros e logísticos. A lei garante recursos para produção, figurino, trilha sonora e divulgação, além de democratizar o acesso à cultura. Assim, amplia a vivência do público, fortalece a cena cultural e fomenta o diálogo artístico, enriquecendo a sociedade como um todo. Art. 1º da Lei 8313/91 I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais;II - promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais;III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores;IV - proteger as expressões culturais dos grupos formadores da sociedade brasileira e responsáveis pelo pluralismo da cultura nacional;V - salvaguardar a sobrevivência e o florescimento dos modos de criar, fazer e viver da sociedade brasileira;VI - preservar os bens materiais e imateriais do patrimônio cultural e histórico brasileiro;VII - desenvolver a consciência internacional e o respeito aos valores culturais de outros povos ou nações;VIII - estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória;IX - priorizar o produto cultural originário do País. Art. 3º II - fomento à produção cultural e artística, mediante: c) realização de exposições, festivais de arte, espetáculos de artes cênicas, de música e de folclore; e) realização de exposições, festivais de arte e espetáculos de artes cênicas ou congêneres; IV - estímulo ao conhecimento dos bens e valores culturais, mediante: a) distribuição gratuita e pública de ingressos para espetáculos culturais e artísticos; V - apoio a outras atividades culturais e artísticas, mediante: b) contratação de serviços para elaboração de projetos culturais;
90 minutos36 apresentações em teatros da cidade de São Paulo, atingindo um público de aproximadamente 15.000 pessoas.
O Teatro a ser escolhido para as apresentações deverá apresentar condições ideais e infraestrutura para acomodar pessoas com deficiência física (como rampas com elevação e largura adequadas, portas e salas com largura e espaço adequados, assentos adequados para deficientes e assentos diferenciados para pessoas obesas), além de 2 sessões gratuitas com profissionais de libras e 2 sessões gratuitas com audiodescrição.
Possibilidades: Atendendo ao Artigo 53 da Instrução Normativa nº 01, de 20 de março de 2017 • 10% do total de ingressos serão distribuídos para patrocinadores e divulgadores. • 20% do total de ingressos serão comercializados a preços populares (R$ 40,00 o preço normal e R$ 20,00 o preço da meia entrada) 1) Proposta de oficina - Título (*): Não Sei Escrever (Mas Tenho Uma História) - ferramentas para escrever para teatro. Orientador (nome, apresentação e experiência na área): Anna Toledo - dramaturga, autora teatral, roteirista, atriz. Autora dos espetáculos Vingança, o Musical, Nuvem de Lágrimas, Divas, ConSerto Para Dois, Os Filhos, Disruptivo. Roteirista do premiado curta-metragem Bolha (2020). Proposta de oficina - Sinopse: A oficina se propõe a apresentar a linguagem teatral e suas características distintas da literatura e do roteiro audiovisual, e introduzir ferramentas para a escrita de cenas teatrais Ao longo de quatro encontros de cerca de 60 a 90 minutos, os participantes tomarão contato com as principais características da linguagem teatral e suas particularidades, através do estudo de cenas selecionadas do repertório clássico e contemporâneo, e farão exercícios focados na criação de cenas curtas a partir de estímulos diversos. O objetivo final é a produção de uma sinopse e de uma cena curta. Proposta de oficina - Metodologia: Na parte teórica, serão discutidas as características específicas da linguagem teatral e o que a distingue de outras linguagens artísticas como a literatura e o roteiro audiovisual. Exemplos em video (projeção) de cenas selecionadas e estudo de cenas selecionadas (impressas e distribuídas para os participantes). A partir destas provocações, discutiremos o que transforma um discurso, ideia ou história em cena teatral. Prática: desenvolvimento de cenas teatrais a partir de estímulos diversos - fotos, matérias de jornal, música, poesia, literatura. Os participantes farão um pitching de ideias para suas peças e os outros participantes podem escolher como desenvolvê-las. A mesma ideia pode receber mais de um desenvolvimento. O objetivo final é a produção de uma sinopse e de uma cena curta. Proposta de oficina - Público-alvo (*): Escritores, jornalistas, estudantes de teatro e cinema, roteiristas, atores, diretores.
