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PRONAC 254397Autorizada a captação total dos recursosMecenato

Teias do Maracatu (Documentário)

MARTA EUGENIA FONTENELE PIMENTA
Solicitado
R$ 268,2 mil
Aprovado
R$ 268,2 mil
Captado
R$ 0,00
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

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Eficiência de captação

0.0%

Classificação

Área
—
Segmento
Prod. AV curta/média mtragem/Tv Edu Cult
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Maracatu
Ano
25

Localização e período

UF principal
SP
Município
Campinas
Início
2025-09-01
Término
2026-05-04
Locais de realização (1)
Campinas São Paulo

Resumo

Teias do Maracatu (documentário de 40 minutos) revela estratégias invisíveis de mulheres dos grupos de Maracatu Baque-Mulher, Maracatucá e Urucungos (Campinas/SP) em sua determinação para preservar na metrópole do sudeste paulista, os laços de intercâmbio de saberes com mestres e mestras de grupos tradicionais do Maracatu na Bahia, Paraíba e Pernambuco. O documentário tece um arco de diálogo entre o maracatu do sudeste e grupos tradicionais nordestinos e prevê a realização de 10 (dez) cinedebates com exibição gratuita em espaços culturais públicos de Campinas/SP. O filme será disponibilizado para circulação gratuita em salas de cinema popular nos estados da Paraíba, Bahia e Pernambuco, a partir do envolvimento das redes de grupos de Campinas/SP, ampliando o acesso às narrativas de mulheres guardiãs da tradição do Maracatu.

Sinopse

SINOPSE DO DOCUMENTÁRIOTeias do Maracatu desvela as redes de resistência tecidas por mulheres dos grupos Baque-Mulher, Maracatucá e Urucungos em Campinas/SP. Através de viagens, acolhimentos e trocas com mestres tradicionais da Bahia, Paraíba e Pernambuco, elas sustentam uma cadeia viva de saberes ancestrais – onde o baque do tambor ecoa como ato político de equidade racial e afirmação feminina. O filme acompanha essas guardiãs em sua rotina de afetos e lutas. Com imagens de arquivos e depoimentos emocionantes, o documentário revela como o Maracatu de Baque Virado, manifestação da cultura afro-brasileira, se reinventa nas periferias de Campinas – cidade que carrega o peso de ter sido um dos últimos bastiões escravocratas. A narrativa se expande em 10 (dez) cinedebates gratuitos e 2 (duas) oficinas de formação artística e cultural vinculadas ao objeto do projeto (roteiro documental e memória afro-brasileira), promovendo reflexões sobre gênero, memória e os diálogos entre Nordeste e Sudeste. Na tela, vemos corpos que dançam contra o apagamento: mulheres que transformam suas casas em pontos de cultura, suas viagens em missões de preservação e seus tambores em ferramentas de educação. O projeto culmina com exibições gratuitas em espaços culturais e públicos de Campinas e salas de cinema popular da Paraíba, Bahia e Pernambuco, fechando um ciclo de reciprocidade que honra a origem do Maracatu enquanto amplifica vozes silenciadas.10 SESSÕES DE EXIBIÇÃO COM CINEDEBATESTexto para abertura de catálogo ou fala institucionalCinedebates Teias do Maracatu: Cultura, Memória e Democratização do AudiovisualOs 10 cinedebates do documentário Teias do Maracatu representam mais do que exibições – são um ato político de democratização cultural. Realizados em espaços públicos e comunitários de Campinas, esses encontros cumprem um duplo objetivo:Garantir acesso gratuito a um produto audiovisual profissional, financiado por leis de fomento à cultura (como a Lei Rouanet), que transforma recursos públicos em bens simbólicos para toda a sociedade;Valorizar a cadeia produtiva do cinema brasileiro, mostrando como políticas culturais permitem que histórias marginalizadas – como a das mulheres guardiãs do Maracatu – ganhem telas e reverberem em debates públicos.Cada sessão é uma celebração da cultura viva: após o filme, o público dialoga com mestres de Maracatu, pesquisadores e a equipe do documentário, criando pontes entre a tradição ancestral e os desafios contemporâneos. Essa circulação planejada – prevista no projeto desde sua concepção – exemplifica como editais culturais devem gerar frutos concretos: não apenas um produto final, mas experiências transformadoras que ampliam repertórios e fortalecem identidades.FLYER - IMPRESSOS SOBRE AS ORIGENS DO MARACATU(Texto arte-educativo para distribuição nos cinedebates)O Maracatu nasceu no século XVIII em Pernambuco, mesclando tradições africanas dos povos Yorubá, Bantu e Fon com elementos da cultura portuguesa.Surgiu como forma de resistência negra durante a escravidão, quando irmandades de africanos criaram os "Reis do Congo" - cortejos que satirizavam a monarquia portuguesa.O Maracatu de Baque Virado (ou Nação) preserva a estrutura de reinado africano, com rei, rainha, damas do paço e porta-estandarte, acompanhados por percussionistas.Seus instrumentos sagrados - como alfaias, gonguês e mineiros - dialogam com os orixás, especialmente Xangô (justiça) e Iansã (ventos e transformação).Já o Maracatu Rural (ou de Baque Solto) surgiu nos canaviais, com personagens como caboclos de lança e figuras fantásticas do imaginário nordestino.Proibido por leis racistas no pós-abolição, o Maracatu sobreviveu graças a mestres como Luís de França (Nação Elefante) e Dona Santa (Nação Porto Rico).Nos anos 1990, grupos como Nação Pernambuco e Estrela Brilhante revitalizaram a tradição, que hoje é Patrimônio Cultural do Brasil (IPHAN, 2014).Em Campinas, o Maracatu chegou com migrantes nordestinos e foi reinventado por coletivos como Baque-Mulher e Urucungos, que ligam o ritual aos movimentos negros urbanos.Cada toque do baque virado carrega memórias do chamado ancestral), o gueiro (passo cadenciado) e o tranco (ritmo guerreiro).As calungas (bonecas sagradas) representam ancestrais e são coroadas em rituais que unem nações de maracatu pelo país.Hoje, mulheres lideram mais de 60% dos grupos, transformando a tradição em ferramenta de educação antirracista e empoderamento.Do Recife a Campinas, o Maracatu segue ecoando como "escola de liberdade" - onde o tambor ensina história, o corpo dança memórias e a comunidade escreve seu futuro.

