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PRONAC 254282Autorizada a captação residual dos recursosMecenato

Plano bianual do Museu da Gente Sergipana Governador Marcelo Déda - MGS

INSTITUTO BANESE
Solicitado
R$ 3,51 mi
Aprovado
R$ 3,51 mi
Captado
R$ 817,7 mil
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

Incentivadores (8)
CNPJ/CPFNomeDataValor
13009717000146BANCO DO ESTADO DE SERGIPE S/A1900-01-01R$ 700,0 mil
32713380000106CI CENTRO DE INFORMACOES LTDA1900-01-01R$ 29,6 mil
15598527000137FASOUTO FARIA SOUTO COMERCIO LTDA1900-01-01R$ 25,0 mil
47548779000148GNL BRASIL LOGISTICA S.A.1900-01-01R$ 16,0 mil
05482271000144Petrox Distribuidora Ltda1900-01-01R$ 14,5 mil
15743303000171PARNAIBA GERACAO E COMERCIALIZACAO DE ENERGIA S.A1900-01-01R$ 14,0 mil
13086046000117PRADO VASCONCELOS LTDA1900-01-01R$ 13,6 mil
***840795**ALESSIO DE OLIVEIRA REZENDE1900-01-01R$ 5,0 mil

Eficiência de captação

23.3%

Classificação

Área
—
Segmento
Planos Anuais Manutenç e Elabor de Planos Museológ
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Plano bianual
Ano
25

Localização e período

UF principal
SE
Município
Aracaju
Início
2026-01-01
Término

Resumo

O projeto prevê a manutenção e qualificação do Museu da Gente Sergipana - Governador Marcelo Déda, assegurando seu funcionamento contínuo por meio do custeio de serviços essenciais, da contratação de equipe e da preservação de sua infraestrutura. Paralelamente, contempla o desenvolvimento de atividades culturais, educativas e artísticas, contemplando a preservação de seu acervo, a realização de oficinas, espetáculos, exposições e mostras audiovisuais, bem como ações de acessibilidade e inclusão social. A iniciativa propõe assegurar a continuidade da programação institucional, promover a valorização da cultura local e ampliar o acesso da população a experiências formativas e de difusão cultural.

