Metis
metis
Inteligência cultural
Início
  • Meus projetos
  • Nova análiseAI
  • Prestação contas
  • Alertas
  • Favoritos
  • Chat IAAI
  • Insights IAAI
  • Newsletter
  • Relatórios
  • Oportunidades🔥
  • Projetos
  • Proponentes
  • Incentivadores
  • Fornecedores
  • Segmentos
  • Locais
  • Mapa Brasil
  • Estatísticas
  • Comparativos
  • Visão geral
  • Comparar
  • PNAB (Aldir Blanc)
  • Lei Paulo Gustavo
  • Cultura Afro
  • Bolsas
  • Minha conta
  • Filtros salvos
  • Configurações
Voltar📄 Gerar Relatório Completo
PRONAC 254292Autorizada a captação total dos recursosMecenato

Circulando Memórias

AGENCIA DE INICIATIVAS CIDADAS
Solicitado
R$ 1,14 mi
Aprovado
R$ 1,14 mi
Captado
R$ 0,00
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

Nenhum incentivador/fornecedor cadastrado localmente. Click "Carregar via SALIC" para buscar da API ao vivo.

Eficiência de captação

0.0%

Classificação

Área
—
Segmento
Exposição Cultural / Artística
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Exposições de artes visuais, culturais, com museografia ou acervos de museus
Ano
25

Localização e período

UF principal
MG
Município
Belo Horizonte
Início
2026-03-01
Término
2029-02-28
Locais de realização (4)
Barão de Cocais Minas GeraisBelo Horizonte Minas GeraisIpatinga Minas GeraisTumiritinga Minas Gerais

Resumo

O projeto Circulando Memórias propõe a realização de uma exposição itinerante em municípios mineiros atravessados pelo trecho ferroviário Vitória-Minas, retratando como a ferrovia transformou a vida cultural dos territórios, influenciando os festejos, as expressões culturais e as narrativas locais, e acarretando processos sociais importantes para as comunidades e suas memórias. O conteúdo da expografia, composta por fotografias, vídeos e textos de apresentação/contextualização, será desenvolvido a partir de pesquisa histórico-documental e entrevistas com moradores, pesquisadores e ferroviários aposentados. A inauguração da exposição, em cada cidade contemplada, será no formato de um festival na praça, de modo a alcançar toda a comunidade. O material da exposição será disponibilizado em plataforma digital e difundido em estações do trecho Vitória-Minas, via posteres com QRCode e vídeos no trem com informações da exposição, ampliando o acesso às histórias e aos patrimônios locais.

Sinopse

Produto EXPOSIÇÃO DE ARTES: - A exposição itinerante será composta por fotografias, pílulas de vídeo e conteúdos textuais que evidenciam a riqueza das expressões culturais e das memórias comunitárias das localidades de atuação do projeto. Todo o processo será feito de maneira colaborativa com moradores, artistas e detentores de saberes locais, abordando temas como festas populares, cinemas de rua e modos de vida marcados por transformações históricas, em especial a chegada da ferrovia. - Como parte da exposição, serão produzidas 12 pílulas de vídeo (4 por cidade), com duração de 2 a 7 minutos, contendo depoimentos de moradores, registros de festejos e elementos da cultura local. Todos os vídeos contarão com recursos de acessibilidade: legendas, tradução em libras e audiodescrição. - Os conteúdos da exposição também estarão disponíveis em plataforma digital, onde o público poderá acessar todos os materiais da exposição, vídeos, fotos e textos de apresentação, de forma livre e gratuita. Como estratégia de divulgação, serão impressos 60 pôsteres com QRCode para acesso à exposição digital, que serão colocados nas 30 estações do trecho ferroviário Vitória-Minas Indicação de classificação etária: Livre, nos termos previstos no Guia Prático – 2012 da Secretaria Nacional de Justiça/MJ.

