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PRONAC 254225Autorizada a captação total dos recursosMecenato

Águas Limpas - Consciência e Arte 2026

CULATRA PRODUCOES LTDA
Solicitado
R$ 5,43 mi
Aprovado
R$ 5,43 mi
Captado
R$ 0,00
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

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Eficiência de captação

0.0%

Classificação

Área
—
Segmento
Apresentação/Gravação de Música Regional
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Festival, bienal, festa ou Feira
Ano
25

Localização e período

UF principal
PA
Município
Belém
Início
2025-05-05
Término
2027-06-23
Locais de realização (1)
Belém Pará

Resumo

O projeto "Águas Limpas - Consciência e Arte 2025" visa a criação de espaços culturais e ambientais em cinco locais da região metropolitana de Belém: Ilha de Mosqueiro, Ilha do Combu, Ilha de Cotijuba, Ilha de Outeiro e uma estação em Belém. O objetivo é promover a conscientização ambiental e a valorização da cultura local, com foco nas comunidades ribeirinhas e tradicionais da Amazônia. A proposta envolve a realização de atividades educativas, oficinas culturais e ambientais, além de apresentações artísticas voltadas para o público local e visitantes, incentivando a preservação dos recursos naturais e o respeito às tradições culturais.

Sinopse

Produtos do Projeto "Águas Limpas - Consciência e Arte 2026" A seguir estão os principais produtos do projeto, com uma breve descrição do conteúdo de cada um, detalhando os assuntos abordados e os formatos, além da classificação indicativa etária, quando aplicável. --- 1. Oficinas de Conscientização Ambiental- Assunto: Essas oficinas abordam temas como a reciclagem, conservação de ecossistemas, gestão de resíduos sólidos, economia de água, proteção de manguezais e biodiversidade amazônica. Serão promovidas atividades práticas e didáticas para envolver a população nas questões ambientais.- Formato: Oficinas práticas e expositivas, com participação ativa dos moradores locais e visitantes.- Público-alvo: Comunidade local, crianças, jovens e adultos.- Classificação indicativa: Livre (indicadas para todas as idades).- Duração: 2 a 3 horas cada. --- 2. Oficinas de Valorização Cultural- Assunto: Promover a cultura amazônica através de atividades que ensinam artesanato tradicional (palha, madeira, cerâmica), música, dança, contação de histórias, gastronomia e costumes locais. Também incluem a transmissão de saberes dos povos ribeirinhos e quilombolas.- Formato: Oficinas práticas, com mestres e artistas locais ensinando técnicas tradicionais e incentivando a preservação cultural.- Público-alvo: Crianças, jovens e adultos das comunidades locais, além de visitantes interessados na cultura amazônica.- Classificação indicativa: Livre.- Duração:** 3 a 4 horas cada. --- 3. Apresentações Musicais e Shows- Assunto: Apresentações ao vivo de grupos musicais e artistas locais, com repertórios que exaltam a cultura amazônica, incluindo carimbó, marujada, brega e outros estilos tradicionais da região. O objetivo é dar visibilidade aos artistas locais e fortalecer o vínculo com a cultura regional.- Formato: Shows em praças públicas ou espaços montados para o projeto, ao ar livre ou em locais culturais.- Público-alvo: Toda a comunidade, incluindo moradores locais e turistas.- Classificação indicativa: Livre.- Duração: De 1 a 2 horas cada show. --- 4. Apresentações de Dança e Performance Cultural- Assunto: Performances de danças tradicionais da Amazônia, como carimbó, lundu e siriá, executadas por grupos locais. As apresentações também incluem elementos performáticos que representam as histórias, lendas e mitos da região amazônica.- Formato: Espetáculos ao vivo, com figurinos típicos e música regional, realizados em áreas abertas ou espaços adaptados nas ilhas e na estação em Belém.- Público-alvo: Toda a comunidade, com enfoque especial na valorização das tradições locais para turistas e visitantes.- Classificação indicativa: Livre.- Duração: 1 hora cada apresentação. --- 5. Seminários sobre Sustentabilidade e Preservação Ambiental- Assunto: Seminários que discutem o impacto ambiental da ação humana nas áreas ribeirinhas e costeiras da Amazônia, com foco na sustentabilidade e nas práticas de conservação dos recursos naturais. Especialistas e ativistas locais compartilharão informações e estratégias para o manejo sustentável dos recursos.