Objetivos

Objetivo geral de Teias do Maracatu:1. Produzir um documentário focalizando o Maracatu como expressão da cultura afro-brasileira na perspectiva de mulheres, mestres e mestras (40 min)2. Divulgação do documentário em espaços públicos de Campinas, com 10 exibições em salas de cinema e espaços comunitários e culturais, ao longo de 120 dias3. Inscrever o filme em mostras de cinema (Mostra Curta - Campinas) e em festivais reconhecidos no interior de São Paulo e na capital.4. Disponibilização do filme para exibições livres por grupos de Maracatu da Paraíba, Pernambuco e Bahia.Objetivos específicos de Teias do Maracatu:1. Exibição pública: realizar 10 (dez) sessões do filme em salas de cinemas e espaços comunitários, no período de 120 dias (relação de instituções com as quais já tenho interlocução na cidade de Campinas para a finalidade de parceria em projetos culturais):1 sessão de exibição/cinedebate: Museu da Imagem e do Som (MIS-CAMPINAS) (Sala Glauber Rocha/Museu da Imagem e do Som/ Centro), Rua Regente Feijó, 859 - Centro _ Campinas/SPDuas sessões deexibição/cinedebate: Espaço Cultural Maria Monteiro Casa de espetáculos teatrais de 170 lugares (salão social para 500 pessoas) R. Dom Gilberto Pereira Lopes, s/n - Conj. Hab. Padre Anchieta, Campinas _ SP.Uma sessão de exibição/cinedebate:CEU Jardim Florence - Cineteatro com 125 lugares. Rua Lasar Segall, nº 110 _ Jardim FlorenceUma sessão de exibição/cinedebate: Casa de Cultura ItajaíRua Benjamin Moloisi, nº 669 - Conjunto Habitacional Parque ItajaíUma sessão de exibição/cinedebate: Espaço Cultural Casa do Lago Av. Érico Veríssimo, 1011 - Cidade Universitária, Campinas _ SPDuas sessões de exibição/ IBAÔ Instituto Baobá de Cultura e Arte Rua Ema, 312, Vila Padre Manoel da NóbregaDuas sessões de exibição/ cinedebate: Casa do PavãoAna Téles Moreira, 192 - Jardim Samambaia, Campinas - SP2. Circulação em estados do nordeste - através dos contatos e articulada programação prévia com lideranças dos grupos de maracatu de Campinas, o filme será disponibilizado para circulação livre entre as comunidades dos grupos de maracatu da Paraíba, Bahia e Pernambuco.

