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O presente projeto visa a realização do 13º Arrastão do Bloco Afro Magia Negra, com o tema A Criação Do Mundo Por Odùdúwà, Cerimônia Oparun e abertura com artistas convidados, a ser realizado no dia 18 de fevereiro de 2026, no bairro Concórdia _ Pequena África de Belo Horizonte/MG. Anteriormente, também serão oferecidos 10 laboratórios de estética sonora e dançante para a comunidade interessada em integrar o bloco. Todas as ações serão gratuitas e abertas a toda comunidade.
Não se aplica.
Objetivo Geral Realizar o 13º Arrastão do Bloco Afro Magia Negra, com o tema A Criação Do Mundo Por Odùdúwà, incluindo a Cerimônia Oparun e outras apresentações artístico-culturais, com a participação de artistas/grupos convidados, a ser realizado no dia 18 de fevereiro de 2026, no bairro Concórdia _ Pequena África de Belo Horizonte/MG; além de 10 laboratórios de estética sonora e dançante para a comunidade interessada em integrar o bloco. Objetivo Específico - Contribuir para a preservação e valorização do patrimônio imaterial, com foco na cultura afro-brasileira, e para a ampliação das oportunidades de participação e apropriação da vida cultural da cidade;- Promover o estímulo às práticas culturais criativas afrocentradas em Minas Gerais, integrando a grade de atrações culturais como atrativo cultural de destino turístico regional e nacional;- Promoção e valorização da diversidade, prioritariamente em relação a mulheres, população negra, pessoas com deficiência, comunidade LGBT+ e pessoas idosas.
O Bloco Afro Magia Negra foi criado em 2013 pelo multiartista Camilo Gan, partindo da sua vontade de reunir pessoas comprometidas no enfrentamento ao preconceito étnico-racial relacionado ao povo de pele negra. O principal objetivo do bloco é promover a afrobetização por meio da arte e da exaltação da cultura negra, com intuito de combater o racismo. O Bloco nasceu e realiza grande parte de suas ações na e para a comunidade da Pequena África de Belo Horizonte. "Pequena África" é o nome dado por Camilo Gan à região abrangida pelos bairros Lagoinha, Bonfim, Pedreira Prado Lopes, Vila Senhor dos Passos, Concórdia, Cachoeirinha e Aparecida, localizados na região central e noroeste de Belo Horizonte, ocupada por uma população majoritariamente negra, cuja história está intimamente ligada à construção da cidade e à diáspora africana. Todos os anos, desde sua fundação em 2013, o Bloco realiza o Arrastão - cortejo artístico e afro-cultural, na quarta-feira de cinzas do Carnaval, em um trajeto entre a Praça Gabriel Passos e a Praça México, no Bairro Concórdia, sempre trazendo um tema afrobetizador. Em sua 13ª edição, o arrastão do ano de 2026 trará como tema A Criação Do Mundo Por Odùdúwà. Joana Elbein dos Santos, no livro Os Nàgó e a Morte, reúne os dois princípios responsáveis pela Gênese do Universo, _ Obàtálà e Odùdúwà, que disputam o título de Òrìsà da Criação, revelando que houve um embate pela supremacia entre estes dois princípios; sendo assim, um fator constante em todos os mitos e textos litúrgicos Nàgó. Segundo ela, em alguns mitos, Odùdúwà, também chamado Odùa, é a representação deificada das Iyá-mi, a representação coletiva das mães ancestrais e princípio feminino onde tudo se origina. Assim, Odù corresponde a Obàtálà ou Òrìsàlá, que é o princípio criativo masculino. A concepção Yorubá de mundo existe em dois níveis denominados "dublê", Àiyé e Orún, que não são locais separados existencialmente, mas, formas e possibilidades diferenciadas entre si, que não se opõe uma a outra, existindo de forma paralela apenas. Logo, o Àiyé não é um nível de existência fora do Orún, mas, um útero que o fecunda e manifesta toda a sua criatividade ilimitada, gerando