Metis
metis
Inteligência cultural
Início
  • Meus projetos
  • Nova análiseAI
  • Prestação contas
  • Alertas
  • Favoritos
  • Chat IAAI
  • Insights IAAI
  • Newsletter
  • Relatórios
  • Oportunidades🔥
  • Projetos
  • Proponentes
  • Incentivadores
  • Fornecedores
  • Segmentos
  • Locais
  • Mapa Brasil
  • Estatísticas
  • Comparativos
  • Visão geral
  • Comparar
  • PNAB (Aldir Blanc)
  • Lei Paulo Gustavo
  • Cultura Afro
  • Bolsas
  • Minha conta
  • Filtros salvos
  • Configurações
Voltar📄 Gerar Relatório Completo
PRONAC 254655Autorizada a captação residual dos recursosMecenato

IV CINEDEIA: Festival Cearense Internacional de Economia Criativa de Diversidade, Equidade, Inclusão e Acessibilidade

LUCAS FREITAS PEIXOTO PAZ
Solicitado
R$ 6,00 mi
Aprovado
R$ 6,00 mi
Captado
R$ 0,00
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

Nenhum incentivador/fornecedor cadastrado localmente. Click "Carregar via SALIC" para buscar da API ao vivo.

Eficiência de captação

0.0%

Classificação

Área
—
Segmento
Empreendedorismo Cultural
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Inclusão da pessoa com deficiência, participação ativa e acessibilidade plena
Ano
25

Localização e período

UF principal
CE
Município
Fortaleza
Início
2025-07-04
Término

Resumo

Desenvolver Limoeiro do Norte, Icó, Crato, Fortaleza, Campo Grande, Dourados, Ponta Porã, Belém e Ananindeua como Centros de Economia Criativa diversa e inclusiva das regiões Norte, Nordeste e Centro Oeste através de Festival anual multilinguagem de empregabilidade inclusiva com acessibilidade plena CINEDEIA: Festival Cearense Internacional de Economia Criativa de Diversidade, Equidade, Inclusão e Acessibilidade. Cursos profissionalizantes a PCD, palestra e debates acessíveis em LIBRAS com transmissão ao vivo, programação plenamente inclusiva de filmes, espetáculos, shows, sala de inovação e realidade expandida, acessível em LIBRAS ou LSE, audiodescrição, língua indígena a definir, acompanhantes específicos a autistas, PCD e indígenas, feiras criativa e gastronômica. Empreendedorismo D.E.I.A., gratuito, classificação livre a público estimado de 24000 pessoas. 30 dias, 3 por cidade em espaços com acessibilidade: praças públicas, salas multimídia imersivas, qualidade acústica e palco.

Sinopse

Classificação indicativa livre. Público esperado de 10-80 anos de idade.

