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PRONAC 254094Autorizada a captação total dos recursosMecenato

Até a Última Estação - Circulação Ateliê Titetê

16.988.342 CICERO SILVA
Solicitado
R$ 853,8 mil
Aprovado
R$ 853,8 mil
Captado
R$ 0,00
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

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Eficiência de captação

0.0%

Classificação

Área
—
Segmento
Performance de Circo, Clown e Ilusionismo
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Projetos normais
Ano
25

Localização e período

UF principal
MG
Município
Belo Horizonte
Início
2026-02-02
Término
2026-12-31
Locais de realização (24)
Baixo Guandu Espírito SantoCariacica Espírito SantoColatina Espírito SantoFundão Espírito SantoIbiraçu Espírito SantoJoão Neiva Espírito SantoAimorés Minas GeraisAntônio Dias Minas GeraisBarão de Cocais

Resumo

O projeto "Até a última Estação _ Circulação Ateliê Titetê é um "trem bão", os artistas irão embarcar no trem da Vale em Belo Horizonte e seguir pelas 30 estações de embarque e desembarque, até a última estação. As intervenções já começam dentro do trem, em cada parada uma apresentação, seguindo viagem, espalhando a arte da palhaçaria, encantando um público diverso, surpreendendo os viajantes. Serão 24 cidades e 30 apresentações ao todo, um público estimado de mais de nove mil pessoas. O espetáculo "1,2,3...Tente Outra Vez!" que teve sua estreia em dezembro de 2023, já conta com um histórico de 50 apresentações na região metropolitana de Belo Horizonte e Triângulo Mineiro, e agora inicia sua circulação nacional.

Sinopse

Sobre o espetáculo : Dois palhaços nada inseguros do que estão fazendo se aproximam de um picadeiro montado para alguma apresentação. O público espera pelo início, eles aproveitam público e picadeiro decidindo se apresentar para a plateia que parece aceitá-los sem objeção. Na arena, instrumentos musicais dentre outros objetos parecem esperar por eles. Prontamente invadem a cena, pegam instrumentos musicais e começam a tocar até que entra um terceiro palhaço espantado com a suposta invasão e os interrompe, pedindo que se retirem. Se invadir um picadeiro de todos os sonhos é fácil, sair de uma arena de mil encantos torna-se algo improvável.Uma reviravolta surpreendente cria cumplicidade entre eles e a apresentação segue envolvendo o público cada vez mais rompendo os limites entre a plateia e o picadeiro. No roteiro, cenas de repertório dos artistas ganham um colorido especial com a participação do público. "Aqui Não Pode Tocar", "Bailando no Ar", "Sempre Quis Ser Cantora", "Faxina Geral", "Kátia Flávia", "Segura a Pelota" e "Então Gira" despertam o sorriso e a alegria atravessados pela graça da palhaça Magnética e dos palhaços Mequetrefe e Titetê.A obra artística que tem uma logística de viagem simplificada, é também de fácil montagem, adaptável a espaços alternativos. A ideia é ocupar espaços no CCBB, que valorizem uma maior proximidade com o público, dando aos artistas o tempo da risada, da brincadeira, humanizando o contato, a interação e potencializando a conexão.

