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PRONAC 254404Autorizada a captação total dos recursosMecenato

I Festival Curta Brasil

OLHO DE VIDRO PRODUCOES LTDA.
Solicitado
R$ 260,0 mil
Aprovado
R$ 260,0 mil
Captado
R$ 0,00
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

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Eficiência de captação

0.0%

Classificação

Área
—
Segmento
Difusão de acerv e conteúdo AV diver meios/suporte
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Festival, bienal, festa ou Feira
Ano
25

Localização e período

UF principal
BA
Município
Salvador
Início
2026-03-02
Término
2028-03-01
Locais de realização (1)
Salvador Bahia

Resumo

O I Festival Curta Brasil propõe a realização de uma mostra de curtas-metragens baianos na cidade de Salvador, ao longo de cinco dias, com sessões gratuitas e acessíveis no Centro Cultural Plataforma. Com foco na formação de plateia e no estímulo à reflexão crítica por meio do audiovisual, o projeto prevê 10 exibições voltadas ao público geral e a estudantes de escolas públicas. A programação inclui ainda duas oficinas formativas — uma sobre pesquisa para documentários e outra sobre produção audiovisual com estudantes — e duas mesas de debate abordando temas como cinema, educação, memória e identidade. Haverá também distribuição de catálogo didático, atividade interativa com o público e eventos de abertura e encerramento com exibição de filmes, debate, premiação e apresentação musical.

Sinopse

O I Festival Curta Brasil – Edição Salvador é uma mostra cultural dedicada à exibição de curtas-metragens brasileiros, com foco em produções realizadas no estado da Bahia, voltada prioritariamente a estudantes da rede pública de ensino, educadores e moradores de territórios periféricos. O projeto combina exibições cinematográficas, oficinas formativas, mesas de debate, ação interativa, eventos culturais e produção de material pedagógico, com classificação etária variada conforme os filmes exibidos (livre a 14 anos).

Objetivos

Objetivo GeralPromover o acesso ao audiovisual brasileiro e contribuir para a formação de plateia entre estudantes de escolas públicas e o público em geral, por meio da realização do I Festival Curta Brasil em Salvador, com sessões gratuitas de curtas-metragens, atividades formativas e debates, estimulando a reflexão crítica, a valorização da diversidade cultural e o uso do cinema como ferramenta de educação e transformação social.Objetivos EspecíficosRealizar 10 sessões gratuitas de curtas-metragens brasileiros no Centro Cultural Plataforma, com foco em produções realizadas no estado da Bahia e voltadas a estudantes de escolas públicas e ao público geral;Oferecer duas oficinas formativas no Centro Cultural Plataforma: uma oficina de introdução à pesquisa para documentários, com 15 vagas para o público interessado; uma oficina de produção audiovisual com 15 vagas destinadas a alunos de escola pública parceira;Realizar duas mesas de debate no Centro Cultural Plataforma: uma sobre cinema, educação e transformação social nos territórios periféricos; outra sobre cinema, memória e identidade em movimento;Produzir e distribuir um catálogo didático impresso e digital com informações sobre os filmes exibidos, textos de apoio e propostas pedagógicas, com tiragem de 500 exemplares impressos e versão digital disponível online;Propor a atividade interativa "Minha Janela Imaginária" após as sessões temáticas, estimulando o pensamento crítico e a expressão criativa do público sobre meio ambiente e sociedade;Realizar evento de abertura do Festival com exibição de filmes, debate e coquetel para 100 convidados;Realizar evento de encerramento com exibição, premiação simbólica, apresentação musical e coquetel para 100 convidados;Desenvolver e alimentar uma página no Instagram dedicada ao Festival, com publicações regulares antes, durante e após o evento, promovendo a programação, os participantes e os conteúdos pedagógicos do projeto.