Sinopse

OBSERVAÇÃO: As apresentações que compõe a programação do Ocupe o Museu são selecionadas por nosso chamamento público, de modo que não conseguimos prever as informações relativas aos espetáculos, contudo, temos alguns critérios fixos: espetáculos não podem ter cunho político, ofensivo. Prioritariamente devem contemplar um público diverso, diversas faixas etárias. SINOPSE DA OBRA Plano Anual de Atividades do Museu da Gente Sergipana O presente projeto propõe a manutenção e a realização de atividades culturais, educativas e acessíveis no Museu da Gente Sergipana, importante equipamento cultural localizado em Aracaju/SE, voltado à valorização da identidade sergipana e ao fortalecimento da cena cultural local. As ações previstas envolvem: 1. Manutenção e Funcionamento da Instituição Assegura a operação contínua do museu por meio do custeio de serviços essenciais como: energia elétrica, água, segurança 24h, limpeza, manutenção predial e de sistemas (ar-condicionado, elevador acessível), transporte institucional e contratação de estagiários e técnicos. 2. Visitas Mediadas e Ações Educativas Promoção de visitas mediadas com equipe especializada e materiais acessíveis, voltadas a escolas, instituições sociais e visitantes espontâneos. Serão realizadas 12 edições da ação educativa “Arrudiar”, com expedições culturais em diversos territórios sergipanos, valorizando os saberes locais e promovendo experiências sensoriais e participativas. A programação inclui ainda oficinas temáticas com artistas locais, jogos educativos, rodas de conversa, esquetes teatrais e atividades de mediação cultural, desenvolvidas conforme as demandas que surgem ao longo do ano. 3. Oficinas Criativas Realização de pelo menos 10 oficinas artísticas e formativas abordando temas como artesanato, criação de estampas, fotografia, música, escrita criativa, entre outros. Contrapartida social: Oficina de Libras para adultos Oficina de Libras para crianças Ambas gratuitas e ministradas por profissionais especializados, reforçando o compromisso com a inclusão. 4. Exposições e Artes Visuais Montagem de até 10 exposições selecionadas por edital, com ações de mediação e acessibilidade. O museu oferece estrutura técnica e equipe qualificada para montagem e recepção do público. 5. Apresentações Artísticas Realização de 10 espetáculos de artes cênicas, com acesso gratuito, integrando a programação cultural do museu. 6. Mostras e Exibições Audiovisuais Execução de 10 sessões audiovisuais (curtas, médias ou longas-metragens), acompanhadas de mediação e rodas de conversa. Os filmes serão selecionados por meio de edital público. 7. Preservação do Acervo Audiovisual Criação da Sala Fontes, nova sala-acervo com espaço de digitalização de filmes em Super 8 produzidos entre as décadas de 1960 e 1980. A ação será realizada em parceria com a Universidade Federal de Sergipe e visa salvaguardar a memória audiovisual sergipana. 8. Incentivo à Publicação de Livros Cessão gratuita dos espaços do museu para lançamentos literários de autores sergipanos ou obras ligadas à cultura local. O museu oferece apoio técnico, estrutura e divulgação para fortalecimento da cadeia produtiva do livro em Sergipe. 9. Acessibilidade O projeto contempla acessibilidade física (rampas, piso tátil, banheiros adaptados, elevadores), comunicacional (Libras, legendas, audiodescrição, QR Codes com acessos em Libras, espanhol e inglês), instrumental (elementos táteis no acervo), e atitudinal (com equipe treinada e colaboradora surda atuando diretamente em projetos inclusivos). Todas as ações contam com profissionais especializados, garantindo atendimento democrático, acolhedor e acessível.PLANEJAMENTO DAS OFICINAS/ AÇÕES EDUCATIVAS 2026 JANEIRO - FÉRIAS NO MUSEU AÇÃO:"O Florir das Ideias: Escrevendo sobre Nossa Gente"1. Apresentação:A oficina " O Florir das Ideias: Escrevendo sobre Nossa Gente" propõe explorar as riquezas culturais e históricas de Sergipe por meio da escrita criativa. Utilizando o acervo do Museu da Gente Sergipana como inspiração, os participantes serão incentivados a criar textos que celebrem suas vivências, experiências, histórias e memórias. 2. Justificativa:O Museu da Gente Sergipana é um espaço de valorização e preservação da identidade cultural sergipana. A escrita criativa é uma ferramenta poderosa para conectar as pessoas às suas raízes culturais, permitindo que expressem suas perspectivas e emoções sobre o lugar onde vivem e sobre suas memórias. A oficina busca promover o protagonismo dos participantes na construção de narrativas que dialoguem com o patrimônio cultural exposto no Museu.3. Objetivo Geral:Promover a valorização da cultura sergipana através da escrita criativa, incentivando o público a explorar sua criatividade e expressar suas histórias pessoais e coletivas.4. Objetivos Específicos:Incentivar a reflexão sobre a identidade cultural e histórica de Sergipe;Promover a interação dos participantes com o acervo do museu:Estimular a criatividade e a produção textual;Desenvolver habilidades de escrita em diferentes gêneros textuais (sem a necessidade de ser algo extremamente engessado, porque a ideia é trabalhar a subjetividade, vivências e criatividade somada à escrita).5. Público-Alvo: Um Grupo de 20 pessoas, interessados em escrita, memória e cultura local. Com Faixa etária a partir dos 16 anos. 6. MetodologiaA oficina será dividida em quatro encontros (terça, quarta, quinta e sexta-feira) com duas horas de atividades práticas e interativas.1º Encontro: Introdução à escrita criativa e visita mediada ao museu (com foco nos elementos inspiradores do acervo);2º Encontro: Exercícios de memória afetiva e criação de textos curtos (poesias, micro contos ou crônicas);3º Encontro: Desenvolvimento de narrativas mais longas, inspiradas em histórias locais ou objetos do acervo;4º Encontro: Revisão, compartilhamento e exposição dos textos produzidos. (Encerramento e culminância)7. Recursos Necessários:Facilitador (a) ou Escritor (a); Sala equipada com projetor, mesas e cadeiras;Materiais básicos de escrita (papel, canetas);Acesso ao acervo do museu.Merenda (“Escrever dar fome”).8. Resultados Esperados:Produção de textos criativos sobre a identidade cultural sergipana;Ampliação do engajamento do público com o museu;Exposição ou publicação virtual dos textos criados pelos participantes (no site do museu).9. Cronograma:Duração: 4 encontros (2 horas cada);Datas: A definir, conforme disponibilidade do museu, educadores, profissionais da área de escrita criativa.10. Facilitadores:- Núcleo de Ações Educativas do Museu da Gente Sergipana;- Euler Lopes: escritora, roteirista, diretora teatral e Autora do Romance "Mariconas". 11. Certificação:Certificado de 8 horas de participação (carga horária mínima para obtenção 75% = 3 encontros)Detalhamento da ação1º Encontro: Introdução à Escrita Criativa e Visita Mediada ao MuseuObjetivo: Apresentar os participantes à proposta da oficina, estimular a observação e a conexão com o acervo do museu como fonte de inspiração.Duração: 2 horasAtividades:1. Acolhida e Apresentação (15 min):Dinâmica rápida: cada participante diz seu nome, motivo de ter se inscrito e um elemento cultural sergipano de que gosta (ex.: comida, música, lugar).2. Introdução à Escrita Criativa (20 min):Explicação sobre o conceito de escrita criativa;Discussão sobre como as histórias locais e como o patrimônio cultural podem inspirar textos, sentimento de pertencimento e vivências.3. Visita Mediada (pelo educador/educadores envolvidos) ao Museu (máx. 60 min):Percorrer as exposições do museu;Solicitar que os participantes escolham um objeto, imagem, espaço ou história que mais lhes chamou atenção e registrem.4. Registro de Impressões (25 min):Entregar fichas para que cada participante escreva suas primeiras impressões ou ideias inspiradas pela visita (seria interessante produzir fichas personalizadas para entregar).2º Encontro: Memórias e Escrita AfetivaObjetivo: Estimular a criação de textos curtos baseados em memórias pessoais e elementos culturais sergipanos.Duração: 2 horasAtividades:1. Aquecimento Criativo (15 min):Atividade: "Palavra na Memória" (o educador(a)/ profissional da área diz palavras relacionadas à cultura local, como "folclore", "festa", "praia", e os participantes escrevem o que essas palavras evocam, sentimentos que surgem).2. Exploração de Memórias (30 min):Proposta: Cada participante escreve sobre um momento marcante relacionado à cultura ou ao cotidiano sergipano.3. Dinâmica de Troca (30 min):Em duplas ou trios (a depender da quantidade de participantes), os participantes leem seus textos e discutem como poderiam expandi-los e conectá-los a outros temas.4. Produção de Textos Curtos (45 min):Proposta: Criar poemas, microcontos ou crônicas curtas, usando as ideias discutidas.Compartilhamento voluntário no final.3º Encontro: Criando Narrativas Inspiradas no AcervoObjetivo: Desenvolver narrativas mais longas inspiradas em histórias locais e nos elementos do museu.Duração: 2 horasAtividades:1. Revisitação de Inspirações (15 min):Relembrar os objetos ou histórias escolhidos na visita ao museu;Estimular a imaginação: “E se esse objeto pudesse contar sua história?”2. Planejamento Narrativo (30 min):Proposta: Cada participante esboça uma narrativa baseada no objeto ou história escolhida;Ajuda do educador/profisssional da área para estruturar início, meio e fim;3. Produção de Texto (60 min):Tempo dedicado à escrita de uma narrativa mais longa.4. Leitura Compartilhada (15 min):Momento para leitura voluntária e feedback construtivo.4º Encontro: Revisão, compartilhamento e exposição dos textosObjetivo: Revisar, compartilhar e celebrar os textos produzidos durante a oficina.Duração: 2 horasAtividades:1. Aquecimento Reflexivo (15 min):Dinâmica: “O que a escrita me trouxe? ” (Cada participante responde em uma frase ou palavra).2. Revisão dos Textos (45 min):Os participantes revisam seus textos com apoio do mediador, focando na clareza e no impactoSugestão de título para cada texto.3. Apresentação dos Textos (45 min):Cada participante lê seu texto para o grupo;O educador (a) conduz uma roda de feedback positivo e motivador.4. Encerramento e Proposta de Exposição (15 min):Apresentar a ideia de expor os textos no museu, seja em formato físico (como um mural - acrescentaria um novo dia de oficina para os textos ficarem expostos no museu e os participantes estarem lá) ou digital (site do museu);Agradecimentos e entrega de certificados de participação.