Metis
metis
Inteligência cultural
Início
  • Meus projetos
  • Nova análiseAI
  • Prestação contas
  • Alertas
  • Favoritos
  • Chat IAAI
  • Insights IAAI
  • Newsletter
  • Relatórios
  • Oportunidades🔥
  • Projetos
  • Proponentes
  • Incentivadores
  • Fornecedores
  • Segmentos
  • Locais
  • Mapa Brasil
  • Estatísticas
  • Comparativos
  • Visão geral
  • Comparar
  • PNAB (Aldir Blanc)
  • Lei Paulo Gustavo
  • Cultura Afro
  • Bolsas
  • Minha conta
  • Filtros salvos
  • Configurações
Voltar📄 Gerar Relatório Completo
PRONAC 254401Autorizada a captação total dos recursosMecenato

O Kaumai de Muri

GUGAROD PRODUCOES ARTISTICAS LTDA
Solicitado
R$ 1,15 mi
Aprovado
R$ 1,15 mi
Captado
R$ 0,00
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

Nenhum incentivador/fornecedor cadastrado localmente. Click "Carregar via SALIC" para buscar da API ao vivo.

Eficiência de captação

0.0%

Classificação

Área
—
Segmento
Prod. AV curta/média mtragem/Tv Edu Cult
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Projetos normais
Ano
25

Localização e período

UF principal
RJ
Município
Rio de Janeiro
Início
2025-08-01
Término
2027-07-31
Locais de realização (4)
Manaus AmazonasBelém ParáRio de Janeiro Rio de JaneiroSão Paulo São Paulo

Resumo

Realização de documentário de 69 minutos, sem animação, em formato de finalização/resolução do vídeo em 4K. O documentário aborda rituais tradicionais dos povos originários da Amazônia, se constiuindo em um testemuno histórico, de grande valor antropológico, para atuaidade e futuras gerações. Sua classificação é livre para todos os públicos.

Sinopse

Produto Média Metragem SINOPSE – O Kaumai de MuriO Kaumai de Muri é um média-metragem documental de 69 minutos que registra com intimidade e respeito uma das mais importantes cerimônias do povo Waurá, no Alto Xingu. O Kaumai é um ritual de despedida que marca o fim do luto por um ente querido, reunindo toda a comunidade em uma celebração que combina pescarias coletivas, lutas cerimoniais, cantos e danças, rituais de passagem e momentos de profundo recolhimento espiritual.O filme acompanha os dez dias do Kaumai realizado em homenagem ao xamã Awapataku “Muri” Waurá, figura central de sua comunidade, respeitado como curandeiro, parteiro, herborista, contador de histórias e líder espiritual. A narrativa se desenrola na aldeia de Ulupuene, às margens do rio Batovi, e também traz reflexões da filha de Muri, Yapuwiku Waurá, registradas na aldeia de Pyulewene, onde ele viveu por décadas.Sem locução nem mediações externas, o documentário opta por uma abordagem sensorial e uma ética de presença, conduzindo o espectador a vivenciar o tempo ritual e suas camadas simbólicas. Imagens de arquivo de 1964, do antropólogo Harald Schultz, criam uma poderosa justaposição entre passado e presente. O filme é resultado de uma relação de confiança construída ao longo de anos com a comunidade Waurá, e tem como premissa o testemunho respeitoso e colaborativo de um patrimônio cultural vivo e profundamente brasileiro. Classificação etária: Livre

Objetivos

OBJETIVO GERAL Contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais, por meio do estimulo à produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória, e desenvolvendo a consciência internacional e o respeito aos valores culturais, por meio da produção de documentário. OBJETIVO ESPECÍFICO Produto Média Metragem: Documentário de 69 minutos, sem animação, com resolução final em 4K, que aborda a documentação audiovisual de rituais e costumes de povos originários da Amazônia. Será distribuído em um canal de streaming, com uma duração mínima de 12 meses, com uma expectativa de público de mais de cinco mil espectadores. Também terá distribuição gratuita em mídia DVDs para redes púbicas de ensino.

