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A edição do Festival do Teatro Brasileiro (FTB) que levará a Cena Paraense para o Distrito Federal, propõe dar visibilidade às obras, criadores, artistas e técnicos das Artes Cênicas do Pará, promovendo elos profissionais e a aproximação com público, artistas, instituições e programadores de festivais do Distrito Federal. Serão realizadas apresentações artísticas, rodadas de negócio, ações formativas e residência artística.
Os conteúdos a serem abordados, tanto nas apresentações, quanto nas oficinas e demais ações do festival, será decidido no momento da curadoria. neste momento é possível dizer que o olhar desse processo terá como princípio a busca por levar ao Distrito Federal obras que tragam discussões relevantes e atuais, a partir de um panorama das Artes Cênicas produzidas no Pará. Importante destacar também que a curadoria terá um olhar atento e específico para obras a serem apreciadas no Programa Educativo, buscando espetáculos adequados e interessantes para as faixas etárias contempladas na atividade.
Objetivo geral: O Festival do Teatro Brasileiro - Cena Paraense no Distrito Federal - tem como objetivo geral fortalecer as Artes Cênicas a partir de ações que envolvem a fruição de espetáculos, a reflexão crítica e a formação de agentes culturais. O projeto visa contribuir para a estruturação e o aprimoramento da cadeia produtiva das Artes da Cena, tanto do Pará, quanto do Distrito Federal.Entre os objetivos específicos do projeto estão a realização de: 16 apresentações teatrais, sendo circulação de 10 espetáculos realizados por 8 companhias teatrais oriundas do Pará, para 3400 pessoas no total; (produto Espetáculo de Artes Cênicas) 8 Bate-papos realizados com as equipes dos espetáculos, após as apresentações, para 100 pessoas cada, totalizando 800 pessoas. (produto Espetáculo de Artes Cênicas) 4 ações do Programa Pensamento Crítico, para 100 pessoas cada, totalizando 400 pessoas (produto Espetáculo de Artes Cênicas) 4 apresentações musicais de DJs do Pará, para 100 pessoas cada, totalizando 400 pessoas (produto Espetáculo de Artes Cênicas) Programa Educativo com 4 apresentações exclusivas para 150 alunos cada, totalizando 600 alunos da rede pública (produto Contrapartidas Sociais) 1 residência artística com 36 horas de duração, com abertura de processo para 20 pessoas; (produto Pesquisa); 4 oficinas de qualificação profissional para a cadeia produtiva das artes (sendo uma em libras), para 20 pessoas cada, totalizando 80 pessoas; (produto Curso/Oficina/Capacitação) 1 Seminário com aulas práticas e teóricas com 6 horas de duração, ministrado por 2 professores da Universidade Federal do Pará, para 40 pessoas.(produto Seminário/Simpósio/Encontro) 8 encontros informais entre grupos do PA e no DF (8 grupos selecionados do Pará, com 8 grupos indicados pela curadoria, sediados no Distrito Federal, totalizando 16 grupos (produto Seminário/Simpósio/Encontro) 1 rodada de negócios virtual com a participação de grupos de Artes Cênicas do Pará e programadores do Distrito Federal, para 30 pessoas entre artistas e programadores (produto Seminário/Simpósio/Encontro)
