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PRONAC 254248Autorizada a captação total dos recursosMecenato

VIDIGAL, MEMÓRIAS DE UM SARGENTO DE MILÍCIAS

SPIRA PRODUCAO E COMUNICACAO LTDA
Solicitado
R$ 2,44 mi
Aprovado
R$ 2,44 mi
Captado
R$ 0,00
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

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Eficiência de captação

0.0%

Classificação

Área
—
Segmento
Teatro Musical (c/ dramaturgia, danças e canções)
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Teatro musical
Ano
25

Localização e período

UF principal
SP
Município
São Paulo
Início
2026-01-01
Término
2026-12-31
Locais de realização (1)
Rio de Janeiro Rio de Janeiro

Resumo

Montagem e temporada do musical "Vidigal, Memórias de um Sargento de Milícias" de Millôr Fernandes, com direção de João Fonseca.

Sinopse

No século XIX, em terras cariocas, Leonardo passa por muitas peripécias e protagoniza passagens divertidas e irônicas. O autor acompanha sua trajetória desde o momento em que ele nasceu. Ele foi fruto do romance entre Leonardo-Pataca, um negociante de roupas, e Maria das Hortaliças, uma camponesa. O casal se conheceu a bordo da embarcação que o trouxe de Lisboa até o Brasil. A criança teve como padrinhos a parteira e o barbeiro. O autor acompanha a trajetória do herói da malandragem até sua promoção à posição de Sargento de Milícias. A narrativa, que se apresenta como uma sucessão de aventuras do jovem Leonardo, tem início antes mesmo de seu nascimento, relatando o primeiro contato entre seus pais, Maria da Hortaliça e Leonardo Pataca, no navio que os traz de Portugal para o Brasil. Ambos trocam “uma pisadela” e um “beliscão” como sinais de interesse mútuo e passam a namorar. Maria da Hortaliça abandona o marido e retorna para a terra natal. Pataca, por sua vez, recusa-se a criar o filho, deixando-o com o padrinho, o Barbeiro, que passa a dedicar ao menino cuidados de pai. Pataca se envolve com uma cigana, que também o abandona. Para tentar recuperá-la, recorre à feitiçaria, prática proibida na época. Flagrado pelo Major Vidigal, conhecido e temido representante da lei, vai para a prisão, sendo solto em seguida.Enquanto isso, seu filho Leonardo, pouco afeito aos estudos, convence o padrinho a permitir que ele frequente a Igreja na condição de coroinha. O Barbeiro vê ali uma oportunidade para dar um futuro ao afilhado. No entanto, Leonardo continua aprontando das suas e acaba expulso. Conhece o amor na figura de Luisinha, uma rica herdeira, mas sua aproximação é interrompida pela ação do interesseiro José Manuel, que conquista e casa com a moça. O Barbeiro morre e deixa uma herança para o afilhado. Leonardo volta a viver com o pai, mas foge após um desentendimento. Envolve-se com a mulata Vidinha e passa a sofrer as perseguições do Major Vidigal, caçador dos ociosos do Rio de Janeiro. Para não ser preso, é forçado a se alistar. A experiência militar não é menos problemática: continua a participar de arruaças e desobedece, seguidamente o Major. Por isso, acaba preso. Consegue a liberdade graças à ação de uma ex-namorada de Vidigal, Maria Regalada, que lhe promete, em troca, a retomada do antigo afeto. Leonardo não só é solto, como é promovido a sargento da tropa regular. Reencontra-se com Luisinha, então recém-viúva, e os dois reatam o namoro. Ainda com a ajuda do Major Vidigal, Leonardo se torna sargento de milícias e obtém permissão para se casar.

Objetivos

OBJETIVO GERALRealizar montagem e temporada do espetáculo musical VIDIGAL, MEMÓRIAS DE UM SARGENTO DE MILÍCIAS de Millôr Fernandes, com direção de João Fonseca na cidade do Rio de Janeiro.OBJETIVO ESPECÍFICOA) Produto ESPETÁCULO DE ARTES CÊNICAS:Realizar 32 apresentações do musical "VIDIGAL, MEMÓRIAS DE UM SARGENTO DE MILÍCIAS". Serão realizadas 4 apresentações por semana de quinta adomingo, durante três meses de execução do projeto.Realizar 01 ensaio aberto para 500 espectadores com ingressos gratuitos B) CONTRAPARTIDA SOCIAL:Realizar uma Oficina de 08h/aula com emissão de certificado, no Rio de Janeiro. (proposta no anexo)Responsável: Wagner CamposTema: A IMAGEM DO SOMTempo de curso: 03 diasQuantidade: 300 pessoas/100 por diaPúblico alvo: profissionais do Teatro _ Diretores, Atores, Compositores, Sonoplastas, etc. e 50% para professores e alunos da rede pública de ensino eONG´s.

