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PRONAC 254196Autorizada a captação total dos recursosMecenato

CIRCULAÇÃO DO SHOW MULHER TAMBOR

COUTINHO PRODUCOES LTDA
Solicitado
R$ 199,6 mil
Aprovado
R$ 199,6 mil
Captado
R$ 0,00
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

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Eficiência de captação

0.0%

Classificação

Área
—
Segmento
Apresentação/Gravação Música Popular Cantada
Enquadramento
Artigo 26
Tipologia
Espetáculos artísticos / musicais com itinerância mínima em 2 regiões
Ano
25

Localização e período

UF principal
MG
Município
Belo Horizonte
Início
2026-02-23
Término
2026-12-31
Locais de realização (2)
São Luís MaranhãoBelém Pará

Resumo

A circulação do Show Mulher Tambor é proposta pela cantora e percussionista Raquel Coutinho (atual Raquuel), em Belém e São Luís, locais com forte expressão da cultura nacional. Ela celebra 30 anos de carreira, marcada por resistência, inovação e conexão com raízes afro-brasileiras, especialmente o Congado. O repertório de cânticos tradicionais e folclóricos numa leitura contemporânea será executado pela banda com 3 mulheres e a participação especial de uma cantora e percussionista renomada por sua força e conexão com tradições afro-indígenas e populares. As contrapartidas sociais nas cidades serão oficinas de percussão para 30 mulheres. Os territórios criativos em 3 regiões do País visam intercâmbio e aprimoramento técnico de atores envolvidos em manifestações profissionais, culturais e religiosas afro-brasileiras de Tambores de Minas, Curimbó e Tambor de Crioula; difusão cultural fora do eixo Rio e São Paulo e a leitura moderna de músicas folclóricas e regionais.

Sinopse

Circulação do Show Musical Tambor Mulher com repertório de cânticos tradicionais em ritmos folclóricos, regionais numa estética e interpretação moderna e vibrante, que concilia tambores ancestrais (Tambor de Folia, Curimbó e Tambor de Crioula) e uma sonoridade orgânica e eletrônica. O espetáculo será apresentado para 350 beneficiários nas cidades de Belém (PA) e São Luís (MA) em Centros Culturais ou Teatros Parceiros. A banda será composta unicamente por mulheres musicistas: Raquuel Coutinho na voz, percussão, timbres experimentais, texturas e pedais; Bia Nasccimento nas cordas e Tamires nos sopros. Haverá a participação especial da renomada cantora e percussionista,promovendo e estimulando o diálogo entre diferentes linguagens e estilos.Será aberto ao público em geral, independente de gênero, raça, cor, idade e classe social

Objetivos

Objetivo Geral Realizar os Shows Mulher Tambor com repertório composto de cânticos tradicionais em ritmos folclóricos e regionais numa leitura contemporânea e ministrar, como contrapartida social, as oficinas de percussão para 30 mulheres nas cidades de Belém (PA) e São Luís (MA) , localizadas nas regiões Norte, Nordeste, respectivamente. Os Shows e as Oficinas visam valorizar, visibilizar e fortalecer a presença e o empoderamento feminino na percussão. Objetivos Específicos Realizar os Shows Mulher Tambor para 350 pessoas, em Centros Culturais ou Teatros parceiros, com repertório composto de cânticos tradicionais em ritmos folclóricos e regionais, numa leitura contemporânea nas cidades de Belém (PA) e São Luís (MA), localizadas nas regiões Norte e Nordeste do País, respectivamente. Convidar uma artista percussionista, renomada por sua força e conexão com as tradições afro-indígenas e populares, para a participação especial nos Shows Mulher Tambor nas cidades de Belém (PA) e São Luís (MA); Ministrar as oficinas de percussão de 3 horas para 30 mulheres, nas cidades de Belém (PA) e São Luís (MA) ;

