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O projeto tem como objetivo a produção de um livro fotográfico, artístico e autoral, sobre as aves da serra de Petrópolis, com imagens de João Quental, que destacam a beleza e a diversidade das espécies da região. A publicação busca fortalecer o vínculo cultural dos leitores com a natureza local e promover a conscientização ambiental. O livro contará com dois textos complementares: um assinado pela escritora Marta Góes, abordando a relação entre sociedade e ecossistema, e outro do biólogo Luciano Lima, detalhando a diversidade de aves presentes no território. A proposta chama atenção para a importância ambiental da serra de Petrópolis e para o papel das aves na preservação da Mata Atlântica e no despertar da conexão das pessoas com o meio ambiente.
Este livro fotográfico apresenta as aves da Serra de Petrópolis sob o olhar atento e poético de João Quental, revelando a riqueza de cores, formas e comportamentos que compõem esse universo alado. Em meio às florestas da Mata Atlântica, as imagens ganham força ao lado dos textos inéditos de Marta Góes e Luciano Lima, que contextualizam a importância ecológica da região e a diversidade de espécies que ali habitam. A publicação convida o leitor a redescobrir a natureza que o cerca, promovendo um encontro entre arte, ciência e consciência ambiental.
Objetivo Geral Promover a valorização cultural e a preservação ambiental da serra de Petrópolis por meio da produção e publicação de um livro fotográfico autoral artístico sobre as aves da região, fortalecendo o vínculo cultural da população com a natureza local e incentivando a conscientização sobre a importância da Mata Atlântica.Objetivos específicos: - imprimir 3000 livros- distribuir gratuitamente 750 livros- realizar 100 exposições murais em 100 escolas da região de petrópolis
A serra de Petrópolis, no estado do Rio de Janeiro, possui uma relevância ecológica excepcional. Abriga importantes remanescentes da Mata Atlântica, bioma dos mais ricos do mundo em biodiversidade e, ao mesmo tempo, extremamente ameaçado. Situada na Serra do Mar, a região funciona como um corredor ecológico, conectando áreas protegidas e permitindo o fluxo de espécies da fauna e flora. Seus rios, nascentes e matas desempenham papel vital na regulação do clima, no abastecimento de água para a região metropolitana do Rio de Janeiro e na conservação de espécies endêmicas, muitas delas ameaçadas de extinção. Além disso, a paisagem serrana de Petrópolis possui grande valor cultural, histórico e turístico, reforçando a necessidade de sua proteção e manejo sustentável.As aves desempenham um papel essencial no equilíbrio ecológico da serra de Petrópolis, atuando como dispersoras de sementes, polinizadoras e controladoras naturais de insetos. Sua presença contribui diretamente para a regeneração da vegetação nativa e a manutenção da biodiversidade, especialmente em ecossistemas como a Mata Atlântica, onde muitas espécies vegetais dependem exclusivamente das aves para sua reprodução. Além disso, as aves funcionam como indicadores ambientais sensíveis às mudanças no habitat, ajudando a monitorar a saúde dos ecossistemas locais. Sua diversidade e comportamento tornam-nas peças-chave nas dinâmicas ecológicas e um elo vital na teia da vida que sustenta a floresta.Além disso, a atração natural que as pessoas sentem pela beleza dos pássaros — suas cores vibrantes, cantos melodiosos e comportamentos encantadores — é uma poderosa aliada da conscientização ambiental. O fascínio pelas aves inspira o interesse pela natureza como um todo, motivando práticas como a observação de aves (birdwatching), com uma legião de aficcionados _ que têm a serra de Petrópolis como um dos hot spots da atividade _, o turismo ecológico e o engajamento em ações de conservação. Ao despertar a admiração pelo mundo natural, essa conexão emocional fortalece o entendimento sobre a importância de preservar habitats, combater o desmatamento e proteger espécies ameaçadas. Assim, a apreciação estética se transforma em uma aliada da