Justificativa

A Lei Rouanet é o principal mecanismo para viabilizar projetos culturais de médio porte, como Teias do Maracatu, que demandam recursos técnicos (equipe, equipamentos, pós-produção) e garantem contrapartidas sociais (oficinas, debates). Sem o incentivo fiscal, a produção independente dificilmente alcançaria o público-alvo — especialmente em regiões com pouca oferta de cinema autoral e popular. O projeto Teias do Maracatu — como proposta de um documentário que explora a relação entre tradição, gênero, ancestralidade e cultura afro-brasileira — busca financiamento por meio do Mecanismo de Incentivo a Projetos Culturais da Lei Rouanet, dada a sua relevância artística e social. A utilização desse mecanismo é essencial para viabilizar a produção audiovisual independente, garantindo acesso democrático à cultura.Enquadramento nos Incisos do Art. 1º da Lei 8.313/91O projeto Teias do Maracatu se enquadra no inciso IV do Art. 1º (Conservação do patrimônio cultural imaterial), ao documentar e preservar os saberes tradicionais do maracatu, assegurando sua transmissão para futuras gerações, e no inciso VII (Difusão da cultura brasileira), ao promover a circulação do filme em espaços culturais e educativos, ampliando o alcance dessa manifestação como símbolo da identidade afro-brasileira. Dessa forma, entendemos que a iniciativa não apenas celebra a resistência e a ancestralidade presentes no maracatu, mas também fortalece a diversidade cultural do país, cumprindo com relevância os objetivos da Lei Rouanet.Objetivos do Art. 3º AtendidosO projeto Teias do Maracatu cumpre os seguintes objetivos da Lei Rouanet:II-c (Fomento à produção cultural e artística)Realização de um documentário (40 min) que documenta a sabedoria de mulheres nos maracatus de Campinas/SP e sua conexão com tradições ancestrais na Bahia, Paraíba e Pernambuco.Circulação em festivais nacionais e internacionais, ampliando o repertório audiovisual sobre culturas afro-brasileiras e fortalecendo a visibilidade de grupos como o Baque-Mulher, Maracatucá e Urucungos, tradicionais na cidade de Campinas/SP.IV-a (Estímulo ao conhecimento dos bens culturais)Dispobilização gratuita do filme para exibição em salas de cinema populares nos estados de origem das tradições (PB, BA, PE) e 10 cinedebates em espaços comunitários de Campinas, promovendo diálogos sobre equidade racial, gênero e a preservação do maracatu como patrimônio imaterial brasileiro.Narrativa em audiovisual com mestres e mestras, vinculando a exibição à transmissão oral de saberes tradicionais.V-c (Apoio a atividades culturais inovadoras)Narrativa plural que combina linguagem documental e artística, destacando a liderança feminina em práticas culturais.

