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PRONAC 254383Arquivado a pedido proponenteMecenato

Movimento Cidade 2026: Memórias que movem

MOVIMENTO CIDADE PROJETOS CRIATIVOS LTDA
Solicitado
R$ 5,73 mi
Aprovado
R$ 5,73 mi
Captado
R$ 0,00
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

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Eficiência de captação

0.0%

Classificação

Área
—
Segmento
Difusão de acerv e conteúdo AV diver meios/suporte
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Festival, bienal, festa ou Feira
Ano
25

Localização e período

UF principal
ES
Município
Vitória
Início
2026-01-01
Término
2026-12-31
Locais de realização (1)
Vitória Espírito Santo

Resumo

"Memórias que movem" (Produto principal: Festival/Mostra) é uma mostra/festival composta por três principais produtos: A Mostra "Memórias na Tela" com filmes de curta-metragem sobre memória e/ou patrimônio cultural imaterial do Espírito Santo e do Brasil, o Laboratório Audiovisual "Doc.Memórias Brasil" com oficinas de documentário etnográfico explorando o tema da cultura popular e do patrimônio imaterial brasileiro com jovens matriculados em escolas públicas e a "Arena Memórias" um espaço multicultural com apresentações de expressões e manifestações da cultura popular que representam o patrimônio histórico cultural imaterial do Espírito Santo e shows musicais encerram as mostras de cinema do festival. O projeto é uma continuidade do projeto "Memórias que Movem 2025" (Pronac: 250867)

Sinopse

“Movimento Cidade 2026: Memórias que Movem” é um festival cultural que promove o encontro entre audiovisual, cultura popular e música como formas de preservação da memória, valorização do patrimônio imaterial e fortalecimento da identidade capixaba. Com uma programação gratuita, diversa e acessível, o projeto realiza sessões de cinema, oficinas formativas e apresentações artísticas que conectam diferentes gerações e públicos a partir da potência simbólica da memória.Mostra Audiovisual “Memórias na Tela” A mostra audiovisual é composta por até 60 curtas-metragens de até 20 minutos, nos gêneros ficção, documentário e animação, que abordam temas relacionados à memória, identidade e patrimônio imaterial do Espírito Santo e do Brasil. Realizada ao longo de 02 dias, com sessões presenciais ao ar livre e exibição digital complementar, a mostra busca promover o acesso ao audiovisual brasileiro e fomentar reflexões sobre pertencimento e cultura popular. Estima-se um público de 20.000 pessoas presencialmente (sendo 10.000 ao dia) e até 25.000 visualizações online ao longo de 30 dias de disponibilização digital. Classificação indicativa: Livre.Laboratório Audiovisual “Doc. Memórias Brasil” Espaço de formação voltado a jovens de 14 a 18 anos matriculados em escolas públicas, com a realização de até 10 oficinas de documentário etnográfico, com carga horária de até 20 horas por oficina. As atividades exploram práticas audiovisuais com foco em narrativas sobre cultura popular, território e identidade. Os resultados podem ser exibidos durante a programação do festival, fortalecendo o protagonismo jovem na construção de memória. Classificação indicativa: Livre.Apresentações de Cultura Popular/Música – “Arena Memórias” Espaço multicultural dedicado à apresentação de expressões e manifestações do patrimônio imaterial do Espírito Santo, como congo, jongo, folia de reis, capoeira, entre outras tradições. Serão realizadas apresentações ao vivo de grupos e coletivos populares e/ou grupos musicais/cantados, ao longo dos 2 dias de festival, promovendo a valorização de saberes ancestrais e a difusão de práticas culturais históricas junto ao grande público. Classificação indicativa: Livre.

