Metis
metis
Inteligência cultural
Início
  • Meus projetos
  • Nova análiseAI
  • Prestação contas
  • Alertas
  • Favoritos
  • Chat IAAI
  • Insights IAAI
  • Newsletter
  • Relatórios
  • Oportunidades🔥
  • Projetos
  • Proponentes
  • Incentivadores
  • Fornecedores
  • Segmentos
  • Locais
  • Mapa Brasil
  • Estatísticas
  • Comparativos
  • Visão geral
  • Comparar
  • PNAB (Aldir Blanc)
  • Lei Paulo Gustavo
  • Cultura Afro
  • Bolsas
  • Minha conta
  • Filtros salvos
  • Configurações
Voltar📄 Gerar Relatório Completo
PRONAC 254122Autorizada a captação total dos recursosMecenato

O canto dos pés que atravessam o tempo – mulheres do babaçu de Baianópolis, Bahia

JOYCE DOS SANTOS SILVA
Solicitado
R$ 150,8 mil
Aprovado
R$ 150,8 mil
Captado
R$ 0,00
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

Nenhum incentivador/fornecedor cadastrado localmente. Click "Carregar via SALIC" para buscar da API ao vivo.

Eficiência de captação

0.0%

Classificação

Área
—
Segmento
Prod. AV curta/média mtragem/Tv Edu Cult
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Quebradeiras de Coco Babaçu
Ano
25

Localização e período

UF principal
BA
Município
Barreiras
Início
2026-01-12
Término
2026-12-14
Locais de realização (1)
Baianópolis Bahia

Resumo

O projeto propõe a produção de um documentário de 40 minutos sobre as práticas, memórias e formas de resistência das quebradeiras de coco babaçu do Oeste da Bahia, com foco em Baianópolis. A proposta inclui exibições gratuitas em praças e universidades, rodas de conversa, oficinas para jovens e ações de mediação cultural. Tudo será realizado com qualidade técnica e poética, priorizando o protagonismo local.

Sinopse

Documentário “O canto dos pés que atravessam o tempo – mulheres do babaçu” Obra audiovisual de 40 minutos com abordagem sensível, poética e educativa, que narra o cotidiano, a memória e a resistência das quebradeiras de coco babaçu no Oeste da Bahia, especialmente em Baianópolis. O filme destaca o protagonismo feminino, os saberes ancestrais, as práticas sustentáveis e a relação com o território, valorizando um modo de vida frequentemente invisibilizado pelas narrativas hegemônicas. Classificação indicativa: Livre. Rodas de conversa (após exibições) Encontros abertos ao público realizados após as exibições do documentário, com a presença das quebradeiras, realizadores e convidados, promovendo diálogos sobre cultura popular, sustentabilidade, resistência feminina e identidade regional. Classificação indicativa: Livre. Sessões educativas em escolas públicas Atividades de exibição comentada e debate com estudantes do ensino médio, com foco na valorização do patrimônio imaterial, educação ambiental e protagonismo local. O conteúdo será adaptado à linguagem jovem, estimulando reflexão e pertencimento. Classificação indicativa: Livre. Oficina de formação audiovisual para jovens Curso intensivo com carga horária adaptável, voltado para até 30 jovens em situação de vulnerabilidade social. A oficina abordará conteúdos introdutórios de roteiro, gravação, edição e registro documental, com base na experiência do projeto. Classificação indicativa: A partir de 14 anos. Livro digital “Mulheres do Babaçu” Publicação gratuita em formato e-book, reunindo registros fotográficos, trechos de entrevistas, textos literários e relatos de vida das quebradeiras, como forma de ampliar o legado do documentário e garantir acessibilidade ao conteúdo em outras mídias. Classificação indicativa: Livre. Canal de memória no Instagram (@mulheresdobabacu) Perfil digital voltado para a difusão contínua do projeto, com conteúdos complementares como vídeos curtos, bastidores, trechos das rodas de conversa, depoimentos das quebradeiras e informações educativas sobre o babaçu e a cultura tradicional da região. Classificação indicativa: Livre.

Objetivos

Objetivo Geral Registrar e difundir os saberes tradicionais das quebradeiras de coco babaçu como patrimônio imaterial, mobilizando juventudes, ativando redes da economia criativa e promovendo a visibilidade da cultura popular do Oeste baiano. Objetivos Específicos Produzir um documentário de 40 minutos com abordagem artística, educativa e sensível.Realizar 5 exibições públicas gratuitas em praças de Baianópolis e comunidades vizinhas.Exibir o documentário em 2 universidades federais da região (UFOB e UNILAB), com rodas de conversa.Promover sessões educativas em escolas públicas de ensino médio.Oferecer 1 oficina de formação audiovisual para até 30 jovens em situação de vulnerabilidade.Criar e manter um canal de memória e mobilização no Instagram.Elaborar 1 livro digital com relatos, fotografias e registros históricos, de acesso gratuito.Mobilizar cerca de 20 profissionais da cultura, fortalecendo a economia criativa regional.