Objetivos

Apresentação: "Enquanto o filósofo se ocupa com as grandes questões da humanidade, o palhaço cuida das coisas mais insignificantes." Friedrich NietzschePara o mineiro, a palavra trem transcende sua definição literal de meio de transporte; ela é um verdadeiro coringa linguístico e um pilar da identidade cultural do estado. No vocabulário de Minas Gerais, "trem" pode ser praticamente qualquer coisa: um objeto ("Pega aquele trem pra mim"), uma situação ("Que trem doido!"), uma pessoa ("Aquele trem ali é gente boa"), ou até mesmo uma ideia abstrata. Essa versatilidade reflete a simplicidade e a praticidade da comunicação mineira, onde o contexto e a entonação são cruciais para decifrar o significado exato. Mais do que uma simples gíria, o uso do "trem" é um elemento que conecta e identifica os mineiros, simbolizando um modo de falar descontraído, acolhedor e profundamente enraizado nas tradições e no cotidiano de Minas.O projeto "Até a última Estação _ Circulação Ateliê Titetê é um "trem bão", os artistas irão embarcar no trem da Vale em Belo Horizonte e seguir pelas 30 estações de embarque e desembarque, até a última estação. As intervenções já começam dentro do trem, em cada parada uma apresentação, seguindo viagem, espalhando a arte da palhaçaria, encantando um público diverso, surpreendendo os viajantes. Serão 30 apresentações ao todo, um público estimado de mais de três mil pessoas. O espetáculo "1,2,3...Tente Outra Vez!" que teve sua estreia em dezembro de 2023, com um histórico de 50 apresentações na região metropolitana de Belo Horizonte e Triângulo Mineiro, iniciando sua circulação nacional. Sobre o Ateliê Titetê:O ATELIÊ TITETÊ se dedica à Palhaçaria, à Comédia, ao Teatro de Rua e em espaços alternativos. Oferece oficinas que vão desde os primeiros passos na Menor Máscara até montagens de números, pequenas cenas, apresentação e montagem de espetáculos. Desde 2005 desenvolve projetos voltados à Formação Artística, Criação e Pesquisa em Artes Cênicas. É cada vez maior o interesse de profissionais liberais, professores, artistas de diversas áreas pela linguagem do palhaço que, com sua empatia e liberdade, alcança um público maior, através de sua expressividade. As pesquisas visam buscar outras formas de se divertir, de ver o mundo com outros olhos, se permitindo errar, fracassar, aceitando o ridículo pessoal como condição fundante, como princípio para estabelecer novas possibilidades de encontros prazerosos e felizes com os outros.E já se vão 20 anos e a frase "tente outra vez" não poderia ser mais adequada, passamos por uma pandemia, esbarramos em falta de recurso, em políticas culturais que não abraçam a cadeia produtiva na sua integralidade, tentando uma, mais uma vez, outra vez, porque é inerente à arte, resistir, por fim, rir é antes de tudo um ato político e coletivo. E para comemorar 20 anos, o Ateliê Titetê escolheu circular com seu último espetáculo "1, 2, 3… Tente Outra Vez!", que tem em cena a palhaça Magnética, os palhaços Mequetrefe e Titetê. Para esta circulação, convidou o multi instrumentista, compositor e produtor musical Fred Selva para fazer a direção musical e a criação da trilha sonora do espetáculo, que ganha um upgrade sonoro e uma dinâmica rítmica original através das corporeidades do elenco. Sobre o espetáculo: Dois palhaços nada inseguros do que estão fazendo se aproximam de um picadeiro montado para alguma apresentação. O público espera pelo início, eles aproveitam público e picadeiro decidindo se apresentar para a plateia que parece aceitá-los sem objeção. Na arena, instrumentos musicais dentre outros objetos parecem esperar por eles. Prontamente invadem a cena, pegam instrumentos musicais e começam a tocar até que entra um terceiro palhaço espantado com a suposta invasão e os interrompe, pedindo que se retirem. Se invadir um picadeiro de todos os sonhos é fácil, sair de uma arena de mil encantos torna-se algo improvável.Uma reviravolta surpreendente cria cumplicidade entre eles e a apresentação segue envolvendo o público cada vez mais rompendo os limites entre a plateia e o picadeiro. No roteiro, cenas de repertório dos artistas ganham um colorido especial com a participação do público. "Aqui Não Pode Tocar", "Bailando no Ar", "Sempre Quis Ser Cantora", "Faxina Geral", "Kátia Flávia", "Segura a Pelota" e "Então Gira" despertam o sorriso e a alegria atravessados pela graça da palhaça Magnética e dos palhaços Mequetrefe e Titetê.A obra artística que tem uma logística de viagem simplificada, é também de fácil montagem, adaptável a espaços alternativos. A ideia é ocupar espaços no CCBB, que valorizem uma maior proximidade com o público, dando aos artistas o tempo da risada, da brincadeira, humanizando o contato, a interação e potencializando a conexão.A proposta tem como objeto central a produção do espetáculo em Belo Horizonte, São Paulo, Rio de Janeiro e Brasília, temporada