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"MENINO OU MENINA?" é um projeto de curta-metragem de gênero drama, destinado a público adolescente eadulto, com 15 minutos de duração. A história gira em torno de Ariel, ume adolescente não binárie, que se vê emmeio a uma crise ao auxiliar sua mãe grávida na organização do chá de revelação do seu irmão que está a caminho.O projeto visa a realização do filme, exibições públicas da obra no Colégio Central da Bahia, Colégio EstadualÚrsula Catharino e Colégio Estadual Senhor do Bonfim, seguidas de debate acerca das temáticas da obra. Além dassessões do curta, será oferecido, também como contrapartida, da Oficina de Cinema Independente para pessoastrans.
No bairro de Nazaré, em Salvador, reside ume adolescente não binárie chamade Ariel(14). Desde os 3 anos, ela vive com sua mãe, Suellen, formando um vínculo único. Contudo, Ariel nunca revelou sua verdadeira identidade de gênero. Agora, vê seu cotidiano se transformar com o casamento de sua mãe com Abelardo, seu padrasto, e a chegada iminente de uma nova criança na família. Vemos então, Suellen(35) e sua irmã Sheila(46), arrumando os últimos preparativos para o chá de revelação da criança que está por vir, em meio a caixas de mudança e objetos embalados. Ariel se vê melancólique e reflexive. Enquanto isso, a mãe e a tia estão animadas com a comemoração no playground de um prédio de classe média para onde elus vão se mudar. A atmosfera de prosperidade e celebração contrasta com os sentimentos internos de Ariel, que observa o movimento ao seu redor com um misto de pensamentos e, de certa forma, se incomoda com a festa normativa. Ariel se mantém emburrade, sem fazer muita questão de esconder seu descontentamento. Contudo, sua mãe não percebe exatamente os motivos du filhe estar dessa maneira, ela acredita que Ariel está com ciúme do novo bebê. Então, decide chamar u adolescente para comprar as decorações que faltam para o chá de revelação, tendo certeza que essa ação ajudaria elus a se aproximarem um pouco mais. Antes de saírem, Suellen e Ariel se encontram com Abelardo, que tenta ser simpático e acolhedor, mas sempre termina sendo machista. Ele trata sue enteade com condescendência, querendo carregar as sacolas que acredita que estão pesadas. Apesar de não achar ele uma pessoa ruim, toda a ignorância e falta de percepção de seus familiares e agregados incomoda u protagoniste. Ariel foge rapidamente para seu quarto, com medo de terminar brigando com Abelardo. Então, conversa com sua amiga, Dayse, pelo celular. Elus marcam um encontro entre amigos depois do chá de bebê. Já na loja de festas, Suellen muita animada, escolhe todos os objetos "do modo clássico". Bolas com interrogações, forminhas e enfeites rosa e azul e ursinhos de bailarina e marinheiro. A mãe tenta fazer com que Ariel participe das escolhas e não percebe como está machucando u adolescente, que permanece calade a maior parte do tempo. Sem conseguir se comunicar com Ariel, a mãe vai interagindo mais com a vendedora e compra o que precisa rapidamente. Já na rua, Suellen tenta conversar com u adolescente, tentando tirar da cabeça delu o ciúme da nova criança. Quando a conversa parece tomar um rumo de briga, Ariel desiste de entrar em embate com sua mãe, por medo de magoá-la. Mais tarde, alguns convidados mais próximos, Suellen e Ariel estão no salão de festa de um prédio de classe média. O salão é amplo e tem uma churrasqueira grande. Mesas de plástico estão empilhadas. Suellen está segurando uma escada enquanto Ariel está na escada terminando de colocar uma cortina de voil. Metade da cortina é azul, metade rosa. Enquanto arrumam o salão, a mãe tenta voltar ao assunto de mais cedo, Ariel quase pensa em começar a falar sobre sua identidade de gênero, mas percebe que Suellen nem consegue chegar perto de cogitar qualquer coisa. Para tentar fugir do assunto, termina sendo ríspide com a mãe bem quando Sheila chega com seu marido, Beto(49). A irmã percebe o conflito e tenta apaziguar a situação afastando a grávida do momento de tensão. Já Beto, começa um pequeno sermão invasivo, falando coisas de lugar comum sobre gravidez e faz uma "piada"sexista. Ariel revira os olhos e sai para buscar o