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PRONAC 254611Autorizada a captação residual dos recursosMecenato

IMO YIPADA - CONHECIMENTO QUE TRANSFORMA: VISITANDO O PASSADO E TRANSFORMANDO O PRESENTE

ASSOCIACAO MARIA & SININHA
Solicitado
R$ 885,8 mil
Aprovado
R$ 885,8 mil
Captado
R$ 245,2 mil
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

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Eficiência de captação

27.7%

Classificação

Área
—
Segmento
Empreend Ações Educ-Cult/Capacitação/Treinamento
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Projetos educativos, incluindo cursos, oficinas e outras atividades pedagógicas
Ano
25

Localização e período

UF principal
SP
Município
São Paulo
Início
2026-01-01
Término

Resumo

Este projeto visa a realização de uma série de ações formativas nas áreas da dança, música, fotografia, vídeo, contação de história e cultura digital voltadas ao público jovem advindo de situação de vulnerabilidade social.

Sinopse

Com o objetivo de contribuir para que crianças, adolescentes e jovens resgatem a cultura afro-diaspórica e todos os elementos que lhes atravessam, ampliando seu repertório sociocultural, possibilitando que se reconheçam como protagonistas, transformadores e multiplicadores dessa cultura, pretendemos desenvolver uma série de ações formativas para que através da arte possamos ressignificar a contribuição africana na construção da história, da cultura e da memória brasileira.As crianças e adolescentes de Mata Virgem, como muitos jovens brasileiros, são afetados por processos múltiplos de exclusão que precisam ser considerados em sua complexidade. As comunidades em que vivem não oferecem oportunidades para o exercício pleno de sua cidadania e restringe suas perspectivas de vida. Seus principais alicerces de sustentação, a família e a escola, demonstram dificuldades em assegurar os direitos de desenvolvimento pessoal e social, garantidos pela constituição brasileira e pelo ECA. Pensando em garantir espaços socioculturais na comunidade, o Polo Cultural Maria e Sininha há 35 anos vem oferecendo possibilidades de reinserção, resgate da cidadania, fortalecimento de vínculos familiares e comunitários, através de atividades que partem das demandas trazidas pela comunidade. Essas ações estimulam o protagonismo, fortalecendo e resgatando a autoestima desses meninos e meninas e rompendo com um processo de exclusão que muitas vezes inviabiliza uma relação com referências negras, inclusive porque faz com que esses não existam. Nesta proposta faremos o caminho inverso, apresentando e conectando referências negras para os participantes do projeto, ressignificando a importância deles para todo o processo do projeto Imo Yipada - Conhecimento transforma. O eixo central do projeto é a arte e cultura com o fortalecimento da identidade do sujeito, as atividades serão desenvolvidas através de oficinas de danças, percussão e cultura urbana, com o foco no audiovisual (fotografia e vídeo), sempre contarão com rodas de conversas e exploração cultural, fortalecendo o pertencimento e buscando a transformação individual e coletiva da realidade, autoestima e resgate da identidade. É muito importante que as crianças e adolescentes vivenciem experiências nas diversas linguagens artísticas na perspectiva de desconstruir e criar um novo olhar para a cultura afro diaspórica, identificando-se e reconhecendo-se nessa cultura. A arte e a ludicidade serão utilizadas como meios norteadores de todas as atividades realizadas ao longo do projeto, que serão divididas da seguinte maneira:- Oficinas de danças brasileiras;- Oficinas de percussão;- Oficina de audiovisual (fotografia e vídeo);- Oficina de Tecnologia e Cultura Digital- Culminâncias: saraus e contação de histórias.PÚBLICO-ALVO:Crianças de 06 a 11 anosAdolescentes de 12 a 17 anosJovens 18 a 21 anos Estimamos que durante o projeto cada participante possa se reconhecer como parte da cultura afro-brasileira, valorizando, se reconhecendo, respeitando e colocando em prática os aprendizados e reflexões feitas ao longo do processo.

