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A Quik Cia de Dança celebra, em 2025, suas bodas de prata: 25 anos de atuação ininterrupta, dedicados à pesquisa em dança contemporânea, à criação artística autoral e à educação pela arte. Fundada em Nova Lima - Minas Gerais, a companhia construiu uma trajetória marcada pela experimentação, pelo compromisso social e pela partilha com diferentes territórios e públicos. Como parte das comemorações, o projeto "Circulação Quik 25 anos" levará o espetáculo "Tecituras" a 11 cidades brasileiras. Serão cinco cidades do Vale do Jequitinhonha (MG) — Minas Novas, Berilo, Turmalina, Jenipapo de Minas e Diamantina — e seis capitais do Norte e Nordeste: Recife, Olinda, Maceió, João Pessoa, Manaus e Belém. A programação inclui 16 apresentações, 11 oficinas e 16 exposições fotográficas, fortalecendo redes culturais locais e ampliando o alcance da poética da companhia em seus 25 anos de história.
Espetáculo TECITURAS “Tecituras” é um espetáculo de dança com música ao vivo. Foi construído através de processos de improvisação estruturadas e tece, como fios de um tear, relações permeáveis entre corpo, música, arquitetura e público. Tem uma linguagem transversal e se propõe a refletir o cenário vivo de cada local de apresentação, integrando-se aos espaços públicos. As apresentações criarão para o público a possibilidade de novos olhares e interlocuções que reflitam suas relações com a cidade, contribuindo desta forma, para um processo de valorização de suas memórias e identidades, permitindo tomadas de consciência de sua existência, das relações com o patrimônio material, imaterial e da diversidade cultural presente nestes contextos.EQUIPE: Direção e bailarino: Rodrigo Quik (Rodrigo Gomes da Silva)Bailarina: Letícia Carneiro Músicos ao vivo: Rodrigo Salvador e Thiago Miotto
Circulação Quik 25 anos: Traçados entre o gesto e o afeto Em 2025, a Quik Cia de Dança celebra suas bodas de prata — 25 anos de trajetória ininterrupta dedicada à pesquisa, criação e democratização do acesso à arte. A companhia foi fundada pelos bailarinos Rodrigo Quik e Letícia Carneiro, após uma sólida carreira no Grupo Corpo. Unidos pela dança, pela vida e pela construção de uma linguagem própria, Rodrigo e Letícia deram origem a uma companhia que se consolidou por sua atuação artística comprometida com o social, o educativo e o afetivo.A Quik nasce e se desenvolve em Minas Gerais, onde mantém sede no município de Nova Lima, e se destaca por uma metodologia autoral, centrada na improvisação estruturada e na escuta do corpo e do território. Ao longo de sua história, criou 12 espetáculos, promoveu centenas de oficinas, e construiu uma rede de ações que fortalecem a cena artística local e nacional.Neste marco de 25 anos, a Quik propõe o projeto Circulação Quik 25 anos: Traçados entre o gesto e o afeto, que levará o espetáculo "Tecituras" a 11 cidades brasileiras, com ações integradas de difusão, formação e intercâmbio cultural. O projeto contempla cinco cidades do Vale do Jequitinhonha — Minas Novas, Berilo, Turmalina, Jenipapo de Minas e Diamantina — e cinco capitais das regiões Norte e Nordeste: Recife, Maceió, João Pessoa, Manaus e Belém, além da cidade de Olinda, em Pernambuco.Serão realizadas:Produto principal ( Artes Cênicas)• 16 apresentações do espetáculo "Tecituras", sendo 1 em cada cidade do Vale do Jequitinhonha (Minas Novas, Berilo, Turmalina, Jenipapo de Minas e Diamantina) e em Olinda, e 2 apresentações em cada uma das seguintes capitais: Recife, Maceió, João Pessoa, Manaus e BelémProduto secundário ( oficinas de artes cênicas) • 11 oficinas de sensibilização em dança contemporâneaProduto secundário ( exposição cultural - artes) • 