bolo. Chegandona portaria, uma funcionária entrega o bolo para Ariel e dá muitas indicações para o momento da revelação. Ariel olha para a mulher distraíde, mas tenta prestar atenção. A moça tira uma sacola cheia de saquinhos pardos e é muito insistente em reafirmar que ninguém pode de forma alguma descobrir se o bebê é menino ou menina. Ariel diz que terá cuidado. Ariel vai andando pelo play com a caixa do bolo. Elu sai rápido para a funcionária não chamar elu de novo. Ariel começa a olhar fixamente para a caixa. Ariel abre a caixa e vê um bolo todo cheio de glitter com um sapatinho rosa e outro azul. Ariel começa a respirar profundamente e olha para o bolo com raiva. Ariel começa a gritar. Ariel começa a ver fumaças rosas e azuis pelo play. Continua gritando. Então, ouve-se a voz de Dayse chamando por elu. Ariel ainda está parade olhando para o bolo. Ariel está chorando, Dayse olha intrigada para sue amigue. Eles se abraçam e Ariel começa a chorar. Dayse balança a cabeça positivamente, sem entender as motivações do choro e faz carinho nas costas delu. Os dois vão para o salão de festas levar o bolo. A decoração do salão está completa. Suellen e Sheila conversam, animadas. Beto termina de ajeitar o freezer com as cervejas. Pega uma cerveja e senta com João (69) e Joseneide (78), seus pais. Ariel entra com Dayse, nervose, segurando o bolo com o corpo retesado, os olhos ainda inchados de chorar. Quando Suellen vê Ariel entrando, pede apressadamente para u filhe ir até Sheila para pedir ajuda para se arrumar. Suellen olha discretamente para os pais de Abelardo e fica um pouco nervosa, com medo dos pais de Abelardo repararem em Ariel. U filhe continua parade olhando para a mãe, quase como se quisesse que ela percebesse sua tristeza. Abelardo faz que vai interferir, sua mãe o impede. Até que ele não aguenta e insiste para u entendiade colocar a roupa nova que compraram no shopping. Quando Ariel nota que sua mãe está com vergonha, começa a apontar que percebeu tudo e confronta sua progenitora. Cada vez que Ariel vai falando, vai respondendo, sua raiva vai aumentando. Suellen vai variando de uma passivo agressividade preocupada com os presentes e uma resposta à altura. Os pais de Abelardo tentam ajudar, mas não conseguem acalmar a situação. Elus brigam feio e Ariel sai correndo, chorando. Suellen se sente mal e Dayse fica olhando na direção que u amigue saiu. Ariel vai para a quadra do prédio e chora muito. Elu ouve um barulho de alguém se aproximando e chama por Dayse, mas percebe então que é sua mãe. Suellen pergunta se o motivo da chateação tem a ver com elu ser apaixonade por Dayse. U garote se assusta e, embora seja verdade, tenta explicar que não tem a ver com afetividade e sim gênero. Do jeito que consegue, Suellen apoio u filhe. Ela pergunta se tem a ver com não ser nem menino, nem menina e Ariel confirma. A mãe pergunta se há um nome de preferência que elu gostaria de ser chamade e u adolescente se apresenta. Assim, Suellen busca dar suporte e afirma que não é tão rígida e ignorante como pode parecer para Ariel, que fica sem jeito. Em seguida, pede para elu ir se arrumar com Dayse, enquanto eles dão um jeito de ajeitar o que falta do chá. Um pouco depois, Ariel e Dayse chegam no salão. Os dois arrumados para o chá. O salão está todo escuro. Quando eles vão se aproximando, as luzes se acendem e todos gritam "surpresa". Confetes coloridos são jogados para cima. Suellen se aproxima de Ariel e abraça elu. Todos celebram contentes. Algumas pessoas seguram cartazes um pouco improvisados onde se vê o nome Ariel escrito de formas diferentes. A família de Beto pega os balões com interrogações e chama Ariel para a varanda do salão. Todos jogam os balões para o alto. Suellen pede para Ariel escolher um nome que nem o delu, um nome que pode ser de menino, menina ou menine. Ariel abraça Suellen. A música começa a cantar. Todos dançam. CLASSIFICACAO: 12 ANOS