Objetivos

OBJETIVO GERALO projeto "Ìmọ̀ Yipada - conhecimento que transforma: Visitando o passado e transformando o presente" visa a realização de uma série de ações formativas nas áreas da dança, música, fotografia, vídeo, contação de história e cultura digital voltadas ao público jovem advindo de situação de vulnerabilidade social. Serão realizadas ao longo de 18 meses um total de 24 oficinas e 01 videoaula online, atendendo a um público de 2.547 pessoas ao final do projeto. As atividades presenciais serão realizadas em São Paulo, na sede da associação. Todas as atividades têm acesso gratuito.Estão previstas também atividades complementares que não se dissociam das ações formativas que devem ocorrer ao longo do projeto e estruturadas como saraus e contação de história para que os alunos beneficiários possam apresentar suas criações desenvolvidas ao longo do percurso.OBJETIVOS ESPECÍFICOSPRODUTO PRINCIPAL _ CURSO/OFICINA/CAPACITAÇÃO - ARTES CÊNICAS - Realização de oficina cultural em São Paulo (capital) destinada a atender jovens e crianças, com idades entre 06 e 21 anos, em 03 turmas, sempre no contraturno escolar, divididas por faixa etária e todas elas sobre "Danças Brasileiras". As inscrições são gratuitas e realizadas presencialmente na organização proponente. Serão disponibilizadas 25 vagas por turma. Ao longo do projeto serão disponibilizadas 09 turmas de "Danças Brasileiras", atendendo a um público total de 225 pessoas. PRODUTO SECUNDÁRIO _ CURSO/OFICINA/CAPACITAÇÃO - MÚSICA - Realização de oficina cultural em São Paulo (capital) destinada a atender jovens e crianças, com idades entre 06 e 21 anos, em 03 turmas, sempre no contraturno escolar, divididas por faixa etária e todas elas sobre "Percussão". As inscrições são gratuitas e realizadas presencialmente na organização proponente. Serão disponibilizadas 25 vagas por turma. Ao longo do projeto serão disponibilizadas 09 turmas de "Percussão", atendendo a um público total de 225 pessoas. PRODUTO SECUNDÁRIO _ CURSO/OFICINA/CAPACITAÇÃO - Realização de oficina cultural em São Paulo (capital) destinada a atender jovens e crianças, com idades entre 06 e 21 anos, em turmas que se dividem entre "Fotografia e Vídeo" e "Tecnologia e Cultura Digital". Serão 03 turmas de "Fotografia e Vídeo" com até 25 alunos cada uma, sempre em contraturno escolar e divididas por faixa etária. Já para as oficinas de "Tecnologia e Cultura Digital" serão disponibilizadas 02 turmas de 12 alunos, voltadas para crianças e jovens com idades entre 12 e 21 anos, divididas por faixa etária e no contraturno escolar. As inscrições são gratuitas e realizadas presencialmente na organização proponente. Ao longo do projeto serão disponibilizadas 09 turmas de Fotografia e Vídeo e 06 turmas de Tecnologia e Cultura Digital, atendendo a um público total de 297 pessoas. Além disso, também prevemos para esta atividade a ampliação de acesso desenvolvendo uma videoaula especial, com até 40 minutos de duração, com base na adequação do conteúdo para a experiência online e disponibilizada de forma integralmente gratuita para um público estimado em até 1.800 pessoas ao longo do projeto. Esta videoaula será disponibilizada por meio do YouTube.

