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O projeto propõe a realização de até três apresentações musicais gratuitas em Macacos (Nova Lima), Betim e Belo Horizonte, com grupos de viola e duplas sertanejas, além de oficina cultural, palestras sobre a cultura tropeira e sertaneja e mostra gastronômica com culinária típica mineira. A programação inclui também apresentações de quadrilha realizadas por OSCs parceiras nos territórios de execução, promovendo a valorização de expressões culturais regionais. As ações fortalecem a identidade local, incentivam a sustentabilidade e ampliam o envolvimento comunitário, com apoio de comerciantes, moradores locais, que contribuem com espaços, mobilização e preservação de tradições religiosas e culturais associadas à vida sertaneja. Compreendendo apresentações musicais, espetáculos de dança, oficinas patrimoniais, praça de alimentação com gastronomia tropeira e exibições audiovisuais temáticas.
Sinopse da obraO projeto “Macacos Tropeiros – Festa, Memória entre Caminhos de Minas” apresenta um conjunto de ações culturais, educativas e patrimoniais que resgatam e celebram a memória tropeira em três territórios mineiros: São Sebastião das Águas Claras (Macacos), Betim e Belo Horizonte. Por meio de apresentações artísticas, oficinas formativas, rodas de conversa e materiais educativos, a proposta busca fortalecer a identidade cultural regional, fomentar a participação popular e preservar tradições ameaçadas pelo esquecimento.As apresentações culturais incluem espetáculos de música ao vivo, quadrilhas tradicionais, encenações teatrais populares e performances comunitárias, além de ações educativas voltadas à preservação ambiental, como coleta de resíduos recicláveis e campanhas de conscientização. Todas as atividades serão realizadas em espaços públicos com linguagem acessível e infraestrutura adequada às normas de acessibilidade física e de conteúdo.As oficinas e rodas de conversa abordarão temáticas como oralidade, religiosidade popular, memória social e produção cultural comunitária, com metodologia baseada na educação popular e nos saberes locais. As ações pedagógicas dialogam com crianças, jovens, adultos e idosos, reforçando vínculos identitários e intergeracionais.O projeto ainda prevê a produção de dois importantes materiais:A cartilha “Tropeiros de Macacos”, com linguagem lúdica e acessível, que reúne curiosidades históricas, glossário tropeiro e ilustrações didáticas;O vídeo-documentário “Caminhos Tropeiros”, que registra em audiovisual os depoimentos de moradores antigos, artistas e cenas das atividades do projeto.Classificação indicativa etária: Livre. As atividades são pensadas para todos os públicos, com foco em inclusão, diversidade e valorização da cultura popular. Haverá mediação educativa nas apresentações e materiais adaptados (Libras, audiodescrição e versões acessíveis em PDF) para ampliar a participação de pessoas com deficiência.O projeto se ancora na cultura como vetor de cidadania, sustentabilidade e desenvolvimento local, e se propõe a ser um espaço de encontro entre a história e o presente, entre os saberes populares e a atuação transformadora das comunidades.
