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PRONAC 254361Inadimplente - por não responder a diligência de monitoramentoMecenato

Chão dos Simples

SOCIEDADE DOS AMIGOS DA PINACOTECA POTIGUAR - SAPP
Solicitado
R$ 552,9 mil
Aprovado
R$ 552,9 mil
Captado
R$ 30,1 mil
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

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Eficiência de captação

5.4%

Classificação

Área
—
Segmento
Exposição Cultural / Artística
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Projetos normais
Ano
25

Localização e período

UF principal
RN
Município
Natal
Início
2026-01-01
Término
2027-12-31
Locais de realização (1)
Recife Pernambuco

Resumo

O projeto celebra os 40 anos da obra Chão dos Simples e os 80 anos de Manoel Onofre Jr., promovendo um diálogo entre literatura e artes visuais do Rio Grande do Norte. A exposição, com duração de dois meses, reúne 44 artistas e propõe ao público uma imersão nos mundos imaginários e simbólicos do sertão, costurando passado e presente. Entre os objetivos, destacam-se valorizar a cultura nordestina, estimular a reflexão sobre identidade regional, promover a acessibilidade e ampliar o acesso à produção artística potiguar. As atividades incluem exposição presencial e virtual, ações educativas, formação de educadores, visitas mediadas, rodas de conversa e produção de material educativo e acessível.

Sinopse

O projeto Chão dos Simples celebra os 40 anos da obra homônima e os 80 anos do escritor Manoel Onofre Jr., promovendo um potente diálogo entre o sertão potiguar e o território pernambucano. A exposição reúne 44 artistas potiguares que, por meio das artes visuais, reinterpretam o universo literário do autor, criando conexões afetivas e simbólicas com a cultura sertaneja. Realizada em Pernambuco — solo fértil de tradições literárias e artísticas — a mostra reforça valores de resistência, imaginação e pertencimento, ao mesmo tempo em que valoriza a diversidade de gênero, sexualidade, raça e etnia. Ao propor um encontro entre o sertão vivido e o sertão imaginado, Chão dos Simples afirma a liberdade de expressão artística e fortalece identidades culturais nordestinas em diálogo com o universal.

Objetivos

Objetivo Geral: Celebrar os 40 anos da obra Chão dos Simples e os 80 anos do autor, promovendo um diálogo entre a literatura e as artes visuais potiguares. Resgatar, reinterpretar e amplificar o universo do sertão nordestino e sua força cultural, destacando histórias, memórias e valores que ultrapassam as fronteiras do local para alcançar o universal. Inserida em um momento em que o Nordeste brasileiro assume um protagonismo ímpar, tanto na reconstrução de suas relações internas quanto na conexão com outras culturas locais e globais, a mostra é uma resposta poética e crítica ao "Nordeste imaginário" frequentemente moldado por projeções ideológicas, distorções culturais e políticas de classe. O projeto visa oferecer uma narrativa autêntica sobre o que Pernambuco apresenta de si mesmo, promovendo uma imersão no rico patrimônio artístico e literário do estado e ampliando as possibilidades de leitura e interação entre palavras, imagens e histórias.Além disso, o objetivo é aproximar o público da rica produção cultural do estado, com diversidade de técnicas e estilos, afirmando a potência criativa da produção cultural potiguar, propondo, assim, um olhar renovado sobre o Nordeste como um todo. Essa abordagem ressoa com as discussões contemporâneas sobre identidade regional, pertencimento e a valorização das culturas locais em um mundo globalizado.A expografia pretende transformar cada visitante em co-autor da travessia, construindo pontes afetivas e simbólicas entre passado e presente, local e universal, sertão e mundo, reafirmando o papel da arte e da literatura como espaços vivos de reflexão e transformação social.Desta forma, a exposição não apenas celebra os 40 anos do livro, mas também convida todos a pisar em seus próprios "chãos dos simples", tecendo um elo atemporal entre o passado e o presente, entre a literatura e as artes visuais, entre o sertão e o mundo. Objetivo específico: Exposição presencial: mostra ampliada com cerca de 80 obras de 44 artistas nordestinos, incluindo esculturas e instalações cenográficas (duração prevista: 2 meses).Visita virtual (tour 360º): disponível permanentemente online após a inauguração.Formação de educadores: 1 workshop preparatório antes da abertura da mostra.Visitas mediadas: atendendo grupos agendados e público espontâneo durante todo o período expositivo.Roda de conversa: 2 encontros com artistas, curadores e público em geral.Produção de material educativo: guias, material acessível (incluindo versões táteis de obras), linha do tempo histórica plotada.