O Pará possui uma cena teatral riquíssima, que contempla grupos antigos e tradicionais, assim como coletivos experimentais e movimentos amadores que constroem as artes cênicas no estado. A proposta do Festival do Teatro Brasileiro - edição cena Paraense no Distrito Federal, é contribuir com a difusão e o fortalecimento dessa cena, difundindo criações, reflexões e modos de fazer. O FTB vem, desde 1999, contribuindo para o desenvolvimento da cena teatral brasileira. A cada etapa, um ou mais estados têm a chance de conhecer o produto cultural de outro estado brasileiro. Já foram apresentadas as Cenas Baiana, Cearense, Pernambucana, Paraibana, Mineira, Gaúcha, Paraense e do Distrito Federal para 17 estados: Acre, Alagoas, Pará, São Paulo, Rio de Janeiro, Minas Gerais, Espírito Santo, Paraná, Rio Grande do Sul, Bahia, Sergipe, Ceará, Maranhão, Pernambuco, Distrito Federal, Mato Grosso do Sul e Goiás. Ao longo das 20 edições anteriores foram realizadas 615 apresentações de 192 espetáculos, com público superior a 258 mil espectadores. Um total de 45.700 crianças e jovens da rede pública de ensino participaram, gratuitamente, dos programas educativos promovidos; cerca de 2180 profissionais e graduandos frequentaram as oficinas e residências; e foram gerados mais de 2800 empregos temporários. O projeto conta com ações variadas que atingem um universo complexo de atores sociais culturais e geram reflexão e desdobramentos relacionados à importância desta integração e o desenvolvimento da produção de Artes Cênicas no Brasil. Promove-se impactos sociais, profissionais, culturais e econômicos. O projeto enquadra-se nos incisos I, II, III, IV, V, VI, VIII e IX do primeiro artigo da Lei de Incentivo à Cultura (Lei 8313/91) uma vez que promove e difunde ações culturais de forma majoritariamente gratuita, amplamente divulgada e acessível; Fomenta a economia criativa tanto no Pará quanto no Distrito Federal; Promove intercâmbios culturais; Fortalece a cadeia da produção cultural brasileira. Desta maneira, contribui com os objetivos previstos no artigo 3º da Lei de: Incentivar a formação artística e cultural através das Ações Formativas, do Programa Pensamento Crítico e do Intercâmbio artístico; Fomentar a produção cultural e artística por meio da difusão de produções artísticas e das ações de intercâmbio entre coletivos culturais; Estimular o conhecimento dos bens e valores culturais através de apresentações artísticas gratuitas. Para a plena realização do projeto e alcance dos objetivos listados, é necessário o suporte previsto pela Lei de Incentivo à Cultura dado o grande porte do projeto, às diferenças socioeconômicas das localidades escolhidas (Pará e Distrito Federal), à necessidade da maioria das atividades ser gratuita ou a preços populares (visando maior adesão por parte do público). O FTB é um grande festival, com um longo histórico de realização. A cada edição produzida, novos elementos foram sendo incorporados ao pensamento e às atividades do projeto de forma a complexificar, ampliar e aprimorar as ações. Para que o festival se realize da melhor maneira possível, é necessário a contratação de uma grande, competente e experiente equipe, além do mais, os custos que caracterizam um projeto desta natureza, são altos, dessa forma, se faz necessário o citado suporte.
Anexamos ao processo um esboço de um desenho de grade de programação com fins de proporcionar melhor visualização da distribuição das ações do festival ao longo de um mês de programação.
PRODUTO FESTIVAL Soma dos públicos impactados em cada produto secundário TOTAL = 5.000 + 600 + 80 + 86 + 20 = 5.786 pessoas PRODUTO ESPETÁCULO DE ARTES CÊNICAS TOTAL = 3.400 + 800 + 400 + 400 = 5.000 16 apresentações teatrais, sendo 10 espetáculos, realizados por 8 companhias teatrais do Pará (repetição de alguns espetáculos). 