Objetivos

OBJETIVOS GERAIS: O projeto "Movimento Cidade 2026: Memórias que movem" tem como objetivo principal promover a valorização, a difusão e a preservação do audiovisual brasileiro, bem como do patrimônio cultural imaterial do Espírito Santo por meio da realização de uma mostra audiovisual, laboratrórios de produção audiovisual e apresentações culturais que evidenciam as memórias, tradições e pertencimento dos territórios capixabas. A proposta busca ampliar o acesso à cultura e fortalecer o reconhecimento da identidade local, conectando diferentes gerações e públicos por meio do audiovisual. OBJETIVOS ESPECÍFICOS: 1.1 Realização do Festival/Mostra Audiovisual "Memórias que movem" (Produto principal: Festival/Mostra) Realização de uma Mostra Audiovisual não-competitiva, com no máximo 60 filmes de curta-metragem de até 20 min cada, nos gêneros de ficção, animação ou documentário que versem de forma direta ou indireta sobre patrimônio, memória ou pertencimento de maneira inovadora e lúdica. Os filmes serão selecionados por uma curadoria especializada e comporão 02 sessões presenciais realizadas em até 02 dias de festival visando alcance público de 20.000 mil pessoas, sendo 10.000 por sessão. Além destes filmes exibidos presencialmente, estima-se que outros até 100 filmes sejam exibidos na plataforma digital do festival visando um público de até 25.000 mil expectadores/visualizações, por 30 dias de disponibilização online. 1.2 Realização de Laboratórios de Audiovisual "Doc. Memórias Brasil" (Produto secundário: Formação) Realização de até 10 Oficinas de Audiovisual/Documentário, para até 30 participantes cada, com foco em escolas públicas, jovens de 14 a 18 anos, com até 20h de duração, visando a possível produção de conteúdo audiovisual durante as formativas, e - se possível (se concluídas em tempo hábil) - exibindo os resultados finais na tela de cinema do festival. 1.3 Realização de Apresentações Musicais/Regionais/Populares "Arena Memórias" (Produto secundário: Apresentação Musical/Cantada-Popular) Realização de uma arena/palco com apresentações de 02 shows nacionais e/ou locais que visem atrair o grande público para a mostra de cinema, bem como servir como um encerramento destas sessões audiovisuais, sendo 01 ao dia, logo após as sessões presenciais. Pretende-se foco em diversidade e inclusão de pessoas pretas periféricas, LGBTQIAPN+ ou grupos minoritários. Estimam-se 02 dias de apresentações com alcance de público de 10.000 mil pessoas/ 5.000 mil ao dia.

Justificativa

O projeto "Movimento Cidade 2026: Memórias que Movem" tem como principal objetivo a valorização, difusão e preservação do audiovisual brasileiro e do patrimônio cultural imaterial do Espírito Santo, utilizando o cinema e a cultura popular como ferramentas de construção de memória, pertencimento e identidade. A proposta se materializa na realização de um festival/mostra de cinema articulado a ações formativas e apresentações culturais, consolidando-se como um espaço de fruição, reflexão e democratização do acesso à cultura.O evento se desdobra em três principais frentes:A Mostra "Memórias na Tela", com exibição de curtas-metragens brasileiros que abordem, de forma direta ou simbólica, temas relacionados à memória, identidade, território e patrimônio imaterial;O Laboratório Audiovisual "Doc. Memórias Brasil", voltado à formação de jovens estudantes da rede pública por meio de oficinas de documentário etnográfico;A "Arena Memórias", espaço multicultural com apresentações de expressões e manifestações populares do Espírito Santo e shows musicais que encerram as sessões do festival, promovendo intercâmbios culturais e atraindo públicos diversos.Com essa estrutura, o projeto amplia o acesso à produção e fruição cultural, promovendo o protagonismo de jovens, artistas e grupos locais e contribuindo para a formação de público no audiovisual e na cultura popular brasileira.O financiamento via o Mecanismo de Incentivo a Projetos Culturais (Lei nº 8.313/91 _ Lei Rouanet) é fundamental para garantir a gratuidade e o alcance social da iniciativa, viabilizando não apenas as exibições cinematográficas e apresentações culturais, mas também a formação audiovisual de jovens em situação matriculados em escolas públicas ou até em situações de vulnerabilidade social.A proposta atende plenamente os objetivos da Lei de Incentivo à Cultura, com destaque para os seguintes dispositivos:Art. 1º:Inciso I _ ao facilitar o acesso às fontes da cultura e ao direito cultural, através de sessões gratuitas de cinema, oficinas e apresentações públicas;Inciso III _ ao estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, relacionados à memória, ao pertencimento e à cultura imaterial;Inciso V _ ao promover a circulação da cultura nacional e regional e o intercâmbio entre diferentes territórios culturais brasileiros.Art. 3º:Inciso I _ ao assegurar o livre acesso dos cidadãos às fontes da cultura e aos direitos culturais;Inciso II, alínea "c" _ ao realizar um festival que integra atividades formativas e artísticas em cinema e cultura popular;Inciso III _ ao apoiar e difundir manifestações culturais e seus criadores, especialmente no campo do audiovisual e da cultura popular;Inciso V _ ao proteger as expressões culturais dos grupos formadores da sociedade brasileira, com especial atenção à diversidade étnica, de gênero, sexualidade e territorialidade.O projeto também incorpora ações afirmativas ao priorizar a diversidade em sua curadoria, incluindo artistas pretos, periféricos, LGBTQIAPN+ e representantes de grupos minorizados, tanto nas apresentações culturais quanto nas formações e seleções audiovisuais.A iniciativa, portanto, fortalece o audiovisual capixaba e nacional, fomenta a formação cultural e cidadã de jovens, valoriza saberes tradicionais e promove a inclusão cultural. Seu caráter educativo, artístico e social justifica plenamente o uso da Lei de Incentivo à Cultura como instrumento de fomento à democratização da cultura no Brasil.