- Formato: Palestras seguidas de discussões abertas ao público, com painéis interativos e participação de ONGs e líderes comunitários.-Público-alvo: Comunidade local, estudantes, profissionais de meio ambiente e interessados em sustentabilidade.- Classificação indicativa: Livre.- Duração: 2 horas cada seminário. --- 6. Palestras sobre Cultura Amazônica e Tradições Locais- Assunto: Palestras que abordam as tradições culturais da Amazônia, as influências afro-brasileiras e indígenas nas expressões artísticas da região, além da importância da preservação do patrimônio imaterial. Mestres da cultura local compartilharão suas histórias e saberes com o público.- Formato: Palestras presenciais e virtuais (algumas serão gravadas e transmitidas online), com participação ativa do público.- Público-alvo: Toda a comunidade, incluindo estudantes, turistas e pesquisadores interessados na cultura amazônica.- Classificação indicativa Livre.- Duração: 1h30 cada palestra. --- 7. Mutirões de Limpeza e Ação Comunitária- Assunto: Ações de mobilização comunitária focadas na limpeza de praias, rios e áreas naturais das ilhas participantes. Serão organizados mutirões de coleta de resíduos sólidos, além de campanhas educativas sobre o impacto do lixo no meio ambiente e como a comunidade pode se engajar na preservação ambiental.- Formato: Atividade prática e colaborativa, com a participação voluntária da comunidade e visitantes.- Público-alvo: Toda a comunidade local, com incentivo especial à participação de jovens e crianças.- Classificação indicativa: Livre.- Duração: 4 horas por mutirão. --- 8. Exposições de Arte e Biodiversidade- Assunto: Exposições temáticas que reúnem fotografias, vídeos e obras de arte locais que destacam a biodiversidade amazônica, as práticas culturais das comunidades ribeirinhas e quilombolas, e os desafios ambientais da região. Algumas exposições também serão acessíveis online.- Formato: Exposições físicas itinerantes nas ilhas e em Belém, além de exposições virtuais em plataformas de acesso livre.- Público-alvo: Toda a comunidade, especialmente estudantes, turistas e pesquisadores.- Classificação indicativa: Livre.- Duração: Em cartaz durante todo o mês de atividade em cada local. --- 9. Transmissões Online e Documentação Audiovisual- Assunto: O projeto será registrado por meio de vídeos documentais que capturarão as atividades, oficinas e apresentações, com foco na preservação da memória do projeto e na disseminação de boas práticas de sustentabilidade e preservação cultural. As transmissões ao vivo e o conteúdo gravado também serão disponibilizados em plataformas online.- Formato: Transmissões ao vivo e gravações de shows, palestras, seminários e exposições. O material audiovisual será organizado em episódios curtos, para exibição online gratuita.- Público-alvo: Público geral, incluindo comunidades fora das áreas de realização do projeto, estudantes, pesquisadores e interessados na cultura e meio ambiente amazônico.- Classificação indicativa: Livre.- Duração: Vídeos curtos de 5 a 10 minutos e transmissões ao vivo de eventos com 1 a 2 horas de duração. --- 10. Roda de Conversa com Mestres Culturais- Assunto: Encontros com mestres da cultura local para discutir as tradições orais e práticas culturais das comunidades quilombolas e ribeirinhas. Esses encontros são oportunidades para aprender sobre a preservação do patrimônio imaterial da Amazônia.- Formato: Encontros informais com mestres e lideranças locais, com participação da comunidade e mediação de facilitadores culturais.- Público-alvo: Comunidade local, estudantes e turistas interessados em aprender sobre as tradições culturais.- Classificação indicativa: Livre.- Duração: 2 horas cada encontro. --- Conclusão Todos os produtos do projeto "Águas Limpas - Consciência e Arte 2026" têm como objetivo promover a conscientização ambiental e a valorização da cultura local, com foco na democratização do acesso. Cada um desses produtos será desenvolvido para criar um impacto significativo nas comunidades envolvidas e no público em geral, sempre respeitando as especificidades de cada região e incentivando a participação ativa de diferentes públicos.