---------------------------------------------------------------------------------------------------------MAIO – SEMANA NACIONAL DE MUSEUSAÇÃO: Oficina de Escultura em Barro: “Pé no Chão, Arte na Mão” Objetivo GeralPromover uma experiência artística prática de escultura em barro inspirada na obra do artista popular Beto Pezão, valorizando a arte popular sergipana e estimulando a criatividade dos participantes na criação de figuras com a técnica característica do artista.Objetivos EspecíficosApresentar a trajetória e as obras de Beto Pezão.Ensinar técnicas básicas de modelagem em barro.Incentivar a criação de esculturas autorais inspiradas nas referências do artista.Trabalhar a técnica de base com “pé grande” como recurso estrutural para sustentação das peças.ContextualizaçãoO artista Beto Pezão, natural de Santana do São Francisco (SE) e residente em Aracaju, é reconhecido por suas esculturas em barro que retratam figuras do cotidiano e da cultura popular sergipana. Uma característica marcante em suas obras é o uso do “pé grande” como base de sustentação para suas esculturas — uma solução formal e prática que garante estabilidade às peças, e não necessariamente um símbolo cultural.A oficina proporciona um contato direto com as técnicas e estética do artista, permitindo que os participantes experimentem o processo de criação de esculturas em barro, desde a modelagem até a construção da base que garante a sustentação da obra. MetodologiaOficina com duração de 3 horas em um único dia, conduzida por educadores do museu e com a participação o artista Beto Pezão.Etapas:Apresentação e diálogo inicial (30 min)- Apresentação da trajetória do artista e suas obras- Explicação sobre a técnica e a função estrutural do “pé grande”Exploração das obras (30 min)- Observação e análise das esculturas de Beto Pezão (imagens ou peças)- Discussão sobre arte popular e processos de criação em barroPrática artística (1 hora e 30min)- Técnicas básicas de modelagem e construção da base de sustentação- Criação de esculturas inspiradas nas referências do artista- Acompanhamento e orientações dos educadores e do artistaExposição e socialização (30 min)- Apresentação das peças criadas- Troca de experiências e considerações finaisResultados EsperadosProdução de esculturas em barro com base estruturada para sustentação.Conhecimento prático sobre técnicas de modelagem e construção.Aproximação do público com a arte popular sergipana e a obra de Beto Pezão.Estímulo à expressão artística individual e coletiva. Público-AlvoCrianças, jovens (entre 06 e 12 anos). MateriaisBarro (argila natural)Ferramentas de modelagem (palitos de picolé, de churrasco e de dente)Recipientes com águaPanos úmidosMesas ou superfícies para trabalhoAventais ou roupas adequadas----------------------------------------------------------------------------------------------------------SETEMBRO – PRIMAVERA DOS MUSEUS AÇÃO:OFICINAS DE OBRAS ACESSÍVEIS- GRUPO 1Criação de obras táteis acessíveis nos espaços do Museu da gente sergipanaPÚBLICO-ALVO: estagiários e funcionários do Instituto Banese.OBJETIVO GERAL: Ofertar oficinas de confecção de obras táteis e de audiodescrição para adaptações de uma obra para cada espaço do Museu da Gente Sergipana.OBJETIVOS ESPECÍFICOS:Trabalhar na confecção de obras táteis acessíveis com material de fácil acesso para ações educativas;Aplicar a audiodescrição nas obras que serão escolhidas;Escolher uma obra por espaço para a adaptação acessível;Usar as obras escolhidas para a confecção em MDF.JUSTIFICATIVA:A necessidade de obras táteis junto a AD, torna os acervos mais inclusivos para pessoas com baixa visão e para pessoas cegas. Essas pessoas usam o tato para completarem suas experiências. Pessoas videntes tem a oportunidade de terem experiências em todos os locais. Para que possamos fazer com que todos tenham as mesmas experiências, devemos respeitar as especificidades de todos usando recursos adequados.Carga horária:16hMetodologias:As aulas serão divididas em quatro encontros. Cada encontro terá duração de 4h, totalizando 16h de oficina.A primeira aula será para o conteúdo teórico. A parte prática será a partir da segunda aula.Material didático:Cartilha explicativa;Slides.Conteúdo:Adaptação de obras dos espaços museal para obras táteis.OFICINAS DE OBRAS ACESSÍVEIS- GRUPO 2Criação de obras táteis acessíveis para acervos em espaços culturais.PÚBLICO-ALVO: funcionários e estagiários de espaços culturais.OBJETIVO GERAL: Ofertar oficinas de confecção de obras táteis para adaptações de obras para espaços culturais.OBJETIVOS ESPECÍFICOS:Trabalhar na confecção de obras táteis acessíveis com material de fácil acesso para ações educativas;Pensar em obras que podem ser adaptadas;Escolher uma das obras para adaptar;Confeccionar a obra.JUSTIFICATIVA:A necessidade de obras táteis junto a AD, torna os acervos mais inclusivos para pessoas com baixa visão e para pessoas cegas. Essas pessoas usam o tato para completarem suas experiências. Carga horária:8hMetodologias:As aulas serão divididas em dois dias. Cada aula terá duração de 4h, totalizando 8h.A primeira aula será para o conteúdo teórico. A parte prática será na segunda aula.As aulas serão expositivas e práticas com o uso de uma cartilha explicativa e slides.Material didático:Cartilha explicativa e slides.Conteúdo:Adaptação de obras dos espaços para obras táteis.OFICINAS DE OBRAS ACESSÍVEIS- GRUPO 3Criação de obras táteis acessíveis das manifestações culturais para as salas do AEE- Atendimento Educacional Especializado.Público: Professores da rede pública e particular de ensino.OBJETIVO GERAL: Realizar oficinas de confecção de obras táteis para a construção de material didático tátil para as salas do AEE de escolas públicas e privadas.OBJETIVOS ESPECÍFICOS:Confeccionar objetos táteis para alunos cegos e com baixa visão;Trabalhar manualmente com material de fácil acesso;JUSTIFICATIVA:Os professores da sala do AEE são responsáveis por reforçar os conteúdos de forma a respeitar as necessidades de cada aluno. Para os alunos cegos e com baixa visão, a forma mais adequada é o uso de leitura de material, audiodescrição das imagens e do material tátil.Essa oficina irá ajudar os professores a saberem quando é necessário o uso de material tátil e como fazê-los Carga horária:8hMetodologias:As aulas serão divididas em dois dias. Cada aula terá duração de 4h, totalizando 8h.A primeira aula será para o conteúdo teórico. A parte prática será na segunda aula.As aulas serão expositivas e práticas com o uso de uma cartilha explicativa e slides.Material didático:Cartilha explicativa e slides.Conteúdo:Obras táteis para sala do AEE.Material:BonecasLápisCanetaBorrachaTinta para papelEva de várias coresEstilete Papel colorido Lápis de corTesourasColas em alto relevo transparentes e coloridasCola branca Cola quente Pistola de cola quentePapel manteiga Papel paraná face branca R$100,00______________________________________________________________________OUTUBRO – SEMANA DA SERGIPANIDADEAÇÃO: Oficina de Bordado Inspirada no Artista Sergipano Bio GObjetivoProporcionar aos participantes adultos o aprendizado das técnicas básicas de bordado em barbante sobre talagarça, inspiradas nas obras do artista sergipano Benedito Gomes dos Santos (Bio G), valorizando seu legado artístico e fortalecendo o vínculo com a cultura local por meio da interação com a família do artista e a apreciação de suas obras originais.ContextualizaçãoBenedito Gomes dos Santos, conhecido como Bio G, foi um artista autodidata natural de Simão Dias, Sergipe, reconhecido por suas tapeçarias e bordados que retratam os “Encantos da Natureza” utilizando técnicas como o bordado barroco e arrayolo. Bio G faleceu em dezembro de 2024, deixando um importante legado artístico para Sergipe. Esta oficina busca homenagear sua trajetória e promover o resgate e a valorização das técnicas artesanais de bordado, em especial utilizando barbante e talagarça, materiais acessíveis e versáteis. A participação da família do artista enriquece o diálogo, trazendo uma dimensão afetiva e histórica à experiência, enquanto a exposição de duas obras originais possibilita uma aproximação direta com a produção artística.MetodologiaApresentação inicial: Breve contextualização da vida e obra de Bio G, com fala e relatos da família para trazer memórias e informações sobre o artista.Apresentação das obras: Exposição de duas peças originais de Bio G para inspiração e análise visual dos participantes.Demonstração técnica: Apresentação prática das técnicas básicas de bordado em barbante sobre talagarça, com explicação dos pontos e manejo do material.Atividade prática: Os participantes serão orientados a criar uma peça individual ou coletiva de bordado, aplicando os pontos aprendidos, inspirando-se nos temas naturais presentes nas obras do artista.Encerramento: Momento de compartilhamento das experiências, apresentação das peças produzidas e diálogo sobre a importância da arte na valorização da cultura local.Resultado EsperadoParticipantes capacitados nas técnicas básicas de bordado em barbante sobre talagarça.Produção de bordados que reflitam os temas da natureza, inspirados nas obras de Bio G.Ampliação do conhecimento e valorização do legado artístico e cultural de Bio G entre os participantes.Fortalecimento dos laços comunitários por meio da participação da família do artista e do contato direto com suas obras.Público-AlvoPessoas com mais de 18 anos.NUMUS – PLANEJAMENTO PARA 2027AÇÃO:Ação educativa: Oficinas da GenteApresentação:O projeto “Oficinas da Gente”, desenvolvido pelo Museu da Gente Sergipana Gov. Marcelo Déda, tem como objetivo oferecer ao público, durante o ano de 2027, acesso a oficinas criativas que têm como temática principal a cultura sergipana.Com base no princípio da arte sustentável, o projeto promove a reutilização de materiais que seriam descartados, transformando esses resíduos em recursos artísticos que contribuem para a preservação e perpetuação da cultura sergipana por meio da arte.JustificativaO presente projeto tem como objetivo promover a arte e a cultura sergipana por meio de oficinas práticas. As atividades incluirão a confecção de bonecos de pano, Oficina de Xilogravura, Oficina de confecção de cabecinha, confecção de brinquedos e brincadeiras tradicionais, além do reaproveitamento de resíduos, que serão transformados em elementos representativos das manifestações culturais de Sergipe e das espécies da fauna local. A proposta busca, assim, resgatar saberes populares, valorizar a identidade regional e estimular a criatividade de forma sustentável.Objetivo Geral:Proporcionar ao público do Museu da Gente Sergipana o acesso a oficinas criativas que tenham como temática principal a cultura sergipana, fundamentadas na arte sustentável. As atividades buscarão reutilizar materiais, transformando resíduos em recursos artísticos, promovendo, assim, a preservação ambiental e a valorização da identidade cultural sergipana por meio da arte.4. Objetivos Específicos:- Oferecer oficinas práticas que abordem elementos da cultura sergipana, como a confecção de bonecos de pano, brinquedos e brincadeiras tradicionais, promovendo o resgate de saberes populares.