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É um projeto educacional, social e cultural, com formação em música para mulheres, de 10 a 17 anos, de baixa renda. O foco é no fortalecimento feminino e na profissionalização, incluindo a população rural e de cinco comunidades quilombolas certificadas da região. As atividades serão oferecidas gratuitamente, durante um ano para 48 meninas e adlescentes. A proposta é capacitar para a música, promover desenvolvimento pessoal, de cidadania e uma profissão, formando a primeira orquestra de mulheres do Estado de Alagoas.
O projeto tem como classificação etária crianças e adolescente de 10 a 17 anos, do sexo feminino. A inscrição será gratuita, com seleção por meio de entrevista, audição e triagem, sendo 48 selecionadas. As aulas serão no formato híbrido – presencial e online, com duração de um ano (12 meses), de agosto/2025 a agosto/2026 As beneficiadas pelo projeto aprenderão canto e a tocar mais de um instrumento. Palestras: serão duas palestras com temas relacionadas a questões femininas e música, com classificação etária a partir dos 10 anos, com capacidade de compreensão dos assuntos debatidos. Serão abertas ao público em geral de forma gratuita. Oficinas: duas oficinas direcionadas às alunas dos projetos e interessados. Classificação a partir dos 10 anos. Formação de orquestra: as alunas integrarão a Orquestra Mariar, formada por 21 instrumentos/21 jovens (meninas e adolescentes) beneficiadas pelo projeto, além de um coro com 20 vozes, totalizando 41 integrantes + maestro. Apresentações em escolas - as alunas farão três apresentações em escolas públicas do município, com classificação livre. Apresentação online: serão feitas duas apresentações online da Orquestra Mariar, com transmissão pelo Youtube, classificação livre, aberta ao público em geral. Apresentação presencial: será realizada uma apresentação presencial da Orquestra Mariar, com certificação das alunas, aberta ao público em geral. Classificação livre.
Objetivo Geral Ensinar música _ canto coral, instrumentos de cordas, sopro e percussão - para meninas e adolescentes de baixa renda, rurais e negras, promovendo a cidadania, por meio do fortalecimento feminino, desenvolvimento da sensibilidade, das habilidades artísticas e intelectuais, utilizando os valores que o conhecimento musical traz, como o trabalho em equipe, respeito mútuo, coordenação motora, percepção auditiva, espírito crítico das jovens. Tudo em sintonia com a Agenda 2030 da ONU para a Igualdade de Gênero e Igualdade Racial, erradicar todas as formas de discriminação e violência contra todas as mulheres e meninas, e o Desenvolvimento Sustentável. Além disso, o projeto busca oferecer uma profissão e portfólio cultural a essas jovens mulheres - meninas e adolescentes. É garantir que todos os seres humanos possam realizar o seu potencial em dignidade e igualdade. Objetivos Específicos - Formação de 48 jovens mulheres (meninas e adolescentes) para música e orquestra. - Transformação por meio da música. - Criar orquestra de mulheres. - Promover a inclusão social. - Formação da cidadania. - Formação profissional. - Fortalecer e criar possibilidades por meio de encontros, aulas, apresentarão e debates, compartilhando reflexões sobre ideias e ações de mulheres nas áreas artísticas e culturais. - Cria uma orquestra de mulheres - Orquestra Mariar da Casa das Marias de Taquarana (OMCMT), a primeira do Estado de Alagoas. - Realizar ações socioassistenciais: palestras, oficinas para abordar questões do universo feminino, mercado de trabalho e música para as alunas, familiares e interessados. As famílias das alunas receberão cesta básica mensal durante todo o projeto, totalizando 53 cestas mensais, 636 cestas durante o projeto. - Levar a música clássica, erudita e popular à realidade das jovens mulheres, o conhecimento e a importância histórica desta manifestação artística e sua influência na sociedade. Os objetivos serão mensurados por meio de matérias publicadas via releases enviados à imprensa, fotos, vídeos, resultados de transformação demonstrados nas apresentações e testemunhos de alunos e familiares, relatórios de professores.