Justificativa

Considerado um marco na literatura nacional, o romance de Manuel Antônio de Almeida foi inicialmente publicado como folhetim em capítulossemanais no extinto jornal carioca Correio Mercantil, entre junho de 1852 e julho de 1853. Embora, escrito em pleno período do chamado romantismoeuropeu, Memórias de um Sargento de Milícias subverte em tudo os cânones tradicionais que caracterizam aquele gênero literário, seja por uma visãonada idealizada da realidade, seja pela opção em retratar personagens comuns oriundos das camadas média e baixa do Rio de Janeiro de início doséculo dezenove, caracterizando-se por isso como obra precursora do estilo realista.Não por coincidência, o autor imprime a narrativa um estilo bastante direto, ágil, coloquial e sem rodeios, escrito nos moldes do falar do povo, dandouma dimensão por assim dizer jornalística, de notícia mesmo, às memórias e peripécias do enfim sargento de milícias Leonardo, personagem centraldo romance que interliga um conjunto de histórias, quase que independentes em termos de relação de causa e efeito, dando a cada episódio umsentido único e completo, mas que ainda assim, em sentido suspensivo, guarda sempre a resolução dos fatos da trama para o capítulo vindouro,recurso esse que fundamenta o formato de novela ainda hoje adotado.Na mesma acepção novelística, as personagens de Manuel Antônio de Almeida são compostas de forma alegórica, destacadas por tipos gerais, como acamponesa Maria das Hortaliças, mãe de Leonardo, seu pai, ex-vendedor de roupas em Lisboa e, então, oficial de justiça Leonardo Pataca, o barbeiroseu padrinho, denominado simplesmente por "Compadre" e a "Comadre". Somam-se a essas, entre outras, o malandro Teotônio, uma cigana, umpadre, o homem da lei, Major Vidigal, a jovem e bela mulata Vidinha, objeto das atenções de Leonardo e Luisinha, futura esposa de Leonardo,sobrinha da idosa e rica devotada aos pobres, Dona Maria.Da mesma forma, a própria personagem de Leonardo encontra-se composta de forma simbólica, apresentada como um anti-herói, oposto ao tipoexemplar e ideal característico do estilo romântico e, portanto, mais afeito ao modelo do homem comum do estilo realista. Em outras palavras,guardadas as devidas proporções, Leonardo, não sendo heróico, ainda assim não se constitui como vilão, mas apenas uma personagem irresponsável,distanciada de qualquer exemplo modelar de comportamento íntegro. Essas características típicas da persona comum conduzem a personagem a umasérie de reveses sempre contornados pela intervenção daqueles que o protegem, assegurando um final feliz à trama.O romance, narrado por uma personagem não definida em um tempo futuro, se passa à época da chegada da família Real ao Brasil, situando oambiente urbano do Rio de Janeiro do período, seus principais pontos geográficos demarcados por condições de classe bastante definidas e asinstabilidades advindas da situação social das camadas média e baixa da população, focalizando importantes aspectos da sociedade colonial de então,sempre sob uma ótica crítica e em um tom satírico e muitas vezes mordaz, dando à obra um sentido único baseado na crônica de costumes.A presente proposta de encenação do projeto Memórias de um Sargento de Milícias insere-se em uma das principais tendências da mise-en-scènecontemporânea, que é a teatralização de originais de ficção literária sem recorrer à costumeira adaptação que transforma tudo em diálogo. Aocontrário, pretende-se conservar o recurso da narração, a voz natural, como forma de assegurar que o espetáculo ganhe em comunicabilidade, aomesmo tempo respeitando o elemento de originalidade do romance, apresentando-se como um relato lançado diretamente à plateia e ilustrado poruma rica variedade de recursos teatrais. O resultado é um retrato profundo e igualmente divertido da sociedade carioca do século dezenove reveladopor personagens-arquétipos que não se caracterizam de forma maniqueísta.Justifica-se, pois, a pertinência de se produzir uma adaptação cênica de Memórias de um Sargento de Milícias, levando em conta o espírito original doromance, revelando às plateias teatrais toda a universalidade e riqueza de contornos que a obra encerra, lançando luzes sobre as origens de algumasdas principais características de nossa sociedade contemporânea.O projeto se enquadra:Art. 1° Fica instituído o Programa Nacional de Apoio à Cultura (Pronac), com a finalidade de captar e canalizar recursos para o setor de modo a:I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais;§ 1o Os incentivos criados por esta Lei somente serão concedidos a projetos culturais cuja exibição, utilização e circulação dos bens culturais delesresultantes sejam abertas, sem distinção, a qualquer pessoa, se gratuitas, e a público pagante, se cobrado ingresso.(Renumerado do parágrafo únicopela Lei nº 11.646, de 2008)Art. 3° Para cumprimento das finalidades expressas no art. 1° desta lei, os projetos culturais em cujo favor serão captados e canalizados os recursosdo Pronac atenderão, pelo menos, um dos seguintes objetivos:

