Nenhum incentivador/fornecedor cadastrado localmente. Click "Carregar via SALIC" para buscar da API ao vivo.
O projeto prevê a montagem, produção e realização de temporada do espetáculo de teatro "Músicas que fiz em seu nome".
O repertório do espetáculo passeia por grandes canções brasileiras, que ajudam a costurar a história de Leide Milene. Tauã Delmiro explica que “o roteiro é bastante eclético e inspirado pela rica diversidade da música brasileira, tornando-se um catálogo de emoções, refletindo a herança poética das canções do Brasil”. São 18 canções que abrangem gêneros como baladas, boleros, sertanejo, bossa nova, entre outros. Laila também selecionou músicas que ama cantar e geram identificação imediata. A atriz almeja repetir uma comunhão com o público que experimentou no primeiro espetáculo que fez quando chegou ao Rio, ‘Eu te amo mesmo assim’, de Jo Abdu, João Falcão e João Sanches. Além de ser a protagonista, Laila faz sua estreia como autora. Ela e Tauã estiveram juntos no musical ‘Alguma Coisa Podre’, com direção de Gustavo Barchilon, que deu a ideia da parceria para a gestação desse espetáculo. “Gustavo tem um ótimo feeling de juntar pessoas para criar e o Tauã, além de diretor e roteirista, é um super ator de comédia. Preciso muito deles para entrar na linguagem cômica”, explica Laila, que já fez roteiros de seus shows com o trio ‘A Roda’ e sempre participou ativamente da concepção e escolha de equipe criativa nos trabalhos que realizou com a Sarau Produções, como ‘A hora da estrela’ e ‘Gota D´água a Seco’. Tony Lucchesi assina a direção musical. “Nós já havíamos trabalhado com o Tony, mas sempre em apresentações pontuais, pela primeira vez estamos tendo um tempo para criamos juntos, experimentarmos. E estou muito feliz em conhecê-lo mais de perto. Ele é muito sagaz, muito criativo”, elogia Laila.
OBJETIVO GERAL O projeto objetiva a montagem, produção e realização de temporada de 2 (dois) meses, com 24 (vinte e quatro) apresentações, do espetáculo de Teatro "Músicas que fiz em seu nome", em São Paulo, em local a ser definido. Após a realização da temporada em São Paulo, o espetaculo irá circular por 04 (quatro) cidades brasileiras (Belo Horizonte, Brasília, Cutitiba e Salvador), com curta temporada em cada praça (2 apresentações por cidade). Podemos apagar o passado? Remover nossas cicatrizes, nossos defeitos? é possível excluir apenas as memórias ruins para recomeçar uma vida livre de sofrimento e alcançar a utópica perfeição? Leide Milene, interpretada por Laila Garin na comédia ‘Músicas que fiz em seu nome’, acredita que sim. Prestes a casar, a personagem decide se submeter ao Miracle Former, um procedimento revolucionário que promete apagar lembranças dolorosas antes de seu casamento. Ela acredita que se tornaria uma nova mulher, livre das angústias pregressas. Reescrever a história não seria transformá-la em uma farsa? até que ponto nossas experiências e cicatrizes nos definem? Será possível recomeçar sem carregar o que nos moldou? Essas questões são tratadas com muito bom humor no musical, com direção de Gustavo Barchilon. O texto tem autoria de Laila Garin em parceria com Tauã Delmiro. ‘Músicas que fiz em seu nome’ foi criado a partir de uma fala de Viviane Mosé: "Na tentativa de não sofrer terminamos optando por não sentir. Plastificamos nossa pele. Embalsamamos nossos afetos. (…) Sentir muito e cada vez mais, aprender a lidar com os excessos, os desequilíbrios e as contradições é a condição para um ser mais amplo e para uma vida mais ética e sustentável". Tendo esse ponto de partida, os autores construíram uma comédia despudorada, brincando com todos esses anseios e dúvidas do ser humano. A peça combina uma narrativa envolvente com músicas já conhecidas pelo público, conduzindo os espectadores por um intenso turbilhão de emoções. O espetáculo convida o público a uma imersão profunda nas memórias, na identidade e nos desafios impostos pelas expectativas