Nenhum incentivador/fornecedor cadastrado localmente. Click "Carregar via SALIC" para buscar da API ao vivo.
O projeto propõe uma exposição fotográfica com 35 imagens do povo Kamaiurá, registradas no Alto Xingú, exibidas no casarão histórico "Bazar do Leão", em Cambuí (MG). A mostra gratuita contará com oficinas, mediação cultural e acessibilidade integral. O projeto promove a valorização da cultura indígena e a inclusão de públicos diversos, aproximando patrimônio imaterial e espaços urbanos.
Exposição Fotográfica “O povo Kamaiurá da Lagoa Ipavu” Mostra composta por 35 fotografias autorais que registram o cotidiano, os rituais, a natureza e o modo de vida do povo Kamaiurá, do Alto Xingú (MT). As imagens revelam a beleza, a força e a ancestralidade de uma cultura viva, estabelecendo um diálogo visual entre a tradição indígena e o público urbano. A exposição será montada no casarão tombado “Bazar do Leão”, em Cambuí (MG), com entrada gratuita e estrutura acessível. Classificação indicativa: Livre. Oficinas Educativas sobre Cultura Kamaiurá Atividades formativas gratuitas destinadas a crianças, jovens e adultos. As oficinas abordarão aspectos culturais, históricos e sociais da etnia Kamaiurá, estimulando a reflexão sobre diversidade, preservação ambiental e respeito às tradições originárias. Classificação indicativa: Livre. Formato: Presencial, com recursos acessíveis (interpretação em Libras e materiais adaptados). Mediação Cultural Ações permanentes de acompanhamento ao público durante a exposição, realizadas por mediadores capacitados. Os encontros visam ampliar a compreensão das obras, contextualizar a cultura Kamaiurá e promover diálogos sobre diversidade e memória cultural indígena. Classificação indicativa: Livre.
Objetivo Geral:Valorizar e difundir a cultura Kamaiurá por meio de uma exposição fotográfica e ações educativas que fortaleçam a identidade indígena e promovam a inclusão social ampla e efetiva.Objetivos Específicos:-Expor 35 fotografias que revelam a rotina e os rituais Kamaiurá em um casarão histórico, garantindo acesso gratuito, amplo e acessível a diversos públicos.-Oferecer oficinas culturais gratuitas que fomentem o diálogo e a troca entre comunidades indígenas e urbano-rurais, ampliando o entendimento da diversidade cultural brasileira.-Implementar adaptações físicas e comunicacionais que assegurem a plena acessibilidade para pessoas com deficiências físicas.-Revalorizar o patrimônio histórico "Bazar do Leão", transformando o espaço em um polo cultural vivo e acessível.-Ampliar o alcance do projeto por meio de estratégias integradas de comunicação digital e parcerias locais, atraindo público diverso e fortalecendo o impacto social.-Estimular a reflexão crítica sobre a relação humana com a natureza e o legado cultural indígena a partir das narrativas visuais e educativas da exposição.
No coração do Alto Xingú, o povo Kamaiurá resiste, preservando saberes, rituais e tradições transmitidas ao longo de séculos. Essas histórias, muitas vezes restritas ao território onde nasceram, permanecem invisíveis para grande parte da sociedade. O projeto "O povo Kamaiurá da Lagoa Ipavu" propõe romper essa invisibilidade por meio de uma exposição fotográfica que retrata, com sensibilidade e respeito, a vida cotidiana e os ritos dessa etnia, aproximando o público urbano das culturas originárias brasileiras.A mostra será composta por 35 fotografias em grandes formatos, captadas no Alto Xingú, e exibidas no casarão histórico "Bazar do Leão", em Cambuí (MG), espaço reconhecido como patrimônio cultural da cidade. O projeto se propõe a construir uma ponte entre mundos distintos: o indígena e o urbano, o ancestral e o contemporâneo. A ambientação cuidadosamente planejada e as ações educativas e acessíveis previstas transformarão a exposição em um espaço de experiência sensorial, reflexão e convivência cultural.Essa proposta nasce da compreensão de que a cultura indígena faz parte do patrimônio cultural nacional e precisa ocupar espaços de protagonismo, não apenas como memória, mas como expressão viva, atual e necessária para o entendimento da diversidade que forma o Brasil. Ao realizar a exposição em um espaço público, com entrada gratuita e estrutura acessível, o projeto promove a democratização do acesso à cultura, envolvendo a comunidade local e regional em ações de educação patrimonial, reflexão crítica e valorização da diversidade.Oficinas, mediações culturais, conteúdos acessíveis e adaptações físicas garantirão a inclusão de públicos historicamente afastados de eventos culturais, como pessoas com deficiência, idosos e comunidades periféricas, criando oportunidades reais de participação e apropriação cultural. Um dos pontos fortes do projeto está no reforço da relação entre cultura e inclusão, atendendo a demandas sociais contemporâneas e contribuindo para o desenvolvimento social e humano.A proposta chega como um importante instrumento para valorização do patrimônio histórico da cidade ao revitalizar o uso cultural do casarão tombado e contribuir para a preservação de suas memórias, integrando passado e presente em uma narrativa viva. Por sua abordagem educativa, acessível e de valorização das tradições indígenas, "O povo Kamaiurá da Lagoa Ipavu" se afirma como uma ação cultural relevante e necessária, reafirmando o compromisso com a diversidade e com a formação cultural cidadã, conforme previsto na legislação de incentivo à cultura brasileira.Por seu peso e relevância o projeto se encaixa nos seguintes incisos do Artigo 1º da Lei 8313/91:II _ Preservação do patrimônio cultural material e imaterial brasileiro.III _ Promoção e difusão da cultura nacional e regional.V _ Valorização da cultura indígena e afro-brasileira.E ainda contempla sua força através dos seguintes incisos do Artigo 3º da mesma lei:I _ Contribuir para o pleno exercício dos direitos culturais.II _ Fomentar a produção, difusão e circulação de bens culturais.III _ Proteger e conservar o patrimônio cultural brasileiro.IV _ Estimular a formação cultural da população.VII _ Valorizar a cultura indígena e afro-brasileira.VIII _ Assegurar a democratização do acesso aos bens culturais.