Estratégia de execução

CLASSIFICAÇÃO ETÁRIA - 12 ANOS DURAÇÃO 120 MINUTOS

Especificação técnica

Inciso do §2º do artigo 30 da IN 01/2023 referente à ação formativa cultural oferecida como CONTRAPARTIDA SOCIAL: II – Oferecer ensaios abertos e palestra. Realizar 1 ensaio aberto gratuitos para a população em geral Realizar a palestra gratuita A IMAGEM DO SOM com o diretor musical Wagner Campos para 350 participantes

Acessibilidade

PRODUTO: ESPETÁCULO DE ARTES CÊNICASACESSIBILIDADE NO ASPECTO ARQUITETÔNICO detalhar quais serão as medidas adotadas. - ESCOLHER UM TEATRO QUE TENHA ACESSIBILDADE PARA DEFICIENTES FISÍCOSACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES VISUAIS: detalhar quais serão as medidas adotadas. - REALIZARE SESSÃO COM AUDIODESCRIÇÃOACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES AUDITIVOS: detalhar quais serão as medidas adotadas. - REALIZAR SESSÃO COM INTEPRETE EM LIBRASACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES INTELECTUAIS: detalhar quais serão as medidas adotadas. - LOCAÇÃO DE ABAFADOR DE SOM PARA AUTISTAS.PRODUTO: CONTRAPARTIDA SOCIALACESSIBILIDADE NO ASPECTO ARQUITETÔNICO detalhar quais serão as medidas adotadas. - ESCOLHER UMA SALA QUE TENHA ACESSIBILDADE PARA DEFICIENTES FISÍCOSACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES VISUAIS: detalhar quais serão as medidas adotadas. - REALIZAR UMA PALESTRA COM AUDIODESCRIÇÃOACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES AUDITIVOS: detalhar quais serão as medidas adotadas. - REALIZAR UMA PALESTRA COM INTEPRETE EM LIBRASACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES INTELECTUAIS: detalhar quais serão as medidas adotadas. - LOCAÇÃO DE ABAFADOR DE SOM PARA AUTISTAS.PRODUTO: ESPETÁCULO DE ARTES CÊNICAS

Democratização do acesso

Art. 30. As propostas culturais com comercialização de ingressos ou produtos culturais deverão apresentar ações formativas culturais obrigatórias, adicionais às atividades previstas, em território nacional, preenchendo o produto cultural secundário Contrapartidas Sociais no Plano de Distribuição, com rubricas detalhadas na Planilha Orçamentária.Realizar: 3 Oficinas gratuitas com 100 participantes totalizando um total de 300 jovens Art. 28. Em complemento, o proponente deverá prever a adoção de, pelo menos, uma das seguintes medidas de ampliação do acesso:Realizar:V - garantir a captação e veiculação de imagens das atividades e de espetáculos por redes públicas de televisão e outros meios de comunicação gratuitos;