um equilíbrio. Um não subsiste sem o outro, e desta harmonia depende todo universo e suas formas de vida. A Gênese Nàgó Yorubá retrata através do mito Igbà-Odù a luta travada entre os princípios responsáveis pela Criação, Obàtálà e Odùdúwà para o restabelecimento dessa harmonia a partir do conflito gerado por suas polaridades complementares. Obàtálà é o elemento criativo idealizador, Odùdúwà, o elemento gestor de toda a existência material, física e humana. Neste viés, o Bloco Afro Magia Negra busca trazer em seu próximo arrastão a mensagem deste belíssimo Itán, o qual tem a finalidade de nos mostrar que só através da individuação e integralidade dos opostos é possível gerarmos algo criativo com sucesso e harmonia.O Arrastão do Bloco Afro Magia Negra é uma ação que reúne potências artísticas, agentes culturais e prestadores de serviço do e no território reconhecido como Pequena África de Belo Horizonte/MG. Esta será sua 13ª edição, garantindo a continuidade em edições anuais, envolvendo toda comunidade local e sempre trazendo temáticas afrocentradas que confluem com os objetivos do Bloco _ afrobetização por meio da arte e da exaltação da cultura negra e o combate ao racismo. O Arrastão fortalece a economia criativa local, movimentando o comércio local e atraindo pessoas de várias regiões do município, do estado, e até mesmo do país; fortalece o senso de pertencimento e de comunidade, por meio da escolha de seus temas fundamentados na afromineiridade; promove o intercâmbio cultural e de saberes entre regiões por meio de seus homenageados e suas trajetórias contadas; por meio da Cerimônia Oparun, que também celebra a trajetória de pessoas fundamentais para resistência dos povos negros; por meio da presença de lideranças comunitárias e de povos de terreiro tal como as Yiaminas _ organização que reúne mulheres do reinado mineiro e nações do Candomblé brasileiro em Minas Gerais; e por meio da presença de artistas e mestres de outros estados e países, tais como o Clarins Da Bahia (Salvador/BA), e de Djembefolas africanos,contribuindo para a valorização da memória e do patrimônio cultural material e imaterial do estado de Minas Gerais, pro fortalecimento e fomento à produção cultural e para a regionalização da produção cultural e artística mineira.Ressaltamos ainda que o Arrastão é um evento que tem trazido muita visibilidade e retorno social e financeiro, especialmente para a região do bairro Concórdia, mas também para todo o território reconhecido como Pequena África de BH pelo multiartista Camilo Gan, idealizador do projeto. Vale dizer que a Pequena África de BH é formada por uma população majoritariamente negra e, infelizmente, de alta vulnerabilidade social, o que torna ações culturais como Arrastão de suma importância para a melhora da qualidade de vida da comunidade. Ainda que tenham sido realizadas 12 edições, somente as duas últimas contou com apoio financeiro parcial, por meio da Lei de Incentivo à Cultura do Estado de Minas Gerais, corroborando justamente para ampliação de parcerias e apoios, tais como outros pontos de cultura _ como por exemplo o INECAP _ Varginha/MG, espaços como Museu de Artes e Ofícios do SESI e Palácio das Artes _ onde já ocorreram parte dos laboratórios que antecedem a realização de Arrastões anteriores, além do intercâmbio entre artistas e agentes culturais supracitados. Nos dois últimos anos, os relatórios de valoração do Arrastão foram extremamente positivos somando quase R$24 milhões de retorno financeiro nas quase 400 inserções espontâneas na mídia. Destaca-se ainda que a equipe profissional que compõe o projeto possui formação acadêmica nas áreas de atuação, além de experiência profissional na área de produção cultural há mais de 10 anos.
