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PRONAC 254724Autorizada a captação residual dos recursosMecenato

PLANO ANUAL 2026 - ESPAÇO CULTURAL ACESA CAPUAVA

ASSOCIACAO CULTURAL EDUCACIONAL SOCIAL E ASSISTENCIAL CAPUAVA
Solicitado
R$ 1,16 mi
Aprovado
R$ 1,16 mi
Captado
R$ 919,0 mil
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

Incentivadores (4)
CNPJ/CPFNomeDataValor
61068276000104Unilever do Brasil Ltda.1900-01-01R$ 500,0 mil
01615814000101UNILEVER BRASIL ALIMENTOS LTDA1900-01-01R$ 256,0 mil
46124624000111Unimed Campinas Cooperativa de Trabalho Médico1900-01-01R$ 126,3 mil
02038232000164BANCO COOPERATIVO SICOOB S.A.1900-01-01R$ 36,7 mil

Eficiência de captação

79.1%

Classificação

Área
—
Segmento
Empreend Ações Educ-Cult/Capacitação/Treinamento
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Plano anual
Ano
25

Localização e período

UF principal
SP
Município
Valinhos
Início
2026-01-01
Término

Resumo

Realização de oficinas gratuitas de música, dança, teatro, desenho animado, artes plásticas e fotografia para pessoas com e sem deficiência, formação de uma banda inclusiva e realização de ensaios abertos de práticas de conjunto, e realização de um evento com apresentações de música e artes cênicas para compartilhamento dos conteúdos absorvidos e produtos gerados nas oficinas e promoção da integração social da pessoa com deficiência.

Sinopse

Descrição da proposta: O projeto se baseia no tripé de sustentação: conscientização, em prol da inclusão e socialização da pessoa com deficiência, resgate da memória de Flávio de Carvalho e acesso à cultura para todos. A ACESA Capuava - Associação Cultural Educacional Social e Assistencial Capuava - é uma entidade sem fins lucrativos atuante dentro da Fazenda Capuava, que tem como público alvo crianças, jovens e adultos com deficiência, buscando desenvolver as potencialidades humanas. A sede modernista da Fazenda Capuava, projetada e construída entre 1929 e 1938 pelo artista Flávio de Carvalho, é atualmente um Patrimônio Histórico da Humanidade pelo CONDEPHA. A ACESA CAPUAVA foi fundada pela Tia Helô, única herdeira do Flavio de Carvalho e construída no espaço na frente da Casa Modernista. E é nessa fazenda histórica que a ACESA Capuava mantém o Espaço Cultural ACESA Capuava, onde serão realizadas a maioria das atividades aqui propostas. O plano anual contempla 2 produtos culturais, ambos gratuitos e inclusivos: realização de oficinas culturais (incluindo a formação de uma banda inclusiva e realização de ensaios abertos de práticas de conjunto) e produção e realização de um evento com apresentações musicais e cênicas. As OFICINAS serão de música (duas oficinas de música), dança, teatro, artes plásticas, fotografia e desenho animado, para pessoas com e sem deficiência, com vagas abertas para pessoas já atendidas pela Associação ACESA Capuava, para pessoas atendidas por outras entidades e para público em geral. As aulas ocorrerão de segunda a sexta-feira, de modo que o conhecimento cultural e a vivência do ‘fazer artístico’ contribuam para o desenvolvimento do potencial criativo, das percepções sensoriais e intelectuais e para a formação humana e artísticas dos participantes das oficinas. Cada aluno poderá participar de quantas oficinas desejar e as vagas serão preenchidas por ordem de inscrição. As atividades desenvolvidas servirão de base para a montagem de apresentações musicais e cênicas, apresentando os resultados do projeto e dando acesso à produção artística à população em geral. Como complemento às atividades desenvolvidas em sala de aula, haverá também a formação de uma banda inclusiva e realização de ensaios abertos de práticas de conjunto com os alunos das oficinas de música. As APRESENTAÇÕES MUSICAIS E CÊNICAS acontecerão em um dia na sede modernista da Fazenda CAPUAVA, onde está a sede da ACESA CAPUAVA, resgatando a memória de Flávio de Carvalho, estimulando e ampliando a concepção artística da população presente no evento e promovendo a inclusão e interação social de pessoas com deficiência. O evento contemplará a apresentação de bandas e artistas locais, além das apresentações produzidas nas oficinas. Por tratarmos de pessoas com deficiência, haverá o acompanhamento de terapeuta ocupacional, fisioterapeuta, pedagogo, interprete de libras e psicólogo em todos as atividades realizadas (pessoal já contratado pelo proponente por regime de CLT). Estes profissionais darão suporte técnico, auxilio e conhecimento sobre as deficiências atendidas na instituição (física, intelectual, TEA - Transtorno do Espectro Autista, e auditiva) aos oficineiros, desde aspectos motores (postura, coordenação motora global, sugestões de adaptações de materiais), comportamentais (as emoções e os recursos da imaginação e fantasia), pedagógicos (diferentes formas de aprendizagem, relações sociais – inclusão - e criatividade) e da comunicação (noções básica da Comunicação Suplementar e/ou Alternativa (CSA) e Libras).