16 exposições fotográficas: "Outros Olhares"Todas as atividades serão gratuitas, realizadas em espaços públicos abertos, como praças e centros históricos, valorizando o patrimônio local e promovendo o encontro entre arte e cotidiano. As ações fomentam a cena cultural local, estimulam a economia criativa e ampliam o acesso à arte em territórios diversos.As oficinas serão realizadas em parceria com escolas públicas ou espaços de formação em dança, e buscarão despertar o olhar sensível do público, especialmente de crianças, jovens e adultos. A exposição "Outros Olhares" apresentará imagens do espetáculo "Tecituras" registradas por fotógrafos de diferentes regiões do país, destacando a pluralidade de olhares sobre a obra e os territórios.Como ação especial no Vale do Jequitinhonha, região de rica tradição musical, o projeto convida artistas locais — preferencialmente idosos e/ou pessoas com deficiência — para participações em cena, criando diálogos afetivos entre a linguagem da companhia e os saberes tradicionais. Essa inclusão reforça os princípios de acessibilidade e protagonismo comunitário, valores centrais para o projeto e de especial interesse para a Vale, que atua historicamente na região de Minas Gerais.Com essa circulação, a Quik reafirma seu compromisso com o Brasil profundo, com a valorização da diversidade cultural e com a criação de experiências artísticas transformadoras. Ao promover o encontro entre o gesto artístico e o afeto coletivo, o projeto contribui para a formação de públicos, a dinamização cultural de territórios e o fortalecimento do tecido social.Objetivo geral: Viabilizar a circulação do espetáculo "Tecituras", da Quik Cia de Dança, por 11 cidades das regiões Sudeste, Norte e Nordeste do Brasil, com a realização de 16 apresentações gratuitas, 11 oficinas de sensibilização voltadas a estudantes de escolas públicas e de espaços de formação em dança, e 16 exposições fotográficas da série "Outros Olhares". A proposta busca ampliar o acesso à arte, fomentar a formação de público e fortalecer o diálogo com as comunidades locais. Objetivos específicos:· Descentralizar o acesso às artes cênicas e contribuir para a formação de público nas regiões do Vale do Jequitinhonha, Norte e Nordeste, por meio da circulação do espetáculo Tecituras, da realização de oficinas de sensibilização e da exposição fotográfica Outros Olhares, ampliando o alcance e a presença das atividades culturais em territórios historicamente menos contemplados.· Oferecer ao público o acesso a uma produção artística de excelência, originária de Nova Lima/MG, proporcionando uma experiência qualificada em dança contemporânea, com linguagem acessível e sensível ao contexto local.· Estimular trocas culturais e experiências sensíveis, por meio de um espetáculo concebido de forma colaborativa e transversal, onde o diálogo entre dança, música e público ocorre de maneira horizontal e não hierárquica.· Fortalecer a integração comunitária e promover o retorno social, convidando artistas locais — preferencialmente idosos ou pessoas com deficiência — a participarem das apresentações, gerando vínculos, valorização da cultura local e movimentação da economia criativa nas cidades visitadas.· Democratizar o acesso à arte e à cultura, aproximando estudantes de escolas públicas e de espaços de formação artística das práticas da dança contemporânea, por meio de oficinas que estimulam o autoconhecimento, a expressão corporal e a valorização da diversidade.· Promover a circulação fora do eixo Rio_São Paulo, ocupando cidades do Norte e Nordeste com um encontro genuíno entre artistas e comunidades locais, incentivando a escuta mútua, o intercâmbio cultural e o aprendizado coletivo.