Justificativa

O projeto estabelece um diálogo profundo entre o sertão potiguar e o território pernambucano, ambos compartilhando raízes culturais, históricas e simbólicas que transcendem as fronteiras geográficas. Ao trazer para Pernambuco a celebração dos 40 anos de Chão dos Simples e dos 80 anos de Manoel Onofre Jr., a exposição cria pontes afetivas e culturais entre estados nordestinos, ressaltando vivências, memórias e identidades comuns. Pernambuco, com sua rica tradição literária e artística ligada ao sertão, oferece um solo fértil para a amplificação dessas narrativas. A mostra se conecta ao território ao reafirmar valores de resistência, imaginação e pertença que marcam a cultura nordestina, propondo um encontro entre o sertão real e o sertão imaginado, tanto do Rio Grande do Norte quanto de Pernambuco, fortalecendo a identidade regional em diálogo com o universal.Por tal importância no formento da cultura brasileira, o projeto tem a necessidade do uso do Mecanismo de Incentivo a Projetos Culturais, devido ao seu enquadramento nos seguintes incidido do Art. 1º da Lei 8313/91:I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais;II - promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais;III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores;IV - proteger as expressões culturais dos grupos formadores da sociedade brasileira e responsáveis pelo pluralismo da cultura nacional;V - salvaguardar a sobrevivência e o florescimento dos modos de criar, fazer e viver da sociedade brasileira;VI - preservar os bens materiais e imateriais do patrimônio cultural e histórico brasileiro;VIII - estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória;IX - priorizar o produto cultural originário do País.Além disso, a exposição alcançá os objetivos citados a seguir, do Art. 3º da Lei 8313/91:I - incentivo à formação artística e cultural, mediante:c) instalação e manutenção de cursos de caráter cultural ou artístico, destinados à formação, especialização e aperfeiçoamento de pessoal da área da cultura, em estabelecimentos de ensino sem fins lucrativos;II - fomento à produção cultural e artística, mediante:c) realização de exposições, festivais de arte, espetáculos de artes cênicas, de música e de folclore.

Especificação técnica

Será produzido como peça principal da divulgação um texto reunindo, de forma sintética, as informações essenciais da exposição: uma breve descrição da ideia, dos objetivos, de quem realiza e onde acontece, acompanhado da assinatura (identidade visual) do projeto.O planejamento da assessoria de imprensa prevê a coleta dessas informações, bem como uma entrevista com os principais integrantes do projeto, para, a partir da redação dessas informações, preparar diversas ações de divulgação entre veículos de imprensa, tais como: a criação de um evento no Facebook, a divulgação da exposição nas redes sociais ligadas ao projeto, e um e-mail release (com a mesma estrutura do texto principal, porém mais detalhado, com mais informações sobre as principais atrações da exposição) para editoriais de cultura em jornais, emissoras de rádio, colunistas e blogueiros.A assessoria de imprensa também prevê:Follow-up junto aos jornalistas de mídia impressa para possível produção de matérias e entrevistas e inclusão em colunas de lançamentos. Idem para as mídias virtuais parceiras;Follow-up junto a programadores de rádio e produções de rádios e TVs para possíveis entrevistas e inclusão do CD na programação musical. Idem para veículos virtuais;Produção de notas informativas e envio para colunas sociais e imprensa em geral;Elaboração e sugestão de pautas aos veículos e editorias de cultura e variedades;Apresentação da resposta alcançada na mídia (clipping) no final do trabalho, incluindo publicações em mídia impressa e virtual.

Acessibilidade

A exposição adota medidas de acessibilidade como a criação de versões táteis de três obras (em MDF e EVA) para pessoas com deficiência visual, ampliando a experiência sensorial dos visitantes. A expografia é pensada para permitir a livre circulação de pessoas com mobilidade reduzida. A mediação educativa também prevê práticas inclusivas, adaptando o conteúdo às diferentes necessidades dos públicos, garantindo que a experiência seja acessível e acolhedora para todos.

Democratização do acesso

Sim. A exposição é de acesso gratuito e contará com um tour virtual em 3D/360º para democratizar o acesso de públicos de diferentes localidades, incluindo pessoas que não podem visitar presencialmente. Visitas mediadas abertas e rodas de conversa ampliarão o acesso ao conteúdo, promovendo o diálogo com diversos públicos. A proposta busca integrar públicos variados, fortalecendo o direito à cultura e estimulando a participação ativa e crítica de todos.