- Estimular a reutilização de materiais descartáveis por meio de práticas artísticas, incentivando a consciência ambiental e a arte sustentável.- Valorizar e difundir a identidade cultural sergipana, utilizando elementos simbólicos das manifestações culturais e da fauna local nas produções artísticas das oficinas.- Desenvolver a criatividade e o senso estético dos participantes, por meio de atividades que integram cultura, arte e sustentabilidade.- Promover a educação patrimonial e ambiental, sensibilizando o público sobre a importância da preservação dos bens culturais e do meio ambiente.- Ensinar técnicas tradicionais como confecção de bonecos de pano, xilogravura e cabecinha, resgatando e valorizando saberes populares e expressões culturais típicas de Sergipe.- Desenvolver oficinas voltadas à criação de brinquedos e brincadeiras tradicionais, fortalecendo o vínculo com as manifestações culturais locais.- Aguçar a criatividade dos participantes por meio do reaproveitamento de resíduos, transformando-os em elementos representativos da cultura sergipana e da fauna regional.- Contribuir para a preservação e perpetuação da identidade cultural de Sergipe, promovendo o conhecimento e a valorização da cultura local por meio da arte.5. Público-Alvo:As oficinas serão direcionadas a diferentes públicos, conforme o tema, as técnicas utilizadas e as características do desenvolvimento cognitivo de cada faixa etária. A seguir, a distribuição do público-alvo para cada tipo de oficina:- Oficinas de confecção de brinquedos e brincadeirasPúblico: Crianças e seus familiares Faixa etária: LivreCaracterística: Realizadas de forma coletiva para promover a interação entre crianças e familiares.- Oficinas sobre manifestações culturais de Sergipe e espécies da fauna local- Público: Crianças- Faixa etária: 5 a 10 anos- Atividades: Confecção de peças como Boi do Reisado, Baleia Jubarte e Tartaruga Oliva, utilizando resíduos reaproveitados.- Oficina de boneco de pano (homenagem a Arthur Bispo do Rosário)- Público: Adultos- Faixa etária: A partir de 16 anos Observação: Utiliza instrumentos de costura (agulha, linha, tesoura), exigindo maior cuidado e habilidade.- Oficina de xilogravura com Mestre Nivaldo de Oliveira - Público: Jovens e adultos- Faixa etária: A partir de 16 anos- Oficina de confecção de cabacinha com as Cabacinheiras de Japaratuba- Público: Crianças, jovens e adultos - Faixa etária: A partir de 12 anos6. MetodologiaO projeto será realizado em 5 momentos onde cada oficina está atrelada a uma programação do museu. Podendo ser realizadas para o público espontâneo, através de agendamento via plataforma de agendamento do museu. Ou atrelado as visitas agendadas (Grupos educacionais ou instituições sócias). Cada oficina acontecerá em um único encontro durante a semana (de terça a sexta), com duas horas de atividades práticas e interativas. 1ª Oficina: Férias no museu (Janeiro) Oficina de confecção de Cabecinhas com as cabacinheiras de Japaratuba Objetivo:A oficina tem como principal objetivo ensinar a confecção das tradicionais cabacinhas, destacando a importância de preservar essa expressão cultural tradicional da Cidade de Japaratuba. Além da parte prática, a atividade visa promover o conhecimento sobre a história e o simbolismo dessa manifestação artística, que integra a tradicional Festa de Reis da cidade.Descrição:Durante a oficina, os participantes aprenderão o processo artesanal de produção das cabacinhas, guiados pelas próprias cabacinheiras — nome dado às artesãs locais responsáveis pela confecção desses objetos. A experiência será enriquecida com a exibição de vídeos e imagens que contextualizam historicamente essa arte popular, promovendo uma vivência cultural completa.Metodologia:A oficina será conduzida de forma prática e interativa, alternando momentos de produção manual com momentos de aprendizado teórico sobre a origem e a relevância cultural das cabacinhas em Japaratuba. Os participantes terão a oportunidade de criar suas próprias peças, ao mesmo tempo em que se conectam com o saber tradicional transmitido pelas cabacinheiras.Resultados esperados:Conscientização sobre a importância da preservação das manifestações culturais locais.Aproximação entre a comunidade e os saberes tradicionais.Produção individual de cabacinhas pelos participantes.Valorização do trabalho das cabacinheiras de Japaratuba.2ª Oficina: Semana Nacional de Museus (Maio)Confecção de Bonecos de Pano em Homenagem a Arthur Bispo do RosárioObjetivo:Promover a confecção de bonecos de pano inspirados na obra do artista sergipano Arthur Bispo do Rosário, valorizando sua estética singular e seu legado de mais de 900 peças produzidas a partir da reutilização de objetos cotidianos.Contexto:Arthur Bispo do Rosário é conhecido por suas criações únicas, desenvolvidas durante seu período na Colônia Juliano Moreira, utilizando técnicas diversas como costura, colagem e bordado. Sua obra representa um importante legado artístico, marcado pela reutilização criativa de materiais e por uma linguagem visual expressiva.Metodologia:A oficina será dividida em duas etapas:Confecção dos Bonecos de Pano:- Os participantes criarão bonecos utilizando retalhos de tecidos, inspirados no estilo e nas técnicas de Arthur Bispo do Rosário.- Serão abordadas práticas básicas de costura e montagem.Bordado Especial do Manto da Apresentação:- Focando no "manto da apresentação", uma das obras mais emblemáticas do artista, os participantes aprenderão técnicas de bordado, como ponto cheio e ponto atrás.- Essa etapa visa aprofundar a compreensão das técnicas e da simbologia presentes nas criações de Bispo.Resultados Esperados:- Homenagear Arthur Bispo do Rosário e disseminar seu legado artístico.- Estimular a criatividade dos participantes e o reaproveitamento consciente de materiais.- Promover uma experiência artística que una reflexão histórica e prática manual.3ª Oficina: Culturas da Gente (agosto) Oficina: "Xilogravura e Patrimônio: Uma Imersão na Cultura Sergipana"Objetivo:Oferecer ao público uma experiência prática e teórica com a xilogravura, técnica tradicionalmente utilizada nas capas de cordéis, promovendo a valorização da cultura popular nordestina e sergipana. A oficina tem como objetivo principal incentivar a preservação do patrimônio cultural por meio da arte e contribuir com a acessibilidade museológica ao produzir imagens táteis para o acervo do Museu da Gente Sergipana.Contexto:A xilogravura é uma técnica artística de impressão em relevo que tem raízes profundas na cultura nordestina, especialmente nas capas da literatura de cordel. Em Sergipe, a valorização dessa linguagem visual contribui para a preservação das identidades regionais e da memória coletiva. Essa oficina será ministrada pelo xilogravurista Nivaldo de Oliveira, artista popular da cidade histórica de São Cristóvão, em parceria com a professora Germana Araújo, do Departamento de Design e Artes Visuais da Universidade Federal de Sergipe. A atividade acontecerá no Museu da Gente Sergipana, reafirmando seu compromisso com a difusão e salvaguarda da cultura local. A temática principal será o patrimônio arquitetônico de Sergipe, explorando a memória urbana e suas edificações históricas como fonte de inspiração para a produção artística coletiva.MetodologiaA oficina será desenvolvida em três momentos:1. Apresentação e Contextualização - Introdução à história da xilogravura e sua relação com a cultura nordestina.- Discussão sobre os patrimônios arquitetônicos de Sergipe como tema artístico.- Exibição de referências visuais e obras do artista facilitador.2. Demonstração Técnica - Apresentação dos materiais e ferramentas da xilogravura.- Demonstração prática da criação de matriz e do processo de impressão.3. Atividade Prática Coletiva - Criação colaborativa de matrizes em xilogravura com base em imagens de edificações históricas sergipanas.- Impressão das obras produzidas.- Preparação das matrizes para futura adaptação como imagens táteis no acervo acessível do museu.4. Resultado Esperado- Produção de matrizes xilográficas originais com a temática do patrimônio arquitetônico sergipano.- Impressão de obras que serão utilizadas como imagens táteis no acervo do Museu da Gente Sergipana, promovendo acessibilidade sensorial para pessoas com deficiência visual.- Valorização da cultura popular nordestina por meio do ensino e prática da xilogravura.- Estímulo à reflexão sobre a preservação da memória urbana e arquitetônica de Sergipe.- Fortalecimento de parcerias entre artistas locais, universidade e instituições culturais.4ª Oficina: Primavera dos Museus (Setembro) Oficina: "Brincar, criar e preservar a Cultura de Sergipe" Objetivo:Promover, por meio da criatividade e da ludicidade, a valorização da cultura popular sergipana e da fauna local, utilizando resíduos reaproveitados como matéria-prima. A oficina visa conscientizar crianças sobre a importância da preservação ambiental e da salvaguarda cultural, transformando materiais recicláveis em brinquedos representativos como o Boi do Reisado, a Baleia Jubarte e a Tartaruga Oliva.Contexto:Sergipe é um estado rico em manifestações culturais e biodiversidade. O Boi do Reisado, símbolo das festas populares nordestinas, representa a alegria do folclore. Já a Baleia Jubarte e a Tartaruga Oliva são espécies emblemáticas da fauna marinha local, que precisam ser preservadas. Ao unir esses três elementos – cultura, fauna e meio ambiente – a oficina propõe um espaço de educação criativa, onde as crianças aprendem brincando, reciclam brincando, e se tornam pequenas guardiãs do patrimônio sergipano. Metodologia: A oficina será dividida em três momentos principais:1. Roda de Conversa e Introdução Lúdica- Apresentação breve e adaptada sobre o Boi do Reisado, a Baleia Jubarte e a Tartaruga Oliva.- Histórias e curiosidades contadas de forma lúdica.