Objetivo GeralValorizar, preservar e difundir a cultura tropeira e sertaneja de Minas Gerais por meio da realização de apresentações artísticas, ações formativas, educativas e gastronômicas, promovendo o fortalecimento da identidade cultural local, a preservação da memória popular e o fomento à diversidade, sustentabilidade e inclusão sociocultural nos municípios de Nova Lima (distrito de São Sebastião das Águas Claras _ Macacos), Betim e Belo Horizonte. Objetivos EspecíficosRealizar até três apresentações musicais gratuitas e abertas ao público, com grupos de viola caipira e duplas sertanejas, destacando o repertório tradicional mineiro, em três localidades distintas: Macacos (Nova Lima), Betim e Belo Horizonte.Oferecer até três oficinas culturais gratuitas, com foco na cultura tropeira e sertaneja, abordando temas como musicalidade tradicional, confecção de adereços, práticas de oralidade, contação de causos e elementos do modo de vida rural mineiro.Promover três palestras temáticas, com especialistas, pesquisadores, mestres da cultura popular e representantes comunitários, sobre a história da cultura tropeira, seus valores, símbolos e sua influência na formação social, religiosa e econômica de Minas Gerais.Realizar até três apresentações de quadrilhas juninas, por meio de parcerias com Organizações da Sociedade Civil (OSCs) atuantes nos territórios de execução, resgatando a tradição das festas populares do interior e suas manifestações cênicas, musicais e comunitárias.Organizar até três mostras gastronômicas com culinária típica mineira, com ênfase nos alimentos ligados à cultura tropeira e à cozinha sertaneja, como feijão-tropeiro, pão de queijo, café coado no coador de pano, queijo artesanal, rapadura e outras iguarias típicas da roça.Estabelecer parcerias com pelo menos três OSCs locais, integrando-as como executoras ou apoiadoras nas atividades culturais (quadrilhas, oficinas, mobilização), fomentando o protagonismo social, a economia criativa e o trabalho em rede nos territórios envolvidos.Incentivar práticas de sustentabilidade e preservação ambiental durante os eventos, com ações como: uso de materiais reutilizáveis ou recicláveis, coleta seletiva, incentivo ao descarte consciente, redução de resíduos e estímulo à valorização dos recursos naturais locais.Promover a diversidade cultural e o respeito às múltiplas expressões da identidade mineira, garantindo a participação de mulheres, jovens, pessoas negras, pessoas idosas e outros grupos historicamente invisibilizados nas atividades propostas.Realizar até três esquetes teatrais de curta duração durante os eventos, abordando histórias, lendas e personagens da cultura tropeira e sertaneja, com participação de artistas locais e OSCs parceirasMobilizar comerciantes, moradores e igrejas locais, com ações de divulgação colaborativa, cessão de espaços comunitários, incentivo à participação voluntária e construção coletiva das atividades, fortalecendo o pertencimento e a integração comunitária.Garantir a acessibilidade física, comunicacional e social das ações do projeto, com espaços adaptados, materiais gráficos com linguagem acessível, entrada franca e sinalização adequada, assegurando o acesso de pessoas com deficiência e públicos diversos.Gerar oportunidades de renda e visibilidade para artistas locais, produtores culturais e pequenos empreendedores, por meio da contratação de profissionais da região, apoio à feira gastronômica e estímulo à comercialização de produtos locais durante os eventos.Registrar e divulgar os resultados das ações culturais realizadas, com produção de material audiovisual e fotográfico, relatórios técnicos, inserções em redes sociais e canais de comunicação locais, ampliando o alcance e a memória do projeto.Contribuir para o fortalecimento do turismo cultural e comunitário, conectando o projeto à Rota do Ouro e aos atrativos turísticos da região de Macacos, e inserindo a cultura tropeira no calendário cultural dos municípios participantes.
O projeto se justifica pela importância de democratizar o acesso à cultura, promover a valorização das manifestações artísticas tradicionais e estimular a participação ativa da comunidade em ações culturais que celebrem a diversidade, a inclusão e a sustentabilidade. Trata-se de uma proposta que reúne apresentações de música, dança, quadrilhas juninas de Organizações da Sociedade Civil (OSCs), oficinas artísticas, atividades formativas e ações voltadas à valorização das expressões populares e do patrimônio imaterial de Belo Horizonte, Betim e da região de Macacos, em Nova Lima/MG.A Lei de Incentivo à Cultura (Lei nº 8.313/91) é essencial para a viabilização do projeto, pois permite que empresas e pessoas físicas apoiem financeiramente ações culturais mediante renúncia fiscal, ampliando as possibilidades de captação de recursos e garantindo a qualidade técnica e a ampla participação popular. A proposta está estruturada de forma a atender aos critérios técnicos e legais da referida Lei, e sua execução depende diretamente do incentivo fiscal como mecanismo de financiamento.O projeto se enquadra nos seguintes incisos do Art. 1º da Lei nº 8.313/91:Inciso II _ A difusão cultural, na medida em que promove apresentações e atividades abertas ao público, com acesso gratuito e em espaços públicos e comunitários;Inciso