Justificativa

Kaumai marca o fim de um período de luto de meses. Um tronco ritual cuidadosamente selecionado personifica o espírito do falecido e permanece como a peça central desta cerimônia de dez dias . Uma pescaria de vários dias oferece comida aos espíritos e convidados. Competições de luta livre consolidam as relações intertribais. Na penúltima noite, toda a comunidade lamenta coletivamente. No último dia, as meninas emergem do isolamento, reingressando na comunidade como mulheres em idade de casar.Nos últimos meses, nossa produtora em parceria com instituições locais, documentou ritos e costumes de povos originários da Amazônia. O projeto O Kaumai de Muri visa compartilhar e difundir por meio da produção de um média metragem um seleção de testemunhos e registros cinematográficos de grande valor visual, histórico e documental. Com a possibilidade de darmos continuidade as etapas de produção e em especial a atividades de pós-produção do documentário, surge também, em paralelo, a necessidade de compilarmos todo o material produzido, considerando o formato adotado. Foi então que vimos a necessidade e a oportunidade de criarmos um produto audiovisual de 69 minutos, no formato de um documentário, fundamental para proporcionar uma compreensão mais abrangente e aprofundada. Esse produto, visa manter e expandir o diálogo construtivo e as reflexões a cerca desse estraordinário patromônio cultural da humanidade. Diante dos valores envolvidos, dos benefícios sociais previstos no PRONAC e da relevância do projeto, a aprovação nos trâmites da Lei de Incentivo é essencial para garantir sua viabilidade e efetiva realização. O projeto cumpre com as seguintes finalidades descritas no Art. 1° da Lei 8.313/91: I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; II - promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais; III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores; VIII - estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória; IX - priorizar o produto cultural originário do País. Para cumprir essas finalidades, o projeto se enquadra no disposto no Art. 3° da Lei 8.313/91: II - fomento à produção cultural e artística, mediante: a) produção de discos, vídeos, obras cinematográficas de curta e média metragem e filmes documentais, preservação do acervo cinematográfico, bem como de outras obras de reprodução vídeo fonográfica de caráter cultural.

Estratégia de execução

1) Não há aquisição de bens pelo projeto. 2) Anexados no campo de UPLOAD INFORMAÇÕES ADICIONAIS: ROTEIROPLANO DE DIREÇÃO ARGUMENTO CENOGRÁFICO PROPOSTA DE PRODUÇÃO