Justificativa

Falar da Diáspora Africana e sua importância é contar a história que poucos conhecem, é compreender o grande significado que tem para nós enquanto brasileiros. Durante o tráfico transatlântico, seres humanos escravizados embarcaram nos navios negreiros com suas histórias, modos de vida, culturas, práticas religiosas, línguas e formas de organização política, mas que foram negadas pela sociedade branca. Suas maneiras de pensar, ser e agir contribuíram e influenciaram de forma significativa na construção da sociedade brasileira. A Diáspora Negra trouxe consigo elementos fundamentais para a formação da cultura do povo brasileiro. É possível perceber essas influências nas danças, artes, vestimentas, musicalidades, hábitos alimentares, religiosidades e espiritualidades e até mesmo em nosso vocabulário. Trabalhar com crianças e adolescentes essa temática é resgatar uma África que até então é desconhecida por muitos, embora o Brasil seja um país de maioria negra, cerca de 54% da população. Todas as atividades realizadas ao longo desse projeto terão como meio norteador a arte, as brincadeiras e rodas de conversas. Estudar e conhecer a história da África e suas influências em nossa sociedade é compreender a história do Brasil, permitindo assim, que crianças, adolescentes e suas famílias se reconheça como parte dessa cultura, se sintam representados, resgatem sua autoestima, mas que principalmente busquem através do conhecimento serem protagonistas e transformadores da sua própria realidade e também do outro, ampliando sua visão de mundo, promovendo relacionamentos saudáveis, onde as diversidades culturais sejam respeitadas e valorizadas. Através do conhecimento podemos compreender por que mesmo diante de tantas influências da cultura africana o Brasil ainda vivenciam o preconceito, a intolerância e a desigualdade racial. O Brasil foi um dos países com o maior número de escravizados e por isso traz em si as marcas das diversas culturas do continente africano, o brasil foi o país que mais importou escravos africanos, segundo dados do IBGE (2000) entre os séculos XVI e meados do XIV, vieram cerca de 4 milhões de homens, mulheres e crianças, o equivalente a mais de um terço de todo o comércio, nosso país foi também o último a abolir a escravidão e nenhum direito foi garantido aos negros, isso até hoje reflete na sociedade através de atitudes racistas e discriminatórias. Visitar o passado e ressignificar o presente é entender que ainda existe o racismo e que ele é algo estrutural, é preciso conhecer e resgatar essas histórias para que crianças e adolescentes entendam o processo de negação e a partir dessa compreensão, ressignifique, construa e crie outros laços onde valorizem, respeitem, se reconheça e reconheça no outro, elementos dessa cultura, para que assim possamos formar cidadãos mais conscientes e fortalecidos.SOBRE ENQUADRAMENTO NO ARTIGO 1º - LEI nº 8.313/91:Art. 1° Fica instituído o Programa Nacional de Apoio à Cultura (Pronac), com a finalidade de captar e canalizar recursos para o setor de modo a:I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais;VIII - estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória;IX - priorizar o produto cultural originário do País.SOBRE ENQUADRAMENTO NO ARTIGO 3º - LEI nº 8.313/91:Art. 3° Para cumprimento das finalidades expressas no art. 1° desta lei, os projetos culturais em cujo favor serão captados e canalizados os recursos do Pronac atenderão, pelo menos, um dos seguintes objetivos:I - incentivo à formação artística e cultural, mediante:d) estímulo à participação de artistas locais e regionais em projetos desenvolvidos por instituições públicas de educação básica que visem ao desenvolvimento artístico e cultural dos alunos, bem como em projetos sociais promovidos por entidades sem fins lucrativos que visem à inclusão social de crianças e adolescentes;SOBRE O ENQUADRAMENTO NO ARTIGO 18 DA IN 23/2025:Considerando a expectativa de público a ser alcançada pelo produto principal (2.547), o valor por pessoa beneficiada será menor que R$ 300,00 (trezentos reais).