O público-alvo do projeto é de classificação livre, com exceção dos laboratórios que são destinados ao público a partir de 12 anos. Direcionado especialmente à comunidade local, priorizando pessoas negras, mulheres, pessoas lgbtqiapn+, mas também a outras localidades. Sem distinção de cor, etnia, classe social, gênero e orientação sexual, com acesso adequado para pessoas idosas e pessoas com deficiência, nos locais de saída e chegada do Arrastão. Serão disponibilizadas 60 vagas. Os laboratórios serão oferecidos de maneira gratuita. Estimamos a seguinte faixa etária de abrangência do projeto cultural:Crianças: 300Adolescentes: 2000Adultos: 7500Idosos: 200Total: 10000
Não se aplica.
Cumprindo com os dispostos legais, o projeto prevê condições adequadas de acessibilidade nos espaços públicos onde serão realizadas ações, tais como instalações sanitárias apropriadas, espaços para cadeirante, vagas para estacionamento para veículos de deficientes físicos e idosos. Será resguardada a participação de idosos, de pessoas com deficiência e grávidas em todas as ações do projeto. O projeto também prevê a contratação de um intérprete de Libras que irá atuar durante a Cerimônia Oparun e no local de concentração contribuindo para acessibilidade. Ainda como ação de acessibilidade comunicacional serão utilizadas linguagens simples e legendas nos posts de divulgação do Festival nas redes sociais.
Todas as ações do projeto – Arrastão, Cerimônia Oparun, Apresentações Artísticas, Laboratórios de Estética Sonora e Dançante serão gratuitas e abertas, especialmente direcionadas à comunidade local, priorizando pessoas negras, mulheres, pessoas lgbtqiapn+, mas também a outras localidades, sem distinção de cor, etnia, classe social, gênero e orientação sexual, com acesso adequado para pessoas idosas e pessoas com deficiência, nos locais de saída e chegada do Arrastão. Por ser realizado em espaço público, serão observados todas as normativas e legislações vigentes, que permitam a plena fruição das ações a serem elencadas conforme a capacidade e necessidade dos locais onde ocorrerão as ações. A proponente buscará junto aos órgãos competentes todas as licenças necessárias, bem como, o acompanhamento das ações que visem a garantia da segurança dos participantes, em especial, nos órgãos do Corpo de Bombeiros e Policia Militar, e também a Prefeitura de Belo Horizonte.
Camilo Gan – Coordenação Artística e Coordenador de OficinasParticipará de todas as etapas do projeto e será também responsável pela concepção artística-cultural, gestão da identidade visual, curadoria, fechamento das atividades e contato com os artistas que participarão do evento. Também coordenar e ministrar as oficinas de dança e música, conduzir os ensaios e auxiliar na concepção dos figurinos e elementos cênicos. Negro, Multiartista, Dançarino, Músico, Compositor, Educador, Agitador da Cultura Negra, Licenciado em Música pelo Instituto de Ensino Superior Izabela Hendrix, Doutor Honoris Causa, e Ritual Designer e Presidente da Associação Cultural Bloco Afro Magia Negra. Desde 1998 atua em ações socioeducativas fundamentalmente AFROBETIZADORAS e PRETAGÓGICAS na produção e realização de atividades envolvendo os seus principais projetos: SAMBA DE TERREIRO (Propagador das Origens do Samba), BLOCO AFRO MAGIA NEGRA (Exaltador da Cultura Negra e seu Povo, Buscando Combater e Desfazer, Feitiços Racistas), CORPO ORALIDADE (Laboratório de estudo e transmissão