Objetivos

Objetivo geral: Os objetivos gerais deste projeto são oferecimento de oficinas culturais e realização de apresentações de música e artes cênicas para disseminar os conteúdos produzidos e, assim, promover inclusão social e cultural da pessoa com deficiência e possibilitar à mesma a experiência de cidadania concreta, inserindo-a diretamente na comunidade por meio da cultura, além de contribuir para a formação intelectual e cultural dos participantes do projeto, desenvolver as habilidades artísticas, para vivenciarem o fazer artístico, adquirirem técnicas e conhecimento cultural, possibilitar aos participantes o desenvolvimento da sensibilidade artística aliado ao incentivo à criatividade e à expressão individual e coletiva, resgatar a memória do artista modernista Flávio de Carvalho e contribuir para o desenvolvimento humano e artístico dos participantes das ações do projeto, bem como de seus familiares, amigos, comunidades do entorno e população em geral. Objetivos específicos: - Oferecer oficinas gratuitas de música, dança, teatro, desenho animado, artes plásticas e fotografia, durante 12 meses; - Oferecer 20 vagas por oficina, totalizando 140 vagas;- Formação de uma banda inclusiva e realização de 3 ensaios abertos de práticas de conjunto para aproximadamente 300 pessoas; - Realizar apresentações de música e artes cênicas em um dia de evento para um público de aproximadamente 1.600 pessoas; - Impactar diretamente ao menos 2.000 pessoas com todas as atividades do projeto.