III _ A preservação do patrimônio cultural brasileiro, ao valorizar manifestações culturais tradicionais, como as quadrilhas juninas e os festejos populares regionais;Inciso V _ O estímulo à produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória, por meio da programação cultural diversa e ações educativas integradas ao projeto.Quanto aos objetivos descritos no Art. 3º da Lei nº 8.313/91, o projeto contempla:Inciso II _ Incentivar a produção cultural local e regional, ao contratar artistas, grupos culturais, técnicos e prestadores de serviços da própria região, fomentando a economia criativa local;Inciso III _ Apoiar a circulação de bens culturais, por meio de espetáculos itinerantes e oficinas em diferentes bairros e cidades, promovendo o intercâmbio cultural e o acesso democrático;Inciso IV _ Fomentar a preservação do meio ambiente cultural e natural, ao integrar ações de sustentabilidade e conscientização ambiental nas atividades do projeto;Inciso V _ Valorizar a diversidade étnica e regional da cultura brasileira, ao contemplar expressões culturais de diferentes matrizes e contextos sociais, com destaque para grupos periféricos, populares e tradicionais;Inciso VI _ Proteger e valorizar a identidade cultural dos diversos grupos formadores da sociedade brasileira, fortalecendo vínculos comunitários e o sentimento de pertencimento cultural.A realização do projeto com base no mecanismo de incentivo é fundamental para garantir sua amplitude, abrangência e gratuidade. Sem este apoio, não seria possível oferecer uma programação gratuita, com estrutura profissional, acessível a públicos diversos, especialmente à população em situação de vulnerabilidade social e econômica. O incentivo à cultura por meio da renúncia fiscal é, portanto, uma ferramenta estratégica para consolidar políticas públicas de valorização da cultura como direito fundamental, reconhecido pela Constituição Federal.Além disso, o projeto responde diretamente aos princípios estabelecidos pela Instrução Normativa MinC nº 23, de 5 de fevereiro de 2025, que reforça a necessidade de os projetos se alinharem aos artigos 1º e 3º da Lei 8.313/91 e promove o fortalecimento de territórios culturais e ações de impacto social positivo.Assim, a Lei de Incentivo à Cultura é o instrumento mais adequado para possibilitar a realização dessa proposta em sua plenitude, com sustentabilidade, compromisso social e impacto cultural mensurável e transformador.
O projeto “Macacos Tropeiros – Festa, Memória entre Caminhos de Minas” não é apenas uma proposta cultural, mas uma ação cidadã, educativa e sustentável construída a muitas mãos. Ele nasce da escuta ativa dos territórios envolvidos, São Sebastião das Águas Claras (Macacos), Betim e Belo Horizonte e da articulação com lideranças comunitárias, religiosas, educacionais e culturais que, há anos, preservam memórias e tradições por meio da oralidade, do festejo popular e da religiosidade local.Trata-se de uma iniciativa que mobiliza e fortalece redes locais, promovendo cultura como direito e instrumento de desenvolvimento. A metodologia adotada envolve processos de mobilização comunitária, valorização de mestres e saberes tradicionais, fomento à intergeracionalidade e protagonismo das juventudes, com atenção às práticas de acessibilidade e sustentabilidade.O projeto reforça o compromisso com os princípios ESG (Ambiental, Social e Governança), com ações concretas de coleta de resíduos, doação de tampinhas e lacres para OSCs, sensibilização sobre o descarte correto e valorização de práticas comunitárias de economia circular.Outro aspecto significativo é o potencial multiplicador do projeto. Os produtos pedagógicos (cartilha e vídeo-documentário) poderão ser utilizados por escolas, bibliotecas, universidades e coletivos culturais de forma gratuita, ampliando o alcance e a permanência dos resultados. As oficinas formativas propiciam ainda a construção de repertórios técnicos e criativos que permanecem como legado nos territórios.A equipe proponente possui ampla experiência na elaboração e gestão de projetos culturais com base legal na Lei Rouanet (art. 18) e atuações reconhecidas no campo da cultura popular e da memória social. O coordenador geral da proposta, Junio Bonzi, tem trajetória consolidada em projetos incentivados, ações de cultura comunitária, participação em Conselhos e editais públicos, além de forte articulação com redes locais.Importante destacar que o projeto foi construído com base nas orientações dos manuais e instruções normativas do Ministério da Cultura, atendendo aos critérios do artigo 18 da Lei nº 8.313/91, com ênfase na democratização do acesso, fruição artística, acessibilidade, formação e promoção da diversidade cultural.A proposta também está alinhada aos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS), sobretudo nos temas de educação de qualidade, igualdade, cultura para a paz, cidades sustentáveis e parcerias multissetoriais.Por fim, o projeto busca consolidar um circuito cultural afetivo, intermunicipal e popular, sendo um espaço potente de memória e invenção. Macacos Tropeiros é, acima de tudo, um convite ao reencontro com as raízes mineiras, com a escuta dos mais velhos, com a valorização dos territórios e com a esperança coletiva de que cultura e cuidado caminham juntos.