de sexta a segunda-feira, por duas semanas em cada cidade, totalizando 32 apresentações, estimando alcançar quase dez mil pessoas. Por utilizar-se da alegria, do riso, da ludicidade dos palhaços para envolver plateias, leva esta reflexão da importância da resiliência, da coragem de colocar os pés na estrada, de que a vida se encontra na travessia. Um trabalho que tem sido bem recebido em escolas, então, dentro da programação, uma das metas é dar acesso não apenas aos alunos e alunas da rede pública de ensino, em cada cidade, mas a toda a comunidade escolar e frequentadores dessas unidades. Sobre Titetê - O palhaço escovado"Filósofo de formação, artista de profissão e palhaço por vocação." Seu primeiro palhaço precisou ser escovado. Palha de aço, brincou com a palavra, ou seja, o metal grosseiro, que remete a sua juventude na cidade da metalurgia, teve de ser limpo, reluzido, polido. Baba, como batizou seu bufão inicial, palavra Iorubá, que significa pai, era o tipo que tirava onda e debochava com a cara do público.Com o seu amadurecimento profissional, Cícero Silva percebeu que ele próprio tinha de ser ridículo. Aquele que ri de si mesmo, que exagera e expõe suas feridas para mostrar as feridas do outro. Ele precisava ser o seu próprio deboche, assim, seria o espelho do mundo. Sua redenção. O filósofo palhaço elucubra: "O riso é uma poética, estabelece sentidos e sentido só se estabelece se existe identidade. Rindo de mim mesmo, na singularidade, alcanço o coletivo, religando o uno primordial, criando vínculos e cumplicidade - um mundo às avessas do individualismo contemporâneo. O grande barato do palhaço é ser amado. Ele ama tanto que transborda". Assim nasce Titetê, apelido carinhoso pelo qual os sobrinhos o chamavam.Nascido na pequena cidade do interior de Minas Gerais, Nova Era - nome sugestivo para a cidade natal de um palhaço. Porém, criado no Vale do Aço, Coronel Fabriciano-MG, no período da ditadura militar (1963-1984). Definiu o tempo/espaço de seu desenvolvimento como repressor, e ao mesmo tempo, libertário, uma vez que o recalcado quer se manifestar. O ambiente da siderurgia, ao mesmo tempo opressor, estimula a criatividade, haja visto a profusão de artistas advindos desse período de Ipatinga e Região.Rompendo com o provável destino que o esperava se continuasse por ali, no começo dos anos oitenta, muda-se para Belo Horizonte, com o intuito de estudar Artes Cênicas, mas começa a estudar pedagogia na UFMG, se transferindo rapidamente para o curso de filosofia na então "arejada" Faculdade de Filosofia e Ciência Humanas (FAFICH). Nos anos 90, encontra-se com o Teatro de Rua. Até então, atuava, principalmente, como diretor e dramaturgo. Foram anos de intensas viagens por festivais com seu grupo Gente do Céu. Porém, em 1996, ao assistir um espetáculo de um palhaço que o inspirou, "Dog, o palhaço tá solto", com o internacional Viralata do Brasil (Rodrigo Robleño), começa a se dedicar às artes circenses, mergulhando ao estudo dos clowns, através da palhaçaria. Passou por grandes mestres, entre eles, a canadense Sue Morrison, com a qual teve a oportunidade de conhecer a tradição dos índios norte-americanos e seus palhaços primitivos, Lume Teatro, Ângela de Castro, Teófanes Biribinha, Ana Luisa Cardoso, Márcio Libar, Le Rire Médecin, dentre outros.Continuou suas pesquisas sobre as artes do palhaço e, em 2007, teve a oportunidade de integrar o conceituado grupo paulista dos Doutores da Alegria, que visitam hospitais e apresentam números lúdicos para os doentes, garantindo o direito à fruição a crianças, seus acompanhantes e profissionais da saúde. Nos "Doutores da Alegria" ficou por cinco anos, atuando em hospitais públicos e, também, como formador de novos integrantes e ministrando palestras sobre como se tornou doutor em Besteirologia.E agora à frente do Ateliê Titetê segue criando, pesquisando, e fazendo novas palhaçarias. E lá se vai uma vida de entrega e dedicação às artes.Objetivo geral:** Circular com o espetáculo "1,2,3… Tente Outra Vez!", começando por Belo Horizonte, seguindo o caminho do trem da Vale, por 24 cidades mineiras e capixabas, totalizando 30 apresentações. Objetivos específicos:1. Produzir uma temporada em 24 cidades, totalizando 30 apresentações em terras mineiras e capixabas, que abrigam estações para embarque e desembarque de passageiros do trem que vai de Belo Horizonte ao Espírito Santo. 2.Inaugurar novos espaços para apresentações circenses como plataformas de embarque de trens, praças de cidades interioranas, estacionamentos de estações de trens, garagens residenciais de pequenas cidades do interior de Minas Gerais e do Espírito Santo.3. Gerar trabalho e renda para 3 artistas do circo, 1 diretor musical, 1 produtor, 1 assistente de produção e 1 técnico. Serão cerca de 20 postos diretos de trabalho e mais de 35 postos indiretos (calculado somando equipe, terceirizados e free lancers)