Justificativa

A partir de uma iniciativa pioneira na região de Campinas, por volta de 1998, a psicomotricista Heloísa de Carvalho Crissiuma abriu as porteiras de sua fazenda, antigo reduto do artista Flávio de Carvalho, para iniciar um trabalho com pessoas com deficiência pouco conhecido _ a Equoterapia. O trabalho mantido operacionalmente e financeiramente por "Tia Helô" foi tomando proporções maiores, atraindo cada vez mais pessoas interessadas no tratamento, profissionais de diversas áreas e apoiadores, e logo se tornou uma Associação. Assim nasceu a ACESA Capuava - Associação Cultural Educacional Social e Assistencial Capuava, atualmente uma associação sem fins lucrativos, de utilidade pública atuante dentro da Fazenda Capuava, que tem como público alvo crianças, jovens e adultos com transtorno do espectro autista, deficiência intelectual, deficiência múltipla e surdez. Seu principal objetivo é o desenvolvimento das potencialidades humanas, por meio do atendimento nas áreas de saúde, educação, assistência social e cultura. Apoiamos integralmente a inclusão da pessoa com deficiência, considerando o aspecto físico, emocional, cultural e social. Através da arte, buscamos o desenvolvimento de um sujeito critico capaz de estabelecer relações entre os conteúdos apresentados, a vivência de experiências estéticas e aspetos individuais de sua própria cultura. As elaborações teóricas de L.S.Vigotski (1896-1934) a respeito da aprendizagem e do desenvolvimento de pessoas com e sem deficiência aponta as contribuições da arte para o desenvolvimento humano. Para este autor, a arte está em permanente relação com a realidade objetiva, compreensão que lhe permitia enxergar a potencialidade dessa elaboração humana. Sob esta perspectiva, a arte está intrinsecamente ligada à vida, as relações sociais, de ela é o conjunto de diferentes expressões de aprendizado. Na visão sócio-histórica de Vigotski (2004, 1999), a arte é uma atividade que contempla todos os indivíduos, é uma atividade criadora, na qual a imaginação, a fantasia e a realidade interagem na produção de novas possibilidades de interpretação, de expressão e de ação, assim como constroem outras relações educacionais e sociais com outros sujeitos, independentemente da faixa etária. Flávio de Carvalho, grande representante do Movimento Modernista, transitava entre várias áreas de atuação, pintura, arquitetura, teatro, figurinos e performances, o que mais se exaltava era o seu interesse pelo experimental, a total fuga das regras e formas academicistas de tratar a arte. Sua casa na fazenda Capuava era ponto de encontro da intelectualidade, lugar em que vivia suas inquietações e seu espírito inovador. Suas ideias chocavam as pessoas. Ele saia do lugar comum, na busca da quebra de paradigmas. As contribuições de Vigotski sobre a arte e o visionário Flávio de Carvalho são ponto de partida para reflexão deste projeto, que prevê a manutenção do ESPAÇO CULTURAL ACESA CAPUAVA, em funcionamento dentra da entidade ACESA Capuava, e busca a arte como forma de comunicação e expressão de sentimentos que auxilia no desenvolvimento de habilidades e capacidades, de pessoas com e sem deficiência, onde oportuniza a vivência indireta de emoções, sentimentos e relações sociais. A arte abre caminhos e perspectivas inusitadas para pessoas com qualquer deficiência. As oficinas de práticas artísticas nos campos da saúde mental, dos trabalhos comunitários e das deficiências têm demonstrado o quanto os processos de criação devem/podem produzir resultados surpreendentes. Dessa forma, esse projeto proporciona a inclusão cultural e social de pessoas com deficiência, promovendo a interação desses com a população em geral e com diversas linguagens artísticas. Além disso, essa iniciativa procura quebrar barreiras de convivência, combater o preconceito à pessoa com deficiência e proporcionar a manutenção das atividades culturais da entidade. Finalmente, o projeto se justifica no que diz respeito à formação de público para a cultura, à acessibilidade e à democratização de acesso, já que leva arte e cultura a pessoas oriundas de comunidades em situação de vulnerabilidade social e pessoas com diferentes tipos de deficiência. Por tudo isso e por não possuir caráter comercial, torna-se imprescindível a utilização do incentivo fiscal para viabilizar a execução da proposta. A proposta se enquadra diretamente nos seguintes incisos do Art. 1° da Lei 8313/91: I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; II - promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais; III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores; VI - preservar os bens materiais e imateriais do patrimônio cultural e histórico brasileiro; IX - priorizar o produto cultural originário do País. A realização do projeto também permitirá alcançar os seguintes objetivos do Art. 3° da Lei 8313/91: II - fomento à produção cultural e artística, mediante: e) realização de exposições, festivais de arte e espetáculos de artes cênicas ou congêneres.

Estratégia de execução

INSTRUMENTAL NECESSÁRIO PARA A MONTAGEM DA BANDA INCLUSIVA· 5 caixas de guerra em alumínio (15 cm / 14”), de preferência da marca Takto · 10 surdos em alumínio (30 cm / 14”), de preferência da marca Luen · 5 zabumbas em alumínio (18 cm / 20”), de preferência da marca Luen ou Quirino · 5 liras diatônica (8 teclas), de preferência da marca Jog · Pratos · Baquetas: · 5 pares para caixa · 20 pares para surdo · 5 baquetão para zabumba (não de pelúcia) · 5 baquetas para lira* · 20 talabartes preto de dois ganchos · 5 talabartes de copinho preto para lira