Ficha técnica

JOÃO FONSECA - DIREÇÃO Paulista de Santos, nascido em 19/08/1964, Iniciou sua carreira como ator em São Paulo no Centro de Pesquisas teatrais de Antunes Filho. Em 1993 se muda para o Rio de Janeiro e estreia como diretor de teatro no na companhia Os Fodidos Privilegiados, grupo fundado pelo grande diretor Antônio Abujamra, onde co-dirigiu com seu mestre alguns espetáculos marcantes, tais como: O Casamento de Nelson Rodrigues (Prêmio Shell 1997), Auto da Compadecida de Ariano Suassuna (1998) e Tudo no Timing de David Ives (1999). Nos seus 25 anos de carreira tem em seu currículo mais de 70 espetáculos de todos os gêneros e diversas indicações / premiações como melhor diretor, entre os quais o Prêmio Shell, Prêmio Bibi Ferreira e Prêmio Cesgranrio, Dirigiu alguns dos principais sucessos dos palcos e da TV no Brasil nos últimos anos, entre eles os musicais "Tim Maia: não Vale Tudo" de Nelson Motta (2011), “Cazuza – Pro Dia Nascer Feliz, o Musical" (2013) de Aloísio de Abreu, e os espetáculos "Minha Mãe é uma Peça" de Paulo Gustavo (2006) que se tornou filme, e “Maria do Caritó” de Newton Moreno (2010) com Lilia Cabral, que lhe deu seu segundo Premio Shell. Na televisão dirigiu oito temporadas de "Vai Que Cola", programa de TV do canal Multishow e “A Vila”, no mesmo canal. Em 2020, fez sua estreia na direção de longa-metragens com “Não Vamos Pagar Nada”, com Samantha Schmutz e Edimilson Filho que é a primeira adaptação para cinema da obra do prêmio Nobel de literatura, Dario Fo. Seus trabalhos mais recentes incluem um musical da broadway sobre Bonnie e Clyde, um musical inédito de Rafael Primot “Kafka e a boneca viajante”, uma série jovem para Netflix intitulada “ Sem Filtro”, o musical "Djavan" e a peça "O som que vem de dentro" de Adam Rapper. NELLO MARRESE – CENÓGRAFO Resumo: Iniciou sua carreira com Antonio Abujamra na cia fodidos privilegiados, onde fez inúmeros trabalhos ao lado deste, e de Joao Fonseca, de quem é parceiro constante. Tem mais de 80 espetáculos no seu currículo e diversos prêmios, tais como o Prêmio Cesgranrio e o Prêmio APTR. Seu último trabalho com Joao, Kafka e a boneca viajante, lhe rendeu uma nova indicação ao Prêmio APTR 2023. EDMUNDO LIPPI - DIREÇÃO DE PRODUÇÃO Em 1991 funda ao lado de Marcelo de Barreto, Gláucia Rodrigues, Wagner Campos e Cristiane D´Amato a Cia Limite 151 encenando a peça “Os Sete Gatinhos” de Nelson Rodrigues, com direção de Marcelo de Barreto. No mesmo ano produz o infantil “Dom Quixote” de Miguel Cervantes. Com adaptação de Wagner Campos e diireção Cláudio Torres Gonzaga. É responsável pela Direção de Produção dos espetáculos: “A Varanda de Golda” de William Gibson, direção de Ary Coslov (2011); “O Canto do Cisne” de Anton Tchékhov, direção de José Henrique (2013/14) e “Fazendo História” de Alan Bennett, direção de Gláucia Rodrigues (2014); “Tem um Psicanalista na nossa cama“ de João Bethencourt e “Gays: Modos de Amar” de Flávio Braga, direção de Gláucia Rodrigues (2022) entre outros. Foi responsável pela produção das tournées dos espetáculos “A Importância de Fiel” “A Mandrágora” e “Major Bárbara” do GRUPO TAPA. SAMUEL ABRANTES - FIGURINISTA Formado em letras - português e grego - pela Universidade do Estado do Rio de Janeiro - UERJ, sua formação técnica se dá como criador de fantasias e alegorias de escolas de samba. Estréia como figurinista de teatro em “Baal”, de Bertolt Brecht, 1989, com a Companhia de Encenação Teatral de Moacyr Góes. O segundo trabalho, “A Escola de Bufões”, de Michel de Ghelderode, 1990, lhe vale três prêmios - Shell, Molière e Sated. Em 1993, é novamente premiado - Shell e Mambembe - pelo figurino de Epifanias, adaptação de O Sonho, de August Strindeberg. Em 1994, recebe o Prêmio Sated pelo trabalho em Eduardo II, de Christopher