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O projeto consiste no plano anual de atividades do Instituto Nosso Olhar no ano de 2026. O projeto utiliza a cultura como ferramenta de inclusão, buscando a inserção de pessoas com deficiência intelectual na sociedade.
Não se aplica ao proejo
Objetivo Geral Promover e fomentar a cultura através da realização de oficinas de artes, visitas a museus, espetáculos teatrais e exposições de artes visuais, em especial alcançando a um público pouco atendido pelas políticas públicas de acesso à cultura: as pessoas com deficiência intelectual.Objetivos Específicos- Realizar, nas oficinas de artes, 6.000 atendimentos- Realizar 2 exposições de artes visuais, atendendo 600 pessoas (300 por exposição)- Receber 12 apresentações de espetáculos teatrais por ano, atendendo 600 pessoas (incluindo crianças de escolas públicas e instituições sem fins lucrativos).- Realizar 2 visitas anuais a Museus da cidade de São Paulo, atendendo 40 pessoas por visita.
Justificativa Este projeto cumpre os objetivos do Art. 3o da Lei 8313/91 por realizar:"II - fomento à produção cultural e artística, mediante: " c) realização de exposições, festivais de arte, espetáculos de artes cênicas, de música e de folclore;" Esta proposta cultural também se enquadra no inciso I do Art. 1o da Lei 8313/91 por:"I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; " Criada em 2018 a Nosso Olhar é uma associação sem fins lucrativos que tem como objetivo usar a cultura como ferramenta de inclusão, buscando a inserção de pessoas com deficiência intelectual na sociedade. Pessoas com deficiência podem tudo que quiserem, dentro de seus próprios tempos e limites. Elas podem estudar, trabalhar, serem produtivas e participar da construção de uma sociedade para todos. Acreditamos que, a sociedade precisa ter acesso à informação, para que ocorra a verdadeira Inclusão. O projeto prevê a realização das oficinas de arte, realizadas de segunda à sexta-feira, com duas oficinas diárias, atendendo a 15 pessoas por oficina e 6.000 atendidos em 10 meses do ano. São realizadas oficinas em várias linguagens artísticas como teatro de formas animadas, pintura, música e artesanato. As oficinas foram prepararas para atender ao portador de deficiência intelectual, mas também são abertas ao público em geral, com o objetivo de fomentar a inclusão. Além das oficinas serão realizadas exposições de artes visuais ao final de cada semestre, expondo as obras criadas. O projeto será realizado nas dependências do Instituto Nosso Olhar, em São Paulo, sem custo nenhum para qualquer um dos atendidos.
O proponente declara que serão destinados para fins culturais todo e qualquer bem ou material permanente a ser adquirido ou produzido com recursos de incentivo fiscal após a finalização do projeto. No momento da prestação de contas será apresentada documentação que comprove o direcionamento dos bens culturais.
Projeto Pedagógico das Oficinas:Seguindo o modelo de educar e incluir através da arte e produzindo cultura, promovendo a sociabilização, potencializando a criatividade e a cooperação a Associação Nosso Olhar desenvolve oficinas culturais inclusivas.Acreditamos no brincar como laboratório e a escuta sensível com as crianças e jovens como ferramenta para a educação e cultura. Objetivos: · Apresentar os atendidos às diversas formas de expressão artístico-culturais· Permitir o primeiro contato dos atendidos com materiais e conceitos artísticos· Desenvolver a criatividade· Estimular as propriedades cognitivas e sensoriais· Explorar diferentes materiais e texturas· Propiciar interação e atividades coletivas· Treinar habilidades· Estimular autoconfiança e concentração. A inscrição nas oficinas ocorrerá inicialmente através de publicação no site e e nas redes sociais das instituições que receberem os projetos. Para aumentar a democratização do projeto serão convidados educandos de escolas públicas do entorno e Instituições parceiras que atendam à crianças em situação de vulnerabilidade social. Não exististe nenhuma forma de cobrança (conteúdo totalmente gratuito, incluindo os materiais) e, em caso de mais inscrições do que vagas será respeitada a ordem das inscrições.
