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PRONAC 254288Projeto suspensoMecenato

Histórias Fantásticas - Povos da Floresta

VISUAL FARM PRODUCOES LTDA
Solicitado
R$ 3,73 mi
Aprovado
R$ 3,73 mi
Captado
R$ 85,0 mil
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

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Eficiência de captação

2.3%

Classificação

Área
—
Segmento
Exposição Cultural / Artística
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Exposições de artes visuais, culturais, com museografia ou acervos de museus
Ano
25

Localização e período

UF principal
SP
Município
São Paulo
Início
2025-09-01
Término
2026-08-01
Locais de realização (1)
São Paulo São Paulo

Resumo

O projeto Histótias Fantásticas da Floresta, traz uma exposição que irá reproduzir, através de instalações de arte e tecnologia, encontros de pessoas reais com seres do folclore nacional, preservando e transmitindo para a população a memória e tradição da cultura popular do interior do Brasil. Será realizada no Visualfarm Gymnasium, novo espaço cultural disruptivo da cidade de São Paulo e primeiro laboratório de artes imersivas da América Latina.

Sinopse

O Projeto criará, com intervenções de videomapping, luzes sons e performers, um circuito expositivo cujo tema principal é a mitologia fantástica brasileira.O objetivo é preservar para a posteridade contos de encontros com seres míticos vivenciados por pessoas reais: transformados em histórias e registradas em vídeo e áudio de alta qualidade, utilizando as tecnologias modernas, a experiência recria de forma poética esse universo mitológico em um circuito expositivo.O público poderá percorrer livremente o local circulando entre instalações que trazem contos diversos - entre vídeos de relatos de experiências reais, e outros com criações tecnológicas em cima dos relatos, levando o público à experiência relatada.O circuito pode levar de cerca de 1 hora e 20 minutos. Ao longo da trilha/circuito, serão espalhadas diversas instalações de projeção em suportes cenográficos com vídeos de pessoas reais, moradores de comunidades tradicionais do interior brasileiro, relatando seus encontros com seres sobrenaturais: Saci Pererê, Boitatá, lobisomem, mãe d’água, fantasmas, discos voadores e outros, a definir.Após conhecer um relato verdadeiro, o participante encontrará uma instalação artística que recria de forma poética a experiência do encontro com esse ser narrado. A instalação utilizará projeção mapeada, sons, artistas, luz, laser, leds, cenografia e drones, a serem escolhidas conforme proposta artística.

Objetivos

OBEJTIVO GERAL:Preservar o patrimônio cultural imaterial e transmitir para as gerações atuais e futuras a memória da cultura popular brasileira através do resgate de histórias envolvendo seres encantados do folclore nacional. OBJETIVOS ESPECÍFICOS:- Recriar e preservar histórias sobre seres míticos nacionais e suas interações com pessoas reais.- Coletar depoimentos de pessoas que creem realmente ter vivenciado experiências com seres encantados do Brasil profundo, nas 5 regiões do país (norte, centro oeste, nordeste, sudeste e sul).- Transmitir através da tradição oral de contação de causos as histórias gravadas para a população.- Realizar visitas de grupos de alunos da rede pública e privada de regiões periféricas à exposição na região central da cidade, no Visualfarm Gymnasium.- Produzir uma exposição imersiva na capital paulista que, além de transmitir os depoimentos captados, retrate, através de instalações de arte-tecnologia, os encontros com seres folclóricos, pelo período de 4 meses.- Gerar experiências sensoriais e interativas com o público, de forma a se sentirem dentro das histórias, vivenciando suas próprias experiências com os seres encantados brasileiros.