Considerando seu papel de garantir que a cultura como área da economia sobreviva e se fortaleça, este projeto se faz necessário por inúmeros motivos, entre eles é a prática do seu primeiro artigo que propõe a contribuição da Lei de Incentivo à Cultura: "facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais" e "promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais", além do próprio objetivo da Lei que é captar e canalizar recursos para setores culturais Música Mariar se apresentar como uma oportunidade para o Governo Federal e empresas privadas distribuírem de forma mais equilibrada os recursos, que, em sua maioria, estão concentrados nos estados do Rio de Janeiro e São Paulo. E ainda promover a equidade de gênero e igualdade racial na mesma ação. Com os movimentos de luta pela igualdade de gênero iniciados no século 20, as mulheres não conquistaram apenas uma data a ser celebrada anualmente: elas também abriram espaços para estarem onde desejarem, ser o que quiserem, principalmente no mundo da música. Isso torna o projeto Música Mariar imprescindível, pois visa a continuidade do programa de ensino dos instrumentos musicais de orquestra e de utilização da música como instrumento de transformação social, preenchendo uma lacuna importante no município de Taquarana e em todo o agreste e regiões vizinhas, sobretudo, no que diz respeito ao acesso ao ensino musical público, gratuito e de qualidade, em especial, a música erudita e MPB.. Taquarana tem poucas oportunidades culturais, o município de aproximadamente 20 mil habitantes, possui apenas a Banda Fanfarra Santa Cruz de Taquarana, com 17 componentes, além do Grupo de Capoeira. O projeto traz uma opção inédita de lazer, educação e cultura para o município e região, ainda mais importante ao prever a criação da Orquestra Mariar no final do curso, que será a primeira orquestra de mulheres no Estado. O intuito é reunir entre os professores, músicos que se formaram em diferentes escolas, inclusive da Faculdade de Música da Universidade Federal de Alagoas, agregando assim, diferentes técnicas - russa, italiana, francesa e norte americana - para enriquecer e somar ainda mais, para que a excelência seja a marca da Orquestra Mariar. E levar a música clássica, erudita, à realidade das jovens mulheres e da população. A música é fundamental para o ser humano, estimula a atividade física, diminui ou aumenta a energia muscular, conexão ao trabalho, requer movimentos sincronizados, dessa forma melhora o desenvolvimento do ser humano, melhora o relacionamento familiar, desenvolve a visão periférica etc. Sendo o curso de formação de musicistas para mulheres do Instituto Maria Edite da Silva - Casa das Marias dedicado ao envolvimento de jovens mulheres - meninas e adolescentes, de escolas públicas, comunidades carentes que demonstrem grande interesse e talento pela música, sem dúvida o resultado incluem aprendizado e formação musical dessas jovens conforme suas aptidões e interesses, e até levá-los na produção cultural de música erudita em diferentes contextos. A formação proporciona os conhecimentos necessários para poder criar, analisar, interpretar, e o principal, transmitir a música. Com essa formação o novo profissional poderá atuar de diversas formas, como por exemplo: maestro, dentro de orquestras ou bandas, fazendo composições, criando melodias e fazendo novos arranjos para músicas já existentes. O Instituto Maria Edite da Silva - Casa das Marias vislumbra neste projeto de formação e atividade musical para as mulheres de Taquarana, o acesso delas a novos horizontes, oportunidades de profissão, geração de renda, fortalecimento da autoestima e desenvolvimento da cidadania. A possibilidade de integrar a Orquestra Mariar, primeira orquestra de mulheres do Estado é muito significativo. No Estado não é forte a participação de mulheres em funções como violinista, contrabaixista, flautista, violoncelista em Alagoas. Por isso o projeto assume um caráter inovador. O projeto vai abrir espaço para que essas jovens possam se desenvolver musicalmente e também como pessoas, superando barreiras sociais e culturais que permeiam sua realidade, a relação presente entre eles mesmo, suas famílias, educadores e suas comunidades. Certamente o pioneirismo da orquestra e o talento dessas mulheres jamais serão esquecidos. E serão exemplo que estimularão em outras meninas o interesse pela cultura e pela música. E, quem sabe, teremos a partir desse projeto grandes compositoras, multi-instrumentista...