Estratégia de execução

O projeto documentará as estratégias de resistência de mulheres dos grupos Baque-Mulher, Maracatucá e Urucungos (Campinas/SP) para preservar o Maracatu de Baque Virado, manifestação reconhecida como Patrimônio Cultural do Brasil. A denominação Teias do Maracatu nasce dos entrelaçamentos de relações enredadas entre coletivos de Campinas e grupos tradicionais do nordeste. Esses vínculos já antigos e maduros são narrativas de encantamento e resistência. Reverberações dessas relações acontecem, como por exemplo a previsão de um Encontro Nacional do Movimento de Empoderamento Feminino Baque Mulher, em Campinas no ano de 2025 (a data específica ainda não foi divulgada).A pesquisa incluirá fontes primárias:Acervo do MIS-Campinas e coleção Carlos Felipe Tavares (já mapeados)Acervos digitais dos grupos Baque-Mulher, Urucungos e Maracatucá de CampinasDepoimentos de mestras idosas e líderes comunitárias (termos de autorização já solicitados e com resposta afirmativa)Intercâmbio Nordeste-Sudeste:Entrevistas com grupos tradicionais da Bahia, Pernambuco e Paraíba (nossa interlocução com mestres de Campinas que nos colocam em contato com os grupos do Nordeste)Diferencial metodológico:Uso de etnografia visual para capturar processos de transmissão oralEdição colaborativa com participação das protagonistasExperiência prévia:Entre 2023-2024, identificamos três redes de mulheres do Maracatu em Campinas, nos relacionamos com as suas lideranças, manifestamos o interesse em documentar a história dos grupos e obtivemos a anuência e o entusiasmo em colaborar com uma produção audiovisual, aproximação e afinidades que nos motivam a realizar o projeto.

Especificação técnica

O Projeto Teias do Maracatu realizará 10 (dez) cinedebates, com exibição gratuita em espaços culturais públicos de Campinas e cinco rodas de conversas com estudantes.Pretendemos que nestas sessões de exibição o público tenha acesso a material educativo (flyers) sobre a origem do Maracatu, enraizamento no Brasil e importância como afirmação da cultura afro-brasileira.MATERIAL GRÁFICO INFORMATIVO(FLYER) Texto arte-educativo para distribuição nos cinedebates DETALHES TÉCNICOS:Formato: 10x15 cm (vertical ou horizontal)Cores: Paleta terrosa (laranjas, marrons) + dourado para contrastesVersão Impressa: tiragem 1000 exemplares 4 x 4 coresOBS: Para economia de impressão, sugerimos papel couchê 250g

Acessibilidade

O projeto garantirá acessibilidade física em todos os locais de exibição, priorizando espaços com rampas, banheiros adaptados e piso tátil. Para acessibilidade de conteúdo, o filme terá audiodescrição, legendas descritivas e intérprete de Libras nas sessões. A exposição incluirá réplicas táteis das imagens e descrição em Braille, além de visitas mediadas para pessoas com deficiência visual. Todas as ações seguirão as normas ABNT NBR 9050 e o Decreto nº 5.296/2004."ACESSIBILIDADE FÍSICA O projeto garantirá acessibilidade física em todos os locais de exibição, priorizando espaços com rampas, banheiros adaptados e piso tátil.ACESSIBILIDADE DE CONTEÚDO (O filme terá audiodescrição, legendas descritivas e intérprete de Libras nas sessões)Libras (Língua Brasileira de Sinais):Janela de intérprete de Libras em todas as exibições.Audiodescrição:Trilha narrada para cegos ou pessoas com baixa visão.Legenda descritiva (closed caption):Legendas em português (incluindo descrição de sons relevantes).

Democratização do acesso

O projeto do filme Teias do Maracatu prioriza o acesso democrático e gratuito, com:Distribuição gratuita em 10 (dez) exibições presenciais em espaços culturais públicos, com anuência e interesse prévios de Casas de Cultura e Pontos de Cultura locais.Inscrições em festivais nacionais para ampliar a visibilidade, garantindo que o filme chegue a outras regiões do país.Transmissão online acessível (via YouTube/Vimeo) por 48 horas, com recursos de Libras, legendas descritivas e audiodescrição, atingindo públicos fora dos grandes centros urbanos.Disponibilização do filme para exibição pública por coletivos de Maracatu nos estados da Bahia, Paraíba e Pernambuco. Divulgação ampla em redes sociais (Instagram, TikTok e site do projeto), com conteúdo educativo (vídeos, entrevistas com mulheres de grupos de Maracatu) para engajamento pré e pós-exibição.Todas as ações terão recursos de acessibilidade física e comunicacional, seguindo as normas da ABNT NBR 9050 e do Decreto nº 5.296/2004. A meta é alcançar 2.000 espectadores diretos e 10.000 visualizações online.