Objetivos

OBJETIVO GERAL Aproximar por meio do audiovisual, da realidade virtual, do teatro, do humor e da música, a sociedade civil, em especial PCD, da capacitação para empregabilidade em economia criativa e do diálogo com sua cultura local a partir do olhar e experiência de grupos historicamente postos às margens políticas, sociais e culturais (periféricos, quilombolas, negros, indígenas, PCD físicas ou cognitivas, idosos, mulheres, LGBTQIAPN+ e de matrizes religiosas diversas, pelo princípio da equidade, diversidade, inclusão e acessibilidade, através de conteúdo plenamente inclusivo e acessível: cursos formativos, debates, exibições, apresentações, salas imersivas. OBJETIVOS ESPECÍFICOS - Gerar oportunidades de emprego a PCD, LGBTQIAPN+, idosas, periféricas, pretas, indígenas, quilombolas e mulheres: estudantes, adultos, idosos, fazedores de cultura. - Promover formação gratuita em áreas profissionais da economia criativa inclusiva, acessível, diversa e equânime com 2 cursos inclusivos, 1 masterclass acessível e debates com os realizadores, com público estimado em 400 pessoas por cidade, por exemplo: * 2º curso de atuação em LIBRAS a surdos e ouvintes. Hora/aula: 20h. Público-alvo: atores e comunidade de surdos, população em geral. 60% das vagas destinadas a comunidade de surdos. 40 ingressos à população, 5 ingressos aos patrocinadores, 5 ingressos a imprensa. * 2º Curso de roteiro audiovisual a cegos. Hora/aula: 20h. Público-alvo: roteiristas, dubladores, comunidade de cegos, população em geral. 60% das vagas destinadas a comunidade de cegos. 40 ingressos à população, 5 ingressos aos patrocinadores, 5 ingressos a imprensa. * 2º Curso de roteiro de audiodescrição. Hora/aula: 20h. Público-alvo: roteiristas, dubladores, comunidade de cegos, população em geral. 60% das vagas destinadas a minorias. 40 ingressos à população, 5 ingressos aos patrocinadores, 5 ingressos a imprensa. * 1 Masterclass: Empreendedorismo Diverso e Inclusivo - Idealização e execução de iniciativas de economia criativa diversa, equânime, inclusiva e acessível. Chacoalhando o terceiro setor. Hora/aula: 3h. Público-alvo: População em geral. 100-300 vagas presenciais, veiculação ao vivo online. 270 ingressos à população, 15 ingressos aos patrocinadores, 15 ingressos a imprensa. - Ofertar programação inclusiva gratuita descentralizada, democratizando o acesso à cultura local com itinerância no interior e na capital dos Estados, combatendo o preconceito contra a população PCD, LGBTQIAPN+, idosa, preta e indígena, fomentando a dignidade, a cidadania e a visibilidade dessas populações atraindo cerca de 24000 pessoas em até 30 dias de evento, buscando atingir público-alvo de 60% formado por PCD's, idosos, indígenas, periféricos, quilombolas, negros, mulheres, LGBTQIAPN+ e de matrizes religiosas diversas. 23400 ingressos à população, 450 ingressos aos patrocinadores, 150 ingressos a imprensa. - Exibição gratuita de: até 4 longas-metragens de até 120 min. cada, e até 16 curtas de até 30 min. cada, até 5 projetos de realidade expandida, até 2 apresentações teatrais, 2 apresentações musicais e 2 apresentações de humor, 1 videomapping por cidade, curados via seleção pública, em 9 cidades do Brasil. - Contratação de equipe técnica principal de em média 10 profissionais e equipe técnica local de em média 28 profissionais pertencentes aos pilares fundadores do projeto: diversidade, equidade, acessibilidade e inclusão. PROGRAMAÇÃO 2 cursos, 1 masterclass, debates, até: 2 peças teatrais, 2 shows musicais (1 nacional e 1 local), 2 shows de humor, 20 filmes, 1 sala imersiva com até 3 projetos de XR, 1 videomapping, até 1 feira criativa e gastronômica por cidade. LOCAIS DE REALIZAÇÃO CineTeatro São Luiz, R. Major Facundo, 500 - Centro, Fortaleza - CE, 60025-130 Teatro Ribeira dos Icós, R. 07 de Setembro, 207-219 - Tamarinas, Icó - CE, 63430-000 Centro Vocacional e Tecnológico, Praça José Osterne - Centro, Limoeiro do Norte - CE, 62930-000 Centro Cultural Cariri Sérvulo Esmeraldo, Av. Joaquim Pinheiro Bezerra de Menezes, 1 - Gizélia Pinheiro (Batateiras), Crato - CE, 63115-495 BioParque Pantanal, Av. Afonso Pena, 6277 - Chácara Cachoeira, Campo Grande - MS, 79031-010 Teatro Municipal de Dourados, Parque dos Ipês - Av. Pres. Vargas, s/n - Vila Tonani, Dourados - MS, 79804-970 Centro Internacional de Convenções de Ponta Porã, R. Baltazar Saldanha, 599-737 - Jardim Ipanema, Ponta Porã - MS, 79904-150 Theatro da Paz, Avenida da Paz, Praça da República, S/N - Campina, Belém - PA, 66017-060 Teatro Municipal de Ananindeua, Av. Cláudio Sanders, 3360 - Centro, Ananindeua - PA, 67000-000 IMPACTO Cultural: Fomentar o encontro de grupos minorizados heterogêneos em torno de um ambiente de formação que toma por base a qualificação em carreiras da economia criativa pautadas no contar histórias, através da atuação ou da escrita, e no empreendedorismo cultural pautado na interseccionalidade das diferenças de maneira inclusiva e acessível, trará debates ativos e descobertas de manifestações culturais e formas de expressão, com seus símbolos e significados próprios de cada grupo social presente. Artístico: Promover o intercâmbio de aprendizados e técnicas artísticas específicas do audiovisual, das artes cênicas, da comunicação em LIBRAS e em braile, possibilitando crescimento de alteridade, perspectiva e novas narrativas a partir da interação com a experiência do outro. Científico: Oferecer o encontro de saberes particulares, possibilitando a geração de novas hipóteses, metodologias, práticas e conhecimento ao justapor, conectar e friccionar circunstâncias de funções de trabalho poucos experimentadas como um cego escrevendo para cinema e surdos atuando com ouvintes em LIBRAS, usando técnicas de expressividade facial convencionadas ao audiovisual, em diálogo com a rica expressividade facial de pessoas surdas, que comunicam intenções e sentimentos através de "máscaras faciais musculares". Tecnológico: Aplicação, ensino e experimentação de técnicas e softwares de escrita específicos à linguagem e à formatação do roteiro audiovisual em combinação com o uso da máquina de braile, do teclado digital como dispositivos tecnológicos de escrita, e mesmo do dispositivo de gravação de áudio, como alternativa oral ao registro de um áudio roteiro para audiovisual, uso de dispositivos de gravação de imagem e de softwares de edição. Econômico: Oportunizar expansão de atuação em novas carreiras através dos cursos ofertados. Formação de um hub de trabalho diverso e inclusivo através de empregabilidade direta, busca ativa e consciente de profissionais do interior do Estado, das periferias, pessoas com deficiência, LGBTQIAPN+, pretas, indígenas, mulheres, criando assim um catálogo de profissionais diversos atuantes no mercado criativo. Ambiental: Uso mínimo de recursos de emissão de carbono na redução do uso de papel, energia e combustíveis fósseis, planejando e concentrando os deslocamentos da equipe em um mínimo de automóveis, uso de papel reciclado, de lixeiras de coleta seletiva, implantação da campanha "adote uma garrafa", conscientização interna e externa para economia no consumo de energia e água, veicular mensagens de sustentabilidade em nosso material gráfico. Social: Criar um ambiente que possibilite experiências de trocas interpessoais entre grupos distintos, instaurar o ingresso social com doação de alimentos e livros, trazer visibilidade e gerar escuta a grupos majoritariamente silenciados, a exemplo de pessoas com deficiência e indígenas. Para cumprir as metas de qualificação profissional diversa e inclusiva divulgaremos amplamente inscrições nas redes sociais e canais de mídia (e.g. TV, rádio, revistas, jornais, blogs, impressos, busdoor), em instituições voltadas ao público-alvo; com equipe diversa e inclusiva especializada nos assuntos a serem tratados. Faremos aferição do cumprimento por vídeos, fotos, listas de presença, clipping ou contratos. @cinedeia.ce | info@cinedeia.com.br

