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PRONAC 254619Autorizada a captação total dos recursosMecenato

XXXII CAVALGADA À PEDRA DO REINO

ASSOCIACAO CULTURAL PEDRA DO REINO
Solicitado
R$ 999,2 mil
Aprovado
R$ 999,2 mil
Captado
R$ 0,00
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

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Eficiência de captação

0.0%

Classificação

Área
—
Segmento
Apresentação/Gravação de Música Regional
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Projetos normais
Ano
25

Localização e período

UF principal
PE
Município
São José do Belmonte
Início
2025-07-12
Término
2028-07-11
Locais de realização (1)
São José do Belmonte Pernambuco

Resumo

Realizar a XXXII Cavalgada à Pedra do Reino nos dias 21, 22, 23 e 24 de maio de 2026, em São José do Belmonte-PE, com shows de artistas regionais e nacionais, promovendo e valorizando a cultura nordestina. a XXXI Cavalgada à Pedra do Reino é um evento dedicado à celebração da música regional nordestina, enraizado na cultura vibrante e na história fascinante do sertão pernambucano. Realizado em São José do Belmonte, cidade marcada pelo misticismo da Pedra do Reino — palco das lendas que inspiraram Ariano Suassuna —, o festival busca fortalecer a identidade cultural da região, valorizando os sons autênticos do Nordeste e promovendo o intercâmbio artístico. O Festival Pedra do Reino reunirá grandes nomes da música regional, desde mestres do forró pé-de-serra, coco, xaxado e repente até jovens talentos que reinventam a tradição.

Sinopse

O evento não possui classificação indicativa, é aberto para todos os públicos de forma gratuita. Serão 4 dias de shows de forró pé-de-serra.

Objetivos

Objetivo geral: O projeto tem como objetivo realizar a XXXII Cavalgada à Pedra do Reino nos dias 21, 22, 23 e 24 de maio de 2026, em São José do Belmonte-PE, com artistas locais, regionais e nacionais do segmento forró pé-de-serra com entrada gratuita. Objetivos Especificos: - Realizar 04 dias de Festival; - Celebrar a cultura nordestina; - Realizar apresentações de culturais; - Realizar apresentações instrumentais de Sanfona e de Sanfona de Oito Baixos; - Evento totalmente gratuito para a população; - Apresentações de música regional do gênero forró pé-de-serra (artistas da região); - Promover a integração cultural das comunidades da Região, em torno da cultura do forró; - Atrair turistas para a cidade de São José do Belmonte; - Fomentar a participação de artistas locais que preservam a identidade cultural da região; - Difundir o forró pé-de-serra e valorizar os artistas regionais; - Democratizar o acesso à referência da cultura nordestina; - Atingir um público - alvo de 50 mil pessoas nos 04 dias de evento.