sociais. Com uma fusão única entre música e dramaturgia, o espetáculo promete emocionar e provocar, reafirmando o poder das memórias e dos sentimentos na construção de quem somos. Além de proporcionar diversão e entretenimento, o teatro também pode ter um caráter educativo e social, abordando temas relevantes e instigando reflexões no público. Serão mais de 30 artistas envolvidos, entre atores, cantores, bailarinos, músicos, e equipe de criação, além de uma equipe técnica treinada para colocar em cena um espetáculo de qualidade para o grande público. O envolvimento é de mais de 100 profissionais no projeto. A previsão é de atingir um publico aproximado de 18 mil espectadores, em um local com a capacidade de até 600 pessoas. Com tudo citado acima, o projeto de teatro "Músicas que eu Fiz Em Seu Nome" oferecerá uma produção de qualidade, visando o fomento de atividades culturais visando a promoção da cidadania cultural, da acessibilidade artística e da diversidade, bem como estimular a expressão cultural e artística. OBJETIVOS ESPECIFICOS · Realizar 32 (trinta e duas) apresentações de teatro, sendo 24 (vinte e quatro) sessões na cidade de São Paulo e curta temporada em Belo Horizonte, Brasília, Curitiba e Salvador, com 02 apresentações em cada cidade.· Realizar 01 palestra sobre o tema: TEATRO NO BRASIL - Contrapartida Social (art. 49 da IN MinC n. 23/2025). O projeto visa ainda realizar 1 (um) ensaio aberto, em complemento a democratização do acesso (art. 47, V da IN MinC n. 23/2025).
Gustavo Barchilon e Laila Garin trabalharam pela primeira vez em ‘Alguma Coisa Podre’ e ficou um gosto de quero mais. Gustavo não esconde a alegria desse reencontro: "ela é uma comediante nata. Sua profundidade emocional e entrega trazem camadas mais ricas para a cena, tornando-a mais autêntica e envolvente. A chave para o riso está na sinceridade com que as situações são vividas pelos personagens, e a Laila domina essa arte com maestria. Seu forte controle da construção emocional e da escuta em cena permite que explore o humor de forma natural, sem cair na superficialidade ou na busca forçada pelo riso". Laila também exata a alegria de reeditar a parceria com o diretor. "Eu me encantei com ele no musical que fizemos. A minha sensação é de que ele ri de situações nas quais eu me desespero e isto me tira do meu lugar conhecido e confortável. Temos loucuras diferentes e eu amo a diversidade, nosso pai comum é o teatro. Acho nossa parceria nada óbvia, como minha parceria super recente com Tauã e com o Tony e ainda com a Viviane Mosé. Esta mistura não é nada óbvia! E isto me excita! Espero que o público se empolgue, pois é para ele que estamos trabalhando", vibra a atriz. Mais do que um espetáculo, ‘Músicas que fiz em seu nome’ é um convite à reflexão sobre os limites entre o bem e o mal, a dor e a alegria, a liberdade e o controle social. Em uma sociedade que busca anestesiar o sofrimento, acabamos também por silenciar nossas emoções mais genuínas. Na tentativa de não sentir a dor, nos tornamos cada vez mais distantes de nós mesmos _ plásticos, embalados, autômatos. "A gente não quer mais dar o tempo de sentir as coisas. Não tem mais espaço para as contradições. A gente quer se corrigir e atingir resultados. Como diz um amigo ator maravilhoso de São Paulo, e não só ele, mas a própria Viviane e muitos estudiosos: o capitalismo entrou até nas nossas relações afetivas e mais, até mesmo no nosso diálogo consigo mesmo", pondera Laila. A atividade cultural é importante para o entretenimento, é geradora de emprego, renda e fundamental para o desenvolvimento cultural da população como um todo. Esse projeto visa, acima de tudo, a realização de um espetáculo com excelência em qualidade musical e teatral contribuindo para fomentar a cultura e desenvolver a atividade cultural, econômica e artística de nosso país. A aprovação deste projeto na Lei Federal de Incentivo à Cultura é imprescindível à sua realização. Por