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Mapeamento e registro documental de bares e botequins tradicionais de São Luís, resultando na criação de um site/acervo com fotos e vídeos e na realização de uma exposição pública. A proposta visa custear as etapas de pesquisa, captação, edição, curadoria e montagem dos produtos culturais.
Site/Acervo Digital – Plataforma online gratuita que reúne fotografias, vídeos e depoimentos registrados em cerca de 30 bares e botequins tradicionais de São Luís. O conteúdo inclui retratos dos espaços, falas de frequentadores e proprietários, além de informações sobre a história e o papel sociocultural desses estabelecimentos. O site contará com recursos de acessibilidade (legendas, Libras e audiodescrição) e navegação por bairros ou temáticas. Classificação indicativa: Livre.Exposição Pública – Mostra fotográfica e audiovisual com parte do material coletado ao longo do projeto, montada em espaço acessível ao público geral. A exposição contará com recursos de acessibilidade física e de conteúdo, como visitas mediadas em Libras e sessões com audiodescrição. A mostra será acompanhada por rodas de conversa abertas com convidados das áreas de cultura, patrimônio e memória urbana. Classificação indicativa: Livre.
Objetivo Geral Valorizar os bares e botequins tradicionais de São Luís como espaços de memória, resistência e sociabilidade popular, por meio de um mapeamento cultural que resulte em produtos de difusão e preservação acessíveis ao público. Objetivos EspecíficosMapear ao menos 30 bares e botequins com relevância histórica e cultural nos bairros de São Luís;Produzir um acervo com, no mínimo, 150 fotografias e 30 vídeos curtos (de até 3 minutos) com depoimentos e registros dos ambientes;Desenvolver e lançar um site para hospedagem pública do acervo digital, com navegação acessível e conteúdo organizado por bairros;Realizar uma exposição pública com parte do material fotográfico e audiovisual, em espaço de fácil acesso à população;Realizar rodas de conversa no âmbito da exposição com foco em culturas urbanas, sociabilidade e outros temas relacionados ao projeto;Custear todas as etapas de pesquisa, captação, edição, curadoria, publicação e montagem dos produtos resultantes do projeto.
O projeto Botequins da Ilha depende do apoio do Mecanismo de Incentivo a Projetos Culturais para viabilizar suas etapas de pesquisa, documentação, edição e difusão, uma vez que trata-se de uma proposta de caráter não comercial, voltada à valorização da memória e do patrimônio cultural imaterial. Enquadra-se nos incisos I e II do Art. 1º da Lei nº 8.313/91, ao contemplar a difusão e o estímulo à produção cultural, e a preservação e proteção do patrimônio cultural brasileiro. Atende, ainda, aos objetivos do Art. 3º, especialmente os incisos I, II e IV, ao contribuir para o desenvolvimento cultural do país, ao estimular a regionalização da produção cultural e artística e ao preservar bens de natureza material e imaterial portadores de referência à identidade e à memória dos grupos formadores da sociedade brasileira.
O projeto Botequins da Ilha é uma iniciativa independente e inédita que propõe a valorização dos bares e botequins tradicionais de São Luís como espaços de memória coletiva, sociabilidade popular e resistência cultural. A proposta combina pesquisa de campo, registro audiovisual, curadoria e ações formativas, conectando cultura urbana, patrimônio imaterial e comunicação comunitária.Todos os produtos resultantes da proposta serão gratuitos, com amplo acesso físico e digital, garantindo um legado permanente de documentação e difusão da cultura popular ludovicense.
Site / Acervo DigitalFormato: Plataforma digital responsiva, hospedada em domínio próprio, com interface acessível e estrutura organizada por bairros, temas e perfis.Conteúdo: Aproximadamente 150 fotografias em alta resolução, 30 vídeos curtos (até 3 minutos cada) com depoimentos e registros audiovisuais dos botequins.Recursos de acessibilidade: Legendas descritivas, tradução em Libras para os vídeos principais, audiodescrição e design acessível para pessoas com deficiência visual.Equipe envolvida: programador, designer, editor de vídeo, revisor, consultores de acessibilidade e redator.Prazo estimado de desenvolvimento: 4 meses (da organização do material à publicação).Exposição PúblicaFormato: Exposição fotográfica presencial, com curadoria do material produzido ao longo do projeto.Material: Impressões fotográficas em papel fine art e painéis em PVC, com estrutura de montagem em expositores modulares.Quantidade: Aproximadamente 40 fotografias ampliadas em formatos variados.Duração: 15 dias de visitação, com entrada gratuita.Acessibilidade física e de conteúdo: espaço com rampa e banheiro acessível; mediação em Libras; visitas sensoriais para pessoas com deficiência visual.Rodas de Conversa / Ação FormativaFormato: Encontros presenciais com pesquisadores, artistas, gestores e frequentadores dos botequins, discutindo temas como patrimônio imaterial, memória urbana e cultura popular.Duração: 3 encontros, com 2 horas cada.Projeto pedagógico: Formato dialógico, com estímulo à troca de experiências entre público e convidados. Os encontros serão registrados e posteriormente disponibilizados no site.