educação ambiental e da mobilização por políticas de proteção da biodiversidade.Um livro de fotografias sobre as aves da Serra de Petrópolis, assinado pelo renomado fotógrafo e observador de aves João Quental, transcende o valor estético ao se afirmar como um instrumento cultural de sensibilização e preservação. Por meio de seu olhar sensível e técnico, Quental captura não apenas a beleza singular das espécies, mas também o encanto que elas despertam no imaginário coletivo. Essa conexão emocional com as imagens promove o interesse do público pela natureza, transformando o livro em uma ponte entre arte, ciência e consciência ambiental. Assim, a obra assume relevância cultural ao valorizar o patrimônio natural brasileiro, estimular o respeito à biodiversidade e contribuir para a formação de uma cultura de conservação que se fortalece a partir do encantamento.Entre névoas, matas e montanhas, este livro convida o leitor a adentrar o exuberante mundo das aves da Serra de Petrópolis. Resultado de anos de observação e sensibilidade do fotógrafo João Quental, a obra revela, em imagens deslumbrantes e textos breves, a diversidade e a beleza das espécies de aves que habitam essa região da Mata Atlântica fluminense.Mais do que um registro fotográfico, este é um tributo ao equilíbrio delicado entre fauna e floresta. Do colorido do saíra-sete-cores ao canto oculto do trogon, das passagens sazonais dos migrantes às aves endêmicas que só ali encontram refúgio, cada página convida à contemplação e ao encantamento.Ideal para observadores de aves, fotógrafos da natureza, ambientalistas e amantes da Serra, o livro oferece não apenas um retrato visual da biodiversidade local, mas também um chamado à preservação de um dos biomas mais ameaçados do BrasilA Lei Rouanet tem se mostrado, ao longo dos anos, a principal ferramenta da produção cultural brasileira. Dessa forma, pleiteamos o incentivo desse mecanismo para a produção dessa relevante obra artística que irá jogar luz à fauna (aves) da Serra de Petrópolis, valorizando a cultura local e promovendo a conscientização ambiental.Abaixo os incisos do Art. 1º da Lei 8313/91, nos quais o projeto se enquadra: I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais;II - promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais;V - salvaguardar a sobrevivência e o florescimento dos modos de criar, fazer e viver da sociedade brasileira;VI - preservar os bens materiais e imateriais do patrimônio cultural e histórico brasileiro;VIII - estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória; E abaixo os objetivos do Art. 3 da Lei 8313/91 que ele atende: II - fomento à produção cultural e artística, mediante: b) edição de obras relativas às ciências humanas, às letras e às artes;
formato 21x25cm / miolo em papel couche fosco 150g / 3000 exemplares / capa dura / 196 páginas
1. Produto Livro: 1.1 Acessibilidade FÍSICA O proponente se compromete a realizar o lançamento do livro, se acontecer em local físico, que o mesmo tenha rampas de acesso para cadeirantes e banheiros acessíveis. Se for em plataforma virtual, será um evento em plataforma gratuita. 1.2 Acessibilidade para deficientes visuais O proponente irá disponibilizar um link dentro do livro para a audiodescrição . ITEM NA PLANILHA ORÇAMENTÁRIA, dentro dos custos vinculados de comunicação.1.3 Acessibilidade para deficientes auditivos O proponente se compromete a realizar no lançamento do livro, seja em ambiente físico ou virtual, o recurso de intérprete de libras. ITEM NA PLANILHA ORÇAMENTÁRIA , dentro dos custos vinculados de comunicação.1.4 Acessibilidade para deficientes INTELECTUAIS O proponente irá disponibilizar um link dentro do livro impresso para a audiodescriçào. O proponente também deixará esse link no site do projeto, para facilitar o acesso. ITEM NA PLANILHA ORÇAMENTÁRIA, dentro dos custos vinculados de comunicação.1.5 Acessibilidade nos materiais de divulgação: o proponente Adotará fontes legíveis e com bom contraste, incluirá legendas em vídeos e áudios, e fornecerá descrições alternativas para imagens (tags