Justificativa

A XXXII Cavalgada à Pedra do Reino é uma iniciativa essencial para preservar, difundir e celebrar a riqueza cultural do Nordeste brasileiro, em especial do sertão pernambucano, tendo como epicentro a histórica cidade de São José do Belmonte. A região, conhecida por seu legado mítico e literário — marcado pela Pedra do Reino e pelas narrativas de Ariano Suassuna —, é um território fértil de manifestações artísticas, mas que ainda carece de espaços consolidados para a valorização de sua música e tradições populares. 1. Valorização da Cultura RegionalO sertão nordestino é berço de gêneros musicais fundamentais para a identidade brasileira, como o forró, o coco, o xaxado, o repente e o baião, expressões que carregam em suas melodias e versos a história, os desafios e a resistência de seu povo. No entanto, muitas dessas manifestações enfrentam dificuldades para alcançar visibilidade em meio a um mercado cultural massificado. O festival se propõe a ser um palco de resistência, garantindo que essas tradições sejam perpetuadas e reconhecidas como patrimônio imaterial. 2. Fortalecimento do Turismo e da Economia LocalSão José do Belmonte, situada no sertão do Central, possui um potencial turístico ainda subexplorado, apesar de sua relevância histórica e paisagem singular. O Festival Pedra do Reino será um atrativo para visitantes de todo o Brasil, movimentando a economia local através do turismo cultural, da geração de empregos temporários e da comercialização de produtos artesanais e gastronômicos típicos. Além disso, o evento posicionará o município como um polo cultural do interior pernambucano, incentivando investimentos futuros. 3. Educação e Formação de PúblicoAlém dos shows, o projeto incluirá oficinas, rodas de diálogo e intervenções artísticas que aproximarão o público, especialmente jovens, das raízes sertanejas. Essa abordagem educativa é crucial para combater o apagamento cultural e fortalecer o orgulho identitário nas novas gerações, mostrando que a cultura nordestina não é apenas passado, mas também futuro e inovação. 4. Diálogo Entre Tradição e ContemporaneidadeO festival não se limitará à reprodução do tradicional; buscará fomentar novas interpretações da música regional, conectando mestres da cultura popular a artistas emergentes que reinventam esses gêneros. Essa troca gerará um ambiente criativo único, onde o sertão se reconhece e se projeta para o mundo. 5. Legado Social e SimbólicoRealizar o evento em São José do Belmonte — terra que inspirou o clássico "Romance d’A Pedra do Reino" — é também uma homenagem à resistência cultural do sertão. O festival reforçará o papel da arte como ferramenta de transformação social, promovendo inclusão, pertencimento e oportunidades para artistas locais, muitas vezes marginalizados nos grandes centros. A Associação Cultural Pedra do Reino, mantém viva a cultura nordestina oferecendo ao público, o acesso a bens culturais da cultura local/regional, inspirando novas gerações pela arte da cultura nordestina como o baião, xote, xaxado, o forró pé de serra, poesia popular entre outras. São José do Belmonte é um município localizado no sertão de Pernambuco, Brasil, conhecido por sua rica história, tradições culturais e conexões com o imaginário sertanejo. Sua trajetória está marcada pela religiosidade, pelo cangaço e por manifestações artísticas que refletem a identidade do povo nordestino. A história de São José do Belmonte remonta ao século XIX, quando a região era habitada por indígenas e, posteriormente, ocupada por fazendeiros e criadores de gado. O povoado surgiu em torno de uma capela dedicada a São José, consolidando-se como um ponto de referência para os sertanejos. O desenvolvimento da localidade foi impulsionado pela pecuária e pela agricultura de subsistência, atividades econômicas típicas do sertão. São José do Belmonte é um importante centro cultural do sertão pernambucano, destacando-se por suas manifestações populares e religiosas. A Festa de São José, padroeiro da cidade, é um dos eventos mais significativos, reunindo devotos em celebrações que incluem missas, procissões e apresentações culturais. A cidade também é conhecida por sua ligação com o cangaço, movimento social liderado por figuras como Lampião e Maria Bonita. A região preserva memórias e lendas desse período, que fazem parte do imaginário coletivo dos moradores e atraem pesquisadores e turistas interessados na história do Nordeste. Outro aspecto cultural marcante é a literatura de cordel e a música sertaneja, que expressam o cotidiano, as lutas e os sonhos do povo sertanejo. Artistas locais mantêm viva a tradição de contar histórias por meio da poesia e da música, utilizando instrumentos como a viola e o pandeiro. Um dos símbolos mais importantes de São José do Belmonte é a Pedra do Reino, localizada no Sítio Arqueológico da Pedra do Reino. Este local ganhou notoriedade por ser o cenário do romance "A Pedra do Reino", de Ariano Suassuna, que retrata uma história real ocorrida no século XIX, envolvendo messianismo e conflitos sociais. A Pedra do Reino é hoje um ponto turístico e cultural, atraindo visitantes e estudiosos. Além disso, o município possui uma paisagem típica do sertão, com serras, caatinga e riachos, que contribuem para sua beleza natural e potencial turístico. O projeto se enquadra nos seguintes incisos do Art.1º da Lei 8.313/91: I. contribuir para facilitar, a todos, os meios de livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; II. promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais; III. apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores; IV. proteger as expressões culturais dos grupos formadores da sociedade brasileira e responsáveis pelo pluralismo da cultura nacional. O projeto se enquadra nos objetivos do Art. 3º da Lei 8.313/91, a saber: II - fomento à produção cultural e artística, mediante: c) realização de exposições, festivais de arte, espetáculos de artes cênicas, de música e de folclore; e) realização de exposições, festivais de arte e espetáculos de artes cênicas ou congêneres; a Lei de Incentivo à Cultura - ROUANET é o maior mecanismo de cultura que temos em nossao país, sendo democratizador de acesso e principalmente permitindo que possamos através de seu apoio conseguir recursos para executar os produtos culturais propostos, visto que captar recursos de forma direta está cada vez mais dificil em nosso país.