Ficha técnica

JoanaBrasileira e mãe de dois filhos, é nascida e residente da cidade de Campinas-SP. Desde 1999 atua como produtora cultural e diretora, produzindo eventos e produtos culturais nas áreas da música, artes plásticas, circo, literatura, festivais, cinema e vídeo, participando desde a concepção dos projetos até sua execução. Em Campinas, é a principal produtora dos músicos Ale Carmani, João Arruda, João Bá, dos artistas plásticos Geraldo Porto e Antônio Roseno de Lima (A.R.L.), e de eventos como Arreuní, Casarão das Violas, Casa da Arte Brasileira, Just So Brasil, dentre outros. Além de sua própria empresa de produção cultural, a Joana Germani Produções, fundada em 2001, Joana está à frente como Diretora da Quanta Cultura, ONG sediada em Campinas e especializada em criar experiências de arte e cultura para famílias na natureza. MaíraMaíra Gama é brasileira, nascida no Rio de Janeiro, criada nas cidades de Manaus e Belém, onde viveu sua infância e adolescênciaem meio à intensa atividade cultural peculiar de cada uma dessas regiões amazônicas, graças, principalmente, ao trabalho de seupai, William Gama, como produtor cultural e fundador do Projeto Uakti, que nasceu com o objetivo de fomentar, incentivar edifundir a cultura baré e hoje permanece como um veículo de divulgação da produção cultural local.Atualmente, está em Campinas - SP. Formou-se em Artes Plásticas pela UNICAMP e trabalhou como arte educadora em escolas deCampinas antes de entrar para a área da Propaganda e Marketing, atuando em agência de propaganda como redatora, produtora edesigner gráfico.É uma das fundadoras da Quanta Cultura, ONG que atua na criação, programação e produção de eventos culturais para famílias,em especial ao ar livre e em meio à natureza. Atua, desde 2012, na produção, concepção gráfica, curadoria, gerenciamento ecriação de cenografia dos eventos da Quanta Cultura, incluindo o Just So Brasil, primeiro festival de artes e campismo parafamílias do país, no qual fez a curadoria e a direção artística das sete edições já realizadas. Também com a Quanta, participou daturnê “Histórias que Cantam por Aí”, do músico Ale Carmani; das edições dos eventos Quanta Criança, Quanta Coisa Boa, Fim deTarde e Festival Avia; do projeto musical Beira de Folha (PROAC 2020) e Ninho (PROAC 2022); do projeto de difusão da literaturaindígena Quanta Criança Lendo (Aldir Blanc 2020); do projeto audiovisual Mundo Munduruku (PROAC 2021) e da exposição A.R.L.Vida e Obra (PROAC 2021 e 2023, CCBB 2024). Como designer, entre outros trabalhos, participou da criação da galeria virtual doartista Geraldo Porto (Aldir Blanc 2020). Na Casa da Arte Brasileira atua, desde 2018, no trabalho de catalogação, organização einiciativas de difusão das obras do acervo. AmandaProfessora, arte-educadora e atelierista, atuou na CEI Baroneza de Limeira,uma das maiores escolas públicas em educação infantil do Brasil, à frente dosprojetos de Arte e Cultura - com 800 crianças entre 2 e 6 anos de idade.Teve quatro projetos escolhidos na Jornada Pedagógica da Prefeitura de SãoPaulo, entre eles: A cultura africana e afro-brasileira na educação infantil e AsInterações e Brincadeiras como princípios para a ação pedagógica nasUnidades Educacionais.É Educadora Social, desenvolveu projetos no terceiro setor, mobilizandofamílias e organizações na construção de comunidades educadoras, criando epotencializando propostas coletivas e de inclusão.Formação em História da Arte, na Pinacoteca. Atualmente, leciona no Ateliê deduas escolas privadas em São Paulo, promovendo sessões artísticas comcrianças de 3 a 10 anos de idade, considerando os aspectos estéticos, éticos epolíticos, para construção de processos que possam integrar o pensar e o fazerna infância.Idealizadora do Projeto Ateliê Itinerante na Aldeia Tekoa Pyau, de etniaGuarani, levando aos bebês e as crianças do território indígena, ações econtextos imersivos para acessar as múltiplas linguagens das Artes –acolhendo a rica cultura Guarani.Realiza mensalmente, encontro com crianças e jovens em diversasorganizações não governamentais, com o projeto Ateliê e Literatura para Florir.Produz eventos culturais para crianças e jovens participando de editais abertosem São Paulo, é contadora de histórias, apaixonada por cultura da infância epesquisadora de literaturas infanto-juvenis.

Providência

O PROPONENTE NÃO RESPONDEU A DILIGÊNCIA DENTRO DO PRAZO.PROJETO LIBERADO PARA DECISÃO DO ANALISTA.