Justificativa

"Originalmente, essa exposição foi pensada para ser um museu que registrasse e exibisse 'histórias fantásticas' do 'folclore' brasileiro, 'causos' contados por pessoas que passaram pelas experiências de encontro com seres sobrenaturais. Quando fomos para campo conversar e gravar as pessoas que passaram por essas experiências, quase sempre em locais cercados por uma natureza exuberante, nos deparamos com uma realidade muito diferente de um 'causo folclórico. Ficamos surpresos, descrentes e em seguida estarrecidos, que para as pessoas que relatam suas experiências, esses seres podem ser 'sobrenaturais' mas fazem parte da realidade da sua vida da mesma forma que um mapa do metrô faz parte da vida de um habitante da cidade grande.O habitante da cidade grande tem muitas vezes a atitude de sorrir ao pensar na existência do curupira, do saci e principalmente da possibilidade de um ser humano amaldiçoado se transforar em um lobo, o tal do lobisomem. Mas, para muitas pessoas que vivem no meio da natureza, as experiências 'sobrenaturais' fazem parte do seu cotidiano e do seu horizonte de possibilidades.Ao escutar os relatos desses encontros, é inevitável pensarmos: será que os seres encantados 'existem mesmo'? Será que são feitos de átomos como eu e você ou serão feitos de alguma energia que a ciência ainda não é capaz de detectar? Será que são feitos da imaterialidade real do nosso inconsciente? Será que as experiências são apenas 'mentiras' ou ilusões de ótica criadas pela nossa mente ao andar a noite em uma floresta escura, quando podemos nos sentir como presas assustadas por cada barulho desconhecido no meio da folhagem? Nós não somos capazes de provar nenhuma dessas hipóteses, mas acreditamos que a experiência de conhecer essas narrativas e de apreciar instalações de arte e tecnologia inspiradas em ambientes naturais possam ajudar todos os participantes a criarem suas perguntas ou hipóteses, quem sabe até mesmo fazendo seus próprios julgamentos.Para nós, que olhamos nos olhos dos depoentes enquanto escutamos dezenas de horas de depoimentos de tais encontros sobrenaturais pelo Brasil profundo, fica impossível desmerecer as experiências dessas pessoas como mentiras ou invenções. Impressiona como alguns detalhes e características relatados sobre os seres são consistentes nas 5 localidades amazônicas visitadas. Ao mesmo tempo, chama a atenção como esses seres são descritos de forma diferente das quais eu aprendi com minha educação e senso comum da cidade grande. A Curupira é feminina, quase sempre invisível e deve receber oferendas constantes de tabaco e cachaça para que nos deixe em paz na floresta. O Saci nem sempre tem uma perna só. O lobisomem não é a besta feroz, mas uma pessoa amaldiçoada em forma de um cachorro preto gigante com olhos vermelhos e que a noite faz bagunça nos galinheiros e arranha portas pedindo sal para as pessoas. O boto não é um golfinho fofo, mas uma espécie de ser astuto que vampiriza repetidamente as mesmas pessoas, que vão lentamente adoecendo até que desaparecem, como em um filme de terror. A mãe solteira remando em uma canoa de noite com 5 filhos pequenos, fugindo da cobra grande de 20 metros que os perseguia no Tapajós.A realidade dessas experiências parece depender de quem escuta essas narrativas. Os encontros sobrenaturais são muito comuns para as comunidades que vivem no meio da natureza, lugares que muitas vezes já não parecem ter mais esse isolamento da realidade da cidade grande. Os contadores são quase sempre pessoas idosas e tantas vezes quase chorei ao escutar "Pena que fulano faleceu ano retrasado, ele tinha uma ótica história de - saci, curupira, Jurupari, Iara". Nosso museu vai garantir que essas histórias possam ser repassadas para as gerações futuras, quem sabe até um futuro no qual o mistério dos seres encantados seja mais compreendido (e não apenas ignorado) pelas pessoas da cidade grande e pela ciência." - Alexis Anastasiou, idealizador do projeto.Acima de tudo, esse projeto visa enaltecer a riqueza do povo e da cultura popular brasileira, contribuindo para o resgate e preservação da memória, do patrimônio cultural imaterial e da transmissão de conhecimento através das gerações.O projeto propõe também o rompimento de fronteiras entre as linguagens artísticas e suportes tradicionais, permitindo e incentivando o uso da tecnologia na arte. Trata-se de um projeto inovador pois propõe novos formatos de espaços expositivos e novas perspectivas estéticas.O projeto também prevê a descentralização das ações, trazendo estudantes, adolescentes e jovens de outras localidades mais distantes da região central e regiões desfavorecidas da cidade de São Paulo. De acordo com seus objetivos e propostas o projeto atende aos seguintes incisos do Art. 1º da Lei 8313/91:I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais;III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores;IV - proteger as expressões culturais dos grupos formadores da sociedade brasileira e responsáveis pelo pluralismo da cultura nacional;V - salvaguardar a sobrevivência e florescimento dos modos de criar, fazer e viver da sociedade brasileira;VI - preservar os bens materiais e imateriais do patrimônio cultural e histórico brasileiro;VIII - estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória; O projeto atende ao seguinte objetivo do Art. 3º da Lei 8313/91, conforme:IV - estímulo ao conhecimento dos bens e valores culturais, mediante:a) distribuição gratuita e pública de ingressos para espetáculos culturais e artísticos (cotas de ingressos sociais e meia entrada);b) levantamentos, estudos e pesquisas na área da cultura e da arte e de seus vários segmentos; O projeto também contribui com os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS):- ODS 4: Educação de qualidade, na medida em que oferece acesso a conteúdo educativo relacionado à arte e tecnologia no contexto da exposição; - ODS 8 - Trabalho decente e crescimento econômico, por gerar postos de trabalho durante o período de exposição e movimentar a economia local do bairro Campos Elíseos e do centro expandido da cidade de São Paulo.- ODS 10 - Redução das desigualdades, ao promover o direito à cultura e pleno gozo da cidadania, ao proporcionar a democratização do acesso à arte e cultura.

