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PRONAC 254152Autorizada a captação total dos recursosMecenato

TODA VEZ QUE EU CHORO

MILONGAS PRODUCOES ARTISTICAS E CULTURAIS LTDA
Solicitado
R$ 598,2 mil
Aprovado
R$ 598,2 mil
Captado
R$ 0,00
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

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Eficiência de captação

0.0%

Classificação

Área
—
Segmento
Apresentação ou Performance de Teatro
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Projetos normais
Ano
25

Localização e período

UF principal
RJ
Município
Rio de Janeiro
Início
2026-03-02
Término
2026-07-31
Locais de realização (1)
Rio de Janeiro Rio de Janeiro

Resumo

O projeto propõe a montagem e a realização de temporada do espetáculo teatral inédito "TODA VEZ QUE EU CHORO", de Vitor Rocha, na cidade do Rio de Janeiro. A peça aborda temas contemporâneos como luto, paternidade e famílias LGBTQIAPN+ por meio de uma narrativa sensível e acessível, com elenco e equipe renomados do teatro e audiovisual nacional. A proposta inclui ações de acessibilidade, democratização de acesso e formação de público, com distribuição de ingressos para ONGs e sessões com recursos de acessibilidade (Libras, audiodescrição e monitores capacitados).

Sinopse

Para Conrado, o trabalho sempre veio em primeiro lugar, porém para Matteo, seu marido, o sonho de construir uma família sempre bateu mais forte. Depois de alguns bons anos juntos Conrado cede e, finalmente, concorda que eles tentem ter um filho biológico, através da inseminação artificial. Todo o processo é realizado fora do país e eles aguardam a gestação da barriga de aluguel enquanto preparam a casa e a vida para a chegada da criança. Porém, Matteo sofre um acidente e acaba falecendo poucos dias antes de conhecer seu bebê e deixa para Conrado, em meio ao luto e dor, aprender a desempenhar um papel com o qual ele jamais sonhou. Enquanto encontra espaço para a paternidade no meio de tantas frustrações, saudades e responsabilidades, Conrado precisa lidar ainda com a mãe de Matteo que aparece exigindo a guarda da criança.

Objetivos

Montar e realizar a estreia de uma dramaturgia teatral inédita; Trazer visibilidade a novas configurações familiares LGBTQIAPN+ no teatro contemporâneo; Realizar temporada na cidade do Rio de Janeiro por 4 semanas; Democratizar o acesso à cultura, com ingressos gratuitos ou a preços populares; Realizar sessões acessíveis com recursos de Libras, audiodescrição e monitores capacitados; Promover a inclusão social por meio da cultura, destinando convites para ONGs voltadas ao público LGBTQIAPN+ e PCD; Gerar renda e trabalho para cerca de 30 profissionais da cadeia produtiva teatral.

Justificativa

A proposta apresentada dialoga com questões sociais e culturais contemporâneas de forma inovadora, ao explorar os desafios e nuances das relações afetivas e familiares no universo LGBTQIAPN+. Ao transformar uma situação de perda e luto em uma oportunidade para repensar o conceito de paternidade, o projeto amplia os horizontes de representatividade e empatia, incentivando o público a refletir sobre a reconstrução da identidade e os laços que, mesmo rompidos pela tragédia, podem ganhar novos contornos. A narrativa, construída sobre um texto original de um dramaturgo renomado, propõe uma abordagem que foge aos clichês e ao vitimismo, valorizando a resiliência e o humor como ferramentas para enfrentar as adversidades da vida. Essa construção cênica, que se desdobra num processo judicial carregado de simbolismo, se torna um espelho para os dilemas enfrentados pela sociedade atual, sobretudo no que tange às relações familiares não tradicionais.Além de enriquecer o debate sobre o papel das novas configurações familiares, a iniciativa reafirma seu compromisso com a inclusão e o acesso democrático à cultura. Ao destinar parte dos ingressos para organizações e instituições voltadas ao público LGBTQIAPN+ e à promoção da acessibilidade para pessoas com deficiência, oferecendo sessões com interpretes de libras, audiodescrição e com monitores capacitados para receber o público de PCDs. Assim, o projeto se insere num contexto de responsabilidade social e estímulo à diversidade. E esse projeto tem como principal característica a força e a pluralidade de sua equipe, valorizando a diversidade, com predominância de artistas mulheres e papéis de destaque para atrizes e ator pretos e pardos. Profissionais sérios, conectados ao seu tempo, que ao longo dos anos desenvolvem trabalhos com propósito de entreter sem deixar de refletir, informar, transformar. Vale destacar que a seriedade e o comprometimento destes artistas vêm sendo reconhecido e celebrado pelas principais premiações do teatro e no audiovisual nacional. Dessa forma, o espetáculo se configura não apenas como uma montagem inédita de um texto teatral contemporâneo, mas como um agente transformador capaz de dialogar com diversos públicos, contribuindo para a democratização da cultura e para a ampliação dos debates sobre diversidade, inclusão e identidade. Esta é uma proposta que, ao mesmo tempo, celebra a arte e se engaja na promoção de mudanças sociais significativas.