O projeto “Macacos Tropeiros – Festa, Memória entre Caminhos de Minas” contempla um conjunto de produtos culturais que dialogam entre si e seguem os princípios da inclusão, acessibilidade, sustentabilidade e educação patrimonial. A seguir, apresentam-se os detalhes técnicos de cada produto:1. Apresentações Culturais:Descrição: Realização de até 9 apresentações presenciais em praças e espaços públicos, incluindo música ao vivo (moda de viola, batuque, cantigas tradicionais), encenação de teatro popular e quadrilha tropeira com grupos locais.Duração: Em média 2 horas por apresentação.Material Técnico: Palco modular, sistema de som e iluminação profissional, microfones sem fio, painéis cenográficos, figurinos típicos e materiais de sinalização acessível.Projeto Pedagógico: A fruição artística será enriquecida por falas de contextualização sobre a cultura tropeira, conduzidas por mestres populares, mediadores e educadores culturais. A linguagem será acessível, com interações entre gerações, valorizando a tradição e a diversidade cultural. 2. Oficinas Formativas:Descrição: Realização de até 3 oficinas em espaços comunitários, com foco em saberes tropeiros (oralidade, cantigas, produção de adereços e utensílios).Duração: 2 encontros por oficina, com 2 horas cada (total: 4 horas/oficina).Material Didático: Apostila ilustrada (formato A4, até 8 páginas, papel sulfite 90g), tecidos, fitas, instrumentos percussivos artesanais, EVA, cola quente, pincéis, tintas, entre outros.Projeto Pedagógico: Fundado na educação popular e na pedagogia do diálogo, as oficinas propõem vivências coletivas que integram memória, criação e identidade. Metodologias ativas estimulam a escuta, a produção e o compartilhamento de experiências entre participantes de diferentes faixas etárias. 3. Rodas de Conversa e Palestras:Descrição: Até 3 rodas com participação de especialistas, moradores antigos, artistas e lideranças culturais, abordando religiosidade popular, memória tropeira e saberes tradicionais.Duração: Até 1h30 por roda.Material Técnico: Microfones, cadeiras, banners, material gráfico de apoio (impresso e digital), projeção audiovisual opcional.Projeto Pedagógico: Inspirado nas metodologias freirianas, as rodas se baseiam na escuta ativa, no respeito ao saber popular e na reconstrução coletiva da memória local. Haverá mediação cultural para garantir participação de todos os públicos. 4. Cartilha “Tropeiros de Macacos”:Descrição: Publicação educativa e ilustrada com foco na história tropeira, glossário de expressões típicas, personagens locais e mapas dos caminhos mineiros.Paginação: Até 16 páginas.Formato: A5, impressão colorida, miolo em papel couchê 120g e capa em couchê 180g.Tiragem: Até 1.000 exemplares.Versão Digital: PDF acessível com texto alternativo e descrição de imagens.Projeto Pedagógico: A cartilha será direcionada a escolas públicas, OSCs e centros culturais, com linguagem lúdica, atividades interativas e recursos visuais que facilitam o aprendizado e o acesso à cultura. Haverá também indicações de uso pedagógico com sugestões de atividades complementares. 5. Vídeo-documentário “Caminhos Tropeiros”:Descrição: Curta-metragem documental com ênfase na memória oral, registros dos eventos, entrevistas com moradores e trilha sonora original baseada em modas tropeiras.Duração: 8 a 10 minutos.Formato: Full HD, legendado, com versão com LIBRAS e audiodescrição.Distribuição: Gratuita, via canais digitais (YouTube, redes sociais) e cópia digital para escolas e bibliotecas.Projeto Pedagógico: O audiovisual será usado como ferramenta de educação patrimonial e sensibilização cultural. Ele poderá ser exibido em escolas, rodas de conversa e encontros formativos, servindo como base para atividades educativas e debates. 