Público-alvo - Alcançados diretamente: 48 meninas e suas famílias, profissionais envolvidos, aproximadamente 350 pessoas; Estimativa total de público: mais de 2.000 pessoas - população de Taquarana, município do agreste alagoano, Segundo estimativas do IBGE tem população estimada de 19.886 habitantes. Além do alcance pelas redes sociais, lives, mídias tradicionais (rádios, TV e jornais) por meio de assessoria de imprensa na divulgação do projeto e durante os eventos realizados
Instrumentos: - 08 Violino 4/4, acompanha encordoamento, espaleira, queixeira, acabamento com verniz Envelhecido Alto Brilho, 01 Estojo e 01 Arco Crina Animal - Extras: 05 Cordas Mi (E), 10 Cordas Lá (A), 07 Cordas Sol (G), 05 Cordas Ré (D), 05 espaleira, 05 estantes, 05 flanelas 17 Micro afinadores, 05 Partitura /material didático, 05 breu - 03 Violoncelos Eagle 4/4, Tampo: Abeto Maciço (Solid Spruce), Lateral e Fundo (Back & Side): Maple Maciço Trabalhado Braço: Maple, Estandarte: Ébano com “Olho Paris” Cravelhas: Ébano com “Olho Paris” Micro Afinação: 4 Cordas Acabamento: Envelhecido, Arco: Profissional de Madeira com Crina Animal Genuína Proteção: Capa Extra LuxoEspelho: Ébano Extra - 02 Bolacha - Apoio Espigão De Violoncelo Anti-Derrapante - Free Sax, 02 Cordas Mi (E), 02 Cordas Lá (A), 02 Cordas Sol (G), 02 Cordas Ré (D), 2 estantes, 02 flanelas, 05 Micro afinadores, 02 partituras / material didático - 03 Contrabaixo Eagle 4 cordas, Escala e Cavalete: Jacarandá (Rosewood), Marcação (Inlay): Bolinhas Brancas Trastes (Frets): 24 em Alpaca, Ponte (Bridge): Standart, Ferragem: Cromada Captadores: 2 E-Plus ativos, Controle: 1 Volume, 1 Balance e 2 Tones, Acabamento: Acetinado , Tampo de Abeto (Spruce) laminado. Fundo e laterais de Linden laminado, Escala e estandarte de Maple pintado preto Extra - 02 Cordas Mi (E), 02 Cordas Lá (A), 02 Cordas Sol (G), 02 Cordas Ré (D), 2 estantes, 02 flanelas, 05 Micro afinadores, 02 partituras / material didático - 08 Violão Eagle Eletroacústico, Controles: Grave, médio, agudo, presence + volume; Dimensões: 14.000 x 102.000 x 50.000 CM, Equalização: Ativo de 5 Bandas + Volume com Afinador Digital e Display de LCD; Escala: Escala Rosewood com 655mm;Trastes: 22 em Alpaca; Extra - cordas - 08 Flautas Eagle Extra - flanela Percussão - 03 Rebolo Alum. 45cmx10" Conico Animal Selfie Cereja (Lal4510tmasc) Material didático - método Susuki Partituras Material de consumo: cadernos, lápis, canetas, borracha, apontador Canto coral – técnicas vocais, partituras, compartilhamento de vídeo, materiais didáticos, chamada de presença, enquetes e questionários. O projeto pedagógico, cm duração de 12 meses, incluirá o seguinte conteúdo: - Teoria musical - História da música - A profissão de músico - Formação de orquestras - Formas musicais, estilos e gêneros - Manipulação dos instrumentos musicais - Técnicas musicais - Música como fundamento para o exercício da cidadania - Postura corporal - Notas musicais - Partitura - Manutenção de instrumentos - Regência / maestro - Voz - Arranjo - Prática Instrumental - Produção Musical - Harmonia - História e Linguagem da Música Popular - História e Linguagem da Música Erudita - Canto na Música Popular - Música e Tecnologia - Estruturação Musical 7.6 Atividades Curriculares O projeto é estruturado de forma a atender aos quatro níveis de formação estipulados pelas diretrizes curriculares do Projeto Pedagógico. Nível 1: Formação humanística e cultural – conteúdos básicos relacionados com a Cultura e as Artes, bem como as Ciências Humanas e Sociais. Neste nível estão incluídas o estudo da Música, Cultura e Sociedade. Nível 2: Formação musical teórica e prática – conteúdos específicos que particularizam e dão consistência à área de música, abrangendo os relacionados com o conhecimento instrumental, composicional, estético e de regência. Neste nível estão incluídos: - Teoria musical. - História da música. - História e Linguagem da Música Popular - A profissão de músico. - Formas musicais, estilos e gêneros. - Manipulação dos instrumentos musicais 1 - Prática instrumenta 1 - Canto coral Nível 3: Integração de fundamentos teóricos e práticos relacionados ao exercício da arte musical e ao desempenho profissional – conteúdos teórico-práticos, que permitem a integração teoria/prática relacionada com o exercício da arte musical e do desempenho profissional. Neste nível estão incluídos: - Técnicas musicais. - Música como fundamento para o exercício da cidadania. - História e Linguagem da Música Erudita - Postura corporal. - Canto na Música Popular - Manipulação dos instrumentos musicais 2 - Notas Musicais - Prática Instrumental 2 - Produção Musical - Partitura - Manutenção de instrumentos - Regência / maestro - Voz - Arranjo - Prática Instrumental 3 - Prática Instrumental 4 - Harmonia - Música e Tecnologia - Estruturação Music - Apresentações - Concertos Nível 