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PRONAC 254360Arquivado - solicitação de desistência do proponenteMecenato

ARENA CONTA ZUMBI

ESTUDIO WOLF MAYA LTDA
Solicitado
R$ 5,64 mi
Aprovado
R$ 5,64 mi
Captado
R$ 0,00
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

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Eficiência de captação

0.0%

Classificação

Área
—
Segmento
Teatro Musical (c/ dramaturgia, danças e canções)
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Teatro musical
Ano
25

Localização e período

UF principal
RJ
Município
Rio de Janeiro
Início
2026-05-03
Término
2026-09-09
Locais de realização (2)
Rio de Janeiro Rio de JaneiroSão Paulo São Paulo

Resumo

Montagem e apresentações ARENA CONTA ZUMBI escrito por Gianfrancesco Guarnieri e Augusto Boal com direção e cordenação de Wolf Maya.

Sinopse

Em um Brasil ainda marcado por desigualdades, Arena Conta Zumbi ressurge como um grito urgente de resistência, liberdade e identidade. Escrita em 1965 por Gianfrancesco Guarnieri e Augusto Boal, a peça é mais atual do que nunca. É uma celebração da luta do povo negro, da coragem dos quilombolas e da força coletiva diante da opressão.A nova montagem, com direção de Wolf Maya, combina potência cênica, música ao vivo e um elenco vibrante para contar a história de Zumbi dos Palmares não apenas como um herói histórico, mas como um símbolo eterno da resistência contra todas as formas de dominação. As composições de Edu Lobo, que misturam ancestralidade e força popular, conduzem a narrativa com leveza, emoção e impacto.Em cena, o passado e o presente se entrelaçam. As vozes de Zumbi e de seu povo ecoam entre corpos contemporâneos, questionando quem manda em quem, quem tem o direito à terra, à vida e à voz. A montagem propõe um olhar coletivo e sensível sobre as estruturas de poder, sem abrir mão do humor, da energia e da vibração da cultura popular brasileira.Arena Conta Zumbi é mais do que teatro. É tambor, é corpo, é grito. É um convite para enxergar o Brasil de frente e, talvez, começar a transformá-lo.

Objetivos

Objetivo específico:Realizar a montagem do espetáculo musical "Arena Conta Zumbi", sob direção de Wolf Maya, resgatando a força histórica, política e artística da obra que marcou o teatro brasileiro. A proposta visa promover o acesso à cultura, valorizar a memória da resistência negra no Brasil e atualizar os diálogos da peça com o contexto social contemporâneo, por meio de uma encenação potente e popular, ancorada nas músicas de Edu Lobo e no legado do Teatro de Arena.Trata-se de uma montagem que envolve equipe numerosa, trilha musical executada ao vivo, cenografia, figurinos e ações de formação de público. Além disso, ao tratar de temas como racismo, resistência e identidade nacional, a peça promove reflexão crítica e diálogo social tornando sua circulação ainda mais urgente no cenário atual. Objetivos Gerais- Promover a cultura do teatro musical;- Promover a acessibilidade; - Criar canal do espetáculo nas redes para manter diálogo permanente com o público;- estimular a expressão cultural dos diferentes grupos e comunidades que compõem a sociedade brasileira;- incentivar a ampliação do acesso da população à fruição e à produção dos bens culturais;- desenvolver atividades que fortaleçam e articulem as cadeias produtivas e os arranjos produtivos locais que formam a economia da cultura; Objetivos Especificos • Produto ESPETÁCULO DE ARTES CÊNICAS | Teatro Musical: Realizar ao todo 36 apresentações do espetáculo, sendo 24 em São Paulo e 12 no Rio de Janeiro;• Produto ESPETÁCULO DE ARTES CÊNICAS | Teatro Musical: Realizar ao todo 2 ensaios gerais aberto ao publico do espetáculo;• CONTRAPARTIDA SOCIAL: Realizar ao todo 4 (quatro) oficinas, ministradas pela equipe criativa do musical (som, luz, palco): Serão 4 (quatro) encontros durante o periodo de montagem/criação e temporada, haverá um workshop de 4 horas com técnicas aplicadas para a construção artistica, com capacidade de até 240 pessoas por encontro.Carga horaria total: 16 horas *Ao final cada participantes terá o seu CERTIFICADO.

