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PRONAC 254331Autorizada a captação residual dos recursosMecenato

GRUPO DOS DEZ - 15 ANOS DE TEATRO NEGRO (manutenção)

AQUILOMBO ARTES E ENTRETENIMENTO LTDA
Solicitado
R$ 4,18 mi
Aprovado
R$ 4,18 mi
Captado
R$ 1,60 mi
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

Incentivadores (1)
CNPJ/CPFNomeDataValor
33000167000101PETROLEO BRASILEIRO S A PETROBRAS1900-01-01R$ 1,60 mi

Eficiência de captação

38.3%

Classificação

Área
—
Segmento
Teatro Musical (c/ dramaturgia, danças e canções)
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Manutenção de grupos e coletivos artístico-culturais e corpos artístico-culturais estáveis
Ano
25

Localização e período

UF principal
MG
Município
Belo Horizonte
Início
2025-08-11
Término

Resumo

Viabilizar a manutenção das atividades de uma das principais companhias de teatro negro de Minas Gerais, por meio do projeto Grupo dos Dez - 15 anos de Teatro Negro que homenageia 90 anos de João das Neves e prevê a execução de quatro eixos: salvaguarda da memória e acervo da companhia; aquisição de equipamentos com foco na montagem do espetáculo cênico-musical "Afroapocalíptico"; a circulação dos espetáculos "Madame Satã", por 7 cidades em 3 regiões brasileiras e "Dandara para todas as mulheres" em 6 cidades de 3 regiões brasileiras, com realização de rodas de conversa e oficinas; e realização de residência artística "Nos trilhos do Último Carro", que irá subsidiar a montagem do novo espetáculo cênico-musical "A Feira".

Sinopse

Sinopse Madame Satã:Um espetáculo poético e político sobre a luta de invisíveis. Madame Satã é o terceiro espetáculo do Grupo dos Dez, que se dedica à pesquisa de linguagem sobre o teatro musical e suas possibilidades. Em Madame Satã, o grupo se vale da biografia de um dos mais peculiares personagens brasileiros para dialogar com questões que permeiam a crítica contra a homofobia e o racismo.Sinopse Dandara para todas as mulheres:“Dandara Para Todas as Mulheres” é sobretudo uma celebração por estar viva. Abordando o feminino nas suas mais variadas manifestações, Dandara é um espetáculo para ver, sentir e dançar, mostrando que a vida resiste e que a arte insiste em tornar o mundo melhor para todos. Inspirado no livro “Mulheres, Raça e Classe”, de Angela Davis, a dramaturgia cênico-musical é apresentada por atrizes e trilha sonora executada ao vivo por músicos que também integram o elenco.Sinopse Afroapocalíptico: Sobreviventes de uma antiga civilização anunciam a possibilidade do início de uma era onde o racismo e ataques aos direitos das pessoas humanas não seriam mais aceitos. Mas antes: o mundo que conhecemos até agora precisa acabar! Esse é o ponto de partida do espetáculo multimídia “Afroapocalíptico”, uma interseção entre vídeo, performance, teatro e literatura. Com Rodrigo Jerônimo e Kátia Aracelle.Indicações dramatúrgicas A Feira:'A Feira’ propõe um tipo de experiência imersiva para o público. Não há nada de inovador, uma vez que João das Neves já usou isso em 1976, no espetáculo “O Último Carro”, porém, de lá pra cá poucas companhias de teatro têm se dedicado a pensar a encenação como algo a levar o público de espectador a co-participe. O trabalho com artistas oriundos do Movimento Sem Terra, mais especificamente aqueles da Escola de Arte João das Neves traz ao debate uma questão que a muito vem provocando a equipe criativa do Grupo dos Dez: a terra e a questão racial no Brasil. Para debater esse tema, Rodrigo Jerônimo que assinará a Coordenação da Pesquisa, Dramaturgia e Direção Geral colocará para dialogar não apenas pessoas negras, mas também pessoas indígenas, com pessoas brancas. A arena invertida, como João chamou aquela forma de encenar, abre um leque de possibilidades. Em “O Último Carro” o público ficava cercado por vagões de trem onde 40 atores simultaneamente encenavam aquela que era uma metáfora do Brasil desgovernado de 1965. Em “A Feira” o público não será passageiro de um trem desgovernado mas terá que conversar acerca da violência no campo x raça, a questão indígena, a questão de gênero, a partir de uma certa gramática cultural: a do Grande Sertão que é o interior de Minas; do Cariri e dos Vales do Jequitinhonha e Mucuri. O público não terá hora para ir embora, ele chega e sai quando quiser, não há ingressos e sim produtos a venda, enquanto isso os atores criam um ambiente onírico que transporta o público para rincões brasileiros.