12 apresentações estão previstas para serem realizadas em espaços teatrais do Distrito Federal, espaços fechados, para 200 pessoas cada, totalizando 2400 pessoas; e 4 apresentações se darão em ruas, praças públicas ou espaços alternativos, para 250 pessoas cada, totalizando 1000 pessoas. Total do público das apresentações = 3.400 pessoas Valores de ingresso para apresentações em locais fechados é de 80,00 (inteira), 50,00 (preço popular), dentro das cotas estabelecidas por lei. 8 Bate-papos realizados com as equipes dos espetáculos. Os bate papos serão realizados após as apresentações, entre plateia, atrizes, atores, músicos, diretor e equipe técnica presente e terão, aproximadamente, 30 minutos de duração. 8 bate-papos, para 100 pessoas cada, totalizando 800 pessoas 4 ações do Programa Pensamento Crítico: com o intuito de qualificar a plateia será contratado um jornalista local, especializado em crítica teatral. Ao final da apresentação, o crítico e os integrantes do grupo conversarão com o público durante 45 minutos. O jornalista assiste previamente o espetáculo, estuda as temáticas, técnicas e reflexões que podem ser suscitadas a partir dele e media uma conversa com o público e a equipe. 4 ações para 100 pessoas cada, totalizando 400 pessoas 4 apresentações musicais de DJs do Pará com duração aproximada de 3 horas cada: essas apresentações se darão em ambientes descontraídos: Bares e restaurantes, onde artistas e público podem confraternizar e trocar impressões sobre as atividades em que estiveram presentes. 4 apresentações de DJs para 100 pessoas cada, totalizando 400 pessoas PRODUTO CURSO/OFICINA TOTAL = 80 pessoas 4 oficinas de qualificação profissional para a cadeia produtiva das artes, com duração aproximada de 12 horas CADA, SENDO 48H no total. Essas oficinas serão definidas na curadoria do festival como um todo, visando contemplar os agentes culturais locais e qualificar a cadeia produtiva das artes cênicas no Distrito Federal. 4 Oficinas para 20 pessoas cada, totalizando 80 pessoas PRODUTO SEMINÁRIO/SIMPÓSIO/ENCONTRO TOTAL = 40 + 16 + 30 = 86 pessoas 1 Seminário com 6 horas de duração, ministrado por 2 professores da Universidade Federal do Pará que serão convidados pela curadoria do projeto. Serão 2 dias de atividades, 3 horas por dia, com a participação de 2 professores da Universidade Federal do Pará. A definição dos professores será tomada quando da etapa de pré-produção a partir de contato com as coordenações dos cursos. 1 seminário, 20 pessoas por dia, 2 dias (3h por dia), totalizando 6h de atividade e 40 pessoas 8 encontros informais entre 8 grupos selecionados do Pará, com 8 grupos indicados pela curadoria, sediados no Distrito Federal. A partir da definição dos espetáculos pelos curadores, suas linguagens e estéticas, bem como seus modos de organização, a produção local terá a função de identificar e convidar grupos do DF para se encontrarem com os grupos do Pará. Os 8 encontros não têm um formato determinado, mas com base nas experiências anteriores, os grupos do Pará serão convidados a visitar as sedes dos grupos do DF. Os coletivos do Pará convidam os integrantes dos grupos do DF a assistirem seus espetáculos. Os assuntos tratados durante os encontros são pautados pelos participantes. Encontros para 16 grupos de artes cênicas, sendo 8 do DF e 8 do PA 1 rodada de negócios virtual com a participação de grupos de artes cênicas do Pará e programadores do Distrito Federal 1 rodada de negócios para 30 pessoas PRODUTO PESQUISA TOTAL = 20 1 residência artística com 36 horas de duração, facilitada por 1 profissional do PA. Ao final da residência será produzida uma apresentação aberta e gratuita, com um público aproximado de 20 pessoas. Abertura de processo para 20 pessoas