Justificativa

Em um país marcado por profundas desigualdades no acesso à cultura, à educação e aos meios de produção simbólica, o I Festival Curta Brasil surge como uma ação estratégica voltada à democratização do audiovisual, à formação crítica de plateias e à valorização das identidades culturais brasileiras. Em sua nova edição, o projeto se adapta ao contexto atual e se concentra exclusivamente na cidade de Salvador, ampliando sua potência local ao ocupar o Centro Cultural Plataforma e propor parcerias com escolas públicas, trazendo ações gratuitas e acessíveis para o público.O projeto contribui diretamente para os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) da Agenda 2030 da ONU, especialmente os ODS 4 (Educação de Qualidade), 10 (Redução das Desigualdades) e 11 (Cidades e Comunidades Sustentáveis). As atividades educativas do festival — oficinas, debates, catálogos didáticos e experiências interativas — dialogam com os princípios da Educação para o Desenvolvimento Sustentável (EDS), promovendo a formação de valores, atitudes e competências voltadas à cidadania, à inclusão, à sustentabilidade e à diversidade cultural.Ao priorizar o acesso de estudantes de escolas públicas, moradores de territórios periféricos e pessoas com deficiência, o projeto aposta na cultura como um vetor de transformação social, formação cidadã e construção de sentidos coletivos. A mostra de curtas-metragens baianos — com obras que abordam temas como identidade, meio ambiente, memória, juventude, gênero e ancestralidade — propõe o cinema como ferramenta de reflexão e diálogo com a realidade contemporânea.A nova configuração territorial do projeto, com foco integral em Salvador, representa também uma resposta consciente aos desafios logísticos e orçamentários do cenário atual, otimizando recursos e aprofundando o impacto sociocultural das ações. Ao concentrar as atividades em uma cidade com forte efervescência cultural e histórica, o Festival aprofunda sua conexão com a realidade local e amplia sua capacidade de diálogo com comunidades e agentes culturais do território.O uso da Lei de Incentivo à Cultura (Lei nº 8.313/91) é fundamental para a realização do projeto, que possui caráter educativo, não comercial e de acesso gratuito. O Festival se enquadra nos seguintes incisos do Art. 1º da Lei 8.313/91:Inciso I _ Estímulo à produção, difusão e circulação de bens culturais de valor universal;Inciso II _ Proteção das expressões culturais dos grupos formadores da sociedade brasileira;Inciso III _ Apoio à valorização e difusão da cultura nacional e regional;Inciso VI _ Garantia do pleno exercício dos direitos culturais.Contribui ainda para os objetivos do Art. 3º da mesma lei:I _ Facilitar o acesso às fontes da cultura e ao pleno exercício dos direitos culturais;II _ Promover a regionalização da produção cultural;III _ Valorizar e difundir as manifestações culturais brasileiras;V _ Preservar bens materiais e imateriais do patrimônio cultural;VII _ Estimular o conhecimento e a fruição dos bens culturais.O projeto valoriza a pluralidade de vozes e estéticas, fomenta redes de formação e criação e fortalece a articulação entre cultura, educação e desenvolvimento humano. Com sessões acessíveis, ações educativas e estratégias de comunicação inclusiva, o Festival Curta Brasil reafirma o papel do cinema como linguagem de resistência, memória e imaginação coletiva — e da cultura como direito essencial de todos.

Especificação técnica

Mostra de Curtas-Metragens (Sessões de Cinema): 25 curtas-metragens (duração de cada filme: até 20 minutos)2 Mesas de Debate: composta por um mediador + 2 convidados; 90 minutos de duração + debate2 Oficinas Formativas: carga horária total de cada uma: 6h; número de participantes de cada uma: 15Catálogo Didático (Impresso e Digital): tamanho:21cmx13cm; 20 páginas; tiragem de 500 exemplares