Objetivos

Objetivo geral:Garantir a manutenção das atividades de uma das principais companhias de Teatro Negro de Minas Gerais, o Grupo dos Dez, que ao celebrar 15 anos de existência homenageia os 90 anos de nascimento de um dos maiores dramaturgos e diretores brasileiros, João das Neves (1934-2018). O Grupo que pesquisa a interseção entre o teatro negro e o teatro musical tipicamente brasileiro propõe este projeto que engloba criação, compartilhamento de pesquisa, estruturação e salvaguarda de sua memória bem como a circulação e intercâmbio com artistas de diferentes áreas do conhecimento, estéticas e regiões, promovendo ações democratizantes e acessíveis.Objetivos específicos:- Promover salvaguarda do acervo do Grupo dos Dez, por meio de diagnóstico, planejamento e restauro da cenografia e figurinos do repertório, confecção de peças que não possam ser restauradas e devido acondicionamento dos materiais, além de organização de documentos e registros audiovisuais;- Realizar a circulação do espetáculo "Madame Satã" no Rio de Janeiro (RJ) e outras seis cidades brasileiras e do espetáculo "Dandara", por seis cidades brasileiras, a saber: Salvador (BA), Recife (PE), Fortaleza (CE), Juazeiro do Norte/Cariri (CE), Rio Branco (AC) e Manaus, totalizando 40 apresentações;- Realizar 40 rodas de conversa acerca da vida e obra de João das Neves e dos livros inéditos sobre a atuação do dramaturgo à frente do grupo Opinião e de sua atuação nos estados do Acre e de Minas Gerais;- Realizar 9 oficinas intituladas "Ação Musical Dramatúrgica" onde o Grupo dos Dez compartilha seus processos criativos com artistas negras, indígenas e LGBTQIAPN+, nas cidades de Belo Horizonte, Rio de Janeiro, Salvador, Recife, Fortaleza, Juazeiro do Norte, Rio Branco e Manaus;- Realizar ações de contrapartida social, a saber: oficinas "Ação Dramatúrgica", com o Grupo dos Dez e Oficina "Estratégias de Produção para grupos iniciantes", ambas em Matozinhos/MG. Estas ações serão voltadas para professores e estudantes da rede pública de ensino, participantes de projetos socioculturais e público PcD;- Adquirir equipamentos, produzir conteúdo audiovisual e estrear em Belo Horizonte o espetáculo multimídia "Afroapocalíptico", que propõe um diálogo entre artes visuais, teatro e música, com realização de temporada de 12 apresentações e um ensaio aberto para docentes e estudantes da rede pública de ensino;- Realizar a residência artística "Nos trilhos do Último Carro", dedicada à investigação sobre o percurso criativo que João das Neves trilhou para a montagem do premiado espetáculo "O Último Carro" (1976). Essa residência contará com o envolvimento de 40 atores e não-atores, integrantes da cena teatral de Minas Gerais, participantes da Escola de Artes João das Neves do Movimento Sem Terra e oriundos de quilombos e resultará na montagem do espetáculo "A Feira";- Realizar a montagem, a estreia e temporada de 12 apresentações do espetáculo "A Feira", resultante da residência artística a ser realizada;- Valorizar a produção artística afro brasileira, oportunizando condições de trabalho para artistas, técnicos, agentes culturais negros/as/es e não negros/as/es, viabilizando a manutenção e ampliação das ações do Grupo dos Dez;- Incentivar a continuidade da pesquisa de linguagem sobre teatro musical brasileiro e produção cênica fora "da caixa";- Proporcionar a difusão e divulgação do teatro musical brasileiro em diferentes cidades brasileiras, favorecendo a troca de experiências e o intercâmbio artístico;- Contribuir para a formação de público, oferecendo medidas de democratização de acesso e de acessibilidade contemplando amplo público em sua diversidade.