Estratégia de execução

proposta museografica anexa.

Especificação técnica

As necessidades técnicas todas serão entendidas a partir de um grande estudo e mapeamento do espaço expositivo. No orçamento estão previstos aluguéis de equipamentos que entendemos que utilizamos frequentemente em nossas ações, porém, a cada instalação, cada conto trará uma abordagem técnica diferente, levando a um diferente uso de cada espaço do Visualfarm Gymnasium. Ou seja, número de projetores, leds, artistas contratados, trilhas a criar, cenografia - todo o material técnico será levantado em um segundo momento da pré-produção.

Acessibilidade

Para fins de promoção ao acesso de conteúdo do produto cultural principal, nos termos do Art. 42 da Lei n. 13.146/15, nas formas previstas no inciso V do Art. 3º da referida Lei, serão adotadas as seguintes medidas:Comunicação (exposição e contrapartidas): linguagem simples, escrita e oral.Conteúdo (exposição): espaço acessível, libras e legendas.Todas as ações de acessibilidade seguirão as orientações da Associação Brasileira de Normas Técnicas sobre a acessibilidade, e da Convenção Internacional Sobre os Direitos da Pessoa com Deficiência, da Unesco. Dessa forma, a exposição proporciona:- Acessibilidade para pessoas com deficiência motora e cadeirantes - elevador, rampas de acesso e banheiro adaptado.- Acessibilidade para pessoas surdas: conteúdo com legenda descritiva/libras.

Democratização do acesso

Visando garantir o mais amplo acesso da população, o projeto prevê visitas gratuitas, ingressos a preço social e meia entrada.Objetivando a descentralização e garantia da universalização do benefício ao cidadão e a democratização do acesso aos bens culturais, o projeto organizará grupos de escolas da rede pública e privada de regiões das extremidades da cidade para visitar o espaço expositivo Visualfarm Gymnasium no centro expandido.O projeto tem linguagem acessível para atender a um público, abrangendo todas as camadas sociais e níveis de instrução, além de ser adequado a adolescentes, jovens, adultos e idosos de todas os gêneros e etnias.O projeto propõe disponibilizar online conteúdo editado em plataformas gratuitas para disseminar ainda mais a arte, cultura e memória nacional. Em atendimento ao disposto no Artigo 28 da IN de 2025 do Ministério da Cidadania, adotaremos as seguintes medidas para os produtos culturais: Artigo 28Produtos Exposição e Contrapartidas Sociais:IV - disponibilizar, na Internet, registros audiovisuais dos espetáculos, das exposições, das atividades de ensino, e de outros eventos referente ao produto principal; (a experiência da exposição será editada em vídeos disponibilizados no canal do proponente no Youtube para acesso gratuito, com opção para audiodescrição e libras/legenda descritiva).VI - realizar, gratuitamente, atividades paralelas aos projetos, tais como ensaios abertos, estágios, cursos, treinamentos, palestras, exposições, mostras e oficinas; (serão oferecidas atividades educativas para crianças e adolescentes, para aprofundamento na temática da exposição em visitas organizadas com alunos da rede pública e privada de ensino das regiões desfavorecidas da cidade de São Paulo).VII - realizar ação cultural voltada ao público infantil ou infantojuvenil; A Democratização de Acesso será realizada de forma aberta e inclusiva, assegurando que a exposição seja acessível a diversos públicos. Para alcançar esse objetivo, adotaremos várias estratégias:Distribuição de ingressos sociais e meia entrada.Parcerias com Escolas: Estabeleceremos parcerias com escolas e ONGs/OSCs locais para possibilitar visitas educacionais, promovendo o aprendizado por meio da cultura e da história.Ações de Mídia Social: Utilizaremos amplamente as redes sociais e plataformas online para divulgar o evento, alcançando um público mais amplo e engajado.Acessibilidade Garantida: Para garantir que a exposição seja acessível a todos, serão fornecidos recursos de acessibilidade, tradução em Libras, tornando-a inclusiva para pessoas surdas ou com deficiência auditiva.O Local também é acessível para cadeirantes e pessoas com mobilidade reduzida.Dessa forma, buscamos democratizar o acesso à cultura, tornando-a aberta e inclusiva para toda a comunidade, promovendo assim o engajamento e a participação ativa do público. Além das medidas acima mencionadas: descentralização, gratuidade, abrangência de público e distribuição de conteúdo online em plataformas gratuitas; o projeto prevê:- Ampla divulgação nas redes sociais e busca ativa de parcerias para veiculação em mídias digitais, rádio, tv e impresso.- Os relatos orais tornam o projeto acessível para pessoas cegas e deficientes visuais, além de a exposição imersiva prever instalações sensoriais e com diversos sons que retratam as causos contados.