Especificação técnica

Tipo de produto: Espetáculo teatral inédito Gênero: Drama contemporâneo com elementos de humor Classificação indicativa: 14 anos Duração: Aproximadamente 90 minutos Formato: Presencial, com sessões com recursos de acessibilidade Espaço de apresentação: Teatro na cidade do Rio de Janeiro Temporada: 1 mês (estimativa de 16 sessões) Capacidade estimada por sessão: 100 lugares Público total estimado: 1.600 pessoas Recursos de acessibilidade: Sessões com intérprete de Libras, audiodescrição e equipe treinada para atendimento ao público PCD. Equipe técnica envolvida: Direção, dramaturgia, elenco (5 atores), assistência de direção, direção de movimento, iluminação, sonoplastia, figurino, visagismo, cenografia, aderecistas, preparação vocal, assessoria de imprensa, arte gráfica, produção executiva, coordenação de acessibilidade e equipe técnica de apoio.Materiais de divulgação - Produção de fotografias de cena, vídeos promocionais, peças digitais acessíveis e textos informativos para mídias impressas e digitais.

Acessibilidade

O projeto contempla ações robustas de acessibilidade, garantindo o direito de fruição cultural por pessoas com deficiência, em consonância com os princípios da democratização do acesso e da inclusão. As medidas incluem: Acessibilidade Comunicacional Realização de 4 sessões com intérprete de Libras, possibilitando o entendimento do conteúdo por pessoas surdas. Disponibilização de audiodescrição em 4 sessões, voltadas para pessoas cegas ou com baixa visão, garantindo o acesso ao conteúdo visual da cena. Materiais de divulgação acessíveis - vídeos com legenda, audiodescrição e textos alternativos para publicações em redes sociais e plataformas digitais. Acessibilidade Arquitetônica O Teatro escolhido para a temporada deverá ser totalmente acessível, com rampas de acesso, elevadores e espaços reservados para cadeirantes, conforme normas da ABNT NBR 9050. Acessibilidade Atitudinal Capacitação de monitores e profissionais da equipe de produção para atendimento inclusivo e acolhedor ao público PCD. Realização de ações educativas e de sensibilização sobre inclusão e diversidade com a equipe e público, sempre que possível. Política de Ingressos Inclusivos Distribuição de ingressos gratuitos ou com desconto para pessoas com deficiência e seus acompanhantes, por meio de parcerias com ONGs e instituições especializadas. Estas medidas visam não apenas cumprir exigências legais, mas também valorizar a diversidade de públicos, promovendo um ambiente cultural verdadeiramente acessível, inclusivo e acolhedor.

Democratização do acesso

O projeto "TODA VEZ QUE EU CHORO" está comprometido com o amplo acesso à cultura, promovendo ações concretas de democratização. A temporada será realizada em um teatro da cidade do Rio de Janeiro, com política de ingressos a preços populares e localização acessível por transporte público. Como parte da política de democratização, 20% da carga total de ingressos será distribuída gratuitamente para instituições sociais, ONGs e coletivos que atendem prioritariamente: Populações LGBTQIAPN+ em situação de vulnerabilidade; Pessoas com deficiência (PCD); Estudantes da rede pública e educadores; Moradores de comunidades periféricas do Rio de Janeiro; Além disso, o projeto realizará sessões com recursos de acessibilidade, como intérprete de Libras, audiodescrição e monitores capacitados, garantindo a participação efetiva do público com deficiência. A comunicação será pensada com foco na inclusão e na diversidade, com peças de divulgação acessíveis (uso de texto alternativo, legendas, descrição em áudio) e ações em redes sociais, mídias comunitárias e canais parceiros, buscando atingir públicos historicamente sub-representados. O objetivo é garantir que a experiência teatral não seja um privilégio, mas um direito cultural exercido de forma plena, diversa e acessível.

