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O projeto visa a realização do Desfile de Carnaval do Bloco Emoriô na Folia de 2026. Também serão promovidas oficinas formativas de percussão e, como contrapartida social, será realizada uma ação formativa de musicalização.
Desfile: O Bloco Emoriô, com sua proposta de valorização da cultura popular e inclusão social, realiza seu esperado desfile no Carnaval de 2026 em Belo Horizonte. Com uma bateria de percussão vibrante, o desfile traz ritmos contagiantes de várias regiões do Brasil, unidos em uma explosão de alegria e diversidade. A apresentação acontece no sábado que antecede o carnaval oficial, com duração de quatro horas, e promete reunir milhares de foliões ao longo do percurso, em um evento gratuito para o público. Em um formato que une o tradicional trio elétrico e a energia da bateria, o bloco celebra a cultura do carnaval e o trabalho coletivo, promovendo a interação entre diferentes gerações e estilos musicais. O desfile é uma oportunidade de vivenciar a magia do carnaval de rua com a comunidade, sem perder a essência da tradição e da inovação. Classificação indicativa: Livre para todos os públicos. Acessível para todas as idades, com destaque para a participação de famílias e pessoas de diferentes faixas etárias, incluindo público acima de 60 anos, promovendo inclusão e convivência intergeracional.
OBJETIVO GERAL O Bloco Emoriô tem como objetivo geral promover a inclusão sociocultural por meio do desfile de Carnaval e das oficinas de percussão. A partirdessas ações, busca- se valorizar o Carnaval como expressão artística coletiva, fortalecer vínculos entre gerações, combater o etarismo e ampliar o acesso à cultura. Assim, o projeto se consolida como um elo entre arte, educação e transformação social OBJETIVOS ESPECÍFICOS Desfile - Realizar o desfile de Carnaval da Folia de 2026 do Bloco Emoriô, integrando a programação oficial do Carnaval de Belo Horizonte. O evento será gratuito, realizado na rua, com duração estimada de 04 horas. O cortejo contará com uma bateria de percussão, trio elétrico e dançarinos, promovendo um espetáculo musical e cênico acessível ao grande público. A expectativa é receber aproximadamente 15 mil pessoas Oficinas - Realizar oficinas de percussão popular voltadas, prioritariamente, para o público com mais de 60 anos. As aulas acontecerão de maio de 2025 a fevereiro de 2026, com frequência semanal de uma aula por semana, totalizando 39 encontros e uma carga horária total de 117 horas. Serão atendidos aproximadamente 150 alunos ao longo do curso. Contrapartida Social - Realizar evento de musicalização e percussão popular, com 2 horas de duração, voltado para 500 crianças de 8 a 12 anos da rede pública de ensino.
O Bloco Emoriô nasce da convicção de que o Carnaval é muito mais do que uma festa popular: é uma poderosa ferramenta de inclusão, expressão cultural e construção coletiva. Em um cenário onde o envelhecimento da população é uma realidade crescente, o projeto se propõe a ocupar um espaço estratégico ao promover o protagonismo de pessoas com mais de 60 anos, oferecendo oportunidades concretas de aprendizado, convívio e participação ativa na cultura. Dessa forma, o bloco reafirma seu compromisso com a democratização do acesso à arte e ao conhecimento. As oficinas de percussão popular funcionam como espaços de troca entre gerações, desenvolvimento de habilidades musicais e fortalecimento de vínculos afetivos e sociais. Ao estimular a convivência entre pessoas de diferentes idades, o projeto contribui para o combate ao etarismo e amplia o entendimento sobre o envelhecimento saudável. Além disso, ao trabalhar a escuta, a