Objetivos Geral: Realizar a produção, exibição e difusão do curta-metragem "MENINO OU MENINA?", promovendo reflexões sobre identidade de gênero, acolhimento familiar e diversidade no contexto brasileiro, por meio de uma obra acessível, artística e educativa. O projeto visa ampliar o debate social e cultural sobre pessoas não binárias e comunidades LGBTQIAPN+, democratizando o acesso ao audiovisual e estimulando a formação de novos profissionais trans no setor, através de ações formativas, exibições públicas e estratégias de comunicação multiplataforma. Objetivos Específicos: Objetivos EspecíficosProduzir 01 curta-metragem de ficção inédito, com 15 minutos de duração, intitulado MENINO OU MENINA?, abordando identidade de gênero sob a perspectiva de uma pessoa não binária, com equipe majoritariamente formada por mulheres e pessoas LGBTQIAPN+.Realizar 03 sessões públicas gratuitas do curta-metragem em escolas estaduais de Salvador (BA), com até 300 espectadores ao todo, seguidas de debates com a equipe sobre gênero, diversidade e inclusão.Oferecer 01 oficina formativa com 12 horas de carga horária, voltada para pessoas trans interessadas em audiovisual, com 20 vagas gratuitas, promovendo qualificação e inserção profissional.Alcançar 300.000 visualizações nas redes sociais e plataformas digitais, por meio de uma campanha de divulgação com vídeos impulsionados, conteúdos acessíveis e estratégias de engajamento com o público jovem.Publicar 08 artigos informativos e reflexivos sobre o tema do filme (identidade de gênero, família, linguagem neutra e diversidade), distribuídos nas redes sociais, blog do projeto e sites parceiros, com linguagem acessível e conteúdo educativo.Garantir plena acessibilidade comunicacional ao conteúdo audiovisual, com inserção de janela de Libras, audiodescrição e legendas descritivas, tanto no curta quanto nos vídeos promocionais e educacionais.Gerar e compartilhar conteúdo de bastidores (vídeos e fotos), registrando as etapas de produção e depoimentos da equipe, com ao menos 50 postagens nas redes sociais, todas com recursos de acessibilidad
A viabilização do projeto "MENINO OU MENINA?" por meio do mecanismo de Incentivo Fiscal previsto na Lei nº 8.313/91 é essencial para garantir sua realização plena e com qualidade técnica e artística. Trata-se de um curta-metragem de ficção com forte apelo social e educacional, que propõe uma narrativa sensível sobre identidade de gênero e relações familiares, tematizando a vivência de uma pessoa não binária em um contexto de descoberta e acolhimento. Além do filme em si, o projeto inclui a realização de três sessões públicas com debates educativos e uma oficina gratuita de formação em audiovisual voltada exclusivamente para pessoas trans, somando ações de produção, difusão e formação em cultura.Tais iniciativas se conectam diretamente ao Art. 1º, incisos II, III, IV, V e IX da Lei 8.313/91. O projeto promove a regionalização da produção cultural e artística brasileira (inciso II), ao ser desenvolvido com equipe técnica e criativa da Bahia e priorizar talentos locais. Também apoia, valoriza e difunde manifestações culturais e seus criadores (inciso III), ao fortalecer a presença de artistas e profissionais LGBTQIAPN+ no audiovisual nacional. Ao proteger expressões culturais de grupos formadores da sociedade brasileira (inciso IV) e salvaguardar modos de viver e criar historicamente invisibilizados (inciso V), a obra contribui para a construção de narrativas mais plurais e representativas. Por fim, o projeto prioriza o produto cultural originário do país (inciso IX), com produção integralmente brasileira, desde o roteiro até a distribuição.No que se refere ao Art. 3º da mesma norma, o projeto realiza o fomento direto à produção cultural e artística (inciso II), especialmente nas alíneas a e b: produção de obras cinematográficas de curta-metragem e sua exibição pública, com ações de acessibilidade e formação. A oficina para pessoas trans, por sua vez, contribui com a formação de agentes culturais e com a inclusão de novos profissionais em um mercado historicamente excludente, alinhando-se também ao espírito da legislação quanto à democratização do acesso aos meios de produção cultural.Diante disso, o incentivo via renúncia fiscal se justifica não apenas pela relevância artística da obra, mas, sobretudo, por seu impacto social, educativo e inclusivo — difícil de ser viabilizado exclusivamente por meios privados, dada a urgência dos temas abordados e o foco em públicos historicamente marginalizados.