O projeto Botequins da Ilha garantirá acessibilidade física durante a exposição pública, a ser realizada em espaço com estrutura adequada para pessoas com deficiência, incluindo rampas de acesso, banheiros acessíveis e sinalização tátil.No que se refere à acessibilidade de conteúdo, o site/acervo digital contará com recursos como legendas descritivas nos vídeos, audiodescrição em conteúdos selecionados e tradução em Libras dos principais depoimentos
Todos os produtos do projeto Botequins da Ilha serão de acesso público e gratuito. O acervo digital (fotos, vídeos e textos) será disponibilizado integralmente em um site próprio, com navegação acessível e possibilidade de compartilhamento. A exposição presencial será gratuita, realizada em espaço de fácil acesso ao público geral, com divulgação ampla em meios digitais e comunitários.
Proponente e coordenador: Paulo Vinícius Coelho é jornalista, produtor cultural e distribuidor audiovisual, com atuação voltada para a valorização da cultura popular, o fomento ao cinema brasileiro e o fortalecimento de políticas públicas culturais. É fundador da Turiaçu Filmes, primeira distribuidora maranhense dedicada ao cinema local, e atua como assessor de comunicação institucional do Consórcio Intermunicipal Multimodal (CIM), que reúne 27 municípios do Maranhão e Pará.Foi coordenador de comunicação e programação do Festival Guarnicê de Cinema (UFMA) entre 2021 e 2024, além de curador de mostras especiais como Guarnicê Itinerante, Cine Solar – Etapa Maranhão e Os Filhos Pródigos do Brasil. Idealizou e elaborou diversos projetos culturais aprovados em leis de incentivo, como o Choro Gentil – Chorinho no Palacete Gentil Braga, o Festival Guarnicê 2024, o FestReggae – Festival Universitário de Reggae, o FEMACO – Festival Maranhense de Coros, e o Curta-Lençóis – Festival de Cinema dos Lençóis Maranhenses.Como jornalista cultural, colabora com veículos como a Sociedade do Copo, além de produzir entrevistas, reportagens e conteúdos sobre música, cinema e manifestações populares. Redator: Leonardo Alves é estudante de Jornalismo pela Universidade Federal do Maranhão (UFMA), com atuação destacada na cobertura e produção de eventos culturais. Atuou na equipe de comunicação do Festival Guarnicê de Cinema, integrando a redação e contribuindo para a cobertura jornalística, produção de conteúdo e entrevistas com realizadores e artistas.Atualmente é jornalista da TV Difusora, onde desenvolve reportagens, apurações e coberturas voltadas à cultura, cotidiano e temas de interesse público. Tem experiência em produção de conteúdo multimídia, assessoria de imprensa e reportagem em televisão. Editor de vídeo: Gabriel Jansen - Editor de vídeo e produtor audiovisual com sólida experiência em televisão, projetos culturais e comunicação digital. Atua como produtor da TV Mirante, afiliada da TV Globo no Maranhão, contribuindo na produção de reportagens, pautas culturais e conteúdos jornalísticos. Também desenvolve trabalhos como editor freelancer, com foco em vídeos institucionais, coberturas de eventos e peças culturais. Redator: Juliano Amorim - Jornalista com experiência em televisão, produção cultural e mídia independente. Atuou como redator da TV Mirante, afiliada da Rede Globo no Maranhão, onde produziu conteúdos jornalísticos e culturais para telejornais e programas locais. É um dos idealizadores da Sociedade do Copo, veículo cultural independente dedicado à produção de reportagens, entrevistas e crônicas sobre música, cinema, literatura e cultura popular no Maranhão.
PRORROGAÇÃO APROVADA E PUBLICADA NO DIÁRIO OFICIAL DA UNIÃO.