Objetivos

OBJETIVO GERALRealizar uma exposição itinerante em municípios mineiros - Barão de Cocais, Ipatinga e Tumiritinga - atravessados pelo trecho ferroviário Vitória-Minas, a partir de pesquisa histórica e documental, bem como entrevistas realizadas junto a moradores, pesquisadores e ferroviários aposentados dessas localidades, retratando como a ferrovia transformou a vida cultural dos territórios, influenciando os festejos, as expressões culturais e as narrativas locais, e acarretando processos sociais importantes para as comunidades e suas memórias. OBJETIVOS ESPECÍFICOSProduto EXPOSIÇÃO DE ARTES:- Criar 1 expografia completa, de caráter itinerante, composta de fotografias, vídeos curtos e textos de apresentação/contextualização produzidos junto a moradores, pesquisadores e ferroviários aposentados dos municípios de Barão de Cocais, Ipatinga e Tumiritinga. A inauguração em cada cidade será no formato de um festival na praça, de modo a alcançar toda a comunidade. Após a inauguração, a exposição permanecerá aberta por pelo menos 1 semana em cada cidade, podendo se estender a depender de articulações e outras parcerias. A estimativa de público é de 150 pessoas por cidade, sendo 450 pessoas no total. - Produzir 12 pílulas de vídeo (4 por cidade), a partir das narrativas e imagens mapeadas por meio da pesquisa histórica e documental com os moradores, pesquisadores e ferroviários aposentados dos municípios de Barão de Cocais, Ipatinga e Tumiritinga. Os vídeos terão versões acessíveis em libras, audiodescrição e legendas. A estimativa é de 216 acessos para cada vídeo, logo, de 2.592 acessos no total. - Criar um site com os conteúdos textuais, videográficos e fotográficos da exposição. Como estratégia de divulgação, serão impressos 60 pôsteres com QRCode para acesso à exposição digital, que serão colocados nas 30 estações do trecho ferroviário Vitória-Minas. A estimativa é de 750 acessos ao site.

Justificativa

A chegada da ferrovia em Minas Gerais provocou profundas transformações nos territórios por onde passou, impactando os modos de vida, a organização do espaço e, de maneira decisiva, a vida cultural das comunidades. A circulação do trem não trouxe apenas cargas e passageiros: com ele chegaram o telégrafo, que revolucionou a comunicação entre os municípios; a fotografia e o cinema, que inauguraram novas formas de ver e narrar o mundo; e grandes instrumentos musicais, como o piano, que passaram a alcançar até mesmo as regiões mais remotas. Ao facilitar o trânsito de pessoas entre municípios, a ferrovia fortaleceu redes de sociabilidade e deu novo fôlego às festas religiosas e manifestações populares. O fluxo gerado pelas linhas férreas possibilitou que multidões participassem dos carnavais urbanos, das festas do Rosário e do Bonfim, criando um intercâmbio festivo entre localidades vizinhas. Nas cidades contempladas neste projeto, a presença do trem foi decisiva para o surgimento de cinemas de rua, a circulação de artistas populares, o comércio de discos, partituras e figurinos, e a propagação de práticas culturais que ajudaram a consolidar repertórios identitários locais. É nesse contexto que se insere o projeto Circulando Memórias, cujo objetivo é registrar, valorizar e difundir as expressões culturais e as memórias das comunidades que compõem a paisagem regional de Minas, a partir da escuta atenta de moradores antigos, artistas populares, ferroviários aposentados e detentores de saberes tradicionais em três municípios específicos. Mais do que contar a história da ferrovia, o projeto se propõe a mostrar como ela reverberou nos territórios, nas festas, nos cinemas, nos encontros, nas formas de convivência e nos sentidos atribuídos à cultura local. A exposição itinerante reunirá fotografias, vídeos curtos com depoimentos e registros das comunidades, além de textos de apresentação/contextualização, revelando os modos como os sujeitos locais percebem e narram sua própria história. Trata-se de promover a salvaguarda de memórias muitas vezes invisibilizadas pelos relatos oficiais, evidenciando a força das populações envolvidas na contínua construção e reinvenção de seus modos de vida, de suas redes de partilha e de suas manifestações simbólicas. A proposta ainda contribui diretamente para o reconhecimento e a difusão do patrimônio cultural imaterial do país, alinhando-se à missão do Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (IPHAN) e às diretrizes da Lei nº 11.483/2007, no que se refere à preservação da memória ferroviária por meio da organização de acervos e do registro de práticas e saberes. Também se articula com os princípios da educação patrimonial e da construção coletiva da memória social, estimulando a escuta, a participação e o protagonismo dos sujeitos locais. A realização da exposição em formato itinerante e acessível, com circulação por praças e/ou espaços públicos e difusão digital, amplia o alcance do projeto e contribui para a democratização do acesso à cultura e à memória. Nesse sentido, o apoio da Lei Federal de Incentivo à Cultura torna-se essencial para viabilizar financeiramente a produção, o registro e a difusão nos territórios contemplados. Diante do contexto e da relevância descrita acima para a cultura brasileira, destacamos que a proposta apresentada está em acordo com as diretrizes da Lei nº 8.313/1991 (PRONAC/Lei Federal de Incentivo à Cultura), atendendo especificamente às seguintes finalidades e objetivos dispostos na Lei nº 8.313/1991: Incisos e alíneas do artigo 1º: I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; V - salvaguardar a sobrevivência e o florescimento dos modos de criar, fazer e viver da sociedade brasileira; VIII - estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória. Incisos e alíneas do artigo 3º: II - fomento à produção cultural e artística, mediante: c) realização de exposições, festivais de arte, espetáculos de artes cênicas, de música e de folclore.