Especificação técnica

OFICINAS DE DANÇAS BRASILEIRAS:Pensar a educação de corpos é ir além de cópias de movimentos, é saber como são transmitidos valores da sociedade, sua cultura e como essa sociedade enxerga a existência desses corpos.A complexidade de pensar educação através do movimento é antes de tudo entendermos como a pedagogia aplicada pode ser plural e identitária. O Brasil é um país imenso. Imenso em tamanho e imenso em diversidade de corpos e movimentos. A oficina de Danças Brasileiras, se propõe ser um espaço de educação descolonizada, que preza pela diversidade de corpos e pelas histórias dos ancestrais fundantes desse país, ou seja, povos originários (indígenas) e africanos. Descolonizar é sentir raiz, chão, pés no chão, saias rodadas, tambores. Esse é o ponto de partida dessa oficina.A oficina será ministrada preferencialmente para crianças com idade entre 06 a 21 anos de idade e contará com expressões do jongo, maracatu, frevo, entre outras danças brasileiras.As atividades são semanais com encontros de até 2 horas de duração por aula e duração de 06 meses.OFICINAS DE PERCUSSÃO:As oficinas de percussão têm como proposta aguçar a escuta atenta dos participantes, utilizando como ferramenta os tambores e demais instrumentos usados nas manifestações de cultura popular brasileira para aprimorar o sistema sensório-motor de cada aluno. A sonoridade da cultura popular brasileira conduzirá os estudos nessa oficina, oferecendo vivências sobre a complexidade da música popular tradicional do Brasil e suas riquezas ancestrais. Escuta sensível, musicalidade afro-brasileira, sonoridade ancestral e suas reverberações internas, darão as diretrizes desta etapa do projeto. A oficina será ministrada preferencialmente para crianças com idade entre 06 a 21 anos de idade e contará com expressões do jongo, maracatu, samba, coco de roda, entre outras músicas brasileiras.As atividades são semanais com encontros de até 2 horas de duração por aula e duração de 06 meses.OFICINA DE AUDIOVISUAL (FOTOGRAFIA E VÍDEO):A oficina de audiovisual tem por objetivo proporcionar aos educandos conhecimentos e vivências nas diferentes linguagens do audiovisual e da fotografia a fim de que possam atuar com ética, sensibilidade, densidade crítica e criativa com a arte das imagens e sons. Apresentar aos educandos os conceitos técnicos do audiovisual e fotografia através de exercícios que estimulem a criatividade e a sua responsabilidade social e cultural. Dentro de uma premissa construtivista, sua implantação se dá sobre os princípios da ludicidade, da escuta ativa e do diálogo. A oficina de audiovisual e fotografia que produzirá conteúdo digital com escopo voltado para a comunicação, conectividade, comunidade, racialidade. Para essas crianças e adolescentes que vivem num processo de transição e buscam oportunidades que dialoguem com seus interesses e sonhos, a oficina pretende ampliar suas expectativas, por meio de suporte técnico, humano e social, formando indivíduos capazes, independentes e livres para produzirem bens culturais. A oficina será ministrada preferencialmente para adolescentes com idade entre 06 e 21 anos. Serão trabalhadas: técnicas de vídeo, fotografia e luz, identidade, cartografia, Foto pintura, Stop motion pensando em expandir o olhar para a cultura afro-diaspórica dentro do audiovisual. Assim como na oficina anterior, serão encontros semanais de uma hora e meia cada um, totalizando seis horas mensais.As atividades são semanais com encontros de até 2 horas de duração por aula e duração de 06 meses.OFICINA DE INFORMÁTICA “CONECTANDO SABERES: TECNOLOGIA E CULTURA DIGITAL”A oficina “Conectando Saberes: Tecnologia e Cultura Digital” tem como proposta promover o letramento digital a partir de uma perspectiva antirracista e culturalmente localizada. Voltada para crianças, adolescentes e jovens da comunidade do Jardim Mata Virgem e regiões periféricas do entorno, com idades entre 12 e 21 anos, a oficina busca aproximar os participantes das ferramentas da informática e da produção digital, conectando tecnologia com identidade, ancestralidade e protagonismo negro. Durante os encontros, os participantes serão introduzidos à informática básica e a temas como redes sociais, ferramentas de edição de imagem e vídeo, produção de conteúdo digital e noções de design gráfico — sempre com um olhar crítico e criativo sobre a presença negra na internet, na arte, na comunicação e na tecnologia. A proposta é criar um ambiente de aprendizado acessível, acolhedor e coletivo, onde os participantes possam não só aprender a utilizar a tecnologia, mas também produzir narrativas que representem suas histórias, territórios e referências culturais. As atividades são semanais com encontros de até 2 horas de duração por aula e duração de 06 meses.VIDEOAULA SOBRE TECNOLOGIA E CULTURA DIGITALCom o objetivo de ampliar o acesso à Oficina “Conectando Saberes: Tecnologia e Cultura Digital”, pretendemos desenvolver uma videoaula em formato integralmente digital para disponibilização através da plataforma YouTube e demais redes sociais da organização proponente. Esta videoaula terá por base o mesmo planejamento das aulas presenciais, tendo sua estrutura adaptação para a relação digital. Com duração estimada em 40 minutos, pretende-se alcançar uma média de 1.800 pessoas, tendo por proposta promover o letramento digital a partir de uma perspectiva antirracista e culturalmente localizada. A videoaula busca aproximar os participantes das ferramentas da informática e da produção digital, conectando tecnologia com identidade, ancestralidade e protagonismo negro. Durante os encontros, os participantes serão introduzidos à informática básica e a temas como redes sociais, ferramentas de edição de imagem e vídeo, produção de conteúdo digital e noções de design gráfico — sempre com um olhar crítico e criativo sobre a presença negra na internet, na arte, na comunicação e na tecnologia. CULMINÂNCIAS (ATIVIDADES COMPLEMENTARES ÀS OFICINAS)SARAUSComo uma etapa intermediária entre cada uma das oficinas, estão previstos saraus com o objetivo de compartilhar experiências culturais e fomentar o convívio social das crianças e adolescentes envolvidos nas oficinas. Reavivar e manter a tradição dos recitais permite aos educandos uma aproximação com a literatura, música, dança e arte, de maneira prazerosa e significativa. O projeto levará em conta que esses meninos e meninas se relacionam com as culturas locais, globais, históricas e massivas, dando vez e voz às expressões de cada um/a deles/as. Os saraus não devem ser compreendidos como eventos dissociados da atividade formativa, por isso não representam um produto independente.CONTAÇÃO DE HISTÓRIASA contação de histórias tem como foco o fortalecimento da tradição oral por meio da arte da contação de histórias. Voltada para crianças e adolescentes da região do Jardim Mata Virgem e comunidades do entorno, a proposta busca despertar o encantamento pelas narrativas orais, promovendo o acesso à cultura e o desenvolvimento da expressão artística, da imaginação e da escuta sensível. A partir de histórias da cultura afro-brasileira, indígena e popular, a oficina promove encontros que misturam palavra, gesto e emoção. Os participantes serão convidados a ouvir histórias ancestrais, contos populares e narrativas autorais, além de experimentar diferentes formas de contar — com o corpo, com objetos, com sons e com o olhar. Mais do que ouvir e repetir histórias, as crianças e adolescentes serão protagonistas do processo, criando suas próprias narrativas a partir de vivências, memórias e elementos do cotidiano. A contação de histórias será explorada como ferramenta de fortalecimento identitário, incentivo à leitura e construção de vínculos afetivos com a cultura e o território.