Justificativa

Nossa meta é empregabilidade, gerar oportunidades de carreiras prioritariamente para populações PCD LGBTQIAPN+ negras ou indígenas em vulnerabilidade. O projeto justifica-se para financiamento através do Mecanismo de Incentivo a Projetos Culturais por sua natureza essencialmente inclusiva com foco prioritário em grupos de audiência e de realizadores da economia criativa que ainda representam baixa porcentagem de acesso e de força profissional empregada nesta indústria, a saber: pessoas com deficiência, periféricos, quilombolas, indígenas, LGBTQIAPN+, idosos, mulheres e pessoas de matrizes religiosas diversas. Em sua quarta edição o festival se expande em linguagens e em territórios de realização 10 cidades de 3 estados, CE, MS, PA, aceitando realizadores de todo o Brasil, valorizando uma cultura diversa nacional. Dessa forma, o projeto se enquadra nos seguintes incisos do Art. 1º da Lei 8313/91: I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; II - promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais; III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores; IV - proteger as expressões culturais dos grupos formadores da sociedade brasileira e responsáveis pelo pluralismo da cultura nacional; VIII - estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória; De acordo com o Art. 3º da referida norma alcançaremos os seguintes objetivos: I - incentivo à formação artística e cultural, mediante: b) concessão de prêmios a criadores, autores, artistas, técnicos e suas obras, filmes, espetáculos musicais e de artes cênicas em concursos e festivais realizados no Brasil; c) instalação e manutenção de cursos de caráter cultural ou artístico, destinados à formação, especialização e aperfeiçoamento de pessoal da área da cultura, em estabelecimentos de ensino sem fins lucrativos; II - fomento à produção cultural e artística, mediante: a) produção de discos, vídeos, obras cinematográficas de curta e média metragem e filmes documentais, preservação do acervo cinematográfico bem assim de outras obras de reprodução videofonográfica de caráter cultural; (Redação dada pela Medida Provisória nº 2.228-1, de 2001) c) realização de exposições, festivais de arte, espetáculos de artes cênicas, de música e de folclore; e) realização de exposições, festivais de arte e espetáculos de artes cênicas ou congêneres; III - preservação e difusão do patrimônio artístico, cultural e histórico, mediante: a) construção, formação, organização, manutenção, ampliação e equipamento de museus, bibliotecas, arquivos e outras organizações culturais, bem como de suas coleções e acervos; d) proteção do folclore, do artesanato e das tradições populares nacionais; IV - estímulo ao conhecimento dos bens e valores culturais, mediante: a) distribuição gratuita e pública de ingressos para espetáculos culturais e artísticos; b) levantamentos, estudos e pesquisas na área da cultura e da arte e de seus vários segmentos; c) fornecimento de recursos para o FNC e para fundações culturais com fins específicos ou para museus, bibliotecas, arquivos ou outras entidades de caráter cultural; V - apoio a outras atividades culturais e artísticas, mediante: a) realização de missões culturais no país e no exterior, inclusive através do fornecimento de passagens; b) contratação de serviços para elaboração de projetos culturais; c) ações não previstas nos incisos anteriores e consideradas relevantes pelo Ministro de Estado da Cultura, consultada a Comissão Nacional de Apoio à Cultura. (Redação dada pela Lei nº 9.874, de 1999) A proposta se enquadra no Artigo 18 da Lei n.º 8.313/21 Art. 18. Com o objetivo de incentivar as atividades culturais, a União facultará às pessoas físicas ou jurídicas a opção pela aplicação de parcelas do Imposto sobre a Renda, a título de doações ou patrocínios, tanto no apoio direto a projetos culturais apresentados por pessoas físicas ou por pessoas jurídicas de natureza cultural, como através de contribuições ao FNC, nos termos do art. 5o, inciso II, desta Lei, desde que os projetos atendam aos critérios estabelecidos no art. 1o desta Lei. A indústria criativa é responsável por pouco mais de 0,46% do PIB brasileiro. Em números, isso equivale a 25 bilhões de reais anualmente. Segundo Débora Ivanov (presidente da Ancine), isso é mais do que a indústria farmacêutica gera. Estima-se que o número de profissionais nessa área já esteja na casa dos 330 mil em todo o território brasileiro. Hoje no Brasil, 51% da população é composta por mulheres. Dos quase 213 milhões de brasileiros, 42,7% se declararam como brancos, 46,8% como pardos, 9,4% como pretos e 1,1% como amarelos ou indígenas. 24% da população possui algum tipo de deficiência e mais de 20 milhões de pessoas no país fazem parte da comunidade LGBTQIA+. Os grupos considerados minorias, juntos são a maioria no Brasil e ainda assim representam uma parcela pequena dos profissionais atuantes no audiovisual e na economia criativa, como veremos a seguir. O CINEDEIA estimula através da oferta de cursos inclusivos de qualificação profissional e de exibições diversas e acessíveis de cinema, realidade virtual, teatro, música e humor a gerar debate, gerar conteúdo, formar novos trabalhadores diversos e ser agente transformador destes números, na prática, não só formando público, mas principalmente focado em formar profissionais atuantes, apresentando novas possibilidades de carreiras em posições de liderança. Diretores que tiveram filmes de longa-metragem produzidos entre 1995 e 2016:21,3% mulheres/ 78,7% homens/ 90,7% homens brancos/ 6,6% pardos/ 1,6% pretos/ 0,7% amarelos/ 0,4% indígenas. Pelas estatísticas em https://www.gov.br/ancine/pt-br/centrais-de-conteudo/publicacoes/apresentacoes/MARCachoeira_LUANARUFINO.pdf podemos afirmar que o audiovisual no Brasil não representa a diversidade da população brasileira. Em se tratando de formação no setor audiovisual, uma vertente importante de nossa Mostra, os números são bem desproporcionais:https://www.cena.ufscar.br/wp-content/uploads/2021/08/E-BOOK-Mapeamento-de-Diversidade-2021.pdf Os números não deixam dúvidas sobre a desigualdade na indústria da economia criativa e fornecem subsídios para ações efetivas como O CINEDEIA no combate a este problema que afeta toda a cadeia da indústria criativa. O CINEDEIA não só continua a nos encher de orgulho passando a ser estudo de caso no Brasil inteiro desde sua bem sucedida primeira edição, como nos dá a certeza de nossa poderosa e relevante missão enquanto experientes criadores e gestores culturais LGBTQIAPN+, nordestinos, periféricos, com diferentes escolaridades, trans, com deficiência (cego, surdo, com mobilidade reduzida), pretos, do interior, que somos enquanto corpo técnico deste projeto, de que aprenderemos através da economia criativa diversa e inclusiva muito mais sobre nós mesmos e os outros no que concerne a identidade, memória, ancestralidade, novas perspectivas de vivenciar o mundo e se perceber representado na sociedade, enriquecendo nossas experiências culturais e civis no Ceará, no Mato Grosso do Sul (onde também atuaremos a convite daquele Estado), no Pará e num mundo mais igualitário.