4 - Formação de Orquestra e apresentações Há nove grupos disponíveis para as habilitações do projeto Música Mariar. São eles: Grupo 1 – 08 estudantes de violino (duas aulas por semana, duração de 1h20) Grupo 2 - 03 estudantes de violoncelo (, duas aulas por semana, duração de 1h20) Grupo 3 - 03 estudante de contrabaixo (duas aulas por semana, duração de 1h20) Grupo 4 - 08 estudantes de flauta (duas aulas por semana, duração de 1h20) Grupo 5 - 03 estudantes de percussão (duas aulas por semana, duração de 1h20) Grupo 6 - 08 estudantes de violão (duas aulas por semana, duração de 1h20) Grupo 7 - 20 estudantes de canto / coro (duas aulas semanais, duração 1h30) Sistema de Avaliação do Processo de Ensino-Aprendizagem - Nas disciplinas teóricas o aproveitamento é avaliado por meio de trabalhos escritos, provas presenciais, apresentação em escolas. As disciplinas de instrumentos, canto, regência e grupos instrumentais são avaliadas em provas práticas com a formação de bancas de professores. Os alunos também realizam recitais. Os alunos devem ser frequentes em 75% das aulas e obter conceito acima de 60% (conceito D). Aqueles que são portadores de deficiências são avaliados pelos professores das disciplinas de forma diferenciada. Serão disponibilizadas duas vagas para deficiente físico. Sistema de Avaliação do Projeto do Curso - consiste em um fórum constante de diálogo com a experiência de ensino, em que professores e alunos discutem suas diferentes perspectivas e propõem contínuas reelaborações. A coordenação do projeto e a coordenação técnica serão responsáveis pelo acompanhamento do curso e da contínua promoção de sua qualidade. Corpo Docente - seleção pela coordenação técnica e curadoria
O projeto Música Mariar busca ser uma ação democrática e acessível, a começar pela inscrição com a ampla divulgação e processo seletivo, dando oportunidade ao maior numero de interessadas, também abrirá espaço para que pessoa com deficiência física possa participar. O local onde será realizado o curso - a sede do Instituto Maria Edite da Silva - Casa das Marias - possui banheiro adaptado e rampa de acesso para deficiente físico / cadeirante. Os eventos, online e presencial, de apresentação das alunas que serão realizados terão tradução em Libras (Língua Brasileira de Sinais) e/ou audiodescrição ou legenda, e espaço adaptado para deficiente físico/cadeirante.
O projeto Música Mariar propõe medidas que promovem ou ampliam o acesso aos produtos e ações culturais desenvolvidos, tais como: Inscrição - Haverá um edital de inscrição online com ampla divulgação em todo o município e nas escolas públicas (com a parceria da Secretaria Municipal de Educação), em especial com uso de carro de som chamando a população a participar, priorizando as menos assistidas ou excluídas do exercício de seus direitos culturais por sua condição socioeconômica ou por quaisquer outras circunstâncias. Seleção - O projeto consiste em aula presencial e online para jovens, de 10 a 17 anos (alfabetizados), do município de Taquarana, beneficiando, em seu primeiro ano, 48 jovens. Assim, após a inscrição haverá entrevista e audição com profissionais qualificados que farão a seleção / triagem presencial fundamentados em técnicas, habilidades e outros. É preciso que a interessada seja alfabetizada possibilitando ler e escrever música. Ter percepção musical, habilidade para identificação pela audição de melodias, leitura à primeira vista cantada de melodias indicadas para avalia a capacidade de execução de linhas melódicas simples através do canto, e principalmente, vontade de estudar e aprender música. Instrumentos - Para democratizar o acesso os instrumentos e todos os materiais didáticos (mochila, material didático, cadernos, lápis, uniforme, etc) serão fornecidos pelo Instituto Maria Edite da Silva - Casa das Marias aos estudantes, que poderão levar para casa para a prática com um termo de responsabilidade dos pais que deverão cuidar e não poderão vender, sob pena de pagar o instrumento ao Instituto. Famílias - Para oferecer segurança e tranquilizar alunos e seus familiares, o projeto vai doar uma cesta básica mensal para cada família dos alunos envolvidos. Palestras e oficinas - Durante o curso haverá palestras e oficinas, com apresentações musicais didáticas em escolas públicas e outras organizações comunitárias e público em geral nas comunidades periféricas de Taquarana. O objetivo das apresentações é gerar cultura baseada no aprendizado dos alunos do curso, transmissão de conhecimento e lazer para as comunidades. Apresentações públicas - a proposta prevê três apresentações da Orquestra Mariar, sendo duas online e uma presencial com a certificação dos alunos. Todas serão abertas à população de graça. Divulgação - O projeto com Assessoria de Imprensa e profissional de Redes Sociais para ampla disseminação de todas as atividades.