Objetivos

Objetivo Geral:O principal objetivo do projeto "Águas Limpas - Consciência e Arte 2025" é promover a conscientização ambiental e valorizar a cultura local da Amazônia, especialmente nas comunidades ribeirinhas e tradicionais da região metropolitana de Belém. A finalidade é educar a população e visitantes sobre a importância da preservação dos ecossistemas locais, ao mesmo tempo em que se promove o reconhecimento e a celebração das tradições culturais dessas comunidades. Objetivos Específicos:1. Realização de Oficinas Educativas: Serão ministradas 10 oficinas sobre práticas sustentáveis e de preservação ambiental, atingindo aproximadamente 500 participantes, com foco em reciclagem, economia de recursos naturais e conservação da biodiversidade local. 2. Apresentações Artísticas: Organizar 26 apresentações artísticas de grupos culturais locais que representam as tradições da Amazônia, incluindo música, dança e teatro, beneficiando cerca de 1.000 espectadores ao longo do projeto. 3. Oficinas de Valorização Cultural: Serão realizadas 10 oficinas voltadas à preservação e promoção do artesanato local e das tradições culturais das comunidades ribeirinhas e quilombolas, envolvendo até 300 participantes diretos. 4. Ações de Conscientização Ambiental: Promover 5 campanhas de conscientização e mutirões de limpeza nas praias e margens dos rios na ilhas de Mosqueiro e uma em Belém, com a participação de 200 voluntários e moradores locais. 5. Engajamento Comunitário: Incentivar a participação ativa das comunidades em todas as etapas do projeto, promovendo rodas de conversa e reuniões comunitárias, com a participação de líderes locais e representantes culturais, envolvendo diretamente 100 membros da comunidade