Justificativa

Arena Conta Zumbi inova o teatro em seus diversos aspectos. O roteiro não se desenvolve em torno de um protagonista, que nesse caso seria Zumbi, mas torno de diversos protagonistas: o rei Zambi, Ganga Zumba e Ganga Zona. Acompanhamos, durante o enredo, a prisão de Zambi, a chegada ao Brasil, o desespero dos escravos dentro dos navios negreiros, a esperança de reencontrar Luanda, a compra e venda dos escravos, tratando-os ora como animais, ora como simples mercadorias, as torturas e a fuga. A partir daí, vemos a construção e o crescimento de Palmares e acompanhamos o cotidiano do quilombo: desenvolvem-se relações amorosas, vemos trabalhos militares e civis, batismos, até os enfrentamentos com os "brancos senhores da terra", a resistência, a destruição do Quilombo e a morte de Zambi.Arena Conta Zumbi é sobre a luta por liberdade. Mesmo com a derrota imposta ao final da peça com a destruição completa do Quilombo e a morte de seus líderes, os versos finais de Zumbi reforçam a necessidade e a validade da luta incessante pela liberdade.Mesmo a peça sendo datada, contando um fato histórico dentro do contexto de seu tempo, o texto de Arena Conta Zumbi ganha um caráter universal e atemporal ao mostrar para todas as gerações que a luta incansável contra a exploração e a opressão se faz sempre necessária e é parte da luta pela liberdade.Diante da relevância histórica, artística e simbólica da obra, a utilização da Lei de Incentivo à Cultura torna-se essencial para viabilizar este projeto e garantir seu acesso amplo e democrático. O mecanismo possibilita que essa narrativa fundamental para a memória e a identidade do povo brasileiro alcance novos públicos e estimule a reflexão crítica sobre temas como liberdade, resistência e ancestralidade.Deste modo nosso projeto enquadra-se nos seguintes incisos Art. 1º da Lei 8313/91:I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais;III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores;IV - proteger as expressões culturais dos grupos formadores da sociedade brasileira e responsáveis pelo pluralismo da cultura nacional;V - salvaguardar a sobrevivência e o florescimento dos modos de criar, fazer e viver da sociedade brasileira;VIII - estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória;IX - priorizar o produto cultural originário do País.E para cumprimento das finalidades expressas no art. 1° desta lei, destacamos os seguintes objetivos do Art. 3º:II - fomento à produção cultural e artística, mediante:c) realização de exposições, festivais de arte, espetáculos de artes cênicas, de música e de folclore;I - inclusão da pessoa com deficiência, educativos em geral, prêmios e pesquisas.

Especificação técnica

não se aplica.