Especificação técnica

PROJETO PEDAGÓGICO DAS OFICINAS CULTURAIS Conteúdo Programático INTRODUÇÃO À ARTE Na proposta geral dos Parâmetros Curriculares Nacionais, a área de Artes tem uma função tão importante quanto à dos outros conhecimentos no processo de ensino e aprendizagem e se relaciona frequentemente a eles. Entretanto, possui suas especificidades. A educação em arte propicia o desenvolvimento do pensamento artístico e da percepção estética, que caracterizam um modo próprio de ordenar e dar sentido à experiência humana. Com isso, o aluno desenvolve sua sensibilidade, percepção e imaginação, tanto ao praticar atividades artísticas quanto ao apreciar e conhecer as produzidas por ele, pelos colegas, e pelas diferentes culturas. A aprendizagem artística envolve um conjunto de diferentes tipos de conhecimentos, que visam a criação de significações, exercitando fundamentalmente a constante possibilidade de transformação do ser humano. Além disso, encarar a arte como produção de significações que se transformam no tempo e no espaço permite contextualizar a época em que se vive na sua relação com as demais. A arte é um modo privilegiado de conhecimento e aproximação entre indivíduos de culturas e realidade de vida distinta, pois favorece o reconhecimento de semelhanças e diferenças expressas nos produtos artísticos e concepções estéticas, num plano que vai além do discurso verbal: uma criança da cidade, ao observar uma dança indígena, estabelece um contato com o índio que pode revelar mais sobre o valor e a extensão de seu universo do que uma explanação sobre a função do rito nas comunidades indígenas. Uma pessoa com deficiência pode ter experiência corporal, por exemplo, através da dança, que criará condições para que haja o compartilhamento de sensações e pensamentos em relação ao corpo, durante a prática de atividade física em um contexto de cumplicidade afetiva. A prática artística também favorece ao aluno relacionar‐se de maneira criadora em outros aspectos da vida ao solicitar os sentidos como portas de entrada para uma compreensão mais significativa das questões sociais. Por exemplo, o aluno que conhece movimentos artísticos estabelece relações mais amplas quando estuda um determinado período histórico. Além disso, quanto mais ele exercitar sua imaginação mais ele estará habilitado a construir um texto. Ao colocar o aluno em contato e apresentar‐lhe a diversidade artística produzida por outras culturas, este poderá compreender e analisar criticamente a relatividade dos valores que estão enraizados nos seus modos de pensar e agir. Dessa forma, pode‐se criar um campo de sentido para a valorização do que é próprio de cada um e favorecer abertura à riqueza e à diversidade da imaginação humana. Outra função igualmente importante que o ensino da arte tem a cumprir diz respeito à dimensão social das manifestações artísticas. Cada cultura revela o modo de perceber, sentir e articular significados e valores que governam os diferentes tipos de relações entre os indivíduos e a comunidade. Em síntese o conhecimento da arte envolve a experiência e o desenvolvimento da criação artística e tudo que nela está envolvido: recursos pessoais, habilidades, pesquisa de materiais e técnicas, a relação entre perceber, imaginar e realizar um trabalho de arte; além da utilização de informações e qualidades perceptivas e imaginativas para estabelecer um contato com a diversidade de manifestações culturais. Entende‐se, portanto que aprender arte envolve não apenas uma atividade de produção artística pelos alunos, mas também a conquista da significação do que fazem, através do desenvolvimento da percepção estética, alimentada pelo contato artístico como objeto de cultura através da história e como conjunto organizado de relações formais. É importante que os alunos compreendam o sentido do fazer artístico; que suas experiências de desenhar, pintar, fotografar, cantar, dançar e representar um personagem, não são atividades que visam distraí‐los da seriedade de suas outras atividades. Ademais, ao fazer e conhecer arte, o aluno percorre trajetos de aprendizagem que propiciam conhecimentos específicos sobre sua relação com o mundo e desenvolvem potencialidades como percepção, observação, imaginação e sensibilidade que podem alicerçar ao autoconhecimento e a própria conscientização. Carga Horária Geral: 8 horas semanais por oficina/oficineiro (totalizando 384 horas trabalhadas em 12 meses de projeto, por oficineiro). Total de vagas das oficinas: 140 vagas. OBS: devido a grande quantidade de informações acerca deste assunto, o plano pedagógico completo, com as especificações de cada oficina, está em documentos anexos.APRESENTAÇÕES MUSICAISAs apresentações musicais integrantes desta proposta serão de música instrumental e regional, com apresentações de gêneros musicais tradicionais que expressam a identidade cultural de comunidades brasileiras, suas tradições e modos de vida. Transcendendo o entretenimento, serão apresentados ritmos como música capira, forró, baião, xote, xaxado e fanfarra, símbolos de resistência, celebração e memória coletiva.