Justificativa

O projeto "Águas Limpas - Consciência e Arte 2026" solicita o uso do Mecanismo de Incentivo a Projetos Culturais da Lei 8.313/91 (Lei Rouanet) para garantir o financiamento de suas atividades, pois tem como principal objetivo integrar cultura, educação e sustentabilidade em regiões pouco valorizadas da região metropolitana de Belém. Essas áreas, especialmente as ilhas de Mosqueiro, em Belém, possuem imenso potencial cultural e ambiental, mas enfrentam desafios em termos de visibilidade, apoio institucional e preservação. O projeto propõe uma série de ações voltadas à conscientização ambiental e à valorização das tradições culturais locais, com impacto direto sobre as comunidades e artistas locais, além de gerar benefícios de longo prazo para o meio ambiente e a economia cultural dessas áreas. Enquadramento no Art. 1º da Lei 8.313/91 O projeto "Águas Limpas - Consciência e Arte 2025" se enquadra nos seguintes incisos do Art. 1º da Lei:- Inciso II: Promover e incentivar a produção cultural e artística, com foco na valorização das tradições amazônicas. As ilhas da região metropolitana de Belém são ricas em expressões culturais populares, muitas vezes invisibilizadas. Este projeto visa promover a cultura local por meio de atividades artísticas e oficinas de capacitação para artistas e artesãos.- Inciso III: Valorizar o patrimônio cultural brasileiro, tanto material quanto imaterial. O projeto protegerá as manifestações culturais das comunidades quilombolas e ribeirinhas dessas ilhas, preservando seus saberes e tradições, como o artesanato, a música, a culinária e as celebrações religiosas. Objetivos do Art. 3º da Lei 8.313/91 Alcançados pelo Projeto O projeto atenderá aos seguintes objetivos do Art. 3º da Lei:- Inciso I: Estimular o conhecimento dos bens e valores culturais do País, valorizando as tradições locais e promovendo oficinas para que a população entenda a importância de suas raízes culturais.- Inciso IV: Promover a regionalização da produção cultural e artística, descentralizando a oferta cultural e trazendo oportunidades para artistas e profissionais das ilhas.- Inciso VI: Apoiar a preservação do patrimônio cultural das comunidades quilombolas e ribeirinhas, incentivando a transmissão intergeracional de saberes e práticas culturais tradicionais.- Inciso VIII: Proteger as expressões culturais populares, indígenas e afro-brasileiras, como as comunidades quilombolas da Ilha de Mosqueiro . Impactos Ambientais e Culturais Futuros O projeto "Águas Limpas - Consciência e Arte 2025" visa impactar positivamente as ilhas da região metropolitana de Belém, comecando o projeto inicialmente em Mosqueiro e depois em um projeto futuro, realizar na Ilha do Combu, Ilha de cotijuba, Ilha de Outeiro e Icoaraci, que historicamente enfrentam um processo de marginalização tanto no aspecto cultural quanto no ambiental. Embora sejam repletas de riqueza natural e cultural, essas ilhas sofrem com a falta de visibilidade e de investimentos que permitam seu desenvolvimento sustentável. Impactos Ambientais O principal impacto ambiental do projeto será a conscientização e educação da população sobre a importância da preservação dos ecossistemas locais. A região amazônica enfrenta desafios ambientais sérios, como o desmatamento, a poluição dos rios e a degradação das áreas de mangue. Através de oficinas educativas e campanhas de conscientização, o projeto buscará:- Capacitar a população local sobre práticas de conservação, como reciclagem, redução de resíduos e proteção dos ecossistemas costeiros e ribeirinhos.- Realizar ações práticas de limpeza em praias e margens de rios, mobilizando a comunidade para participar ativamente da preservação de seus espaços.- Fomentar o turismo sustentável, incentivando práticas que minimizem os impactos ambientais e gerem benefícios econômicos para as comunidades locais, sem comprometer os recursos naturais. Ao longo do tempo, espera-se que o projeto contribua para a redução da poluição nos rios e praias da região e promova um senso de responsabilidade ambiental mais forte entre moradores e visitantes, criando um ciclo virtuoso de preservação e respeito à natureza. Impactos Culturais A cultura local, especialmente das comunidades quilombolas e ribeirinhas, é uma das maiores riquezas imateriais da Amazônia, mas muitas vezes é subvalorizada ou ameaçada por processos de urbanização e turismo desordenado. O projeto "Águas Limpas - Consciência e Arte 2026" terá um papel crucial na preservação e fortalecimento dessas tradições culturais. Entre os principais impactos culturais previstos estão:- Valorização dos artistas locais: O projeto criará oportunidades para artistas e artesãos das ilhas participarem de oficinas de capacitação, apresentações culturais e exposições de seus trabalhos. Isso inclui músicos, dançarinos, artesãos, contadores de histórias e outros profissionais da cultura local que muitas vezes não têm acesso a plataformas para exibir seu talento.- Preservação do patrimônio imaterial: As oficinas e apresentações não apenas promoverão a cultura local, mas também garantirão que práticas culturais, como a música tradicional, o artesanato de palha e madeira e as danças típicas, sejam transmitidas para as gerações mais jovens.- Criação de espaços de encontro cultural: Os espaços culturais que o projeto criará nas ilhas servirão como centros de convivência e troca cultural, fortalecendo a identidade comunitária e o orgulho pela herança cultural amazônica. Benefícios para Artistas e Profissionais Locais Além do impacto cultural, o projeto terá um efeito direto sobre os profissionais que participarão das oficinas e eventos. Artistas, artesãos, educadores e outros profissionais da área cultural terão a oportunidade de:- Capacitação em novas técnicas: Através das oficinas culturais, muitos artistas locais poderão aprimorar suas habilidades, aprender novas técnicas e explorar formas de diversificar sua produção artística.- Oportunidades de mercado: O projeto incentivará a criação de redes entre artistas e o público consumidor, ampliando as oportunidades para que seus trabalhos sejam valorizados e comercializados, gerando renda e sustentabilidade para essas comunidades.- Troca de conhecimentos: As oficinas e atividades culturais permitirão a troca de saberes entre os artistas locais e profissionais de outras regiões, promovendo um enriquecimento mútuo e novas colaborações futuras. Necessidade da Lei de Incentivo à Cultura A utilização do Mecanismo de Incentivo a Projetos Culturais previsto na Lei Rouanet é essencial para a viabilização deste projeto. As ilhas da região metropolitana de Belém, apesar de sua riqueza cultural e ambiental, são áreas historicamente marginalizadas em termos de políticas públicas e investimentos culturais. O financiamento via Lei Rouanet permitirá:- Garantir que as atividades sejam acessíveis a toda a população local, promovendo a inclusão social e democratizando o acesso à cultura.- Viabilizar a execução de ações de grande impacto, como as oficinas culturais e ambientais, que requerem estrutura, materiais, pagamento de cachês para os artistas e educadores, além da mobilização comunitária.- Fomentar o desenvolvimento sustentável das ilhas, criando oportunidades econômicas para os artistas e profissionais locais, enquanto promove a preservação ambiental e cultural. Em resumo, o projeto "Águas Limpas - Consciência e Arte 2026" está perfeitamente alinhado com os objetivos da Lei Rouanet, pois promove a valorização da cultura tradicional amazônica, a preservação ambiental e a inclusão social. Os impactos a longo prazo beneficiarão tanto o meio ambiente quanto a cultura das ilhas da região metropolitana de Belém, gerando resultados que irão além da execução do projeto, deixando um legado duradouro de conscientização e fortalecimento comunitário.

