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PRONAC 254092Projeto encerrado por excesso de prazo sem captaçãoMecenato

Feira de Música Independente de Paraty - Feira MIP 2025

ZENITHA PRODUCOES ARTISTICAS E CULTURAIS LTDA
Solicitado
R$ 511,7 mil
Aprovado
R$ 511,7 mil
Captado
R$ 0,00
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

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Eficiência de captação

0.0%

Classificação

Área
—
Segmento
Apresentação/Gravação de Música Regional
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Festival, bienal, festa ou Feira
Ano
25

Localização e período

UF principal
RJ
Município
Rio de Janeiro
Início
2025-08-01
Término
2025-12-31
Locais de realização (1)
Parati Rio de Janeiro

Resumo

Evento com duração de três dias direcionado ao público geral com ênfase nos trabalhadores da área da Cultura que atuam no campo da música em Paraty e cidades do entorno, visando incrementar discussões sobre produção e difusão de música independente. Constam da programação um show e cinco mini-shows de música popular brasileira, dois cortejos com grupos tradicionais da cidade de Paraty, quatro mesas de debate sobre temas relacionados ao mercado da música independente, duas oficinas e espaço de exposição e venda de produtos relacionados à música. A ação está prevista para o período de 24 a 26 de outubro.

Sinopse

Descrição dos temas dos debates: Mesa 1 – Os pioneiros da produção independente Debatedores: Antônio Adolfo e Luís Perequê Mesa 2 - Distribuição digital de música: benefícios e desafios Debatedores: Eugênio de Castro e Gislaine Gonçalves Mesa 3 - Direitos autorais e a profissão de músico no universo da música independente Debatedores: Felipe Radicetti e Bruna Campos Mesa 4 – Música independente, tecnologia e mercado Debatedores: Dani Ribas e Osmar Lazarini (Sonekka) Oficinas 1: Produção audiovisual de baixo custo para portfólio Gislaine Gonçalves Oficina 2: Composição Felipe Radicetti Classificação Indicativa etária: LIVRE

Objetivos

Mobilizar a classe musical, em especial a de Paraty e cidades da região, em torno de um espaço de discussão que proponha caminhos para o desenvolvimento da carreira artística do músico independente, estimulando o trabalho em rede e propondo articulações que contribuam para a ampliação e qualificação de campos de trabalho, da produção e difusão de suas obras. Objetivos específicos: Realizar um show com o músico Antônio Adolfo, artista homenageado por seu pioneirismo e sua importância histórica no campo da produção musical independente; Realizar cinco mini-shows de música popular, alternando instrumental e canção, com duração máxima de 30 minutos, com artistas locais; Realizar dois cortejos musicais pelo Centro Histórico de Paraty com grupos locais que representam a música de tradição; Realizar quatro debates sobre temas relacionados ao mercado de música independente; Realizar duas oficinas, uma relacionada à prática/criação musical e outra à estratégias de divulgação e difusão; Oferecer espaço destinado à exposição/venda de produtos relacionados à música.

Justificativa

O conceito de música independente se refere à parcela da produção musical que não utiliza recursos das grandes gravadoras/distribuidoras/produtoras, e é formada por uma esmagadora maioria de artistas que é autoprodutora, responsável por disponibilizar em grande quantidade uma produção fonográfica de alto padrão, seja em qualidade ou diversidade. A trajetória de compositores, intérpretes e músicos independentes ou autoprodutores remonta à segunda metade da década de 1970 quando o pioneirismo de artistas, como Antônio Adolfo, Luli e Lucina e Boca Livre buscou se libertar das amarras das grandes gravadoras para, com recursos próprios, realizar seus trabalhos com maior autenticidade e independência. O custo altíssimo da produção de um disco naquela época inviabilizava esta opção para a grande maioria dos músicos que continuava a sonhar com uma oportunidade em uma gravadora, e o público seguia tendo acesso apenas ao que era produzido por artistas pertencentes aos quadros das grandes empresas, que eram os contemplados nas programações de rádios e TVs e, consequentemente, eram os que mais vendiam discos. Após a aposentadoria dos discos de vinil e paralelamente ao advento dos CDs, a internet criou novos mecanismos de difusão da música que passaram a concorrer com o rádio e a TV. Ao mesmo tempo, o desenvolvimento tecnológico possibilitou a produção caseira dos fonogramas a custo mais acessível. Com isso, ocorreu um aumento exponencial de um modelo de produção que envolve a grande maioria dos trabalhadores do setor e que, no entanto, é a parcela mais invisibilizada por condicionantes econômicos determinados pelos meios de distribuição e comercialização, hoje concentrados no ambiente digital: a música está em disputa na fronteira do capitalismo de dados. O artista cria e produz o conteúdo distribuído, mas não goza de remuneração compatível. A venda de "discos", que já foi uma das fontes de renda do músico, não é mais uma possibilidade na terceira década do terceiro milênio, e o streaming, poucos sabem, não remunera os músicos e remunera mal os compositores. Ele mantém, de forma ainda mais perversa, o controle econômico nas mãos das grandes empresas distribuidoras, acentuando a desigualdade de oportunidades. Nesse contexto, torna-se urgente discutir a questão em coletivos que possam juntar forças e buscar soluções criativas que contribuam para que a classe musical recupere sua dignidade profissional e receba remuneração compatível com seu trabalho. Indo além da produção fonográfica e de sua distribuição, fator fundamental na divulgação do trabalho do artista, é preciso também retomar a relação direta com as plateias, encontrando caminhos para que a apresentação pública volte a ser uma fonte de remuneração viável. Paraty tem o turismo como base de sua economia e oferece um calendário efervescente de eventos ao longo de todo o ano; reúne diversas manifestações culturais protagonizadas pelos povos tradicionais e por artistas, tanto os nascidos aqui quanto os que escolheram a cidade para morar. Esse caldeirão assegura uma ampla representatividade musical e se configura como um ambiente propício à realização da FeiraMIP. A reunião de tendências distintas que buscam um objetivo comum amplia a replicabilidade dos resultados, criando uma favorável condição de diálogo com o restante do país. Com o objetivo de iniciar o diálogo sobre a realização da 1ª edição da FeiraMIP, em dezembro de 2024 foi realizado um encontro com artistas e agentes culturais locais no qual foram identificadas as principais demandas que serão consideradas na definição de temas e de debatadores e oficineiros que comporão a programação do evento. A Zênitha Música pensa a 1ª edição da FeiraMIP como um ponto de partida para um movimento crescente em âmbito nacional, pautado em discussões consistentes e soluções criativas, que surjam e se desenvolvam a partir da multiplicidade de experiências e pontos de vista. A FeiraMIP tende a se consolidar como ponto de convergência de todos que buscam caminhos alternativos e promissores para o desenvolvimento da música independente.