Ficha técnica

MARTA EUGENIA FONTENELE PIMENTA - Responsável pela direção artística, roteiro, pesquisa e mediação cultural do projeto. Jornalista (PUC-Campinas), Mestra em Gerontologia (FCM-Unicamp) e Doutoranda em Gerontologia (FCM-Unicamp). Com 18 anos de docência no ensino superior (Comunicação Social, Publicidade, Marketing e Recursos Humanos) e 15 anos em arte-educação (SESC, universidades da terceira idade) e pesquisa acadêmica sobre memória e envelhecimento. Roteirista e produtora cultural. Expertises em Comunicação pública e fortalecimento de coletividades (mediação de debates, curadorias). Produção literária e documental (obras autorais como Tênis Clube Campinas: um século de histórias" e "Viação Caprioli, 80 anos. Cineclubismo (coordenadora de cineclubes populares no MIS-Campinas e secretária de Comunicação do Coletivo de 29 Cineclubes). Elaboração de projeto classificado e selecionado no edital 007/2024 PNAB-Campinas (Exposição artística Depois da Voz do Brasil), em parceria com John Alexandre Restrepo (artista indígena); conceito e elaboração de projeto classificado em primeiro lugar na categoria de curta-metragem de ficção no edital 010/2024 - FICC-Campinas, projeto Memória-Veneno.WANNYSE ZIVKO/Gestão FinanceiraProdutora, residente na cidade de Campinas/SP, com 20 anos de trajetória. Formada em Psicologia (UNIMEP-1994), pós-graduada em Psicopedagogia (UNICAMP-2017), é diretora de produção da Arte & Efeito desde 2004. Convicta dos efeitos da arte no potencial de transformação da vida e do mundo, a Arte & Efeito é uma ponte entre o criador artístico e o público. Atua na proposição de atividades culturais para a programação de distintos espaços e instituições, tanto públicos como privados, tais como Sescs, Festivais, Prefeituras, Empresas, Escolas, Clubes, Feiras, Congressos e Eventos que buscam na cultura o seu diferencial. Possui ampla experiência na proponência, elaboração, produção, gestão financeira e assessoria de projetos contemplados por editais municipais, estaduais e federais, como ProAC Editais, FICC - Fundo de Investimento de Cultura de Campinas, Leis de Incentivo – ProAC ICMS e Lei de Incentivo à Cultura, SESI SP Editais, Sesc RJ Editais, entre outros.RENATO DE OLIVEIRA MUNHOZ/ Diretor de ArteArtista plástico com licenciatura plena em artes pela Puccamp desde 2004. Cartunista, caricaturista, designer grafico e de objetos, escultor com cursos em Florença e Cascais, ilustrei livros, esculpi bustos de personalidades, ganhei prêmios de arte em salões de arte acadêmica, arte contemporânea e salão de humor e por 26 anos fui gestor e formador de equipes de arte e diretor de arte na EPTV, afiliada rede globo onde desenvolvi e dirigi a criação de artes, cenografia, embalagens, publicidade, vinhetas e infografias. Pesquiso a manifestação e pregnância da imagem de objetos banais e simbólicos das sociedades a partir de seus significados alterados ou superdimensionados. Persigo minha espontaneidade através da pintura, quase que gestual, com espatuladas largas deslizando em áreas ávidas por se comunicar com o artista na formação da imagem. Aos 17 anos comecei a trabalhar como ilustrador para agências de publicidade e editoras e essa necessidade de variações foi determinante para aquisição de diferentes técnicas e estilos. LUZNERI AGUIAR AZEVEDO/ Assistente de Produção/ Produção de CenárioArtista indígena, da área da composição estética, com domínio no grafismo étnico, na representação de danças tradicionais indígenas. Atua na arte-educação por meio de oficinas culturais. É uma mulher indígena e estudante de Licenciatura em Letras, Línguas, Literaturas e Linguística das Línguas Indígenas (2019-2026), no Instituto de Estudos da Linguagem (IEL-Unicamp). MAÍRA SCHIAVINATO MASSEI/Assessora AcessibilidadeÉ artista Def; consultora, produtora de acessibilidade cultural, escritora e coordenadora de Câmara Temática Inclusão na Diversidade, pertencente à Câmara Setorial de Cidadania Cultural. É graduada em Artes Plásticas e tem especialização