Acessibilidade O projeto permitirá o acesso à cultura às pessoas com deficiência, conforme disposto no art. 46 do Decreto nº 3.298 de 20 de dezembro de 1999. Pessoas com Deficiência necessitam de linguagem dinamizada e atuações que transmitam sentido (do início ao fim das oficinas), além dos recursos concretos que formalizem o conteúdo ao cérebro. Cada deficiência é atendida de forma que supra as necessidades específicas de cada atendido. O projeto foi desenvolvido desde sua concepção para atender ao deficiente, em especial o deficiente intelectual, e permitir sua inclusão na sociedade. PRODUTO EXPOSIÇÃO DE ARTES Acessibilidade Física - Realização das exposições em locais adequados para receber cadeirantes e pessoas com dificuldade de locomoção; Acessibilidade para deficientes visuais - Todas as exposições serão preparadas para atender ao portador de necessidade visuais, com atividades pensadas para este público; Acessibilidade para deficientes auditivos - Presença de monitor treinado em LIBRAS; PRODUTO OFICINAS DE ARTE Acessibilidade Física - Realização das oficinas em locais adequados para receber cadeirantes e pessoas com dificuldade de locomoção; Acessibilidade para deficientes visuais - Todas as oficinas serão preparadas para atender ao portador de necessidade visuais, com atividades pensadas para este público, em especial nas oficinas de música e modelagem; Acessibilidade para deficientes auditivos - Presença de arte-educador treinado em LIBRAS;
Democratização de Acesso O projeto adota como ação de democratização de acesso os seguintes incisos do art. 47 da IN 23/2025:“I - doar 10% (dez por cento) dos produtos resultantes da execução do projeto para distribuição gratuita com caráter social ou educativo, além do previsto inciso II do art. 29, totalizando 20% (vinte por cento); Todas as atividades são gratuitas – não existe nenhuma cobrança de ingressos, matriculas ou materiaise“VI - realizar ação cultural voltada ao público infantil ou infantojuvenil;” Os produtos apresentados no plano anual do Instituto Nosso Olhar são totalmente gratuitos, não existindo nenhuma cobrança para os atendidos (inscrições e materiais gratuitos). O projeto pretende realizar:- 6.000 atendimentos nas oficinas de arte, com duas oficinas diárias, de segunda a sexta, atendendo à 15 pessoas por oficina, durante 10 meses. Todos os acessos serão gratuitos.- 600 pessoas em 2 exposições de artes visuais, - 600 pessoas em 12 apresentações de espetáculos teatrais por ano.- 80 pessoas em 2 visitas anuais a Museus da cidade de São Paulo.Total de atendimentos: 7.280
Ficha TécnicaRealização: Instituto Nosso Olhar (associação proponente do projeto e responsável por todo o processo decisório) Direção Geral: Thaissa Alvarenga Calazans AlbuquerqueDireção Artística: Kleber DiLazzariCoordenação de Produção: Isaac PauloCoordenação Administrativa: João NoronhaArte-Educadores Thaissa de Alvarenga Calazans AlbuquerqueFunção no Projeto: Direção Geral Thaissa Alvarenga é CEO da Thai Marketing, mãe, fundadora do portal de conteúdo Chico e Suas Marias e da ONG Nosso Olhar. Com a chegada do Chico, seu primeiro filho, um novo propósito também nasceu: transformar o mundo das pessoas com deficiência intelectual e Síndrome de Down. Thaissa criou um portal de conteúdo, com o objetivo de transformar as realidades das famílias, acolher e informar a população sobre a síndrome de Down (Trissomia 21). Hoje, esse trabalho está ampliado por meio da ONG Nosso Olhar, que mobiliza e educa a sociedade para um mundo mais inclusivo, com projetos que visam garantir a capacitação, inserção no mercado de trabalho, a independência financeira e autonomia das pessoas com deficiência.____________________________________________Kleber di LázzareFunção no Projeto: Direção ArtísticaDRT - 53.504/SP Estudou a Arte Teatral na EAD – ESCOLA DE ARTE DRAMÁTICA (USP) entre 1994 e 1996; cursou Letras na Fundação Santo André entre 1997 e 1999; é formado em Jornalismo pela USCS - Universidade Municipal de São Caetano do Sul, 2009. Como Ator, destacam-se os trabalhos em: “O dia de Alan”, de Vladimir Capella, em 1992; “O noviço” de Martins Penna, em 1994; “As Desgraças de uma criança” de Martins Penna, em 1995; “O ensaio de Dorotéia” de Marilú Alvarez, em 1995; “Ainda não sei beijar” de Plínio Rhigon em 1998; “The Célio Cruz Show” de Newton Moreno, em 2003; “O dono da Vídeolocadora” de Kleber di Lázzare, em 2009; “Mauá-Pirituba’, criação coletiva entre a Cia. Grite de Teatro e seu Núcleo II de pesquisa Teatral, entre 2008/2010; “A Tempestade”, de William Shakespeare, sob direção de Marcelo Lazzaratto, em 2011; entre outros.Como Arte Educador, destaca-se os 18 anos em que se encontra à frente dos Núcleos de Pesquisa Teatral da USCS – Universidade Municipal de São Caetano do Sul como Diretor Geral e Dramaturgo da Cia. Grite de Teatro, do Núcleo II e III de Pesquisa Teatral e das Oficinas anuais da Universidade. ____________________________________________Isaac PauloFunção no Projeto: Coordenação de Produção Profissional com mais de 20 anos de experiência em gestão de projetos. ____________________________________________João NoronhaFunção no Projeto: Coordenador Administrativo Produtor e Gestor Cultural especializado na elaboração de projetos culturais, coordenação administrativa de projetos de vários formatos, aprovação nas leis de incentivo e captação de patrocínios.Há 15 anos realiza consultoria para a elaboração de projetos culturais, captação de recursos, coordenação administrativa e prestação de contas para diversas instituições como o Museu Catavento, a OAK Educação e Cultura, o Instituto Terravista e o Instituto Nosso Olhar.Desde 2017 realiza a curadoria de projetos incentivados para a empresa Reckitt Benckiser do Brasil.Realizou a coordenação das atividades culturais da Universidade Municipal de São Caetano do Sul – USCS entre 2019 e 2024.Matemático formado pela Universidade de Campinas, gerente de Projetos certificado PMP (Project Manager Professional) desde setembro de 2005.Especialista em gestão de projetos pela USP com trabalho de final de curso relacionado à implantação de métodos de gerência de projetos em restauro arquitetônico. Implementou técnicas de gerência em projetos de restauro arquitetônico na Faculdade de Medicina da USP, em São Paulo, de 2005 a 2007.Especialista em Gestão Cultural pela ECA-USP com trabalho de conclusão de curso intitulado “Do Mecenato à Política Nacional das Artes – A Participação Popular nas Políticas Públicas de Fomento às Artes no Brasil”.
PROJETO ARQUIVADO.