Especificação técnica

Produtos do Projeto "Águas Limpas - Consciência e Arte 2026" A seguir estão os principais produtos do projeto, com uma breve descrição do conteúdo de cada um, detalhando os assuntos abordados e os formatos, além da classificação indicativa etária, quando aplicável. -- 1. Oficinas de Conscientização Ambiental- Assunto: Essas oficinas abordam temas como a reciclagem, conservação de ecossistemas, gestão de resíduos sólidos, economia de água, proteção de manguezais e biodiversidade amazônica. Serão promovidas atividades práticas e didáticas para envolver a população nas questões ambientais.- Formato: Oficinas práticas e expositivas, com participação ativa dos moradores locais e visitantes.- Público-alvo: Comunidade local, crianças, jovens e adultos.- Classificação indicativa: Livre (indicadas para todas as idades).- Duração: 2 a 3 horas cada. --- 2. Oficinas de Valorização Cultural- Assunto: Promover a cultura amazônica através de atividades que ensinam artesanato tradicional (palha, madeira, cerâmica), música, dança, contação de histórias, gastronomia e costumes locais. Também incluem a transmissão de saberes dos povos ribeirinhos e quilombolas.- Formato: Oficinas práticas, com mestres e artistas locais ensinando técnicas tradicionais e incentivando a preservação cultural.- Público-alvo: Crianças, jovens e adultos das comunidades locais, além de visitantes interessados na cultura amazônica.- Classificação indicativa: Livre.- Duração: 3 a 4 horas cada. --- 3. Apresentações Musicais e Shows- Assunto: Apresentações ao vivo de grupos musicais e artistas locais, com repertórios que exaltam a cultura amazônica, incluindo carimbó, marujada, brega e outros estilos tradicionais da região. O objetivo é dar visibilidade aos artistas locais e fortalecer o vínculo com a cultura regional.- Formato: Shows em praças públicas ou espaços montados para o projeto, ao ar livre ou em locais culturais.- Público-alvo: Toda a comunidade, incluindo moradores locais e turistas.- Classificação indicativa: Livre.- Duração: De 1 a 2 horas cada show. --- 4. Apresentações de Dança e Performance Cultural**- Assunto: Performances de danças tradicionais da Amazônia, como carimbó, lundu e siriá, executadas por grupos locais. As apresentações também incluem elementos performáticos que representam as histórias, lendas e mitos da região amazônica.- Formato: Espetáculos ao vivo, com figurinos típicos e música regional, realizados em áreas abertas ou espaços adaptados nas ilhas e na estação em Belém.- Público-alvo: Toda a comunidade, com enfoque especial na valorização das tradições locais para turistas e visitantes.- Classificação indicativa: Livre.- Duração: 1 hora cada apresentação. --- 5. Seminários sobre Sustentabilidade e Preservação Ambiental- Assunto: Seminários que discutem o impacto ambiental da ação humana nas áreas ribeirinhas e costeiras da Amazônia, com foco na sustentabilidade e nas práticas de conservação dos recursos naturais. Especialistas e ativistas locais compartilharão informações e estratégias para o manejo sustentável dos recursos.- Formato: Palestras seguidas de discussões abertas ao público, com painéis interativos e participação de ONGs e líderes comunitários.- Público-alvo: Comunidade local, estudantes, profissionais de meio ambiente e interessados em sustentabilidade.- Classificação indicativa: Livre.- Duração: 2 horas cada seminário. --- 6. Palestras sobre Cultura Amazônica e Tradições Locais- Assunto: Palestras que abordam as tradições culturais da Amazônia, as influências afro-brasileiras e indígenas nas expressões artísticas da região, além da importância da preservação do patrimônio imaterial. Mestres da cultura local compartilharão suas histórias e saberes com o público.- Formato: Palestras presenciais e virtuais (algumas serão gravadas e transmitidas online), com participação ativa do público.- Público-alvo: Toda a comunidade, incluindo estudantes, turistas e pesquisadores interessados na cultura amazônica.- Classificação indicativa: Livre.- Duração: 1h30 cada palestra. --- 7. Mutirões de Limpeza e Ação Comunitária- Assunto: Ações de mobilização comunitária focadas na limpeza de praias, rios e áreas naturais das ilhas participantes. Serão organizados mutirões de coleta de resíduos sólidos, além de campanhas educativas sobre o impacto do lixo no meio ambiente e como a comunidade pode se engajar na preservação ambiental.- Formato: Atividade prática e colaborativa, com a participação voluntária da comunidade e visitantes.- Público-alvo: Toda a comunidade local, com incentivo especial à participação de jovens e crianças.- Classificação indicativa: Livre.- Duração: 4 horas por mutirão. --- 8. Exposições de Arte e Biodiversidade- Assunto: Exposições temáticas que reúnem fotografias, vídeos e obras de arte locais que destacam a biodiversidade amazônica, as práticas culturais das comunidades ribeirinhas e quilombolas, e os desafios ambientais da região. Algumas exposições também serão acessíveis online.- **Formato: Exposições físicas itinerantes nas ilhas e em Belém, além de exposições virtuais em plataformas de acesso livre.- **Público-alvo: Toda a comunidade, especialmente estudantes, turistas e pesquisadores.- **Classificação indicativa: Livre.- **Duração: Em cartaz durante todo o mês de atividade em cada local. --- 9. Transmissões Online e Documentação Audiovisual- Assunto: O projeto será registrado por meio de vídeos documentais que capturarão as atividades, oficinas e apresentações, com foco na preservação da memória do projeto e na disseminação de boas práticas de sustentabilidade e preservação cultural. As transmissões ao vivo e o conteúdo gravado também serão disponibilizados em plataformas online.- Formato: Transmissões ao vivo e gravações de shows, palestras, seminários e exposições. O material audiovisual será organizado em episódios curtos, para exibição online gratuita.- Público-alvo: Público geral, incluindo comunidades fora das áreas de realização do projeto, estudantes, pesquisadores e interessados na cultura e meio ambiente amazônico.- Classificação indicativa: Livre.- Duração: Vídeos curtos de 5 a 10 minutos e transmissões ao vivo de eventos com 1 a 2 horas de duração. --- 10. Roda de Conversa com Mestres Culturais- Assunto: Encontros com mestres da cultura local para discutir as tradições orais e práticas culturais das comunidades quilombolas e ribeirinhas. Esses encontros são oportunidades para aprender sobre a preservação do patrimônio imaterial da Amazônia.- Formato: Encontros informais com mestres e lideranças locais, com participação da comunidade e mediação de facilitadores culturais.- Público-alvo: Comunidade local, estudantes e turistas interessados em aprender sobre as tradições culturais.- Classificação indicativa: Livre.- Duração: 2 horas cada encontro. --- Conclusão Todos os produtos do projeto "Águas Limpas - Consciência e Arte 2026" têm como objetivo promover a conscientização ambiental e a valorização da cultura local, com foco na democratização do acesso. Cada um desses produtos será desenvolvido para criar um impacto significativo nas comunidades envolvidas e no público em geral, sempre respeitando as especificidades de cada região e incentivando a participação ativa de diferentes públicos.