Justificativa

O projeto da circulação do Show Mulher Tambor nasce da urgência de se valorizar, visibilizar e fortalecer a presença feminina na percussão, espaço historicamente interditado às mulheres por força de estruturas patriarcais, enraizadas nas tradições populares e religiosas. Durante séculos, o ato de uma mulher tocar tambor, especialmente em festas populares, celebrações de matriz africana ou manifestações tradicionais, foi visto como transgressão, tornando praticamente invisível a força, a musicalidade e o protagonismo feminino nesses contextos. A exclusão não foi apenas simbólica, pois a mulher era proibida de tocar tambor, liderar cortejos ou ocupar posições de comando. Esse silenciamento é a expressão direta do patriarcado, que historicamente negou às mulheres espaços de poder, destaque e livre expressão. No entanto, apesar dos diversos entraves, muitas mulheres resistiram. Hoje, é essencial lançar luz sobre essas trajetórias de coragem e abrir caminhos para que mais mulheres venham se reconhecer como tamborzeiras, batuqueiras, percussionistas e guardiãs do ritmo.A circulação do Show Mulher Tambor é uma proposta da cantora, compositora e percussionista Raquuel, que ao celebrar os seus 30 anos de carreira artística, marcada pela resistência, inovação e profunda conexão com as raízes afro-brasileiras, especialmente o Congado Mineiro, visa difundir e incentivar a presença feminina na percussão, seja de forma profissional, religiosa ou cultural. Raquuel é reconhecida como referência na percussão em Minas Gerais, tem a sua história entrelaçada à tradição do Congado e já foi coroada três vezes como Rainha Festeira da Guarda Feminina de Nossa Senhora do Rosário do Bairro Aparecida em Belo Horizonte/MG. Essa foi a primeira Guarda exclusivamente feminina do Estado e há 80 anos mantém viva essa importante manifestação cultural e religiosa. Vale ressaltar que, se essas mulheres não tivessem assumido cargos de liderança (como capitãs), o Congado possivelmente estaria ameaçado de extinção, já que muitos jovens homens hoje já não se interessam mais por essa tradição. Em 2024, o Congado foi reconhecido pelo IEPHA/MG como Patrimônio Imaterial de Minas Gerais.A banda dos Shows Tambor Mulher será formada inteiramente por mulheres musicistas, evidenciando o protagonismo feminino em todas as etapas da criação e interpretação musical com Raquel Coutinho (voz, percussão, timbres e pedais), Bia Nascimento (cordas) e Tamires Cunha (voz e sopros). A culminância dos espetáculos musicais será a participação especial de uma cantora e percussionista renomada naccional e internacionalmente, por sua força e conexão com as tradições afro-indígenas e populares.A combinação de elementos inovadores de percussão, timbres experimentais nos cânticos tradicionais de ritmos regionais e folclóricos visa promover a diversidade musical e a valorização da estética moderna, numa sonoridade orgânica e eletrônica de timbres e texturas. Essa mistura enriquece o cenário artístico nacional e estimula o diálogo entre diferentes linguagens e estilos. Deve-se salientar, a importância da presença dos tambores ancestrais (Tambor de Folia, Curimbó e Tambor de Crioula) dos cânticos folclóricos/religiosos aliados harmoniosamente à música contemporânea. Os Shows Mulher Tambor em Belém (PA), São Luís (MA) , localizadas nas regiões Norte e Nordeste, visa proporcionar o acesso das comunidades locais à eventos culturais de qualidade, contribuindo para a democratização da cultura, a formação de novos públicos e a difusão do trabalho de novos artistas nestas localidades e regiões brasileiras. É importante ressaltar a importância do acesso à cultura desse público, que se encontra fora do eixo Rio e São Paulo e é geralmente desassistido de opções de cultura e lazer.A circulação dos Shows Mulher Tambor certamente promoverá um impacto social nos municípios contemplados, pois a arte tem o poder de transformar realidades e promover a reflexão, fortalecendo a identidade cultural das comunidades contempladas. Além do intercâmbio cultural decorrente de influências diferenciadas em cada uma das localidades selecionadas, a realização da Oficina de Percussão de 3 horas, ministrada como contrapartida social, para 30 mulheres visa formar e aprimorar as habilidades criativas das mulheres em cada município contemplado. Essa troca de conhecimentos fortalece o ecossistema cultural local e promove o despertar destas mulheres de que poderão alcançar ou expandir a sua autonomia, utilizando-se do aprendizado na busca e/ou aprimoramento delas em suas habilidadesformação artísticas. Essas oficinas buscam promover o acesso dessas mulheres à percussão, como instrumento de empoderamento, expressão e pertencimento. O apoio a esse projeto se reverte em uma iniciativa que promove a diversidade, a inclusão e a inovação cultural. É uma oportunidade de fortalecer o cenário artístico nacional, revisitar cânticos folclóricos, regionais e religiosos, com seus tambores ancestrais em uma interpretação moderna, proporcionando experiências significativas e diferenciadas para o público beneficiado. A aprovação desta Proposta pelo Ministério da Cultura permite que as Empresas interessadas em patrocinar, principalmente aquelas que já atuam diretamente nessas regiões contempladas, possam ter visibilidade positiva pelo claro comprometimento delas na difusão da cultura ancestral dos tambores (já tão presentes nas regiões contempladas) associados a uma estética moderna (expressiva no cenário urbano atual). Isto comprova a responsabilidade social, a preocupação e a atuação das Empresas Patrocinadoras como importantes divulgadoras e mantenedoras da cultura nacional. A partir do mecanismo de incentivo, proporciona-se o fortalecimento dos artistas e de todos envolvidos nos arranjos produtivos locais dos dois municípios contemplados nas regiões norte e nordeste, em que ela já detenha uma forte atuação econômica e social na geração de emprego, renda e, consequente, melhoria da qualidade de vida, numa sociedade mais rica e plural em termos culturais, sociais e econômicos. Mais do que um projeto artístico, a circulação do Show Mulher Tambor é um ato político, educativo e cultural. É uma convocação para que mais mulheres se aproximem dos tambores, encontrem sua voz e se reconheçam como parte ativa de uma tradição que pulsa, resiste e se renova no corpo e na alma de cada mulher que bate tambor.

