| CNPJ/CPF | Nome | Data | Valor |
|---|---|---|---|
| 07378783000190 | Cerâmica Serra Azul Ltda. | 1900-01-01 | R$ 100,0 mil |
| 13017462000163 | ENERGISA SERGIPE - DISTRIBUIDORA DE ENERGIA S.A | 1900-01-01 | R$ 100,0 mil |
| 08928273000102 | COBRA BRASIL SERVICOS, COMUNICACOES E ENERGIA S.A. | 1900-01-01 | R$ 61,0 mil |
| 86809043000138 | SERGIPE GAS S/A - SERGAS | 1900-01-01 | R$ 35,0 mil |
| 11224696000156 | CONSTRUTOR DE VENDAS SA | 1900-01-01 | R$ 15,2 mil |
| 05482271000144 | Petrox Distribuidora Ltda | 1900-01-01 | R$ 14,5 mil |
| ***840795** | ALESSIO DE OLIVEIRA REZENDE | 1900-01-01 | R$ 5,0 mil |
OO Plano Bianual de Manutenção da Orquestra Jovem de Sergipe (OJSE) tem como objetivo garantir a continuidade e a expansão do ensino gratuito de música clássica para crianças, adolescentes e jovens em situação de vulnerabilidade social. Para isso, o projeto viabiliza a manutenção do espaço, a contratação de profissionais qualificados e a realização de aulas, apresentações e atividades complementares. Além de promover o desenvolvimento pessoal e a inclusão sociocultural, a OJSE cria oportunidades de profissionalização por meio da arte, da cultura e da educação, fortalecendo sua trajetória e ampliando o impacto na formação de novos talentos musicais. O acesso ao projeto é inteiramente gratuito.
ESTRUTURA E FUNCIONAMENTO DA ORQUESTRA Sobre as aulas: As aulas acontecem diariamente, de segunda a sexta, nos turnos da manhã e tarde, no Espaço Cuidar e no Cras do Bairro Santa Maria. Ensaios preparatórios para as apresentações acontecem aos sábados. São ofertadas aulas de nível iniciante a avançado, assim como ensaios semanais da Orquestra Principal, com os alunos mais avançados e ensaios da Orquestra Preparatória. Corpo pedagógico: Atualmente temos 12 profissionais atuando nas atividades pedagógicas da OJ. Há duas classificações “professores”, com carga horária de 15h e “instrutores”, com carga horária de 11h, sendo a quantidade de horas dedicadas em sala de aula a motivação pela diferença na remuneração. Cada profissional é responsável por uma especialidade em sala de aula. Existe a demanda de monitores por turma e o planejamento que os alunos mais avançados sejam contratados para exercer essa função, principalmente como forma de proporcionar caminhos de permanência profissional no projeto, porém, devido às limitações recurso essa necessidade vem sendo adiada. No projeto prevemos 6 vagas de instrutores para que possamos ampliar em 2024 a OJ. PROFESSOR - CH 15 HORAS Professor de Violino (15 horas) - Alisson Ancelmo dos Santos Professor de Teoria e Grupo de Câmera (15 horas) - Clodoaldo Nunes Silva Professor de Violino (15 horas) - Carlos Henrique Santos Santiago Professor de Violoncelo (15 horas) - Mário Augusto Alves Peixoto Professor de Contrabaixo (15 horas) - Érik Barbosa Sarmento Professor de sopros (madeiras) (15 horas) - Ricardo Resende Professora de Canto Coral (15 horas) - Ada Alves Da Silva Lacerda Professora de Teoria e Canto Coral (15 horas) - Ana Carolina Schmidt Freitas Professor de Viola (avançado) (15 horas) – Jeffter Mello Professor de Percussão (15 horas) - Kelvin Silva da Cruz INSTRUTORES - 11 HORAS Instrutor de Violino (11 horas) - Emanuel Prado de Oliveira Instrutor de Violoncelo (11 horas) - Clariskennedy dos Santos Monteiro APRESENTAÇÕES E REPERTÓRIO Em relação ao repertório, o projeto orquestra jovem trabalha com peças originais de grandes compositores da música erudita de diversas épocas e de compositores contemporâneos, bem como arranjos de música erudita simplificadas para as orquestras iniciantes e também arranjos próprios de música popular brasileira e internacional. Desde a primeira edição do projeto (2014) até o momento já foram executadas mais de 134 peças orquestrais originais e arranjos próprios. Elas foram organizadas em um livro em formato crescente de dificuldades, divididas em 3 partes: Música Erudita, Música Popular e peças Natalinas. A cada temporada são acrescentadas novas peças originais e arranjos. Dentro dos grupos de base do projeto, a orquestra Experimental e Preparatória, são trabalhados arranjos de obras de grandes compositores da música erudita, tais como: Hino à Alegria (Beethoven); Que lindos Olhos e Rosa Amarela (Villa-Lobos), Lagos dos Cisnes (Thaikovsky) e Minueto em Sol-Maior (Bach). Obras originais de compositores contemporâneos: Serenata para Cordas (Norman Leyden); Petite Tango (C.B. Kriechbaum). Tango Trocadero (M. Issac). Temas de filmes e músicas populares, como: Game of Thrones (Djawadi); Eleanor Rigby (Beatles); Pirata dos Caribe (Zimmer); A Conquista do Paraíso (Vangelis); Variações Brilha-brilha Estrelinha (Suzuki); Greensleeves (Folclore Ingês); Noites Brasileiras e Asa Branca (Luiz Gonzaga); Andar com Fé (Gilberto); Um Amor Puro (Djavan); Aquarela (Toquinho e Vinícius de Moraes) e Too Much Love Will Kill You (Queen). E ainda temas de Natal como: Vem que está chegando o Natal, Oh Holy Night, O Natal é um lindo dia e Bate o Sino. Nos grupos da orquestra principal é dado mais ênfase a peças originais de grandes compositores dos diversos períodos e também da contemporaneidade: Concerto para cordas em Ré Maior, As quatro Estações, Concerto em Ré Maior para 2 Violinos e Violoncelo (Vivaldi); Hallelujah (Handel); Concerto para Viola em Sol Maior (Telemann); Concerto Grosso (Pastorale) (Corelli); 1º movimento da Sinfonia n. 25 (Mozart); 2º movimento da Sinfonia n. 7 (Beethoven); Andante Festivo (Sibelius); Duetto Buffo Di Due Gatti (Rossini); Morning Mood, Anistras Dance e In The Hall of Moutain King (Grieg); Enigma e Nimrod (Elgar); Trenzinho Caipira (Villa-Lobos); Quadrilha (Osvaldo Lacerda). São trabalhados também arranjos orquestrais com propósitos didáticos, a exemplo de: um popurri da História da Música Ocidental, que aborda temas dos grandes compositores que marcaram cada época, desde o século XI até aos dias atuais; temas da era de ouro das Valsas, de diversos compositores; popurri de músicas Contemporâneas e por último O Melhor do Cinema, de diversos compositores, onde aborda os temas mais famosos do mundo do cinema. Outros arranjos são incluídos como: Por una Cabeza (Gardel); Aquarela do Brasil (Ari Barroso); Os Saltimbancos (Chico Buarque). Temas tradicionais nordestinos como: Gonzaguiana (Cyro Pereira); Viver Aracaju (Ismar Barreto); Cheiro da Terra (Claudio de Miguel e José de Gouveia) e Sergipe é o pais do forró (Rogério). E ainda arranjos especiais para a época Natalina como: Adeste Fidelis, de John Wade, The Christmas Song, de Mel Torne, Noite de Paz, de Franz Gruber. Contamos também com peça original, composta pelo professor da OJSE, Erik Sarmento, intitulada Esperança Jovem; Pequena Fantasia n.1 e Suíte Sertaneja. Nos grupos de câmara como a formação de quinteto ou camerata com 15 integrantes são trabalhadas peças originais e arranjos, como: Canon (Pachelbel); Pequena Serenata Noturna (Mozart); Adágio para Cordas (Nepomuceno); Pompa e Circunstância (Elgar); Radetzky March (Straus); Os Toreadores (Bizet); Libertango e Oblivion (Piazzolla); Air on The G String (Bach); Mourão (Guerra-peixe); Hino Nacional Brasileiro (Francisco Manuel da Silva); Vida Viração (Leandro Maia); Hallelujah (Cohen); Carinhoso (Pixinguinha); Vingadores (Silvestri), entre outros.
OBJETIVO GERALGarantir a continuidade da Orquestra Jovem de Sergipe, projeto com 11 anos de atuação, que promove a inclusão social, cultural e educacional de crianças, adolescentes e jovens da comunidade do Santa Maria, periferia de Aracaju, por meio da formação musical gratuita em música erudita e popular. A iniciativa visa formar cidadãos sensíveis, críticos e criativos, ao ampliar o repertório artístico e cultural dos participantes e proporcionar experiências transformadoras por meio da arte. Com isso, o projeto contribui para a efetivação da cidadania cultural, da acessibilidade artística e da promoção da diversidade, em conformidade com o inciso VI do artigo 2º do Decreto nº 10.755/2021. OBJETIVOS ESPECÍFICOS POR PRODUTOProduto 1 _ Plano Anual (Manutenção da Orquestra Jovem de Sergipe)Assegurar o funcionamento contínuo da sede da Orquestra Jovem de Sergipe, localizada no bairro Santa Maria, garantindo os recursos necessários à manutenção do espaço, como materiais de consumo, manutenção de instrumentos, serviços técnicos e apoio logístico.Promover a sustentabilidade institucional do projeto, viabilizando a contratação da equipe técnica e artística necessária ao suporte administrativo, pedagógico e operacional das atividades da Orquestra.Produto 2 _ Curso / Oficina / Capacitação (Formação Musical)Oferecer formação musical gratuita e de qualidade para uma média de 260 a 270 crianças, adolescentes e jovens entre 6 e 18 anos, priorizando residentes dos bairros Santa Maria e 17 de Março, com aulas e ensaios regulares aos finais de semana.Garantir o funcionamento de 09 modalidades de ensino (teoria musical, musicalização, canto/coral, violino, viola, violoncelo, contrabaixo, percussão e sopros).Garantir o funcionamento e ensaio da orquestra preparatória e da orquestra principal.Desenvolver competências musicais, disciplina, senso de coletividade e repertório artístico por meio de atividades práticas de instrumento, teoria musical e práticas em conjunto.Estimular o protagonismo juvenil e o engajamento dos alunos com a cultura, incentivando a permanência no projeto e o fortalecimento dos vínculos com a comunidade, através de apresentações na própria comunidade, envolvendo os familiares.Promover acessibilidade e inclusão no universo da música por meio da capacitação da equipe em Libras, assegurando um ambiente mais acolhedor para pessoas com deficiência auditiva. Produto 3 _ Apresentações (Concertos e Retorno Social)Realizar, no mínimo, cinco apresentações musicais públicas e gratuitas por ano, com destaque para dois ou três concertos de maior porte, que valorizem o processo formativo dos alunos e promovam a visibilidade da Orquestra Jovem.Ampliar o acesso à cultura e à música de concerto para diferentes públicos, por meio de apresentações em locais públicos e de relevância cultural, como museus, universidades, teatros e praças.Garantir a logística de transporte dos alunos para as apresentações externas, assegurando sua participação de forma segura e gratuita, como parte do processo pedagógico e social.