Acessibilidade

O projeto "Águas Limpas - Consciência e Arte 2025" tem como um de seus pilares a inclusão e acessibilidade, garantindo que todos os públicos, independentemente de suas condições físicas ou cognitivas, possam participar plenamente das atividades propostas. Para isso, o projeto adotará medidas robustas de acessibilidade física e de conteúdo, assegurando o acesso universal a seus espaços e informações, de acordo com as diretrizes e boas práticas de acessibilidade estabelecidas. Acessibilidade Física Nos cinco locais de atuação do projeto – Ilha de Mosqueiro, Ilha do Combu, Ilha de Cotijuba, Ilha de Outeiro e na estação em Belém – serão implementadas diversas ações para garantir que pessoas com mobilidade reduzida, cadeirantes e outros públicos com necessidades específicas possam se locomover com autonomia e conforto. Rampas de Acesso e Circulação Todos os espaços do projeto serão adaptados com rampas de acesso adequadas, respeitando as normas da Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT NBR 9050), que definem critérios para acessibilidade a edificações, mobiliário, espaços e equipamentos urbanos. Essas rampas serão instaladas nas entradas principais dos espaços onde as atividades serão realizadas, garantindo que pessoas em cadeiras de rodas ou com dificuldades de locomoção possam acessar facilmente as áreas de oficinas, exposições e apresentações. Banheiros Adaptados Em cada um dos espaços de realização do projeto, será disponibilizada uma estrutura de banheiros adaptados, garantindo que pessoas com deficiência ou mobilidade reduzida possam utilizá-los de maneira confortável e segura. Os banheiros serão equipados com barras de apoio e sanitários ajustados à altura de cadeirantes, conforme as especificações da ABNT, e estarão localizados em áreas de fácil acesso e devidamente sinalizadas. Sinalização Adequada Todas as instalações do projeto contarão com sinalização visual adequada para orientar o público em geral, especialmente pessoas com deficiência visual ou baixa visão. As placas informativas serão posicionadas em altura acessível e utilizarão contraste de cores e tamanhos de fonte que facilitem a leitura. Além disso, serão incorporados pisos táteis em áreas estratégicas, como entradas e saídas, banheiros e corredores principais, para garantir que pessoas com deficiência visual possam se deslocar com maior autonomia. Espaços Preferenciais Durante as apresentações culturais e oficinas, serão reservados espaços preferenciais para pessoas com deficiência, idosos e gestantes, garantindo que tenham boa visibilidade e fácil acesso ao conteúdo. Esses espaços serão sinalizados e supervisionados por monitores, que estarão disponíveis para prestar auxílio, se necessário. Transporte Acessível Considerando as características geográficas das ilhas onde o projeto será realizado, uma atenção especial será dada à acessibilidade nos meios de transporte. O projeto buscará firmar parcerias com transportadoras locais e serviços de barcos e ônibus adaptados para garantir que pessoas com deficiência ou mobilidade reduzida possam acessar as ilhas e os locais de realização das atividades com segurança e conforto. Além disso, em Belém, onde haverá uma estação fixa do projeto, será assegurado que o transporte público nas proximidades tenha acessibilidade garantida. Acessibilidade de Conteúdo Além de proporcionar acessibilidade física, o "Águas Limpas - Consciência e Arte 2025" será inclusivo em relação à acessibilidade de conteúdo, para que pessoas com deficiência auditiva, visual e cognitiva possam compreender e usufruir de todas as atividades culturais, educativas e artísticas oferecidas. A seguir, detalhamos as estratégias e recursos que serão implementados. Tradução em Libras Durante as apresentações artísticas, palestras e oficinas, haverá a presença de intérpretes de Libras (Língua Brasileira de Sinais) para garantir que o conteúdo seja acessível a pessoas com deficiência auditiva. As apresentações em Libras serão realizadas simultaneamente às atividades, permitindo que o público com deficiência auditiva possa participar ativamente e compreender plenamente o conteúdo transmitido. Audiodescrição Para garantir que pessoas com deficiência visual possam aproveitar as apresentações e atividades culturais, será disponibilizado o recurso de audiodescrição em eventos selecionados. A audiodescrição proporcionará uma narração detalhada de tudo o que está acontecendo no ambiente visual das apresentações, como movimentos, expressões faciais, trajes e cenários, permitindo que o público com deficiência visual tenha uma experiência completa e envolvente. Materiais em Braille Todos os materiais informativos e educativos distribuídos durante o projeto, como folhetos, programas de atividades e guias didáticos, terão versões em Braille para pessoas com deficiência visual. Estes materiais serão disponibilizados nos pontos de informação em cada espaço do projeto e também serão distribuídos diretamente ao público interessado. Além disso, placas de identificação e sinalização em áreas-chave dos espaços do projeto terão descrições em Braille. Legenda Descritiva Para conteúdos audiovisuais que venham a ser exibidos durante o projeto, como vídeos educativos ou materiais de conscientização ambiental, serão incluídas legendas descritivas. Esse recurso será fundamental para garantir que pessoas com deficiência auditiva ou dificuldades de compreensão oral possam entender as informações apresentadas. As legendas descritivas incluirão não apenas a fala dos personagens ou palestrantes, mas também a descrição de sons importantes, como música ou efeitos sonoros que complementam a narrativa. Visita Sensorial Um dos principais diferenciais do projeto será a promoção de visitas sensoriais, especialmente voltadas para pessoas com deficiência visual ou cognitiva. Nessas visitas, os participantes terão a oportunidade de explorar exposições e ambientes por meio do toque, do som e do olfato, proporcionando uma experiência mais imersiva e acessível. As visitas sensoriais serão acompanhadas por guias especializados que descreverão os objetos e espaços de forma acessível e detalhada, garantindo que todos possam vivenciar a riqueza cultural e ambiental do projeto. Material Didático Acessível Além das versões em Braille, o projeto também disponibilizará materiais didáticos em formatos acessíveis, como arquivos de texto digitais compatíveis com leitores de tela, para que pessoas com deficiência visual possam ter acesso ao conteúdo de oficinas e atividades educativas. Além disso, vídeos gravados em Libras e com legendas descritivas estarão disponíveis online, para que o público possa acessar o conteúdo de maneira remota e inclusiva. Capacitação dos Profissionais Para assegurar que todas as ações de acessibilidade sejam realizadas com eficiência, o projeto "Águas Limpas - Consciência e Arte 2025" também prevê a capacitação de sua equipe de produção e dos monitores que atuarão nos espaços. Estes profissionais passarão por treinamentos específicos em acessibilidade, tanto física quanto de conteúdo, e estarão preparados para atender pessoas com diferentes tipos de deficiência, garantindo uma experiência inclusiva para todos os participantes. Acessibilidade Digital Além da acessibilidade física e de conteúdo presencial, o projeto também terá uma presença digital, garantindo que todas as plataformas online utilizadas, como o site oficial do projeto e redes sociais, sigam as diretrizes de acessibilidade digital. O site será projetado de acordo com as normas de acessibilidade da Web (WCAG), oferecendo compatibilidade com leitores de tela, navegação por teclado e opções de contraste para usuários com baixa visão.