das Heranças Ancestrais da Dança Negra, e suas características de expressões e Movimentos da Escrita do Corpo Afrodiaspórico), INSTITUTO AFRORMIGUEIRO (Organizador e Fomentador de Projetos Socioculturais, Grupos de Artistas, Empreendedores Negros e Ações de Atitude Comunitária), BABADAN BANDA DE RUA (Sopros e Tambores), PER-CONCERTOS (Concertos para Monumentos e Biomas Urbanos). Na área da Dança:● CORPO ORALIDADE: VOZES CULTURAS que ECOAM, SESC PALLADIUM (BH/MG); CIRCUITO CULTURAL BANCO DO NORDESTE, Diamantina (MG); GRUPO DE CONGADO ESCRAVA ANASTÁCIA, Tiradentes (MG); DANÇAS NEGRAS DO CARNAVAL, ATRIUN DA LIBERDADE, (BH/MG); entre outros. ● Atual coreógrafo e dançarino do grupo SAMBA DE TERREIRO e do BLOCO AFRO MAGIA NEGRA, (BH/MG);● Atuou no espetáculo ORANGE LADY que integrou a programação do FESTIVAL INTERNACIONAL de ARTE NEGRA, em homenagem ao multiartista MARKU RIBAS, (BH/MG);● Atuou como dançarino e percussionista e diretor musical da Cia. de dança BATAKA. (BH/MG) e da Cia. MARLENE SILVA, danças afro-brasileiras e africanas (BH/MG).Como Músico:● Atual percussionista, diretor artístico e ritual designer, arranjador e produtor musical da banda de palco e do bloco MAGIA NEGRA e do grupo SAMBA DE TERREIRO, (BH/MG);● Atual arranjador e multi-instrumentista do PERCONCERTOS (BH/MG);● Atual percussionista da banda JORGE BAND, (BH/MG);● Integrou o ENXADÁRIO, orquestra de enxadas - música experimental (BH/MG);● Integrou o CATAVENTORÉ, banda de pífanos, (BH/MG).Curadoria:● Festival Palco Alguidar Performance de Danças Negras (BH/MG);● Festival Samba de Terreiro (BH/MG);● Festival Gira Ativação da Melanina (BH/MG). Gabriela Gonçalves – Coordenação GeralParticipará de todas as etapas de execução do projeto, orientando e supervisionando as coordenações e toda a equipe para que a proposta executada cumpra todos os requisitos do projeto aprovado, sendo elas: comunicação, produção, registro audiovisual e fotográfico, acessibilidade, etc. Mulher, Parda, Lgbtqiapn+, Produtora e Empreendedora Cultural, Pesquisadora, Diretora Artística, Facilitadora de Oficinas Corporais/Musicais, Intérprete. Mestra em Artes Cênicas - UFOP/MG. Bacharela e Licenciada em Dança – UFV/MG. Graduanda em Ciências Contábeis. Atua na idealização, elaboração, curadoria, gestão e produção de projetos artísticos-culturais desde 2005. Realizações: Co-Idealizadora e Coordenadora de Produção do projeto Ateliê de Percussão e Ateliar – Festival Percussivo, realizado pelo Ponto de Cultura INECAP,fomentado pelo Programa Funarte de Apoio a Ações Continuadas 2023 – Espaços Artísticos - Varginha – MG (2024 e 2025); Co-Idealizadora e Coordenadora Geral do Festival Gira – Ativação da Melanina, realizado pela Maracá, Bloco Afro Magia Negra, Infinito.Gal e Viva Lagoinha, aprovado pela Lei Estadual de Incentivo a Cultura de Minas Gerais. Belo Horizonte – MG (2023 e 2024); Coordenadora Geral do Arrastão Mariwò (2024) e do Arrastão N’Goma Caboclo Bantu Fusion (2025) realizado pelo Bloco Afro Magia Negra, BH – MG; Co-Idealizadora e Coordenadora financeira do projeto “Reinações Sambapreto”, realizado pelo Ponto de Cultura Instituto SambaPreto nos distritos de Ouro Preto – MG (2024); Co-Idealizadora e Coordenadora Financeira do projeto “Sons da Periferia – na comunidade!”, realizado pela Zanateli Produções em Parceria com a Maracá e Infinito,Gal – Varginha – MG (2024); Co-idealizadora e Coordenadora Geral do Projeto Encontros – Arte, Cultura e