PRODUÇÃO Átrio Produções nasceu em 2008 em São Paulo e desde então tem atuado em diversos teatros e projetos culturais da cidade, tais como: "A Família Addams", "A Noviça Rebelde", "O Primo Basílio", "Hoje é dia de Maria", "Nuvem de Lágrimas", "Lembro todo dia de você", "O Rei e eu", "Tieta do Agreste", entre outros. Desde 2019 se inseriu no mercado de audiolivros, tendo produzido mais de 60 audiolivros. Além disso, tem participado de produções de audiovisual independente, curtas metragens, como produção e prestação de serviço em Direção de Fotografia, Roteiro, Desenho de Som e montagem, como, "A garota do 12G"; "Primeiro Corte"; "Deformidade Socioconstrutivista", "Lúcido", entre outras obras. Valentina Produções atua como produtora de eventos corporativos e culturais desde 2010, trabalhando com empresas e clientes renomados, como Tecnisa, Ticket, Diageo e Wizard. A empresa é responsável pelo projeto anual "Parada das Luzes", que busca resgatar o espírito natalino e promover a cultura de paz em diversas cidades. Além disso, a Valentina Produções tem uma extensa lista de peças teatrais produzidas, como "Chat Baker, Apenas um Sopro" e "Cobra na Geladeira", e desenvolve projetos proprietários, como o Festival de Páscoa. A empresa também tem experiência na produção de eventos culturais, como a Semana Ticket de Cultura e Esporte, e criou o Projeto Sessão Especial, com apresentações mensais no Teatro Fernando Torres, buscando fortalecer o circuito cultural na Zona Leste de São Paulo. Anna Toledo (direção) Atriz, cantora, compositora e autora teatral. Natural de Curitiba (PR), atua no teatro entre Rio e São Paulo há 30 anos. Estreou como autora teatral em 2013 com Vingança, musical indicado a mais de 20 prêmios incluindo o Shell, em 2013. Outras obras produzidas para teatro: Nuvem de Lágrimas (Melhor Musical de 2015 segundo o Guia da Folha/Folha de SP), o musical juvenil Divas (2016), a peça Os Filhos, escrita em parceria com Zé Henrique de Paula, e o musical Conserto Para Dois (2020), estrelado por Claudia Raia e vencedor do Prêmio Bibi Ferreira de Melhor Musical Brasileiro em 2022. Escreveu o roteiro do curta-metragem Bolha, vencedor do Critic's Choice Award do Festival Internacional DMOFF (Direct Monthly Online Film Festival). É colaboradora nas revistas Piauí e Bestiário (revista eletrônica de contos). Obras editadas: Vingança, o Musical (Ed. É Realizações). Dentre seus trabalhos mais recentes como atriz, destaca Vingança, o Musical (de sua autoria, direção Andre Dias); Mulheres Sonharam Cavalos (dir. Malu Bazan); Os Filhos (co-autora, dir. Zé Henrique de Paula); Dogville (dir. Zé Henrique de Paula); Chet Baker, Apenas Um Sopro (dir. José Roberto Jardim); Lembro Todo Dia de Você (dir. Zé Henrique de Paula) e Hotel Mariana (dir. Herbert Bianchi), entre outros. Kleber Montanheiro (cenário e figurino) Multiartista com 30 anos de carreira, é diretor cênico, cenógrafo, figurinista, iluminador e artista visual em expografia. Indicado a mais de 25 prêmios (FEMSA, APCA, Shell, Prêmio Bibi Ferreira e Prêmio DID - Destaque Imprensa Digital) em diversas categorias, foi contemplado pela maioria delas. Destacam-se em sua direção espetáculos como Ópera do Malandro, de Chico Buarque de Holanda; Carmen, a Grande Pequena Notável, de Heloísa Seixas e Júlia Romeu; Nossos Ossos, do livro homônimo de Marcelino