Justificativa

O projeto "O canto dos pés que atravessam o tempo _ mulheres do babaçu" se fundamenta na urgência de valorizar, registrar e difundir os saberes das quebradeiras de coco babaçu do Oeste da Bahia, guardiãs de práticas sustentáveis e de um modo de vida ancestral invisibilizado. A proposta se enquadra nos incisos II e III do Art. 1º da Lei 8.313/91, ao promover a difusão cultural e o desenvolvimento da cultura nacional, e contribui diretamente para os objetivos do Art. 3º, especialmente nos incisos I (estimular a formação cultural), III (apoiar o acesso da população aos bens culturais), e V (preservar os bens materiais e imateriais do patrimônio cultural brasileiro).Por meio da produção de um documentário de 40 minutos, ações formativas, exibições públicas e mobilização da economia criativa, o projeto busca transformar silêncios históricos em narrativas de pertencimento, gerando visibilidade, renda e fortalecimento das identidades culturais locais. A Lei de Incentivo à Cultura é, portanto, o instrumento adequado para garantir a execução de uma proposta comprometida com justiça simbólica, memória e inclusão.

Especificação técnica

Documentário “O canto dos pés que atravessam o tempo – mulheres do babaçu”Duração: 40 minutosFormato: Full HD (1920x1080), cor, áudio estéreo, legendado com recursos de acessibilidade (Libras e legendas descritivas)Conteúdo: Retrato sensível do cotidiano, saberes tradicionais e lutas das quebradeiras de coco babaçu de Baianópolis e região. Aborda temas como território, sustentabilidade, cultura popular, ancestralidade e resistência feminina.Equipe envolvida: direção, produção, roteiro, captação, edição, acessibilidade (intérprete de Libras e legendas)Distribuição: exibições públicas e plataformas digitaisClassificação indicativa: Livre Livro digital “Mulheres do Babaçu”Paginação: Aproximadamente 60 páginasFormato: PDF (para leitura online e download gratuito)Conteúdo: Relatos de vida das quebradeiras, fotografias autorais, trechos de entrevistas, textos reflexivos, histórico do babaçu na região, glossário de termos culturais, poemas e memórias visuais.Projeto gráfico: visual limpo e acessível, com uso de cores terrosas, tipografia legível e imagens com descrição alternativa para acessibilidade digital.Material utilizado: registros do projeto, entrevistas, arquivo pessoal das quebradeiras e produção fotográfica autoralClassificação indicativa: Livre Oficina de formação audiovisual para jovensDuração: 20 horas (adaptável ao contexto da comunidade e disponibilidade dos participantes)Público-alvo: até 30 jovens de Baianópolis e região, preferencialmente em situação de vulnerabilidadeFaixa etária: a partir de 14 anosProjeto pedagógico: Módulo 1: Introdução ao audiovisual e narrativa documentalMódulo 2: Técnicas básicas de captação de som e imagem com celularMódulo 3: Edição em aplicativos gratuitos e roteirização simplesMódulo 4: Produção coletiva de vídeos curtos sobre memórias locaisMetodologia: aprendizagem ativa, foco em práticas e experimentação, valorização de temas da cultura localMateriais utilizados: celulares, microfones simples, fones de ouvido, computadores ou notebooks para edição (parcerias com escolas, CRAS ou universidades)Produto final: produção coletiva de curtas de até 3 minutos Rodas de conversa (pós-exibições)Duração: 1h30 a 2h cadaFormato: encontros abertos com a presença de quebradeiras, equipe do projeto e convidados(as) locaisEspaço: praças, auditórios ou salas de universidades/escolasTemas discutidos: direitos culturais, economia do babaçu, saberes tradicionais, resistência das mulheres no campoRecursos: microfone, intérprete de Libras, projeção de trechos do filme, mediação cultural Sessões educativas em escolas públicasDuração: 2 horas por sessãoPúblico-alvo: estudantes do ensino médioConteúdo: exibição do documentário + debate guiado por educador/a ou mediador/aProjeto pedagógico: alinhamento com temas transversais da BNCC (identidade, meio ambiente, direitos humanos, cultura popular)Materiais utilizados: telão ou projetor, caixa de som, roteiro didático, material complementar digitalMetodologia: estímulo ao diálogo e protagonismo dos estudantes Canal de memória no Instagram (@mulheresdobabacu)Formato: perfil digital com postagens semanaisConteúdo: vídeos curtos, bastidores, depoimentos, fragmentos poéticos, datas comemorativas, textos informativos e educativosRecursos de acessibilidade: legendas, vídeos com Libras, audiodescrição em publicações chaveObjetivo: manter viva a rede de memória e diálogo criada pelo projeto, com atualização contínua.