Ficha técnica

A proponente Milongas Produções Artisticas e Culturais LTDA, com dirigente Breno Sanches de Melo Rodrigues, será responável pela Coordenação Geral do projeto em parceria com a produtora Pagu Produções Culturais.Dramaturgia: Vitor Rocha Direção: Breno Sanches Atuação: Edvana Carvalho, Felipe Silcler, Gabriela Moreyra, Pedro Carvalho e Rafael Primot Direção de Movimento: Milena Codeço Trilha Sonora: Marcello H Preparação Vocal: Junio Duarte Cenário: Breno Sanches e Alice Cruz Adereços: Tuca Figurino: Bruno Perlatto Iluminação: Ana Luzia de Simoni Assistente de Direção: Carolina Godinho Visagismo: Diego Nardes Fotógrafo: Renato Mangolin Arte Gráfica: Ludmila Valente Assessoria de Imprensa: Paula Catunda Produção: Fernanda Pascoal - Pagu Produções Culturais CURRICULOSDRAMATURGIA VITOR ROCHA Ator, diretor, dramaturgo, roteirista e produtor, eleito pela Forbes um "Under 30", em 2019 entrou pra lista dos 90 jovens mais promissores e bem sucedidos do país e já tem seu trabalho a frente do teatro brasileiro reconhecido. Depois de despontar em “Cargas D’Àgua - Um Musical de Bolso”, espetáculo que ganhou montagens em Londres no Off-West End e em Nova York na Off-Off-Broadway e que o consagrou o primeiro autor a receber um prêmio Prêmio Bibi Ferreira na categoria revelação, realizou diversos projetos de destaque como “Se Essa Lua Fosse Minha”, “Mundaréu de Mim”, “Bom Dia Sem Companhia”, “Donatello”, entre outros. Além do teatro, seu trabalho pode ser visto no cinema, como ator e roteirista, e na dublagem, como ator ou responsável pela versão brasileira. Suas dramaturgias já ganharam as páginas dos livros e receberam selos dos principais prêmios da literatura, como a Fundação Nacional do Livro Infantil e Juvenil, sendo O Mágico Di Ó - publicado pela Panda Books - escolhido para integrar o Plano Nacional do Livro Didático e fazer parte das bibliotecas de escolas por todo o Brasil. O prêmio APTR na categoria “Jovem Talento” e o Prêmio FITA “Revelação” são os mais recentes de seu currículo e se juntam a mais de 22 indicações e 7 conquistas em prêmios de teatro e literatura em categorias distintas. DIREÇÃO BRENO SANCHESBreno Sanches é formado em Arte Cênicas (Direção Teatral) pela UNIRIO e integrante da Cia Teatral Milongas desde 2003, onde desenvolve uma pesquisa cênica como ator, diretor e autor. Participou de diversos festivais nacionais e internacionais, nos quais recebeu indicações e prêmios. Na cidade do Rio de Janeiro foi indicado: ao Prêmio APTR 2021 na categoria "Melhor Espetáculo Inédito Editado", no qual idealizou e produziu com a Cia dos Atores e integrava o elenco; ao Prêmio Shell 2017 na categoria Inovação, com o projeto de ocupação QUE LEGADO, o qual idealizou e produziu; “Melhor Texto” no Prêmio Zilka Sallaberry de Teatro Infantil 2011; “Melhor Espetáculo” e “Direção” no Prêmio Zilka Sallaberry de Teatro Infantil 2017/2018, além da “Menção Honrosa pelos 15 anos de atividades da Cia", e ganhou o “Trabalho de Formas Animadas” no Prêmio CBTIJ 2018. Também recebeu indicação de “Melhor Iluminação” no Prêmio Shell 2019 com o espetáculo “Homem Feito”, no qual atuou, dirigiu e produziu. Alguns de seus trabalhos são: “Pelos 4 Cantos do Mundo”, “Rosencrantz e Guildenstern estão mortos”, “Pequenos Poderes”, “La Careta Que Cae” e “Casa Verde”. É o idealizador e produtor da Território Cursos e Eventos Artísticos que produz o "Residentes da a Sede" em parceria com a Cia dos Atores e "A Escuta" em parceria com a Miwa Yanagizawa. Também dirige o Coletivo Circular desde 2023. Em 2024 dirigiu o espetáculo "Pandemônio" de Alessandro Marson e ficou 8 meses em temporada com o espetáculo "Apartamento 301". ELENCOEDVANA CARVALHOAtriz formada em licenciatura e mestranda em dramaturgia pela UFBA, autora e professora de teatro. Natural de Salvador, iniciou sua trajetória artística ainda na escola pública, passando pelo Grupo de Teatro do SESC/SENAC e integrando a primeira formação do Bando de Teatro Olodum. Com uma carreira consolidada no teatro, cinema e televisão, já trabalhou em produções de destaque em emissoras como Rede Globo e a Bandeirantes. Alguns dos seus principais trabalhos são: novelas: “Vale Tudo”, “Renascer”, “Pega Pega” e “Malhação Sonhos e Conectados”; cinema: “Ó Paí, Ó 1 e 2”; teatro: “Solo aos 50 – quem me aguanta?”