Justificativa

A companhia de Teatro Negro nasceu da vontade de sete artistas pesquisar a linguagem do teatro musical que tivesse como matriz a cultura brasileira e as culturas afro e indígena. Sob orientação do dramaturgo e diretor teatral João das Neves e da cantora Titane, estes artistas investigaram o jeito próprio de estar em cena a partir do sotaque mineiro. Em 2009 o Grupo dos Dez subiu aos palcos pela primeira vez e apresentou parte dos resultados de sua pesquisa com o espetáculo "Sagas no País das Gerais", dirigido por João das Neves e Titane no 1o Festival de Musicais de Belo Horizonte. Estreou também o espetáculo "Evangelho Bárbaro", dirigido por Elisa Santana e Marcelo Onofre (2011); "Madame Satã", dirigido por João das Neves e Rodrigo Jerônimo (2015) e "Dandara para Todas as Mulheres", com direção de Bia Nogueira (2020). Além de colaborar com a montagem dos espetáculos "Rueiros", direção de Rodrigo Jerônimo e Bia Nogueira e "Todos os Animais são Iguais", direção de Rodrigo Jerônimo. Dentre estes espetáculos destaca-se a grande repercussão de "Madame Satã" que teve longas temporadas em Belo Horizonte, circulou por vários festivais do interior de Minas Gerais e por capitais como São Paulo, Brasília e Curitiba, patrocinados pelo edital da Caixa Cultural, além de Vitória. O espetáculo foi vencedor do Prêmio Arcanjo de Cultura em 2019; indicado ao Prêmio Aplauso Brasil 2018 como melhor espetáculo musical (SP); listado entre os melhores do ano de 2017 na Folha de São Paulo; ganhador do Prêmio Leda Maria Martins 2017, na categoria melhor espetáculo longa duração (MG); indicado melhor ator e melhor atriz no Prêmio Copasa-SINPARC (MG).O Grupo bem como seus integrantes são responsáveis pela realização de iniciativas para valorização e oportunização da cultura afroindígena brasileira como: Aquilombô (2018 até hoje), Festival Imune (2016 até hoje) e Laboratório Editorial Aquilombô (2017 até hoje). Com essas três últimas iniciativas, o Grupo dos Dez vem se consolidando também como importante ponto de promoção da empregabilidade negra LGBTQIPNA+ no teatro, na literatura e na música, seja por meio de ações voltadas ao mercado da música, seja promovendo a publicação de obras inéditas de autoras consagradas e de jovens autores que não encontram no mercado editorial adesão para dar vazão a seus escritos.Todas essas ações apontam o caminho estético a seguir pelo novo trabalho da companhia. Conectar o trabalho teatral com o ativismo por mais representação nas artes pode ser considerado uma inovação social. Mesmo sendo a pauta do dia, o que se percebe ainda é que festivais, casas de espetáculos e eventos multilinguagens ainda aderem pouco a arte produzida por pessoas negras, indígenas e periféricas relegando esses corpos à margem artística. Por isso o Grupo desde 2009 tem decidido trabalhar preferencialmente por esses artistas não apenas em seus projetos, mas também em suas iniciativas paralelas como o Aquilombô - Fórum Permanente das Artes Negras e o Festival Imune - Instante da Música Negra, Indígena e Periférica. O Grupo dos Dez é uma companhia de teatro negro onde 100% do seus integrantes são negros e/ou LGBTQIPNA+ e todos os elencos são formados majoritariamente por pessoas negras, indígenas, quilombolas, mulheres, LGBTQIAPN+. Pensar na manutenção de um grupo de teatro negro é pensar em desenvolvimento de linguagem e inclusão social, uma vez que recursos, como os aportados por empresas de grande porte são alocados em sua maioria em companhias das regiões centrais brasileiras. Os artistas envolvidos no projeto são periféricos, negros/as e com seu talento vem criando oportunidades de acessar outros espaços, trazendo para o palco temáticas que provocam reflexão e inquietamento: combate ao racismo, a homofobia, a transfobia, defesa da segurança alimentar de povos tradicionais, indígenas e movimento dos trabalhadores sem terra. O presente projeto ao mesmo tempo em que contribui para empregabilidade e geração de renda de pessoas negras, periféricas, LGBTQIAPN+, favorece também a estruturação e autonomia da companhia teatral, que com a aquisição de equipamentos, terá mais oportunidades de manter-se em cartaz e circular com seus espetáculos.Em diálogo com a história de superação dos integrantes do Grupo dos Dez, este projeto pretende também abrir novos caminhos para contemplar pessoas PcD. Por isso, em parceria com consultor de acessibilidade, propomos para a nova montagem teatral "A Feira", medidas de acessibilidade que possibilitem ao público PcD de fato entrarem no espetáculo imersivo, sendo acolhidos e contando com a estrutura necessária para que a experiência teatral atravesse todos os corpos, sem exceção. A acessibilidade será integrada ao espetáculo de maneira amalgamada. E para ampliar as medidas de democratização de acesso, haverá mobilização, como em anos anteriores, de públicos específicos como: grupos de projetos de apoio a pessoas Trans e Travestis, Quilombolas, indígenas e juventude negra, garantindo representatividade nos palcos e nas plateias.Desta forma, ao viabilizar a montagem de dois novos espetáculos, fruto de pesquisa de linguagem e experimentação; ao promover a circulação de bens artísticos autorais, com medidas de democratização de acesso e acessibilidade para amplo público; ao contribuir para a manutenção do Grupo dos Dez, contemplando dezenas de artistas, técnicos e agentes culturais de Belo Horizonte e de diferentes regiões do Brasil, contribuindo para o fortalecer da economia da cultura, o presente projeto dialoga diretamente, no mínimo os seguintes incisos do Art. 1º da Lei 8313/91:I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais;II - promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais;IV - proteger as expressões culturais dos grupos formadores da sociedade brasileira e responsáveis pelo pluralismo da cultura nacional;VIII - estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória;IX - priorizar o produto cultural originário do País.E no mínimo, aos seguintes objetivos do Art. 3º da referida norma:II - fomento à produção cultural e artística, mediante:e) realização de exposições, festivais de arte e espetáculos de artes cênicas ou congêneres;IV - estímulo ao conhecimento dos bens e valores culturais, mediante:a) distribuição gratuita e pública de ingressos para espetáculos culturais e artísticos.

Especificação técnica

OFICINA - detalhamento:Ação Musical Dramatúrgica: “Processos Criativos acerca do teatro musical afro-brasileiro”.Carga Horária: 4 horasEmenta: A oficina parte dos processos de criação utilizados pelo Grupo dos Dez para a construção de seus últimos três espetáculos e visa além do compartilhamento de seus procedimentos técnicos, um aprofundamento no que chamamos de ação-musical-dramatúrgica, conceito criado durante a montagem do espetáculo Madame Satã. Tudo é música, essa é a proposta de linguagem do Grupo dos Dez. Assim, a investigação teatral do grupo é calcada em fazer com que a música seja uma grande personagem. Esse elemento plural é proposta do Grupo dos Dez na construção de uma dramaturgia para um teatro musical tipicamente brasileiro. O grupo e sua pesquisa nascem de um desdobramento dos trabalhos dos artistas João das Neves, Titane e Irene Ziviani no ano de 2010 e vêm em busca de sua própria forma de fazer teatral, ainda em estudo. Hoje, contando com os artistas Bia Nogueira, Marcos Fábio de Faria e Rodrigo Jerônimo e atores e atrizes convidados, o grupo vem desenvolvendo o conceito: “ação-musical-dramatúrgica”. O processo de criação do grupo parte de improvisos musicais que vão tomando forma até chegar às cenas. Logo, a música não é inserida como ilustração, ela é dramaturgia e está aliada a uma reflexão político-social cujas fontes são a cultura popular brasileira, a corporeidade afro-brasileira e a literatura.Oficineiros:Bia Nogueira: É cantora, atriz, pesquisadora sobre etnomusicologia, diretora musical, co fundadora do Grupo dos Dez, Coletivo Instante da Música Negra. Iniciou seus estudos em música aos 9 anos de idade na cidade de Matozinhos e em 2005 se profissionalizou no teatro musical ao lado de nomes como: João das Neves, Titane, Irene Ziviani, Sérgio Pererê e Maurício Tizumba, tendo atuado em peças premiadas em Belo Horizonte.Rodrigo Jerônimo: é ator, dramaturgo, diretor teatral e cantor. Co fundador do Grupo dos Dez e Coordenador Artístico do Aquilombô - Fórum Permamente das Artes Negras. Atua profissionalmente desde os 22 anos de idade e já circulou por três países. Atualmente desenvolve sua pesquisa estética em diálogo com outras artes como as artes visuais, cinema e literatura. Público-alvo das oficinas: artistas iniciantes e interessados em geralForma de participação: inscrição por meio de link disponibilizado online, por ordem de chegada, até serem completadas as vagasSerão disponibilizadas 20 vagas para o público. A oficina será gratuita.ABORDAGEM METODOLÓGICA DA RESIDÊNCIA ARTÍSTICA “NOS TRILHOS DO ÚLTIMO CARRO”Detalhamento da residência artística encaminhado em anexo “Informações Adicionais”