- Conversa sobre a importância da reciclagem e o reaproveitamento de resíduos.2. Oficina de Criação (Recorte, Montagem e Colagem)As crianças, com auxílio dos educadores, irão construir:- Boi do Reisado: com garrafas de agua mineral, papel colorido, retalhos de tecido, cola lantejoula e EVA;- Baleia Jubarte: com garrafas de amaciante e/ ou sabão liquido, papelão, cola e EVA.- Tartaruga Oliva: com garrafas PET, EVA, linha, lantejoula e cola.3. Contação de História com os Personagens Criados- As crianças encenarão, com os brinquedos criados, uma história coletiva que narra o encontro da Baleia Jubarte, da Tartaruga Oliva e do Boi do Reisado.- A história será construída com participação ativa das crianças, promovendo oralidade, imaginação e senso coletivo.Resultados Esperados: - Criação de brinquedos educativos a partir de resíduos recicláveis.- Compreensão básica, por parte das crianças, da importância da preservação ambiental e da valorização cultural.- Estímulo à criatividade, imaginação e consciência ecológica desde a infância.- Sensibilização sobre o papel das crianças como agentes de mudança no cuidado com o planeta e na valorização da cultura local.- Produção de uma história coletiva que poderá ser registrada em vídeo ou fotografia como material educativo complementar.- Reforçar o compromisso com a educação ambiental e patrimonial, promovendo experiências significativas por meio da arte, do brincar e da reutilização de materiais. É uma proposta inclusiva, sustentável e culturalmente rica, que planta sementes para um futuro mais consciente e criativo.5ª Oficina: Tempo de criança (Outubro)Oficinas de Confecção de Brinquedos e Brincadeiras PopularesObjetivo:Promover a integração entre crianças e seus familiares por meio de oficinas coletivas de confecção de brinquedos com materiais reutilizáveis, seguidas da vivência de brincadeiras populares. A iniciativa busca estimular a criatividade, coordenação motora, consciência ambiental e resgate cultural, além de proporcionar momentos de lazer longe das telas.Contexto: Em um cenário em que o uso excessivo de telas tem reduzido o tempo de brincadeiras físicas e interações familiares, este projeto surge como uma alternativa educativa e afetiva. A oficina visa resgatar brincadeiras populares como:- Macacão (Amarelinha)- Três Marias- Vai e VemA proposta valoriza a memória afetiva e promove momentos de convivência intergeracional. Além disso, enfatiza a sustentabilidade por meio do uso de materiais reutilizáveis como garrafas PET, retalhos, cordões e outros itens recicláveis.Metodologia; As oficinas serão realizadas de forma coletiva e participativa, com foco na criação conjunta de brinquedos entre crianças e seus responsáveis-Etapas:Abertura e acolhimento: breve fala sobre o brincar, as brincadeiras populares e o papel das famílias.Divisão em estações de confecção:- Estação 1 – Macacão (Amarelinha): confecção com lona ou retalhos de tecido. - Estação 2 – Três Marias: saquinhos com retalhos e enchimento de areia;- Estação 3 – Vai e Vem: feito com garrafa PET, barbante e fitas.Vivência das brincadeiras: uso dos brinquedos confeccionados pelas crianças e familiares.Encerramento: roda de conversa para compartilhar a experiência e entrega dos brinquedos para levarem para casa.Resultados Esperados:- Criação de brinquedos sustentáveis e reutilizáveis.- Fortalecimento dos laços familiares por meio do trabalho e do brincar em conjunto.- Resgate de brincadeiras tradicionais e culturais.- Estímulo ao desenvolvimento motor, criatividade e socialização.- Redução do tempo de exposição a telas durante a vivência.- Conscientização sobre o reaproveitamento de materiais e práticas sustentáveis.PLANEJAMENTO PROJETO ARRUDIAR - AÇÕES EDUCATIVASRoteiros culturais de valorização da memória, território e identidade sergipana Apresentação do ProjetoO Projeto Arrudiar 2026 é uma proposta de circulação cultural, educativa e de valorização da identidade sergipana a partir de vivências territoriais em diferentes regiões do estado de Sergipe. O termo "Arrudiar" carrega o significado de "dar a volta", "circular", evocando tanto o deslocamento físico quanto simbólico pelo patrimônio material e imaterial que forma a diversidade cultural sergipana. O projeto busca fortalecer a conexão entre juventudes, comunidades tradicionais, pesquisadores e fazedores de cultura popular por meio de roteiros formativos e ações colaborativas. Objetivos GeraisPromover o contato direto com o patrimônio cultural e ambiental sergipanoValorizar práticas culturais tradicionais e comunidades guardiãs de saberes ancestraisEstimular a produção de conteúdos educativos e autorais sobre o patrimônio localFortalecer vínculos entre comunidades, juventudes e instituições culturaisAmpliar o repertório cultural e a consciência crítica dos participantes Eixos Temáticos TransversaisEducação PatrimonialIdentidade e PertencimentoSustentabilidade e EcologiaGênero e JuventudeEconomia Criativa e Turismo ComunitárioMemória e Narrativas Orais JaneiroRoteiro 1: "Asas da Serra – Natureza e Reencantamento"Data: 10/01/2026Locais: Parque dos Falcões, Base do IBAMA, Poço das Moças, CaldeirãoObjetivo:Promover a educação ambiental e o contato com os ecossistemas da caatinga e mata atlântica sergipana, por meio da visita a áreas de preservação e centros de reabilitação da fauna silvestre.Justificativa:O Parque Nacional da Serra de Itabaiana é um dos mais importantes biomas de transição de Sergipe. O Parque dos Falcões, único na América Latina, desenvolve um trabalho pioneiro de preservação de aves de rapina, que permite ao visitante uma reconexão simbólica com a fauna ameaçada. A visita é um exercício de escuta ecológica e valorização da vida.Contrapartida Social:Oficina de educação ambiental e criação de um guia ecológico ilustrado produzido pelos participantes para distribuição em escolas públicas. Roteiro 2: "Águas de Memória – Povos do Baixo São Francisco"Data: 24/01/2026Locais: Propriá, Telha, Amparo, Canhoba, Nossa Senhora de LourdesObjetivo:Explorar os elementos da cultura ribeirinha, a herança quilombola e a relação vital entre o povo e o rio São Francisco.Justificativa:O Baixo São Francisco é território de ancestralidade e resistência. A presença de quilombos, comunidades tradicionais e expressões religiosas singulares tornam esse território um espelho das múltiplas identidades sergipanas. A vivência também permite refletir sobre os impactos socioambientais na região e o papel do rio como vetor cultural.Contrapartida Social:Produção de vídeo colaborativo e entrega de registros fotográficos para centros culturais, associações e escolas da região. FevereiroRoteiro: "Frevo que Voa – Neópolis e o Carnaval do Interior"Data: 07/02/2026Locais: Praça da Matriz, Orlinha, Zé Pereira, Rio São FranciscoObjetivo:Valorizar o frevo sergipano e o carnaval tradicional de rua como expressões da cultura popular viva.Justificativa:Neópolis é conhecida como a “capital sergipana do frevo” por preservar a musicalidade e estética dos antigos carnavais de interior. A experiência permite compreender o carnaval como espaço de pertencimento, alegria e resistência.Contrapartida Social:Roda de conversa com mestres do frevo e oficina de percussão para jovens da cidade. MarçoRoteiro: "Cidade Viva – Arquiteturas de Aracaju"Data: 14/03/2026Parcerias: CREA-SE, CRAU, IAB-SELocais: Centro histórico, museus, avenidas, conjuntos habitacionaisObjetivo:Compreender a evolução urbana, histórica e estética de Aracaju em seus 171 anos.Justificativa:Aracaju é uma capital planejada, cujo traçado urbano e arquitetura refletem transformações políticas, sociais e econômicas. A vivência propõe uma leitura crítica da paisagem urbana e dos processos de patrimonialização.Contrapartida Social:Criação de catálogo digital com roteiros arquitetônicos temáticos para circulação gratuita. MaioRoteiro: "Vozes do Sertão – Memória, Cantoria e Tradição"Data: 09/05/2026Locais: Porto da Folha, Mucambo, CaiçaraObjetivo:Valorizar os saberes orais e os modos de vida sertanejos em territórios tradicionais.Justificativa:Porto da Folha abriga expressões como o reisado, os benditos e as romarias, marcando sua identidade sertaneja. A presença de mestres populares mantém viva uma pedagogia do afeto e da resistência.Contrapartida Social:Registro oral das histórias dos mestres locais e entrega de um minidocumentário às comunidades. JunhoRoteiro: "Fé, Pólvora e Paixão – O Junho Estanciano"Data: 13/06/2026Locais: Centro histórico, Barco de Fogo, fábricas de licor e bombasObjetivo:Imergir nas manifestações juninas como expressões de identidade e criatividade popular.Justificativa:Estância é sinônimo de cultura junina: do Barco de Fogo ao samba de coco, passando pelas fábricas artesanais de fogos. O festejo é também uma afirmação da autonomia criativa de seus moradores.Contrapartida Social:Documentário sobre os mestres do fogo com entrevistas, bastidores e trilha original. AgostoRoteiro: "Negras Memórias – Laranjeiras Ancestral"Data: 15/08/2026Locais: Mussuca, Museu Afro-Brasileiro, terreirosObjetivo:Reconhecer e valorizar o legado africano na formação de Laranjeiras.Justificativa:Laranjeiras é um território de referência na cultura afro-brasileira, com presença de maracatus, terreiros e grupos tradicionais. A cidade pulsa ancestralidade e resistência negra.Contrapartida Social:“Arrudiarzinho” com crianças da Mussuca, com atividades sobre identidade, oralidade e cultura negra. OutubroRoteiro: "Sabores e Sons de São Cristóvão"Data: 10/10/2026Locais: Queijadinha, Ilha Grande, Samba de CocoObjetivo:Explorar os elementos da cultura alimentar, religiosa e musical da antiga capital sergipana.Justificativa:São Cristóvão preserva práticas seculares como a produção da queijada e o samba de coco. A visita propicia uma experiência sensorial que une paladar, escuta e fé.Contrapartida Social:Podcast educativo com depoimentos e trilha sonora original gravada com os grupos locais. NovembroRoteiro: "Fios da Fé – Mulheres, Devoção e Renda"Data: 07/11/2026Locais: Santa Rosa de Lima, Riachuelo, Divina PastoraObjetivo:Valorizar as expressões de fé e a tradição da renda irlandesa como patrimônio imaterial.Justificativa:O ciclo da Rota da Fé une religiosidade, arte têxtil e protagonismo feminino. A renda irlandesa é uma prática passada entre gerações, cuja preservação fortalece a autonomia cultural e econômica.Contrapartida Social:Criação de exposição itinerante com as peças, fotos e vídeos do processo de confecção.