Acessibilidade

O projeto assegura acessibilidade física e de conteúdo em todas as suas etapas, em conformidade com os arts. 42 a 45 da Instrução Normativa nº 23/2025 do Ministério da Cultura, a Lei Brasileira de Inclusão (Lei nº 13.146/2015) e os decretos correlatos.No caso da temporada em São Paulo:Serão realizadas 3 sessões de ensaio aberto acessível, beneficiando cerca de 3.252 pessoas (3 sessões × 1.084 lugares).No caso da temporada no Rio de Janeiro:Serão realizadas 2 sessões de ensaio aberto acessível, beneficiando cerca de 1.852 pessoas (2 sessões × 926 lugares).Acessibilidade física: As apresentações acontecerão em espaços que atendem aos critérios de acessibilidade universal, com acesso por rampas ou plataformas elevatórias, banheiros adaptados, sinalização tátil e visual e assentos reservados para pessoas com deficiência e mobilidade reduzida. Nos casos em que o teatro não for de gestão direta do proponente, será apresentada documentação comprobatória da acessibilidade mínima exigida por lei.Acessibilidade de conteúdo: Para garantir a plena participação de pessoas com deficiência nos eventos culturais do projeto, serão oferecidos os seguintes recursos:Intérprete de Libras em 5 apresentações com acessibilidade totalTradução simultânea via fones de ouvido, possibilitando acesso a pessoas com deficiência visualAudiodescrição individual sob demandaLegendas descritivas sincronizadasProgramas de mão em fonte ampliada e alto contrasteMateriais de divulgação em formatos acessíveis, como vídeos com legendas, janela de Libras e linguagem simples e objetivaAcessibilidade ampliada: Serão consideradas também as necessidades de pessoas que apresentem espectros, síndromes ou condições que gerem limitações cognitivas ou sensoriais, bem como de públicos que desconheçam as linguagens ou idiomas utilizados nos conteúdos. Para isso, o projeto contará com consultores especializados atuantes em todas as etapas de pré-produção e realização, além de equipe de recepcionistas treinada para atendimento sensível e inclusivo. Serão locados os equipamentos necessários à acessibilidade total, garantindo plena fruição artística e cultural para todos os públicos.Contrapartida social com acessibilidade: De acordo com o Art. 47 da Instrução Normativa nº 23/2025, pelo menos 10% do público total estimado, ou seja, 3.712 pessoas, será atendido por ações de contrapartida social e educativa com recursos de acessibilidade.Com as sessões de ensaio aberto acessível, serão beneficiadas aproximadamente 5.104 pessoas, ultrapassando a meta mínima. Complementarão essas ações palestras e atividades formativas com acessibilidade física e de conteúdo, garantindo inclusão e democratização do acesso.Essas ações serão amplamente divulgadas com antecedência e em formatos acessíveis, priorizando públicos em situação de vulnerabilidade social, pessoas com deficiência e profissionais da educação.

Democratização do acesso

O projeto prevê um público total estimado de 37.128 espectadores, distribuídos em 26.016 em São Paulo e 11.112 no Rio de Janeiro. O acesso será garantido por meio de ações amplas de inclusão, promoção e política de preços populares, em conformidade com os Artigos 46 e 47 da Instrução Normativa nº 23/2025.As medidas adotadas incluem:10% dos ingressos serão destinados à distribuição gratuita com caráter social e educativo, contemplando públicos prioritários como estudantes e professores da rede pública, pessoas com deficiência, idosos institucionalizados, crianças em situação de acolhimento institucional e pessoas em situação de vulnerabilidade social;10% dos ingressos poderão ser destinados à distribuição gratuita promocional pelos patrocinadores, proporcionalmente ao valor do investimento realizado;10% dos ingressos serão utilizados para fins promocionais e de divulgação do projeto;Um mínimo de 20% dos ingressos será comercializado com valor promocional de R$ 39,60, garantindo acesso popular;Os demais ingressos, até 50%, serão disponibilizados ao público geral com valor inteiro entre R$ 160,00 e R$ 250,00.Será respeitada integralmente a legislação vigente referente à meia-entrada, assegurando ingressos com 50% de desconto para estudantes, idosos, pessoas com deficiência e jovens de baixa renda com ID Jovem, conforme a Lei Federal nº 12.933/2013.