Acessibilidade

Visando garantir a acessibilidade de pessoas com deficiência (PcD), idosas ou com mobilidade reduzida, bem como deficientes visuais, auditivos e intelectuais e seus acompanhantes, o projeto prevê medidas de acessibilidade em todas as ações vinculadas ao produtos, conforme detalhado a seguir.PARA TODOS OS PRODUTOS DO PROJETOConsultor de acessibilidade: o projeto prevê a contratação de Gabriel Aquino, da Vias Acessíveis, profissional com deficiência visual que irá atuar como coordenador de acessibilidade, visando planejar a execução das medidas de acessibilidade, além capacitar a equipe do projeto e elenco, visando o devido acolhimento do público PcD, praticando inclusão e combatendo práticas capacitistas.Busca ativa: todos/as profissionais contratados para atendimento às pessoas com deficiência serão contratados também para contribuir com a mobilização destes públicos, de forma a realizar uma busca ativa, garantindo o devido acesso ao projeto e às acessibilidades oferecidas.Comunicação digital acessível: criação de site com funcionalidades acessíveis, como leitor de tela e navegação facilitada; vídeos de divulgação com legendas e uso de ferramenta de texto alternativo; produção de conteúdos extras em linguagem simples, explicando os temas e contextos das obras (história de Dandara, Madame Satã, etc.), além de narrativas acessíveis que permitam fruição ampliada para públicos com deficiência intelectual.Itens da planilha orçamentária: conforme previsto na IN n. 23/2025, as medidas de acessibilidade estão incluídas dentro dos Custos Vinculados de Acessibilidade, de Comunicação e de Divulgação Acessíveis. Desta forma, com exceção da rubrica “Locação de Teatro” à qual se refere à acessibilidade física (realização das ações em espaços arquitetonicamente acessíveis), as demais rubricas estão previstas dentro dos 20% permitidos, sendo previstas no plano de execução do projeto a contratação de consultor de acessibilidade, profissionais de tradução de libras, locação de equipamento de audiodescrição e profissional responsável pela audiodescrição; e coordenação com a equipe de comunicação para produção de divulgação acessível.PRODUTO - ESPETÁCULO ARTES CÊNICASAcessibilidade física: as ações do projeto serão realizadas em espaços com estrutura adequada para recepcionar público PcDs, com no rampas de acesso ou elevadores, rotas acessíveis e banheiros adequados a pessoas PcD e com mobilidade reduzida, sempre que possível; além de lugares reservados para cadeirantes, viabilizando a participação de cadeirantes, idosos e pessoas com mobilidade reduzida;Acessibilidade para deficientes auditivos: tradução em libras ao vivo de todos os espetáculos propostos; legenda em todos os vídeos de divulgação dos espetáculos;Acessibilidade para deficientes visuais: audiodescrição do cenário, figurino e programa dos espetáculos; fichas em braille e objetos táteis para objetos cênicos do “Afroapocalíptico”. Na divulgação em mídias sociais utilizaremos uma linguagem inclusiva, com o uso das hashtags #PraTodosVerem e #pracegover nas legendas e descrevendo as imagens postadas, além do uso de ferramenta de texto alternativo. Assim, o conteúdo fica acessível para as pessoas com deficiência visual e a interação desse público com o conteúdo aumenta. Acessibilidade atitudinal: os espetáculos “A Feira” e “Afroapocalíptico”, serão imersivos, sendo proposto portanto medidas de acessibilidade incorporadas às cenas. Para tanto, o coordenador de acessibilidade do projeto participará de no mínimo 4 encontros da residência artística que resultará na montagem do espetáculo “A Feira” de forma a orientar as melhores medidas a serem adotadas para acessibilidade cultural no espetáculo, e irá estruturar junto à equipe criativa de “Afroapocalíptico” as melhores medidas para contemplar o público PcD neste espetáculo multimídia, como por exemplo orientadores de público, dentre outros. Nas novas montagens também será proposta a integração da acessibilidade à linguagem estética dos espetáculos, com cenas e elementos adaptados que contemplem linguagens sensoriais: olfato, paladar, tato e audição.PRODUTO - RESIDÊNCIA ARTÍSTICAAcessibilidade física: as ações da residência serão realizadas em espaços com estrutura adequada para recepcionar público PcDs, com no mínimo rampas de acesso ou elevadores, rotas acessíveis e banheiros adequados a pessoas PcD e com mobilidade reduzida; Acessibilidade para deficientes auditivos: legenda em todos os vídeos de divulgação da residência;Acessibilidade para deficientes visuais: na divulgação em mídias sociais utilizaremos uma linguagem inclusiva, com o uso das hashtags #PraTodosVerem e #pracegover nas legendas e descrevendo as imagens postadas, além do uso de ferramenta de texto alternativo.Como a Residência Artística será um processo imersivo com artistas que irão compor a montagem teatral “A Feira”, não sendo uma ação aberta ao público em geral, não há outras medidas indicadas para esse produto.PRODUTO - OFICINAS/CAPACITAÇÃO ARTES CÊNICASAcessibilidade física: as oficinas serão realizadas em espaços com estrutura adequada para recepcionar público PcDs, com no mínimo rampas de acesso ou elevadores, rotas acessíveis e banheiros adequados a pessoas PcD e com mobilidade reduzida; Acessibilidade para deficientes auditivos: legenda em todos os vídeos de divulgação da residência;Acessibilidade para deficientes visuais: na divulgação em mídias sociais utilizaremos uma linguagem inclusiva, com o uso das hashtags #PraTodosVerem e #pracegover nas legendas e descrevendo as imagens postadas, além do uso de ferramenta de texto alternativo.PRODUTO - CONTRAPARTIDAS SOCIAISAcessibilidade física: as ações de contrapartida serão realizadas em espaços com estrutura adequada para recepcionar público PCDs, com no mínimo rampas de acesso ou elevadores, rotas acessíveis e banheiros adequados a pessoas PcD e com mobilidade reduzida; além de lugares reservados para cadeirantes, viabilizando a participação de cadeirantes, idosos e pessoas com mobilidade reduzida;Acessibilidade para deficientes auditivos: tradução em libras ao vivo das oficinas propostas; legenda em todos os vídeos de divulgação deste produto; e tradução em libras ao vivo do ensaio aberto do espetáculo multimídia “Afroapocalíptico;Acessibilidade para deficientes visuais: audiodescrição do cenário, figurino e programa do espetáculo “Afroapocalíptico”; além de fichas em braille e objetos táteis para objetos cênicos do “Afroapocalíptico”. Na divulgação em mídias sociais utilizaremos uma linguagem inclusiva, com o uso das hashtags #PraTodosVerem e #pracegover nas legendas e descrevendo as imagens postadas, além do uso de ferramenta de texto alternativo.