Estratégia de execução

A contrapartida social será a Oficina MULHER TAMBOR a ser ministrada para 30 (mulheres) inscritas antecipadamente, em cada cidade contemplada (Belém, São Luís), durante 3 (três) horas.Voz · Ritmo · Ancestralidade A Oficina Mulher Tambor é um chamado para mulheres que desejam reconectar-se com sua força original através da música, do corpo e da escuta profunda. Guiada pelos pilares da voz, do ritmo e da ancestralidade, essa vivência propõe um mergulho sensível e potente nos saberes que habitam nossas memórias mais antigas — individuais e coletivas. Através de práticas vocais, exercícios rítmicos com o corpo e com os tambores, cantos de tradição e improvisação criativa, a oficina cria um espaço seguro e acolhedor onde cada mulher possa expressar sua potência, seu corpo-sonoro e sua identidade ancestral. É um espaço de cura, empoderamento e pertencimento, onde o tambor pulsa como coração da terra, e a voz ecoa como fio condutor entre passado, presente e futuro. Não é necessário ter experiência prévia — apenas o desejo de escutar, sentir e se expressar. Para quem é: Mulheres de todas as idades, com ou sem experiência musical, interessadas em práticas artísticas, autoconhecimento e conexão com saberes ancestrais. O que propõe: Círculo de vozes e escuta Ritmos afro-brasileiros com enfoque no sagrado Percussão corporal e com tambores Canto livre e de tradição oral Presença, respiração e movimento Partilha e criação coletiva A mulher que bate o tambor desperta sua própria história. Venha pulsar conosco

Especificação técnica

Oficina MULHER TAMBOR: Voz · Ritmo · Ancestralidade A Oficina Mulher Tambor é um chamado para mulheres que desejam reconectar-se com sua força original através da música, do corpo e da escuta profunda. Guiada pelos pilares da voz, do ritmo e da ancestralidade, essa vivência propõe um mergulho sensível e potente nos saberes que habitam nossas memórias mais antigas — individuais e coletivas. Através de práticas vocais, exercícios rítmicos com o corpo e com os tambores, cantos de tradição e improvisação criativa, a oficina cria um espaço seguro e acolhedor onde cada mulher possa expressar sua potência, seu corpo-sonoro e sua identidade ancestral. É um espaço de cura, empoderamento e pertencimento, onde o tambor pulsa como coração da terra, e a voz ecoa como fio condutor entre passado, presente e futuro. Não é necessário ter experiência prévia — apenas o desejo de escutar, sentir e se expressar. Para quem é: Mulheres de todas as idades, com ou sem experiência musical, interessadas em práticas artísticas, autoconhecimento e conexão com saberes ancestrais. O que propõe: Círculo de vozes e escuta Ritmos afro-brasileiros com enfoque no sagrado Percussão corporal e com tambores Canto livre e de tradição oral Presença, respiração e movimento Partilha e criação coletiva A mulher que bate o tambor desperta sua própria história. Venha pulsar conosco.Arte Educadora e AssistenteRaquuel Coutinho utiliza a técnica criada e desenvolvida ao longo dos 30 anos da carreira clínica (Fonoaudióloga, preparadora vocal, professora) e artística (carreira solo e em bandas como Maurício Tizumba e Trio, Turnê 30 anos do CD "Olho de Peixe" com Lenine e Marcos Suzano, 50 anos de Ponta de Diamante com a Banda Tábua de Esmeralda)