se tratar de um musical com uma grande quantidade de atores/cantores, músicos, técnicos, equipe de produção e equipamentos, o incentivo permitirá a execução plena do mesmo. Acreditamos que a formação de platéia requer um investimento à longo prazo. Hoje podemos ver a circulação de musicais de sucesso no eixo Rio-São Paulo, em praças públicas por várias cidades do país, gratuitamente, ou em teatros a preços populares, graças ao apoio da Lei Rouanet. Sem o incentivo fiscal seria impossível alcançarmos esses números, uma vez que a rentabilidade e sustentabilidade dos espetáculos não acontecem somente com a bilheteria. Em tempos de crise econômica os patrocínios tornam-se cada vez mais escassos. Por isso, solicitamos o apoio desse Ministério da Cultura, bem como o do Governo Federal, para a aprovação do projeto "Músicas que fiz em seu nome", no Programa Nacional de Apoio à Cultura, via Lei Rouanet, de Incentivo Fiscal. Além disso, na cadeia produtiva o Teatro Musical gera milhares de empregos diretos, através de MEIs que tiraram de profissionais da informalidade, e indiretos, desde pipoqueiros a motoristas de taxis e uber e o comércio em torno do espetáculo (hotéis, restaurantes etc) que proporcionam a devolução do Incentivo Fiscal através de novos impostos a partir do poder de compra de milhões de brasileiros que fazem parte disso. Relevância Cultural: A atividade cultural é importante para o entretenimento, é geradora de emprego, renda e fundamental para o desenvolvimento cultural da população como um todo. O projeto visa, acima de tudo, a realização de um espetáculo com excelência em qualidade musical e teatral contribuindo para fomentar a cultura e desenvolver atividades culturais, econômicas e artísticas de nosso país. A Fundação Getúlio Vargas (FGV), no mês de novembro de 2018, apresentou no evento MERCADO DAS INDÚSTRIAS CRIATIVAS DO BRASIL, promovido pelo MinC e Apex-Brasil, metodologia que comprova que cada R$ 1,00 investido no mercado cultural dá um retorno de até R$ 1,50. Além disso, já é sabido e divulgado pelo Ministério que a Lei Federal de Incentivo à Cultura usa menos que 0,6% de todo o Incentivo Fiscal no Brasil e devolve 2,64% do PIB para o país. O projeto se enquadra nos princípios da Lei Federal de Incentivo à Cultura, 8.313, de 23 de dezembro de 1991: Art. 1° Fica instituído o Programa Nacional de Apoio à Cultura (Pronac), com a finalidade de captar e canalizar recursos para o setor de modo a: I - Contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; II - Promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais; III - Apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores; IV - Proteger as expressões culturais dos grupos formadores da sociedade brasileira e responsáveis pelo pluralismo da cultura nacional; V - Salvaguardar a sobrevivência e o florescimento dos modos de criar, fazer e viver da sociedade brasileira; VII - Desenvolver a consciência internacional e o respeito aos valores culturais de outros povos ou nações; VIII - Estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória; Art. 3° Para cumprimento das finalidades expressas no art. 1° desta lei, os projetos culturais em cujo favor serão captados e canalizados os recursos do Pronac atenderão, pelo menos, um dos seguintes objetivos: II - Fomento à produção cultural e artística, mediante: c) realização de exposições, festivais de arte, espetáculos de artes cênicas, de música e de folclore; IV - Estímulo ao conhecimento dos bens e valores culturais, mediante: a) distribuição gratuita e pública de ingressos para espetáculos culturais e artísticos; Diante de tudo e ainda pela possibilidade da Democratização do Acesso ao espetáculo a partir da distribuição de convites de forma gratuita com caráter social, educativo ou formação artística e a venda a preços promocionais, o Incentivo Fiscal para o projeto "Músicas que fiz em seu nome" se justifica e é imprescindível para a realização do projeto.