Democratização do acesso

O projeto “Grupo dos Dez - 15 anos de teatro negro” propõe uma série de ações voltadas para amplo público, especialmente relacionadas aos eixos 1) circulação de espetáculos; 2) residência e criação artística resultando em novo espetáculo; 3) montagem de espetáculo multimídia com aquisição de equipamento.As medidas de democratização do acesso, para além das contrapartidas sociais apresentadas, contemplam:- Ingressos para espetáculos em Salvador, Recife, Fortalza, Juazeiro do Norte, Manaus e Rio Branco, no valor de R$20,00 (inteira) e R$10,00 (meia), favorecendo o acesso de amplo e diversificado público, alinhado ao inciso IV do Art. 46 da IN 23/2025;- Entrada gratuita para a temporada de 12 (doze) apresentações do novo espetáculo “A Feira” em Belo Horizonte e para a temporada de estreia do espetáculo multimídia “Afroapocalíptico”, alinhado ao inciso III do Art. 46 da IN 23/2025;- 10% dos ingressos, por apresentação para distribuição gratuita para projeto socioculturais, grupos artísticos periféricos e professores e estudantes da rede pública de ensino, alinhado ao inciso III do Art. 46 da IN 23/2025;- até 10% para distribuição gratuita promocional por patrocinador, alinhado ao inciso I do Art. 46 da IN 23/2025;- até 10% para distribuição gratuita promocional em ações de divulgação do projeto, visando complementar estratégias de mobilização de público perante imprensa, formadores de opinião, artistas, dentre outros, alinhado ao inciso II do Art. 46 da IN 23/2025;- Ensaio aberto “Afroapocalíptico” para estudantes e docentes da rede pública de ensino de Belo Horizonte e região metropolitana.