em Fotografia e Gravura em Metal, pela Universidade do Estado de Minas Gerais. Estudou Cinema Nacional na Universidade Federal de Minas Gerais e Desenho, Pintura e Escultura no Dundee College, na Escócia - Reino Unido. Cursou Acessibilidade para Gestão Cultural, no Sesc CPF; Laboratório de Gestão Pública da Cultura e o de Gestão de Produção Cultural - pelo Observatório da Diversidade Cultural. Foi presidente do Fórum Permanente de Cultura de Campinas e Conselheira de Cultura. Participou de exposições e teve ilustrações e fotos publicadas em livros e revistas. Produziu feiras culturais, com workshops e exposições de cultura Def; congressos sobre cultura e acessibilidade; coordenou projetos aprovados pelo Proac e pela Lei Paulo Gustavo; organizou diversas lives e ações, voltadas à conscientização social e à Cultura Def. Hoje é Conselheira no Conselho de Política Cultural e Conselheira no Conselho dos Direitos da Pessoa com Deficiência, na cidade de Campinas - SP.GUSTAVO KUDO/ Trilha sonora e direção musicalArtista nascido em Campinas. Músico e compositor, integra o grupo Trupe de Compositores, um Núcleo de composição formado por 12 compositores sob coordenação do mestre João Marcondes. Atua com forte inspiração no canto dos pássaros. Periodicamente também lança materiais instrumentais como um dos compositores da Trupe de Compositores. CAROLINA PASSONI ENGLER/ Editora/MontagemÉ formada em antropologia pela Unicamp e se dedica à fotografia profissionalmente desde 1994, é artista visual, arte-educadora e agitadora cultural em Campinas e editora de vídeos e criações audiovisuais. De 1998 a 2005 o Ateliê Cromo, do qual é sócia, atuou também como galeria contando com exposições mensais com curadoria e produção da artista e sua sócia. Como arte-educadora organizou periodicamente exposições dos alunos do ateliê, bem como salões fotográficos - atividades voltadas para a formação de público e fomento da fotografia em Campinas. De 2004 a 2023, a artista e sua sócia ganharam oito prêmios FICC (Fundo de Investimentos Culturais de Campinas) para a produção de cursos e mostras de fotografia nos quais atuaram como artistas, educadoras e produtoras. Em 2021 realizou o projeto "Lugares de Afeto" financiado pelo Proac LAB 2020. CESAR AUGUSTO TOMEI (CESAR TOMEI) Coordenador de produçãoÉ formado em Marketing em Propaganda e Publicidade (Universidade Presbiteriana Mackenzie – SP), com experiência corporativa em criação de planos de comunicação. Experiência em empresas como Cervejaria AMBEV, acumulando expertise em organização e métodos aplicados a projetos que envolvem equipes, logística e comunicação interna e externa. Atua em projetos de comunicação para movimentos populares em Campinas, no planejamento e no controle de execução de atividades que requerem domínio logístico, de criação de soluções digitais, controles administrativos e fluxos financeiros.EVERTON JOSÉ ALVES (TON ZÉ)/Produtor É integrante da Cia. Lázara de Teatro e Audiovisual desde 2012. Em 2015, mudou-se para Cuiabá, onde cursou Filosofia pela Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT). Ainda em Cuiabá, no ano de 2016, participou da Oficina de Cinema Terceiro Olhar, orientada pelo célebre cineasta cuiabano Amaury Tangará, onde realizou os curtas-metragens “Cabeça de Pacu” e “Cine Para-Brisa”. De volta ao interior paulista em 2020, assumiu o cargo de Diretor Executivo e de Produtor Artístico pela Cia. Lázara de Teatro e Audiovisual e dos seus coletivos; a produtora independente Lázara Filmes e o grupo de artistas negros Bando Preto. Em 2020, passou a integrar o ICINE - Fórum de Cinema do Interior Paulista, como representante do município de Amparo. É ator amador, tendo participado das peças de teatro “Epifania”, em 2012, e “Milkshakespeare”, em 2024, ambos pela Cia. Lázara de Teatro. E roteirista, autor dos textos para audiovisual “Uma Noite sob o Sol”, “Como o Azul da Piscina”, “A Maldição” e “Ruínas”.

Providência

PRORROGAÇÃO APROVADA E PUBLICADA NO DIÁRIO OFICIAL DA UNIÃO.