Especificação técnica

ROTEIRO (estruturado por blocos temáticos e temporais)Duração total estimada: 69 minutos1. ABERTURA — Tempo e silêncio (minutos 1 a 5)Imagens da aldeia de Ulupuene ao amanhecer: névoa, água correndo, sons da floresta.Introdução sensorial ao espaço: imagens estáticas, tempo estendido.Preparativos silenciosos e gestos de espera.Inserção gradual do som direto: passos, sussurros, sons de instrumentos.2. A CHEGADA DAS FAMÍLIAS E O COMEÇO DO RITUAL (minutos 6 a 15)Famílias chegando de canoa; trocas de cumprimentos, montagem dos abrigos.Primeiros cantos cerimoniais.Corte para Pyulewene: imagens de Yapuwiku Waurá, filha de Muri, em sua casa, preparando objetos de memória.Depoimento de Yapuwiku em sua língua, sem mediação.3. O TEMPO DO KAUMAI (minutos 16 a 50)Bloco principal, dividido em três partes sobrepostas, sem rigidez linear:a. Cotidiano cerimonialPescarias coletivas, preparação de alimentos.Construção do Kuarup, danças e ensaios de cantos.b. Corpo e ritoLutas cerimoniais.A reemergência das meninas em reclusão: preparação dos corpos, pintura, apresentação.c. A presença de MuriO lugar reservado a Muri: objetos, adornos, lembranças.Imagens de arquivo de 1964 de Harald Schultz, com sobreposição poética ao presente.4. CLÍMAX RITUAL — O ENCERRAMENTO (minutos 51 a 62)Cerimônia final do Kaumai: danças, queima simbólica, despedida pública.Canto coletivo da aldeia.Imagens de corpos em movimento e gestos de comunhão.5. EPÍLOGO — O RIO E A MEMÓRIA (minutos 63 a 69)Registros do rio Batovi fluindo lentamente.Cenas de Pyulewene, com os rastros do passado e a continuidade da vida.Últimas palavras de Yapuwiku, seguidas de silêncio e natureza.ARGUMENTO CINEMATOGRÁFICO No coração do Alto Xingu, o povo Waurá realiza um de seus rituais mais profundos e significativos: o Kaumai. Trata-se de uma cerimônia de luto que, ao mesmo tempo, celebra a continuidade da vida, os laços entre gerações e a presença dos ancestrais. O ritual marca o encerramento de um longo período de recolhimento após a morte de uma figura importante da comunidade. Durante dez dias, os Waurá se reúnem para honrar os mortos por meio de cantos, danças, pescarias coletivas, competições de luta corporal e ritos de passagem — sobretudo o momento em que meninas, que estavam em reclusão, emergem para serem apresentadas como mulheres à comunidade.O Kaumai de Muri acompanha, com rara intimidade e respeito, a realização de um desses rituais, em homenagem ao xamã Awapataku “Muri” Waurá — uma figura histórica de seu povo, reconhecido como herborista, curandeiro, parteiro, contador de histórias e líder espiritual. Muri foi também um elo entre sua cultura e o mundo exterior, mantendo uma postura crítica, porém aberta ao diálogo. Ao filmar esse Kaumai, a equipe pôde testemunhar uma despedida carregada de afeto, mas também uma celebração do coletivo, da ancestralidade e da permanência cultural dos Waurá.O filme foi concebido dentro de uma ética da atenção e da escuta. Não há narração nem mediação externa. A proposta estética é fazer com que o espectador esteja “lá”, vivenciando o ritmo próprio do ritual, seu tempo não linear, suas camadas simbólicas e sonoras. Em vez de “explicar” uma cultura, o filme convida à convivência com ela, ainda que por uma breve janela. O som direto é valorizado em sua complexidade ambiental, e a montagem é construída com sensibilidade para preservar o tempo real das ações e a dinâmica interna do ritual. A câmera, muitas vezes imóvel, observa mais do que interfere. O objetivo não é narrar um enredo, mas compartilhar uma presença.Complementando essa abordagem contemporânea, o filme traz ainda imagens históricas captadas pelo antropólogo Harald Schultz em 1964 na aldeia de Pyulewene, onde Muri viveu por décadas. Nessas imagens, Muri aparece ainda jovem, o que permite ao filme uma justaposição comovente entre o passado e o presente, entre o corpo que dança e o corpo que parte, entre o que se registra e o que permanece.O projeto nasceu do vínculo profundo e duradouro entre o antropólogo e cineasta Marcelo Fortaleza Flores e a comunidade Waurá, relação construída ao longo de mais de duas décadas de convivência e colaboração. Marcelo é codiretor do filme ao lado de Murat Eyuboglu, cineasta e montador com vasta experiência em obras que combinam música, imagem e narrativa etnográfica. A direção de fotografia é de Sylvestre Campe, documentarista premiado internacionalmente, e a produção executiva é de Gustavo Gama Rodrigues, profissional com mais de 25 anos de atuação no campo do audiovisual.Mais do que um filme sobre um ritual, O Kaumai de Muri é um gesto de escuta e testemunho. Uma homenagem não apenas a Muri, mas a toda uma cosmologia que resiste. Em um momento de crescente apagamento de saberes tradicionais e ataques à existência física e simbólica dos povos originários, este filme se propõe como documento sensível de um patrimônio imaterial vivo, em transformação, pulsante. Um tributo à memória, à presença e à continuidade.PLANO DE DIREÇÃO 1. Estilo NarrativoImersivo, observacional, sensorial.O documentário não terá narração ou entrevistas conduzidas. A escuta é central.O tempo narrativo respeita a cadência ritual e evita imposições externas. 2. Direção e CodireçãoMarcelo Fortaleza Flores e Murat Eyuboglu dirigem em colaboração horizontal.Marcelo atua como mediador cultural e interlocutor entre a equipe e a comunidade.Murat responde pela direção da montagem e estrutura sonora. 3. FotografiaSylvestre Campe privilegia planos fixos e longos, iluminação natural e enquadramentos contemplativos.Câmera discreta e respeitosa, muitas vezes posicionada como um participante silencioso. 4. SomÊnfase no som direto: cantos, falares, sons da mata, ruído da água, instrumentos cerimoniais.Ausência de trilha musical externa. A trilha é a própria ambiência. 5. MontagemMontagem fluida e rítmica, buscando continuidade emocional.Inserção de imagens históricas cuidadosamente contextualizadas, sem legendas explicativas. 6. Relação com a ComunidadeO filme parte de uma longa relação de confiança e respeito.O conteúdo foi pactuado com os Waurá e seguirá os princípios de consentimento informado e retorno do material à comunidade.Não haverá imagens que infrinjam segredos cerimoniais ou valores internos.PROPOSTA DE PRODUÇÃO1. Formato e GêneroMédia-metragem documental.Duração: 69 minutosGênero: documentário etnográfico sensorial2. Equipe PrincipalDireção: Marcelo Fortaleza Flores e Murat EyubogluDireção de Fotografia: Sylvestre CampeProdução Executiva: Gustavo Gama RodriguesConsultoria cultural: Líderes e anciãos WauráEdição e Montagem: Murat Eyuboglu3. Etapas de Produçãoa. Pesquisa e articulação comunitária (concluída)Realizada ao longo de mais de duas décadas de convivência entre o codiretor e os Waurá.b. Captação (realizada)Gravação integral do ritual Kaumai em Ulupuene, durante 10 dias.Registros em Pyulewene com Yapuwiku Waurá.Digitalização e licenciamento das imagens históricas de Harald Schultz.c. Pós-produção (em curso / prevista)Tradução e revisão dos trechos em língua Waurá.Montagem sensível à estrutura ritual.Finalização de som e correção de cor.Legendagem bilíngue (português e inglês).4. Distribuição e ExibiçãoEstreia em festivais de cinema documental e etnográfico.Exibições comunitárias no Xingu e em instituições culturais e educacionais.Distribuição por plataformas de streaming com curadoria de conteúdo cultural.Parceria com universidades e centros de estudos indígenas para exibição com debates.5. Direitos e Retorno à ComunidadeA comunidade Waurá terá acesso integral ao filme finalizado.Parte dos recursos será destinada à digitalização do acervo audiovisual do povo.Haverá versão dublada em Waurá para uso educativo local.