6. Ações de Sustentabilidade e ESG:Descrição: Campanhas de coleta de tampinhas plásticas, lacres de alumínio e óleo de cozinha usado, com doação para organizações sociais e cooperativas. Serão criados pontos de coleta em todos os eventos.Material Técnico: Lixeiras temáticas, cartazes educativos, faixas, folders, QR Codes com orientações, banners e vídeo explicativo.Projeto Pedagógico: As ações serão integradas aos eventos com abordagem interativa e lúdica. Estudantes e moradores serão convidados a contribuir com doações e reflexões sobre o descarte correto e a preservação do meio ambiente. A iniciativa contará com o apoio de escolas, lideranças religiosas, OSCs e comerciantes locais. Compromissos com Acessibilidade e Sustentabilidade:Acessibilidade Física: rampas de acesso, banheiros adaptados, sinalização tátil e espaços acessíveis para cadeirantes.Acessibilidade de Conteúdo: intérpretes de Libras, audiodescrição, legendas descritivas e materiais acessíveis em formatos digitais.Sustentabilidade: reutilização de materiais, campanhas de reciclagem, engajamento comunitário em práticas ambientais e articulação com OSCs locais.
O projeto "Macacos Tropeiros – Festa, Memória entre Caminhos de Minas" tem o compromisso de garantir ampla acessibilidade, tanto física quanto de conteúdo, assegurando o direito de participação plena de todas as pessoas, com ou sem deficiência, nos eventos e ações culturais. A proposta adota medidas práticas e efetivas para remover barreiras e promover a inclusão cultural, em consonância com os princípios da Lei Brasileira de Inclusão (Lei nº 13.146/2015), da Convenção sobre os Direitos das Pessoas com Deficiência e da Instrução Normativa MinC nº 23/2025.1. Acessibilidade Física - As ações do projeto serão realizadas preferencialmente em espaços públicos e comunitários que possuam infraestrutura acessível. Serão adotadas as seguintes medidas:Rampas de acesso e/ou plataformas elevatórias em todos os locais com desnível;Banheiros acessíveis, com barras de apoio e dimensões adequadas para cadeirantes;Piso tátil direcional e de alerta, sempre que tecnicamente possível e de acordo com a estrutura dos espaços utilizados;Área reservada para cadeirantes e acompanhantes, próxima ao palco e à área de circulação;Sinalização visual clara e objetiva em todos os ambientes, com uso de pictogramas acessíveis;Equipe de apoio treinada para receber pessoas com deficiência ou mobilidade reduzida.Sempre que necessário, a organização oferecerá suporte individualizado à locomoção, garantindo a segurança e o conforto do público.2. Acessibilidade de Conteúdo - Além do acesso físico, o projeto investirá na democratização do conteúdo, assegurando que as informações e experiências culturais estejam disponíveis para todos. As estratégias de acessibilidade de conteúdo incluem:Intérprete de Libras (Língua Brasileira de Sinais) presente durante as palestras, apresentações teatrais e shows musicais;Audiodescrição de esquetes teatrais e momentos chave das apresentações, por meio de narração ao vivo ou gravações específicas;Materiais de comunicação com legenda descritiva, para vídeos promocionais e registros audiovisuais, garantindo compreensão por pessoas com deficiência auditiva;Utilização de linguagem simples e acessível nos materiais gráficos e de divulgação (folders, cartazes, redes sociais), promovendo a compreensão por públicos diversos;Distribuição de folders, com resumos do conteúdo das oficinas, das apresentações e das atividades educativas;Visitas sensoriais orientadas, sempre que possível, para permitir o reconhecimento do espaço, objetos e elementos culturais por pessoas com deficiência visual.3. Participação e Inclusão - As atividades do projeto serão planejadas para incluir pessoas com deficiência não apenas como público, mas também como participantes ativos, quando possível, em oficinas, apresentações e ações de mobilização. Será feita articulação com OSCs, instituições locais e coletivos que trabalham com inclusão e acessibilidade, incentivando a participação de seus membros e compartilhando boas práticas.4. Comunicação Acessível - Toda a comunicação do projeto, inclusive nas redes sociais e materiais de divulgação, seguirá padrões de design universal, com contraste adequado, fontes legíveis, legendas e sinalização clara. As peças digitais trarão descrições de imagem (texto alternativo) e os vídeos publicados contarão com legendas e, quando aplicável, com versão interpretada em Libras.