PLANO DE COMUNICAÇÃO – CURTA "MENINO OU MENINA?"1. Objetivos da ComunicaçãoDivulgar o curta-metragem "MENINO OU MENINA?" para um público amplo e diverso;Gerar engajamento e discussão sobre identidade de gênero, inclusão e respeito;Ampliar o acesso ao conteúdo por meio de recursos de acessibilidade e ações digitais;Impulsionar a visibilidade da obra em plataformas digitais, especialmente entre jovens, educadores e a comunidade LGBTQIAPN+. 2. Público-AlvoAdolescentes e jovens adultos (12 a 29 anos);Educadores da rede pública;Pessoas LGBTQIAPN+ e aliados;Produtores e consumidores de audiovisual independente;Festivais de cinema, coletivos culturais e universidades. 3. Estratégias e CanaisA. Redes SociaisInstagram e Facebook da produtora e dos parceiros culturais;Publicações semanais com:Teasers e bastidores;Depoimentos da equipe e elenco;Conteúdo educativo (curiosidades, explicações sobre identidade de gênero, linguagem neutra etc.);Cards com frases impactantes do filme;Todas as postagens com acessibilidade comunicacional: legendas, descrições de imagens e Libras nos vídeos;Stories com enquetes e perguntas interativas para gerar engajamento.B. YouTubeLançamento do trailer oficial;Vídeos curtos com bastidores, entrevistas e making of;Vídeo institucional sobre a importância do projeto, com acessibilidade (Libras, legenda e audiodescrição).C. Google Ads (Impulsionamento) Impulsionamento do trailer no YouTube e Google Display para alcançar usuários interessados em:Cinema independenteDiversidade de gêneroEducação e juventudeAnúncios segmentados por faixa etária, localização (Salvador e região metropolitana), temas de interesse e palavras-chave.Duração da campanha: 30 dias, com foco principal na semana da estreia e nas semanas de exibição nas escolas.D. Release e Assessoria de ImprensaProdução e disparo de release com sinopse, ficha técnica e posicionamento artístico;Envio para:Sites de cultura e entretenimentoPortais de notícias locais (Salvador e BA)Blogs LGBTQIAPN+Revistas e portais de educação
1. Produção de um curta-metragem de ficção inéditoTítulo: MENINO OU MENINA?Gênero: DramaDuração: 15 minutosCaracterísticas:Equipe majoritariamente composta por mulheres e pessoas LGBTQIAPND+.Curta com ferramentas de acessibilidade (LIBRAS, audiodescrição, legenda descritiva). 2. Realização de 3 sessões públicas do curta-metragemLocal: Escolas públicas estaduais de Salvador (BA)Colégio Central da BahiaColégio Estadual Úrsula CatharinoColégio Estadual Senhor do BonfimAções complementares:Debate com a equipe após cada exibiçãoAcessibilidade com tradução em LIBRAS e audiodescrição com fones 3. Oficina de Cinema Independente para Pessoas TransDuração: 12 horas (3 encontros de 4h)Vagas: 20 participantesPúblico: Pessoas trans, priorizando recortes de raça, renda e deficiênciaObjetivo: Capacitar participantes para produção de curtas independentes
Acessibilidade Arquitetônica Os locais escolhidos para a realização das atividades do projeto “MENINO OU MENINA?” — tanto para as exibições públicas quanto para a oficina formativa — serão criteriosamente selecionados com base em critérios de acessibilidade arquitetônica, a fim de garantir o pleno acesso de pessoas com deficiência e mobilidade reduzida. Serão priorizados espaços que contem com rampas de acesso, banheiros adaptados para PCDs, iluminação adequada, espaço interno com circulação livre para cadeirantes e entrada de fácil localização e acesso urbano, conforme estabelece a Lei Brasileira de Inclusão (Lei nº 13.146/2015). Essa atenção garante que os produtos do projeto estejam alinhados ao princípio da democratização do acesso à cultura, respeitando a diversidade dos públicos e promovendo