Justificativa do ProjetoA Orquestra Jovem de Sergipe (OJSE) completa 11 anos de atividades em 2025, consolidando-se como um importante projeto de formação musical e inclusão sociocultural no estado. Desde sua criação, já formou mais de 500 alunos e executou mais de 134 peças orquestrais originais e arranjos próprios. Seu impacto vai além da música: reflete-se no desenvolvimento social dos participantes, oferecendo oportunidades de profissionalização, elevação da autoestima e novos horizontes para crianças, adolescentes e jovens em situação de vulnerabilidade social.O projeto está alinhado com a Lei de Incentivo à Cultura (Lei nº 8.313/91), atendendo a diversos dispositivos legais que fundamentam sua relevância e viabilizam sua execução:Conforme a alínea "c" do inciso I do artigo 3º, o projeto promove a instalação e manutenção de cursos culturais e artísticos voltados à formação, especialização e aperfeiçoamento de pessoal na área da cultura, garantindo o direito à formação artística e cultural dessas crianças, adolescentes e jovens. As aulas são totalmente gratuitas, sem qualquer ônus para os alunos.As apresentações da Orquestra Jovem atendem à alínea "a" do inciso IV do artigo 3º, ao promover a distribuição gratuita e pública de ingressos para espetáculos culturais e artísticos. Essas apresentações são abertas à comunidade e realizadas em espaços públicos, ampliando o acesso da população à cultura.O projeto também se enquadra no inciso I do artigo 1º, ao facilitar o acesso às fontes da cultura e ao pleno exercício dos direitos culturais. Além disso, atende ao inciso VIII do artigo 1º, ao estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, promovendo conhecimento, cultura e memória por meio da música.Desde seu início, em março de 2014, a OJSE tem transformado a vida de crianças e jovens dos bairros Santa Maria e 17 de Março, comunidades marcadas por altos índices de violência e exclusão social. O projeto ocupa o tempo ocioso desses jovens, promovendo a disseminação da educação musical tanto na comunidade quanto junto ao público em geral. Dessa forma, fortalece a visibilidade e o reconhecimento do talento dos jovens sergipanos que compõem a Orquestra.A trajetória da OJSE começou com 100 alunos e instrumentos de corda. Ao longo dos anos, foi ampliada e estruturada para se transformar em uma orquestra completa, incorporando novos naipes e instrumentos, como madeiras (clarinetes, oboés e fagotes), metais e percussão.Além das apresentações da formação orquestral completa, são constituídos pequenos grupos _ como quintetos e corais _ que ampliam o acesso cultural à população e incentivam o aprimoramento técnico dos alunos. Essas formações menores representam desafios importantes para os integrantes, estimulando o crescimento artístico e pedagógico dos estudantes.No final de 2024, a Orquestra conquistou, finalmente, sua sede própria. Até então, as atividades eram realizadas em espaços cedidos. Essa conquista foi fundamental para a qualidade do projeto, pois agora é possível manter uma grade de aulas contínua nos turnos da manhã, tarde e noite, durante todos os dias da semana.A viabilização do projeto por meio da Lei de Incentivo à Cultura permite a captação de recursos via dedução fiscal, sensibilizando potenciais patrocinadores. Esse financiamento é essencial para a manutenção das atividades da OJSE nos bairros Santa Maria e 17 de Março, além de possibilitar futuras expansões para outras comunidades com baixos índices de desenvolvimento econômico e cultural. Assim, o projeto assegura sua continuidade e amplia seu impacto social, promovendo atividades artísticas e educacionais que valorizam e difundem a cultura no estado de Sergipe.Desde sua criação, a Lei de Incentivo à Cultura tem sido o principal mecanismo de financiamento da Orquestra Jovem de Sergipe, permitindo sua existência e crescimento contínuo. Justificativa para a Coexistência dos Planos Anuais do Instituto BaneseO Instituto Banese mantém dois planos anuais atualmente em execução: o Plano Anual do Museu da Gente Sergipana e o Plano Anual da Orquestra Jovem de Sergipe. Embora ambos sejam iniciativas do Instituto, tratam-se de projetos com características, finalidades e públicos completamente distintos.O Museu da Gente Sergipana está localizado no centro de Aracaju e tem como foco principal a preservação, valorização e difusão da cultura sergipana, por meio de exposições, atividades educativas e eventos culturais. Já a Orquestra Jovem de Sergipe atua na periferia da cidade, no bairro Santa Maria, oferecendo formação musical gratuita a crianças e jovens, promovendo inclusão e transformação social por meio da arte.Além disso, cada projeto possui uma equipe técnica própria, contratada e remunerada de forma independente, sem sobreposição de funções ou compartilhamento de recursos humanos. Da mesma forma, os custos de execução são distintos e planejados de acordo com as especificidades de cada iniciativa.Portanto, a coexistência desses dois planos anuais se justifica plenamente, visto que atendem a públicos diferentes, possuem objetivos específicos e operam em contextos distintos, assegurando maior alcance e impacto social e cultural no estado de Sergipe.Portanto, a coexist?ncia desses dois planos anuais se justifica plenamente, visto que atendem a p?blicos diferentes, possuem objetivos espec?ficos e operam em contextos distintos, assegurando maior alcance e impacto social e cultural no estado de Sergipe.Portanto, a coexist?ncia desses dois planos anuais se justifica plenamente, visto que atendem a p?blicos diferentes, possuem objetivos espec?ficos e operam em contextos distintos, assegurando maior alcance e impacto social e cultural no estado de Sergipe.
Informações sobre o funcionamento das aulas: Programa de Ensino – Prático e Teórico No programa de ensino, será dada continuidade ao mesmo modelo iniciado em 2014, baseado no mais importante projeto de ensino musical da atualidade, o “El Sistema” da Venezuela. Naquele país, mais de 450 mil jovens e crianças tocam um instrumento musical, contagiando programas semelhantes em todo o mundo. As semelhanças são muitas em relação à oferta de aulas individuais, monitoria, aulas em grupo, ensaios de naipe e ensaio geral semanalmente. Para além da continuidade deste modelo exitoso de ensino, também foram aprimorados e inseridos novos cursos, como a formação de grupos de câmeras (quartetos, quintetos e alunos solistas). O objetivo é expandir as possibilidades técnicas da formação no aprendizado em repertório próprio para estes grupos, visando melhorar as habilidades individuais de cada aluno. As atividades acontecem diariamente, de segunda a sexta, no turno da manhã e da tarde no horário das 08h às 12h e das 14h às 18h e de segunda e quarta, no turno da noite das 18h às 21h, onde acontecem aulas individuais, aulas em grupo, aulas teóricas e ensaios de naipe, ensaio do Grupo de Câmera e ensaio das Orquestra Preparatória. Aos sábados, das 14h às 16h, acontecem os Ensaios da Orquestra Principal. A projeto é composto por 44 violinos, 20 violas, 18 violoncelos,10 contrabaixos, 10 flautas transversais, 8 clarinetes, 3 fagotes, 3 oboés, 2 Sax Alto, 2 Sax Tenor, 40 de Percussão, 50 de Canto Coral e 50 de Musicalização. Fazem um total de 260 alunos. As avaliações são realizadas de forma continuada em todas as aulas, sendo investigado seu processo semanal em relação a resposta e progresso alcançado com cada professor. Semestralmente são realizados avaliações com banca de professores, abordando os assuntos realizados em sala de aula sobre as questões práticas, como a execução das lições dos métodos, apresentação de escalas, análise da postura, afinação e musicalidade, bem como a parte teórica, realizada através do ensino/aprendizagem de notação musical, leitura de notas e valores, compassos simples e compostos, unidade de tempo e compasso, dinâmicas de intensidade, intervalos simples e compostos e acidentes, além de uma avalição escrita. Um dos pontos de avaliação é o cumprimento da pontualidade e assiduidade, sendo exigido um mínimo de 70% de presença nas atividades semanais. Para o cumprimento dessa regra são convocadas reuniões periódicas com os pais e com os professores, com o objetivo de atingir melhoras consideráveis, no sentido de os alunos entenderem a importância de cumprir suas responsabilidades. OFICIAS/CURSOS Classe de Violino Aula Individual Participam das atividades de aula individual de violino um total de 44 alunos. As aulas são realizadas em blocos de 50 minutos, 1 aula para cada aluno, nos 5 dias da semana, pela manhã e pela tarde. O projeto conta com 2 professores e 1 instrutor instrumentista, que orientam 3 níveis diferentes de alunos (iniciantes, intermediários e avançados). As aulas individuais da classe de violino iniciantes, tem como principal objetivo a construção inicial dos conhecimentos técnicos para potencializar o desempenho no instrumento. No conteúdo programático são abordados temas como: a fisiologia do violino; primeira posição; mão direita: pegada de arco; desenvolvimento de articulação do braço direito; princípios básicos da produção do som; mudança de corda; golpes de arco; mão esquerda: posicionamento da mão; mecanização dos dedos; pizzicato e harmônicos; escalas; arpejos e entonação. A aula funciona de forma expositiva com exercícios práticos, vídeos, o próprio instrumento e método prático específico impresso como: Suzuki - Livro 1 e 2; Basics: 300 Exercises and Practice Routines for the Violin de Simon Fischer e Sevicik - School of Violin Tecnics. Para alunos intermediários é dado continuidade aos quesitos técnicos já incorporados e são levados a compreender a importância da prática individual e coletiva, bem como compreender a técnica violinística ajustada ao contexto histórico de cada período musical, a fim de se obter uma melhor interpretação musical. No Conteúdo programático são abordados temas como: mão e braço direito; mão e braço esquerdo; produção de som; mudança de posição; harmônicos; entonação; vibrato; escalas, arpejos e cordas duplas e Golpes de arco. Os livros didáticos são: Suzuki - Livro 3, 4 e 5; Basics: 300 Exercises and Practice Routines for the Violin de Simon Fischer; Sevicik - School of Violin Tecnics; Melodious Double Stops, Livro 1 de Josefine Trott e 100 Violin Etudes, Op. 32 de Hans Sitt. Na classe de alunos avançados, são levados a uma maior desenvoltura de domínio técnico e amadurecimento artístico, proporcionando as ferramentas para uma produção artística de maior qualidade no instrumento. No conteúdo programático são abordados temas como: relaxamento muscular; postura; divisão de arco; relação pressão versus velocidade do arco; ampliação do limite sonoro do instrumento com qualidade; organização dos dedos na mão esquerda; vibrato; variedade de arcadas; articulação de mão esquerda; escalas e arpejos; estudos de posição fixa; mudança de posição e contextualização histórica do repertório tocado. Para isso, é realizado uma aula expositiva com exercícios práticos e com instrumento e livros impressos como: Hans Sitt, Volumes 1, 2 e 3, Suzuki, Volumes 5, 6 e 7; Urstudien de Carl Flesh e Scale system de Carl FLESCH. Monitoria Participam das atividades de monitoria de violino um total de 34 alunos. As aulas são realizadas em grupos de 3 ou 4 alunos, em blocos de 1 hora por semana, distribuídos ao longo de 3 dias na semana. O projeto conta com 3 monitores, que orienta 2 níveis diferentes de alunos (iniciantes e intermediários). Somam um total de 9 horas de monitoria por semana. O monitor fica sujeito a seguir o conteúdo programático ditado pelo professor durante a respectiva semana e assim auxiliar e conduzir o estudo individual de cada aluno. Ensaio de Naipe Participam das atividades de Ensaio de Naipe de violino um total de 30 alunos. Os ensaios são realizados em 3 blocos de 1hora e meia por semana. O ensaio de naipe é conduzido por 2 professores e 1 instrutor que orientam os 3 níveis diferentes de alunos (iniciantes intermediários e avançados). Os ensaios de naipe estão sujeitos a orientação do maestro que durante os ensaios gerais estabelece o conteúdo programático a ser aplicado. Classe de Viola Aula Individual