Acessibilidade Física: Como a curadoria dos espetáculos ainda não foi realizada, a identificação dos espaços que poderiam receber os espetáculos e as ações formativas só será realizada após curadoria. O projeto se compromete a cumprir todas as medidas de acessibilidade estrutural, de acordo com as diretrizes do Estatuto do Idoso e da Pessoa com Deficiência escolhendo lugares que já possuem uma arquitetura acessível como Teatros, escolas, prédios da Universidade e praças públicas. Acessibilidade de conteúdo: Considerando a diversidade encontrada nesse quesito, o projeto prevê a contratação da Renata Rezende como Coordenadora de Acessibilidade. Renata, artista PcD, é Professora Libras - IFB, Atriz, Performance, Poeta, Mestranda em Tradução pela UnB. A curadoria do projeto também irá buscar espetáculos que já tenham ações de acessibilidade e/ou com temáticas/elenco formado por pessoas com deficiência, reforçando o protagonismo e a cultura-def. A divulgação das ações do festival também se dará de forma acessível, sobretudo aquelas relacionadas às atividades com medidas de acessibilidade específicas, incluindo descrição das imagens em forma de textos (para possibilitar a leitura das imagens por aplicativos), inclusão de hashtags, janelas de libras em vídeos, etc. Para os produtos abaixo, teremos: impressão em braile do programa da peça (1 programa por espetáculo, totalizando 16); intérprete de Libras em, pelo menos 4 apresentações + bate-papo/Pensamento Crítico; audiodescrição em, pelo menos 4 apresentações; transporte gratuito para PCDs cegos de ponto de encontro até o teatro e retorno; disponibilização de abafadores de ruído (3 kits por espetáculo). 16 apresentações teatrais; 8 Bate-papos realizados com as equipes dos espetáculos 4 ações do Programa Pensamento Crítico Para o produto Contrapartida Social - 4 ações de Programa Educativo, em parceria com escolas públicas, já faremos antecipadamente o diálogo om as escolas e, desse modo, conseguiremos identificar os alunos com deficiência que vão participar da ação, prevendo para eles a adaptação necessária (intérprete de Libras, audiodescrição, abafador de ruído, material ampliado entre outras que forem apontadas) Todos os produtos a seguir terão inscrição prévia e no formulário de inscrição haverá a possibilidade de a pessoa com deficiência manifestar quais adaptações são necessárias para seu caso, incluindo, mas não limitada a intérprete de Libras, audiodescrição, abafador de ruído, impressões ampliadas, acompanhante terapêutico etc. 1 residência artística com 36 horas de duração 3 oficinas de qualificação profissional para a cadeia produtiva das artes 1 Seminário com 6 horas de duração, ministrado por 2 professores da Universidade Federal do Pará O projeto oferecerá ainda 1 oficina em Libras voltada para a qualificação de pessoas surdas ou que se expressem na linguagem de sinais. A oficina será ministrada por profissional surda e terá a tradução da linguagem de sinais para o português.
A maioria das ações do projeto serão gratuitas ou a preços de até R$ 80,00 o ingresso inteira, sem limite de meia-entrada, com ingresso popular até 50 reais. 4 das apresentações de espetáculos acontecerão em ruas, praças públicas ou espaços alternativos. Além disso, o projeto também prevê a realização de ações formativas gratuitas e a realização de um evento de abertura do processo como finalização da residência artística. O projeto contempla os itens V, VI, VIII e IX do Art 47 da IN/2025