Educação, realizado pelo INECAP aprovado pela Lei Aldir Blanc MG (2021); entre outros. Michela Oliveira - Coordenação administrativa/financeira e coordenação de produçãoParticipará de todas as etapas do projeto e fará a gestão administrativa do projeto para que a proposta executada cumpra todos os requisitos do projeto aprovado e a gestão financeira do projeto, atuando na contratação e pagamentos de fornecedores, equipe e prestadores de serviço, solicitação e conferência de notas ficais e prestação de contas do projeto cultural, de modo a garantir a correta aplicação dos recursos.Também irá atuar como coordenadora de produção, responsável pela coordenação de toda equipe de produção e logística. CURRÍCULOMulher, Parda, Produtora e Empreendedora Cultural, Especialista MBA em Gestão de Eventos e Bacharela em Produção Cultural pela UFF/RJ. Desde 2018 é Proprietária da Maracá Empreendimentos Culturais. Atua na idealização, elaboração, curadoria, gestão e produção de projetos artísticos-culturais desde 2009.Realizações:Co-Idealizadora e Coordenadora Geral do projeto Ateliê de Percussão e Ateliar – Festival Percussivo, realizado pelo Ponto de Cultura INECAP,fomentado pelo Programa Funarte de Apoio a Ações Continuadas 2023 – Espaços Artísticos - Varginha – MG (2024 e 2025); Co-Idealizadora e Coordenadora de Produção do Festival Gira – Ativação da Melanina, realizado pela Maracá, Bloco Afro Magia Negra, Infinito.Gal e Viva Lagoinha, aprovado pela Lei Estadual de Incentivo a Cultura de Minas Gerais. Belo Horizonte – MG (2023 e 2024); Coordenadora de Produção do Arrastão Mariwò (2024) e Coordenadora Administrativa e Financeira do Arrastão N’Goma Caboclo Bantu Fusion (2025) realizado pelo Bloco Afro Magia Negra, BH – MG;Co-Idealizadora e Coordenadora de Produção do projeto “Reinações Sambapreto”, realizado pelo Ponto de Cultura Instituto SambaPreto nos distritos de Ouro Preto – MG (2024); Co-Idealizadora e Coordenadora de Produção do projeto “Sons da Periferia – na comunidade!”, realizado pela Zanateli Produções em Parceria com a Maracá e Infinito,Gal – Varginha – MG (2024);Co-Idealizadora e Coordenadora Geral do projeto Festival Violas Varginha, realizado pelo INECAP aprovado pela Lei Estadual de Incentivo a Cultura de Minas Gerais, Varginha - MG (2022); Co-idealizadora e Diretora de Produção do Projeto “Encontro de Saberes do Rio do Peixe” aprovado pelo Fundo Estadual de Cultura, Três Corações – MG (2022);Co-idealizadora e Coordenadora Geral do Projeto “Festival Maracá Autoral”, realizado pela Maracá aprovado pela Lei Aldir Blanc MG (2021);Co-idealizadora e Produtora Executiva do Projeto Encontros – Arte, Cultura e Educação, realizado pelo INECAP aprovado pela Lei Aldir Blanc MG (2021); Produtora Executiva do “Palco Alguidar” e “Fest Samba de Terreiro” realizado pelo Ponto de Cultura Afrormigueiro, BH – MG (2024); Festival de Inverno de Ouro Preto, Mariana e João Monlevade – Fórum das Artes (2015, 2017, 2022 e 2023), produzindo na edição de 2022 grandes shows como Lô Borges, Flávio Venturini, Beto Guedes e Paulinho Moska; do Festival de Cultura Popular em Glaura/Ouro Preto, que contou com show da artista Lia de Itamaracá realizado pela CIRC – Centro de Intercâmbio e Referência Cultural (2022); dos 40 anos do Grupo Galpão no Centro de Referência das Juventudes, produzido pela Agentz Produções, BH – MG (2022); entre outros.
Projeto reintegrado ao fluxo após a publicação da portaria de prorrogação.