Especificação técnica

Não se aplica

Acessibilidade

O espaço onde será realizado o evento, a Casa da Cultura de Paraty ( https://www.casadaculturaparaty.org/ ), possui condições de acessibilidade física para pessoas com dificuldade de locomoção e cadeirantes, tais como rampas de acesso nos locais com diferença de nível e banheiros adaptados. A instituição, inclusive, já recebe recursos patrocinados por esta Lei Federal de Incentivo à Cultura, o que atesta esta informação. Com relação ao acesso ao conteúdo da programação, contaremos com intérprete de libras, audiodescrição e um profissional responsável pelo acolhimento a pessoas com deficiência intelectual, e integrará a equipe uma profissional habilitada na área da acessibilidade que orientará a implementação de medidas conforme a legislação, e desenvolverá com a equipe uma oficina de acessibilidade atitudinal.

Democratização do acesso

Toda a programação será realizada com entrada franca, e haverá transmissão pela internet dos debates e shows.

Ficha técnica

A Zênitha Música, por meio de seus sócios, será responsável pela Coordenação de Produção do evento em todas as suas fazes, orientando e supervisionando o trabalho dos profissionais envolvidos nos diversos setores. Em arquivo anexo é apresentado o portfólio da empresa. Minibio dos principais participantes: • FELIPE RADICETTI Felipe Radicetti é organista e compositor para o cinema, o teatro, o cancioneiro popular e a música de concerto. Após dez anos como concertista e professor, começou a criar e produzir música para comerciais de rádio e TV na Globograph em 1987 e, a partir de 1993, no Estúdio Nova Onda. Iniciou sua carreira no cancioneiro popular no Festival da Música Brasileira da Rede Globo com a canção Moleque-marraio em 2000. Radicetti lançou 6 CDs e 5 singles, compôs e produziu música original para 15 filmes para o cinema, 14 trilhas para teatro e publicou 4 livros sobre trilhas sonoras, composição musical e um ensaio sobre os processos criativos em música. • DANI RIBAS Dani Ribas é diretora da Sonar Cultural Consultoria. É Doutora em Sociologia pela UNICAMP, e a partir de sua tese criou o método ID_MUSIQUE: Fanbase além do Algoritmo. Em 2022 foi mentora convidada da WOMEX - Worldwide Music Expo. Foi consultora da UNESCO e do Mercosul Cultural, foi pesquisadora do Centro de Pesquisa e Formação do SESC SP, foi diretora de pesquisa do DATA SIM e foi do Conselho Consultivo da Semana Internacional de Música de São Paulo - SIM SP. Atualmente é professora de Music Business no Music Rio Academy, Música & Negócios PUC-Rio, Faculdade Souza Lima, OnStage Lab, e Fundação Escola de Sociologia e Política de São Paulo - FESP SP, além de colaborar com a Mídia Ninja. É consultora em planejamento e gestão de carreira na música, com base em análise de dados e tendências de comportamento de público. • EUGÊNIO DE CASTRO Eugênio de Castro é graduado em Produção Multimídia pela UNI BH, com habilitação em cinema, áudio, roteiro, marketing digital e games. Estudou computação musical, gravação, mixagem e masterização nos USA, no Mayan Studios, Master Key Productions e Audio Institute of America. Cursou International Trade & Business no Philadelphia Community College. Participou da Banda 14 Bis nos anos 90, implementando tecnologias MIDI e dando suporte musical e tecnológico aos seus integrantes. É coordenador técnico e professor do Projeto Social Estúdio-Escola de Cultura Popular, voltado para jovens de periferia da comunidade do Morro das Pedras em Belo Horizonte, projeto este que ganhou o Prêmio Brasileiro de Economia Criativa do Ministério da Cultura em 2012. É CEO da empresa QUAE – Distribuição Digital & Estratégias, fundada em 2010 e que trabalha hoje com aproximadamente 1000 artistas do Brasil e exterior. A QUAE é uma distribuidora de música digital com conexões no mercado nacional e internacional, com contrato de parceria fechado com as maiores plataformas de música do mundo, como Spotify, Deezer, Tidal, Apple Music, Amazon, Youtube Music, Claro Música, AWA (Japão), Saavn (Índia), Anghami (países árabes), Boomplay (África), KKbox (China e Taiwan) e + de 100 outras. A empresa mineira está estruturada para proporcionar o desenvolvimento completo da carreira dos seus artistas.

Providência

PROJETO ARQUIVADO.