A Alecrim produções, proponente do projeto, responde pelas funções de Direção Artística e Direção Geral/de produção, nas figuras de seus sócios Guilherme Silva Filho e Sérgio Bacelar. As funções que ambos exercerão dizem respeito às principais definições das diretrizes artísticas e operacionais que a produção do festival irá seguir, bem como o planejamento e a coordenação do plano de trabalho entre todas as áreas e equipes envolvidas. Currículo ALECRIM BR PRODUÇÕES ARTÍSTICAS – Empresa Proponente Idealização, elaboração e direção de projetos na área de teatro e dança I e II edições da Mostra de Teatro da Bahia, 1999 e 2000, Brasília, Conjunto Cultural da Caixa Econômica.| Festival do Teatro Brasileiro - FTB Cena Baiana (2002) | Cena Pernambucana (2003) | Cena Mineira (2005) no Distrito Federal | Cena Mineira etapa Rio de Janeiro, em 2007 | Cena Baiana etapa Pernambuco, em 2008 | Cena Pernambucana etapas Sergipe e Bahia, em 2009 | Cena Baiana etapas Maranhão e Ceará, em 2009 | Cena Cearense etapas Minas Gerais e Espírito Santo, 2010 | Cena Mineira, etapa São Paulo, Paraná e Rio Grande do Sul, 2011 | Cena Gaúcha, etapa DF e GO (2012) | Teatro de Rua, etapa DF (2012) | Cena Distrito Federal, etapa MS (2013) |Cena Paranaense, etapas RS e SP (2013) | Cena Baiana, etapas AC, MS, ES e SP (2014) |Cena Paraibana, etapas PA/ES, CE e AL (2015) | Edição Especial – Terceira Idade, RJ, Teatro Dulcina, Programação Cultura da Funarte para o período das Olimpíadas, de 16 a 21/08/2016| Cena Distrito Federal, etapa MG, de 07 à 27/08/2017| Cena Distrito Federal , etapa PE, de 29.01 a 14/02/2019 | Cena Distrito Federal, etapa Bahia, em execução, 2022. Projeto de Ocupação Funarte Plínio Marcos/2012 |Mitos do Teatro Brasileiro Ano II, CCBB Brasília, junho a novembro de 2011 |Mitos do Teatro Brasileiro, CCBB Brasília, maio a outubro de 2010|Movimento D, CCBB Brasília, agosto de 2009. Temporada do espetáculo R$ 1,99 de Ricardo Castro no Teatro Nelson Rodrigues na Caixa Cultural RJ, 2000. Idealização, elaboração e direção de projetos na área de música Acordes do Amanhã, 15 instituições que integram a Plataforma Sinfonia do Amanhã se apresentaram no Festival, Rio de Janeiro, Niterói, e Petrópolis, 2018. MPB Eletrônico com Lucas Santtana, BNegão, Curumim – Estacionamento do CCBB RJ, janeiro e fevereiro de 2015. Tabuleiro BA com Lucas Santanna, Jussara Silveira, Roberto Mendes, Roberto Barreto, Virgínia Rodrigues, Alex Mesquita, Tiganá Santana, Ronney Jorge, Jarbas Bithencourt, Pietro Leal, Márcia Castro e Marcela Bellas, Centro Cultural Banco do Brasil, Rio de Janeiro, fevereiro a junho de 2011 | Tambores do Brasil, com Naná Vasconcelos e Marcos Suzano, Caixa Cultural, Brasília, 2010 | Cacaso – Música e Poesia, com Joyce, Sueli Costa, Zé Renato, Nelson Ângelo, Olívia Bygton, Cláudio Nucci, Sérgio Santos, Paula Santoro, Rosa Emília, André Mehmari, Sílvio D’Amico, Marcos Suzano e Zeca Assumpção. CCBB Brasília e CCBB RJ, 2009 | Sons do Planalto setembro e outubro de 2006 com Orquestra de Violões de Brasília, Eduardo Rangel, Célia Porto e Rênio Quintas, Roberto Corrêa e Badia Medeiros, GG e Flora matos, Móveis Coloniais de Acaju e Gabriel Tjomás, Liga Tripa e Há-Ono-Beko | Ritmos Brasileiros com Virgínia Rodrigues, Olodum, Teresa Cristina e Grupo Samba- Choro; projeto realizado como programação cultural no IV Fórum Mundial de Combate a Corrupção, Brasília junho de 2005 | Identidade Brasileira com Paula Lima, Davi Moraes, Lucas Santtana, Vanessa da Mata, Max de Castro e Patrícia Marx; projeto realizado no Centro Cultural Banco do Brasil, Brasília, abril de 2005 | Circuito Cultural Banco do Brasil (etapas Fortaleza, Natal, Salvador, Curitiba, Porto Alegre) | Projeto Deuses do Samba com Jair Rodrigues e grupo Samba-Choro, Caixa Cultural, Brasília, janeiro de 2005 | Projeto Deuses do Samba com Monarco, Nei Lopes e Grupo Samba-Choro, Caixa Cultural, Brasília, fevereiro de 2004 | Lançamento CD “Sempre Viva” da Cantora Ceumar, Conjunto