Democratização do acesso

No campo de **Democratização de Acesso**, o projeto "Águas Limpas - Consciência e Arte 2025" se compromete a garantir que a população local e visitantes tenham amplo acesso às atividades e produtos culturais propostos, de forma acessível, inclusiva e democrática. O projeto será guiado pelo princípio de que a cultura e a conscientização ambiental devem estar ao alcance de todos, independentemente de sua condição social ou econômica, especialmente nas áreas periféricas e nas ilhas da região metropolitana de Belém. ### Distribuição e Comercialização dos Produtos da Proposta Todas as atividades e produtos culturais do projeto serão estruturados de modo a maximizar o acesso da comunidade, principalmente através da gratuidade em boa parte das ações. As estratégias a seguir garantirão que o projeto tenha um impacto significativo na democratização da cultura e da conscientização ambiental nas ilhas de Mosqueiro, Cotijuba, Combu, Outeiro e na estação em Belém. #### Oficinas Gratuitas As oficinas culturais e ambientais, um dos principais produtos do projeto, serão oferecidas de forma totalmente gratuita para a população local. Estas oficinas abordarão desde a conscientização ambiental até a valorização das tradições culturais locais, como o artesanato, a música e a dança tradicional amazônica. - **Oficinas de Conscientização Ambiental:** Ensinarão práticas sustentáveis, como reciclagem, redução de resíduos, conservação de ecossistemas costeiros e manejo sustentável dos recursos naturais.- **Oficinas de Valorização Cultural:** Incluirão atividades de capacitação em artesanato local (palha, madeira, cerâmica), oficinas de música e dança tradicional, bem como rodas de conversa sobre a preservação do patrimônio cultural das comunidades ribeirinhas e quilombolas.- **Oficinas Itinerantes:** Algumas oficinas serão realizadas de forma itinerante, nas próprias comunidades ribeirinhas das ilhas, para garantir o acesso de moradores que possam ter dificuldade de locomoção até os principais espaços do projeto. Cada oficina será divulgada previamente em escolas, associações comunitárias, sindicatos e redes sociais, garantindo uma ampla participação da população. As vagas serão distribuídas de acordo com o interesse da comunidade, respeitando a capacidade de atendimento de cada atividade. O foco será sempre a inclusão de públicos em situação de vulnerabilidade social. #### Shows e Apresentações Artísticas Os shows e apresentações culturais, outro importante produto do projeto, terão entrada gratuita ou serão oferecidos a preços promocionais, de acordo com o local e o público-alvo. A intenção é democratizar o acesso a espetáculos culturais de alta qualidade, destacando artistas locais e manifestações culturais tradicionais da Amazônia. - **Shows Gratuitos:** Nos principais eventos realizados nas ilhas de Mosqueiro, Cotijuba, Combu, Outeiro e na estação de Belém, os shows e apresentações de grupos locais serão totalmente gratuitos. O objetivo é atrair o máximo de pessoas, especialmente moradores das áreas periféricas, promovendo um ambiente de intercâmbio cultural e conscientização ambiental.- **Shows Promocionais:** Em alguns eventos de maior porte ou festivais realizados nas ilhas ou em Belém, poderá ser cobrada uma entrada simbólica, com preços promocionais, que nunca ultrapassarão valores acessíveis ao público local. Essa cobrança visa contribuir com a sustentabilidade financeira do projeto e estimular a valorização dos artistas locais, mas sem limitar o acesso à cultura. Além disso, haverá parcerias com ONGs, escolas e associações comunitárias para distribuir ingressos gratuitos para moradores de baixa renda, jovens, idosos e pessoas com deficiência, garantindo assim uma política inclusiva de participação. ### Outras Medidas de Democratização do Acesso Além das estratégias mencionadas, o projeto prevê uma série de medidas para ampliar o acesso às suas atividades e ao conteúdo gerado, garantindo que o maior número possível de pessoas seja alcançado Ensaios Abertos Os ensaios dos grupos artísticos e das bandas locais que irão se apresentar nos shows do projeto serão abertos ao público. Essa medida visa aproximar ainda mais a comunidade da produção cultural local, p ermitindo que o público tenha contato com o processo criativo dos artistas e interaja diretamente com eles. Esses ensaios serão realizados em locais de fácil acesso, como praças públicas ou espaços comunitários, incentivando a participação espontânea da população. Oficinas Paralelas Em paralelo às atividades principais, como os shows e oficinas planejados, o projeto oferecerá oficinas paralelas em áreas complementares de interesse, como:- Oficinas de Turismo Sustentável: Para capacitar guias locais e moradores interessados em desenvolver atividades de ecoturismo nas ilhas, integrando cultura e natureza de forma responsável.- Oficinas de Sustentabilidade Doméstica:** Focadas em práticas de economia doméstica sustentável, como o uso racional de água e energia, cultivo de hortas urbanas e compostagem de resíduos orgânicos. Essas oficinas paralelas, igualmente gratuitas, complementarão as atividades principais, gerando ainda mais impacto para as comunidades locais. Transmissão pela Internet Para garantir que as atividades do projeto alcancem um público ainda mais amplo, inclusive pessoas que não possam estar fisicamente presentes nas ilhas, será realizada a transmissão ao vivo de shows, palestras e atividades educativas pela internet. O conteúdo será disponibilizado em plataformas de streaming e redes sociais, acessível de forma gratuita para o público em geral. - Transmissão de Shows: As apresentações musicais e artísticas serão transmitidas ao vivo, permitindo que espectadores de outras regiões possam conhecer a cultura local e as manifestações artísticas amazônicas.- Gravação de Oficinas: Algumas das oficinas culturais e ambientais serão gravadas e disponibilizadas online em formato de vídeo, para que possam ser acessadas por educadores, estudantes e comunidades em outras partes do país que tenham interesse em replicar as iniciativas. Exposições Virtuais Parte do conteúdo produzido durante o projeto, como artesanato local, fotografias das comunidades e paisagens amazônicas, será disponibilizado em formato digital, criando exposições virtuais que possam ser acessadas por qualquer pessoa com acesso à internet. Essas exposições digitais contribuirão para a preservação e difusão do patrimônio cultural amazônico para além das ilhas. Amplo Acesso à Informação Além das medidas de acessibilidade física e de conteúdo detalhadas anteriormente, o projeto "Águas Limpas - Consciência e Arte 2025" se compromete a garantir que todas as informações sobre as atividades culturais e ambientais estejam amplamente disponíveis para o público. Isso inclui a utilização de diversas plataformas de comunicação, como: - Divulgação em Redes Sociais: Serão utilizadas redes sociais (Facebook, Instagram, YouTube) para informar sobre as datas, horários e locais das atividades. Essas plataformas também serão usadas para interagir diretamente com o público, respondendo dúvidas e incentivando o engajamento.- Material Impresso: Serão distribuídos folhetos informativos e programas de atividades em escolas, associações comunitárias e pontos de transporte público nas ilhas e em Belém, para garantir que mesmo pessoas sem acesso à internet possam ter conhecimento sobre o projeto.- Rádios Comunitárias: Parcerias com rádios comunitárias locais garantirão a divulgação do projeto nas ilhas, utilizando um meio de comunicação amplamente acessível para informar e engajar a população. Conclusão O projeto "Águas Limpas - Consciência e Arte 2025" se empenha em garantir que suas atividades culturais, educativas e ambientais sejam acessíveis ao maior número possível de pessoas, especialmente aquelas em situação de vulnerabilidade social e em regiões periféricas da região metropolitana de Belém. Através de oficinas gratuitas, shows promocionais ou gratuitos, transmissões ao vivo, exposições virtuais e parcerias com entidades locais, o projeto visa democratizar o acesso à cultura e à conscientização ambiental, gerando um impacto profundo e duradouro nas comunidades locais e visitantes.