Participam das atividades de aula individual de viola um total de 20 alunos. As aulas são realizadas com blocos de 50 minutos, 1 aula para cada aluno, ao longo de 3 dias na semana. O projeto conta com 1 professor, que orienta todos os níveis de alunos (iniciantes, intermediários e avançados). Nas aulas individuais da classe de viola tem como principal objetivo a construção inicial do aluno aos conhecimentos técnicos e de forma gradativa potencializar em todos os níveis o desempenho no instrumento. No conteúdo programático são abordados temas como: a fisiologia do viola; primeira posição; mão direita: pegada de arco; desenvolvimento de articulação do braço direito; princípios básicos da produção do som; relaxamento muscular; mudança de corda; golpes de arco; divisão de arco; mão esquerda: posicionamento da mão; mecânica dos dedos; relação de pressão e velocidade do arco; organização dos dedos na mão esquerda; pizzicato e harmônicos; escalas; arpejos; entonação; estudos de posição fixa; mudança de posição; vibrato; ampliar o limite sonoro do instrumento com qualidade e contextualização histórica do repertório tocado. A aula funciona de forma expositiva com exercícios práticos e instrumento e livros impressos de viola como: Hans Sitt para Viola, Volumes 1, 2 e 3, Suzuki para Viola, Volumes 1, 2, 3, 4, 5, 6 e 7; Urstudien de Carl Flesh e Scale system de Carl FLESCH. Monitoria Participam das atividades de monitoria de viola um total de 14 alunos. As aulas são realizadas em grupos de 2 alunos, em blocos de 1 hora por semana, distribuídos ao longo de 3 dias na semana. O projeto conta com 2 monitores, que orientam todos os níveis diferentes de alunos (iniciantes, intermediários e avançados). O monitor fica sujeito a seguir o conteúdo programático ditado pelo professor durante a respectiva semana e assim auxiliar e conduzir o estudo de cada aluno. Ensaio de Naipe Participam das atividades de Ensaio de Naipe de viola um total de 14 alunos. Os ensaios são realizados em 2 blocos e de 1 hora e meia cada, por semana. O ensaio de naipe é conduzido pelo professor que orienta os 2 níveis diferentes de alunos (intermediários/avançados). Os ensaios de naipe estão sujeitos a orientação do maestro que durante os ensaios gerais estabelece o conteúdo programático a ser aplicado. Classe de Violoncelo Aula Individual Participam das atividades de aula individual de violoncelo um total de 18 alunos. As aulas são realizadas com blocos de 1 hora por aluno, distribuídos ao longo 5 dias por semana. O projeto conta com 2 professores, que orientam todos os níveis de alunos (iniciantes, intermediários e avançados). Tem como principal objetivo a construção inicial do aluno aos conhecimentos técnicos e de forma gradativa potencializar em todos os níveis o desempenho no instrumento. No conteúdo programático são abordados temas como: fisiologia e história do instrumento; postura ao sentar; segurar o instrumento e escolher a altura do espigão; forma de segurar o arco; movimentos preparatórios do braço direito para colocação do arco sobre as cordas; movimentos combinados da mão e do braço direito; movimentos para puxar e empurrar o arco; cordas soltas nas quatro cordas; arcadas com vários ritmos; mudanças de cordas; exercícios para os dedos da mão esquerda; primeira posição; pizzicato e harmônicos; entonação; estudos de posição fixa; mudança de posição; vibrato; exercícios para extensão do 1º e 4º dedos; técnica de som (destacado longo e destacado ligado); arpejos e escalas em três e quatro cordas; duetos com 2º violoncelo e prática de leitura à 1ª vista. A aula funciona de forma expositiva com exercícios práticos e instrumento e livros impressos da literatura do violoncelo como: Suzuki, Vol. 1, 2, 3, 4, e 5 e método de violoncelo, Vol. 1 de Dotzauer. Monitoria Participam das atividades de monitoria de violoncelo um total de 14 alunos. As aulas são realizadas em grupos de 2 alunos, em blocos de 1 hora por semana, distribuídos ao longo de 3 dias na semana. O projeto conta com 1 monitor, que orienta todos os níveis diferentes de alunos (iniciantes, intermediários e avançados). O monitor fica sujeito a seguir o conteúdo programático ditado pelo professor durante a respectiva semana e assim auxiliar e conduzir o estudo individual de cada aluno. Ensaio de Naipe Participam das atividades de Ensaio de Naipe de violoncelo um total de 14 alunos. Os ensaios são realizados em 2 blocos e de 1 hora e meia cada, por semana. O ensaio de naipe é conduzido por 1 monitor que orienta os 2 níveis diferentes de alunos (iniciantes e intermediários/avançados). Os ensaios de naipe estão sujeitos a orientação do maestro que durante os ensaios gerais estabelece o conteúdo programático a ser aplicado. Classe de Contrabaixo Aula Individual Participam das atividades de aula individual de contrabaixo um total de 10 alunos. As aulas são realizadas com blocos de 1 hora por aluno, distribuídos ao longo 2 dias por semana, pela manhã e tarde. O projeto conta com 1 professor, que orienta todos os níveis de alunos (iniciantes, intermediários e avançados). Tem como principal objetivo a construção inicial do aluno aos conhecimentos técnicos e de forma gradativa potencializar em todos os níveis o desempenho no instrumento. No conteúdo programático são abordados temas como: história do contrabaixo; parte do instrumento; mão esquerda: forma; mão direita: arco; escalas maiores e menores de uma e duas oitavas; golpes de arco; primeira posição; pizzicato e harmônicos; entonação; estudos de posição fixa; mudança de posição; vibrato e prática de leitura à 1ª vista. A aula funciona de forma expositiva com exercícios práticos e instrumento e livros impressos da literatura do contrabaixo como: Suzuki, Bass School, Vol. 1, 2 e 3; Nuovo medo per contrabasso de Billè; Méthode de Contradasse de Jean-marc Rollez e Kontrabass-Bogentekni de Trumpf. Monitoria Participam das atividades de monitoria de contrabaixo um total de 6 alunos. As aulas são realizadas em grupos de 2 alunos, em blocos de 1 hora por semana, em 1 dia na semana. O projeto conta com 1 um professor que realiza as aulas individuais bem como as monitorias. Ensaio de Naipe Participam da atividade de ensaio de naipe de contrabaixo um total de 4 alunos. O ensaio é realizado em 1 bloco de 1 hora e meia por semana. O ensaio de naipe é conduzido pelo mesmo professor que orientam os 2 níveis diferentes de alunos (intermediários e avançados). Os ensaios de naipe estão sujeitos a orientação do maestro que durante os ensaios gerais estabelece o conteúdo programático a ser aplicado. Classe de SOPROS (Madeiras) Aulas coletivas Participam das atividades de aulas coletivas de sopros um total de 28 alunos: 10 flautas transversais, 8 clarinetes, 3 fagotes, 3 oboés, 2 Sax Altos 2 Sax Tenores. As aulas são realizadas em blocos de 1 hora em 2 dias na semana no horário da tarde e noite. O projeto conta com 1 professor que orientam os diferentes instrumentos da família das madeiras. As aulas coletivas da classe dos instrumentos de sopros - madeiras (Flauta, Clarinete, Oboé, fagote, Sax Alto e Sax Tenor), tem como principal objetivo a construção inicial dos conhecimentos técnicos para potencializar o desempenho no instrumento, desenvolvendo a autoconfiança para tocar individualmente e em grupos musicais. No conteúdo programático são abordados temas como: Conhecer a história dos instrumento e sua família; Alongamento; Postura sentada e em pé; Conhecer o básico do aparelho respiratório; Exercícios para respiração; Exercícios de embocadura com o bocal do instrumento; Partes dos instrumentos; Montagem e desmontagem; Nota longa com o bocal no instrumento montado; Posições dos dedos no instrumento; Articulação; Afinação; Escalas maiores, menores e cromáticas; Arpejos maiores e menores; Exercícios dos métodos; Estudos do repertório proposto; Repertório de grupos como banda, orquestras, duo, trio, quarteto etc.; Apreciação de gravações; Principais referência nacionais e internacionais de cada categoria do instrumento. A aula funciona de forma expositiva com exercícios práticos, vídeos, o próprio instrumento e método prático específico impresso como: Suzuki Flute School - Livro 1; Essential Elementes 2000 – Livro 1, Compreehensive Band Method; Flauta Fácil. Método Prático Para Principiantes de Celso de WOLTZENLOGEL; Método Progressivo de GIAMPIERI; Studi Per Oboé de CLEMENTE; Practial Studies For Oboe de GEKELER. Monitoria Participam das atividades de monitoria da classe dos Sopros (madeiras) um total de 12 alunos. As aulas são realizadas em grupos de 3 ou 4 alunos, em blocos de 1 hora por semana, distribuídos ao longo de 2 dias na semana. O projeto conta com 3 monitores, que orientam os diversos instrumentos. O monitor fica sujeito a seguir o conteúdo programático ditado pelo professor durante a respectiva semana e assim auxiliar e conduzir o estudo individual de cada aluno. Ensaio de Banda Participam das atividades de Ensaio de Banda um total de 18 alunos. Os ensaios são realizados com um bloco único de 2 horas por semana pela noite. Tem como principal objetivo o aperfeiçoamento da prática de conjunto, dando oportunidade ao aluno de aplicar seus estudos dentro de um coletivo como: entender a afinação, ritmo e articulação, dinâmica, timbragem, harmonia, nuanças fraseológicas musicais e gestual do maestro. No conteúdo programático são abordados temas como: escalas; arpejos; variações de arco; estudo das dinâmicas, pulsação rítmica, alterações de andamento e repertório popular e erudito de música de banda. Classe de Percussão Aula em grupo Participam das atividades de aula em grupo de percussão um total de 40 alunos. As aulas são realizadas em grupos de alunos, em blocos de 1 hora, divididas em 6 turmas, durante de 2 dias na semana. O projeto conta com 1 professor, que orienta todos os níveis de alunos (iniciantes, intermediários e avançados). Tem como principal objetivo o desenvolvimento de habilidades musicais por meio do estudo de instrumento de percussão, estimular a percepção rítmica e coordenação motora. No conteúdo programático são abordados temas como: história da percussão; instrumento de percussão dos ritmos brasileiros; instrumento de percussão dos ritmos afro-cubanos; tipos de baquetas; fisiologia e manuseio dos diversos tipos de instrumento; postura; tipos de Grip (Pegada); relação bateria e contrabaixo; formulas de compasso; tabelas de figuras, valores e pausas; exercícios para mãos (individuais) em semínima; exercícios para duas mão em semínima, colcheia e semicolcheia; clave de bateria e percussão; primeiros Grooves: Balada, Rock e Valsa; viras em colcheias e semicolcheias; abertura de Chimbal; Blues; Exercícios para os pés em semínimas e colcheia; ritmos brasileiros: Bossa Nova, Axê, Baião, Samba, Pagode e Guarânia; rudimentos da P. A. S e aplicação de rudimentos em viradas. A aula funciona de forma expositiva com exercícios práticos e foco na prática do instrumento e livros impressos da literatura do como: Guia Teórico Prático para Ensino do Ditado Musical de Heitor Pozzoli; Stick Control: For Snare Drum de Stone; Drums Book 2 de Tuck; Bateria: Ouvir e Tocar com Duda Moura, Vol.1 de Duda Moura e Baterias kids: a arte de tocar baterias em grupo de Lucas Santos, Priscila Barcia e o próprio professor Kelvin Cruz. Ensaio de Naipe Participam das atividades de ensaio de naipe de percussão um total de 10 alunos. Os ensaios são realizados em 1 hora e meia cada. O ensaio de naipe é conduzido pelo mesmo professor que orienta os 2 níveis diferentes de alunos (iniciantes e avançados). Os ensaios de naipe estão sujeitos a orientação do maestro que durante os ensaios gerais estabelece o conteúdo programático a ser aplicado. Classe de Coral e Musicalização Aula em grupo Participam das atividades do coral 50 alunos e das atividades de musicalização 50 alunos. As aulas de Coral são realizadas com blocos de 1 hora, divididas em 5 turmas, ao longo de 2 dias por semana, pela manhã e tarde. As aulas de Musicalização (alunos 6 aos 9 anos) são realizadas com bloco de 1 hora em 1 dia por semana, divididos por faixa etária. Aos sábados, acontecem os ensaios gerais, divididos em dois blocos, 1 hora com todos os alunos do coral e 1 hora