Estratégia de execução

Prezados,Esta proposta se trata de uma continuidade do projeto "Movimento Cidade 2025: Memórias que Movem" (Pronac: 250867), e se estrutura em 03 principais entregas/produtos:1. "Memórias na Tela": Mostra Audiovisual com filmes obre memória e/ou patrimônio cultural;2. "Doc.Memórias Brasil": Laboratório Audiovisual com oficinas de documentário etnográfico; 3. "Arena Memórias": Apresentações culturais e musicais de encerramento da mostra; Considerando o motivo do arquivamento inicial da proposta, entendemos que a mesma não pode ser confundida com o projeto “Movimento Cidade 2026” que é um projeto de plano anual do Instituto Movimento Cidade, uma organização sem fins lucrativos, cujo objetivo é a realização de outros três principais produtos: 1. MC.Arte: galerias de arte urbana e oficinas culturais de arte 2. MC.Mulheres: imersão e formação em arte para mulheres negras3. Festival MC: realização do festival de artes integradas do Movimento CidadeDesta forma, esclarecemos que a composição dos produtos possuem objetivos e recortes temáticos distintos e independentes. Foi utilizado como motivo do primeiro arquivamento o Art. 36 Item - VII que recupera o item XXIII da IN. Entretanto, entendemos que tal argumento só poderia ser aplicado em caso de “objetivo de burlar os limites estabelecidos no Capítulo III" conforme consta na redação do próprio anexo. Considerando que a soma das propostas/projetos (entendido naquele momento como “complementares”) não ultrapassaria o limite de R$ 15.000.000,00 (quinze milhões) para festivais/mostras e também não excede o limite estabelecido pela carteira de proponente, não há que se aplicar tal artigo para inabilitar ou arquivar a proposta. Acrescenta-se, ainda, a excepcionalidade concedida no Art, 4º § 5º para projetos/propostas de continuidade, que se aplica no caso desta proposta.Mesmo assim, fizemos todas as modificações necessárias nesta proposta, para que a mesma se enquadrasse melhor e não gerasse maiores confusões e conflitos.Nos colocamos à disposição para sanar qualquer dúvida e pedimos que entrem em contato, se possível, caso elas surjam, tentando evitar novo arquivamento já que desta vez não teremos a chance de solicitar o desarquivamento novamente,AtenciosamenteLeonardo Alves FerreiraFundador Movimento Cidade

Especificação técnica

Informações complementares de todos os produtos cadastrados encontram-se adicionadas em "Documentos Anexados".