Cultural da Caixa, Rio da Janeiro, 2004 | Canções Originais Com Arnaldo Antunes, Elza Soares, Na Ozzetti e Ceumar, CCBB Brasília, 2002 | Mulher Brasileira com Rita Ribeiro, Jussara Silveira, Belo Veloso e Anna Magdala, CCBB Brasília, 2001. Direção de produção Festival Mulher em Cena - II Edição, Brasília e Palmas, 2010. | Festival Mulher em Cena - I Edição, Brasília, 2009. |Mostra baSiraH 10 Anos, DF, Outubro de 2008 | Festival de Inverno de Brasília, DF, julho de 2006 | Festival de Inverno de Brasília, DF, julho de 2005 | Turnê Companhia Viladança, Nordeste, abril de 2005 | Temporada 1,99 em Curitiba, marco de 2005 | Companhia Viladança - coreografia Caçadores de Cabeças, 2003, Salvador, Teatro Vila Velha | Companhia Viladança – coreografia CO2, Festival Move Berlin, 2003, Berlim, Alemanha | Companhia Viladança – coreografia Caçadores de Cabeça, 2003, Lorrach, Alemanha. Produção Executiva MPB Petrobras, Teatro Nacional, Sala Villa Lobos em Brasília, shows de Tom Zé, 2011. Roberta Sá, 2011. João Bosco, Arnaldo Antunes, 2010. Renato Teixeira, 2009. Rosa Passos, Elza Soares, Luiz Melodia, Jorge Vercilo, 2008. Chico César, 2007 | 7 Sentimentos Capitais, Caixa Cultural, Brasília, 2010 | Noel Rosa: 100 anos na roda do Sururu, Caixa Cultural, Brasília, 2010 | Gaivota | Bando de Teatro Olodum - Sonho de uma noite de verão e Cabaré da raça – 2006 | Baque, Teatro da Caixa,Brasília, abril de 2007 | Dança em Pauta, Centro Cultural Banco do Brasil – Brasília, abril de 2006 | Eu Ainda Quero Falar, Caixa Cultural, Brasília, março de 2006 | Festival do Teatro Brasileiro – Cena Mineira, Êh Boi!,O Homem da Cabeça de Papelão, A Bolsa Amarela, Concessa Tecendo Prosa, Lusco Fusco, A Acusação, O Homem que Sabia Português, Brasília, agosto de 2005 | Dois de Paus, Teatro Plínio Marcos, Brasília, outubro de 2005 | Festival de Inverno de Brasília, julho de 2005 | De Carne e Sonho, Sala Martins Pena, Teatro Nacional Cláudio Santoro, Julho de 2005 | Lampião e Maria Bonita, Centro Cultural Banco do Brasil, Brasília, Abril de 2005 | Missa dos Quilombos, sala Plínio Marcos, Complexo Cultural Funarte, Brasília, 2004 | Sergio 80, Grupo Carcoarco, Lançamento do Vídeo Vale a Pena Sonhar, Espetáculo Musical Solo Brasil, Conjunto Cultural da Caixa, Brasília, 2004 | Lançamento CD Sempre Viva, Ceumar, Camarote das Artes, Caixa Econômica, Rio de Janeiro, 2004 | Festival do Teatro Brasileiro – Cena Pernambucana, Uma Mulher Vestida de Sol: Romeu e Julieta, Guiomar Filha da..., Ditirambos, o Espetáculo, Mamulengo Só-riso, Folgazões e Foliões, Foliões e Folgazões, Festança, O Terceiro Dia, O Arquiteto e o Imperador da Assíria, 2 em 1, Conjunto Cultural da Caixa, Brasília, 2003 | Márcia Milhazes, Espetáculo Joaquim Maria, Teatro Nacional, Sala Martins Pena, Brasília, 2003 | Festival do Teatro Brasileiro, Cena Baiana, R$ 1,99, Ulisses, Playback!, Francisco, Clarices, Umbiguidades, Bispo, Todas asHOras do Fim, Ensina-me a Viver, Conjunto Cultural da Caixa, Brasília, 2002 | Projeto Canções Originais com Ná Ozzetti, Ceumar, Daúde, Arnaldo Antunes, Elza Soares, Centro Cultural Banco do Brasil, Brasília, 2002 | Rita Ribeiro, Teatro Nacional, Sala Villa Lobos, Brasília, 2002 | O Vôo da Asa Branca, Teatro Dulcina, Brasília, 2001 | Hats, Teatro da ANATEL, Brasília, 2001 | Rita Ribeiro, Centro Cultural Banco do Brasil, Brasília, 2001 | Jussara Silveira, CCBB, Brasília, 2001, entre outros. Produção de Eventos Institucionais Festival Cultural do Banco do Brasil, Fundição Progresso, Rio de Janeiro, 2010 | Simpósio Internacional Sobre Arquitetura e Museus, Museu da República, Brasília, 2010 | Festival Cultural Banco do Brasil, Brasília, 