O projeto "Macacos Tropeiros – Festa, Memória entre Caminhos de Minas" está inteiramente fundamentado no princípio da democratização do acesso à cultura. Todas as atividades culturais previstas serão de acesso gratuito, abertas ao público e realizadas em locais acessíveis nas cidades de Nova Lima (distrito de São Sebastião das Águas Claras – Macacos), Betim e Belo Horizonte. A proposta tem como objetivo principal levar cultura de qualidade a diversos públicos, com foco especial em comunidades periféricas, territórios de baixa oferta cultural e grupos historicamente excluídos dos processos culturais formais.A distribuição dos produtos culturais se dará da seguinte maneira:Apresentações musicais e teatrais gratuitas: até três eventos realizados em espaços públicos (praças, ruas, centros culturais), com estrutura profissional e ampla divulgação comunitária. A entrada será totalmente franca, sem qualquer tipo de cobrança;Oficinas culturais: gratuitas e presenciais, com até três turmas em diferentes municípios, com inscrições abertas à população local por meio de OSCs, redes sociais e mobilização comunitária. As oficinas priorizarão a formação livre, não exigindo formação prévia dos participantes;Palestras e rodas de conversa: de caráter educativo, abertas ao público, com participação de mestres da cultura, pesquisadores e representantes de movimentos populares. A entrada será livre, com entrega de certificado aos participantes;Mostras gastronômicas: realizadas de forma aberta em espaços públicos, com participação de cozinheiros e produtoras locais, que compartilharão saberes e sabores tradicionais da cultura tropeira. O acesso será livre para toda a comunidade;Esquetes teatrais itinerantes: com encenação em espaços abertos e comunitários durante os eventos, valorizando a oralidade, o teatro popular e as narrativas da cultura caipira e sertaneja mineira.Medidas de Ampliação de Acesso - Além da gratuidade das atividades e da descentralização das ações, o projeto contempla diversas estratégias para ampliar o acesso da população aos bens culturais oferecidos:Ensaio aberto das apresentações artísticas, com convite especial para escolas públicas, grupos culturais, coletivos artísticos e comunidades atendidas por organizações sociais nos territórios de atuação;Oficinas paralelas com turmas extras em horários alternativos (noite ou fim de semana), ampliando o acesso para pessoas que trabalham durante o horário comercial;Transmissão de trechos das atividades culturais pelas redes sociais do projeto e das instituições parceiras, como forma de ampliar o alcance e permitir o acesso remoto ao conteúdo artístico e formativo;Registro audiovisual e fotográfico das ações e produção de vídeo-resumo do projeto, que será disponibilizado gratuitamente em plataformas online e mídias locais, promovendo a memória e a continuidade do projeto;Distribuição de materiais informativos acessíveis, com cartazes e folders impressos com linguagem simples, QR Codes para acesso à programação digital e divulgação por canais de rádio, grupos de WhatsApp comunitários, igrejas, associações de bairro e escolas públicas;Articulação com OSCs locais, lideranças religioasas e comunitárias para fortalecer a mobilização, alcançar públicos diversos e construir uma programação sensível às demandas de cada território;Presença de intérprete de Libras durante pelo menos uma atividade por cidade, garantindo a acessibilidade comunicacional em parte da programação;Ações de mobilização com foco em mulheres, idosos, juventudes e pessoas negras, para garantir a diversidade de público e participantes, com atenção especial à equidade e ao pertencimento;Participação ativa de artistas e técnicos locais, fortalecendo o protagonismo cultural comunitário e gerando oportunidades para talentos da região;Entrega de certificados gratuitos nas oficinas e palestras, incentivando a valorização do conhecimento adquirido e sua multiplicação no território;Utilização de espaços públicos ou comunitários acessíveis, garantindo condições físicas adequadas e segurança para a presença de pessoas com mobilidade reduzida, famílias com crianças, idosos e pessoas com deficiência.Com essa estrutura, o projeto promove a inclusão cultural em múltiplos níveis, priorizando a escuta comunitária, a territorialização das ações e o fortalecimento dos laços culturais e sociais nos municípios contemplados. Ao promover o acesso gratuito, descentralizado e plural à cultura, a proposta se alinha ao disposto no Art. 1º, incisos II e III, e no Art. 3º, incisos II, IV, V e VI da Lei nº 8.313/91, reafirmando o compromisso com o direito à cultura como dimensão essencial da cidadania.