A Quik Cia de Dança foi fundada em 2000 tendo como motivação o desejo dos bailarinos Rodrigo Quik e Letícia Carneiro de desenvolverem um trabalho como Intérpretes A Quik Cia de Dança foi fundada em 2000 tendo como motivação o desejo dos bailarinos Rodrigo Quik e Letícia Carneiro de desenvolverem um trabalho como Intérpretes Criadores, após 12 anos fazendo parte do Grupo Corpo. A Companhia completa 25 anos em 2025, tendo já construído 12 espetáculos, apresentando em seu histórico diversas apresentações pelo Brasil e prêmios de reconhecimento no panorama das artes cênicas.A Quik desenvolve também há 23 anos o projeto sócio-artístico-cultural de educação pela arte o "Quik Cidadania", oferecendo aulas gratuitas de dança, música, artes plásticas e grupos socioeducativo, contribuindo para o desenvolvimento de habilidades pessoais e interpessoais dos seus participantes, tais como: criatividade, expressividade, capacidade de conviver, senso crítico, cooperação e protagonismo. Todo este trabalho tem sido desenvolvido de forma contínua ao longo destes anos e cumprindo um importante papel na produção cultural da dança contemporânea em Belo Horizonte e no Brasil, por meio dos seus ciclos de criação, produção, pesquisa, circulação, formação, difusão e fruição de bens e serviços culturais. No projeto Circulação Quik 25 anos: "Traçados entre o gesto e o afeto", celebramos os 25 anos da Quik Cia de Dança levando nossos espetáculos a um público diverso, sem distinção de idade, condição social, etnia, deficiência ou gênero. "Tecituras" se destaca pela capacidade de gerar empatia, fazendo o público se sentir parte da cena. No caso do "Tecituras, construído por improvisações estruturadas, o espetáculo tece relações permeáveis entre corpo, objeto, imagem, som, arquitetura e público. É uma dança relacional, guiada por estados de contemplação, delicadeza e ludicidade, em diálogo com o espaço. . As ações formativas da Quik Cia de Dança têm como objetivo ampliar o acesso à arte e sensibilizar o público para a linguagem da dança contemporânea. As oficinas serão realizadas em dois formatos:***Em escolas públicas, será utilizado o jogo educativo "Memória em Movimento", criado pelo Quik Espaço Cultural. De forma lúdica, o jogo oferece um panorama da história da dança e do teatro, contextualizando os alunos e facilitando a formação de novos públicos e a apreciação do espetáculo.***Em espaços de formação em dança, a oficina trabalha a improvisação e a expressão corporal como caminhos para o autoconhecimento sensorial e a criação de uma dança própria, respeitando as singularidades de cada participante.Já a exposição fotográfica "Outros Olhares", montada em cavaletes em espaços públicos de grande circulação, cumpre um papel fundamental no projeto ao ampliar e prolongar a experiência artística para além da cena. Composta por registros do espetáculo "Tecituras" realizados por diversos fotógrafos em diferentes cidades, a mostra oferece múltiplas perspectivas sobre a obra e suas interações com o espaço urbano e o público. Essa diversidade de olhares reforça a proposta da Quik de dialogar com a realidade local de forma sensível e participativa, promovendo uma aproximação entre a dança contemporânea e o cotidiano das comunidades. Ao ocupar o território com imagens potentes e acessíveis, a exposição estimula a curiosidade, amplia o alcance do projeto e fortalece a valorização simbólica da arte no espaço público.A participação de um músico ou cantor local idoso ou com deficiência no projeto reforça a valorização da diversidade e da inclusão, ao mesmo tempo que celebra a rica tradição musical do Vale do Jequitinhonha. Essa colaboração promove um diálogo entre gerações e talentos, fortalecendo a conexão entre o espetáculo e a cultura local. Além de enriquecer a performance, a iniciativa destaca o compromisso com o retorno social e o envolvimento comunitário, proporcionando uma experiência artística mais significativa e acessível para todos. Por fim, este projeto se justifica por sua concepção consistente e por sua significativa relevância cultural e social. Ao propor um circuito nacional que integra espetáculos, oficinas e exposições gratuitas, a Quik