ENEFICIARIOS - PASSAGENS AEREAS As pessoas que ultilizarão as passagens aereas durante o projeto são: Diretor Artístico, Diretor de Produção, Equipe Criativa, além de artistas, equipe técnica e de produção, conforme descriminado na planilha orçamentaria.
PRODUTO - ESPETÁCULO DE ARTES CÊNICAS Acessibilidade no aspecto arquitetonico: em relação à acessibilidade física do local de realização, o local escolhido pela produção para sediar o espetáculo, possuirá acessibilidade para cadeirantes, obesos e portadores de necessidades especiais, e atenderá à todas as exigências da Convenção sobre os Direitos das Pessoas com Deficiência, promulgada pelo Decreto no 6.949, de 25 de agosto de 2009 de forma a garantir, priorizar e facilitar o livre acesso de idosos e portadores de necessidades especiais e mobilidade reduzida, garantindo o pleno exercício de seus direitos culturais. A estrutura também atenderá ao disposto no art. 57, inciso II, do Decreto 11.453/23, que diz “proporcionar, quando tecnicamente possível, condições de acessibilidade a pessoas idosas, nos termos do art. 23, da Lei nº 10.741, de 1º de outubro de 2003, e portadoras de deficiência, conforme o disposto no art. 46, do Decreto 3298, de 20 de dezembro de 1999.” Item da PLANILHA ORÇAMENTÁRIA: Locação de espaço para evento Acessibilidade para deficientes visuais: em relação à acessibilidade para deficientes visuais, serão realizadas 32 (trinta e duas) sessões com audiodescrição, previamente divulgadas por meio do plano de mídia do espetáculo, pelas redes sociais, pela assessoria de imprensa e na bilheteria do espaço. O custo para a acessibilidade encontra-se no orçamento do projeto. Faremos, ainda, parcerias com Institutos e ONG's que trabalham com deficientes visuais, de modo a incentivar e possibilitar o acesso ao teatro a esta parcela da população local e regional. Item da PLANILHA ORÇAMENTÁRIA: Serviços de Audiodescrição Acessibilidade para deficientes auditivos: em relação à acessibilidade para deficientes auditivos, serão realizadas 32 (trinta e duas) sessões com tradutores de libras, previamente divulgadas por meio do plano de mídia do espetáculo, pelas redes sociais, pela assessoria de imprensa e na bilheteria do espaço. O custo para a acessibilidade encontra-se no orçamento do projeto. Faremos, ainda, parcerias com Institutos e ONG's que trabalham com deficientes auditivos, de modo a incentivar e possibilitar o acesso ao teatro a esta parcela da população local e regional. Item da PLANILHA ORÇAMENTÁRIA: Interprete de Libras Acessibilidade para deficientes intelectuais: em relação à acessibilidade para deficientes intelectuais, serão contratados monitores para auxiliar em todas as sessões, previamente divulgadas por meio do plano de mídia do espetáculo, pelas redes sociais, pela assessoria de imprensa e na bilheteria do espaço. O custo para a acessibilidade encontra-se no orçamento do projeto. Item da PLANILHA ORÇAMENTÁRIA: Monitores PRODUTO - CONTRAPARTIDA SOCIAL Acessibilidade física: em relação à acessibilidade física do local de realização da palestra, o local contratado pela produção para sediar a palestra, possuirá acessibilidade para cadeirantes, obesos e portadores de necessidades especiais, e atenderá à todas as exigências da Convenção sobre os Direitos das Pessoas com Deficiência, promulgada pelo Decreto no 6.949, de 25 de agosto de 2009 de forma a garantir, priorizar e facilitar o livre acesso de idosos e portadores de necessidades especiais e mobilidade reduzida, garantindo