Acessibilidade

No aspecto arquitetônico, serão disponibilizados os recursos de acessibilidade às pessoas com mobilidade reduzida ou idosas para permitir o acesso aos espaços de apresentação dos Shows Mulher Tambor e aos espaços acessórios como banheiros, áreas de alimentação e circulação nos Centros Culturais ou Teatros parceiros. No aspecto comunicacional, as recepcionistas e a equipe de produção serão devidamente treinadas para o atendimento com os recursos de acessibilidade às pessoas com necessidades especiais, permitindo o acesso ao conteúdo dos produtos culturais resultantes do Projeto, independente de cor, raça, gênero, etnia, idade ou condição social. Serão contratadas as intérpretes de libras para os Shows Mulher Tambor nos municípios contemplados, Belém (PA) e São Luís , respectivamente.Conforme o objetivo específico do Projeto de despertar nas mulheres o interesse e aperfeiçoamento na percussão, as Oficinas Mulher Tambor serão ministradas para 30 (trinta) mulhernas cidades de Belém e São Luís, que se inscreverem, dentro dos prazos e requisitos divulgados, independente de cor, raça, etnia e camada social.Todo o material de divulgação gráfico e/ou digital dos produtos culturais gerados pelo projeto conterá as informações sobre a disponibilização das medidas de acessibilidade.

Democratização do acesso

O Show Mulher Tambor será apresentado para 350 (trezentos e cinquenta) beneficiários à preços acessíveis em Centros Culturais e/ou Teatros parceiros em Belém e São Luís. Os valores de meia entrada serão disponibilizados de acordo com as regras vigentes no País. O plano de distribuição dos ingressos, inclusive para a população em geral seguirá regras estabelecidas no Projeto. A divulgação dos Shows Mulher Tambor nos municípios contemplados de Belém e São Luís será feita com a devida antecedência e em vários veículos de comunicação, para que o maior número de pessoas tenha ciência da existência e possa ter acesso aos espetáculos. Será disponibilizada uma parte gratuita dos ingressos para contemplar os patrocinadores e o público em geral. A divulgação prevista envolve material digital (nas redes sociais e Instagram dos artistas, patrocinadores, Centros Culturais/Teatros e Prefeituras) e material impresso. Todas as pessoas, independente de cor, raça, etnia, idade, gênero e camada social serão incentivadas a participar do Show Mulher em cada município contemplado, para a maior democratização do acesso