Estratégia de execução

Vale ressaltar que o projeto trata unica e exclusivamente das apresentações musicais e sua estrutura.

Especificação técnica

O Festival terá a duração de 04 dias, com entrada totalmente gratuita para o público e sem classificação indicativa.

Acessibilidade

A Instrução Normativa (IN) nº 23/2025, que regulamenta a Lei Rouanet, estabelece diretrizes para a promoção da acessibilidade em projetos culturais, garantindo que todas as pessoas, independentemente de suas limitações físicas, sensoriais ou cognitivas, possam usufruir dos bens e serviços culturais. Visando atender o artigo 42 da IN 23/2025, a XXXII Cavalgada à Pedra do Reino terá as seguintes medidas de acessibilidade: -Física = O local onde ocorre as apresentações é aberto e ao ar livre (Pátio de eventos de São José do Belmonte), conta com rampas de acesso, piso plano facilitando a locomoção para pessoas com mobilidade reduzida e banheiro adaptados com acessibilidade. Espaço resrvado em frente ao palco para PCD. Banheiros quimicos acessíveis;- Conteúdo = Visual - A audiodescrição será realizada através dos próprios músicos no momento de sua apresentação e da execução de suas canções, além de linguagem de fácil acesso com letras grandes, fontes limpas e legendas. Para pessoas com deficiência Auditiva, o evento conta com profissionais intérpretes de libras; -Acessibilidade Atitudinal = Promover treinamentos para funcionários e voluntários sobre atendimento inclusivo e conscientização sobre as necessidades das pessoas com deficiência. Utilizar linguagem respeitosa e inclusiva em todas as peças de divulgação e interações com o público; - Acessibilidade Digital= Incluir legendas em vídeos publicados nas redes sociais e utilizar hashtags acessíveis.

Democratização do acesso

A democratização do acesso aos projetos culturais incentivados pela Lei Rouanet, em conformidade com a Instrução Normativa (IN) nº 23/2025, é fundamental para garantir que a cultura seja um direito de todos, independentemente de condições socioeconômicas, localização geográfica ou necessidades específicas. - O evento será realizado em uma cidade de menos de 50 mil habitantes, localizada no interior de Pernambuco; - Será firmada parceria com a prefeitura local para desenvolvimento de atividades em conjunto em escolas públicas da cidade; - O show serão transmitidos ao vivo em plataforma de steaming aberta; - Visando atender o Artigo 47 da IN 23/2025, será adotado o seguinte inciso: IV - garantir a captação e veiculação de imagens das atividades e de espetáculos por redes públicas de televisão e outros meios de comunicação gratuitos.

Ficha técnica

Proponente e Coordenadora geral: Izabela Ribeiro Barbosa, Presidente da Associação Cultural Pedra do Reino e Produtora Cultural Carlos Henrique Alves Brandão (Produtor Geral): Poeta, cantor, compositor e produtor cultura. Presidente da Associação Serra Cultural - ASC. Juçara Ribeiro Arruda Queiroga de Andrade (Produtora executiva) - atua em diversos projeto culturais diversificando e promovendo a democratização de acesso à dança, música, teatro e patrimônio cultural; Jackson Fagner dos Santos Silva (Produtor de Palco) - Experiência com diversos artistas regionais e nacionais. Ederson Ascari (Assistente de produção) - Cursou Engenharia da Produção, Recursos Humanos, Marketing, curso de Elaboração de Projetos Culturais, Organização de Eventos Sociais (Terceiro Setor), Desenvolviento de Projetos Culturais e Produção Executiva em diversos projetos na Lei Rouanet, e atualmente presta assessoria na área de projetos. LUCIANO PEIXINHO CAMPOS (Produtor artístico) - Experiencia de mais de 30 anos em televisão e produções do audiovisual.

Providência

PRORROGAÇÃO APROVADA E PUBLICADA NO DIÁRIO OFICIAL DA UNIÃO.