Ficha técnica

Gustavo Saboia de Oliveira – Juca CulatraFunções no projeto: Coordenador Geral, Assistente de Direção, Produtor Executivo e Cultural Homem cis, branco – CPF: 673.573.852-72 Atuação no projeto: Responsável pela articulação geral do projeto, coordenação da equipe, acompanhamento da execução, contato com lideranças locais, planejamento pedagógico das oficinas e interlocução com instituições parceiras. Minibio: Juca Culatra é cantor, compositor e produtor cultural. Formado em Gestão e Produção de Eventos Culturais pela UNAMA (2008), atua desde então com produção executiva, captação de recursos e desenvolvimento de projetos culturais na Amazônia. Como artista, lançou três álbuns autorais e diversos videoclipes. Trabalha também com edição de vídeos e coordenação de ações educativas em comunidades tradicionais e periféricas. Erika SiqueiraFunções no projeto: Coordenadora de Produção, Roteirista das ações educativas e Apresentadora Mulher cis, branca – CPF: 375.486.112-34 Atuação no projeto: Responsável pela organização de cronograma, supervisão das oficinas, elaboração de conteúdos educativos e roteiros para as apresentações e atividades, além da mediação de rodas de conversa e seminários. Minibio: Jornalista, mestre em Ciência da Comunicação pela UFPA e especialista em Comunicação Institucional na Amazônia (UNAMA). Trabalhou como apresentadora na TV Liberal (afiliada Globo), atuando também como roteirista, locutora e produtora de conteúdo. Atualmente colabora com projetos educativos e culturais voltados à formação cidadã e ao fortalecimento das identidades amazônicas. Suellen Ferro SiqueiraFunção no projeto: Produtora Executiva Mulher cis, preta – CPF: 947.392.772-04 / RG: 5372136 Atuação no projeto: Responsável pelo apoio à gestão financeira e operacional do projeto, contratação de serviços, logística das ações presenciais, pagamento da equipe e controle de recursos. Minibio: Atua há mais de 8 anos como produtora executiva e cultural em Belém. Trabalha com bandas como Lauvaite Penoso, Brea Soul, Aves Lunares e Nação Ogan. É fundadora do projeto Nação Ogan, voltado à arte-educação por meio da música, teatro e dança na periferia do bairro do Guamá. Fábio Jorge David RamosFunção no projeto: Coordenador Técnico de Palco e Apresentações Homem cis, branco – CPF: 005.444.282-69 / RG: 5623080 Atuação no projeto: Responsável pela montagem técnica de equipamentos de som e luz nos eventos e oficinas, apoio logístico às apresentações culturais, além da coordenação da ambientação e sinalização dos espaços de atividades. Minibio: Comunicador social com formação em Multimídia pelo IESAM, é também produtor musical e gestor técnico de eventos culturais. Fundador da Caribé Produções, tem forte vínculo com ações culturais na Amazônia, colaborando com diversos artistas e projetos socioculturais. Willian Pereira Domingues – Will LoveFunções no projeto: Diretor Artístico e Coordenador de Conteúdo Musical Homem cis, pardo – CPF: 023.630.792-48 Atuação no projeto: Responsável por desenvolver a identidade artística do projeto, orientar atividades musicais e oficinas de criação sonora, bem como mediar vivências com artistas locais. Minibio: Conhecido artisticamente como Will Love, é DJ, produtor musical e artista paraense com trajetória nacional. Integrante do grupo Gang do Eletro, possui experiência em produção musical de shows, trilhas, oficinas e projetos educacionais. Atuou em iniciativas como "Sampleados" e "Encantada do Brega", conectando cultura digital, música popular e identidade amazônica. Igor Teixeira Amaral – Igor AmaralFunção no projeto: Assistente de Produção e Registro Fotográfico das Ações Homem cis, preto – CPF: 927.606.272-68 Atuação no projeto: Apoiará na produção geral das atividades presenciais, especialmente na organização de oficinas e mutirões. Também será responsável pelo registro fotográfico das ações e acompanhamento das atividades de campo. Minibio: Licenciado em Matemática pela UEPA, foi educador ambiental na Escola Bosque e ministrante de oficinas de fotografia digital e vídeo com abordagem comunitária. Trabalhou com projetos educativos e culturais em comunidades quilombolas, atuando também como produtor técnico e fotógrafo de campo.

Providência

PRORROGAÇÃO APROVADA E PUBLICADA NO DIÁRIO OFICIAL DA UNIÃO.