Estratégia de execução

Segundo o dicionário, o conceito de cultura configura um “conjunto de conhecimentos, costumes, crenças, padrões de comportamento, adquiridos e transmitidos socialmente, que caracterizam um grupo social”. No CINEDEIA: Festival Cearense Internacional de Economia Criativa de Diversidade, Equidade, Inclusão e Acessibilidade, esse significado ganha um novo simbolismo e se torna uma grande celebração à diversidade, equidade, acessibilidade e inclusão na cultura local de cada Estado. O evento descentraliza e democratiza o acesso à cultura, e forma em áreas profissionais ainda pouco desenvolvidas na indústria criativa brasileira, contando como protagonistas obras, artistas e agentes culturais de grupos historicamente silenciados na cultura e na arte. Com o CINEDEIA o patrocinador e o Estado têm a oportunidade de se tornar promotores de um evento sociocultural decolonial, de natureza revolucionária, pioneira e essencial nas regiões Norte, Nordeste, Centro Oeste e no Brasil, pois agregamos num só evento produções, cursos e painéis que englobam todos esses grupos oprimidos historicamente para que se coloquem com seus temas e narrativas regionais e ancestrais. Mas não basta abrir portas, é preciso dar continuidade a iniciativas de alcance que promovam enriquecimento sociocultural da população através da cidadania, da ética, da sustentabilidade, da inclusão, da acessibilidade, do respeito à diversidade de ideias, opções e diferenças de toda a sociedade, e que ainda são deveras escassas no país como um todo, especialmente nas regiões supracitadas. Apesar de algumas iniciativas na federação trabalharem aspectos isolados de diversidade, equidade, inclusão e acessibilidade, em eventos pontuais, como: seminários de acessibilidade, festivais de música periférica, festivais de cinema LGBTQIA+, espetáculos com LIBRAS; vemos que essa preocupação de uma programação cultural diversa, inclusiva, acessível, que fomente a igualdade de maneira vasta e continuada no calendário anual, com aplicação desses agentes sociais como cidadãos no mercado de trabalho ou no cotidiano, ainda é muito insuficiente para a demanda dessa parcela da população. Estas pessoas necessitam de políticas públicas fortes e frequentes o bastante que garantam o direito à cultura, à cidadania e ao espaço de trabalho necessários. A reparação histórica urge e nossa iniciativa com o CINEDEIA nasce dessa urgência de agirmos por nós e para nós mesmos para que sejamos vistos, ouvidos e tocarmos toda a outra parcela da população dotada de plenos sentidos e privilégios. Em adição a dados apresentados em "Justificativas" deste formulário, pesquisas pela ANCINE sob a perspectiva da diversidade de raça e gênero visibilizam uma sub-representação de grupos precarizados. Mulheres, indígenas e negros são minoria das obras audiovisuais brasileiras produzidas https://www.ancine.gov.br/pt-br/sala-imprensa/noticias/ancine-apresenta-estudo-sobre-diversidade-de-g-nero-e-ra-no-mercado . No ano de 2016, o principal investidor audiovisual, o FSA, investiu R$ 623 milhões. Mas isso não foi capaz de garantir diversidade relacionada à raça e gênero. http://www.xvenecult.ufba.br/modulos/submissao/Upload-484/111672.pdf MAPEAMENTO DE DIVERSIDADES NOS CURSOS DE CINEMA E AUDIOVISUAL NO BRASILhttps://www.cena.ufscar.br/wp-content/uploads/2021/08/E-BOOK-Mapeamento-de-Diversidade-2021.pdf Cursos por região do País:Sudeste 50%/ Sul 18,5%/ Nordeste 16,7% / Centro Oeste 13%/ Norte 1,9% Tipos de Instituição:públicas 48,8%/ particulares 43,9%/ outras 7,3% Corpo Docente:57,8% homens cisgênero/ 40,3% mulheres cisgênero/ 0,8% não binários/ 0,1% mulheres transgênero Os homens cisgênero representam não só a maioria dos docentes, como mais do que a soma de todas as outras categorias. Cor/Raça8,6% negros/ 0,1% indígenas Há imensa desigualdade étnico-racial no corpo docente audiovisual no país. Do total de docentes dos cursos respondentes havia uma pessoa portadora de deficiência, o que representa 0,1%. De acordo com o Censo 2010, mais de 12,5 milhões de brasileiros (cerca de 6,7% da população) declararam ter grande ou total dificuldade (ou seja, PCD) em pelo menos uma das habilidades: enxergar, ouvir, caminhar ou subir degraus, ou possuir deficiência mental/intelectual. Também entre o corpo técnico os homens cisgênero representam a ampla maioria. Pertença racial do corpo técnico:16,8% negros/ 0,5% como indígenas Os resultados de todos os estudos sobre diversidade no mercado de trabalho e/ou na educação reforçam que quanto maior os anos de estudo dos níveis educacionais ou dos cargos de trabalho, maiores as desigualdades entre brancos e negros.Há três pessoas portadoras de deficiência entre os 422 profissionais componentes dos corpos técnicos dos cursos respondentes, que representam 0,7% do total de pessoas. Dos principais desafios enfrentados por esses grupos, o estudo do Google Cloud e Kantar trouxe alguns bem marcantes: *As mulheres possuem uma representatividade muito baixa, em especial ocupando espaços na liderança. Elas sentem que seus conhecimentos e capacidades são colocados à prova em toda a sua jornada profissional.