Acessibilidade

Produto Média-metragem (AUDIOVISUAL)I - Aspecto Arquitetônico: As estruturas dos ambientes onde ocorrerão os eventos, entrevistas e outras áreas urbanizadas serão plenamente acessíveis, incluindo banheiros adaptados, rampas, guias táteis e outros facilitadores de locomoção, garantindo que todos os participantes das entrevistas possam se movimentar, com segurança e autonomia. Excetuadas as tomadas e gravações em ambientes naturais. II - Aspecto comunicacional e de Conteúdo: Acessibilidade às pessoas autistas / Monitores treinadosPcD intelectual / Monitores treinadosPcD física / Monitores treinadosPcD auditiva / Intérprete de Libras, Janela de LibrasPcD visual / AudiodescriçãoPcD psicossocial / Monitores treinadosPcD múltipla / Legendas descritivas nos materiais audiovisuaisIII - no aspecto de comunicação e divulgação acessíveis do projeto:Todo material produzido pelo produto será disponibilizado em formatos acessíveis, contendo informações sobre as medidas de acessibilidade das ações a serem executadas no site e/ou portal de informação do projeto.Todos estes itens estão previstos na planilha orçamentária.As medidas de acessibilidade serão informadas no material de divulgação do projeto.

Democratização do acesso

Produto Média-metragem (AUDIOVISUAL)III - disponibilizar, na internet, registros audiovisuais dos espetáculos, das exposições, das atividades de ensino, e de outros eventos referentes ao produto principal, acompanhado com libras e audiodescrição;Será oferecida uma vaga de estágio na área de audiovisual para estudantes de curso superior.