. FELIPE SILCLER Carioca. Formado pela Escola Técnica de Teatro Martins Pena. Meus últimos trabalhos foram a série “Reencarne” do Globoplay a ser lançada em 2025, como o personagem “Durval”. O filme “Da sua, Maria”. E a série “Reis” da Record entre 2021 e 2023, onde em 7 temporadas vivi os personagens “Tomáz” e “Zeleque”. Fiz o personagem “Milton” na novela “Topíssima” também da Record em 2019. Estive também no ar como o personagem “Libério” na novela “Novo Mundo” da Rede Globo. E como o personagem “Cascudo” na novela “Totalmente Demais” também da Rede Globo (Indicada ao EMMY INTERNACIONAL) Estudo artes dramáticas desde 11 anos. Entre tantas outras oficinas passei pelos grupos de teatro Amok e Moitará e pela oficina de atores Cesgranrio(TV). Tenho mais de 30 espetáculos teatrais no currículo, trabalhei com importantes diretores teatrais como André Paes Leme, Rodrigo Portella, Renata Mizrahi e Marcia Zanelatto. Possuo boa noção em dança popular, afro e dança contemporânea. Boa noção em canto popular. GABRIELA MOREYRA Cresceu nos corredores da escola de Dança Academia Valeria Moreyra, pertencente a sua mãe, onde começou a dar os seus primeiros passos de balé aos 3 anos. A paixão pela dança e os palcos, a motivou a buscar os primeiros cursos livres de teatro. Fez a fez sua estreia na TV na trama "Bicho do Mato" em 2006 da TV Record, e seguiu sendo parte do elenco de diversas outras produções da emissora, entre elas "Escrava Mãe" e "O Rico e o Lázaro". Partindo para novos desafios, Gabriela Moreyra foi para a TV Globo, e esteve no elenco principal de algumas novelas como "Segundo Sol", "Bom Sucesso" e "Salve-se Quem Puder". Recentemente, Gabriela estreou no filme "Os Aventureiros" ", disponível no Telecine, na série de sucesso mundial "Olhar Indiscreto" e também pode ser vista como uma das protagonistas da série infantil "Luz", ambas da Netflix. Em breve, estreará o longa "Educação de Avó" ", gravado no Brasil e na Itália. PEDRO CARVALHO Ator e produtor português, que atua no mercado audiovisual há 20 anos. Natural de Portugal. Fez os seus estudos na escola de artes cénicas ACT em Portugal e no estúdio CORAZZA em Madrid. Com uma carreira de atuação consolidada entre Portugal e Brasil, o seu currículo já soma mais de 20 produções de ficção entre os dois Países, nomeadamente para os canais TVI, SIC, RTP, RTP2 em Portugal e TV Globo e Record no Brasil e no streaming: Netflix, Max, Globoplay e Star+ no Brasil. Vários personagens em cinema e peças de Teatro, além de algumas indicações e prémios. Já escreveu dois livros, um infanto-juvenil: ‘Segue o teu Sonho’ pela editora LeYa e um livro de receitas de sopas ‘Sopa para a Síria’, de cariz social. É artista plástico, lançou a sua primeira exposição ‘Riscos’ na Galeria ORIQ em Lisboa, em Setembro de 2023, onde parte da verba da venda dos quadros reverteu a favor da fundação ‘Corações com Coroa’. Em 2022 fundou a produtora ‘3 Monkeys Filmes’, produtora de conteúdo audiovisual focada em contar histórias alinhadas ao seu olhar artístico, onde tem alguns projectos em fase de captação de recursos e outros em fase de pré-produção. RAFAEL PRIMOT É um multiartista. Ator, diretor e autor/roteirista, no cinema, dirigiu longas como Todo Clichê do Amor, Gata Velha Ainda Mia e a série Chuva Negra, entre outros. No teatro tem uma sólida carreira, tendo sido indicado ao Prêmio Shell (vencedor), Prêmio CesgranRio, Prêmio da Cooperativa Paulista de Teatro. No cinema, recebeu cerca de 27 prêmios em festivais nacionais e internacionais seja como ator, diretor e/ou roteirista. Primot vem desenvolvendo uma constante e sólida carreira como realizador, sendo apontado pela imprensa como “um criador incansável, um dos artistas mais promissores e atuantes de sua geração” tendo como foco as relações humanas em sua pluralidade.

Providência

PRORROGAÇÃO APROVADA E PUBLICADA NO DIÁRIO OFICIAL DA UNIÃO.