Acessibilidade

PRODUTO: OFICINASAcessibilidade no aspecto arquitetônico: O espaço físico onde funciona o Espaço Cultural ACESA Capuava já é acessível e utilizado por pessoas com deficiência e idosos. Acessibilidade de conteúdo: As atividades são acessíveis a pessoas com diversas deficiências físicas e mentais como TEA, síndrome de down, paralisia cerebral e deficiência auditiva e visual. Para garantir o pleno acesso, o proponente conta com profissionais (cadastrados no projeto como "consultoria técnica") para acompanhar todas as atividades. Divulgação: disponibilização de materiais de divulgação online em formatos acessíveis e contendo as informações sobre as medidas de acessibilidade adotadas. PRODUTO: EVENTOAcessibilidade no aspecto arquitetônico: O espaço físico onde funciona o Espaço Cultural ACESA Capuava já é acessível e utilizado por pessoas com deficiência e idosos.Acessibilidade de conteúdo: As atividades são acessíveis a pessoas com diversas deficiências físicas e mentais como TEA, síndrome de down, paralisia cerebral e deficiência auditiva e visual. Para garantir o pleno acesso, o proponente conta com profissionais (cadastrados no projeto como "consultoria técnica") para acompanhar todas as atividades.Divulgação: disponibilização de materiais de divulgação online em formatos acessíveis e contendo as informações sobre as medidas de acessibilidade adotadas.PRODUTO: APRESENTAÇÕES MUSICAISAcessibilidade no aspecto arquitetônico: O espaço físico onde funciona o Espaço Cultural ACESA Capuava já é acessível e utilizado por pessoas com deficiência e idosos.Acessibilidade de conteúdo: As atividades são acessíveis a pessoas com diversas deficiências físicas e mentais como TEA, síndrome de down, paralisia cerebral e deficiência auditiva e visual. Para garantir o pleno acesso, o proponente conta com profissionais (cadastrados no projeto como "consultoria técnica") para acompanhar todas as atividades.Divulgação: disponibilização de materiais de divulgação online em formatos acessíveis e contendo as informações sobre as medidas de acessibilidade adotadas.

Democratização do acesso

As vagas para as oficinas serão abertas aos beneficiários da instituição e ao público em geral, com e sem deficiência, e serão preenchidas de forma gratuita e de acordo com a ordem de inscrição. Os ingressos para o evento serão distribuídos de forma totalmente gratuita. A divulgação priorizará entidades com atendimento à pessoas com deficiência e em situação de vulnerabilidade social e instituições públicas de ensino.Em atendimento ao disposto no art. 47 da IN MINC 23/2025, adotaremos:I - doar 10% (dez por cento) dos produtos resultantes da execução do projeto para distribuição gratuita com caráter social ou educativo, além do previsto no art. 46, inciso III, totalizando 20% (vinte por cento); V - realizar, gratuitamente, atividades paralelas aos projetos, tais como ensaios abertos, estágios, cursos, treinamentos, palestras, exposições e oficinas.