Acessibilidade

AcessibilidadeO I Festival Curta Brasil tem o compromisso com a inclusão e a democratização do acesso à cultura, reconhecendo a diversidade do público e a necessidade de garantir o direito pleno à fruição cultural por pessoas com deficiência. Por isso, adota medidas efetivas de acessibilidade tanto física quanto de conteúdo, assegurando que todos possam participar das atividades do projeto de forma autônoma, segura e compreensível.Acessibilidade FísicaTodas as atividades do Festival serão realizadas em espaços públicos com estrutura já adaptada para pessoas com deficiência ou mobilidade reduzida:Centro Cultural Plataforma: espaço cultural vinculado à DIMAS/SECULT-BA, com estrutura de acessibilidade, incluindo:Rampas de acesso e elevador;Banheiros adaptados;Sinalização visual e tátil;Espaço reservado para cadeirantes nas sessões de exibição e debates.Além da infraestrutura existente, a equipe do projeto contará com acolhimento presencial qualificado, com profissionais treinados para o atendimento a pessoas com deficiência física, visual, auditiva ou intelectual, durante todas as atividades presenciais do evento.Acessibilidade de ConteúdoPara garantir a plena compreensão e participação do público com deficiência sensorial ou intelectual, serão adotadas as seguintes medidas de acessibilidade comunicacional e de conteúdo:Intérprete de Libras: disponível nas 10 sessões de exibição e nas duas mesas de debate, garantindo o acesso do público surdo à programação. Durante os eventos de abertura e encerramento, também haverá interpretação em Libras.Legendas descritivas: curtas exibidos contarão com legendas descritivas (closed caption), sempre que tecnicamente possível, para permitir a compreensão de falas, sons e ruídos por pessoas com deficiência auditiva.Audiodescrição: filmes exibidos contarão, preferencialmente, com versões com audiodescrição.Catálogo acessível: o catálogo didático será disponibilizado também em versão digital acessível (formato PDF acessível para leitores de tela), garantindo a leitura por pessoas com deficiência visual. A versão impressa será produzida em fonte ampliada e incluirá alguns exemplares em Braille, com conteúdo resumido sobre a programação e orientações de acesso.Site e redes sociais acessíveis: o perfil oficial do Festival no Instagram e os materiais digitais contarão com:Textos alternativos nas imagens (alt-text);Legendas nos vídeos;Descrição textual nos posts para garantir acessibilidade a leitores de tela.Material de apoio acessível: os materiais pedagógicos (impresso e digital) incluirão linguagem simples, com vocabulário claro e acessível, facilitando o uso por públicos diversos, incluindo jovens em processo de alfabetização, pessoas com deficiência intelectual e educadores.Todas essas ações reforçam o compromisso do I Festival Curta Brasil com uma cultura mais inclusiva, na qual as barreiras de acesso sejam reduzidas ao máximo e onde todos os corpos, vozes e experiências tenham lugar na fruição cultural. A acessibilidade será tratada não apenas como um dever legal, mas como um valor central do projeto, alinhado ao propósito de formação de público, diversidade e transformação social por meio do cinema.