com todos os alunos da orquestra e coral. O projeto conta com 1 professora de canto coral e 1 professora de Musicalização. No conteúdo programático das aulas em grupos serão abordados assuntos como: fisiologia da voz (funcionamento dos aparelhos respiratório, fonador e ressonância); respiração (tipos de respiração e exercícios); método de canto (Escala); saltos de 2ªs 3ªs, 4ªs e 5ªs); classificação vocal (soprano, contralto, tenor e baixo); apreciação musical: (cantores com vozes diferentes); parâmetros do som: (altura, intensidade, duração e timbre); ensaio de repertório em grupo/individual (extra); recital dos alunos; projeção do som vocal (exercícios vocais); respiração com apoio; ressonância e articulação (legatto e staccatto) e dicção; método de canto (saltos de 6ªs, 7ªs e 8ªs); saúde Vocal; ensaio de repertório em grupo; apresentações com a Orquestra Jovem. Para isso se valerá de uma metodologia dialética, exposição dialogada, oficina com recursos visuais e audiovisuais, piano, violão, partituras e apreciação musical. Na classe de Musicalização os alunos são iniciados a prática musical de forma lúdica, valendo-se de recursos de instrumentos de percussão, flauta doce, percussão corporal e de canto. Aula Teórica (Coral) As aulas são realizadas com blocos de 1 hora, 1 dia por semana, igualmente divididos por faixa etária. O objetivo principal é o de promover o entendimento da teoria musical por meio de atividades dinâmicas priorizando a relação teórico-prática, bem como desenvolver a capacidade criativa dos alunos; estimular a percepção auditiva através da apreciação musical; estimular a prática do solfejo; fornecer subsídios teóricos para que o aluno possa executar o repertório proposto de forma consciente. No conteúdo programático serão abordados assuntos como: o que é música; jogos e atividades musicais (timbre, intensidade, duração e altura); escalas maiores e menores; compassos (simples e composto); intervalos; apreciação musical; percussão corporal para trabalhar células rítmicas; dinâmica; ornamentos; andamento; percepção auditiva e breve História da Música. Para isso se valerá de exposição oral, através de atividades teóricas e práticas, em conjunto e individuais, com recursos didáticos como violão, aparelho de som, livros e quadro branco e instrumentos de percussão e livros impressos como: Teoria da Música de Bohumil MED; Músicas e seu Ensino de Penna; Tramas e Fios de Fonterrada e Caderno de atividades de Tourinho. Aula Teórica - Instrumentos Aula em grupo Participam das atividades das aulas teóricas todos os alunos das classes de violino, viola, violoncelo, contrabaixo, flauta transversal, clarinete, Oboé, Fagote, Sax Alto e Sax Tenor, somando um total de 100 alunos. As aulas são realizadas com blocos de 1 hora, divididas em 10 turmas, ao longo de 2 dias por semana, de manhã e tarde. O projeto conta com 1 instrutor, que orientam todos os níveis diferentes de alunos divididos em 3 níveis de conhecimento (Módulo 1, 2 e 3). O objetivo principal é, através do conhecimento básico teórico, auxiliar o desempenho do instrumento e corroborar com as diversas atividades práticas musicais oferecidas. No conteúdo programático serão abordados assuntos como: a definição de música; parâmetros do som; as notas musicais; notação musical; tom e semitom; compassos; ponto de aumento; intervalos; escalas (Maior e menores); acordes; alterações (“acidentes”); acento métrico, sincope e contratempo; dinâmica; ornamentos; andamento; percepção e breve História da Música. Para isso se valerá de exposição oral, através de atividades teóricas e práticas, em conjunto e individuais, com recursos didáticos como piano, computador, material audiovisual e livros impressos como: Teoria da Música de Bohumil MED e Guia Teórico Prático para Ensino do Ditado Musical de Heitor Pozzoli. Grupo de Câmera Participam das atividades do Grupo de Câmera os alunos de violino, viola, violoncelo e contrabaixo, num total de 22 alunos. As aulas são realizadas em 2 blocos de 2h, 1 dia por semana. O projeto conta com 1 professor. Tem como principal objetivo o aperfeiçoamento da prática de conjunto, dando oportunidade ao aluno de aplicar seus estudos dentro de um coletivo como: entender a afinação, ritmo e articulação, harmonia, nuanças fraseológicas musicais e gestual do maestro. No conteúdo programático são abordados temas como: escalas; arpejos; variações de arco; estudo das dinâmicas, pulsação rítmica, alterações de andamento e repertório popular e erudito de música de câmera de cordas. Ensaios Gerais - Orquestra e Coral Participam da Orquestra Principal nas atividades dos Ensaios Gerais alunos avançados dos instrumentos (18 violinos, 8 violas, 8 violoncelos, 3 contrabaixos e 9 de percussão, 2 flautas, 2 clarinetes, 2 oboés, 1 fagote) e 40 coralistas, fazendo um total de 90 alunos. Os ensaios são realizados em um único bloco de 2 horas, 1 dia por semana. A regência é feita pelo coordenador e maestro do projeto. Orquestra Preparatória, ou seja, alunos egressos da seleção que é realizada no início de cada ano. Irão participar dos Ensaios Gerais alunos iniciantes (18 violinos, 8 violas, 8 violoncelos, 3 contrabaixos e 3 de percussão), fazendo um total de 40 alunos. Os ensaios serão realizados em um único bloco de 2 horas, 1 dia por semana. A regência será feita por 1 professor. Tem como principal objetivo o aperfeiçoamento da prática orquestral para futuras apresentações perante o público, dando oportunidade ao aluno de aplicar seus estudos, entendendo todos os meandros de um viés coletivo como: entendimento da afinação; ritmo e articulação; harmonia; nuanças fraseológicas musicais; percebendo qual naipe deve estar ou não em evidência; gestual do maestro; entender a função de cada líder (chefes de naipe). Tem ainda objetivo fundamental como: a convivência e troca de experiência entre todos os naipes; cultivar o interesse e prazer pelo instrumento e pela música; elevação da autoestima e formação cultural completa. No conteúdo programático são abordados temas como: escalas; arpejos; variações de arco; estudo das dinâmicas, pulsação rítmica, alterações de andamento e repertório popular e erudito original e arranjos com propósito didáticos de música de orquestral de cordas e canto coral. A avaliação efeito de forma contínua observando a performance durante os ensaios, postura, assiduidade e apresentações em concerto durante o ano. Repertório Na primeira edição do projeto em 2014, foram realizadas um conjunto de 18 peças orquestrais, mesclando música erudita, música brasileira, temas de filmes, canções folclóricas e canções natalinas. Na segunda edição (Dez 2015 -2016), tivemos um grande desafio, que foi lidar com 60% da orquestra com um ano de estudo e, por outro lado, os novos integrantes que somavam 40% dos alunos, que davam os primeiros passos na música. No entanto, o resultado foi surpreendente. Lançamos desafios musicais de alto nível, sendo bravamente superados tanto pelos alunos antigos, quanto pelos iniciantes. Foram preparadas peças orquestrais arranjadas especialmente para a Orquestra Jovem, dando ênfase às músicas dos grandes compositores, tais como: Heitor Villa-Lobos, Osvaldo Lacerda, P. Thaikovsky e Sebastian Bach, bem como temas de filmes e músicas populares, como: Game of Thrones, de. Djawadi, Eleanor Rigby, dos Beatles, A Conquista do Paraíso de Vangelis. E ainda temas de Natal como: Vem que está chegando o Natal, Oh Holy Night e O Natal é um lindo dia. Contamos também com uma peça original, composta pelo professor da OJSE, Erik Sarmento, intitulada Esperança Jovem. No ano de 2017, foram feitos arranjos orquestrais com propósitos didáticos, a exemplo de: um popurri da História da Música Ocidental, que aborda temas dos grandes compositores que marcaram cada época, desde o século XI até aos dias atuais e ainda temas da era de oro das Valsas, de diveros compositores. E ainda outros arranjos como: Libertango, de Astor Piazzola; Morning Mood, e In the Hall of The Moutain King, de Edward Grieg, e Minueto em Sol Maior, de Johann Sebastian Bach. Foram também executadas peças originais como o Concerto para Cordas em Ré Maior. Foram também realizados arranjos de temas populares como: Carinhoso, de Pixinguinha; Andar com Fé, de Gilberto; Um Amor Puro, de Djavan; Aquarela, de Toquinho e Vinícius de Moraes; Too Much Love Will Kill You, The Queen. Para isso, a Orquestra contou com a participação de ex-The Voice Kids João Pedro Borges e Emellyn Syang no concerto no mês de outubro, dedicado ao dia das crianças. Em 2018, foram incorporadas novas obras originais de grandes compositores, como a Pequena Serenata Noturna, de Mozart e o Hino Nacional Brasileiro. Arranjos especiais com objetivos didáticos como: As Quatro Estações, de Vivaldi; 2º movimento da Sinfonia n. 7. E também arranjos populares como: popurri de músicas Contemporâneas, e O Melhor do Cinema, de diversos compositores, onde aborda os temas mais famosos do mundo do cinema. Foram executadas também temas tradicionais nordestinos como: Viver Aracaju, de Ismar Barreto e Cheiro da Terra, de Claudio de Miguel e José de Gouveia, contando com a participação de grande nome da música sergipana, a cantora Amorosa, em apresentação em comemoração ao aniversário de Aracaju, 17 de março. Nas edições seguintes foram incorporadas peças originais com maior grau de dificuldade e com a participação de alunos solistas como: Sinfonia 25 em Sol menor de Mozart; Concerto para 2 violinos, de Bach; Concerto para Viola em Sol Maior, de Telemann; Concerto em ré menor para 2 Violinos e Violoncelo, de Vivaldi. Obras para orquestra de Cordas como: Serenata para Orquestra de Cordas, de Norman Leyden; Air on The G String, de Bach; Adágio para Cordas, de Alberto Nepomuceno. Arranjos didáticos como: Por uma Cabeza, de Carlos Gardel; Anistra´s Dance, de Grieg; Enigma and Nimrod, de Elgar; Mourão de Guerra-peixe. Peças para Orquestra de Cordas e Coral como: Duetto Buffo Di Due Gatti, de Rossini; Hallelujah, de Handel; e ainda um musical especial para o mês de outubro, Os Saltimbancos, de Chico Buarque. E ainda arranjos especiais para a época Natalina como: Adeste Fidelis, de John Wade, The Christmas Song, de Mel Torne, Noite de Paz, de Franz Gruber. E ainda a peças original como o Concerto Grosso (Pastorale), de Corelli. Somam um total de 20 músicas novas incorporadas na próxima edição do projeto. Desde a primeira edição do projeto (2014) até o presente momento já foram executados um total de 90 peças orquestrais. Seleção dos Alunos É realizado semestralmente um processo de seleção para preenchimento das vagas disponíveis nos diversos naipes que compõem a orquestra (Musicalização Infantil, Coral, Violino, Viola, Violoncelo, Contrabaixo Acústico, Flauta Transversal, Clarinete, Oboé, Fagote, Sax Alto, Sax Tenor e Percussão). Inicialmente, na data inicial do projeto, em 2014 foram ocupadas 100 vagas. Com o decorrer do tempo, e acompanhado do sucesso do projeto, percebeu-se a necessidade de ampliação destas vagas para 120 vagas em 2016, 160 vagas em 2019 e atualmente 260 vagas. O processo para preenchimento das vagas disponíveis se dá através de seleção com prova específica de acordo com cada categoria de instrumento ou voz, mediante avaliação do desempenho do aluno em audição perante uma banca de professores. Para participar do processo de seleção existem vários requisitos, tais como: ser morador dos bairros Santa Maria ou 17 de Março; ter idade entre 7 e 18 anos; estar matriculado em escola pública/privada, com aproveitamento escolar acima de 6,0 pontos de média (com apresentação do boletim escolar); ter disponibilidade no horário de funcionamento do projeto. Não é exigido prévio conhecimento em música. Durante a audição são avaliados critérios musicais como percepção rítmica, avaliação da afinação vocal, bem como avaliação musical, mediante apresentação de música de livre escolha livre do candidato. No momento posterior, o candidato é levado a conhecer o instrumento específico a qual pretende se candidatar, onde será avaliado a postura, musicalidade e afinação. Logo em seguida é divulgado em lista o resultado do processo de seleção levando-se em consideração a média obtida da banca