Impressão + Laminação Foamboard 5mm Acid Free: Impressão FineArt Pigmentos Minerais - Canon + Papel Canson Rag Photographique 310grs + Foamboard 5mm10 fotos - Tamanho 40x6015 fotos - Tamanho 60x8010 fotos - Tamanho 100x70
Considerando que o público inclui pessoas com diferentes necessidades, o projeto investirá em adaptações estruturais e recursos comunicacionais para garantir a plena fruição da exposição e das atividades complementares:Acessibilidade física:-Construção de rampas de acesso e instalação de sinalização visual adequada, garantindo a circulação segura e confortável para pessoas com mobilidade reduzida e cadeirantes.-Adequação de sanitários para acessibilidade.-Iluminação ajustada para facilitar a visualização das obras por pessoas com baixa visão.Acessibilidade comunicacional:-Disponibilização de textos descritivos acessíveis e linguagem simples para as fotografias e painéis, permitindo compreensão por pessoas com dificuldades de leitura.-Audioguias ou material em áudio para facilitar a experiência de visitantes com deficiência visual ou auditiva.-Oficinas e mediações culturais conduzidas com linguagem clara, inclusiva e, sempre que possível, com apoio de intérpretes de Libras para pessoas surdas.-Materiais digitais acessíveis para divulgação, com legendas, descrição de imagens e formatos compatíveis com leitores de tela.
O projeto “O povo Kamaiurá da lagoa Ipavu” tem como premissa a ampliação do acesso às tradições indígenas por públicos diversificados, rompendo barreiras sociais, econômicas e geográficas. Para garantir essa democratização, a exposição será realizada em um espaço público culturalmente relevante, o casarão tombado “Bazar do Leão”, de fácil localização, no centro da cidade, e reconhecido pela comunidade local.-Entrada gratuita em toda a duração da exposição, eliminando o impedimento financeiro.-Ações educativas gratuitas através das contrapartidas sociais, como oficinas para escolas infantis e mediação cultural, garantindo a participação ativa de crianças, jovens, adultos e idosos, estimulando o diálogo intercultural.-Campanhas digitais e parcerias locais com escolas, associações culturais, centros comunitários e organizações sociais para ampliar o alcance e convidar grupos tradicionais, minorias e pessoas em situação de vulnerabilidade social.-Atividades inclusivas para diferentes faixas etárias e níveis de escolaridade, com conteúdos adaptados para ampliar o entendimento e engajamento do público.
Marcus Vinicius Silviano Raio — Curador e CoordenadorArtista inquieto e multifacetado, Marcus Raio nasceu na capital paulista, mas fez de Cambuí, no interior de Minas Gerais, seu lar e campo de criação desde 1989. Músico, artista plástico e apaixonado pela imagem em movimento, encontrou na fotografia e no vídeo, a partir de 2010, ferramentas expressivas para registrar histórias, pessoas e territórios, traduzindo em imagens aquilo que muitas vezes as palavras não alcançam.Com uma trajetória dedicada à produção cultural no Sul de Minas e no interior paulista, assinou a produção de vídeos institucionais de diversas cidades, além de atuar em festivais e projetos que dialogam diretamente com as tradições e a identidade local. Entre seus trabalhos marcantes, destacam-se as produções audiovisuais para o Festival de Inverno de Cambuí (2013 a 2016) e para os festivais de gastronomia de Gonçalves e Monte Verde, onde também contribuiu com trilhas sonoras originais.Sua sensibilidade como fotógrafo o levou a assinar as imagens do disco "Tem mineira no samba", de Corina Magalhães, indicado ao Grammy Latino de 2016. No cinema, conquistou os prêmios de Melhor Filme e Melhor Diretor no Festival de Curtas de 2011, com a obra "Eco". Ao longo da carreira, registrou eventos culturais diversos, como o Natal Cultural nas Montanhas de Monte Verde, o Festival de Inverno de Monte Verde, e o tradicional Carnaval “Bloco do Urso” em Santa Rita do Sapucaí.Nos últimos anos, Marcus Raio também esteve à frente da produção de videoclipes, conteúdos turísticos para o Circuito Serras Verdes e campanhas publicitárias de empresas da região, sempre aliando técnica apurada e olhar poético. Na exposição “O povo Kamaiurá da Lagoa Ipavu”, atua como curador e coordenador, conduzindo o projeto com a experiência de quem enxerga a cultura como caminho de transformação e aproximação entre mundos.
PRORROGAÇÃO APROVADA E PUBLICADA NO DIÁRIO OFICIAL DA UNIÃO.