a inclusão de forma concreta e efetiva. Acessibilidade ComunicacionalNa pós-produção, serão incorporadas ferramentas como janela de LIBRAS, audiodescrição, legenda e legenda descritiva, assegurando que os conteúdos audiovisuais sejam compreensíveis a diferentes públicos. Nas oficinas e debates escolares, será oferecida tradução simultânea em LIBRAS e audiodescrição via fones para alunos que necessitarem. Além disso, haverá reserva de assentos para pessoas com baixa visão e TEA, promovendo previsibilidade e conforto. Essas medidas garantem uma experiência física e comunicacional acessível e inclusiva. Acessibilidade AtitudinalA acessibilidade atitudinal será garantida por meio da preparação prévia das equipes envolvidas, com orientação da consultora de acessibilidade, que irá capacitá-las quanto ao uso da linguagem simples, à comunicação respeitosa e à eliminação de posturas capacitistas. O projeto também vai incentivar a contratação de pessoas com deficiência (PCD) para compor a equipe técnica e pedagógica, valorizando suas competências e protagonismo. Será criado um ambiente de respeito, empatia e escuta ativa, de forma a acolher as diferentes formas de ser e perceber o mundo, fortalecendo o direito à participação plena e igualitária de todos. A presença de PCD na execução também contribui para transformar percepções sociais, quebrando estigmas e promovendo a diversidade como valor central.
O projeto “MENINO OU MENINA?” apresenta um conjunto sólido de ações que demonstram comprometimento com a democratização do acesso à cultura, conforme estabelecido pela Lei nº 8.313/91 (Lei Rouanet), especialmente em seus artigos 1º, incisos II, III, IV, V e IX, e artigo 3º, inciso II, alíneas “a” e “b”. A proposta realiza exibições gratuitas do curta-metragem em três escolas públicas da rede estadual de Salvador, seguidas de debates educativos com a equipe criativa, promovendo um ambiente de reflexão sobre identidade de gênero, diversidade e inclusão. Além disso, oferece uma oficina formativa gratuita em cinema independente voltada para pessoas trans, com critérios de seleção que valorizam recortes de raça, renda, deficiência e identidade de gênero, contribuindo diretamente para a formação de novos agentes culturais e o fortalecimento da representatividade no audiovisual.As ações ocorrem em espaços com acessibilidade arquitetônica e comunicacional asseguradas, incluindo rampa, banheiros adaptados, LIBRAS, audiodescrição, legendas e linguagem simples, beneficiando públicos com deficiência e neurodivergentes. Os conteúdos também serão amplamente divulgados em redes sociais com ferramentas de acessibilidade e linguagem inclusiva, alcançando jovens de diferentes territórios, ampliando o impacto social da obra.Considerando que o projeto prevê sua execução em escolas específicas, mas não menciona transporte para outros estudantes da rede pública, propõe-se como aprimoramento a previsão de deslocamento gratuito — via ônibus escolar ou vans — em parceria com as secretarias de educação, a fim de ampliar o acesso de estudantes de outras regiões da cidade. Caso isso não seja viável, recomenda-se a adaptação da metodologia para que a equipe do projeto se desloque até outras escolas públicas da rede, realizando exibições e debates diretamente nos territórios escolares, o que também reforça o princípio da equidade territorial e do acesso descentralizado.Dessa forma, o projeto avança de forma consistente nos compromissos com a inclusão, a formação cidadã, a valorização das identidades dissidentes e a democratização do acesso à cultura, sendo plenamente aderente aos objetivos da Lei de Incentivo à Cultura e merecedor de apreciação favorável.