de professores, e aceitação dos alunos com o melhor resultado, de acordo com o número de vagas disponíveis. Recitais, visitas e participações especiais Como forma de incentivar os alunos a se expressarem perante o público, bem como ter uma apreciação musical, são organizados encontros presididos por convidados externos à OJSE, como o maestro Helder Trefzger da Orquestra Sinfônica do Espírito Santo, o violoncelista francês Antoine Gramont, e ainda com mais de 15 participações de alunos destaque da Orquestra Jovem de Sergipe em concertos da Orquestra Sinfônica de Sergipe (ORSSE), como parte integrante do ensino e evolução de seu conhecimento e ascensão sociocultural. Desta forma, são organizados recitais e pequenas apresentações nos quais os alunos interpretavam as peças aprendidas na sala de aula para os colegas e para a comunidade escolar, realizadas na sede projeto e no espaço do Colégio Papa João Paulo II. Atividades complementares O projeto conta com um programa extracurricular de incentivo à leitura em parceria com a Universidade federal de Sergipe: “LER PARA SER: Formação do Leitor em Espaços de Vulnerabilidade Socioeconômica”. Os encontros ocorrem em dias de quarta-feira, das 14h às 15h30. O projeto oferece mediação de leituras, leitura comentada, discussões e atividades reflexivas e lúdicas, buscando incentivar o prazer pela leitura e formar leitores críticos e autônomos, promovendo a autoestima, transformação social e protagonismo, bem como o empréstimo de mais de 300 livros e diversas mídias audiovisuais, inclusive, algumas destas doadas do arquivo pessoal do ex-governador Marcelo Déda. Como forma de complementar o desenvolvimento escolar dos integrantes da orquestra, também é realizado um programa com aulas de reforço das principais matérias do currículo da grade escolar, como português, matemática, inglês e ciências. Estas são ministradas por professores e monitores do próprio projeto. Foi criado também um novo módulo de aulas intituladas “Diversidade e Cultura” com o objetivo de estimular os alunos e alunas da orquestra a desenvolver o aprendizado em outras línguas, como o inglês e o espanhol, bem como conhecer a história de movimentos artísticos.
Funcionamento da Orquestra Jovem de Sergipe (OJSE)Estrutura e Metodologia de EnsinoA Orquestra Jovem de Sergipe (OJSE) adota um modelo pedagógico inspirado no aclamado programa venezuelano “El Sistema”, referência mundial em educação musical. Desde 2014, o projeto segue essa abordagem, oferecendo uma combinação de aulas individuais, monitorias, aulas em grupo, ensaios de naipe e ensaios gerais semanalmente. Essa estrutura amplia o acesso ao ensino de música orquestral de forma integrada e coletiva, semelhante ao que acontece na Venezuela, onde mais de 450 mil jovens e crianças tocam em orquestras comunitárias. Nos anos recentes, a OJSE aprimorou sua metodologia com novas iniciativas pedagógicas. Uma das principais inovações foi a criação de grupos de câmara – como quartetos, quintetos e formações para alunos solistas – dentro do projeto . Esses conjuntos de música de câmera visam expandir o repertório e as possibilidades técnicas dos estudantes, proporcionando desafios artísticos adequados a pequenos grupos. Assim, além da prática na orquestra completa, os alunos desenvolvem habilidades individuais mais refinadas ao preparar peças específicas para essas formações menores. Essa combinação entre o ensino coletivo (no modelo El Sistema) e o trabalho camerístico contribui para uma formação musical abrangente e de alta qualidade. Rotina e AtividadesOs alunos da OJSE têm uma rotina intensiva e bem estruturada, com atividades distribuídas ao longo da semana. De segunda a sexta-feira, as aulas e ensaios ocorrem nos turnos matutino (08h às 12h) e vespertino (14h às 18h), havendo ainda atividades no período noturno (18h às 21h) nas segundas e quartas-feiras. Nesses horários são oferecidas as aulas práticas de instrumento (individuais e em grupo), aulas teóricas de música, além dos ensaios por naipe (seções de instrumentos) e dos ensaios dos grupos de câmara e da Orquestra Preparatória (destinada aos alunos iniciantes). Aos sábados à tarde, das 14h às 16h, reúnem-se todos os integrantes para o ensaio geral da Orquestra Principal, momento em que a orquestra jovem completa pratica o repertório conjunto. A estrutura de aulas abrange diversas classes de instrumentos e canto, garantindo atendimento especializado conforme a área. Atualmente, o projeto atende cerca de 260 alunos, englobando aproximadamente 44 violinistas, 20 violistas, 18 violoncelistas, 10 contrabaixistas, 10 flautistas, além de grupos de clarinetes, oboés, fagotes, saxofones (alto e tenor), percussão, bem como um coro (canto coral) e alunos de musicalização infantil. Cada classe instrumental ou vocal possui professores dedicados e, em muitos casos, monitores (alunos mais experientes ou instrutores) que auxiliam no ensino. Por exemplo, na classe de violino – que conta com 44 alunos – são ministradas aulas individuais de 50 minutos para cada estudante, ao longo dos cinco dias da semana (manhã e tarde), sob orientação de 2 professores e 1 instrutor, atendendo níveis iniciante, intermediário e avançado . Além das aulas individuais, esses jovens violinistas participam de monitorias em pequenos grupos (3 a 4 alunos por grupo), uma hora por semana, conduzidas por monitores que reforçam o conteúdo dado em aula e ajudam a desenvolver o estudo individual de cada um. De forma similar, as demais classes – viola, violoncelo, contrabaixo, sopros, percussão e coro – seguem uma grade de aulas individuais e práticas coletivas adequadas ao número de alunos e ao nível de cada turma, garantindo que todos progridam técnica e musicalmente. Para além da formação estritamente musical, a OJSE oferece atividades complementares focadas no desenvolvimento educacional e cultural dos participantes. Um destaque é o programa “Ler Para Ser”, iniciativa extracurricular de incentivo à leitura realizada em parceria com a Universidade Federal de Sergipe (UFS). Os encontros do clube de leitura ocorrem semanalmente às quartas-feiras, das 14h às 15h30, envolvendo mediação de leitura, leitura comentada, rodas de discussão e atividades lúdicas relacionadas aos livros. O objetivo é estimular o prazer pela leitura e formar jovens leitores críticos e autônomos, fortalecendo a autoestima e promovendo transformação social através do hábito de ler. O projeto já disponibiliza um acervo de mais de 300 livros (além de mídias audiovisuais), parte deles obtidos por doações, para uso dos alunos. Processo de AvaliaçãoO acompanhamento do progresso dos alunos é contínuo. A cada aula, os professores avaliam o desenvolvimento técnico e teórico de cada jovem músico, fornecendo feedback imediato e identificando pontos a melhorar – trata-se de uma avaliação continuada integrada à rotina de ensino. Além desse monitoramento constante, ao final de cada semestre é realizada uma avaliação formal diante de uma banca examinadora composta pelos professores da OJSE. Nessa avaliação semestral, o estudante é testado em vários aspectos: na parte prática, ele precisa demonstrar a evolução no instrumento executando trechos dos métodos e lições trabalhados em aula, apresentar escalas e arpejos, e evidenciar boa postura, afinação e musicalidade ao tocar. Já na parte teórica, são abordados conteúdos de teoria musical aprendidos durante o semestre – leitura e escrita de partitura, reconhecimento de figuras rítmicas e valores de nota, compreensão de compassos simples e compostos, dinâmica (intensidade do som), intervalos musicais e sinais de alteração (acidentes) – conhecimentos que, inclusive, podem ser cobrados também em uma prova escrita. Esse formato abrangente de avaliação garante que os alunos internalizem tanto a técnica instrumental quanto os fundamentos teóricos da música. Outro critério importante de desempenho é a assiduidade e pontualidade. Os integrantes da orquestra devem comparecer regularmente às aulas e ensaios, sendo exigido um mínimo de 70% de frequência nas atividades semanais. A pontualidade também é valorizada, pois disciplina é parte essencial do aprendizado coletivo. Caso algum aluno apresente faltas ou atrasos frequentes, a coordenação do projeto toma providências educativas: são convocadas reuniões com os pais ou responsáveis e com os próprios professores, buscando conscientizar sobre a importância do compromisso e reverter eventuais casos de indisciplina . Esse acompanhamento próximo visa assegurar que os jovens aproveitem ao máximo as oportunidades do projeto e desenvolvam senso de responsabilidade. Assim, através de um sistema de avaliação contínua, provas semestrais abrangentes e controle de frequência, a OJSE mantém um alto padrão de qualidade pedagógica, reconhecendo o esforço dos alunos e incentivando a melhoria constante em sua formação musical. Seleção e Participação dos AlunosA Orquestra Jovem de Sergipe é voltada para crianças e adolescentes, e o ingresso no projeto se dá por meio de um processo seletivo transparente e inclusivo. Semestralmente, são abertas inscrições para preencher as vagas disponíveis em cada naipe da orquestra – incluindo Musicalização Infantil, Coral, Violino, Viola, Violoncelo, Contrabaixo, Flauta, Clarinete, Oboé, Fagote, Saxofone e Percussão. Quando a OJSE iniciou suas atividades, em 2014, foram ofertadas 100 vagas aos primeiros alunos. Diante do sucesso do programa e da demanda crescente da comunidade, o número de vagas foi sendo ampliado: em 2016 passou a 120, em 2019 chegou a 160, e atualmente o projeto atende cerca de 260 alunos ativos . Isso demonstra a capacidade de crescimento da iniciativa e seu compromisso em alcançar mais jovens através da música. O processo seletivo em si consiste em provas práticas e audições conduzidas por uma banca de professores da OJSE, avaliando o potencial musical dos candidatos. Cada inscrito é submetido a um teste específico de acordo com o instrumento ou naipe de seu interesse (ou voz, no caso do coral), no qual deve demonstrar aptidão rítmica e musicalidade perante os avaliadores. Não é exigido conhecimento prévio de música – o projeto está aberto tanto a iniciantes motivados quanto àqueles que já tenham alguma vivência musical, nivelando-os conforme o resultado das provas. Entretanto, para assegurar o foco nas comunidades que mais se beneficiam da inclusão social pelo ensino de música, a OJSE estabelece alguns pré-requisitos de participação. Podem se inscrever jovens com idade entre 7 e 18 anos, preferencialmente residentes nos bairros Santa Maria ou 17 de Março (regiões de Aracaju onde o projeto atua prioritariamente), e que estejam matriculados em escola (pública ou privada) apresentando um bom rendimento escolar – é exigida média mínima de 6,0 nas notas, comprovada por boletim. Durante a audição, os professores avaliam diversos aspectos do candidato. Primeiro, verifica-se sua percepção rítmica e afinação por meio de exercícios simples, incluindo canto ou batida de palmas, para medir a musicalidade básica. Em seguida, o candidato pode apresentar uma peça musical de livre escolha (um trecho cantado ou tocado, caso já tenha alguma experiência ou preparação), o que permite à banca observar sua desenvoltura, expressão e memória musical. Após essa etapa, os candidatos têm um contato inicial com o instrumento que desejam aprender: sob orientação dos avaliadores, experimentam posicionar o instrumento (no caso de cordas, por exemplo, verificam-se postura e coordenação; nos sopros, a embocadura; na percussão, a noção de ritmo). Nesse momento, são observados a postura, a coordenação motora e a familiaridade natural do jovem com o instrumento, bem como sua musicalidade inata. Ao final do processo, a banca atribui notas ou conceitos aos participantes e os resultados são compilados. Os candidatos com melhor desempenho (de acordo com as vagas disponíveis em cada categoria) são aprovados e convocados para integrar a orquestra, com a lista final divulgada publicamente (PROJETO PEDAGÓGICO OJSE - 2025.docx). Os novos alunos ingressam então no ciclo de aulas regulares e, em muitos casos, iniciam na Orquestra Preparatória – um núcleo de prática orquestral