*Gays, lésbicas e queers sofrem com estigmas relacionados a fragilidade e incapacidade. Além disso, pessoas trans possuem grandes barreiras no acesso à formação adequada. (https://blog.convenia.com.br/transexuais-no-mercado-de-trabalho/)*Ainda existe muita resistência para programas e ações afirmativas de contratação de pessoas pretas. Exclusões históricas também influenciam na formação adequada desse grupo.Mesmo o audiovisual possibilitando grande acesso ao trabalho, pela alta demanda de produção nacional especialmente com a chegada de plataformas de streaming, e condições que favorecem o trabalho remoto, muitas PCDs ainda são contratadas em funções sem perspectivas de crescimento profissional. Ainda há muito o que melhorar no setor. A diversidade contribui não somente para o crescimento dos profissionais que são incluídos, e na ocupação de espaços que já são deles por direito, mas para todos os envolvidos, pois a exposição a diferentes pares cria condições para um ambiente muito mais criativo e colaborativo. Promover diversidade, equidade e inclusão é uma necessidade do mercado e do desenvolvimento enquanto sociedade.Priorizar esses valores nas empresas e nos espaços sociais não é mais uma alternativa e sim uma necessidade de um mercado que é cada vez mais global, sem fronteiras e multicultural. https://www.handtalk.me/br/blog/diversidade-nas-empresas/ Valorizar a produção de cultura local é de grande importância para o CINEDEIA, construindo um sólido setor diverso, igualitário, inclusivo e acessível da região CONNE. Nos aliamos e alinhamos ao(s) patrocinador(es) e ao Estado, ao reconhecermos o papel destacado da cultura no fortalecimento da coesão social, na geração de renda, no aumento do capital social e humano da Região CONNE, o que traz crescimento regional, aquisição de habilidades e afirmação da imagem de uma identidade regional que se reconhece universal. Adicionamos a isso a responsabilidade social necessária da Cultura, do(s) patrocinador(es), do Estado, de nosso projeto, de agirmos e sermos inclusivos, diversos, acessíveis e igualitários de modo a refletir de fato nosso povo e possibilitar seu desenvolvimento pleno. Outras Contrapartidas: Direito a: Exibição de filme institucional, publicitário, sobre políticas públicas, ou de utilidade pública, de interesse do(s) patrocinador(es) e/ou do Governo Federal; divulgar o patrocínio e utilizar imagens e produtos do projeto patrocinado em suas ações e peças de comunicação institucional, na Internet e em redes sociais, sem ônus adicionais; mailing dos participantes, desde que autorizados por estes, na forma da Lei Geral de Proteção de Dados Pessoais (Lei nº 13.709, de 14/08/2018); distribuir material institucional durante o evento; convites do evento; Menção do nome do(s) Patrocinador(es) e do Governo Federal em agradecimento pelo patrocínio.

Especificação técnica

Produtos por cidade: - 2 Cursos profissionalizantes inclusivos, práticos, presenciais, específicos para pessoas com deficiência: Carga horária: 15h-20h. Público-alvo a partir de 16 anos. 50 vagas, a depender da estrutura física do local. - 1 Palestra/Debate inclusivo e acessível, presencial, com transmissão ao vivo virtual: Carga horária: 3h-4h. Público-alvo a partir de 16 anos. 100-400 vagas presenciais e transmissão ao vivo nas redes sociais. Serão curados e exibidos: - até 2 espetáculos teatrais - até 2 shows de música - até 2 apresentações de humor. - até 1 videomapping.- até 20 obras audiovisuais, das quais 4 longas-metragens e 16 curtas-metragens- até 3 projetos de realidade virtual. - até 1 feira criativa e gastronômica. Duração:Espetáculo teatral 60 a 75 min.Show de música 60 a 90 min.Apresentação de humor 60 min.Videomapping animação 3 min., exibição contínua.Projetos de realidade virtual durações variadas. Longas-metragens/Apresentações: 45 min a 120 min. Curtas-metragens: 3 a 30 min. Formato: Digital Arquivo de vídeo: HD, 2K; com codecs h.264 ou Pro Res; MP4 ou mov. Arquivo de áudio: aac, Stereo ou 5.1 Espaços: Salas equipadas com sistema de projeção audiovisual, iluminação teatral, sistema de som, assentos e circulação acessíveis. Comunicação: Cartões postais, Convites, Banners, Programas e Texto curatorial impressos em Braile. Spots em rádio, web e vídeos acessíveis em LIBRAS e texto alternativo.