Marlowe. Realiza os figurinos de As Centenárias, espetáculo produzido por Marieta Severo e Andréa Beltrão, em 2007. Em 2011 foi indicado ao Prêmio Shell pelos figurinos peça “Auto da Compadecida” da Cia Limite 151. Conclui mestrado em antropologia da arte, em 1996, e doutorado em semiologia, em 2006. É professor adjunto e coordenador do Curso de Artes Cênicas da Escola de Belas Artes da Universidade Federal do Rio de Janeiro - EBA/UFRJ. Presta consultoria para o curso superior de moda e para o curso de graduação e pós. ROGÉRIO WILTGEN - ILUMINADOR Cursos Theatre Lighting: Design & Technology, Londres, 1991 Curso realizado em Março de 1991, em Londres onde foram selecionados pelo Conselho Britânico iluminadores de todo o mundo para participar de palestras, análises e debates com iluminadores como Andrew Brige (The Phantom of the Opera, Cats) , David Hersey (Miss Saigon), entre outros. Projeto de Iluminação cênica de mais de cem espetáculos teatrais, muitos deles indicados e ganhadores de prêmios como Prêmio Moliére, Shell, Mambembe, SATED, Coca-Cola e Cultura Inglesa de Teatro, trabalhando com diretores como Amir Hadad, Jacqueline Laurence, Carlos Augusto Nazareth, Luís Arthur Nunes, Marília Pêra, Pedro Paulo Rangel, Sérgio Britto, entre outros Em 2018 recebeu o Prêmio Botequim Cultural pela iluminação do espetáculo musical “Bibi, uma Vida em Musical”. Em 2020 recebeu o Prêmio Cesgranrio de Teatro e o Prêmio Shell peça iluminação do espetáculo A Cor Púrpura - O Musical, com direção de Tadeu Aguiar em 2019. DIREÇÃO MUSICAL - WAGNER CAMPOS É compositor, arranjador, instrumentista, diretor e produtor musical em mais de trinta produções em Teatro, Televisão e Cinema, atuando desde o ano de 1979. Em publicações editoriais, é autor de vários artigos e estudos sobre a música brasileira, destacando, entre outros, “A Música do Nordeste do Brasil”, “A Música do Norte do Brasil”, “A Música do Sudeste do Brasil” e “A Música do Sul do Brasil”, publicados entre os anos de 2002 a 2004, “A Viola do Samba Chula”, “A Guitarra, a Viola”, “Achegas para a História do Violão” publicados em 2004 e 2005 e “Achegas para a História da Viola no Brasil”, publicado em 2007. É autor do livro “A História do Violão”, publicado em 2006. Entre 1998 e 2008 foi curador musical do Projeto SONORA BRASIL – Circuito Nacional de Música, do Sesc Nacional. Entre 2008 e 2016 dirigiu o NPAV – Núcleo de Produção de Audiovisual, do Sesc Nacional.PROPONENTE: SPIRA PRODUÇÃO E COMUNICAÇÃO LTDA. será COORDENADOR GERAL e GERENCIA FINANCEIRA - JACIGUAY GUILHERME DE ALMEIDA (Guilherme Palmeira)Fundador ao lado do ator Fábio Junqueira da produtora Júpiter Teatro Produções Ltda. em agosto de 1994, na cidade do Rio de Janeiro, tendo como objetivo principal a produção e exibição de eventos culturais.Foi o responsável pela produção de 14 espetáculos teatrais de 1994 entre eles estão: “Molly Sweeny – Um Rastro de Luz” de Brian Friel, direção de Celso Nunes (2005) “Ladrão em Noite de Chuva”, de Millôr Fernandes, direção de João Bethencourt (2005); “Amor Perfeito” de Denise Crispun, com direção de Beto Brown (2008) e “O Especulador”, de Honoré de Balzac, direção de José Henrique (2009) e “A Varanda de Golda”, de William Gibson, com direção de Ary Coslov (2011), “Fazendo História” de Alan Bennett, com direção de Gláucia Rodrigues (2014), “Tem Um Psicnalista na nossa cama” de João Bethencourt, com direção de Gláucia Rodrigues (2015/16) e “Gays Modos de Amar” de Flávio Braga com direção de Gláucia Rodrigues (2021).E pela produção das tournées dos espetáculos “A Importância de Fiel” (2004), “A Mandrágora” (2005) “Major Bárbara” (2005) e “As Criadas” (2017/18), todos dirigidos por Eduardo Tolentino de Araújo.

Providência

PRORROGAÇÃO APROVADA E PUBLICADA NO DIÁRIO OFICIAL DA UNIÃO.