Justificativa

O projeto "Até a Última Estação _ Circulação Ateliê Titetê é um 'trem bão'" encontra sua justificativa na profunda conexão com a cultura mineira e na proposta de levar arte e alegria a um público diversificado. A palavra "trem", no vocabulário de Minas Gerais, transcende sua definição literal; é um coringa linguístico que reflete a simplicidade, praticidade e o acolhimento do povo mineiro. Ao embarcar no trem da Vale, partindo de Belo Horizonte e percorrendo 30 estações até a última parada, já na Capital Capixaba o projeto não apenas utiliza um meio de transporte físico, abraçando simbolicamente essa essência mineira, transformando a viagem em uma metáfora da própria resiliência artística. Rompe as fronteiras, fundindo Minas Gerais e Espírito Santo, transmutando a linha do tempo e da distância, nas linhas férreas que entrecortam, sublinhando os espaços, transmutando o longe e distante em "é logo ali", mediados pelo tempo onírico da arte. E, isso, por si só, transforma o que brota em Belo Horizonte, numa grande Vitória. O Palhaço, o Circo e o Trem: Uma Conexão ItineranteA imagem do trem que corta as paisagens de Minas Gerais se entrelaça de forma poética e simbólica com a essência do circo e do palhaço. Historicamente, tanto o circo quanto o trem são ícones da itinerância, do movimento e da capacidade de levar alegria e entretenimento a diferentes lugares. Para o palhaço, a viagem de trem ressoa com a própria natureza de sua arte. Assim como o trem se desloca, superando obstáculos e percorrendo trilhos que conectam cidades, o palhaço transita entre emoções, quebrando barreiras e estabelecendo pontes com o público. Cada estação pode ser vista como um novo picadeiro, uma oportunidade de criar laços e transformar o ordinário em extraordinário. O vagão, que por si só é um espaço de encontro e diversidade, torna-se uma arena de sonhos possíveis e impossíveis, onde as gargalhadas reverberam e a magia se espalha, mediada pela alegria.As intervenções de palhaçaria dentro do trem e em cada parada não só encantam e surpreendem os viajantes, mas também democratizam o acesso à cultura, levando o espetáculo inédito "1,2,3...Tente Outra Vez!" a um público estimado de mais de três mil pessoas. O Ateliê Titetê, com 20 anos de experiência em palhaçaria, comédia e teatro de rua, simboliza a persistência inerente à arte, especialmente após desafios como a pandemia e a escassez de recursos. A escolha de seu último espetáculo e de sua circulação nacional, culminando em mais de 30 apresentações e alcançando quase dez mil pessoas em Minas Gerais, Espírito Santo, São Paulo, Rio de Janeiro e Brasília, reforça a importância da resiliência, do riso como ato político e coletivo, e da arte como caminho para a reflexão e a alegria, com foco na acessibilidade não apenas para alunos da rede pública de ensino mas de habitantes de pequenas cidades do interior. Dessa forma, o projeto não é apenas um espetáculo itinerante, mas uma celebração da arte que resiste, se adapta e floresce, tal como o "trem" que atravessa paisagens e corações, espalhando sorrisos e provocando a leveza, gerando um ambiente socialmente saudável para a convivência coletiva. Produzindo um transbordamento de emoções entre chegadas e partidas, encontros e despedidas. A narrativa do espetáculo, a capacidade de surpreender o público e a cumplicidade com ele, demonstra a habilidade do Ateliê Titetê em criar experiências artísticas imersivas e acessíveis. A inclusão de cenas de repertório dos artistas, enriquecidas pela participação da plateia, sublinha o caráter democrático e interativo da proposta, rompendo as barreiras tradicionais entre picadeiro e plateia. A adaptabilidade da montagem aos espaços com foco na proximidade com o público, reforça o desejo de humanizar o contato e a interação, valores essenciais para a construção de um ambiente cultural vivo e engajador. Ademais, a iniciativa de promover o acesso de alunos da rede pública de ensino às apresentações demonstra um profundo senso de responsabilidade social e um compromisso com a formação de novas plateias, democratizando o acesso à cultura e à arte circense, contribuindo com a formação de público e inspirando novos artistas em potencial. A figura de Titetê, o palhaço que "precisou ser escovado", cuja trajetória pessoal se confunde com a própria história do Ateliê, personifica a resiliência e a capacidade de transformar a experiência individual em arte coletiva. Sua busca por um "riso que é uma poética" e que "estabeleça novos sentidos" ecoa a própria missão da empresa Vale de promover a cultura como um espaço de criação de vínculos, de reflexão e de encontros felizes.Art. 1° Fica instituído o Programa Nacional de Apoio à Cultura (Pronac), com a finalidade de captar e canalizar recursos para o setor de modo a:III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores;IV - proteger as expressões culturais dos grupos formadores da sociedade brasileira e responsáveis pelo pluralismo da cultura nacional;V - salvaguardar a sobrevivência e o florescimento dos modos de criar, fazer e viver da sociedade brasileira;VI - preservar os bens materiais e imateriais do patrimônio cultural e histórico brasileiro;Art. 3° Para cumprimento das finalidades expressas no art. 1° desta lei, os projetos culturais em cujo favor serão captados e canalizados os recursos do Pronac atenderão, pelo menos, um dos seguintes objetivos: e) realização de exposições, festivais de arte e espetáculos de artes cênicas ou congêneres;Art. 3° Para cumprimento das finalidades expressas no art. 1° desta lei, os projetos culturais em cujo favor serão captados e canalizados os recursos do Pronac atenderão, pelo menos, um dos seguintes objetivos: e) realização de exposições, festivais de arte e espetáculos de artes cênicas ou congêneres;