Direção e Roteiro: Hilda Lopes Pontes Realizadora e roteirista, é mestre em Artes Cênicas pela Universidade Federal da Bahia. Realizou nove curtas em sua produtora Olho de Vidro Produções. Seus filmes somam mais de 200 seleções em festivais nacionais e internacionais, incluindo Mostra de Cinema de Tiradentes, Festival de Cinema de Triunfo e Panorama Coisa de Cinema, somando 20 prêmios. É idealizadora e coordenadora da Mostra Lugar de Mulher é no Cinema, criada em2017. Escreveu três roteiros de longas entre 2018 a 2020, sendo que todos eles foram selecionados para o Laboratório de Roteiros do Panorama Coisa de Cinema. Em 2022, criou o projeto Nosso Cinema, onde mapeou e realizou uma série de entrevistas com diretoras mulheres soteropolitanas em atividade, o mesmo foi contemplado com o edital do governo do estado da Bahia, Cultura na Palma da Mão. Ministra cursos na área de audiovisual desde2018, incluindo Curso de Cinema Independente Olho de Vidro, Matura Cine- Aprendendo Cinema Depois dos 50, Oficina de Interpretação no Audiovisual para Crianças e Atuando Para Câmera. Direção de arte: Angela Carballal Graduada em Arquitetura e Urbanismo pela UNIFACS – Universidade Salvador, 2016. Enquanto arquiteta, trabalhou no IPAC - Instituto do Patrimônio Artístico e Cultural da Bahia, em 2014; além de escritórios e construtoras da cidade de Salvador. Em 2019, participou da Oficina Contínua de Direção de Arte 16h, promovida por Carol Tanajura; e em 2020, do curso Direção de Arte Cinematográfica 17h30, com Vera Hambúrguer, realizado pelo centro cultural b_arco. A partir daí, passou a trabalhar nos bastidores de produções artísticas, por exemplo: Como diretora de arte para o curta-metragem ficcional “Solange Não Veio Hoje”, produzido pela Olho de Vidro Produções, Salvador (jul-set/2022); Como cenógrafa para o Fashion Filme “Tabuleiro” da marca Dendezeiro para a São Paulo Fashion Week 2022, Salvador (mai/2022); Como diretora de arte, figurinista e maquiadora para o vídeoclipe “Encaixa” de Jô, Salvador (mar/2022); Como diretora de arte para publicidade “Infância Sem Racismo” da Defensoria Pública da Bahia, produzido pela Olho de Vidro Produções, Salvador (mar/2022); Como diretora de arte para show ao vivo “Carnaval Live Show”, transmitido na Irlanda, produzido pela Duas Raízes Cultura e Arte, Salvador (mar-abr/2022); Como diretora de arte e maquiadora da websérie documental “Queerbrada”, produzida pela Camaleoa Filmes, Salvador (jan-fev/2022); Como diretora de arte do piloto para série “O Último Bramido”,produção independente, Salvador (set-nov /2021); Como assistente de arte para o longa-metragem documental “Cosmovisões”, produzido pela Multi Planejamento Cultural, Salvador (set-nov /2021); Como diretora de arte para teaser do longa-metragem ficcional “Flores Roubadas”, produção independente, Salvador (ago-dez /2021); Como diretora de arte do curta-metragem ficcional “Camaleoa”, produzido pela Camaleoa Filmes, Salvador (ago-dez/2021); entre outros. Direção de produção: Walerie Gondim Produtora cultural formada pela UFF (RJ), atriz e graduanda em direção teatral pela UFBA (BA), Walerie Gondim acumula experiências como produtora e gestora de ações especialmente nas áreas de cinema e teatro. Em seus trabalhos mais recentes, colaborou com a Olho de Vidro Produções nos curtas em fase de pós-produção "Vovó Foi Pro Céu" (2022) - produtora executiva -; e "Solange Não Veio Hoje" (2022) - produtora executiva e diretora de produção. Também em parceria com a Olho de Vidro, realizou a direção de produção do projeto "Nosso Cinema" (2022), a produção executiva do curta "Mamãe" (2021) e a direção de produção de "MaturaCine: aprendendo cinema após os 50" (2021), além de atuar na equipe de produção dos projetos “B não é de Biscoito” (2020), "Em cima domuro" (2019) e “O Sorriso de Felícia” (2018). Compôs o júri da 5ª Mostra Lugar de Mulher É No Cinema (2022) e