Acessibilidade

Em atenção à Lei Brasileira de Inclusão da Pessoa com Deficiência (Lei nº 13.146/2015), que assegura o direito de acesso pleno à cultura e à participação em espaços públicos, o projeto garantirá que todas as exibições em praças públicas sejam realizadas em locais com infraestrutura acessível. Será priorizada a escolha de praças que possuam rampas de acesso em conformidade com a NBR 9050/2020 da ABNT, garantindo a circulação segura e autônoma de pessoas com deficiência física ou mobilidade reduzida. Caso o local não possua estrutura adequada, serão providenciadas rampas móveis com inclinação compatível às normas técnicas, assegurando acessibilidade ao espaço de exibição e às áreas de circulação do público. Além disso, o projeto promoverá a inclusão social e cultural por meio de recursos de acessibilidade audiovisual e estrutural, como tradução em Libras durante as rodas de conversa, legendas descritivas nas exibições do documentário e materiais de apoio com linguagem acessível. As ações contarão ainda com sinalização visual adequada e apoio de equipe treinada para acolhimento de pessoas com deficiência, reforçando o compromisso do projeto com a democratização do acesso à cultura e a valorização da diversidade.

Democratização do acesso

Todos os produtos culturais gerados pelo projeto serão oferecidos de forma gratuita e acessível à população. O documentário será exibido em praças públicas, universidades e escolas da região, sem cobrança de ingresso, e também disponibilizado online em plataformas digitais de acesso livre. O livro digital, com registros fotográficos e relatos das quebradeiras, será distribuído gratuitamente em formato PDF, hospedado em site e redes sociais do projeto. Como medida de ampliação do acesso e fortalecimento do impacto social, o projeto contará com oficinas paralelas de formação audiovisual destinadas a até 30 jovens em situação de vulnerabilidade social, promovendo inclusão, capacitação técnica e protagonismo juvenil. Além disso, cada exibição será acompanhada de rodas de conversa com mediação cultural, fomentando o diálogo entre as quebradeiras, o público e os realizadores. Está prevista também a criação de um canal de memória no Instagram, com vídeos curtos, depoimentos e conteúdos educativos, possibilitando o alcance de um público mais amplo por meio da internet. Essas estratégias garantem que o acesso aos bens culturais não se limite ao produto final, mas se estenda ao processo formativo, à escuta ativa e à circulação democrática do conhecimento.

Ficha técnica

A proponente atuará ativamente em todas as etapas do projeto, desde a coordenação geral até o acompanhamento das ações de produção, articulação comunitária, mediação cultural e prestação de contas. Mesmo em caráter colaborativo, sua atuação será essencial para garantir o alinhamento entre os objetivos do projeto e sua execução prática, assegurando qualidade técnica e compromisso social. A equipe envolvida conta com total capacidade e experiência para realizar a proposta, formada por estudantes em fase final de graduação em áreas como Comunicação, Produção Cultural e Audiovisual, com histórico de participação em mais de 90% das campanhas universitárias de extensão e cultura. Entre os trabalhos já realizados, destacam-se produções de filmes documentais e experimentais voltados à valorização da cultura regional, como o projeto Estereótipos, que acolhia e promovia o diálogo sobre pautas sociais com recorte inclusivo, e o filme O Velho e o Novo, gravado em grande parte às margens do Rio Corrente, que abordava de forma poética as transformações culturais e geracionais na região. Essas experiências demonstram não apenas domínio técnico, mas também sensibilidade estética e comprometimento com a memória, os territórios e as identidades locais. Dentre também como objeto de pesquisa: contato com a comunidade através do projeto UPT, DEVIR CINECLUBE NA UNIVERSIDADE, PRODUÇÕES DE CINCO PROJETOS DE AUDIOVISUAL COM AUTÓRIA DOS PARTICIPANTES, CRIAÇÃO DE SPOTS, ROTEIROS PUBLICITÁRIOS E OUTRAS PROJEÇÕES ACADÊMICAS.

Providência

PRORROGAÇÃO APROVADA E PUBLICADA NO DIÁRIO OFICIAL DA UNIÃO.