o pleno exercício de seus direitos culturais. A estrutura também atenderá ao disposto no art. 57, inciso II, do Decreto 11.453/23, que diz “proporcionar condições de acessibilidade a pessoas idosas”, nos termos do art. 23, da Lei nº 10.741, de 1º de outubro de 2003, e portadoras de deficiência, conforme o disposto no art. 46, do Decreto 3298, de 20 de dezembro de 1999”. Item da PLANILHA ORÇAMENTÁRIA: Será custeado com recursos próprios (locação de espaço) Acessibilidade para deficientes visuais: em relação à acessibilidade para deficientes visuais, a palestra contará com audiodescrição, previamente divulgadas por meio do plano de mídia do espetáculo, pelas redes sociais, pela assessoria de imprensa e na bilheteria do espaço. O custo para a acessibilidade encontra-se no orçamento do projeto. Item da PLANILHA ORÇAMENTÁRIA: Locação de Equipamentos Acessibilidade para deficientes auditivos: em relação à acessibilidade para deficientes auditivos, a palestra contará com tradutores de libras, previamente divulgadas por meio do plano de mídia do espetáculo, pelas redes sociais, pela assessoria de imprensa e na bilheteria do espaço. O custo para a acessibilidade encontra-se no orçamento do projeto. Item da PLANILHA ORÇAMENTÁRIA: Interprete de Libras Acessibilidade para deficientes intelectuais: em relação à acessibilidade para deficientes intelectuais, a palestra contará com monitores para auxiliar esse publico, previamente divulgadas por meio do plano de mídia do espetáculo, pelas redes sociais, pela assessoria de imprensa e na bilheteria do espaço. O custo para a acessibilidade encontra-se no orçamento do projeto. Item da PLANILHA ORÇAMENTÁRIA: Monitores
Adotaremos as seguintes medidas de democratização de acesso para o produto espetáculo de artes cênicas - Apresentação de Teatro O critério utilizado para doação dos ingressos cumprirá o estabelecido no artigo 46, da Instrução Normativa 23, de 05 de fevereiro de 2025, incisos I, II e III: - Serão distribuídos o mínimo de 10% (dez por cento) para distribuição gratuita com caráter social ou educativo, incluindo professores de instituição públicas de ensino; - Serão cedidos até 10% (dez por cento) para distribuição gratuita promocional por patrocinadores, havendo mais de um receberão em quantidade proporcional ao investimento efetuado; - Serão distribuídos pelo proponente até 10% (dez por cento) para distribuição gratuita promocional pelo proponente em ações de divulgação do projeto. Os ingressos comercializados cumprirão o estabelecido no mesmo artigo 46, da IN MinC n. 23/2025, inciso IV e §3º: - mínimo de 20% (vinte por cento) para comercialização em valores que não ultrapassem R$ 50,00 (cinquenta reais); - 50% dos ingressos serão comercializados em valores a critério do proponente, desde que o preço médio do ingresso inteiro ou produto se limite a R$ 250,00 (duzentos e cinquenta reais). OUTRAS MEDIDAS DE DEMOCRATIZAÇÃO Atendendo as regras previstas no artigo 47 da Instrução Normativa MinC n. 23 de 2025, em seu inciso V: Art. 47. Em complemento às medidas de democratização de acesso, o proponente deverá prever a adoção de, pelo menos, uma das seguintes medidas de ampliação do acesso: .... V - realizar, gratuitamente, atividades paralelas aos projetos, tais como ensaios abertos, estágios, cursos, treinamentos, palestras, exposições e oficinas; O projeto "Músicas que fiz em seu nome", com 32 (trinta e duas) apresentações, fará 1 (um) ensaio aberto em complemento a democratização do acesso.