Cia de Dança reafirma seu compromisso com a democratização do acesso aos bens culturais, especialmente em regiões historicamente pouco contempladas por políticas culturais continuadas, como o Vale do Jequitinhonha. A proposta promove um intercâmbio artístico sensível entre artistas e comunidades, estimula a formação de novos públicos e valoriza os patrimônios locais _ materiais e imateriais _ por meio de experiências estéticas acessíveis e de qualidade.Com uma abordagem ética, inclusiva e inovadora, o projeto impulsiona o fortalecimento da cultura local, incentiva a economia criativa, gera renda e amplia as possibilidades de expressão artística em territórios diversos. Mais do que uma circulação, trata-se de um gesto de presença, escuta e partilha, alinhado à missão da Quik de contribuir para uma sociedade mais sensível, diversa e culturalmente ativa. Trata-se de uma entrega potente, coerente com os valores da empresa Vale em relação à responsabilidade social, à valorização da diversidade e ao investimento em iniciativas que promovem o desenvolvimento humano e cultural das comunidades brasileiras.Art. 1° Fica instituído o Programa Nacional de Apoio à Cultura (Pronac), com a finalidade de captar e canalizar recursos para o setor de modo a:III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores;IV - proteger as expressões culturais dos grupos formadores da sociedade brasileira e responsáveis pelo pluralismo da cultura nacional;V - salvaguardar a sobrevivência e o florescimento dos modos de criar, fazer e viver da sociedade brasileira;VI - preservar os bens materiais e imateriais do patrimônio cultural e histórico brasileiro; Art. 3° Para cumprimento das finalidades expressas no art. 1° desta lei, os projetos culturais em cujo favor serão captados e canalizados os recursos do Pronac atenderão, pelo menos, um dos seguintes objetivos: e) realização de exposições, festivais de arte e espetáculos de artes cênicas ou congêneres;
RESULTADOS E METAS:ESPETÁCULOS:· Realizar a circulação do espetáculo "Tecituras", da Quik Cia de Dança, por cinco cidades da região do Vale do Jequitinhonha, em Minas Gerais. As cidades contempladas serão Minas Novas, Berilo, Turmalina, Jenipapo de Minas e Diamantina, onde serão realizadas cinco apresentações gratuitas, uma em cada município. As apresentações ocorrerão em espaços públicos abertos, como praças ou centros históricos de grande circulação, promovendo o acesso democrático à arte.· Convidar um(a) músico(a) ou cantor(a) local — idoso(a) ou com deficiência — em cada uma das cinco cidades do Vale do Jequitinhonha, totalizando cinco artistas convidados. Essa ação promove integração comunitária, inclusão e geração de renda, reforçando o compromisso social do projeto. Cada artista participará de uma cena da apresentação, promovendo o diálogo entre a criação contemporânea e os saberes locais.· Realizar a circulação do espetáculo "Tecituras" em cinco capitais das regiões Norte e Nordeste do Brasil — Belém, Manaus, João Pessoa, Maceió e Recife — e na cidade histórica de Olinda (PE). Nessas localidades serão realizadas 11 apresentações gratuitas, sendo duas em cada capital e uma em Olinda. As ações ocorrerão em espaços públicos abertos, priorizando áreas de grande fluxo de pessoas e potencial de impacto social e cultural. - Público estimado por apresentação: 200 pessoas. Público total estimado: 3.200 pessoas OFICINAS: · Realizar 01 "Oficina de Sensibilização" em cada cidade onde o projeto será apresentado, direcionadas a alunos de escolas públicas ou espaços de formação em dança. No total, serão 11 oficinas, oferecendo uma oportunidade de aprendizado e interação com as artes cênicas antes das apresentações. Após participarem das oficinas, os alunos serão convidados a assistir aos espetáculos enriquecendo sua experiência cultural e aproximando-os ainda mais da proposta artística do projeto. Professores: Letícia Carneiro e Rodrigo Quik.Esta oficina, direcionada a alunos de escolas públicas ou estudante de dança, tem como objetivo proporcionar uma experiência formativa por meio de atividades de técnicas e jogos de improvisação em dança, atividades lúdicas e interativas. Os principais objetivos