Acessibilidade

Mostra Audiovisual "Memórias na Tela" Acessibilidade Física:Realização das sessões presenciais em espaços com acessibilidade plena para Pessoas com Deficiência (PCDs), com rampas de acesso, corrimãos e áreas de circulação amplas, garantindo mobilidade para cadeirantes e pessoas com mobilidade reduzida.Banheiros adaptados disponíveis nas áreas da mostra, com sinalização visual e tátil.Assentos reservados para PCDs em locais com visibilidade privilegiada e facilidade de entrada/saída.Presença de equipe capacitada para o acolhimento de pessoas com deficiência, com atenção às necessidades de mobilidade e orientação espacial.Acessibilidade de Conteúdo:Exibição de pelo menos uma sessão com audiodescrição para pessoas cegas ou com baixa visão.Filmes com legendas descritivas e/ou janela com tradução em Libras, ampliando a acessibilidade para pessoas surdas ou com deficiência auditiva.Visita sensorial guiada ao espaço da mostra, para públicos cegos, neurodivergentes ou com deficiência intelectual, promovendo ambientação prévia e acolhimento.Laboratório Audiovisual "Doc. Memórias Brasil" – AcessibilidadeAcessibilidade Física:Realização das oficinas em espaços escolares ou comunitários acessíveis, com rampas, corrimãos e salas com layout adaptável para cadeirantes e pessoas com mobilidade reduzida.Banheiros adaptados disponíveis nos locais das formações.Garantia de mobilidade entre os ambientes da oficina (sala, área externa, pontos de captação audiovisual), com apoio logístico para PCDs.Equipe técnica e pedagógica capacitada para atendimento de jovens com deficiência, garantindo acolhimento e suporte às suas necessidades específicas.Acessibilidade de Conteúdo:Materiais didáticos em formatos acessíveis, como textos em fonte ampliada, PDFs acessíveis, vídeos com legendas e janela em Libras, e, sempre que necessário, versão em áudio dos conteúdos.Disponibilização de intérprete de Libras para participantes surdos durante as oficinas.Adaptação dos exercícios práticos de gravação, roteiro e edição para incluir jovens com deficiência visual, auditiva, intelectual ou neurodivergente.Metodologia inclusiva, com atividades sensoriais, colaborativas e mediadas, respeitando diferentes formas de aprendizagem.Arena Memórias – Apresentações Culturais Populares – AcessibilidadeAcessibilidade Física:-Palco e espaço de circulação com rampas, corrimãos e áreas niveladas, permitindo acesso seguro a cadeirantes e pessoas com mobilidade reduzida.-Banheiros acessíveis próximos ao local das apresentações.-Equipe de apoio treinada para acompanhamento de PCDs e orientação nos espaços de circulação e plateia.Acessibilidade de Conteúdo:-Tradução em Libras ao vivo durante todas as apresentações populares, garantindo o acesso do público surdo.-Disponibilização de audiodescrição em até 3 apresentações (culturais e/ou musicais), via aplicativo, canal de áudio local ou intérprete presencial.-Materiais informativos em braille ou versão digital em audioguia, contendo detalhes sobre as apresentações, os grupos culturais e a programação.