Ficha técnica

Coordenação do Projeto: GUGAROD PRODUÇÕES (proponente) A proponente GUGAROD PRODUÇOES (nome fantasia MEDIAetc) é uma produtora cultural sediada no Rio de Janeiro desde 2009, com atuação em todo território brasileiro e também em outros países. Temos liderado projetos documentais com o objetivo de valorizar e manter vivos patrimônios materiais e imateriais brasileiros, com sensibilidade e responsabilidade. Enxergamos todo projeto cultural como oportunidades valiosas para se estabelecer relações de trabalho colaborativas e edificantes, sempre valorizando o trabalho em equipe e o talento de profissionais de diferentes origens. Todo produto cultural tem para nós potencial de transformação positiva, seja no seu processo de criação e desenvolvimento, seja na implementação das melhores estratégias disponíveis na difusão para seus públicos-alvo. Roteiro e Diretor Cinematográfico: Gustavo Gama Rodrigues Gustavo Gama Rodrigues desenvolve e produz conteúdo de não-ficção colaborando com parceiros que incluem Youtube Originals, HBO, BBC, Channel 4 UK, National Geographic US, History Channel, Arte France, Red Bull Media House, Turner, TV Globo e Globosat desde 1996. Gustavo foi nomeado ao Primetime Emmy Awards em 2005 pelo trabalho realizado no reality show norte-americano “The Amazing Race“. É o produtor executivo por trás de documentários de longa-metragem “B1- Tenório em Pequim” (2012), “Democracia em Preto e Branco” (ESPN, 2014), “Primeiro Bailarino” (HBO, 2016) e “Elogio da Liberdade (HBO, 2019). Dirigiu o documentário biográfico “Bernardes” (GNT, 2014) e “Linha de Frente” (Globo Filmes, 2020) além da serie musical “Vamos Tocar (BIS/Globoplay, 2021), vencedora do World Medal no New York Festivals. Produziu também as series documentais “Secret Spots” (Globosat, 1999) e “Kamchatka – Mundo Inexplorado” (Globosat, 2019), também vencedoras do World Medal no NY Festivals. A série “Balangay – Exploring Filipino Waters” foi nomeada ao New York Festivals de 2020. Seu trabalho mais recente é a colaboração com a Spray Media na Produção Executiva da série “Sociedades Matriarcais”, filmada na India, Guiné Bissau, Indonésia e Costa Rica para o canal GNT / Globoplay. Gustavo foi pós graduado Master of Arts in Documentary Filmmaking pela Goldsmiths College, University of London.Diretor Cinematográfico: Sylvestre Campe Iniciou sua vida no universo da produção audiovisual desde muito cedo, quando atuava como operador de áudio e assistente de câmera do seu próprio pai, que documentava em 16mm para a TV alemã os sete anos que a família Campe passou velejando ao redor do mundo. Nutriu, naturalmente, paixões pela aventura e pelo ofício do cinema documental: Formou-se em cinema na Rhode Island School Of Design enquanto finalizava seu primeiro documentário de longa-metragem na ascensão do Lhotse Shar, uma das 5 montanhas mais altas do planeta.Desenvolveu e dirigiu a série “Brasil Radical”, apresentada pelo Marcio Garcia em 1997 no Fantástico (TV Globo). Foi Diretor de Fotografia em 48 episódios da série documental “Wild Things” (Paramount Pictures / Animal Planet) entre 1998 e 1999. Foi Diretor de Fotografia duas vezes vencedor do Primetime Emmy Awards (EUA) pelo trabalho executado em 12 temporadas do Reality Show “The Amazing Race” entre 2002 e 2010 (CBS, EUA). Dirigiu e fotografou o documentário de longa-metragem “Extremo Sul” filmado na Patagônia em 2004, vencedor do Gran Premio Genziana d’Oro (Trento, Itália); Gran Prix Graz (Graz, Austria); F.E.E.C Award (Torelló, Espanha), entre outros.Dirigiu e fotografou inúmeras séries documentais para os canais Globosat SPORTV, OFF e Multishow desde 1998, incluindo os premiados “Secret Spots” (Globosat, 1999) e “Kamchatka – Mundo Inexplorado” (Globosat, 2019), ambas vencedoras do World Medal no NY Festivals. A série “Balangay – Exploring Filipino Waters” foi nomeada ao New York Festivals de 2020.Antropologo - Marcelo Fortaleza Flores - Antropólogo, cineasta e produtor. As relações de longa data de Marcelo com as comunidades indígenas e seu profundo conhecimento cultural tornaram esse filme possível. Seus créditos anteriores incluem Claude Lévi-Strauss - Auprès de l'Amazonie (2007).Murat Eyuboglu, fotógrafo, cineasta e historiador da música, foi parceiro de produção de ambos os cineastas listados acima. Seus créditos anteriores incluem The Colorado (2016), um documentário baseado em música. Sua sequência, The Amazon, está atualmente em produção.

Providência

PRORROGAÇÃO APROVADA E PUBLICADA NO DIÁRIO OFICIAL DA UNIÃO.