Estratégia de execução

Conforme esclarecido em solicitação de desarquivamento, esta proposta, apesar de contribuir para o registro, a preservação, a valorização e a disseminação das memórias assim como nosso projeto PRONAC 242255, tratam-se de memórias locais distintas, de territórios pertencentes, inclusive a unidades federativas diferentes, uma vez que as memórias registradas e expografias criadas no âmbito do PRONAC 242255 são dos municípios de Aguaí (São Paulo), Alagoinhas (Bahia) e Sete Lagoas (Minas Gerais), enquanto nesta proposta as memórias que serão registradas para composição de uma exposição única itinerante são dos municípios de Barão de Cocais (Minas Gerais), Tumiritinga (Minas Gerais) e Ipatinga (Minas Gerais). CONTEÚDOS OBRIGATÓRIOS ÀS PROPOSTAS QUE CONTEMPLEM A ÁREA DE ARTES VISUAIS E QUE CONTEMPLEM A REALIZAÇÃO DE EXPOSIÇÕES CULTURAIS/ARTÍSTICAS: a) Currículo dos principais integrantes da ficha técnica para comprovação da atuação cultural; O currículo dos principais integrantes da ficha técnica segue em anexo. b) Projeto expográfico da exposição, documentação indispensável para conclusão da admissibilidade da proposta, com layout, detalhamento e especificações das soluções técnicas de montagem (uso das paredes, forro, laje de cobertura internas e externas, haverá apoio para as estruturas, entre outros). A proposta expográfica segue em anexo. c) Ficha técnica e carta de anuência, com currículo dos curadores e dos artistas, quando for o caso; e O curador será selecionado e contratado na fase de pré-produção do projeto. d) Relatório das obras que serão expostas, quando já definidas. Os conteúdos que comporão o acervo da expografia serão mapeados e/ou produzidos durante a produção do projeto, por isso não é possível apresentar um relatório das obras neste momento. DECLARAÇÃO DE DESTINAÇÃO DE BENS PERMANENTES ADQUIRIDOS COM RECURSOS DO PROJETO CULTURAL A declaração segue em anexo no SALIC junto a proposta. AQUISIÇÃO DE EQUIPAMENTOS E MATERIAIS PERMANENTES Conforme apresentado no projeto, a exposição será aberta à visitação nos espaços apropriados de cada cidade, após o evento de lançamento. Por esse motivo, é fundamental adquirir os equipamentos (como telas, projetores, caixas de som e spots de iluminação) que comporão as exposições, já que a locação desses itens não seria viável para a execução do projeto.