alt). ITEM NA PLANILHA ORÇAMENTÁRIA, dentro dos custos vinculados de comunicação.2. Produto Contrapartida Social1.1 Acessibilidade FÍSICA As escolas participantes selecionadas já terão os quesitos de acessibilidade física garantidos.1.2 Acessibilidade para deficientes visuais . O proponente irá disponibilizar um link nos cartazes para a audiodescrição da exposição mural. ITEM NA PLANILHA ORÇAMENTÁRIA. ITEM NA PLANILHA ORÇAMENTÁRIA, dentro dos custos vinculados de comunicação.1.3 Acessibilidade para deficientes auditivos : eles poderão ler os textos e ver os fotos da exposição.1.4 Acessibilidade para deficientes INTELECTUAIS O proponente irá disponibilizar um link nos cartazes para a audiodescrição da exposição mural. ITEM NA PLANILHA ORÇAMENTÁRIA, dentro dos custos vinculados de comunicação.1.5 Acessibilidade nos materiais de divulgação: o proponente Adotará fontes legíveis e com bom contraste, incluirá legendas em vídeos e áudios, e fornecerá descrições alternativas para imagens (tags alt). ITEM NA PLANILHA ORÇAMENTÁRIA, dentro dos custos vinculados de comunicação.
O proonente prevê em seu projetos todas as medidas previtas no Art. 46, da IN. n. 23 de 5 de fevereiro de 2025.Artigo 46:O plano de distribuição da proposta deve prever medidas de democratização do acesso aos produtos, bens, serviços e ações culturais produzidos, contendo as estimativas da quantidade total de ingressos ou produtos culturais previstos, observados os seguintes limites: I - até 10% (dez por cento) para distribuição gratuita promocional por patrocinadores, havendo mais de um receberão em quantidade proporcional ao investimento efetuado; II - até 10% (dez por cento) para distribuição gratuita promocional pelo proponente em ações de divulgação do projeto; III - mínimo de 10% (dez por cento) para distribuição gratuita com caráter social ou educativo, incluindo professores de instituição públicas de ensino; Já como Amplicação de Acesso, o proponente prevê os seguintes incisos do artigo 47.V - realizar, gratuitamente, atividades paralelas aos projetos, tais como ensaios abertos, estágios, cursos, treinamentos, palestras, exposições e oficinas;VI - realizar ação cultural voltada para crianças, adolescentes, jovens e seus educadores.Contrapartida Social Como contrapartida social, o proponente realizará uma exposicao mural, para doação para 100 escolas do ensino público da região de Petrópolis. A exposição consiste em 100 exemplares de um kit de 10 cartazes tipo lambelambe, formato 40x60cm que juntos apresentam uma síntese do conteúdo do livro, distribuídos, junto com exemplar do livro, para escolas e outros espacos culturais píblicos de Petrópolis. A ideia é colarem em paredes e muros as aáreas comuns, para a comunidade escolar ter acesso.Dessa forma, o proponente atende ao artigo 49, parágrafos 1 e 2, da IN n. 23 de 5 de fevereiro de 2025:Art. 49. As propostas culturais com comercialização de ingressos ou produtos culturais deverão apresentar ações formativas culturais obrigatórias, adicionais às atividades previstas, em território nacional, preenchendo o produto cultural secundário Contrapartidas Sociais no Plano de Distribuição, com rubricas detalhadas na Planilha Orçamentária.§ 1º As ações formativas culturais deverão corresponder a pelo menos 10% (dez por cento) do quantitativo de público previsto no plano de distribuição do produto principal, contemplando no mínimo 20 (vinte) e no máximo 500 (quinhentos) beneficiários, podendo o quantitativo máximo ser superado a critério do proponente.§ 2º As ações formativas culturais destinam-se aos estudantes e professores de instituições públicas de ensino, que não se confundem com as medidas de ampliação do acesso contidas no art. 47, inciso V desta Instrução Normativa, podendo abranger uma das seguintes ações:I - oferecer bolsas de estudo ou estágio de gestão cultural e artes;II - oferecer ensaios abertos, estágios, cursos, treinamentos, palestras, exposições e oficinas; ouIII - outras medidas sugeridas pelo proponente, a serem apreciadas pela Comissão Nacional de Incentivo à Cultura.