Democratização do acesso

Todo o evento será totalmente gratuito, garantindo acesso amplo, irrestrito e inclusivo ao público interessado. A distribuição e fruição dos produtos culturais do projeto seguirão as diretrizes de democratização do acesso, com estratégias voltadas especialmente à participação de estudantes da rede pública, comunidades periféricas, povos tradicionais, pessoas com deficiência (PCDs) e o público LGBTQIAPN+, além de medidas para acessibilidade física e de conteúdo.A seguir, detalha-se a forma de distribuição dos produtos e as medidas adotadas para garantir e ampliar o acesso: 1. Mostra Audiovisual “Memórias na Tela”Distribuição e Acesso:-Entrada gratuita para todas as sessões presenciais, com retirada de ingressos no local, se possível ou doação de 1kg de alimento.-Capacidade total de público estimada em 10.000 pessoas por dia, total 20.000 mil pessoas.-Parcerias com escolas públicas, centros culturais e projetos sociais para garantir o comparecimento de jovens em situação de vulnerabilidade.-Reserva antecipada de acessos para comunidades periféricas, indígenas, quilombolas, PCDs e público LGBTQIAPN+.-Parte da programação será disponibilizada por plataformas digitais acessíveis, com até 100 filmes e estimativa de alcance de 25.000 visualizações online em 30 dias.-Sessão especial com audiodescrição e visita sensorial voltada a pessoas cegas, neurodivergentes ou com deficiência intelectual.Medidas de Ampliação de Acesso:-Cobertura parcial do festival transmitida ou registrada para redes sociais, YouTube e/ou plataformas parceiras, permitindo alcance além do público presencial.-Divulgação acessível com materiais adaptados (audiovisual com Libras, textos com leitura fácil etc.). 2. Laboratório Audiovisual “Doc. Memórias Brasil”Distribuição e Acesso:-Oficinas gratuitas, realizadas em escolas públicas ou espaços comunitários acessíveis.-Público-alvo: jovens de 14 a 18 anos, estudantes da rede pública, com até 30 participantes por turma.-As formações ocorrerão em diferentes territórios, ampliando a descentralização do acesso.-Participantes selecionados com critérios de inclusão e diversidade social e cultural.Medidas de Ampliação de Acesso:-Materiais didáticos acessíveis (Libras, áudio, fonte ampliada, linguagem simples), caso hajam inscritos com esta necessidade.-Apoio pedagógico especializado para jovens com deficiência, caso hajam inscritos com esta necessidade.-Possibilidade de exibição pública dos resultados produzidos pelos participantes durante a mostra. 3. Apresentações de Expressões Culturais Populares/Música – “Arena Memórias”Distribuição e Acesso:-Acesso gratuito e livre, sem necessidade de ingresso ou credenciamento.-Público estimado de 10.000 pessoas nos dois dias de festival, 5.000 ao dia.-Local de realização com fácil acesso e estrutura inclusiva para circulação espontânea da comunidade.-Programação divulgada com foco em escolas, comunidades tradicionais e centros culturais populares.Medidas de Ampliação de Acesso:-Registros audiovisuais das apresentações culturais, disponibilizados online de forma gratuita.-Inclusão de interpretação em Libras ao vivo e audiodescrição em parte das apresentações.O projeto mantém um compromisso claro com a inclusão sociocultural e o acesso democrático à cultura, utilizando estratégias que envolvam diferentes públicos, valorizem o patrimônio imaterial e ampliem a participação comunitária.