O Instituto Maria Edite da Silva – Casa das Marias nasceu do sonho da jornalista Cléa Paixão - ativista nas questões femininas, em nível nacional -, filha de dona Maria Edite, de fortalecer, capacitar e profissionalizar as mulheres de sua terra natal, para que assumam o protagonismo de suas histórias, tenham renda própria e digam não à violência. Contribuir na construção de uma sociedade mais justa, igualitária, inclusiva e sustentável. As atividades são focadas na igualdade de gênero e racial, no fortalecimento da mulher em todos os aspectos, inclusive cuidado da saúde, beleza, esporte e cultura, além do incentivo ao empreendedorismo. Nesses quatro anos de existência, os projetos realizados contaram com parceiros e apoiadores: Prefeitura Municipal de Taquarana, Sistema S - Senac Sebrae e Sesc Alagoas, Sesc Alagoas, empresa federal SERPRO, Governo Estadual, Hospital do Amor, patrocínio da Equatorial, além de comerciantes locais. Temos projeto de expansão com sede própria, em terreno de cerca de 900m2. já iniciada a construção. A sede atual tem 208,66 m2, mas a organização conta com a parceria do poder público municipal para usar outros espaços quando necessário. É equipado com carteiras, cadeiras, geladeira e outros instrumentos para o bom funcionamento e atendimento ao público. Na gestão são 5 pessoas – presidente, vice-presidente e diretores, além 22 membros-fundadores que colaboram quando necessário. Possui contador e assessoria jurídica. Também prestadores de serviços específicos para os projetos em andamento. Além da sede atual, o instituto recebeu a doação de terreno de cerca de 900m2 para a construção da sede própria, que contará com auditório para público de 200 pessoas, onde acontecerão ensaios e apresentações da orquestra. O Instituto leva o nome da matriarca da família, mulher que teve uma participação ativa junto à comunidade de Taquarana, deixando um legado que se traduz nas diretrizes de atuação do Instituto. Está situada na Avenida Santa Cruz, s/n, Centro, Taquarana, agreste alagoano, a cerca de 112 km da capital Maceió e a 20km de Arapiraca. Possui uma equipe capacitada, com experiência nas áreas correlatas Por seus relevantes serviços à comunidade, o Instituto recebeu o titulo de Utilidade Pública Municipal, o Título de Utilidade Pública Estadual e o troféu de Melhor Projeto Social 2023, pelo voto popular.. As ações do Instituto também têm despertado interesse nos meios de comunicação que têm divulgado amplamente. O curso de música com formação da Orquestra Mariar exclusivamente de mulheres, tem a curadoria e coordenação técnica da musicista Kathia Virginia Guacury Pinheiro, que também fará a coordenação técnica do projeto. Kathia Pinheiro iniciou seus estudos aos sete anos de idade, estudando piano durante oito anos com a professora Alcione Bux-baum, no Rio de Janeiro. Com onze anos começou a estudar violino na Escola de Música da Universidade Federal do Rio de Janeiro, com o professor José Alves. Posteriormente, estudou com os professores Nicolas Merrat da França, Cecília Guida da Argentina, Evgueni Ratchey da Bulgária e Master com o professor Christos Polyzoides da Rússia. No ano de 1979 foi laureada duplamente no Congresso Nacional Villa-Lobos, conquistando o 1o prêmio e o de melhor intérprete de música brasileira. No mesmo ano tornou-se integrante da Orquestra Sinfônica Brasileira, onde permaneceu até 1980, ocasião em que foi convidada pelo Maestro Levino Alcântara a ingressar no corpo docente da Escola de Música de Brasília. Mais tarde, no mesmo ano, o ilustre