Especificação técnica

Produto EXPOSIÇÃO DE ARTES: Partindo do princípio da construção coletiva da memória social nas localidades envolvidas, a criação da expografia itinerante passará pelas seguintes etapas: Pesquisa preliminar: a fase inicial do projeto envolve uma investigação documental sobre chegada da ferrovia nos municípios contemplados, com ênfase nos seus cruzamentos com as culturas locais e seus diversos elementos, como festas populares, cinemas de rua e espaços culturais. Será realizada uma pesquisa sobre as histórias das comunidades nas localidades contempladas, incluindo entrevistas com moradores, pesquisadores e ferroviários aposentados, para levantar informações sobre como a chegada da ferrovia influenciou a vida cultural local. A pesquisa será apoiada por contatos com entidades locais e órgãos públicos para identificar elementos históricos e culturais relevantes. Coleta de fotografias: a partir das pesquisas e das entrevistas, serão mapeadas e coletadas fotografias em acervos de moradores, arquivos públicos, hemeroteca etc., a fim de contextualizar as narrativas e reunir materiais para a expografia. Produção de vídeos: também a partir das pesquisas e entrevistas, serão produzidos vídeos curtos com depoimentos e narrativas que apresentem elementos significativos das culturas locais e das histórias das cidades, e/ou com registros do processo de criação colaborativa da expografia. Serão 12 pílulas de vídeo, Formato MP4, 1080 pixels, duração de 2 a 7 minutos. Desenho da expografia: seleção dos conteúdos que farão parte da expografia e definição da organização desses conteúdos na expografia itinerante. Nesta etapa serão definidos também os equipamentos multimídia mais adequados ao conteúdo e ao dispositivo itinerante. Produção do conteúdo textual, criação da identidade visual e produção gráfica do conteúdo: edição e produção de todo conteúdo textual e imagético da expografia. Criação do site: o site terá todas as informações e os conteúdos da exposição. Suas páginas serão responsivas, com conteúdo administrável (ex.: pelo Wordpress), possibilitando a edição dinâmica pela equipe da publicação. Instalação e montagem da expografia: a exposição será montada de maneira itinerante, em praças públicas ou espaços parceiros, com duração de uma semana em cada cidade. A montagem prevê instalação de painéis com as fotografias selecionadas e totens com os vídeos produzidos, criando uma experiência ligada ao espaço da cidade e acessível para todos os públicos. Inauguração: em cada município, será realizado um evento de inauguração da exposição, no formato de um festival na praça, com a participação dos moradores, artistas locais e representantes dos poderes públicos.

Acessibilidade

Produto EXPOSIÇÃO DE ARTES: ACESSIBILIDADE ARQUITETÔNICA: a expografia será instalada em espaço acessível. • Item da planilha orçamentária: não se aplica. As medidas de acessibilidade física não implicarão custos financeiros para o projeto, uma vez que as exposições serão instaladas em espaços com condições de acessibilidade verificadas previamente. ACESSIBILIDADE COMUNICACIONAL: - Audiodescrição da expografia disponibilizada via QRCode para o público; - Todos os vídeos contarão com audiodescrição, legendagem e tradução em libras; - As páginas do site contarão com plugins de acessibilidade gratuitos.• Item da planilha orçamentária: Custos de acessibilidade, de comunicação e de divulgação acessíveis. ACESSIBILIDADE DE COMUNICAÇÃO E DIVULGAÇÃO DAS AÇÕES DO PROJETO: Todos os materiais de divulgação vão contar com informações sobre as medidas de acessibilidade das ações a serem executadas. • Item da planilha orçamentária: Custos de acessibilidade, de comunicação e de divulgação acessíveis.

Democratização do acesso

Em consonância com as disposições do art. 46 da IN 23/2025, todas as ações do projeto serão 100% gratuitas e com caráter sociocultural, voltado a toda a comunidade das localidades de atuação do projeto. Ressaltamos ainda que serão respeitadas as limitações quanto aos percentuais que podem ser distribuídos para patrocinadores, assim como para divulgação das ações, conforme plano de distribuição. De modo a ampliar o acesso às ações e produtos do projeto, adotaremos as seguintes medidas do artigo 47 da IN 23/2025: IV - garantir a captação e veiculação de imagens das atividades e de espetáculos por redes públicas de televisão e outros meios de comunicação gratuitos.