coordenação motora e a expressão artística, essas oficinas impactam positivamente a autoestima e a saúde emocional dos participantes. O desfile oficial do bloco, por sua vez, representa o ápice simbólico e coletivo de todo o processo formativo, sendo a oportunidade de ocupar o espaço público com alegria, diversidade e representatividade. Ao integrar a programação do Carnaval de Belo Horizonte — hoje um dos maiores do Brasil —, o Emoriô não apenas exibe os resultados artísticos do projeto, mas também fortalece a cultura popular como vetor de identidade, pertencimento e dinamização da economia criativa. Por fim, o projeto se destaca por unir formação, arte e impacto social em uma única proposta. Ao estimular o engajamento de públicos historicamente invisibilizados e fomentar a cultura em sua dimensão mais ampla, o Bloco Emoriô contribui para uma sociedade mais inclusiva, participativa e consciente de sua pluralidade. Acreditamos que é por meio de ações como esta que o Carnaval se reafirma como uma potente ferramenta de transformação social. A proposta, ainda, se enquadra nos objetivos expressados no Art. 1° da Lei 8.313, sendo: I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; II - promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais; III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores; V - salvaguardar a sobrevivência e o florescimento dos modos de criar, fazer e viver da sociedade brasileira;; IX - priorizar o produto cultural originário do País. O projeto também se enquadra nos objetivos do Art. 3° da Lei 8313/91: I - incentivo à formação artística e cultural, mediante: c) instalação e manutenção de cursos de caráter cultural ou artístico, destinados à formação, especialização e aperfeiçoamento de pessoal da área da cultura, em estabelecimentos de ensino sem fins lucrativos; II - fomento à produção cultural e artística, mediante: e) realização de exposições, festivais de arte e espetáculos de artes cênicas ou congêneres;
Desfile: O desfile do Bloco Emoriô ocorrerá no sábado que antecede o carnaval oficial, com duração de 4 horas. A apresentação será realizada na rua, com o formato de trio elétrico e bateria de percussão, acompanhada de dançarinos. O evento é gratuito e espera reunir um público de 15.000 pessoas ao longo do trajeto. Oficinas: Plano Pedagógico das oficinas em anexo.
PRODUTO: DESFILE ACESSIBILIDADE NO ASPECTO ARQUITETÔNICO Todas as medidas de acessibilidade serão realizadas conforme o Art. 42 da Lei nº 13.146/2015 e a norma NBR 9050 atualizada, garantindo a adequação arquitetônica, comunicacional, de conteúdo e de divulgação acessível, de modo a assegurar a plena participação de pessoas com deficiência ou mobilidade reduzida em todas as etapas do projeto, conforme as exigências legais e as necessidades específicas de cada público.As apresentações ocorrerão em áreas abertas, adaptadas para garantir a acessibilidade arquitetônica. - Banheiros químicos acessíveis para PcD.- Sinalização tátil para pessoas com deficiência visual.- Rampas para garantir acesso de cadeirantes e pessoas com dificuldades de mobilidade.- Espaços reservados para PcD ou mobilidade reduzida.