Democratização do acesso

A democratização do acesso é um princípio central do I Festival Curta Brasil, que foi idealizado com o objetivo de ampliar o direito à cultura, ao conhecimento e à expressão artística, especialmente entre públicos historicamente afastados dos espaços culturais. O projeto se destina prioritariamente a estudantes da rede pública de ensino, de diferentes faixas etárias, incluindo crianças, adolescentes e adultos matriculados na Educação de Jovens e Adultos (EJA), com atenção especial às escolas localizadas em territórios periféricos de Salvador (BA). Também se volta a educadores da rede pública e ao público geral, com foco em pessoas que têm pouco ou nenhum acesso regular a atividades culturais.Todas as ações do Festival — exibições, oficinas, debates, eventos e distribuição de materiais — são gratuitas, garantindo acesso universal e inclusivo aos produtos culturais gerados. Não há comercialização de ingressos nem cobrança por participação nas atividades. A proposta de formação de plateia, valorização das identidades culturais e estímulo à reflexão crítica será realizada por meio das seguintes estratégias:Parceria com escolas públicas: será articulada uma rede de escolas da rede municipal e estadual de Salvador, com ênfase em unidades localizadas em bairros periféricos e de vulnerabilidade social. Essas escolas serão convidadas a participar da programação do Festival, com agendamento de turmas, transporte coletivo organizado em parceria com as instituições e acolhimento mediado nas sessões de cinema, oficinas e debates.Ações para diferentes faixas etárias: a curadoria dos filmes será pensada para públicos diversos, com sessões específicas para crianças do Ensino Fundamental I, adolescentes do Ensino Fundamental II e adultos da EJA, respeitando a classificação indicativa e os temas adequados a cada público. A mediação pedagógica também será adaptada às faixas etárias, buscando criar vínculos significativos entre os conteúdos exibidos e as vivências dos participantes.Ações formativas para educadores: o projeto oferece atividades que ampliam o repertório de educadores da rede pública sobre o uso do cinema como ferramenta pedagógica, como oficinas, debates e o catálogo didático. Esses materiais são pensados para uso posterior em sala de aula, promovendo a continuidade do processo educativo iniciado nas sessões do Festival.Oficinas gratuitas com foco em jovens e estudantes: as duas oficinas formativas — uma sobre pesquisa para documentários e outra sobre produção audiovisual — serão voltadas a públicos que desejam iniciar ou aprofundar sua relação com o fazer cinematográfico. A oficina voltada à escola pública parceira oferecerá vagas exclusivas a alunos de periferias, garantindo representatividade e protagonismo juvenil.Acessibilidade física e comunicacional: todas as atividades ocorrerão em espaços públicos com acessibilidade física (rampas, banheiros adaptados, sinalização tátil), e contarão com recursos de acessibilidade de conteúdo, como intérprete de Libras, audiodescrição, legendas descritivas e catálogo acessível digitalmente, incluindo versões em Braille e fonte ampliada.Distribuição de catálogo pedagógico: o material impresso será distribuído gratuitamente a professores, escolas públicas e bibliotecas comunitárias. A versão digital será amplamente divulgada por meio de redes sociais e canais parceiros, ampiando o alcance das propostas pedagógicas do projeto.Ação interativa “Minha Janela Imaginária”: após as sessões temáticas, será realizada essa atividade criativa e reflexiva, voltada especialmente a crianças e adolescentes. A proposta estimula o olhar crítico e sensível dos estudantes sobre os temas abordados nos filmes, como meio ambiente, diversidade, identidade e convivência social. As produções dos participantes serão expostas no hall do Centro Cultural Plataforma e nas redes do Festival.Presença digital e rede de difusão: o Festival manterá uma comunicação ativa em sua página no Instagram, com publicações acessíveis (com audiodescrição, legendas e texto alternativo), além de conteúdos formativos como entrevistas, bastidores e trechos das mesas de debate. Esses materiais ficarão disponíveis online após o evento, compondo um acervo público e gratuito.Registro e legado digital: os vídeos das mesas de debate, oficinas e ações educativas serão editados e disponibilizados posteriormente de forma gratuita para escolas, educadores e instituições culturais e educacionais, permitindo que o conteúdo do Festival continue gerando impacto para além do tempo do evento.Por meio dessas ações, o Festival Curta Brasil atua como instrumento de inclusão cultural e fortalecimento da cidadania, ao proporcionar aos estudantes e educadores da rede pública não apenas acesso à produção audiovisual nacional, mas também experiências de aprendizado, criação e troca de saberes. O projeto reafirma a centralidade do cinema como linguagem capaz de despertar a sensibilidade, promover o diálogo social e contribuir para a construção de uma sociedade mais justa, plural e democrática.