A instituição proponente será responsável pela coordenação geral, articulação comunitária e gestão técnica do projeto. Atuará diretamente na mobilização de público, acompanhamento da execução, cumprimento de metas e prestação de contas, conforme os parâmetros da Lei Rouanet. Todas as atividades serão desenvolvidas em parceria com OSCs locais, lideranças comunitárias e religiosas, além de comerciantes das regiões contempladas, Macacos (Nova Lima), Betim e Belo Horizonte, fortalecendo o envolvimento social e a valorização cultural. O projeto contará com a atuação voluntária do dirigente Junio Agostinho Bonzi, que exercerá a função de coordenador-geral. Ele será responsável por planejar, supervisionar e acompanhar todas as fases, da pré-produção à pós-produção, garantindo a excelência técnica, a integridade do processo e o cumprimento das diretrizes legais e culturais. Suzana Nunes, produtora cultural com sólida experiência na gestão de eventos populares e articulação em redes culturais, será responsável pelo apoio à produção executiva, relacionamento com parceiros institucionais, coordenação de ações educativas e mobilização de público. Sua atuação reforça o compromisso com a inclusão e com a diversidade cultural dos territórios. Currículo resumido dos principais participantes: Junio Agostinho Bonzi – Contador tributário, gestor e produtor cultural com mais de 10 anos de atuação no terceiro setor. Possui registro no CRC/MG (nº 125361-0), Cadastur nº 58.597.637, ID Cultural nº 1007729 e registro na ANCINE nº 064738. Especialista em planejamento e execução de projetos incentivados pela Lei Rouanet, LMIC/BH, Lei Estadual de Cultura/MG e outros mecanismos públicos. Tem reconhecida experiência em atividades voltadas à cultura popular, cidadania, sustentabilidade e inclusão. É fundador da Consultoria Bonzi e já coordenou dezenas de projetos em Minas Gerais. Suzana Nunes – Gestora e produtora cultural com atuação em projetos no Instituto Pedro Ivo, de inclusão sociocultural e formação cidadã. Possui experiência na realização de eventos artísticos, articulação comunitária, produção de oficinas e ações educativas. Atuou em festivais e blocos carnavalescos em Belo Horizonte e Nova Lima, sempre com foco na participação popular, sustentabilidade e democratização do acesso à cultura. Apoios e Parcerias. O projeto contará com o apoio de: Organizações da Sociedade Civil (OSCs) parceiras nos territórios, responsáveis por ações locais como apresentações de quadrilha, mobilização comunitária e apoio logístico; Lideranças religiosas, que cederão espaços e auxiliarão na comunicação com os públicos das comunidades de fé; Comerciantes e empreendedores locais, que contribuirão com a divulgação, cessão de materiais e apoio institucional às atividades nos bairros; Voluntários comunitários, que atuarão em ações de apoio, acolhimento, acessibilidade e sustentabilidade (inclusive com coleta de tampinhas e lacres). Demais profissionais, como oficineiros, artistas, técnicos de som e luz, intérpretes de Libras e equipe de apoio, serão contratados respeitando critérios técnicos e priorizando talentos locais, promovendo a geração de renda e a valorização da economia criativa dos territórios atendidos.
PRORROGAÇÃO APROVADA E PUBLICADA NO DIÁRIO OFICIAL DA UNIÃO.