Ficha técnica

WOLF MAYA – Diretor e Ator Proponente – Coordenador Geral Walfredo Campos Maya Júnior (Goiânia, GO, 1951). Diretor. Dirige musicais grandiosos, trazendo espetáculos americanos de sucesso para os palcos brasileiros, dando-lhes um espírito nacional por meio de adaptações na trama e marcações de cena. Formado pelo Conservatório Nacional de Teatro, cursou O Tablado, a escola de balé Tatiana Leskova, o Laboratório de Pesquisa Corporal de Klauss Vianna e o curso de profissionalização de atores do Serviço Nacional de Teatro (SNT). Nos Estados Unidos, em 1981, frequentou o Carnegie Hall Ballet of Arts e fez estágio técnico de direção de programas para televisão no Television Technical Instructors.Iniciou carreira como ator na década de 1970, atuando em peças como Encontro no Bar (1973), O Anti-Nelson Rodrigues (1974), Godspel (1974), Rock Horror Show (1975), Arena Conta Zumbi (1976), O Tempo e os Conways (1977), Investigação na Classe Dominante (1978), Longa Jornada Noite a Dentro (1980). Foi premiado como ator revelação pela Associação Carioca de Críticos Teatrais (ACCT) em 1973, e em 1977 recebeu o Prêmio Governador do Estado de São Paulo pela atuação em Mortos sem Sepultura, de Jean-Paul Sartre.Paralelamente, iniciou a carreira de diretor, encenando espetáculos infantis e musicais, recebendo o Prêmio Molière em 1976. Entre seus trabalhos destacam-se Blue Jeans (1980), Village, Pó de Guaraná (1982), Belas Figuras (1983), Foi Bom, Meu Bem? (1984), As Noviças Rebeldes (1987), Splish Splash (1988), A Loja dos Horrores (1989), entre outros. Na década de 1990 e 2000 dirigiu espetáculos como Greta Garbo, Quem Diria, Acabou no Irajá (1993), De Berlim à Broadway (1994), Paixão (1996), Quatro Carreirinhas (1996), Cabaret Brazil (1997) e Relax, It's Sex (2000). Coordenação de Produção: Fioravante Almeida Produção e Idealização: Palhaços (2018/2019), direção Alexandre Borges, com Dedé Santana. Direção de Produção e Idealização: Molière (2018), texto de Sabrina Berman, musical com Matheus Nachtergaele. Idealização em co-produção com TV Cultura para o especial Muro de Arrimo (2015). Produção de peças como O Noviço (2007-2010) e participação em diversas montagens com prêmios, incluindo o Aplauso Brasil de Melhor Espetáculo Independente e Prêmio Empreendedorismo no Teatro (2018). PAULO CESAR MEDEIROS – Designer de Luz RG Profissional: 9529 Trabalhou ao lado de grandes diretores e coreógrafos, iluminando espetáculos renomados e artistas como Maria Bethânia, Ivan Lins, Edson Cordeiro, Paulinho da Viola, Zélia Duncan, entre outros. Principais indicações e prêmios: Prêmio Coca-Cola (1989, 1990, 1991, 1993), Prêmio SATED (1992, 1994), Prêmio Shell (1992, 1993, 1994, 1995, 1996, 1997, 1998, 1999, 2003, 2006, 2007, 2008, 2009, 2010, 2011), Prêmio APTR (2007, 2009, 2010, 2011), Festival Nacional de Teatro de Juiz de Fora (2008), Festival de Teatro de Campos (2008), entre outros. Formação: Comunicação Social (Publicidade), Artes Cênicas (Direção), cursos diversos em iluminação, fotografia, direção de fotografia de cinema, eletricista predial e História da Arte. RODRIGO ALVES DE AZEVEDO – Operador de Luz Atua desde 2003, com experiência em diversas produções e teatros, responsável técnico do Teatro Nair Bello. Trabalhou com diretores como Sergio Ferrara, Eduardo Tolentino, Wolf Maya e vários outros. Principais concepções profissionais: Mulheres de Shakespeare (2008), No Meio do Caminho (2009), Making Musicals (2009-2012), Rumba Tap (2010), Pororoca (2010), Trilogia do fim (2011), O Inspetor (2011), São Paulo Surrealista (2012), entre outros. TIAGO LEONELLI BISPO – Operador de Áudio Resumo de qualificações: Montagens e desmontagens de áudio e iluminação, operador de som. Espetáculos: Pinnochio The Broadway Musical (2007), peças da Escola de Atores Wolf Maya (2009-2012), Cloaca (2009), Dia Feliz (2010), Sem Medida (2011), O Inspetor (2011), Teleco e Teço (2011), Festim Diabólico (2012), A Dama do Mar (2012). Formação: Curso profissional em sonoplastia pelo SENAC Lapa (2006). DRT: 29879/SP. CHICO SPINOZA – Figurinos e Cenário Figurinista brasileiro renomado com mais de 30 anos de carreira, com quatro campeonatos de Carnaval no currículo. Trabalhou em TV Tupi e Rede Globo, além de criar figurinos para apresentações do Criança Esperança, Show da Virada e abertura dos Jogos Olímpicos Militares. No teatro, trabalhou em Garota Glamour (2007), Rock Show (2008), O Homem a Besta e a Virtude (2009, indicado ao Prêmio Shell). Também criou figurinos e cenários para cantores como Daniel, Rita Lee e Simone.

Providência

PROJETO ARQUIVADO.