Ficha técnica

A Proponente Raquuel vai desempenhar no Projeto:Coordenação geral de produção, Criação e direção musical/artística do espetáculo; Criação e realização das oficinas, como arte-educadora;Apresentação dos shows, como percussionista, cantora vocalista e intérpreteRaquel Coutinho - voz, percussão, timbres e pedaisRaquuel (nome artístico atual) é cantora, compositora, percussionista, arte educadora, criadora de paisagens sonoras. Explora o universo eletrônico com muita propriedade e sutileza. Possui três discos autorais lançados e diversos shows nacionais e internacionais. Formada em fonoaudiologia, se especializou em preparação vocal para grupos teatro, cantores e profissionais da voz. Fez direção musical para importantes nomes do Teatro Brasileiro como Ana Kffouri na peça de Nelson Rodrigues, Senhora dos Afogados e Zé Celso Martinez Correa na peça O Bailado do Deus Morto, de Flávio de Carvalho. Produziu a trilha original para espetáculo circense do " Crescer e Viver" no Rio de Janeiro. Com grande experiência como preparadora vocal, atuou na escola profissionalizante de Teatro Contemporâneo - RJ, além de trabalhar com jovens em formação circense do grupo " Circo no Ato" e da ONG Crescer e Viver". Atuou na Escola Livre de Artes em Belo Horizonte, ministrando Oficinas de canto, ritmo e movimento. Foi coordenadora artística das oficinas para crianças e jovens da Associação Querubins, em Belo Horizonte. Além disso, ministra aulas particulares e preparação vocal no Espaço Cultural Lajinha e atua em Projetos Especiais, como curadora, coordenadora e/ou arte-educadora.Formação ProfissionalCantora, compositora, percussionista e fonoaudióloga, em carreira artística de 30 anos de carreira com expressão nacional e internacional. Tem três álbuns autorais lançados: Olho D´água (2009), Mineral (2015) e Koan (2022). Apresentou-se como convidada do Montreux Jazz Festival (2010) e do Festival Midem em Cannes (2016). Atua na cena musical nacional com o seu trabalho autoral e integra a banda Olho de Peixe 30 anos, ao lado de Lenine e Marcos Suzano. Formação AcadêmicaBacharel em Fonoaudiologia- Faculdades Integradas Metodistas Izabela Hendrix-BH - 1999-MG. Formação Artística MusicalEstudou com Fernando Barba (Barbatuques); Lucas Ciavata, criador do método do “O Passo”; Jongui (produtor e baterista); Ney Doxosse (candomblé); Bill Lucas (percussionista) e com Santiago Reither, professor e percussionista cubano. Estudou Canto Popular com Lígia Jaques e Babaya; Canto Lírico - Neide Ziviane; Oficina Voz em Movimento - Madalena Bernardes; Canto Popular – Maurício Tizumba; Oficina de Expressão Vocal -Fabiana Cozza, Belo Horizonte; Cursos de Rave Vocal e O Quente e o Frio da Voz com Janaína Pimenta; “A Arte de Interpretação” da Profa. Linda Wise.Bia Nascimento - Cordas - Cavaquinho e violãoBia Nascimento é violonista, cavaquinista e compositora. Com uma trajetória que é marcada pelo choro, ela performa por sua musicalidade própria em variados festivais e palcos como: Fartura Gastronomia, Savassi Festival, Festival Verbo Gentileza, Valadares Jazz Festival, Sesc BH Paladium, Beco das Garrafas (Rio de Janeiro) e participa, ainda dos projetos Canções de Outono do multiartista Sérgio Pererê e Pretos no Topo do também multiartista Maurício Tizumba. Bia lança suas músicas autorais, como no EP Brasa Cor, e participa de lançamentos de outros artistas como Caetano Brasil e Luiza Brina. O reconhecimento de sua carreira artística de sucesso pode ser confirmado por prêmios recebidos: WestFestValda (2017, RJ), Grão da Música (2016, SP) e Troféu Mulher Cidadã (2010, Prefeitura de Juiz de Fora). Marcando a sua atuação plural, atualmente, ela realiza pesquisa acadêmica sobre gênero e música no doutorado da UFMG (Universidade Federal de Minas Gerais).Thamiris Cunha – clarinetista, cantora e compositoraA sua ligação com o universo musical está relacionada com as suas raízes familiares. Filha de músicos, iniciou seus estudos na Banda Santo Antônio, de Contagem. Licenciada em música pela UEMG (2016), tem experiência no erudito ao popular. Ela tem se dedicado à língua do choro desde 2015 e compõe, como solista, os grupos Abre a Roda Mulheres no Choro e o Choro Vadio. Participa de diversas estruturas musicais como duos, trios e as tradicionais formações regionais de BH. Atua também no Sagrada Profana, Mambo Jazz e Samba Jazz com Fran Januário. Em 2023, participou do BDMG Instrumental ao lado de Camila Rocha e Igara Cristina, ambas vencedoras do Prêmio. Com personalidade própria, Thamiris leva ao palco seu encanto pela dança e pelo corpo. Por isso seu repertório é um grande convite a explorar os sons e as belezas da arte.Participação Especial - Cantora e Percussionista de renome - Forte influência da cultura popular afro-indígenaVanessa Maia – Produção ExecutivaMoema Coutinho – Assessoria administrativa/financeiraGestão de projetos culturais Cia Burlantins, Maurício Tizumba;Gestão administrativa/financeira Associação Querubins.Manu Grossi - FigurinistaExposição "Rua Mútua- Retrospectiva Grupo Entre Aspas + Desali (Cuaradoria)Exposição "Madonas Brasileira" no Museu Inimá de Paula em BHCriação e confecção do figurino Raquuel Coutinho no Show KoanTécnica de somTécnica de Luz

Providência

PRORROGAÇÃO APROVADA E PUBLICADA NO DIÁRIO OFICIAL DA UNIÃO.