maestro e compositor Cláudio Santoro a convidou, da mesma forma, a fazer parte da Orquestra Sinfônica de Brasília. De 1988 a 1994 fez parte do Quarteto Toccata, exercendo a função de 1o violino. Em 1991 foi convidada pelo maestro Sílvio Barbato a participar da Orquestra de Câmara Brasil, orquestra esta, que se apresentou em tournée pela Itália, com participação de dezesseis dos melhores músicos do país. Em 1994, foi integrante da Orquestra de Câmara de Brasília, com a qual solou, como convidada, o Verão das Quatro Estações de Vivaldi, sob regência do Maestro Emílio César. Em 1996 executou o Concerto no 3 de C. Saint-Saens e, em 1997, a Sinfonia Concertante de W. A. Mozart. Em 2000, acompanhou a Orquestra Sinfônica do Teatro Nacional Cláudio Santoro, em tournée pela Itália e Portugal, apresentando-se na Piazza Navona, em Roma, para platéia estimada em 1.0000 pessoas, e em Lisboa, no Mosteiro dos Jerônimos, em concerto comemorativo ao V Centenário do Descobrimento do Brasil, sob regência do maestro Sílvio Barbato. Participou de concertos sob a batuta de Isaak Karabtchevsky, Simon Bleck, Matteo Rubiconi, Daniel Lipton, Giuseppe Lanzetta, Florian Merz, Mats Liljefors, Helena Herrera, Oswaldo Colarusso, Julio Medaglia, Carlos Eduardo Prates, Cláudio Cruz, Joaquim França, Abel Rocha, Carlos Giraudo, Fabiano Mônica, Fernando Ávila, Claudia Feres, Luiz Gustavo Petri, João Guilherme Ripper, Carmine Pinto, Cláudio Cohen, Roberto Montenegro, Emílio de César, Ernani Aguiar, entre outros. Na MPB atuou com Vinícius de Moraes, Tom Jobim, Elis Regina, Léo Gandelman, Toquinho, Milton Nascimento, Gal Costa, Zizi Possi, Elba Ramalho, Rita Lee, Sandra de Sá, Lulu Santos, Alceu Valença, Lobão, Fafá de Belém, Toni Garrido, Renato Borghetti, Carlinhos Brown, Hamilton de Holanda, Ivan Lins, Roberto Carlos, Zélia Ducan, Bibi Ferreira, entre outros. Em 2000 apresentou-se em mais uma turnê pela Itália e Portugal com a Orquestra Sinfônica do Teatro Nacional Claudio Santoro, sob a regência do Maestro Silvio Barbato. Em 2001 participou da gravação do CD “Os Clássicos do Samba” com Martinho da Vila, Jamelão, Ivone Lara, Eliane Farias e com participação da Velha Guarda das Escolas de Samba Portela e Mangueira. Em 2002 foi laureada com o troféu Mulher e em 2003, com a Medalha do Mérito Ary Barroso, pela academia Nacional de Cultura “AIC”. Em julho de 2006, Kathia Pinheiro lançou seu primeiro álbum como cantora, “O Dia Nasce”. O CD mistura clássico com MPB. O lançamento foi realizado na Sala Villa- Lobos do Teatro Nacional em Brasília e teve a participação especial da Orquestra do Teatro Nacional Cláudio Santoro sob regência do Maestro Cláudio Cohen, Batalá grupo de percussão, grupo de dança Tribo das Artes, atriz e bailarina Carolina Senna, e direção artística de Luciana Martuchelli. Durante 22 anos, Kathia Pinheiro esteve à frente da Orquestra Sinfônica do Teatro Nacional, ora como concertino ora como spalla. Em dezembro de 2016 Kathia Pinheiro fundou a orquestra barroca “OBACH” (Orquestra Brasileira de Arte Cultura e História), grupo de excelência que se apresentou durante todo ano de 2017 no Santuário Dom Bosco com público aproximado de 1.500 pessoas por concerto. Essas apresentações renderam dois DVD’S e convite para circulação internacional totalizando cinco concertos nas cidades de New York City, New Jersey e Manhattan – EUA para homenagear os 250 anos de nascimento do Padre José Maurício Nunes Garcia.
Transferência de recursos entre conta captação e conta movimento no valor de R$200.000,00 em 27/03/2026.