FICHA TÉCNICA Texto: Tauã Delmiro e Laila GarinProdução Executiva: Laila GarinDireção Artistica: Gustavo BarchilonDiretor de Produção: Thiago HofmanCoordenação de Projeto e Elaboração de Prestação de Contas: Uma Boa Produção (Natália Egler) Realização: Laila Garin e Barho Produções LAILA GARIN Laila Garin é cantora e atriz, filha de baiana com francês. É formada em artes cênicas pela Universidade Federal da Bahia, Brasil. Começou a estudar teatro e canto lírico desde criança o que a levou a se especializar em obras musicais. No Brasil Laila destacou-se nacionalmente ao interpretar a cantora Elis Regina no espetáculo musical “Elis, A Musical”, cujo enredo é a biografia da cantora com direção de Dennis Carvalho. Por esse trabalho levou os mais importantes prêmios de melhor atriz de teatro, inclusive Prêmio Shell e APCA e ganhou notoriedade no país. Ano Passado estreou como uma das protagonistas da série FIM de Fernanda Torres na Globoplay e a segunda temporada da série DOM da Amazon Prime Vídeo, como a personagem Marisa, mãe fictícia de Pedro Dom, que vive todos os dramas de uma família de um dependente químico. A série de Breno Silveira estreou sua primeira temporada em 2021 e se tornou sucesso em diversos países do mundo. Apresentou- se também no teatro se como “Carmem Miranda “ícone da música brasileira que levou o Brasil para omundo no anos 40, além de interpretar a personagem Bea na comédia musical da Broadway “ alguma coisa podre” Atuou ainda em « Gota d’água a seco » de Chico Buarque, Sendo indicada ao Prêmio APCA de melhor atriz e ganhando os prêmios brasileiros Cesgranrio, Bibi Ferreira e Reverência. Atuou no musical “ Gonzagao a lenda” de Joao Falcão. Protagoniza o terceiro episódio da primeira temporada da premiada série médica « SoB Pressão » de Jorge Furtado, sob direção de Andrucha Waddington e Mini Kerty. A série pode ser visto no streaming na globoplay. Ainda na rede Globo a atriz foi escalada para a novela das nove, “Babilônia” e Rock Story “ sucesso em 2017. Na Netflix ganhou destaque ao integrar o elenco do seriado “3%”, da Netflix, interpretando a principal antagonista da trama, Marcela. E integrou o elenco da série musical “ Só se for por amor “ lançada em 2021. No cinema pode ser vista como Clara Nunes no filme « Chacrinha, o velho guerreiro » que mais tarde se tornaria também série pra Tv globo. Em cartaz na Globoplay. TAUÃ DELMIRO Tauã atua, dirige, escreve e compõe para teatro. Entrou para a lista "Forbes Under 30"como um dos jovens que mais impactaram no setor das artes dramáticas em 2021. Integrou o elenco de musicais como “Barnum - O rei do show” (2022), "A vida não é um musical" (2022), “Madagascar – Uma Aventura Musical” (2021) e ''70? - Doc. Musical” (2019), pelo qual recebeu sua primeira indicação ao Prêmio Cesgranrio. Com o seu espetáculo autoral “As Metades da Laranja” (2022), o qual dirigiu, escreveu, produziu e atuou, foi indicado aos prêmios Musical.Rio, Cesgranrio e ao Prêmio Prio do Humor, do qual saiu vitorioso nas categorias “Melhor direção” e “Melhor espetáculo”. GUSTAVO BARCHILON Ator, produtor e diretor, Barchilon sempre soube que a arte faria parte de sua vida profissional. Aos cinco anos, o carioca insistiu para a mãe matriculá-lo em um curso de teatro. A atividade passou, então, a fazer parte do seu cotidiano e não só