são: Em escolas públicas: a) Apresentar informações sobre as artes cênicas (teatro e dança) para ampliar a compreensão dos alunos sobre essas formas de expressão em seus diversos contextos sociais e culturais; b) Facilitar a formação de novos públicos e a apreciação do espetáculo. Para isso, será utilizado o jogo educativo "Memória em Movimento", desenvolvido pelo Quik Espaço Cultural. Esse recurso didático oferece, de forma lúdica, um panorama da história da dança e do teatro, contextualizando os alunos e enriquecendo sua percepção sobre as artes cênicas. Em espaços de formação em dança:Esta oficina propõe o trabalho com a improvisação e a expressão corporal como caminhos para o autoconhecimento sensorial e o desenvolvimento da percepção. A partir da escuta do próprio corpo e de suas possibilidades expressivas, serão exploradas práticas que estimulam a sensibilidade, o movimento espontâneo e a criação. O foco está em favorecer a construção de uma dança própria, em diálogo com o espaço e com a música, valorizando a singularidade de cada participante.Objetivos:· Propor exercícios de respiração e consciência corporal, promovendo uma maior escuta e presença no corpo.· Trabalhar técnicas de improvisação em dança, por meio de dinâmicas individuais, em duplas e em grupo.· Estimular a expressão corporal espontânea e a noção de composição cênica, a partir das relações entre corpo, espaço e música.· Incentivar que cada participante desenvolva sua própria dança, respeitando suas particularidades e trajetórias. - Público estimado: 40 alunos em cada escola ou espaços de formação em dança. Público total estimado: 440 alunos.EXPOSIÇÕES FOTOGRÁFICAS - Realizar 16 exposições fotográficas “Outros olhares”, sendo 01 em cada local onde o projeto irá ocorrer. A exposição será montada com cavaletes nos espaços das apresentações e retratam a história do espetáculo através de imagens, ampliando o diálogo entre a obra e o público. Será feita uma curadoria de 15 fotos do espetáculo apresentado na cidade, retiradas em diversas cidades do Brasil, através do olhar de vários fotógrafos encontrados neste percurso. As fotos expostas criarão possibilidades de novas realidades, interlocuções e transversalidades, se propondo a refletir o cenário vivo e a presença do público de cada local de apresentação, permitindo a seus interlocutores olhares que dialogam e revelam seus imaginários. - Público estimado por exposição: 200 pessoas. Público total estimado: 3.200 pessoas
não se aplica
Plano de acessibilidade:O projeto propõe ações concretas para garantir o acesso pleno e democrático às atividades por pessoas com deficiência e com diferentes necessidades específicas, em consonância com as diretrizes de acessibilidade cultural e com o compromisso institucional da Chamada Cultural Vale Acessibilidade Física: Todas as apresentações serão realizadas em espaços públicos, ruas e praças, iremos contar com a estrutura disponível nestes locais, e a equipe de produção irá auxiliar pessoas com mobilidade reduzida ou sem mobilidade, para que se sintam atendidos. Acessibilidade Auditiva: Haverá tradução simultânea em Língua Brasileira de Sinais (Libras) em todas as apresentações, por meio de intérpretes posicionados de forma visível ao público, garantindo a compreensão plena por parte de pessoas surdas ou com deficiência auditiva.Acessibilidade Visual: Será disponibilizado recurso de audiodescrição em pelo menos uma das apresentações em cada cidade as apresentações acontecerem, permitindo que pessoas cegas ou com baixa visão tenham acesso ao conteúdo cênico por meio de descrição sonora dos elementos visuais da cena. Acessibilidade Atitudinal: A equipe de produção, recepção e apoio será capacitada por um profissional especializado em acessibilidade cultural, visando promover um atendimento acolhedor, respeitoso e preparado para receber a diversidade do público. Estarão disponíveis protetores auriculares para pessoas com hipersensibilidade auditiva, como autistas e neurodivergentes.Essas ações reforçam o compromisso do projeto com a inclusão, o direito à fruição cultural e a valorização da diversidade de corpos, subjetividades e formas de perceber o mundo.