Ficha técnica

Direção artística / Diretor geral (Madame Satã) / Direção cênica (A Feira) / Dramaturgia (A Feira) / Artista criação (Afroapocalíptico) / Direitos autorais (Madame Satã) - Rodrigo Jerônimo - ProponenteCoordenação do projeto - Ludmila Ferreira, Adriana Ferreira da CruzCoordenação de produção - Jeny Choe, Deborah Karina Carvalho Minardi (empresa Nota Produções) e Nathan CoutinhoCoordenação de comunicação - Creators Match - Paolo RicardoGestão financeira - Renata FigueiredoAssessoria Jurídica - Elisângela Menezes e Robson Vaz Sociedade Individual de AdvocaciaProdução de estrada - RicelliProdução local Rio de Janeiro - Bel PachecoProdução local Recife - Amanda Barroso, Carlota, Genivaldo Francisco (Lonan Produções)Produção local Salvador - LucieneProdução local Norte - Clarice BaptistaConsultor PcD e diversidade - Gabriel AquinoCenografia e figurino Madame Satã - Débora Alves e Cícero MirandaDireção musical Madame Satã, Dandara e A Feira - Bia NogueiraElenco Madame Satã: Bia Nogueira; Julia Dias; Juhlia Santos/VitaPereira; Flor Bevaqua; Débora Costa; Andreia Rodrigues; Katia Aracelle; Gabriel Coupe; Evandro Nunes/Djonga; Denilson Tourinho; Samuel Lucca; Alysson Salvador/Juninho Ribeiro; Thiago Amador;Elenco Dandara para todas as mulheres: Bia Nogueira; Julia Dias; Juhlia Santos/VitaPereira; Flor Bevaqua; Débora Costa; Andreia Rodrigues; Katia Aracelle; Thiago Quintino; Bruno de OliveiraDireção geral Afroapocalíptico - Ana Paula BouzasCenografia multimídia Afroapocalíptico - GabiruElenco Afroapocalíptico - Rodrigo Jerônimo e Kátia AracellePreparação corporal A Feira - Alcione OliveiraPreparação técnica A Feira - TitanePesquisa A Feira - Natália Baptista, Gue MST, TitaneFilmagem e edição de vídeo - Lucas BoisCURRÍCULOS EQUIPE PRINCIPAL Rodrigo Jerônimo - Direção artísticaRodrigo Jerônimo é ator, diretor e dramaturgo, fundador do Grupo dos Dez, companhia de teatro negro dedicada à pesquisa do espetáculos musicais brasileiros. Fundador e coordenador artístico do Aquilombô - Fórum Permanente das Artes Negras e do Laboratório Editorial Aquilombô. Diretor do espetáculo Madame Satã, vencedor do Prêmio Miguel Arcanjo 2019 e vencedor do Prêmio de Melhor Espetáculo Longa no Prêmio Leda Maria Martins de Artes Cênicas Negras em 2017. Foi Diretor Executivo da Associação Campo das Vertentes (2017-2019), entidade responsável por projetos importantes como: Madame Satã que circulou em São Paulo, Curitiba em 2017, Rio de Janeiro e Brasília em 2018, ambos pela Caixa Cultural; Fórum de Criação, que alia formação e divulgação artística; Recuperação do acervo do diretor teatral João das Neves; montagem teatral Lazarillo de Tormes, dentre outros. Ativista pela representatividade negra nas artes brasileiras, bem como na imprensa. Cantor com um álbum lançado de forma independente e vários concertos realizados. Fez as seguintes direções de espetáculos: Filofobia, que estreou no Festival de Curitiba de 2019, Rueiros (estreia em 2023), "Por onde anda Baquaqua (2022), "Madame Satã" (2015), "Cabaré do Madame Satã" (2016) e "Todos os animais são iguais" (2016) com base na "Revolução dos Bichos" de George Orwell. Escreveu o livro Afroapocalíptico, lançado em 2023. Integrou o elenco de importantes shows de teatro musical brasileiro como: "Zumbi" (2012) de Augusto Boal e Guanieri e músicas de Edu Lobo, "Galanga Chico Rei" (2011), de Paulo César Pinheiro, ambos com a Direção Geral de João das Neves e Titane. Idealizador do espetáculo de teatro musical "Evangelho Bárbaro" (2011), com direção de Elisa Santana e direção musical de Marcelo Onofri; e do projeto "Pesquisa sobre musicais brasileiros" do Grupo dos Dez, que resultou na primeira montagem de seu grupo, intitulado "Saga no País das Gerais", estreado em 2009. Trabalha como cantor solista e integrou o coro da cantora Titane no espetáculo "Titane e o Campo das Vertentes" (2006 a 2012). Como produtor cultural, desenvolveu projetos importantes que apoiam a representação negra nas artes, tais como: Festival IMuNe - Instante da Música Negra (2020 a 2024), Teatro e Resistência patrocinado por Sesc Palladium (2017) e Aquilombô em parceria com a Prefeitura de Belo Horizonte (2019).Ludmila Ferreira - Coordenação do projetoMestre em Integração Contemporânea da América Latina pela Universidade de Integração Latino Americana (PPG-ICAL/UNILA). Possui graduação em Comunicação Social - Comunicação Integrada pela Pontifícia Universidade Católica de Minas Gerais (2006) e especialização em Gestão Cultural pelo Centro de Estudos Latino Americano de Comunicação e Cultura da Escola de Comunicação e Artes (ECA/CELACC/USP) da Universidade de São Paulo (2009) e especialização em Jornalismo Cultural pelo Rumos Itaú Cultural – Jornalismo Cultural (2004/2005). Gestora cultural, atua com comunicação, planejamento e desenvolvimento de projetos da Associação Campo das Vertentes desde 2008, com destaque para projetos ?Madame Satã - circulação nacional?, no qual atuou na gestão e coordenação de comunicação e ?Acervo João das Neves?, do qual foi coordenadora junto à cantora Titane. Esse projeto iniciado em 2015 organizou, recuperou e digitalizou o acervo que o dramaturgo e diretor teatral reuniu ao longo de mais de 50 anos de atuação no teatro brasileiro. Este projeto teve muitos desdobramentos como a doação do acervo para a UFMG, a realização de duas exposições, e mais recentemente a publicação ?Estado de Arte – João das Neves e Minas Gerais?, da qual é uma das organizadoras. É parceira da artista e preparadora corporal Irene Ziviani, tendo editado e feito a produção editorial do livro ?Articule-se: consciência corporal e