para iniciantes – antes de gradualmente integrarem a orquestra principal conforme avançam tecnicamente. Todo esse processo seletivo busca garantir que a OJSE atenda aqueles jovens mais comprometidos e alinhados com os objetivos do projeto, equilibrando mérito musical, inclusão social e dedicação escolar. Impacto Social e ApresentaçõesComo projeto sociocultural, a OJSE não se restringe às salas de aula: há um forte enfoque em levar a música à comunidade e promover a inclusão por meio da arte. A orquestra realiza apresentações públicas gratuitas regularmente, democratizando o acesso à música erudita em Sergipe. Esses concertos acontecem em diversos espaços – teatros, museus, escolas, igrejas e praças – alcançando públicos variados. Por exemplo, ao longo do ano são organizados recitais didáticos onde os alunos apresentam peças aprendidas em sala para colegas, familiares e moradores do bairro, seja na própria sede do projeto ou em locais parceiros, como o auditório do Colégio Papa João Paulo II . Também são promovidos concertos em palcos oficiais e eventos culturais, nos quais a Orquestra Jovem de Sergipe mostra seu repertório. Em datas comemorativas e festivais, é comum ver a OJSE se apresentando – seja no Teatro Tobias Barreto, em museus locais, ou em eventos ao ar livre como o Arraiá do Povo (festa junina na Orla de Atalaia) – sempre com entrada franca. Essas apresentações não apenas enriquecem o calendário cultural do estado, como permitem que os jovens músicos ganhem experiência de palco e se sintam parte ativa da sociedade, compartilhando seu talento. Além disso, a OJSE marca presença em cerimônias e solenidades especiais (a exemplo de posses de autoridades ou eventos beneficentes), demonstrando na prática o poder transformador da música e dando visibilidade positiva ao trabalho realizado no projeto. O intercâmbio com profissionais e instituições de renome é outro pilar importante para ampliar os horizontes dos alunos. A OJSE regularmente convida maestros, solistas e professores de destaque para masterclasses, workshops e ensaios abertos com os jovens. Já estiveram à frente da orquestra, como convidados, por exemplo, o maestro Helder Trefzger (regente da Orquestra Sinfônica do Espírito Santo) e o violoncelista francês Antoine Gramont, entre outros músicos experientes. Nessas ocasiões, os alunos têm a oportunidade de aprender novas técnicas, ouvir conselhos e vivenciar diferentes estilos de direção artística, enriquecendo sua formação. A orquestra jovem também busca integração com corpos artísticos profissionais: mais de 15 alunos de destaque da OJSE já tiveram a chance de tocar como convidados em concertos da Orquestra Sinfônica de Sergipe (ORSSE), a principal orquestra do estado . Essa colaboração serve de incentivo e reconhecimento – os estudantes vivenciam na prática o ambiente de uma orquestra profissional, tocando em grandes salas de concerto, e trazem de volta à OJSE uma motivação extra e experiência aprimorada. Tais vivências comprovam o impacto positivo do projeto na vida dos participantes: muitos ampliam seus sonhos e perspectivas, passando a almejar carreiras na música ou, independentemente da profissão que sigam, carregam para a vida valores como disciplina, trabalho em equipe e apreciação da cultura. Como parte de seu compromisso social, a Orquestra Jovem de Sergipe frequentemente alia música e cidadania em ações solidárias. Em diversos concertos e eventos organizados pelo projeto, é comum haver campanhas de arrecadação de alimentos, livros ou brinquedos destinados a comunidades carentes. Por meio dessas iniciativas, o público é convidado a contribuir voluntariamente – por exemplo, doando um quilo de alimento não-perecível ou um livro – como gesto de solidariedade, embora a entrada para as apresentações seja gratuita. Os itens arrecadados são posteriormente distribuídos a famílias em vulnerabilidade social ou ajudam a compor bibliotecas comunitárias, estendendo o impacto do projeto para além da música. Esse tipo de ação beneficia diretamente a comunidade local e instila nos alunos valores de empatia, solidariedade e responsabilidade social. Ao vivenciarem o ato de ajudar o próximo, os jovens músicos entendem na prática que a arte pode ser um instrumento de transformação social não só pelas notas que tocam, mas também pelas atitudes que inspiram. Assim, a OJSE consolida-se não apenas como uma escola de música, mas como um agente ativo de mudança em Sergipe, formando cidadãos conscientes e engajados. Captação de Recursos e SustentabilidadePara viabilizar todas essas atividades de forma gratuita aos alunos, a OJSE conta com um modelo de financiamento baseado em parcerias público-privadas e leis de incentivo. O projeto é mantido principalmente graças ao patrocínio do Instituto Banese, braço social do Grupo Banese (Banco do Estado de Sergipe. Além disso, a Orquestra Jovem está formalmente inscrita na Lei Federal de Incentivo à Cultura (Lei Rouanet), o que permite captar recursos de empresas privadas que, em troca, recebem incentivos fiscais. Desde 2015, quando foi aprovada na Lei Rouanet, a iniciativa vem garantindo investimentos essenciais para sua continuidade e expansã. Por meio dessa lei, uma parcela do imposto de renda devido pelas empresas pode ser direcionada diretamente ao projeto, o que se traduz em benefícios mútuos: a orquestra obtém os fundos necessários para instrumentos, uniformes, remuneração de profissionais e infraestrutura, enquanto as empresas patrocinadoras exercem sua responsabilidade social e têm sua marca associada a um projeto de grande impacto positivo. Como contrapartida aos patrocinadores, a OJSE oferece visibilidade institucional e reconhecimento público. As empresas que apoiam o projeto têm suas marcas divulgadas nos materiais de comunicação da orquestra (como programas de concerto, camisetas, banners em eventos e mídias sociais), evidenciando seu compromisso com a cultura e a educação. Muitas vezes, patrocinadores e parceiros são homenageados em concertos oficiais, reforçando a importância do apoio deles para o sucesso do projeto. Além disso, a participação via Lei Rouanet garante aos patrocinadores o benefício fiscal previsto em lei, reduzindo parte do imposto a pagar ao mesmo tempo em que investem no futuro de centenas de jovens. Essa dinâmica de incentivos tornou-se fundamental para a sustentabilidade da OJSE, pois assegura recursos financeiros de forma contínua e planejada. Com o apoio do Instituto Banese e das empresas incentivadas, a Orquestra Jovem de Sergipe consegue se manter 100% gratuita para os alunos, fornecendo inclusive instrumentos, transporte em algumas situações, alimentação em dias de apresentação, entre outros suportes quando necessário. Desse modo, nenhuma família arca com custos para que seus filhos participem – a única “moeda de troca” esperada é o empenho e dedicação dos jovens nas atividades. Em resumo, a captação de recursos via patrocínios e leis de incentivo permite que a OJSE floresça e cumpra sua missão social. As contrapartidas oferecidas garantem que essa seja uma via de mão dupla: investir na orquestra jovem traz retornos tangíveis e intangíveis aos apoiadores – desde a construção de uma imagem corporativa socialmente responsável até a satisfação de contribuir para a transformação de vidas e da comunidade. Graças a esse modelo sustentável de financiamento, a Orquestra Jovem de Sergipe tornou-se um exemplo de como a parceria entre governo, iniciativa privada e sociedade civil pode gerar um impacto duradouro. O projeto já revelou talentos, reduziu a evasão escolar, melhorou o desempenho acadêmico de muitos participantes e promoveu cidadania, provando que investir em cultura e educação é investir no desenvolvimento social. Cada nota tocada por esses jovens é, em grande medida, resultado de um esforço coletivo de sustentabilidade financeira e compromisso comunitário, assegurando que a OJSE continue a transformar vidas e encantar plateias por muitos anos.
ACESSIBILIDADE NA ORQUESTRA JOVEM A Orquestra Jovem agora conta com uma sede própria, a qual estamos adaptando para garantir acessibilidade. PRODUTO: OFICINA/ CURSO/ ESTÁGIO e PLANO ANUAL ACESSIBILIDADE FÍSICA/ ARQUITETÔNICAO edifício onde as aulas são realizadas é adaptado, possuindo rorredores e portas largas, rampa de acesso, corrimão, e sinalização inclusiva.As salas de aula foram organizadas para permitir a livre circulação de cadeirantes e pessoas com mobilidade reduzida.Acabamos de implementar uma sala de regulaçãoNovos recurso financeiros a serem aplicados: Necessidade de adaptar o banheiro e corrimão.Placas informativas em braile para a sede do projeto.Conserto da calçada com piso tátil e rampa de acordo com as especificações das normas de acessibilidade. ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES VISUAISContratação de profissional especializado em audiodescrição durante as aulas, caso tenhamos procura de alunos nessa condição. Recurso financeiro aplicado: Contratação de 01 profissional para atuação no projeto. ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES AUDITIVOSContratação de profissional especializado em Libras para acompanhar, caso tenhamos procura de alunos nessa condição. Curso básico de Libras para professores e equipe técnica, garantindo comunicação inclusiva no ambiente de ensino.Recurso financeiro aplicado: Contratação de 01 profissional de Libras para o projeto. ACESSIBILIDADE ATITUDINAL/ INTELECTUAL Contratação de monitores especializados para auxiliar no aprendizado dos alunos.Desenvolvimento de materiais adaptados para diferentes níveis de compreensão.Recurso financeiro aplicado: Contratação de 03 monitores para acompanhamento. PRODUTO: APRESENTAÇÕES MUSICAISACESSIBILIDADE FÍSICA/ ARQUITETÔNICAAs apresentações são realizadas em locais acessíveis, incluindo rampas, elevadores, banheiros adaptados e sinalização.O Museu da Gente Sergipana, onde ocorrem eventos da Orquestra Jovem, é totalmente adaptado e conta com educadores fluentes em Libras.Recurso utilizado: Nenhuma adaptação adicional necessária. ACESSIBILIDADE E MOBILIDADEDisponibilização de transporte adaptado para alunos e público de baixa renda.Garantia de acessibilidade no deslocamento até os locais de apresentação.Recurso utilizado: Locomoção acessível. ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES AUDITIVOSIntérprete de Libras presente em todas as apresentações externas.Recurso utilizado: Contratação de profissional habilitado.Consultores surdos para a interpretação das apresentações: ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES VISUAISParceria com a ADEVISE (Associação dos Deficientes Visuais de Sergipe) para experiências musicais imersivas.Contratação de narrador para audiodescrição em concertos.Recurso utilizado: Contratação de profissional especializado.Consultores cegos para as audiodescrições das apresentações
DEMOCRATIZAÇÃO DE ACESSOConforme INSTRUÇÃO NORMATIVA MINC Nº 23, DE 5 DE FEVEREIRO DE 2025, cumprimos com as seguintes medidas de ampliação de acesso: Disponibilização de conteúdos audiovisuais acessíveis: São disponibilizados na internet vídeos da Orquestra Jovem de Sergipe. Há um canal no YouTube "Orquestra Jovem de Sergipe", com apresentações, palestras e MasterClasses realizadas integralmente. Na nossa plataforma "Espia a Gente" está disponível o concerto especial de Dia das Crianças e novos conteúdos serão inseridos regularmente.Captação e veiculação de imagens das atividades: É permitida a captação de imagens das atividades e apresentações, incentivando sua difusão por redes públicas de televisão e outras mídias gratuitas. Bolsas de estudo e acesso à educação musical: O projeto oferece aulas gratuitas de música para alunos de escolas públicas, garantindo estrutura completa para sua permanência (bolsa, instrumento, material). Concertos abertos ao público e em comunidades periféricas: São realizados concertos públicos em comunidades, promovendo acesso da população à música clássica. Além disso, sempre que possível, os pais dos alunos são levados a apresentações especiais com transporte fornecido pelo projeto, incentivando o fortalecimento das relações familiares e a valorização do aprendizado musical.