As apresentações serão em espaços públicos, portanto, não teremos cobrança de ingressos, e para ampliar o acesso, estamos propondo: Faremos a reserva:** Abriremos as apresentações com uma chamada em escolas públicas locais, para que assistam ao espetáculo. Ao final, os artistas estarão disponíveis para fotos e um bate papo. ** Permissão para gravação para exibição em TVs públicas, com fins educativos. ** Disponibilização dos registros em fotos e vídeos, de forma gratuita, nas redes sociais do projeto. A proposta acima segue a seguinte orientação:Inciso/medida do art. 28 da IN nº 01/2023 abaixo será adotada no projeto:IV - disponibilizar, na Internet, registros audiovisuais dos espetáculos, das exposições, das atividades de ensino, e de outros eventos referente ao produto principal;V - garantir a captação e veiculação de imagens das atividades e de espetáculos por redes públicas de televisão e outros meios de comunicação gratuitos;
Ficha técnica:Letícia CarneiroDiretora artística, bailarina e coreógrafa da Quik Cia de Dança de 2000 a 2025.Diretora e coordenadora artística do projeto sociocultural “Quik Cidadania” – 2022 a 2025.Professora de dança contemporânea do curso Mover Consciente – 2024. Professora de Dança no Colégio Santo Antônio - 1999 a 2002. Professora do projeto de arte e educação “Quik Cidadania” - 2002 a 2025.Em 2000, após 12 anos como bailarina do Grupo Corpo, Letícia Carneiro fundou a “Quik Companhia de Dança”, em Nova Lima/MG, tendo como motivação o desejo de desenvolver um trabalho como "Intérprete Criadora". É formada em Artes Plásticas pela Escola Guignard – Universidade do Estado de Minas Gerais - 2009. Formação de Arteterapia – 1998. Possui diversos cursos como Ballet Clássico pelo método da Royal Academy of Dance of London; Técnica Martha Graham no London Contemporary of Dancing; Técnica Clássica com Ady Addor, Sacha e Ismael Guizer; Técnica Contemporânea com Suzana Yamauchi; Técnica de Jazz com Ordonez e Musicoterapia com Maria Eugênia Castelo.Rodrigo QuikDiretor artístico, bailarino, coreógrafo e produtor executivo da Quik Cia de Dança de 2000 a 2025. Em 2000, após 12 anos como bailarino do Grupo Corpo, Rodrigo Quik fundou a “Quik Companhia de Dança”, em Nova Lima/MG, tendo como motivação o desejo de desenvolver um trabalho como Intérprete Criador.Coordenador de produção dos 12 espetáculos realizados pela Quik Cia de Dança de 2000 a 2025. Produziu o evento “Festival da primavera”, realizado na Praça Quatro Elementos em Nova Lima no ano de 2007 e 2008. Professor de Dança no Colégio Santo Antônio - 1999 a 2002. Professor do projeto de arte e educação “Quik Cidadania- 2002. Professor de Dança Contemporânea e coreógrafo na Escola Corpo - 2000 a 2005Produziu o projeto “Conexões”, realizado no Quik Espaço Cultural de 2006 a 2010. Produtor do projeto “Corredor Cultural”, realizado em parceria com as escolas municipais e estaduais de 2006 a 2024. Realizou vários videodanças como diretor e intérprete de 2006 a 2023 e foi diretor,coreógrafo e bailarino do projeto de web-art “Corpo aberto” , premiado pelo filme em Minas- 2007.Letícia ElineLetícia Eline, mineira, nascida em 1986, consultora e gerenciadora de Redes Sociais, iniciou suas atividades com sua loja online de acessórios em 2010, e no decorrer dos anos começou a auxiliar pequenos empreendedores a organizar suas próprias redes, e como facilitar a comunicação com o cliente/espectadores, já foram mais de 30 clientes assistidos, e a já atuou em vários projetos que podemos destacar os mais recentes; "I Fell Gud" da Use Ancestral 2023; Carnaval 2023" Bloco da Saudade; "Festival Sarara 2023" cobertura de Reels Live pela Área de Serviço. "Quik com a escola" em 2022, espetáculos "Primaveras" , “Tecituras” Quik cia de Dança" em 2022" e “O Sopro do Outro” em 2024; Song Book" da Banda Divergência Socialista em 2022.Cláudia MotaFormação profissional: Curso: Contabilidade Básica e Tributos – Faculdade Estácio de Sá – 2008. Curso de Prestação de Contas – Fundamig – 2010. Gestora financeira da Quik Cia de Dança - 2015 a 2024. Gerenciamento financeiro e execução e prestação de contas dos projetos culturais da Companhia Suspensa – 2012 a 2017. Secretária administrativa - Associação Cultural dos Amigos e Cidade dos Meninos São Vicente de Paulo, Belo Horizonte/MG – 2005 a 2007.
PRORROGAÇÃO APROVADA E PUBLICADA NO DIÁRIO OFICIAL DA UNIÃO.