Acessibilidade

O proponente compromete-se a aplicar medidas de acesso para pessoas com deficiência aos produtos da proposta conforme o Estatuto da Pessoa com Deficiência e suas regulamentações, a Norma NBR-ABNT-9050 e suas atualizações, e a IN 01/23, artigos 25 e/ou 26. Acessibilidade de Conteúdo -Tradutores de LIBRAS, audiodescritores ou implementação de legenda descritiva em vídeos e VTs exibidos no evento. -Formação inclusiva e acessível em LIBRAS e/ou audiodescrição em audiovisual, teatro, música, empreendedorismo e literatura: e.g.: Curso de Atuação em Libras - 60% das vagas para pessoas surdas ou ensurdecidas. Curso de Roteiro Audiovisual para cegos - 60% das vagas para pessoas cegas ou com deficências visuais. Curso Arte tátil: quebrando as barreiras das caixas brancas - 60% das vagas para pessoas cegas ou com deficências visuais. Curso Criando sem as mãos - 60% das vagas para pessoas com deficências físicas. Curso Câmera e Luz para um corpo preto e idoso - 60% das vagas para pessoas pretas, quilombolas, idosas e PCD. Debate + Curso Cinema indígena: dos mitos e denúncias às telas - 60% das vagas para pessoas índigenas e PCD. Debate + Curso Idealização e execução de festivais de economia criativa diversos e acessíveis. Chacoalhando o terceiro setor. 60% das vagas para pessoas LGBTQIAPN+ e PCD. Curso O corpo transmasculino en-cena - 60% das vagas para pessoas LGBTQIAPN+ e PCD. -Até 2 obras teatrais com acessibilidade para pessoas com deficiência auditiva / motora / visual/autismo -Até 2 shows musicais com acessibilidade para pessoas com deficiência auditiva / motora / visual/autismo -Até 2 shows de humor com acessibilidade para pessoas com deficiência auditiva / motora / visual/autismo -Até 3 projetos de realidade virtual com acessibilidade para pessoas com deficiência auditiva / motora / visual/ autismo-20 obras audiovisuais com acessibilidade para pessoas com deficiência auditiva / motora / visual/autismo -Comunicação impressa parcialmente em Braile. Acessibilidade Física -Realização do evento em espaço(s) com requisitos de acessibilidade. -Existência de rampas/corrimões/guias táteis/parcela de assentos e espaços adaptados para PCD's e acompanhantes. -Rotas de fuga e saídas de emergência acessíveis. -Vagas para PCDs no estacionamento. -Existência de banheiros adaptados. -Buscar parcerias com hotéis com requisitos de acessibilidade. Acessibilidade Comunicacional -Redes sociais e material de comunicação acessível com LIBRAS, texto alternativo, legendas, braile. -Folders contendo Braille e QR CODE para conteúdo acessível à dicção digital. Acessibilidade Atitudinal -1 Acompanhante específico para autistas de diversos espectros. -1 Acompanhante específico para PCD's que fale LIBRAS e seja treinado para lidar com diferentes deficiências. -1 Acompanhante específico para indígenas. -Equipe treinada em nível básico para recepcionar e encaminhar público à programação ou aos acompanhantes.