- Cães guia permitidos no local, atendendo à necessidade de inclusão de pessoas com deficiência visual. Será feito um Stand de Acessibilidade, servindo como local de apoio para pessoas com tais necessidades e os profissionais da equipe que poderão auxiliá-las. Item na planilha: Custos de Divulgação. ACESSIBILIDADE NO CONTEÚDO Para PcD Visual: Audiodescrição do espetáculo acessada por QR code, garantindo que deficientes visuais possam entender as ações no palco. Item na planilha: Custos de Divulgação. Para PcD Auditiva: Intérprete de Libras presente em todo o trajeto do Desfile. Item na planilha: Custos de Divulgação. Para PcD Intelectual/ Autistas/ Congêneres: Monitores treinados para auxiliar o público com tais necessidades, oferecendo apoio conforme necessário durante o evento. Item na planilha: Custos de Divulgação. PRODUTO: OFICINAS/ CONTRAPARTIDA SOCIAL ACESSIBILIDADE NO ASPECTO ARQUITETÔNICO Todas as medidas de acessibilidade serão realizadas conforme o Art. 42 da Lei nº 13.146/2015 e a norma NBR 9050 atualizada, garantindo a adequação arquitetônica, comunicacional, de conteúdo e de divulgação acessível, de modo a assegurar a plena participação de pessoas com deficiência ou mobilidade reduzida em todas as etapas do projeto, conforme as exigências legais e as necessidades específicas de cada público.As apresentações ocorrerão em áreas abertas, adaptadas para garantir a acessibilidade arquitetônica. - Banheiros químicos acessíveis para PcD.- Sinalização tátil para pessoas com deficiência visual.- Rampas para garantir acesso de cadeirantes e pessoas com dificuldades de mobilidade.- Espaços reservados para PcD ou mobilidade reduzida.- Cães guia permitidos no local, atendendo à necessidade de inclusão de pessoas com deficiência visual. Item na planilha: Os locais de realização das ações formativas já contam com tais adequações. ACESSIBILIDADE NO CONTEÚDO Para PcD Visual: Monitores treinados para auxiliar o público com tais necessidades, oferecendo apoio conforme necessário durante as ações. Item na planilha: Custos de Divulgação. Para PcD Auditiva: Intérprete de Libras presente em todas as ações. Item na planilha: Custos de Divulgação. Para PcD Intelectual/ Autistas/ Congêneres: Monitores treinados para auxiliar o público com tais necessidades, oferecendo apoio conforme necessário durante as ações. Item na planilha: Custos de Divulgação. DAS MEDIDAS DE COMUNICAÇÃO E DIVULGAÇÃO ACESSÍVEISTodas as informações sobre o projeto, incluindo detalhes sobre a acessibilidade, serão divulgadas de maneira acessível através de canais como Instagram, Facebook, e site oficial. A divulgação incluirá: Imagens com descrição textual (para deficientes visuais).Textos em formato acessível (como fontes ampliadas e com alto contraste) para pessoas com deficiências intelectuais e congêneres.Vídeos com legendas e janela de Libras para deficientes auditivos. Item na planilha: Custos de Divulgação. INCLUSÃO DE AÇÕES DE ACESSIBILIDADE NO PLANO DE COMUNICAÇÃOA divulgação da acessibilidade (como audiodescrição, intérprete de Libras e outros recursos) será realizada nos canais oficiais do projeto, com informações claras sobre como o público pode acessar esses recursos. Item na planilha: Custos de Divulgação.
O plano de distribuição da proposta está de acordo com o disposto no Artigo 46 da IN MINC nº 23/2025. Como medida de ampliação do acesso, será adotado o seguinte inciso do Artigo 47 da IN MINC nº 23/2025: I - doar 10% (dez por cento) dos produtos resultantes da execução do projeto para distribuição gratuita com caráter social ou educativo, além do previsto no inciso II do art. 29, totalizando 20% (vinte por cento). Desta forma, serão doadas 40% das vagas das oficinas , sendo 10% para patrocinadores, 10% para divulgação e 20% com caráter social e educativo. Além disso, para o produto Desfiles adotaremos o exposto no inciso III no Artigo 47 da IN MINC nº 23/2025, a saber: III - disponibilizar, na Internet, registros audiovisuais dos espetáculos, das exposições, das atividades de ensino, e de outros eventos referente ao produto principal, acompanhado com libras e audiodescrição; A disponibilização acontecerá através da plataforma YouTube.