reeducação do movimento?, lançado em 2022, sendo também responsável pelo Instagram da artista @irene_ziviani. Foi assessora da Diretoria de Promoção dos Direitos Culturais da Fundação Municipal de Cultura (2019 – 2021), responsável pela gestão dos 17 centros culturais municipais, da 22 bibliotecas públicas, da ?Escola Livre de Artes Arena da Cultura? e do Centro de Referência da Cultura Popular e Urbana Lagoa do Nado. Com o coletivo Família de Rua atuou no desenvolvimento do plano de ação e cronograma de execução e gestão de todos os projetos e divulgação e cobertura dos eventos promovidos entre 2011 e 2016, com destaque para os projetos ?Duelo de MCs Nacional?, ?Família de Rua na Estrada?, ?Duelo de MCs nas quebradas?, dentre outros. Foi Gerente de Planejamento do Instituto Cultural Flávio Gutierrez, entidade mantenedora do Museu de Artes e Ofícios, em Belo Horizonte e do Museu do Oratório, em Ouro Preto, Minas Gerais (2007 – 2013). Foi assistente de produção do 5o Festival de Fotografia de Tiradentes – Foto em Pauta (2015). Foi responsável pela coordenação de comunicação, por ministrar oficinas e articular uma equipe de trabalho para realização de oficinas do projeto RedeMUIM de Arte e Cultura e eventos ?Aglomere-se?, no Aglomerado da Serra, em Belo Horizonte, para o coletivo C.R.I.Arte (2006- 2008). Foi assistente do antropólogo Prof. José Márcio Barros na implantação da Diretoria de Arte e Cultura (DAC) da PUC Minas (2004/2005). Jeny Choe - Coordenação de ProduçãoNa área de produção desde 2002, atuo como produtora e desenvolvedora de projetos culturais em Brasília, especializada na organização de vários tipos de eventos, como artes visuais, grupos musicais, mostras, festivais, eventos esportivos e feiras. Longa experiência na coordenação de produção em espaços culturais importantes da capital federal, incluindo o Centro Cultural Banco do Brasil (CCBB) onde coordenei eventos como o "Arraial do Centro Cultural Banco do Brasil – Nordeste na Vitrola", "Zeitgeist – A Arte da Nova Berlim" ambos em 2016, o "Carnaval Multicultural" em 2017, Encontro de Teatro Lambe Lambe em 2018 e o "Arraial - Quintal São João" em 2022. Também fui responsável por eventos significativos no Museu Nacional de Brasília, como o "Dia Mundial do Skate" em 2014, 2015, 2016 e 2017 e o "Cena Contemporânea - Festival Internacional de Teatro" em 2013, onde gerenciei toda a logística e produção cultural da praça e em abril deste ano de a produção executiva da praça da juventude no aniversário de 64 anos de Brasília. Além disso, na área governamental atuei como consultora na produção de quatro edições da "Feira Nacional da Agricultura Familiar - Brasil Rural Contemporâneo" entre 2007 e 2009, em cidades como Brasília, Rio de Janeiro e Porto Alegre, e coordenei a gestão de patrocínios para a oitava edição do evento em 2011, ambas iniciativas do Ministério do Desenvolvimento Agrário coordenadas pela assessoria de comunicação do ministério (ASSCOM). Em minha carreira, colaborei com diversos projetos sócio culturais como o coletivo Mutirão cultural, Associação de Skate da Capital e Movimento Dulcina Vive, além de ter trabalhado com artistas renomados da música brasiliense e nacional, como Hamilton de Holanda, Bnegão, Ellen Oléria, Marcelo Jeneci, Pedro Martins, Móveis Coloniais de Acaju, Gog e Natiruts, contribuindo para vários projetos artísticos e enriquecendo o cenário cultural com eventos de alto impacto e visibilidade. Além de produtora, tenho experiência em mobilização, comunicação digital, direção de arte, cenografia, vídeos, imagens de drone, produção de sites e Design.Renata Figueiredo - Casa Semente - Gestão FinanceiraRenata Figueiredo tem ampla experiência com Gestão Físico – Financeira de projetos culturais, no âmbito municipal, estadual e federal. Sócia proprietária da Casa Semente e Servicos Ltda (CNPJ 14.409.150/0001-68) foi Coordenadora de Projetos Culturais no Instituto Inhotim; atuou na área de Assessoria de Planejamento e Gestão da Informação na Fundação de Apoio a Pesquisa – Fundep; atua no setor de projetos da Casa Azul_Plano Plurianual 2024-2027_ Festival Literário Internacional de Paraty; faz a gestão financeira de projetos de Restauro Arquitetônico da Extinta RFFSA e da Santa Casa, além de projetos de audiovisual.Paolo Ricardo - Creators Match - Coordenação de comunicação A Creators Match é uma empresa especializada na indústria Creators Economy, com serviços e ferramentas voltadas para potencializar resultados, através de criação de conteúdos por meio de influenciadores digitais e ativações de experiência das marcas. Atuando como um ecossistema para entregas estratégicas de Marketing, a empresa é formada por especialistas de diversas áreas da comunicação e carrega a experiência de gestões de campanhas para grandes marcas dos mercados brasileiro e internacional. Representada por Paolo Ricardo, Relações Públicas, atual COO e Co-founder, a empresa une tecnologia à expertise para tomadas de decisões com base em dados que visem ROI de sucesso nas ações gerenciadas.Elisângela Dias Menezes - Assessoria jurídica Consultora e perita judicial em Propriedade Intelectual. Jornalista e Advogada. Especialista em Direito Público e Mestre em Direito Privado pela PUC Minas. Doutoranda em Inovação Tecnológica pela UFMG. Professora do Centro Universitário UNA. Coordenadora do Núcleo de Propriedade Intelectual do Instituto Anima. Membro da comissão de Propriedade Intelectual da OAB-MG. Autora do livro ?Curso de Direito Autoral?, da Editora Del Rey e coautora de outras quatro obras na área.Marcos Fábio de Faria - Dramaturgista e CuradorDoutor em Estudos de