Estratégia de execução

Equipe que viaja:Cícero Silva: (Palhaço Titetê, Dramaturgia e Roteiro, Produção Executiva e Direção Geral);Fred Selva: (Direção Musical, Trilha Sonora e Música Original);Rodrigo Lapa Dani: (Palhaço Mequetrefe, Assistente de Produção);Valéria Araújo: (Palhaça Magnética);

Especificação técnica

não se aplica

Acessibilidade

Acessibilidade física: os espetáculos irão acontecer em espaços públicos, praça, centros culturais, estação de parada do trem, então teremos uma equipe de apoio para auxiliar cadeirantes ou pessoas com mobilidade reduzida.Acessibilidade visual: audiodescrição realizada pelo proprio artista no local, e nas redes sociais teremos uma equipe de comunicação especializada. Acessibilidade auditiva: tradução em libras em todas as atividades e em todos os materiais enviados para divulgação nas redes sociais. Acessibilidade intelectual: teremos protetores auriculares para pessoas com sensibilidade auditiva e oculos escuros descartáveis para pessoas com foto sensibilidade.

Democratização do acesso

O espetáculo e suas ações são gratuitas, em regiões de vulnerabilidade social e econômica, sendo assim, propomos:1. Transporte ( locação de van), para pessoas da zona rural, garantindo o acesso ao espetáculo2. Disponibilizar os registros dos bastidores e dos espetáculos nas plataformas digitais3. Permitir que as prefeituras locais gravem e registrem os espetáculos para uso nas ações formativas. Inciso/medida do art. 28 da IN nº 01/2023 abaixo será adotada no projeto:IV - disponibilizar, na Internet, registros audiovisuais dos espetáculos, das exposições, das atividades de ensino, e de outros eventos referente ao produto principal;V - garantir a captação e veiculação de imagens das atividades e de espetáculos por redes públicas de televisão e outros meios de comunicação gratuitos;