Acessibilidade

Atendendo ao disposto no Art. 42 da IN nº 23/2025 justificados e fundamentados nos termos dos arts. 42 a 44, 54, 63, 67 a 71, 73 e 102 da Lei nº 13.146, de 6 de julho de 2015, do art. 46 do Decreto nº 3.298, de 20 de dezembro de 1999 e do Decreto nº 9.404, de 11 de junho de 2018, destacamos o seguinte plano de acessibilidade:PRODUTO PRINCIPAL – CURSO/OFICINA/CAPACITAÇÃO - ARTES CÊNICAS:MEDIDAS DE ACESSIBILIDADE NO ASPECTO ARQUITETÔNICO: observadores a acessibilidade do local escolhido para as apresentações cênicas, assim como para a atividade formativa, considerando acesso por rampas e/ou elevadores, banheiros adaptados e sinalização adequada.MEDIDAS DE ACESSIBILIDADE PARA PcD VISUAIS: audiodescriçãoACESSIBILIDADE PARA PcD AUDITIVOS: intérprete de librasACESSIBILIDADE PARA PcD INTELECTUAIS e/ou NEURODIVERGENTES: monitores treinados.PRODUTO SECUNDÁRIO – CURSO/OFICINA/CAPACITAÇÃO - MÚSICA:MEDIDAS DE ACESSIBILIDADE NO ASPECTO ARQUITETÔNICO: observadores a acessibilidade do local escolhido para as apresentações cênicas, assim como para a atividade formativa, considerando acesso por rampas e/ou elevadores, banheiros adaptados e sinalização adequada.MEDIDAS DE ACESSIBILIDADE PARA PcD VISUAIS: audiodescriçãoACESSIBILIDADE PARA PcD AUDITIVOS: intérprete de librasACESSIBILIDADE PARA PcD INTELECTUAIS e/ou NEURODIVERGENTES: monitores treinados.PRODUTO SECUNDÁRIO – CURSO/OFICINA/CAPACITAÇÃO:MEDIDAS DE ACESSIBILIDADE NO ASPECTO ARQUITETÔNICO: observadores a acessibilidade do local escolhido para as apresentações cênicas, assim como para a atividade formativa, considerando acesso por rampas e/ou elevadores, banheiros adaptados e sinalização adequada.MEDIDAS DE ACESSIBILIDADE PARA PcD VISUAIS: audiodescriçãoACESSIBILIDADE PARA PcD AUDITIVOS: intérprete de libras e legendagem.ACESSIBILIDADE PARA PcD INTELECTUAIS e/ou NEURODIVERGENTES: monitores treinados.

Democratização do acesso

DAS MEDIDAS DE DEMOCRATIZAÇÃO DE ACESSO - Art. 46 - IN nº 23/2025O projeto cumpre integralmente o que propõe o Artigo 46 da IN nº 23/2025 uma vez que todas as ações previstas contemplam a gratuidade de acesso integral, com estímulo especial para a participação de alunos e professores de escolas públicas. Declaramos que serão ainda respeitadas as cotas de 10% estimadas para patrocinadores e para distribuição promocional em ações de divulgação do projeto. DAS MEDIDAS DE AMPLIAÇÃO DE ACESSO - Art. 47 - IN nº 23/2025Destacamos que as medidas de Ampliação de Acesso estabelecidas nos incisos I e V serão cumpridas a partir da distribuição integralmente gratuita de ingressos e produtos resultantes do projeto, além da realização de oficina como atividade paralela ao produto principal, conforme estabelece o artigo 47 da IN nº 23/2025:I - doar 10% (dez por cento) dos produtos resultantes da execução do projeto para distribuição gratuita com caráter social ou educativo, além do previsto no art. 46, inciso III, totalizando 20% (vinte por cento);V - realizar, gratuitamente, atividades paralelas aos projetos, tais como ensaios abertos, estágios, cursos, treinamentos, palestras, exposições e oficinas.