Ficha técnica

A Agência de Iniciativas Cidadãs vai ser responsável integral por todo o processo decisório de atividades técnico-financeiras e de gestão, além da articulação das atividades junto ao(s) financiador(es) do projeto. A seguir, de forma resumida apresentamos os currículos das integrantes principais da equipe, os demais serão contratados, assim que iniciada a execução do projeto.Proponente/dirigente: Rafaela Pereira Lima Jornalista, doutora em Comunicação Social e mestre em Ciência da Informação (UFMG). Atua desde anos 90 no desenvolvimento de projetos nos campos da comunicação e da educação, sobretudo no âmbito da AIC - Agência de Iniciativas Cidadãs, da qual é sócia fundadora e presidente (função em exercício). Dos anos 90 ao início dos anos 2000, atuou ainda nas iniciativas cariocas de audiovisual comunitário “TV Pinel” e “Puxando Conversa”. De 2000 a 2013, atuou na docência em Comunicação e Gestão Cultural (como a Pós-graduação em Gestão Cultural EAD – Senac MG). Na AIC, atua na concepção e coordenação de iniciativas de comunicação para a cultura e a cidadania e de audiovisual comunitário, premiadas por instituições como Unesco, Unicef, ONU-Habitat e Secretaria Especial dos Direitos Humanos da Presidência da República. Desde 2013, é colaboradora do Instituto Ayrton Senna, na sistematização de metodologias e materiais formativos relacionados à educação. As atividades da dirigente serão realizadas sem custos para o projeto. Coordenadora do projeto: Raíssa Faria Mestre em Comunicação e Temporalidades na Universidade Federal de Ouro Preto. Bacharel em Comunicação Social - Universidade Federal de Minas Gerais. De abril de 2015 até o momento, vem atuando como prestadora de serviços em atividades desenvolvidas pela AIC – Agência de Iniciativas Cidadãs. Na instituição, atua no gerenciamento e coordenação de projetos socioculturais, no oferecimento de formações em áreas diversas da comunicação, na realização de processos formativos em educomunicação com adolescentes de escolas públicas, na criação de processos de mobilização e memória comunitária e ações de mediação com comunidades, na produção de conteúdo para peças de comunicação institucional e realização de diagnóstico de comunicação colaborativo, e na produção e acompanhamento de plataforma de ensino a distância. Além disso, de outubro a dezembro de 2013, atuou no “Museum: The Texas Collection”, sendo responsável pela criação, produção e edição de vídeos de coleções preservadas no Museu; e de julho de 2012 a julho de 2013, foi estagiária de Comunicação da Assessoria de Comunicação do Programa Polo UFMG no Vale do Jequitinhonha. Trabalho remunerado pelo projeto - rubrica: coordenador do projeto Produtora: Gislaine Gonçalves Dias Pinto Doutora em História Social da Cultura, pelo departamento de Pós-Graduação em História, da Universidade Federal de Minas Gerais. Mestre em História pela mesma Universidade. Atuou como pesquisadora do Instituto Histórico Israelita Mineiro, entre os anos de 2011 e 2014, desenvolvendo pesquisa sobre a memória e a cultura da comunidade judaica de Belo Horizonte, bem como o seu patrimônio material. Fez parte da coordenação da Oficina de Paleografia da UFMG, entre 2013 e 2015 e da coordenação do Núcleo Interdisciplinar em Estudos da Imagem - NINFA/ UFMG, entre 2014 e 2019. Foi membra do conselho editorial da Revista Temporalidades entre 2017 e 2018. Atuou ainda como professora designada na Escola Estadual Pedro II, bem como ministrou cursos e projetos em escolas - de ensino básico - da rede pública e particular de Belo Horizonte. Atualmente, integra a equipe de projetos na área de educação, memória e patrimônio da Agência de Iniciativas Cidadãs. Trabalho remunerado pelo projeto: produtor Assistente de produção: Larissa Roberta Pereira Produtora cultural e educadora. É bacharel em Turismo, com Complementação Pedagógica em Letras-inglês, e com Especialização em Cultura e Educação (Flacso) e Gestão de Projeto (Usp/Esalq). Atuou em diversas instituições do terceiro setor, e tem experiência em atuar em organizações de impacto local, nacional e global. Todas essas experiências com interface no tema educação e/ou cultura. Foi formadora de professores no Programa de Regularização de Fluxo-Telessala, da Fundação Roberto Marinho, e foi idealizadora e gestora do projeto Sankofa, a história que me falta. Atualmente, integra a Agência de Iniciativas Cidadãs, sendo responsável por tarefas de produção e de pesquisa e articulação. Trabalho remunerado pelo projeto – rubrica: assistente de produção.Projeto expográfico: Bruna Silva Arquiteta e urbanista (UFMG), cenógrafa e fotógrafa. Caminha por diversas linguagens, entre arquitetura, arte, filosofia e urbanismo, sempre buscando experiências variadas. Participou da equipe de cenografia do Festival Rock The Mountain (2022), teve projeto contemplado pela Virada Cultural de Belo Horizonte (2019 e 2022), já realizou projeto expográfico para o Inhotim (2021) possui fotografias publicadas na Vogue Italia (2020 e 2021). Com a cenografia, já trabalhou com diversas marcas como Jambruna, Johnny Walker, RedBull, Mikes, ArcelorMittal, TEDx, Hotmart, entre outras.Trabalho remunerado pelo projeto – rubrica: assistente de produção.

Providência

PRORROGAÇÃO APROVADA E PUBLICADA NO DIÁRIO OFICIAL DA UNIÃO.