Ficha técnica

Ira Vilaronga. Coordenação de Acessibilidade. Mestre em Educação e Contemporaneidade pela Universidade do Estado da Bahia (UNEB); gestora da ACESSU: Acessibilidade Universal. Agrega conhecimentos profissionais no desempenho das funções de Produtora Cultural, Mediadora no processo de formação de público com deficiência e audiodescritora/consultora/locutora para produtos audiovisuais culturais (Cinema, Teatro, Museus, Exposições – fotografias, pinturas, Esculturas, Instalações – além de redes sociais e livros no formato acessível e eventos sociais e acadêmicos, visando a acessibilidade universal. Imersa no fascinante universo do Teatro, Cinema, Música e Literatura, transita entre a arte e a realidade.Patrícia Freitas. Oficineira e Mediadora. É roteirista, mestra em literatura e cultura (UFBA), pesquisadora associada da PAVIC – Pesquisadores do Audiovisual, Iconografia e Conteúdo, atua, há mais de 20 anos com documentários. Dirigiu médias e curtas, tais como Ira (2004) sobre racismo religioso, menção honrosa no Cinesul 2005- Festival Ibero-americano de Cinema e Vídeo. Enquanto te espero, a luz coalhou (2018) documentário-poesia, exibido no Arqfilm Festival no Chile, dentre outros. Nos últimos anos, trabalhou como assistente de direção na série "Enredos da liberdade" (dir. Luis Carlos de Alencar) em exibição no Globoplay e pesquisadora das séries "Histórias submersas" (dir. Paulo Alcântara) e "Todos os Sonhos" (dir. de Sofia Federico), ambas exibidas na TVE Bahia. Também assistente de direção em São Paulo de Uauá (dir. de Hermano Penna), para DOCTV-TV Cultura/SP, em 2005.Enoe Lopes Pontes. Assessoria de Comunicação e Mobilização de Público. Doutoranda e mestre em Comunicação e Cultura, pelo Programa de Pós Graduação da Faculdade de Comunicação (UFBA). Especialização em andamento em Direção em TV para teledramaturgia, pela CAL (Casa das Artes de Laranjeiras). Formada em Artes Cênicas, com ênfase em Interpretação Teatral, pela Universidade Federal da Bahia e em Comunicação Social, com ênfase em Jornalismo, pela Universidade Social da Bahia. Participou por dois anos de pesquisa científica PIBIC, sendo a primeira relacionada ao circo e a segunda ao cinema e ao trabalho do ator. Desde 2015 é integrante do Grupo GRIM (Grupo de Pesquisa Recepção e Crítica da Imagem) e do Analítica: Crítica de Mídia, Estética e Produtos Midiáticos, desde 2018, ambos na FACOM/UFBA. Desde 2019, faz parte do Fãlogia, grupo de pesquisa em estudos de fãs, da Universidade Paulista (UNIP). Foi integrante da terceira edição do Jornalismo de Futuro, programa realizado pelo Jornal Correio*, e estagiária na Secretaria de Cultura do Estado da Bahia (SecultBA). Em 2017, integrou o Júri Jovem da Competitiva Nacional do Festival Panorama Internacional Coisa de Cinema, em 2021, foi Júri na Mostra Lugar de Mulher é no Cinema e curadora no Festival de Cinema Baiano (FECIBA). É membro da ABRACCINE (Associação Brasileira de Críticos de Cinema). Desde 2014, atua como assessora de comunicação na área de cultura, trabalhando com eventos, obras do audiovisual e produtoras. De 2014 até então, escreve crítica de audiovisual nos sites Coisa de Cinéfilo, Série a Sério e Chovendo Sapos.Walerie Gondim. Coordenação de Produção. Walerie Gondim é produtora cultural formada pela UFF (RJ), atriz e graduanda em direção teatral pela UFBA (BA). No primeiro semestre de 2024, atuou como coordenadora de produção na produtora teatral Palavra Z (RJ, 2024), sendo responsável, dentre outras atividades, pela elaboração e inscrição de projetos em editais. Alguns dos projetos acompanhados foram Leci - Na Palma da Mão, Mãe de Santo, Makeda e Mãe Baiana. Realizou a direção de produção do espetáculo ABC da Fome (SSA, 2023). Fez em Salvador a produção