Equipe NÃO remunerada pelo projeto Ezio Déda - Diretor Superintendente. Responsável pela gestão do Museu da Gente Sergipana Gov. Marcelo Déda, no desenvolvimento de projetos realizados pela instituição. É graduado em Arquitetura e Urbanismo pela Universidade Tiradentes (UNIT), pós-graduado em Desenho, Registro e Memória pela Universidade Estadual de Feira de Santana (UEFS). Professor do curso de Arquitetura e Urbanismo da Universidade Tiradentes. Foi um dos responsáveis pelo Projeto Arquitetônico e de Restauro do Prédio do Antigo Atheneuzinho em Aracaju-SE, que sedia o Museu. É membro do Conselho Editorial da Editora do Diário Oficial do Estado de Sergipe. Foi curador de diversas exposições, além de desenvolver projetos museais mesclando linguagens artísticas multidisciplinares e tecnológicas. Fernanda Barros - Diretora de Programas e Projetos. Graduada em Enfermagem pela Universidade Federal de Sergipe (UFS) e pós-graduada em Enfermagem Obstétrica pela Universidade Tiradentes (UNIT). Se especializou em eventos sociais em 2017, trabalhando na área de eventos particulares. Foi docente do curso técnico de Enfermagem do Centro de Estudos São Lucas (2018 – 2023). Em 2023 foi Coordenadora de Produção do Instituto Banese onde, atualmente, está como Diretora de Programas e Projetos. Tiara Camera - Gerente de Projetos e Convênios Especialista em Gestão Cultural pela Universidade Federal da Bahia e graduada em Secretariado Executivo pela UFS. Possui ampla experiência em diversas áreas relacionadas ao campo da cultura, abrangendo desde a produção até o planejamento. Já desempenhou papéis na Secretaria de Estado da Cultura, na Secretaria Municipal de Cultura, e atualmente é responsável pela gerência de projetos e convênios no Instituto Banese. Thiago Moura de Mendonça – Gerente de Manutenção e Tecnologia. Atua na coordenação de equipe técnica de T.I, de manutenção e limpeza, responsável pela estrutura tecnológica dos equipamentos e instalações, para o pleno funcionamento do Museu. Graduado em Administração pela Faculdade São Luiz de França, Técnico em informática pelo Banese, capacitado pela empresa 32 bits em manutenção de conteúdos interativos. Desde a inauguração do Museu atua como técnico e a partir de 2018 assumia como Gerente de Manutenção e Tecnologia do Instituto Banese e do Museu da Gente Sergipana Tarcila Olanda - Gerente de Comunicação. É gerente de comunicação do Instituto Banese - Museu da Gente Sergipana, atua na gestão de comunicação e no desenvolvimento de releases, matérias e articulação com a imprensa. Graduada em Comunicação Social/Jornalismo pela Universidade Federal de Sergipe (UFS), especialista em Comunicação e Mídia Digital pela Faculdade de Negócios de Sergipe (Fanese). Atuou como coordenadora de comunicação do Instituto Recriando (2012-2013), e como jornalista na Ascom da Secretaria de Estado da Inclusão, Assistência e do Desenvolvimento Social de Sergipe em 2013. Atuou na assessoria dos Projetos Orquestra Jovem de Sergipe e Japaratuba em Rede: Juventude, Cultura e Cadeias Produtivas, e demais atividades desenvolvidas pelo Instituto Banese / Museu da Gente Sergipana Gov. Marcelo Déda. Eduardo Lucas Santos Vieira Formado pela Universidade Tiradentes – Unit (2016). Atua na Concepção e Desenvolvimento de Projetos Arquitetônicos, Urbanísticos, Ambientação, Cenografia e de Museografia. Foi membro da equipe executiva do novo conceito das Agências do Banco do Estado de Sergipe - Banese, assim como no projeto do Museu dos Povos Acreanos, no estado do Acre, Memorial de Sergipe Profº Jouberto Uchôa (da Unit em Aracaju) e do Centro de Memória Digital de Simão Dias, juntamente com o escritório parceiro Ágora Arquitetos Associados. Eduardo Lucas hoje é Gerente de Programação Cultural e Projetos Expográficos do Instituto Banese e Museu da Gente Sergipana. Carlos Eder Souza Getirana - Coordenador Geral Atua no desenvolvimento geral das atividades do projeto, atendendo as demandas da equipe no que concerne às atividades cotidianas e nas apresentações em geral, bem como no acompanhamento administrativo do projeto. Assistente social formado pela Universidade Federal de Sergipe-UFS, tem experiência em trabalhos de atendimento social e cultural. Orquestra Jovem - Remunerada Equipe Manuella de Miranda Vieira - Coordenadora de Comunicação. Jornalista formada pelo curso de Comunicação Social com Habilitação em Jornalismo, pela Universidade Federal de Sergipe (UFS), em 2016. Técnica em Rádio e TV pelo curso do SENAC Sergipe, em 2019. Experiência em comunicação de projetos sociais desde 2012, com passagens pelo Instituto Recriando, Projeto Japaratuba em Rede e Projeto Orquestra Jovem de Sergipe. Repórter esportiva de rádio desde 2018. Gerenciamento de redes sociais desde 2018. Coordenador Pedagógico e maestro - Marcio Boer Bonifácio Iniciou seus estudos musicais através de sua mãe pianista Ester Mirian Bonifácio e aos 8 anos de idade, sob na classe de violino com o professor Denis Polachini (PR). Tem formação em violino pelo Conservatório Nacional de Lisboa (2009) sob orientação da professora polaca Bogumila Burfin. Nos anos de 2008 e 2009, dando continuidade a seus estudos, participou em diversas atividades, como a participação em cursos de música de câmara no norte de Portugal, sob coordenação do maestro francês Jean Marc Burfin e da professora Bogumila Burfin, bem como em concurso de sonatas realizado na Sala dos Espelhos do Palácio Foz e o 3º Concurso de Sonatas e Sonatinas em Lisboa, onde obteve Menção Honrosa. É Bacharel e Mestre em Arquitetura e Urbanismo desde 2013 pelo Instituto da Universidade de Lisboa (ISCTE-IUL), onde desenvolveu dissertação de mestrado em que abordou a relação entre a música e a arquitetura – “Arquitetura e Urbanismo Musical: Leitura de Lisboa em Si do Compositor Pedro Castanheira”, que foi defendida em 2013 e recebida pela banca examinadora com grande distinção. Novamente no Brasil, em 2014 e 2015, atuou como professor de violino do projeto social “Orquestra Jovem de Sergipe”, bem como músico violinista da Orquestra Sinfônica de Sergipe (ORSSE). Em novembro de 2015, assumiu os cargos de coordenador pedagógico e maestro do projeto “Orquestra Jovem de Sergipe”, desenvolvendo o trabalho com 250 crianças e adolescentes. Kamila Kelly Santos Ribeiro - Secretária Secretária da Orquestra Jovem desde Março de 2024. Kamila foi aluna do projeto de 2017 a 2022, atualmente faz graduação em Gestão Pública. No projeto desempenha atividades de auxílio e organização das aulas, logística de apresentações, contato com pais e professores, entre outras atividades de secretariado. Michelle da Silva Batista Santos - Apoio Michele realiza as atividades de limpeza e organização das salas de aula, recepção de alunos e apoio durante as aulas. Professor de Violoncelo e Grupo de Câmara (15 horas) - Clodoaldo Nunes Silva Natural de Londrina, iniciou seus estudos de teoria, solfejo e regência com o renomado maestro Othonio Benvenuto. Tendo posteriormente aulas de violoncelo com a professora Maria Salete de Carvalho e Joel Costa. Participou do Festivais de Música com orientação dos professores Zigmunt Kubala, Andre Micheletti, Maria Alice Brandão e Guerra Vicente. Fez ainda masterclasses com Hugo Pilger e Ricardo Santoro e Kirill Bogatyrev. Em 2002 em Maringá, atuou em diversos grupos de cordas. Foi professor de violoncelo do Projeto Guri em Maringá de 2003 a 2006 e do curso de iniciação ao violoncelo do Projeto de Extensão da Universidade Estadual de Maringá (UEM). Em 2007 e 2008 regeu o Coral Santa Cecília da Catedral Metropolitana de Londrina. Formou-se Bacharel em violoncelo em 2014 pela Escola de Música e Belas Artes do Paraná com a professora Maria Alice Brandão. Atualmente é integrante do naipe de violoncelos da Orquestra Sinfônica de Sergipe, professor de violoncelo e regente da Orquestra Preparatória na Sociedade Filarmônica Nossa Senhora da Conceição (Itabaiana – SE). É professor de Teoria e regente dos grupos de câmara da Orquestra Jovem de Sergipe. Professor de Violino (15 horas) - Alisson Anselmo No ano de 1998, inicia os estudos de violino com o professor Fabiano Santana Dias - atual Concertino da Orquestra Sinfônica de Sergipe (ORSSE). Entre 2010 a 2013, Atuou como violinista na Orquestra Sinfônica da Universidade de Sergipe (OSUFS) e na Orquestra Filarmônica de Itabaiana, dando continuidade aos estudos de violino nesse referido período com o professor Márcio Rodrigues, Spalla à época da Orquestra Sinfônica de Sergipe (ORSSE). É Bacharel em Engenharia de Petróleo e Gás pela Universidade Federal de Sergipe (UFS). Em 2014 atuou como monitor de violino e a partir de 2017 com professor de violino no projeto social “Orquestra Jovem de Sergipe”. Professor de Violino (15 horas) - Carlos Henrique Santos Santiago Estudou no Conservatório de Música de Sergipe (CMS) durante 11 anos onde atuou como solista interpretando o Concerto em Mi Maior, "La Primavera" e o Concerto em Lá Menor, de Vivaldi. Além disso, também teve aulas de violino com o boliviano Eduardo Campadello e buscou aprimorar a técnica tendo aulas com a violinista romena Ana Guitã. Entre 2009 e 2011 foi músico violinista na Orquestra Sinfônica de Itabaiana com a direção do maestro Ângelo Rafael sendo que no ano seguinte se tornaria Spalla e solista na Orquestra Sinfônica Vale do Cotinguiba (OSVC) com a direção do maestro Ion Bressan. Dando continuidade a carreira musical, atuou como músico violinista na Orquestra Sinfônica de Sergipe (ORSSE) no ano de 2013 onde teve aula com o Spalla à época Márcio Rodrigues e o atual Concertino Fabiano Santana. De 2014 à 2016 assumiu o cargo de músico violinista na Orquestra Sinfônica da Universidade Federal de Sergipe (OSUFS) passando dentro desse período a atuar também como Spalla. A partir de 2016 até os dias de hoje atua como professor de violino no Projeto "Orquestra Jovem de Sergipe". Professor de Violoncelo (15 horas) - Mário Augusto Alves Peixoto Iniciou seus estudos em violoncelo no ano 1999, no “Projeto de Câmara nas Escolas Públicas” (Escola Viva), em Fortaleza (Ceará). Lá teve suas primeiras aulas de violoncelo, com o professor Jorge Lima, e de formação camerística, com o professor Gutemberg Pereira. Entre os anos 2000 e 2003 participou das edições do “Festival Internacional Eleazar de Carvalho”, sob orientação dos mestres Juarez Johnson (BR), Silvia Games (AR) e Rebeca Patterson (USA). Participou também do "Workshop para Violoncelo” ministrado pelo professor Walter Michael Vollhardt (Friburgo/Alemanha). Busca constantemente ter aulas particulares com grandes violoncelistas, como Calin Campos, Paulo Santoro, Fernando Brum, Samuel Oliveira, Francisco Orrú e Antoine Gramont. Participou ainda de diversas masterclass ministradas por nomes importantes do cenário musical: Antônio Lauro Del Claro, Nelson Campos, Pavel Gomziakov e Johannes Gramsch e outros. Em 2003 integrou a equipe da “Filarmônica do Ceará” (músico cache) e em 2004 passou a fazer parte do quadro de músicos da Orquestra Sinfônica de Sergipe (músico cache), da qual tornou-se músico titular em 2005. Dá aulas particulares desde 2006 a crianças e jovens. Foi professor na escola CAM (Centro de Aprendizagem Musical) em 2016. É professor de violoncelo desde 2014 no projeto social “Orquestra Jovem de Sergipe”. Professor de Contrabaixo (15 horas) - Érik Barbosa Sarmento Iniciou seus estudos musicais no Contrabaixo em 2009 no projeto "Orquestra Vale do Continguiba". A partir de 2010 começou a fazer participação voluntária como contrabaixista da "Orquestra Sinfônica da UFS". Em 2012 Começou seus estudos no curso Licenciatura em Música na UFS, bem como passou a ter aula com Jair Maciel (Chefe de Naipe da Orquestra Sinfônica de Sergipe - ORSSE). Ainda em 2012 passou a fazer estágios regulares na ORSSE. Em 2014 passou a integrar a Orquestra Jovem de Sergipe como Instrutor de Contrabaixo. Em 2015 participou do Festival Internacional de Música de Santa Catarina tendo aula com o Professor Romeno, da Arizona University, Catalin Rotaru, bem como com o Professor francês Thibault Delor. Ainda em 2015 foi aprovado no concurso para contrabaixista efetivo da Orquestra Sinfônica de Sergipe. Em 2016 passou a integrar o quadro de professores do projeto "Orquestra Jovem de Sergipe" e arranjador do mesmo. Professora de Canto Coral (15 horas) - Ada Alves Da Silva Lacerda Graduada em Letras Português - Licenciatura Plena pela Universidade Tiradentes (2009). Graduada em Música – Licenciatura Plena em Educação Musical (2018) pela Universidade Federal de Sergipe (UFS). Aperfeiçoamento em Pós-Graduação em Pedagogia Musical pela Faculdade Pio Décimo. Formação em curso Básico e Técnico em Piano pelo Conservatório de Música de Sergipe. Desenvolveu Trabalho de Conclusão de Curso (TCC) abordando a criação e desenvolvimento do “Projeto Orquestra Jovem: Uma Experiência no Bairro Santa Maria”. Com experiência e atuação no ensino de Teclado e Órgão (1992 a 2018). Experiência de Ensino de flauta doce aos meninos carentes, pela Prefeitura de Monte Alegre de Sergipe (2008 a 2009). Ministra aulas Particulares de piano, Flauta doce e canto. Participou do coral da UFS (2011 a 2016) com Diversas Apresentações em Aracaju e cidades circunvizinhas. De 2014 a 2017, Atuou como Pianista e Instrutora de Canto Coral e em 2018 assumiu o cargo de Professora, desenvolvendo o trabalho com adolescentes e jovens, no Projeto Orquestra Jovem de Sergipe. Professor de Percussão (15 horas) - Kelvin Silva da Cruz Graduado em Licenciatura em música pela Universidade Federal de Sergipe em 2019. Iniciou os estudos de música aos 9 anos de idade, onde teve o primeiro contato com instrumentos de percussão e aulas particulares. Ao longo dos anos vem se profissionalizando, participando de cursos e palestras. Trabalha como músico e professor de música, atuando no cenário orquestral e popular, realizando shows e gravações com artistas locais, além de workshops de bateria e percussão. Em 2015 realizou workshops de música brasileira em Portugal, e desde então, tem desenvolvido pesquisas sobre a área da percussão, publicando artigos e até um livro voltado para o ensino de bateria em grupo para crianças, pela pró-reitoria de extensão da UFS. No ano de 2016 ingressou em várias orquestras do estado, como percussionista, sendo elas: Orquestra Sinfônica da Universidade Federal de Sergipe e Orquestra Sinfônica de Sergipe (músico convidado). Desde 2017 é professor de percussão no projeto “Orquestra Jovem de Sergipe”. Professora de Musicalização Infantil e Canto Coral (15 horas) - Ana Carolina Schmidt Freitas Graduada em Licenciatura em música pela Universidade Federal de Sergipe (UFS) em 2018 e concludente do último ano do curso técnico de violão clássico no Conservatório de Música de Sergipe. Durante a graduação foi representante de Aracaju no projeto de âmbito nacional “Brasil Musicantes”, coordenado pela Profa. Dra. Marisa Trench Fonterrada. Atua há cinco anos em escolas de ensino regular como educadora musical e na área da musicalização participou de cursos com Margareth Darezzo (SP), Luciana Nagumo (SP) e o integrante do grupo Barbatuques, Maurício Maas (SP). Em 2016, durante o estágio no Programa de Iniciação à Docência (PIBID), organizou o I Festival de Música do Colégio Djenal Tavares de Queiroz no Teatro Atheneu, sob a orientação da Profa. Dra. Maria Joselice e da Profa. Dra. Priscila Gambary. Em setembro de 2018 foi convidada pela coordenadora do Conservatório de Música, Simone Lima, a ministrar a palestra “Práticas musicais com bebês de 0 a 03 anos” e pelo seu orientador, Msc. Alessandro Pereira, a proferir a palestra “Ciranda dos equilibristas: Uma análise de três métodos brasileiros de violão para crianças sob a perspectiva da educação musical”, a qual foi o tema de seu trabalho de conclusão de curso na Universidade Federal de Sergipe. É professora de Musicalização Infantil e preparadora vocal no projeto “Orquestra Jovem de Sergipe” desde maio de 2018. Professor de Viola (15 horas) – Jeffter Mello Nascido em Aracaju, iniciou o estudo de música em 2013 com o professor Tarcísio Dantas. Seu crescimento musical com a Viola ocorreu ingressando na OSUFS em 2016, junto ao maestro Daniel Nery, participando também em quartetos e quintetos no cenário musical sergipano. Atuou em alguns concertos com a ORSSE, sob regência do maestro Guilherme Mannis e dos maestros convidados Helder Trefzger e Edilson Ventureli, sendo músico estagiário e substituto. Participou de Master Class com o violinista e maestro Jean Reis e foi professor de viola e violino da escola de música Targues, sendo principal viola da orquestra de câmara. Atualmente, é discente na Universidade Claretiano no curso de Licenciatura em música e professor de viola da Orquestra Jovem de Sergipe Professor de Madeiras (15 horas) Ricardo Resende Natural de Aracaju - SE, Pós-Graduado em Regência Orquestral, Extensão em Regência Orquestral da América do Sul, Pós-Graduado em Gestão de Projetos Musicais (ambos pela Faculdade FACE); Graduado pela Universidade Federal de Sergipe em Licenciatura em Música com Habilitação em Educação Musical; formado pelo Conservatório de Música de Sergipe em saxofone (técnico). Básico e Técnico em oboé no Centro de Educação Profissional / Escola de Música de Brasília – DF. Atualmente é oboísta e corne inglês da ORSSE (Orquestra Sinfônica de Sergipe) desde 2009; professor de música com instrumentos de sopros (flauta doce, flauta transversal, oboé, clarinete, fagote e saxofone) na Orquestra Jovem de Sergipe desde 2020. Possui os cursos de: Regência de Banda, Regência de Canto Coral, Formação de Professores de Musicalização Infantil, Atividades Pedagógico-Musicais, Produção de Palco, Oboé Erudito, Oboé Barroco, Saxofone Erudito, Big Band, Banda Sinfônica, Editoração de Partitura, Fabricação de instrumentos com material reciclável, Seminários para mestres e Músicos de Bandas, entre outros. Instrutor Instrumentista/ Violino (11 horas) – Esdras Goes Iniciou os estudos de violino em março de 2014 na Orquestra Jovem de Sergipe onde teve como professores: Thirza Costa, Alisson Ancelmo, e Marcio Bonifácio (atualmente, maestro da Orquestra Jovem de Sergipe), que orientaram para o aprimoramento de suas técnicas e musicalidade. Após isso, investiu em aulas particulares com músicos da Orquestra Sinfônica de Sergipe (ORSSE) como Gabriela Sossmeier (violino I), Felipe Harder (violino I), Fabio Dantas (violista) e Fabiano Santana (concertino violino I), destacados profissionais e artístas no cenário local. Atualmente investe em aulas de violino com o professor Cesar Vicente (chefe de naipe das violas da ORSSE). Já participou de eventos musicais como masterclass com Davi Gratone (OSESP), Gabriela Queiroz (Spalla OSB) e do II Festival de Música de Carazinho-RS (2024). Está cursando Licenciatura em Música na UFS (Universidade Federal de Sergipe 4° período e estou como spalla na OSUFS (Orquestra Sinfônica da UFS e assumiu a classe de violino iniciante na Orquestra Jovem de Sergipe desde julho de 2024. Instrutor Instrumentista/ Teoria Musical (11 horas) - Clariskennedy dos Santos Monteiro Iniciou seus estudos de violoncelo em 2014 sob orientação do professor Mário Peixoto no projeto Orquestra Jovem de Sergipe, direção do Maestro e violinista Márcio Rodrigues. Neste período também participou de masterclass com o renomado cellista Antônio Lauro del Claro. Em 2015 participou do primeiro ENVISE (Encontro de violoncelos de Sergipe) onde teve aulas com o violoncelista Francisco Orru. Desde 2016 passou a atuar como instrutor da classe de Teoria Musical no Projeto Orquestra Jovem de Sergipe. Desde 2023 é discente do curso de Licenciatura de Música da Universidade Federal de Sergipe
Transferência de recursos entre conta captação e conta movimento no valor de R$7.500,00 em 02/04/2026.