Linguagens, mestre em Letras e Graduado em Letras Português e Alemão, pela Universidade Federal de Minas Gerais. Professor da Universidade Federal dos Vales do Jequitinhonha e do Mucuri. Editor especializado em literatura e pensamento negro. Dramaturgo do Grupo dos Dez, em que desenvolve pesquisa sobre Musicais tipicamente brasileiros e Corporeidade Afro-brasileira e, também, da Cia. Burlantins de Teatro. Foi considerado, pela São Paulo Review, como um dos quinze melhores dramaturgos da atualidade. É editor e curador do Laboratório Editorial Aquilombô.Bia Nogueira - Direção musical e trilha sonora originalBia Nogueira, multiartista negra, é atriz, cantora, compositora e produtora de Minas Gerais. No teatro atuou em inúmeros espetáculos destacando-se a direção musical e atuação no premiado ?Madame Satã? com direção João das Neves e Rodrigo Jerônimo, que circulou por São Paulo, Rio de Janeiro, Curitiba e Brasília, tendo sido contemplado pelo edital Caixa Cultural em 2017 e 2018. Também dirigiu e estrelou o espetáculo ?Dandara para Todas as Mulheres?, do Grupo Dos Dez, que estreou em 2020 na programação do Verão Arte Contemporânea. Bia Nogueira é idealizadora e diretora artística do Coletivo IMuNe - Instante da Música Negra e uma das coordenadoras do Sonora Festival Internacional de Compositoras. Pela sua atuação no mercado da música, ganhou em 2022 o prêmio de Empreendedora musical no WME pelo Festival Imune e em março de 2021, foi eleita profissional do ano no Prêmio SIM 2020, principal feira de música da América Latina. Além disso, junto com o Coletivo Imune recebeu o prêmio Arcanjo na Categoria Música que mostrou a potência e a luta antirracista por meio da arte. Integra o Coletivo Mulheres Criando que ganhou o Prêmio Profissionais da Musica 2018; o Movimenta Clementina; a banda Yônika e a Cia Teatral Grupo dos Dez. Também faz parte do Conselho Consultivo da SIM São Paulo e uma das sócias da Pitaya Lab. Em 2021 participou da equipe curatorial do Natura Musical. Tem dois discos gravados: ?Diversa?, lançado em 2018 e ?Respira?, lançado em 2022. Em 2020 gravou a participação especial no álbum do rapper Djonga, na faixa ?O Cara de Óculos? que abre o ?História da Minha Área?. Foi cantora convidada no CD ?Galanga Chico Rei? de Maurício Tizumba (2016). Fez participação especial do disco Fio Desencapado de Rodrigo Jerônimo (2016). Lucas Bois - registro videográficoFotógrafo, videomaker e arte-educador. Licenciado em Educação Artística pela Escola Guignard (UEMG) e pós-graduado em Fotografia e Mídia no Centro Universitário UNA. De 2004 a 2013, esteve envolvido no campo da arte-educação em projetos sociais e escolas, ministrando aulas de música, artes plásticas e teatro para crianças e adolescentes. Na Fotografia, atua profissionalmente desde 2010 em diversas áreas, com destaque para a fotografia documental e autoral. Desde 2014, dedicou-se também à produção de vídeos, primeiramente na sua produtora Jazz Media, fundada em Buenos Aires (ARG) em 2014, e mais tarde, tornando-se Diretor de Vídeos da Agência i7 em 2017. Trabalha como jornalista freelancer para o portal IJNet e participa do coletivo Agroecologia na Periferia que atua facilitando projetos agroecológicos nos bairros periféricos da grande Belo Horizonte (MG).Gabriel Aquino - Consultor PcD e diversidadeGabriel Aquino é pedagogo e consultor em acessibilidade. Pessoa com deficiência visual, cego desde os 16 anos, Gabriel trabalha por um mundo mais acessível e menos capacitista. É diretor da empresa Vias Acessíveis e atua como analista de qualidade em acessibilidade no Banco Itaú. Foi formador de audiodescritores e técnico em acessibilidade por mais de 10 anos na PUC Minas. Hoje, pela Vias Acessíveis, Gabriel desenvolve projetos de acessibilidade no âmbito da cultura e educação, fornecendo soluções em audiodescrição, libras, legendagem, recursos 3D, consultorias, capacitações, entre outras ações de acessibilidade.Bel Pacheco - Produtora local Rio de JaneiroNascida em 1976, no Rio de Janeiro, Isabel Pacheco é atriz formada pela CAL - Casa das Artes de Laranjeiras. Integra a Armazém Companhia de Teatro desde 2004, atuando em Alice Através do Espelho, A Caminho de Casa, Toda Nudez será Castigada, Mãe Coragem e seus Filhos, Hamlet, Neva e Brás Cubas. Em 2020, Isabel atua em Parece Loucura Mas Há Método, experimento cênico apresentado pela companhia na internet, interpretando Coriolano. Fora da companhia, atuou também em A Visita da Velha Senhora, com direção de Moacyr Góes, O Ateliê Voador, com direção de Thomas Quillardet, Ana e o Tenente, com direção de Joelson Medeiros, além de Vestido de Noiva e Histórias de Jilú, ambas com direção de Renato Carrera. Dirigiu o infantil Homem de Aço, de Laura Castro, além das formaturas da Escola Angel Vianna, Retratos Invertidos e Casa dos Ventos. Como produtora, trabalhou no Teatro Oficina, nas montagens de Bacantes e Hamlet, além dos espetáculos Galanga Chico Rei e Besouro, Cordão de Ouro, com direção de João das Neves, e Breu, com direção de Miwa Yanagizawa e Maria Silvia Siqueira Campos. Licenciada em Dança, pela Escola Angel Vianna, e com pós-graduação em Terapia Através do Movimento – Corpo e Subjetividade, pela Faculdade de Dança Angel Vianna, também é professora de Performance e Teatro, no Curso Técnico de Bailarino Contemporâneo, da Escola Angel Vianna.

Providência

PRORROGAÇÃO APROVADA E PUBLICADA NO DIÁRIO OFICIAL DA UNIÃO.

2026-12-31
Locais de realização (9)
Rio Branco AcreManaus AmazonasSalvador BahiaFortaleza CearáJuazeiro do Norte CearáBelo Horizonte Minas GeraisMatozinhos Minas GeraisRecife PernambucoRio de Janeiro Rio de Janeiro