local de espetáculos premiados, como Vamos Comprar um Poeta (2022) e Preta de Ébano (2022). Assinou a direção de produção do documentário longa-metragem "Trincheira" (2021), da Dois4Dois Filmes; escreveu e aprovou, coordenou e atuou no espetáculo virtual "Quimera" (2021) e também o projeto “Ciclos, Redes e Nós” (2020), que contaram com apoio da FUNCEB/BA, e o projeto “Solo” (2021), com apoio da FGM. Compôs a equipe de produção do espetáculo Que Deus Sou Eu (2020) e do musical Sonho de Uma Noite de Verão na Bahia (2019), do diretor João Falcão; foi assistente de produção da 3a edição da Mostra Lugar de Mulher é no Cinema (2019), onde atuou também como jurada em 2023; foi produtora executiva do espetáculo "O Corcunda de Notre Dame" (2019); dentre outros projetos culturais. Integrou por cerca de 10 anos o Grupo Teatrama (Araruama, RJ), atuando como produtora e atriz de espetáculos da cia. No audiovisual, compôs por cerca de 3 anos a equipe da RioFilme, atuando nas frentes de democratização do acesso da população carioca ao audiovisual, além de trabalhar na produção de curtas metragens e mostras cariocas independentes. Recentemente foi selecionada como parecerista de projetos da Lei de Incentivo à Cultura (Rouanet).Lucas Marinho. Idealização, Curadoria e Coordenação Geral. É cineasta baiano, com atuação nas áreas de assistência de câmera, operação de câmera, direção de fotografia e produção executiva. Formado em Assistência de Câmera pelo SENAI CIMATEC, integrou equipes de diversos curtas e longas-metragens. Atuou como 1º assistente de câmera nos curtas O Jogo de Dona Lourdes (2025), Mais pra lá do que pra cá (2025), Caburé de Sangue (2026), e como 2º assistente em obras como o longa-metragem Delicadeza (2026), o curta-metragem Mandinga (2025), o curta documental As Águas do Rio de Ya Nitinha D’Oxum(2024), além do longa documental Dona Onete (Conspiração Filmes) e de campanhas publicitárias para a Prefeitura de Salvador. Operou câmera para o curta-metragem Cleó aos 70 (2025). Como diretor de fotografia, assinou campanhas para a marca de moda Inttui e o videoclipe Iroko, da cantora Majur. É proponente e produtor executivo do Festival Curta Bahia, realizado com apoio da Lei Paulo Gustavo Bahia, e do projeto Meninos de Cinema, contemplado pela mesma lei como desenvolvimento de longa-metragem. Atuou ainda como assistente de produção executiva do curta Borderô (2025).Calebe Lopes. Curador, Oficineiro e Mediador. É bacharel em Humanidades pela Universidade Federal da Bahia com mais de 10 anos de experiência em cinema e audiovisual, faz parte da Olho de Vidro Produções como diretor, roteirista e montador. Nome de maior destaque do cinema de horror na Bahia, dirigiu curtas-metragens como A Triste Figura (2018), Claudio (2022) e Ataques Psicotrônicos(2024), exibidos e premiados em dezenas de festivais de cinema em diversos países, incluindo Festival de Brasília do Cinema Brasileiro, Mostra de Cinema de Tiradentes, Janela Internacional de Cinema, Curta Cinema e Fantaspoa. Trabalha como professor, ministrando aulas de Edição e Montagem em cursos livres e oficinas de cinema, como Oficina de Cinema Brasileiro na Infinity School (2022), Oficina de Cinema de Terror Independente no Rec Conquista (2022), Oficina de Montagem no Curta Bahia (2024), Aulas de edição e montagem no Curso De Cinema Independente da Olho de Vidro Produções (2018-2019), Aulas de edição e montagem no curso de Film Design da Infinity School (2021-2022), Aulas de Edição e Montagem no Matura Cine (2022, 2025), além de ter sido Júri no Festival Visões Periféricas (2022) e Júri no Festival Cine Horror (2023), e fazer parte da Curadoria do Curta Bahia. Instagram

Providência

PRORROGAÇÃO APROVADA E PUBLICADA NO DIÁRIO OFICIAL DA UNIÃO.