Objetivos

Objetivo GeralAssegurar o funcionamento pleno e contínuo do Museu da Gente Sergipana, por meio da manutenção da infraestrutura, contratação de equipe e realização de ações educativas, culturais e de preservação do patrimônio sergipano, garantindo o acesso da população à cultura, à memória e à diversidade artística local, com foco na democratização, acessibilidade e valorização da identidade cultural de Sergipe. ✅ Objetivos EspecíficosProduto: Plano Anual de Atividades do Museu Garantir a manutenção da instituição, com o custeio de serviços essenciais como água, energia elétrica, funcionamento do elevador acessível, contratação de estagiários, segurança 24h, serviços de limpeza, transporte institucional e manutenção predial e de sistemas (como ar-condicionado).Produto: Curso / Oficina / Capacitação Realizar oficinas educativas, rodas de conversa, esquetes teatrais, jogos, curtas-metragens e outras atividades formativas ao longo do ano, totalizando pelo menos 10 oficinas, voltadas à valorização da cultura sergipana e à formação de público.Produto: Curso / Oficina / Capacitação _ Projeto "Arrudiar" Executar no mínimo 10 edições do projeto educativo "Arrudiar", com expedições culturais em diversos territórios de Sergipe, promovendo vivências com foco na salvaguarda do patrimônio imaterial, a partir de caminhadas, oficinas e encontros comunitários.Produto: Espetáculos de Artes Cênicas Realizar 10 espetáculos teatrais, prioritariamente voltados ao público infantil, selecionados por edital, com acesso gratuito e mediações inclusivas.Produto: Exposições Culturais / de Artes Realizar 10 exposições artísticas ou culturais ao longo do ano, selecionadas via edital público, com mediação e recursos de acessibilidade.Produto: Preservação / Restauração de Acervo Audiovisual Realizar a digitalização e preservação de acervo audiovisual em formato super8, como parte do processo de salvaguarda da memória audiovisual sergipana.Produto: Festival / Mostra _ Audiovisual Realizar 10 sessões audiovisuais mediadas, com exibição de obras sergipanas e nacionais, selecionadas por edital, em espaço com acessibilidade plena.Produto: Contrapartidas Sociais _ Curso / Oficina / Capacitação:Ainda que projetos que contenham ações formativas ou programas educativos gratuitos não sejam obrigados a dar contrapartida social, nós já prevemos duas oficinas: Realizar duas oficinas com a temática "acessibilidade e Libras", como contrapartida social:1 oficina para crianças (2h)1 oficina para adultos (4h), gratuitas e abertas ao público. Garantir ações inclusivas e acessíveis ao público em situação de vulnerabilidade e às pessoas com deficiência.

Justificativa

O Museu da Gente Sergipana, localizado em Aracaju (SE), é uma das mais relevantes instituições culturais do Nordeste brasileiro, voltado à valorização da identidade sergipana por meio da preservação, difusão e salvaguarda do patrimônio cultural material e imaterial. É um espaço interativo e multimídia que alia inovação tecnológica à valorização das tradições, cumprindo de forma exemplar os princípios e objetivos estabelecidos na Lei Federal nº 8.313/91 (Lei de Incentivo à Cultura).O projeto apresentado alinha-se especialmente aos incisos I, II, III, IV, V, VI e VIII do Artigo 1º da referida lei, contribuindo para:o livre acesso às fontes da cultura e pleno exercício dos direitos culturais;a valorização de conteúdos e recursos humanos locais;a proteção e difusão das expressões culturais brasileiras;a salvaguarda dos modos de criar, fazer e viver da sociedade;a preservação dos bens culturais e históricos;o estímulo à produção e difusão de bens culturais de valor universal.Além disso, o projeto cumpre o disposto no Art. 3º, incisos II, III, IV e V, particularmente nas alíneas que tratam da manutenção e ampliação de museus e acervos, da proteção ao patrimônio edificado, das tradições populares e do fomento à fruição cultural gratuita.Atualmente, o MGS recebe cerca de 500 visitantes por dia, com picos de até 850 pessoas em períodos festivos, número expressivo considerando que Sergipe é o menor estado do Brasil. O público é amplo e diverso, formado por estudantes da rede pública e privada, turistas, pesquisadores, idosos, grupos de terceira idade, visitantes espontâneos e instituições sociais como CRAS e organizações comunitárias.O museu abriga nove instalações interativas, duas salas para exposições temporárias, auditório para 100 pessoas, átrio, espaço externo para eventos culturais, loja, café e estacionamento com 80 vagas. A instituição já realizou dezenas de exposições temporárias e abriga um valioso acervo, biblioteca e arquivos.Situado no prédio histórico do antigo Colégio Atheneuzinho, tombado pelo patrimônio estadual (Decreto nº 6.820/1985), o MGS é exemplo de preservação arquitetônica e adaptação museológica. Sua temática abrange elementos centrais da cultura sergipana: tradições populares, folclore, culinária, religiosidade, literatura oral, biodiversidade, música, entre outros.Em articulação com o Largo da Gente Sergipana _ conjunto escultórico que homenageia manifestações culturais sergipanas _, o museu se insere no circuito turístico-cultural de Aracaju e fortalece o setor criativo local. O MGS também desenvolve o projeto Arrudiar, iniciativa que promove excursões culturais guiadas a territórios com relevância histórica e simbólica em Sergipe. Essa ação fortalece a articulação entre o museu e as comunidades do interior do estado, promovendo o intercâmbio de saberes e a valorização da memória coletiva.A entrada no museu e nas atividades educativas é gratuita. Está em estudo, para 2026, a implantação de cobrança simbólica de ingresso apenas para turistas, mantendo a gratuidade irrestrita para residentes em Sergipe.Historicamente aprovado na Lei de Incentivo à Cultura, o projeto do Museu da Gente Sergipana tem garantido a continuidade e excelência de suas ações graças ao patrocínio de empresas socialmente responsáveis. A continuidade desse apoio é imprescindível para que o MGS siga promovendo cultura com inovação, inclusão e qualidade.