Ficha técnica

DIREÇÃO ARTÍSTICA: Alexis Anastasiou - PROPONENTE, RESPONSÁVEL TÉCNICO E ARTÍSTICO.DIREÇÃO GERAL: Joel BorgesCOORDENAÇÃO DE PRODUÇÃO: Thales Vitorino ALEXIS ANASTASIOU - PROPONENTEAlexis Evangelos Anastasiou é um renomado VJ e pioneiro na arte do vídeo mapping no Brasil. Desde a década de 90, ele tem sido responsável por projetar imagens em suportes que vão além das telas convencionais, alcançando edificações e montanhas com projeções de grande impacto visual. Em 2004, fundou a Visualfarm, uma empresa líder em produção de eventos, espetáculos e festivais, que há quase duas décadas tem deixado sua marca no Brasil e no mundo. Entre seus protagonistas estão a primeira exibição de projeção mapeada no Brasil, no Teatro Municipal de São Paulo em 2008, e a icônica projeção mapeada do Cristo Redentor no Rio de Janeiro, conhecida como o "Abraço do Cristo", que recebeu prêmios no festival de Cannes, Clio Festival e New York Festival em 2011. Além disso, Alexis idealizou e produziu o Festival Vídeo Guerrilha, envolvendo a Rua Augusta em São Paulo em uma galeria a céu aberto, e também levou o festival para Campinas e Angola. Com sua vasta experiência, ele ministrou cursos e palestras em instituições renomadas ao redor do mundo, e sua empresa Visualfarm coordenou eventos de grande porte, como a abertura dos Jogos Militares, inaugurações de estádios e abertura da GAME XP. Seu trabalho inovador e impactante no campo do vídeo mapping rendeu-lhe vários prêmios, incluindo o Prêmio Media Architecture Biennal pelo Festival Chave do Centro em 2018. Como Diretor Artístico/Curador atuará na concepção do projeto como um todo, no conceito artístico que será adotado, na disposição dos elementos dentro da exposição e na curadoria dos artistas, seus serviços são necessários desde a pré-produção devido seu caráter criativo, de composição do projeto, e ele fica até o final do festival verificando que as obras sejam exibidas conforme a proposta do projeto, além de, neste olhar, preparar e vislumbrar a continuidade do projeto, tendo em vista quais as possíveis melhores propostas para um evento no ano seguinte. É um trabalho perene.O proponente é o responsável técnico e artístico do projeto. JOEL BORGESJoel Borges é gestor cultural com mais de 20 anos de experiência em concepção, direção e implementação de projetos culturais no Brasil e no exterior. Atuou como Diretor de Projetos da Casa das Caldeiras (SP), liderando a transformação do espaço em um centro cultural de referência, com programas de residência artística, ações de impacto social e cooperação internacional. Tem sólida trajetória na gestão de grandes programas culturais multianuais, articulação institucional, captação de recursos (incluindo Leis de Incentivo), parcerias internacionais e desenvolvimento de projetos que cruzam arte, território e patrimônio. Atualmente, dirige a Intertwine Network, iniciativa de cooperação cultural entre países do Sul Global. Fluente em português, francês e inglês, traz visão estratégica e ampla capacidade de articulação para projetos culturais de grande porte.THALES VITORINOJosé Thales Vitorino Pereira possui 16 anos de experiência na Produção de Eventos, destacando-se pela habilidade no planejamento e organização de projetos de grande porte, shows, ações promocionais, eventos esportivos, desfiles, convenções e feiras. Sua expertise inclui pesquisa de fornecedores, negociação de custos e condições, elaboração de planilhas de custos e controle de faturamento. Além disso, é responsável pelo recrutamento, treinamento e coordenação de equipes, bem como pelo acompanhamento da criação e produção de peças de merchandising. José Thales também tem experiência em gerenciamento de pontos de vendas e equipe, compilando material fotográfico e controlando autorizações de uso de imagem. Seu perfil profissional destaca-se pela capacidade de lidar com clientes, patrocinadores, artistas e diretores.

Providência

Projeto paralisado porque o proponente está INADIMPLENTE junto ao Ministério da Cultura.