2009 | Abertura da II Conferência Nacional de Cultura, Teatro Nacional, Brasília, 2009. | Prêmio Rodrigo Melo Franco de Andrade – IPHAN, Coordenação, Logística e Produção, 2005 | Congresso do Ministério do Desenvolvimento Social e Combate à Fome, Coordenação e Logística, 2004.Guilherme Silva Filho - Idealizador e Diretor Artístico Bacharel em Comunicação com Habilitação em Jornalismo pela Universidade Federal da Bahia (Ufba), concluído em 1984. Curso de Especialização em Crítica de Arte, pela Ufba, turma de 1986. CURADORIA: Mostra de Teatro da Bahia, 1999, Teatro Nacional e Conjunto Cultural da Caixa - Brasília; Mostra de Teatro da Bahia, 2000, Conjunto Cultural da Caixa - Brasília; Festival do Teatro Brasileiro - Cena Baiana, 2002, Conjunto Cultural da Caixa - Brasília; Festival do Teatro Brasileiro - Cena Pernambucana, 2003, SESI - Taguatinga e Conjunto Cultural da Caixa - Brasília; Festival do Teatro Brasileiro - Cena Mineira, 2005, Funarte e Conjunto Cultural da Caixa - Brasília; Festival do Teatro Brasileiro - Cena Mineira, 2007, Funarte RJ e apresentações de rua, no Rio de Janeiro. Festival do Teatro Brasileiro - Cena Pernambucana, na Bahia e no Sergipe, 2008; Cena Baiana, em Pernambuco, 2008; Cena Baiana, no Ceará e Maranhão, 2009; Cena Cearense, em Minas Gerais e Espírito Santo, 2010; Cena Mineira, em São Paulo, Paraná e Rio Grande do Sul, em 2011; Cena Gaúcha, no Goiás e Distrito Federal, em 2012; Cena Distrito Federal, no Mato Grosso do Sul, em 2012; Cena Paranaense, em São Paulo e no Rio Grande do Sul, em 2013; Cena Baiana, no Acre, Mato Grosso do Sul, Espírito Santo e São Paulo, em 2014; Cena Paraibana, no Pará, Ceará, Alagoas e Espírito Santo, em 2015; Cena DF, etapa Minas Gerais, em 2017. Cena DF, etapa Pernambuco, 2019; Cena DF, etapa Bahia. Curadoria Dança: Curador das programações nacionais e locais do MID nos anos de 2019, 2021, 2022 e 2023. MÚSICA: Direção Artística do projeto Identidade Brasileira, no CCBB Brasília, em 2005; Idealizador e coordenador do projeto Tabuleiro BA, a Bahia de Todos os Sons, no CCBB RJ, em 2011. TEATRO: Co-diretor do espetáculo "Atravancando a Cena Em Concerto”, de Aninha Franco, em 1986; Diretor-assistente dos espetáculos: "O Balcão”; de Jean Genet, direção Fernando Guerreiro, em 1982; "Equus”, de Peter Shaffer, direção de Fernando Guerreiro, em 1983; e "Álbum de Família”, de Nelson Rodrigues, direção Fernando Guerreiro, em 1986; Diretor-assistente de Oficinas de Teatro, ministradas, pelo diretor Fernando Guerreiro, nos anos de 1983, 1984 e 1985; Ator nos espetáculos "Cleópatra”, de Shakespeare, diretor Ricardo Ottoni e "O Burro e o Boi a Caminho de Belém”, de Maria Clara Machado, direção Manoel Lopes Pontes, montagens de 1981; Curso de Teatro ministrado pelo diretor Márcio Meirelles, em 1982. Sócio-fundador do Instituto Bem Cultural, criado em fevereiro de 2012. Sócio da Alecrim Produções Artísticas, desde maio de 2007. Sergio Bacelar –Idealizador e Diretor de Produção Graduado em Direito pela Universidade de Brasília, é um dos idealizadores e diretor de produção de dois festivais. O primeiro, Festival do Teatro Brasileiro - FTB , é um projeto de destaque da circulação das artes cênicas no Brasil. As vinte e uma edições do FTB promoveram a circulação nacional da produção de dança, teatro e circo de 10 unidades federativas brasileiras ao público de 14 estados. Além de idealizador, Sergio é o Diretor e Coordenador de Curadoria. O segundo festival é o Movimento Internacional de Dança – MID realizado no Distrito Federal. O MID é um projeto abrangente, de forte apelo para a população, com grande potencial de mídia e sensibilização