Democratização do acesso

A mostra realizar-se-á através de: -Acesso gratuito total. -Visamos atrair 24000 pessoas para programação plenamente inclusiva: até 20 cursos, até 10 masterclasses, até 10 debates com realizadores, até 200 exibições audiovisuais, até 30 exibições interativas de projetos de realidade virtual, até 20 espetáculos teatrais, até 20 apresentações musicais, até 20 apresentações de humor, em até 30 dias de programação, com itinerância no interior e na capital dos Estados CE, MS, PA. -De acordo com incisos I, II e III do Art 27 e com inciso I do Art 28 da IN 01/23: 450 ingressos destinados a patrocinadores/ 150 ingressos destinados a canais de divulgação/ 23.400 ingressos gratuitos distribuídos ao público. 60% prioritariamente distribuídos a indivíduos e grupos pertencentes aos espectros de Diversidade, Equidade, Inclusão e Acessibilidade. -De acordo com Art 28 inciso VI e VII realizar, gratuitamente, atividades paralelas à ação cultural da mostra de exibições e espetáculos, tais como cursos e debate voltados a uma classificação etária (10 a 80 anos) que inclui o público infantojuvenil.Promover formação em áreas profissionalizantes concernentes a acessibilidade, diversidade, equidade e inclusão através de até 20 cursos e até 10 debates, com público estimado em 400 pessoas por cidade: Carga horária cursos: 15h-20h cada. 50 vagas por curso (40 ingressos à população, 5 ingressos a patrocinadores, 5 ingressos a canais de divulgação). Carga horária palestras: 3h-4h cada. Média de 400 vagas (até capacidade total do espaço, 15 ingressos a patrocinadores, 15 ingressos a canais de divulgação, transmissão ao vivo nas redes sociais). Carga horária debates com realizadores: 40 min. cada. Média de 400 vagas (até capacidade total do espaço, 15 ingressos a patrocinadores, 15 ingressos a canais de divulgação, transmissão ao vivo nas redes sociais). e.g. Curso de Atuação em Libras - 60% das vagas para pessoas surdas ou ensurdecidas. Curso de Roteiro Audiovisual para cegos - 60% das vagas para pessoas cegas ou com deficiências visuais. Curso Arte tátil: quebrando as barreiras das caixas brancas - 60% das vagas para pessoas cegas ou com deficiências visuais. Curso Criando sem as mãos - 60% das vagas para pessoas com deficiências físicas. Curso Câmera e Luz para um corpo preto e idoso - 60% das vagas para pessoas pretas, quilombolas, idosas e PCD. Debate + Curso Cinema indígena: dos mitos e denúncias às telas - 60% das vagas para pessoas indígenas e PCD. Debate + Curso Idealização e execução de festivais de economia criativa diversos e acessíveis. Chacoalhando o terceiro setor. 60% das vagas para pessoas LGBTQIAPN+ e PCD. Curso O corpo transmasculino en-cena - 60% das vagas para pessoas LGBTQIAPN+ e PCD. - Divulgação - utilizar os meios de comunicação local, promovendo mesa-redonda nas emissoras de rádio locais com o objetivo de sensibilizar o público para a importância dos eventos e de acordo com Art 28 inciso V buscar garantir a captação e veiculação de imagens das atividades por redes públicas de televisão e outros meios de comunicação gratuitos. De acordo com Art 28 inciso IV Disponibilizar na Internet, registros audiovisuais das exibições, dos cursos e transmissão ao vivo do debate. - Facilidade de acesso – os locais onde serão realizados todos os eventos primará pela acessibilidade dos cadeirantes, e/ou qualquer outra situação que necessite de apoio para chegada ao local dos eventos.