Estratégia de execução

O Museu da Gente Sergipana é reconhecido como referência em inovação museológica no Brasil, sendo o primeiro museu totalmente interativo do Nordeste. Seu modelo de gestão pública não estatal, por meio do Instituto Banese, garante agilidade na execução de parcerias e projetos culturais, ampliando sua capacidade de impacto.Destaca-se ainda a atuação permanente em acessibilidade e inclusão, com uma coordenação exclusiva para o tema, presença de profissionais surdos na equipe e adoção contínua de recursos como Libras, audiodescrição, elementos táteis e conteúdos multilíngues. Além disso, o museu mantém ações de formação continuada da equipe, escuta ativa das comunidades e estímulo à produção artística local por meio de editais públicos, garantindo transparência, descentralização e diversidade de propostas.Por fim, a proposta apresenta viabilidade técnica e institucional, contando com estrutura física consolidada, equipe qualificada e histórico de gestão eficiente, o que assegura a execução das atividades dentro dos prazos e padrões de qualidade exigidos.______________________________________________Informações relevantes: 1. Nós somos proponentes de dois planos bianuais, mas trata-se de projetos totalmente diferentes, tanto em localização, quanto em objeto: Um é o Plano do Museu da Gente, localizado no Centro de Aracaju e outro é a Orquestra Jovem de Sergipe, projeto na períferia de Aracaju. As equipes remuneradas são totalmente distintas. 2. Toda equipe administrativa e de coordenação não é remunerada pelo projeto e sim por recursos próprios. O recurso pelo projeto é voltado para contratação dos serviços de manutenção, funcionamento, atividades culturais e estagiários.

Especificação técnica

Plano Museológico em anexo, COMO "Informações Adicionais".

Acessibilidade

ACESSIBILIDADEPRODUTO: PLANO ANUAL DO MUSEUAcessibilidade Física: O Museu da Gente Sergipana atende plenamente à legislação brasileira de acessibilidade para pessoas idosas, com deficiência motora, auditiva e visual. As instalações incluem:Elevadores adaptados para PCDsRampas de acesso e circulação horizontal/vertical facilitadaBanheiros acessíveis com uso independenteSinalização tátil no piso e paredesMobiliário e equipamentos adequados ao público com deficiência Item na planilha: Não há necessidade de novos investimentos em acessibilidade física – estrutura já existente.Acessibilidade de Conteúdo:Deficientes Visuais: Educador com formação em audiodescrição acompanha mediações e oficinas. Item na planilha: EstagiáriosDeficientes Auditivos: Educador com formação em Libras integra a equipe. Item na planilha: EstagiáriosEstrangeiros: Educadores com formação em inglês e espanhol realizam atendimentos bilíngues. Item na planilha: EstagiáriosAcessibilidade Atitudinal: Toda a equipe (funcionários e estagiários) recebe formação para atendimento humanizado e inclusivo. Cumprimos a legislação quanto ao atendimento prioritário de pessoas com TEA, inclusive em filas e eventos.PRODUTO: CONTRAPARTIDA SOCIALAcessibilidade Física: As oficinas acontecerão no Museu da Gente Sergipana, estrutura já adaptada com:Elevadores, rampas e banheiros acessíveisCirculação adequada a pessoas com deficiência Item na planilha: Não há necessidade de adaptação – estrutura existente.Acessibilidade de Conteúdo: Será contratada uma educadora especializada para ministrar oficina de Comunicação Acessível, com foco em Libras, audiodescrição e linguagem inclusiva. Item na planilha: Oficineiro PRODUTO: CURSO / OFICINA / ESTÁGIOAcessibilidade Física: Toda a programação ocorrerá no espaço do museu, com infraestrutura já adaptada conforme as normas brasileiras de acessibilidade.Acessibilidade de Conteúdo:Deficientes Visuais: Educador com formação em audiodescrição acompanha as atividades. Item na planilha: EstagiáriosDeficientes Auditivos: Educador com formação em Libras acompanha oficinas e mediações. Item na planilha: EstagiáriosEstrangeiros: Atendimento bilíngue com educadores formados em inglês e espanhol. Item na planilha: EstagiáriosAcessibilidade Atitudinal: Capacitação permanente da equipe em atendimento a públicos diversos, com ênfase em respeito, escuta ativa e acolhimento. Atendimento prioritário garantido para pessoas com TEA, conforme a legislação.PRODUTO: ESPETÁCULOS DE ARTES CÊNICASAcessibilidade Física: As apresentações ocorrerão no auditório do Museu da Gente Sergipana, que possui infraestrutura adaptada com:Elevadores acessíveisRampas de acessoBanheiros adaptadosEspaço reservado para cadeirantes e pessoas com mobilidade reduzida Item na planilha: Não há necessidade de investimento em acessibilidade física – estrutura já existente.Acessibilidade de Conteúdo:Deficientes Auditivos: Todas as apresentações contarão a presença do nosso intérprete de Libras.Deficientes Visuais: As apresentações serão acompanhadas da nossa profissional especialista em acessibilidade. Item na planilha: Educador com formação em audiodescriçãoAcessibilidade Atitudinal: A equipe técnica será orientada para acolhimento respeitoso e inclusivo de públicos diversos, garantindo atendimento prioritário a pessoas com TEA. PRODUTO: EXPOSIÇÕES CULTURAIS / DE ARTESAcessibilidade Física: As exposições serão realizadas em áreas acessíveis do museu, com:Piso tátil nas áreas de circulaçãoRampas e elevadores para acesso aos andaresBanheiros acessíveis Item na planilha: Estrutura existente – sem necessidade de novos investimentos.Acessibilidade de Conteúdo:Deficientes Auditivos: Presença de intérpretes de Libras nas mediações. Item na planilha: Profissional de Libras / EstagiárioDeficientes Visuais: Placas com letras ampliadas e contraste, além de recursos como QR Codes com audiodescrição e materiais táteis (ex. maquete da fachada do museu). Item na planilha: Estagiários e materiaisItem na planilha: Produção de materialAcessibilidade Atitudinal: Formação continuada para mediadores e equipe de apoio para garantir atendimento ético, respeitoso e acessível. PRODUTO: PRESERVAÇÃO / RESTAURAÇÃO DE ACERVO AUDIOVISUALAcessibilidade Física: Processo técnico em espaço acessível do museu. Item na planilha: Estrutura existente.Acessibilidade de Conteúdo: Os filmes digitalizados terão legendas e audiodescrição quando possível, sob orientação da profissional de acessibilidade. Item na planilha: Profissional contratada. PRODUTO: FESTIVAL / MOSTRA – AUDIOVISUALAcessibilidade Física: Exibições realizadas em espaços do museu com total acessibilidade. Item na planilha: Estrutura existente.Acessibilidade de Conteúdo: Sempre que possível, filmes com legendas descritivas ou audiodescrição.NOVOS ITENS PARA SEREM IMPLEMENTADOS COM O RECURSO DE ACESSIBILIDADE Produção de vídeos em Libras;Produção de gravações de audiodescrição dos espaços museais;Reforma do piso tátil da calçada do museu;Implementação de piso tátil dentro do museu;Uma cadeira de rodas motorizada, duas moletas e três bengalas para pessoas com deficiência. Mapas/maquetes táteis do museu (pavimento térreo e superior).Mapa tátil de cada sala do museu;Imagens e obras táteis. Os itens serão viabilizados pela rubrica de custos de acessibilidade.

Democratização do acesso

O Museu da Gente Sergipana tem na essência de seu funcionamento a democratização do acesso cultural, garantindo o livre acesso, a universalização dos serviços culturais para todos os cidadãos e promovendo a educação, vistas ao esforço de proporcionar à população o contato com a sua história, símbolos e cultura. Sua concepção e nascimento banhou-se na democracia, tendo sido desenhado a partir da consulta pública à sociedade sergipana, que ajudou a delinear o espaço museal que representasse a alma de seu povo. Das Medidas de Ampliação de AcessoArt. 47. Em complemento às medidas de democratização de acesso, o proponente deverá prever a adoção de, pelo menos, uma das seguintes medidas de ampliação do acesso:I - doar 10% (dez por cento) dos produtos resultantes da execução do projeto para distribuição gratuita com caráter social ou educativo, além do previsto no art. 46, inciso III, totalizando 20% (vinte por cento);O Museu da Gente Sergipana não comercializa produtos de acesso ao espaço museal: a entrada é totalmente gratuita para a população sergipana, sobretudo para escolas e grupos comunitários. Assim, o acesso gratuito já supera a obrigatoriedade de destinar apenas parte dos produtos, garantindo que o usufruto da proposta cultural seja universalizado.IV - garantir a captação e veiculação de imagens das atividades e de espetáculos por redes públicas de televisão e outros meios de comunicação gratuitos;O Museu já disponibiliza em seu site institucional um tour virtual em 360°, permitindo que qualquer pessoa, em qualquer lugar, acesse a exposição permanente. Além disso, mantém a plataforma “Espia a Gente”, onde todos os conteúdos audiovisuais produzidos pelo Instituto Banese e parceiros são disponibilizados gratuitamente, ampliando o acesso remoto. O Museu também estimula a veiculação de suas atividades por redes públicas de televisão e comunicação comunitária.V - realizar, gratuitamente, atividades paralelas aos projetos, tais como ensaios abertos, estágios, cursos, treinamentos, palestras, exposições e oficinas;A programação do Museu é marcada por atividades paralelas e gratuitas, como oficinas educativas, palestras temáticas, cursos de formação, exposições temporárias e ações culturais. Essas atividades reforçam o caráter formativo e participativo do espaço, indo além da visitação à exposição permanente.VI - realizar ação cultural voltada para crianças, adolescentes, jovens e seus educadores;A programação do Museu é marcada por atividades paralelas e gratuitas, como oficinas educativas, palestras temáticas, cursos de formação, exposições temporárias e ações culturais. Essas atividades reforçam o caráter formativo e participativo do espaço, indo além da visitação à exposição permanente.