A função do proponente é de coordenação editoral, reponsável por todo o processo decisório e gestão das ações do projeto. Coordenação editorial e publicação: Editora Olhares (EO Editora) - proponenteA EO Editora Ltda, nome fantasia Editora Olhares, é uma empresa brasileira constituída em 2008 com objetivo de elaborar e produzir projetos culturais. A editora se especializou em propor e gerar conteúdo editoriais, culturais e artísticos com a preocupação central de transformar o resultado de pesquisas rigorosas em narrativas agradáveis e dinâmicas, primando por um tratamento visual moderno e adequado a cada projeto. A empresa está engajada no resgate e registro de temas culturais e históricos, comprometendo-se com a preservação e difusão da cultura nacional. Dentre os trabalhos que desenvolveu, destacam-se:Livros publicados (www.editoraolhares.com.br)• 37 volumes da coleção A cidade da gente (2015-24)• O fabuloso Zé Rodrix (2017)• Marcenaria Baraúna: móvel como arqutetura (2017)• Desenho da utopia (2016)• Móvel moderno no Brasil (2015)• Sapos, cobras e lagartos - a charge política de Glauco (2014)• Já era jacaré (2013)• Alex Vallauri – da gravura ao grafite (2013)• Ciclismo no limite (2013)• A vida dos centros (2013)• São Paulo é Legal! (2013)• Sobrados da Zona Oeste (2012)• São Paulo 1971-2011. História recente, versões literárias, resíduos visuais (2012)• Artesãos da Sapucaí (2011)• Interiores no Brasil – a influência portuguesa nos espaços domésticos (2011)• Yoga massagem ayurvédica (2011)• Chico Niedzielski (2011)• Minas; estado de espírito (2010)• Retratos do Brasil Profundo (2010)• Um a um – arquitetura de Betty Birger (2010)• No campo da memória, jogando conversa fora (2010)• A arte de Jaime Prades (2009)• Faces da moeda (2009)• Menu di Funghi (2009)• Viva Favela (2009)• A Ilha Tipográfica (2008)• Japoneses no Vale do Aço (2008)Prêmios• 31o Prêmio Museu da Casa Brasileira, 2017 - 1o lugar na categoria Trabalhos publicados com o livro Marcenaria Baraúna: móvel como arquitetura.• 53o Prêmio Jabuti, 2011 - 2o lugar na categoria fotografia com o livro Minas; estado de espírito.• 25o Prêmio Museu da Casa Brasileira, 2011 - 1o lugar na categoria Trabalhos publicados com o livro Interiores no Brasil: a influência portuguesa no espaço doméstico.Coordenação editorial: Otávio Nazareth (sócio da EO Editora)Graduado em Produção editorial pela Escola de Comunicação da UFRJ. Pós-graduado em Fotografia como instrumento de pesquisa, pela Universidade Cândido Mendes. Sócio e editor-executivo da Editora Olhares, responsável pela edição de mais de 60 títulos com perfil semelhante ao do projeto em questão. Autor dos livros: Intimidade revelada. São Paulo: Len Comunicação, 2007; Serra dos Órgãos. Rio de Janeiro: Doiis Editora, 2007; Stuhlberger – uma história da construção de São Paulo. São Paulo: Len Comunicação, 2006; Serra do Cipó. Rio de Janeiro: Doiis Editora, 2006; Onde nascem as águas, Serra da Mantiqueira. Rio de Janeiro: Doiis Editora, 2003.João Quental - autor/fotógrafo João Quental é bacharel em Letras e professor de Literatura. Sua incursão na fotografia de aves teve início no final dos anos 90, durante uma viagem à África. Esse interesse se transformou em paixão, levando-o a explorar diversas regiões do Brasil e do mundo, em busca de novas espécies e cenários para suas fotografias. Quental já fotografou mais de 3.000 espécies de aves, tanto no Brasil quanto em outros continentes, incluindo África, Ásia e Antártica. Seu trabalho é amplamente reconhecido