dos sonhos. Formou-se em Artes Cênicas e, ao trabalhar como assistente de direção de Domingos Oliveira, a vontade de dirigir superou o desejo de atuar. Depois dessa experiência, montou espetáculos infantis pelo Brasil. Foi convidado para integrar, como diretor assistente, a equipe da empresa Möeller & Botelho, conhecida por musicais de sucesso. Barchilon também fez parte do Cirque du Soleil como produtor, viajando o Brasil com o espetáculo “Amaluna”. Em 2019, mudou-se para Londres para trabalhar como diretor de palco do musical “Magic Mike”, que esteve em cartaz no West End. De volta ao Brasil, dirigiu e produziu “Barnum – O Rei do Show”, que, atualizado e abraçando a diversidade, levou mais de 100 mil espectadores às curtas temporadas em São Paulo e no Rio de Janeiro. Barchilon também foi responsável pela montagem Ponto a Ponto – 4000 milhas, que trouxe Luiz Fernando Guimarães como uma idosa. A peça fez muito sucesso nas temporadas carioca e paulista. TIAGO HOFMAN Empresário, é formado em Comércio Exterior e pós-graduado em Logística Empresarial pela Instituição IBMEC-RJ. Com experiência internacional, iniciou sua carreira no maior grupo de entretenimento do mundo WALT DISNEY WORLD. Sempre no segmento comercial/operacional prosseguiu em multinacionais como DB Schenker, L’Oreal Brasil e Banco Santander. Em 2019 fundou a BARHO Produções que já possui em seu portfólio o musical da Broadway Barnum - O Rei do Show (vencedor do Prêmio DID - Destaques 2021 e do Prêmio CENYM 2022 na categoria de melhor musical do ano) e a peça teatral Ponto a Ponto - 4000 Milhas, protagonizado pelos grandiosos Luiz Fernando Guimarães e Bruno Gissoni (vencedor de 4 categorias do Prêmio CENYM 2022). Este ano segue a frente também da direção de produção do aclamado musical Funny Girl - A Garota Genial e seu primeiro projeto autoral com Elba Ramalho. UMA BOA PRODUÇÃO - NATALIA EGLER Natália Egler é advogada e especialista em Leis de Incentivo à Cultura, em especial a Lei Federal de Incentivo a Cultura, trabalhando com ela desde 2003. Trabalhou como Tecnica em Nivel Superior (terceirizada) no extinto Ministério da Cultura de 2003 ate 2011. De 2011 ate 2012 trabalhou como Chefe de Divisão (cargo em comissão) na área de Prestação de Contas do Fundo Nacional de Cultura. Foi Advogada Junior no escritório Cesnik, Quintino e Salinas de 2012 a 2013. Foi suplente de Artes Cênicas da Comissão Nacional de Incentivo à Cultura (CNIC), representando a APTI - Associação dos Produtores de Teatro Independente no Biênio de 2017/2018. Fez parceria com a coordenadora de projetos, Sheila Aragão, com a produtora Möeller & Botelho (desde 2016), da Kaipó - Fafá de Belém (2017 até 2019); Faz a coordenação de projetos das produtoras, Barho Produções (desde 2019), Rapsódia Produções Sonoras (2021 até 2024). Em 2023 ano realizazou a coprodução com a Barho Produções e Touche do espetaculo de teatro musical "Alguma Coisa Podre". REMUNERAÇÃO DO PROPONENTE O proponente será remunerado dentro dos limites revistos no art. 26 da Instrução Normativa MinC n. 23/2025. A atividade que o proponente realizará no projeto será a de Coordenador/Gerente Administrativo Financeiro e a atividade que a Sócia Laila Garin realizará no projeto será a de Produtora e Atriz Principal.
PRORROGAÇÃO APROVADA E PUBLICADA NO DIÁRIO OFICIAL DA UNIÃO.