Ficha técnica

Proponente e Gestão administrativo-financeira - ACESA Capuava A proponente, através de sua presidente e diretoria, realizará de forma voluntária a gestão adminstrativo-financeira do projeto, sendo também responsável pela total gestão do processo decisório do projeto. Além disso, designará uma funcionária da instituição, Juliana Pampanini Bertelli, para a função de coordenação, devidamente remunerada pelo projeto. A ACESA CAPUAVA é uma entidade filantrópica de Valinhos que atende pessoas com transtorno do espectro autista, deficiência intelectual, deficiência múltipla e surdez. Fundada em 2002, atua junto a comunidade carente de toda Região Metropolitana de Campinas e é formada por um grupo de profissionais que se uniu com a missão de prestar um serviço de amor incondicional e de cidadania. Todos seus colaboradores acreditam no ser humano, em suas infinitas possibilidades e em sua capacidade de transformar e transcender toda e qualquer condição de vida. O principal objetivo da associação é auxiliar as pessoas com deficiência e em situação de exclusão social, através do atendimento interdisciplinar nas áreas de educação, saúde, CULTURA e serviço social. A entidade está localizada dentro da Fazenda Capuava, antigo reduto do artista Flávio de Carvalho. Sua casa modernista - patrimônio histórico tombado pelo Condephat, é utilizada para parte das atividades realizadas pela ACESA Capuava, que preza também o resgate da memória do artista. Coordenação pedagógica/técnica - Juliana Pampanini BertelliFormada em pedagogia, com pós-graduação em educação especial e especialização em psicopedagogia e curso de LIBRAS avançado, possui experiência de 19 anos na área da educaçã. Foi professora em escola de educação especial para crianças e adolescentes surdos por 3 anos; professora de AEE na área da surdez por 6 anos; assistente de coordenação em instituição para crianças e adolescentes surdos por 1 ano; coordenadora técnica de instituição para crianças e adolescentes surdos por 2 anos; assistente de coordenação por 1 ano, atuando no serviço de AEE para crianças e adolescentes com TEA. É coordenadora técnica desde outubro de 2024 em diferentes projetos da ACESA Capuava. Coordenação de projeto – Cacho de Ideias Angela Resta | DRT 7930/SP (Diretora de Produção) Angela Resta, proprietária da Cacho de Ideias: Profissional com quase 30 anos de experiência na área cultural, graduada em Marketing pela UNIP e em Comunicação Social pela ESAMC Campinas e pós-graduada em Arteterapia pelo NAPE/Faculdades Vicentinas. Desde 1995, Angela está envolvida com o setor cultural, iniciando sua carreira como atriz de teatro infantil e adulto. Durante oito anos, trabalhou em companhias teatrais amadoras e profissionais do interior paulista, onde atuou e coproduziu espetáculos, performances e intervenções cênicas. A partir de 2009, combinou sua expertise em comunicação, marketing, produção de eventos, gestão de projetos e cultura para promover iniciativas sociais e culturais via fomento indireto. Ao longo de sua carreira, Angela participou de uma vasta gama de projetos nas áreas de artes cênicas, artes visuais, audiovisual, literatura, música, planos anuais de instituições culturais e etc., consolidando sua reputação como uma profissional versátil e dedicada ao crescimento e à valorização da cultura. Nos últimos anos, atuou como coordenadora de produção de todos os projetos incentivados da ACESA Capuava e no projeto ARTE E MÚSICA NO MEMORIAL (exposições de obras de 3 artistas de renome internacional e apresentação musical da Família Lima), entre outros.Regente da Banda Inclusiva - Fernando Antonio Selmi Músico Profissional (Registro Ordem dos Músicos nº 4718),formado em Música Popular pelo Conservatório Musical Frédéric Chopin (1984), possui curso de Especialização em harmonia tradicional e harmonia acústica com maestro Guerra Peixe (duração de 2 anos – São Paulo – 1988), participou como músico em diversas bandas e orquestras. Foi coordenador do projeto Musicalizando Campinas - Fanfarra nas Escolas (com professor HP) pela Prefeitura Municipal de Campinas de 1996 a 2012; coordenador do desfile Cívico Militar de 7 de Setembro de Campinas de 1995 a 2013; e coordenador do Festival de Fanfarras promovido pela ACIC entre 1997 a 2012.É Mestre Regente de Banda e Fanfarra desde 1986, atuando em projetos de Fanfarras com escolas desde então. OBS: os demais profissionais serão angariados na pré-produção do projeto

Providência

Transferência de recursos entre conta captação e conta movimento no valor de R$919.015,50 em 19/03/2026.

2026-12-31
Locais de realização (1)
Valinhos São Paulo