de novos públicos. O Festival reúne os mais diversos segmentos da Dança e da sociedade em atividades de qualificação artística, intercâmbio nacional e internacional, socioculturais, educativas, formativas e de qualificação de público. Sergio Bacelar, além de idealizador é também o diretor geral, coordenador da curadoria local, nacional e internacional do festival. Bacelar compôs as comissões de seleção do programa Petrobras Distribuidora de Cultura que promoveu a circulação de espetáculos de artes cênicas brasileiros, por todo o Brasil, nos anos de 2011, 2013, 2015 e 2017. Em 2012, Sergio Bacelar coordenou a criação do Instituto Bem Cultural. O IBC tem como finalidade a promoção, difusão e a preservação do patrimônio cultural brasileiro e de sua diversidade, pela atuação nas áreas de artes cênicas, música, artes populares, artes visuais, literatura, gastronomia, na preservação do patrimônio histórico e cultural brasileiros, material e imaterial e do meio ambiente. As atividades do IBC se consubstanciam mediante a execução direta de pesquisa, projetos, programas e planos de ação, pela prestação de serviços técnicos e intermediários a outras organizações com ou sem fins lucrativos e a órgãos do setor público que atuam em áreas afins. nos últimos três anos o IBC vem desenvolvendo e executando o Programa Educativo para o Museu Nacional da República. Uma proposta criativa e inovadora, estruturada sob três eixos: 1. Educação patrimonial; 2. Arte - educação; 3. Democratização do acesso ao Museu; com atendimento presencial e virtual voltado ao público espontâneo e às escolas do DF. Wlad Lima – Curadora do Pará Wlad Lima (nome artístico) é mãe, atriz/encenadora/cenógrafa de teatro e desenhista. Tem doutorado e mestrado em artes cênicas pela Universidade Federal da Bahia e pós-doutorado em Estudos Culturais pela Universidade de Aveiro/PT. É professora titular da Etdufpa (aposentada em 2020). Hoje é a gestora do Teatro do Desassossego; parceira artística de muitos coletivos da cidade de Belém, entre eles, o Grupo Cuíra, o Coletivas Xoxós e o Dom Coletivo; é Artista-analista na Clínicas do Sensível, Tornou públicas suas maiores pesquisas em arte (em formato livro impresso, e-book e plataforma) que são: Dramaturgia Pessoal do Ator (livro esgotado); O teatro ao alcance do tato (livro encontrado na Etdufpa); Webcartografia dos Estudos Culturais em Portugal; Processo Dramatúrgico OVO N°13 no Caderno de Encenação de uma Artista da Floresta. No ano de 2023 fez parte da exposição coletiva do Brutus Desenhadores intitulada “Aqui faço silêncio e vejo mundos nascerem e me transformarem” resultante de 8 anos de trabalho em ateliê fechado (2016 a 2023). Pelos Brutus publicou recentemente o e-book Dor nas Cadeiras. Para além do campo das artes cênicas e visuais, busca atravessamentos entre Arte e Psiquê atuando com a Clínicas do Sensível na função de artista-analista e opusterapeuta em processos de criação e pesquisas em arte. Seus procedimentos clínicos operam nas fronteiras da Esquizoanálise (Deleuze e Guattari) e da Psicologia Imaginal (Carl Jung, James Hillman e Henry Corbin). Articula os princípios de sua formação em programas psicopoéticos autorais, como: Lombo da Cobra (clínica decolonial); Escuta Sensível; Poética Criatura, SOS Pesquisa; Platô-Ludo; K com Kafka (todos em sessões individuais) e as práticas clínicas grupais como clínicas sociais- Riscadeira e Dramática. Atualmente, faz o acompanhamento psicopoético de processos de criação de artistas, e não artistas, de outros estados do país, via residência artística (imersiva).
PRORROGAÇÃO APROVADA E PUBLICADA NO DIÁRIO OFICIAL DA UNIÃO.