Ficha técnica

ASSOCIAÇÃO MARIA & SININHALuana Diakuy Bispo RochaCoordenação Administrativa-FinanceiraLuana Diakuy está no 2º mandato como presidente da Ong Associação Maria & Sininha. Com a função Coordenação Administrativa-Financeira – responsável pela assinatura de contratos, credenciamento, liberação de pagamentos junto as Instituições Financeiras e responsável legal pela Associação até o termino de seu mandato.Formada em Serviço Social pela Uninove em 2017.Empresária: LR festas desde 2016 e Saideiras desde 2019 Luana Festasé.Ya Egbé do Ilê Oba Asé Ogodo.Luana, tem experiência em elaboração, criação e execução de eventos, conciliando seu trabalho com ações voluntárias na Organização há mais de 15 anos em atividades culturais exercidas pela Ong.A Associação Maria & Sininha – Polo Cultural, é uma Organização civil, filantrópica com 36 anos de existência, localizada no bairro de Eldorado, Distrito de Pedreira, desenvolve trabalhos em prol da promoção, defesa e garantia de direitos de crianças, adolescentes, jovens e suas famílias fazendo parte doSistema de Garantia de Direitos, sendo uma referência para o Distrito de Cidade Ademar e Pedreira. A organização nasce como um abrigo, contudo, em virtude da alta demanda e ausência de serviços para crianças, adolescentes e jovens na região, em 2010, após estabelecer uma parceria com a UNESCO PROJETO CRIANÇA ESPERANÇA, tornou-se Polo Cultural oferecendo atividades para crianças, adolescentes e jovens no contraturno escolar, além de atendimento social às famílias do entorno que tem a organização como espaço de referência, local de escuta, acolhimento e encaminhamentos necessários a rede de serviços públicos e ações privadas. No ano de 2020 com a pandemia da Covid-19, evidenciou as fragilidadesnos territórios periféricos e, no bairro de Mata virgem e Eldorado não foi diferente, tivemos um aumento da procura das famílias pedindo ajuda devido a insegurança alimentar, diante da perda de empregos e/ou em subempregos e muitas não tendo o que comer. Frente a difícil realidade desenvolvemos o projeto “Solidariedade contra o Coronavírus” com arrecadação de cestas básicas, produtos de higiene, álcool em gel e cestas verdes, beneficiando cerca de 600 famílias/mês com a distribuição sendo dentro de nossa Organização.Luciana BispoCoordenadora pedagógicaLuciana Bispo é Assistente Social formada pela PUC-SP e Iyalorisá do Ilê Oba Asé Ogodo. Com uma trajetória de 25 anos na militância pelos direitos da infância e adolescência, é gestora do Polo Cultural Maria Sininha. O que começou como um trabalho se transformou em uma motivação: contribuir para que os menos favorecidos tenham mais oportunidades e possibilidades de transformação. Luciana atua oferecendo assessoria a ONGs e espaços socioculturais, compartilhando seu conhecimento sobre gênero, racismo, infância e adolescência. Entre 2014 e 2018, foi conselheira do Conselho Municipal dos Direitos da Criança e do Adolescente (CMDCA). Como Iyalorisá, tem participado ativamente de eventos em instituições como o SESC e PUC-SP, promovendo ações para o combate à intolerância religiosa. Sua luta está centrada na garantia dos direitos das crianças e adolescentes, integrando saberes tradicionais e políticas sociais para fortalecer a inclusão e a justiça social. Enquanto gestora da Associação Maria Sininha, Luciana Bispo não mede esforços para manter vivo o legado de sua mãe, Aparecida Bispo. Com dedicação incansável, ela segue promovendo ações que impactam diretamente a vida de crianças, adolescentes, jovens e famílias da comunidade do Jardim Mata Virgem e Morro do Macaco. Seu compromisso é mais do que profissional — é afetivo, enraizado na memória, na luta e no sonho de transformar o território por meio da educação, da cultura e da solidariedade.”

Providência

Transferência de recursos entre conta captação e conta movimento no valor de R$65.551,44 em 23/03/2026.

2029-01-01
Locais de realização (1)
São Paulo São Paulo