Ficha técnica

MINIBIO:CÍCERO SILVANascido em 1963, atua nas Artes desde 1978. Me considero multiartista. Palhaço, ator, diretor artístico, produtor cultural, editor de vídeo, roteirista, Sou bacharel e licenciado em Filosofia pela Universidade Federal de Minas Gerais. Filósofo de formação, artista de profissão e palhaço por vocação. Produz espetáculos, oficinas e workshops, elaboração e gestão de projetos culturais. Trabalho no setor Circo sem Lona. Na rua, na praça, nos parques, hospitais, portas de loja, açougues e favelas, becos, vielas, pontes e pinguelas, vocês vão ouvir falar de mim. Com um pé no passado e outro futuro, transponho o legado de mestres e mestras da palhaçaria para uma linguagem particular. Há muito compreendi que Arte é meu ofício, desviando-me da lógica do sucesso para me tornar um artista popular.FRED SELVA - DIRETOR MUSICAL - TRILHA SONORA ORIGINALFred Selva é compositor, produtor musical, vibrafonista, percussionista, artista eletrônico, vocalista, colecionador de ruídos. Começou sua carreira artística como palhaço ao lado de seu pai. Aos 8 anos passou a estudar percussão e piano. Durante a adolescência participou de diversas bandas e acompanhou vários artistas na capital mineira. Seu primeiro disco “A Estranheza e o Poliglota” conquistou o Prêmio Marco Antônio Araújo de melhor álbum instrumental em 2016, em 2015 conquistou o Prêmio BDMG Instrumental. Recentemente vem trabalhando com artistas e grupos renomados do Brasil e do mundo. Cirque du Soleil, O Teatro Mágico, Siba Veloso, dentre outros. Confira em: fredselva.com VALÉRIA ARAÚJOCom mais de 30 anos de experiência como consultora de seguros e benefícios, Valéria Araújo criou a Magnética durante o trabalho remoto na pandemia de 2019. Ela concilia as duas atividades com entusiasmo, vendo-as como complementares. Sua vivência no Teatro Universitário como artista, produtora cultural e fotógrafa conferiu à Magnética uma identidade "dramático-comediante", marcada por figurino gótico e exagerado, que leva diversão e irreverência às suas apresentações. A Magnética conquistou espaço no projeto Garagens Periféricas e no espetáculo "1, 2, 3... Tente Outra Vez!", que já circulou por diversas cidades de Minas Gerais.RODRIGO LAPATransita na palhaçaria desde 2008, é cinegrafista, produtor cultural, técnico em iluminação, sonoplastia e cenotécnico. Inventor e criador de máquinas, aderecista e cenógrafo. Faz assistência de produção e atuação como palhaço no Ateliê Titetê, desde 2010, participando dos projetos Garagens Periféricas, Circulação 10 Anos do Ateliê Titetê (2015), atuando em vários espetáculos.LINKS:CLIPPING ATELIÊ TITETÊhttps://ateliedotitete.blogspot.com/p/loja.html CLIPPING ESPETÁCULO “1,2,3… TENTE OUTRA VEZ!”https://ateliedotitete.blogspot.com/2023/10/123-tente-outra-vez-em-sao-joao-del-rei.html https://ateliedotitete.blogspot.com/2025/05/circulacao-do-espetaculo-1-2-3-tente.html OPINIÃO/DEPOIMENTOShttps://ateliedotitete.blogspot.com/p/depoimentos.html CIRCULAÇÃO 10 ANOS DO ATELIÊ TITETÊ - 2015https://ateliedotitete.blogspot.com/p/circulacao-10.html YOUTUBE:http://bit.ly/canaltitete INSTAGRAM:https://www.instagram.com/cicerohsilva/ https://www.instagram.com/atelietitete/

Providência

PRORROGAÇÃO APROVADA E PUBLICADA NO DIÁRIO OFICIAL DA UNIÃO.

Minas Gerais
Belo Horizonte Minas Gerais
Belo Oriente Minas Gerais
Conselheiro Pena Minas Gerais
Governador Valadares Minas Gerais
Ipaba Minas Gerais
Ipatinga Minas Gerais
Itabira Minas Gerais
João Monlevade Minas Gerais
Nova Era Minas Gerais
Pedra Bonita Minas Gerais
Periquito Minas Gerais
Resplendor Minas Gerais
Rio Piracicaba Minas Gerais
Timóteo Minas Gerais
Tumiritinga Minas Gerais