Ficha técnica

Idealização e Administração MC Projetos Criativos (Ex Voe Produções/L.A. Ferreira Produções) Produtora e realizadora audiovisual, baseada em Vitória-ES. O Movimento Cidade existe há 06 anos e realiza, ao longo desse tempo, projetos de formação em documentário e videoclipe; intervenções artísticas urbanas; encontros e reflexões temáticos; laboratórios imersivos em empreendedorismo, arte urbana, música e audiovisual; batalhas de dança em todos os estilos urbanos e rima; editais e concursos de música, roteiros audiovisuais e de propostas artísticas em performance e arte urbana; e festivais de cinema e música.O MC só existe graças aos incentivadores/patrocinadores dos projetos culturais aprovados em leis de incentivo federal, estadual ou de verba direta. Em 2023 realizou os projetos MC. Arte com mais de 10 intervenções artísticas urbanas nos territórios da Grande Vitória, bem como os projetos MC. Mulheres e a Mostra MC.Pedal. Além disso, realizou o projeto "Geração Olhar do Futuro", um concurso audiovisual nacional voltado para jovens e tematizando os objetivos da sustentabilidade global da ONU. Léo Alves Diretor Artístico, Geral e Administrativo Sócio-Fundador da MC Projetos Criativos (Ex Voe Produções/L.A. Ferreira Produções) Léo Alves é Diretor Geral e Diretor Administrativo do Movimento Cidade. Léo nasceu no dia do Espírito Santo e acredita ter uma ligação espiritual com a diversidade do estado e, sobretudo, com a cidade onde nasceu. Natural de Muqui, maior sítio histórico do Espírito Santo, é mestrando em "Tendências e Gestão da Cultura" pela Universidade de Lisboa e graduado em Jornalismo - Comunicação Social na Universidade Federal de Ouro Preto. Foi sócio diretor da Caju Produções, empresa pioneira em produção cultural no estado fundada em 2001, criador do Movimento Cidade em 2018 e fundador da Voe Produções (L.A. Ferreira Produções). Ursula Dart Curadora e Coordenadora/OficinasSócia da Ladart Filmes, Ursula é cineasta e produtora cultural, com experiência em direção, produção executiva e direção de fotografia em filmes de longa e curta-metragem. É Mestra em Comunicação e Territorialidades (UFES), especialista em Documentário de Criação (Universidade Autônoma de Barcelona) e bacharel em Direito (UFES). Dirigiu as obras infantis Olha o Passarinho e O Passarinho Menino (2023), além dos documentários Ecos da Terra, Meninos e Uma Volta na Lama. Atuou como diretora de fotografia em filmes como 2 e Meio, Exílio e C(elas), e produziu longas como As Horas Vulgares, Os Incontestáveis e Os Primeiros Soldados. É curadora e jurada em festivais e mostras de cinema (DOC TV, Festival de Cinema de Vitória, Cine.ema), e ministra cursos e oficinas em audiovisual. Atua ainda no mercado publicitário e institucional, dirigindo campanhas para TV e streaming. Luisa Costa Diretora Institucional e de Comunicação Luísa Costa é Diretora de Comunicação e Divulgação do Movimento Cidade. É jornalista, produtora cultural e estrategista digital. Atua com Cultura desde 2013, quando fez parte da equipe do extinto programa Ponto Cult (SBT-ES). De lá pra cá, morou em Toronto, no Canadá, estudando sobre Novas Mídias, em 2016. Em seu retorno, atuou como Gestora de Marketing em uma escola capixaba de negócios. Em 2020, retomou oficialmente para o trabalho cultural e se tornou Coordenadora do MoV.Lab, Labotatório Imersivo criado para jovens de regiões periféricas da Grande Vitória que teve sua estreia online, durante a programação do antigo Festival MoV.Cidade. Desde 2021 é Diretora de Comunicação do Movimento Cidade. Desde então, já foi gestora em 4 edições do Festival capixaba agora nomeado de MC, além de ter atuado em projetos na Grande Vitória e itinerantes pelo Brasil, como o MC.Arte, Geração Olhar do Futuro, Cidade Pedal e outros. Também atua na frente Institucional e Comercial dos projetos da marca Movimento Cidade. Carolina Castilholi Coordenadora Jurídica / Advogada Coordenadora Jurídica do Movimento Cidade, Carolina é advogada e professora universitária, trabalha e desenvolve pesquisas com ênfase na avaliação de impacto na gestão de recursos públicos e do compliance como estratégia para o fortalecimento da captação de recursos para negócios sociais e organizações do terceiro setor, por meio dos mecanismos de incentivo e do investimento social privado. Foi diretora da peça de teatro “O cientista maluco” (2007). Participou do projeto de formação audiovisual Geração Futura (2010); foi organizadora dos eventos. Discovery Days (evento de formação de lideranças jovens realizado em 2012), Ideia Social (encontro de profissionais do terceiro setor realizado em 2012) e “Global Village” (feira de cultura internacional realizada em 2013). Atua desde 2009 com o terceiro setor, tendo participado da fundação de três OSCs e integrado os quadros de outras cincoentidades. Atualmente, é presidente do Instituto Com.chá. Júlia Aguiar Diretora de Programação e Conteúdo Júlia é Diretora de Programação do MC. Formada em Fotografia pela universidade Senac (SP), é produtora de moda e stylist, com trabalhos assinados em publicações nos mercados editorial (revistas Vogue, Glamour, entre outras) e publicitário em São Paulo. Na área de produção audiovisual para publicidade, também atuou como diretora de arte e produtora de objetos.

Providência

PROJETO ARQUIVADO.