Ficha técnica

O proponente e idealizador é diretor criativo, produtor e curador do projeto atráves de sua produtora (PRE)FORMA-SE Artistic Productions CNPJ 15.652.074/0001-80, responsável pelas decisões técnicas, operacionais, administrativas e financeiras do projeto. Lucas Paz é Diretor, Produtor, Roteirista e Ator LGBTQIAPN+ de Cinema e Publicidade com experiência em cinema, TV, teatro, instalação, intervenção urbana e performance. Seus trabalhos carregam como questões centrais: invisibilidade, marginalidade, moradores em situação de rua, protagonistas nordestinos, cegos, negros, trans, indígenas, drags, pessoas com deficiência e asiáticos, com obras audiovisuais acessíveis com legendagem e descrição em português, espanhol, inglês, francês, alemão e chinês. Há mais de 10 anos seus filmes e performances enfocam grupos marginalizados, identidade, memória, cidadania e questões ambientais. Para mais detalhes favor consultar o Portfólio. https://drive.google.com/drive/folders/12_jW21PkxFkzAt7Q51o36GyHRZQk3ClE?usp=share_link Mestre em Cinema pela NYFA (EUA) e bacharel em Direção Teatral pela USP (BRA). 30 anos de carreira reconhecida com comendas do estado da Califórnia e da cidade de Los Angeles por sua contribuição às artes. Desde 2008, dirige a (PRE)FORMA-SE Artistic Productions. Publicou - “Vestes de Quê: Vazão a Poemas Presos”, (PRE)FORMA-SE, 2017, nos EUA e no Brasil, e “A performance em espaços públicos a partir do mínimo gesto ou da ação simples”, FAPESP, 2013. Foi Curador do 10th Los Angeles Brazilian Film Festival, é ator membro SAG-AFTRA (EUA), ator e diretor membro SATED (BRA). Foi professor universitário e diretor artístico de Ópera na Azusa Pacific University (EUA) e professor dos cursos inaugurais de cinema do Porto Iracema das Artes junto à secretaria de Cultura no Crato, e do SEBRAE em Indepedência. Professor do LATC. Membro da Academia Limoeirense de Letras, destaque no site do governo de São Paulo por “Moacir: Filhos da Dor”, espetáculo de dança teatro em piscinas, 2012 e na Retrospectiva de Fortaleza 2013 do Diário do Nordeste por intervenção urbana “Enraizados”. Em 2017 estreou sua exposição "Marés" na Travessa da Imagem com 98 pinturas, fotos e esculturas. Exibiu quadros e fez a performance “You are indispensable” no 1o Made in Brazil Art Show no Consulado Brasileiro em Los Angeles. Em 2013 realizou intervenções urbanas no Parque do Cocó “Enraizados”, “Sal da Terra: Fortaleza +94”, “Abraçaço” e “Decomposição” e a performance “Abraço” na Manifesta, Estoril. Em 2012 realiza intervenções sobre invisibilidade, marginalidade, capital e memória no entorno do Vale do Anhangabaú de São Paulo por iniciação científica FAPESP. Em 2010 faz instalações e performances explorando tempo e identidade: “GALEGORIA”, “T.E.M..P…OO”, “Poesia Física para um Passatempo”, performance global durante 10 anos “Receita-Minuto para um Passatempo: Tempo no Espaço”, performance em sete cidades ao redor do mundo “Necessidade X Supérfluo: Supercidade, nãoseisefluo”. Lucas Paz trabalhou com Discovery+, Sesame Street, WarnerMedia, Asurion, Volvo, JWT Mumbai, Alibaba Pictures, Park Avenue, Voxx Studios, Canal Brasil, e artistas como José Celso Martinez Corrêa, Tó Araújo, Les Pigmentés, Erika Harrsch, Herakut, Pepe Serna, Offspring, Avenged Sevenfold, Robyn, Tyga, Halder Gomes, Edmilson Filho, Thalma de Freitas, André Mattos, Daniela Escobar, Al Danuzio, Thaila Ayala, Dani Suzuki e Wankelmut. Lucivan Moura é coordenador de produção do projeto, artista cearense negro/pardo, pessoa com deficiência, periférico brasileiro, membro e segundo secretário da ACT – Academia Cearense de Teatro, ocupante da cadeira 16 patrono José Wilker. Ator/Diretor e Produtor Cultural e de eventos e, com DRT615 Sated/Ce. Formado em pedagogia pela Universidade Estadual do Vale do Acaraú e Pós-Graduado em Gestão e Planejamento em Eventos pela Estácio/FIC, Curso de Arte Dramática CAD (UFC), produtor de de várias obras entre curtas metragens, documentários e espetáculo teatrais, e produtor e idealizador ha 21 ano do FNEB Festival Nacional de Esquetes Bivar. Lyvia Cruz é Ministrante de curso do projeto, mulher surda. Mestra em estudos da tradução (UFC) e graduada em Letras LIBRAS (UFSC). Diretora, Professora, Atriz, agente cultural. Celso Nóbrega é Consultor de comunicação, homem cego. PhD com pesquisa em Audiodescrição como ferramenta para locução esportiva (UFC), publicitário. Jupyra Carvalho é Audiodescritora, mulher trans preta. Artista multilinguagem. Técnica em massoterapia pela (Estácio-FIC) e Licenciatura em Teatro pela Universidade Federal do Ceará (UFC). Curadora e artista teatral, circense, da performance, audiovisual. Veronica Valenttino é Compositora de arranjo e Intérprete da vinheta do IV CINEDEIA, mulher trans. Atriz e cantora. Ganhadora do Prêmio Shell e APCA. Islândia Castro é periférica, intérprete de LIBRAS e ministrante de oficina do projeto, atua na área da tradução e interpretação de LIBRAS há pouco mais de 13 anos, em diversas áreas. Tem formação em proficiência nacional em LIBRAS. Possui experiência em contextos artísticos, políticos, educacionais, culturais e outros. Carla Thais Serafim é ministrante de oficina do projeto e audiodescritora, mulher cis gorda, natural de Iguatu, interior do Ceará, é graduanda do Curso de Letras/Língua Inglesa e suas respectivas Literaturas da Universidade Estadual do Ceará - campus FECLI e integrante do Cineclube Cine Alicerce. De 2009 a 2016 participou de grupos teatrais e projetos na área. Atua como produtora cultural desde 2017, como estreia de filmes, exibições fílmicas, eventos acadêmicos e culturais, é roteirista atuando e colaborando na escrita de curtas e longas-metragens, já dirigiu apresentações teatrais, curtas-metragens e o podcast Sobre Algo. Realizou e desenvolveu pesquisas, trabalhos e projetos na área da Tradução Audiovisual Acessível com ênfase em legendagem e audiodescrição. Célio Freitas é cinegrafista e operador de drone do projeto, homem cis, pardo, professor de audiovisual, e videomaker e editor. Produtor Audiovisual pela Universidade de Fortaleza. Com 9 anos de experiência no mercado, realiza projetos comerciais, institucionais, artísticos e socioeducativos. Trabalha na Assessoria de Comunicação de instituição de ensino e coordena equipe de montagem e fotografia. Realiza serviços de edição freelancer para clientes diversos. Joanice Sampaio Assessoria de Imprensa, mulher parda, Pós-graduada em Assessoria de Comunicação e Graduada em Comunicação Social – Jornalismo (FaC) Adriano Arruda é documentarista do projeto, homem cis, graduado em Marketing, pós-graduação em Cinema e linguagem audiovisual, Diretor, Produtor, Dir. Fotografia atua no mercado audiovisual, televisivo e cinematográfico desde 2010. Dono da AGA Produções. Maria Luiza Torres Lima é mulher cis, de Limoeiro do Norte, gorda. Possui graduação em Letras - Língua Portuguesa pela UFC (2015). Pós-graduação em interpretação da Língua Brasileira de Sinais pela UNIP (2020), especialização em Educação a distância: fundamentos e ferramentas pela UECE. Atualmente é tradutor e intérprete de libras do IFPB, assim como faz parte do Núcleo de Estudos Afro-Brasileiros e Indígenas (NEABI) e das comissões de heteroidentificação. Faz parte como membro interno do Núcleo de Combate ao Assedio (NUCA) e Núcleo de Acessibilidade das pessoas com Necessidades Educacionais Especifica ( NAPNE) Tem experiência como tutora a distância e na área de Linguística, Educação a distância, inclusão, diversidade e acessibilidade.

Providência

SITUAÇÃO CORRIGIDA AUTOMÁTICAMENTE PELO SISTEMA. PROJETO COM CAPTAÇÃO DE RECURSOS.

2026-12-31
Locais de realização (9)
Crato CearáFortaleza CearáIcó CearáLimoeiro do Norte CearáCampo Grande Mato Grosso do SulDourados Mato Grosso do SulPonta Porã Mato Grosso do SulAnanindeua ParáBelém Pará