Ficha técnica

EQUIPE DE TRABALHOEzio Déda - Diretor Superintendente. Responsável pela gestão do Museu da Gente Sergipana Gov. Marcelo Déda, no desenvolvimento de projetos realizados pela instituição. É graduado em Arquitetura e Urbanismo pela Universidade Tiradentes (UNIT), pós-graduado em Desenho, Registro e Memória pela Universidade Estadual de Feira de Santana (UEFS). Professor do curso de Arquitetura e Urbanismo da Universidade Tiradentes. Foi um dos responsáveis pelo Projeto Arquitetônico e de Restauro do Prédio do Antigo Atheneuzinho em Aracaju-SE, que sedia o Museu. É membro do Conselho Editorial da Editora do Diário Oficial do Estado de Sergipe. Foi curador de diversas exposições, além de desenvolver projetos museais mesclando linguagens artísticas multidisciplinares e tecnológicas. Fernanda Barros - Diretora de Programas e Projetos.Graduada em Enfermagem pela Universidade Federal de Sergipe (UFS) e pós-graduada em Enfermagem Obstétrica pela Universidade Tiradentes (UNIT). Se especializou em eventos sociais em 2017, trabalhando na área de eventos particulares. Foi docente do curso técnico de Enfermagem do Centro de Estudos São Lucas (2018 – 2023). Em 2023 foi Coordenadora de Produção do Instituto Banese onde, atualmente, está como Diretora de Programas e Projetos.Tiara Camera - Gerente de Projetos e Convênios Especialista em Gestão Cultural pela Universidade Federal da Bahia e graduada em Secretariado Executivo pela UFS. Possui ampla experiência em diversas áreas relacionadas ao campo da cultura, abrangendo desde a produção até o planejamento. Já desempenhou papéis na Secretaria de Estado da Cultura, na Secretaria Municipal de Cultura, e atualmente é responsável pela gerência de projetos e convênios no Instituto Banese. Gislaine Tavares Oliveira ValesCoordenadora de Acessibilidade – Museu da Gente SergipanaGislaine Vales é pedagoga com formação em Letras Libras pela Universidade Federal de Sergipe (UFS) e pós-graduada em Libras pela Universidade Estadual da Bahia (UNEB). Atua há mais de sete anos na promoção da acessibilidade comunicacional, com experiência consolidada como tradutora e intérprete de Libras na UFS e como professora em cursos de Libras em instituições como a Fundat e a própria UFS.Com perfil proativo, criativo e empático, Gislaine já coordenou oficinas, seminários e cursos voltados à formação em Libras, incluindo conteúdos com SignWriting. Sua trajetória com o Museu da Gente Sergipana começou em 2018, como estagiária, e evoluiu para sua atual posição como Coordenadora de Acessibilidade, onde contribui para garantir o acesso inclusivo ao acervo e às programações do museu. Thiago Moura de Mendonça – Gerente de Manutenção e Tecnologia. Atua na coordenação de equipe técnica de T.I, de manutenção e limpeza, responsável pela estrutura tecnológica dos equipamentos e instalações, para o pleno funcionamento do Museu. Graduado em Administração pela Faculdade São Luiz de França, Técnico em informática pelo Banese, capacitado pela empresa 32 bits em manutenção de conteúdos interativos. Desde a inauguração do Museu atua como técnico e a partir de 2018 assumia como Gerente de Manutenção e Tecnologia do Instituto Banese e do Museu da Gente Sergipana Tarcila Olanda - Gerente de Comunicação. É gerente de comunicação do Instituto Banese - Museu da Gente Sergipana, atua na gestão de comunicação e no desenvolvimento de releases, matérias e articulação com a imprensa. Graduada em Comunicação Social/Jornalismo pela Universidade Federal de Sergipe (UFS), especialista em Comunicação e Mídia Digital pela Faculdade de Negócios de Sergipe (Fanese). Atuou como coordenadora de comunicação do Instituto Recriando (2012-2013), e como jornalista na Ascom da Secretaria de Estado da Inclusão, Assistência e do Desenvolvimento Social de Sergipe em 2013. Atuou na assessoria dos Projetos Orquestra Jovem de Sergipe e Japaratuba em Rede: Juventude, Cultura e Cadeias Produtivas, e demais atividades desenvolvidas pelo Instituto Banese / Museu da Gente Sergipana Gov. Marcelo Déda. Eduardo Lucas Santos VieiraFormado pela Universidade Tiradentes – Unit (2016). Atua na Concepção e Desenvolvimento de Projetos Arquitetônicos, Urbanísticos, Ambientação, Cenografia e de Museografia. Foi membro da equipe executiva do novo conceito das Agências do Banco do Estado de Sergipe - Banese, assim como no projeto do Museu dos Povos Acreanos, no estado do Acre, Memorial de Sergipe Profº Jouberto Uchôa (da Unit em Aracaju) e do Centro de Memória Digital de Simão Dias, juntamente com o escritório parceiro Ágora Arquitetos Associados. Eduardo Lucas hoje é Gerente de Programação Cultural e Projetos Expográficos do Instituto Banese e Museu da Gente Sergipana.Karla Jamylle Souza SantosCoordenadora do Museu da Gente Sergipe Gov. Marcelo Déda, Karla Souza é graduada em Arquitetura e Urbanismo pela Faculdade de Administração, Negócios e Saúde de Sergipe (FANESE), graduada em História Licenciatura pela Universidade Federal de Sergipe (UFS), Graduanda em Museologia Bacharelado pelo Centro Universitário Cidade Verde (UniCV). Integrante do Sistema Estadual de Museus de Sergipe -SEM/SE. Enquanto Agente Cultural, que atua a 10 anos, em espaços museais, é responsável pela elaboração e desenvolvendo projetos culturais, ações educativas, exposições de curte de longa duração, oficinas e atividades voltadas para conservação, preservação e salvaguarda do acervo do museu. Pesquisadora com foco na história, cultura e Patrimônio de Sergipe; História e Cultura quilombola em Sergipe; desenvolvimento de atividades educativas para espaços museais; Curadoria e expografia museais; Carlos Weniso Fonsêca VianaFormado em Licenciatura Plena em História pela Universidade Federal de Sergipe (UFS), com C1 (avançado) de fluência em Espanhol. Supervisor responsável pela Capacitação de Educadores do Museu da Gente Sergipana Gov. Marcelo Déda/ Instituto Banese. E atua ainda em projetos de Sustentabilidade promovidos pela instituição. Com amplo conhecimento sobre a história de Sergipe e desenvolve pesquisas na área de Linguística para a elaboração do “Dicionário dos Falares Sergipanos”. Romero Crispim da SilvaM.B.A em Gestão estratégica de pessoas, pela Estácio, Especialista em Gestão de Políticas Públicas, pela Universidade Federal de Sergipe (UFS). Formado em História pela Universidade Tiradentes (UNIT). Funcionário público concursado do Estado de Sergipe na área administrativa, Supervisor da Equipe Educativa no Instituto Banese/Museu da Gente Sergipana. Desenvolve pesquisas na área de História da África e História do Brasil, com foco em Gênero e Raça, Relações Raciais, Politicas de Ações Afirmativas e Memórias. Escritor de Literatura Ficcional com quatro livros publicados.

Providência

Transferência de recursos entre conta captação e conta movimento no valor de R$59.593,04 em 30/04/2026.

2027-12-31
Locais de realização (1)
Aracaju Sergipe