assinou a direção de produção e assistência de direção do longa-metragem "Trincheira" (2021). Integrou por quase 3 anos a equipe da RioFilme (2014-2016), estando à frente de programas de exibição, formação de plateias, acessibilidade, e preservação. É coordenadora geral e produtora dos espetáculos virtuais "Solo" (2022), "Quimera" (2021) e “Ciclos, Redes e Nós” (2020), projetos que contaram com apoio da FGM e da FUNCEB, respectivamente. Dentre outros projetos culturais, fez parte ainda da equipe de produção de espetáculos de João Falcão (Que Deus Sou Eu - 2020; Sonho de Uma Noite de Verão na Bahia - 2019), realizou a produção local de espetáculos premiados do RJ (Preta de Ébano; Vamos Comprar um Poeta - 2022) e integrou por cerca de 10 anos o Grupo Teatrama (Araruama - RJ), atuando como artista e produtora na cia Produção executiva: Marconi Araponga Marconi Araponga é dublador, diretor, professor, palhaço e ator formado pela UFBA. Em 25 anos de profissão, já dirigiu cerca de 80 espetáculos infantojuvenis em escolas da rede particular de Salvador. Profissionalmente se divide entre atuar, dirigir, dar aulas de teatro. Atuou em cerca de 25 espetáculos entre adultos e infantis dos quais três deles foram premiados: Quem conto canta cordel encanta (2004), Ora Bolas! (2006) e Pedro e a Cobra-de-fogo (2007). Como diretor profissional tem em seu currículo treze espetáculos, dos quais um venceu o Prêmio Braskem de Melhor Infantojuvenil por Ora, Bolas! (2006), e teve mais quatro nomeados ao mesmo prêmio O Cordel de Maria CinDRAGrela (2016) Com o Rei na Barriga (2017), Gromelôs e Garatujas (2018) e Eu Vou te dar Alegria (2019) em que inicia a pesquisa do uso de projeção mapeada de vídeo em cena. Continuidade: Inajara Diz Ao longo de sua trajetória na equipe técnica do cinema, essa profissional teve a oportunidade de atuar como continuísta em uma variedade de séries e filmes, tanto de longa, média, quanto de curta metragem. Ela destaca seu trabalho no longa "Timidez" de Susan Kalik e Tiago Gomes, e na série "A professora de Música" de Edson Bastos e Henrique Filho, entre outros projetos relevantes.Além disso, também assumiu o papel de assistente de direção em produções significativas, como o longa em produção "Mulheres Negras em Rotas de Liberdade" de Urânia Munzanzu, e o curta "5 Fitas" de Heraldo de Deus e "Vilma Martins". Músicas originais: Yanna Vaz Yanna Vaz LopesYanna Vaz é compositora, dramaturga, dançarina, atriz, diretora e produtora. Começa a jornada com a escrita e a dança aos 8 e aos 10 anos, começa a compor. Formada em Artes Cênicas pela UFBa, com pesquisa sobre a preparação de atores para Teatro Musical. Pela peça curta 'Combatente Maria' foi indicada a Melhor Texto e Melhor Atriz pelo 6º FESTU (Festival de Teatro Universitário do Rio). É também autora, compositora e diretora do filmemusical 'Histórias de Yayá: Ciclos da Natureza'.Desde 2018, atua como compositora de Canções Originais para a Olho de Vidro Produções: pelas músicas do filme 'Em Cima do Muro' ganhou o prêmio de Melhor Trilha Sonora pelo Festival de Cinema de Caruaru; também ganhou o prêmio especial de Melhor Trilha Sonora por 'O Sorriso de Felícia'; e assinou também as canções do curta 'Solange Não Veio Hoje' e 'Borderô' (este ainda não lançado). Acessibilidade: Iracema Vilaronga Mestre em Educação e Contemporaneidade pela Universidade do Estado da Bahia (UNEB); gestora da ACESSU: Acessibilidade Universal. Agrega conhecimentos profissionais no desempenho das funções de audiodescritora/consultora/locutora para produtos audiovisuais culturais, visando a acessibilidade universal. Como atriz, Poetisa, Compositora e cantora, mergulha no fascinante universo do Teatro, Música e Literatura, transitando entre a arte e a realidade. Amante dos esportes, faz do Ciclismo, Natação, Remo e Atletismo seu estilo de vida.
PRORROGAÇÃO APROVADA E PUBLICADA NO DIÁRIO OFICIAL DA UNIÃO.