Vinícius Ribeiro Mesquita - Diretor Geral Vinícius Mesquita é percussionista, regente e arranjador, com atuação em diversos blocos e projetos musicais em Belo Horizonte e outras localidades. Atualmente, é regente e arranjador da Banda Emoriô, além de atuar nos blocos Funk You, Filhos da PUC e Gato Escaldado. Já integrou o Monobloco Show em apresentações locais e foi percussionista freelancer em diferentes formações. Entre 2019 e 2022, atuou como regente local do Monobloco BH, tendo também ministrado oficinas de percussão popular e aulas de tamborim. No cenário dos blocos de carnaval e das escolas de samba, foi regente dos blocos do Minas, Bora pro Nobis, Pinguinzada e do “Bloco Filhos da PUC”, além de ter dirigido o bloco “Quem é essa aí, papai” e integrado a bateria do G.R.E.S Cidade Jardim. No meio universitário, participou de diversos eventos e competições, como os Jogos Jurídicos MG, Intermed Minas, Copa Medicina, InterUFMG e o Desafio de Baterias Universitárias de BH (D.U.B.H), do qual foi fundador. Também atuou como jurado em campeonatos de baterias universitárias, consolidando sua experiência nesse segmento. Além da prática artística, Vinícius tem experiência com dinâmicas empresariais voltadas ao desenvolvimento pessoal e trabalho em equipe, atuando como facilitador nas dinâmicas “Ritmo do Sucesso” e “Dinâmica Monobloco”. Conduziu também workshops específicos para baterias universitárias, ampliando seu alcance pedagógico. No campo da formação técnica, participou de oficinas e cursos com nomes relevantes da música brasileira, como C.A. Ferrari (fundador do Monobloco), Mestre Caju, Jonas Lessa, Aquiles Priester e Kiko Freitas. Estudou percussão popular e erudita com o professor Lucas Moraes, com quem também cursou leitura de partitura e teoria musical. Sua trajetória teve início no Grupo de Percussão de Itapecerica (MG), em 2014, e desde então vem acumulando experiência prática e teórica no universo da percussão popular. O proponente será responsável por toda a gestão do processo decisório do projeto, incluindo atividade técnico-financeira, e receberá pela rubrica de '' Diretor Geral''. Lázaro Mariano Medeiros - Diretor Musical Lázaro Medeiros é percussionista, regente e professor, natural de Itapecerica/MG, com trajetória iniciada ainda na infância, aos 11 anos, por meio de sua participação em blocos de carnaval. Atualmente, é integrante das bandas Sarau, Chicó e Banda, e do Grupo Quatro Estações. Atua também como professor e regente nos blocos Emoriô e Gato Escaldado, além de participar de formações como o Monobloco Show, Bloco Funk You, Tribone e a Bateria Majestosa Vermelho e Branco do G.R.E.S. Cidade Jardim, no desfile de 2017. Em sua formação musical, passou por instituições como o Centro de Formação Musical de Itapecerica, a Fundação de Educação Artística de Belo Horizonte e o Cefart-MG, onde estudou percussão popular, erudita e sinfônica. Teve aulas com nomes como Fernando Rocha e Felipe Kneipp, ambos ligados à UFMG, além de ter participado de masterclasses com Carlos Balla, Aquiles Priester, C.A. Ferrari e Kiko Freitas. Também aprofundou sua prática na Oficina de Percussão do Monobloco, no Rio de Janeiro, e no curso extensivo de percussão do Cefart-MG. Como professor, atuou no CFM de Itapecerica de 2013 a 2017, onde também coordenou o Grupo de Percussão da cidade. Ministrou aulas na oficina do Monobloco entre 2017 e 2020, e foi professor substituto no curso de musicalização infantil do CFM. Em 2022, lecionou no curso extensivo de percussão do Cefart-MG. Ainda nesse período, foi professor e regente da Bateria Alforriado Matias, do bloco Bora pro Nóbis, além de fundador e atual regente do Bloco Emoriô. Lázaro também apresenta experiência em grupos de câmara e orquestras, tendo atuado como percussionista e timpanista na Banda Sinfônica do Cefart, na Orquestra Jovem de Itapecerica e na Banda de Música do 12º Batalhão de Infantaria Leve de Montanha do Exército Brasileiro, em Belo Horizonte.
PROJETO ARQUIVADO.