e admirado por entusiastas da natureza e da fotografia, além de ilustrar diversas publicações e livros brasileiros e estrangeiros. Além de fotógrafo, Quental é professor e realiza workshops de fotografia de aves em todos os biomas brasileiros. Suas expedições o levaram a lugares remotos, como Índia, Butão, Botsuana, Cambodia e Gana, além de inúmeras viagens à Amazônia e a todos os biomas brasileiros, onde registrou várias espécies raras. Em parceria com o designer Renato Rizzaro, Quental lançou um guia de bolso com 120 fotos de aves do Rio de Janeiro, visando facilitar a observação e identificação das espécies urbanas. Além disso, publicou em 2016 o livro “Flores do Jardim Botânico do Rio de Janeiro”, com a paisagista Cecília Beatriz da Veiga Soares. Suas imagens ilustram diversas publicações, guias de aves e livros científicos, tanto brasileiros quanto internacionais. Quental é diretor da AFNATURA (Associação dos Fotógrafos de Natureza), organização dedicada à promoção da fotografia de natureza e à defesa dos direitos dos fotógrafos em unidades de conservação. Ele tem sido um defensor ativo da importância da fotografia na conscientização ambiental e na preservação da biodiversidade. Além disso é conselheiro da AAJB (Associação dos Amigos do Jardim Botânico). Luciano Lima - textoBacharel em Ciências Biológicas pela Universidade Estadual do Norte Fluminense, Mestre em Zoologia pela Universidade de São Paulo e doutorando em Biodiversidade pelo Jardim Botânico do Rio de Janeiro. Possui mais de duas décadas de experiência como pesquisador e consultor em diferentes temas técnicos e aplicados relacionados com a biodiversidade brasileira, com ênfase em ornitologia, monitoramento de biodiversidade, conservação, ciência cidadã, turismo sustentável e conexão entre pessoas e natureza. Atualmente, é pesquisador vinculado ao Laboratório do Museu Biológico do Instituto Butantan; pesquisador e coordenador do Observatório de Aves da RPPN Estação Veracel; consultor científico permanente e produtor de conteúdo do programa e do portal Terra da Gente, da EPTV, afiliada à Rede Globo; e consultor permanente de Biodiversidade da Zhouse, onde atua na interface entre conservação e turismo em empreendimentos como a Fazenda Bananal e a Pousada Trijunção. É autor de diversos artigos científicos e livros, incluindo "Aves do Sudeste do Brasil: Guia de Identificação" e "Aves de Paraty". Dedica-se ativamente à divulgação da ciência e da biodiversidade brasileira em diferentes meios, incluindo exposições, televisão, rádio, podcast e outras mídias digitais. Marta Góes - textoA jornalista, escritora e dramaturga Marta Góes nasceu em Michigan, nos EUA, em 1953, mas cresceu em Petrópolis (RJ) e estudou jornalismo em São Paulo. Autora de peças como Prepare seus Pés para o Verão, Miss Cyclone e A Arte de Dizer Não, Marta também escreveu o premiado texto Um Porto para Elizabeth Bishop, que retrata o período em que a poeta norte-americana Elizabeth Bishop viveu uma bela história de amor com a arquiteta Lota Macedo Soares no Rio de Janeiro e em Minas Gerais. Além de textos para teatro, escreveu o livro infanto-juvenil A Menina que se Apaixonava, os seriados de televisão Malu Mulher e Retrato de Mulher para a televisão e as biografias de César Lattes e Alfredo Mesquita, esse último indicado ao Prêmio Jabuti. Em parceria com Fernanda Montenegro, escreveu Prólogo, Ato, Epílogo: Memórias, biografia da atriz lançada em 2019.
PRORROGAÇÃO APROVADA E PUBLICADA NO DIÁRIO OFICIAL DA UNIÃO.