Freire e Tatuagem, um musical adaptado do filme de Hilton Lacerda, da qual recebeu indicações ao prêmio Bibi Ferreira e venceu o prêmio APCA como melhor diretor. Por Carmen, a Grande Pequena Notável, recebeu o Prêmio São Paulo de melhor figurino. Gabriele Souza (design de luz) Iniciou sua carreira como técnica/artista-integrante do Núcleo Sem Querer de Tentativas Teatrais - e com o grupo estreou, em 2016, seu primeiro desenho de luz com o espetáculo Fuente Ovejuna, que conta com mais de 100 apresentações na cidade de São Paulo, e também uma participação como atração principal no Festival Iberoamericano de Teatro de Bogotá em 2018. Desde então realizou diversos outros trabalhos dentro do campo da Dança, Teatro e Show com múltiplos coletivos e artistas independentes, em destaque: Cia da Revista, Ultravioleta_s, São Paulo Cia de Dança, Fresno e Vespas Mandarinas. Atualmente é técnica de luz do Galpão do Folias e designer de luz do Grupo Folias e da Cia da Revista, e também Formadora das Oficinas de Iluminação do Projeto Jovem Monitor Cultural e integrante da banca examinadora do curso de iluminação da SP Escola de Teatro. Taís Somaio (Produção) A profissional é formada em administração de empresas, com especialização em marketing e pós-graduação em Gestão de Projetos Culturais e Organizações de Eventos pela USP. Ao longo de sua carreira, atuou como produtora executiva de eventos para grandes empresas em agências renomadas, de 2005 a 2014. Em 2010, fundou a Valentina Produções, focando exclusivamente na área cultural. Desde 2017, é responsável pela realização da Parada das Luzes, um evento natalino realizado em várias cidades do Brasil. Também produziu diversos espetáculos teatrais, como "Chet Baker, Apenas um Sopro", "Cobra na Geladeira", "Joaninha Douradinha", "Aos Domingos", "A Árvore Mágica", "A Vaca Lelé", "Cinderela - O Musical" e "Alice - O Musical", entre outros. Além disso, participou da produção de eventos culturais, como a Semana Ticket de Cultura e o Festival de Cinema de Paulínia, além de realizar oficinas de Economia Criativa em parceria com entidades governamentais e empresariais. Fabio Augusto Barreto (Diretor de Produção) Produtor, ator e cineasta com uma carreira diversificada, Formado em Comunicação Social, com Pós-Graduações em Comunicação em Redes Sociais, Marketing Digital e Direção de Arte Audiovisual, participou de diversas produções teatrais, como "O Fantasma da Ópera", " A Família Addams", "A Noviça Rebelde", “Tieta do Agreste”; “O Primo Basílio”, entre outras. Foi o idealizador e diretor de produção do 1º Seminário de Marketing Cultural de Brasília e do show da Luciana Mello pelo grupo Gente Nova, em Brasília. Se aprimorou em roteiro na Roteiraria e com Thiago Fogaça. Sua experiência no audiovisual inclui produção, roteiro, direção, direção de arte, atuação e sound design em projetos como "Pra Vencer" e "Santonino", bem como em produções dos grupos 7AD e CINEQUAMÃO, na premiada web série "Fake Live" e "Inimigo Oculto" e no filme "A coisa mais simples do mundo". Também participou da séries "DR - Destruindo Relacionamentos" da Sony, "Aonde está meu coração", da Globo play, na serie "Mal me quer" da Wanner.Atualmente faz Assistencia de Direção e preparação de atores para o longa metragem do diretor Tércio Garófalo.
PRORROGAÇÃO APROVADA E PUBLICADA NO DIÁRIO OFICIAL DA UNIÃO.