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PRONAC 254730Autorizada a captação residual dos recursosMecenato

“SÃO PAULO COMPANHIA DE DANÇA - PLANO ANUAL 2026”

ASSOCIACAO PRO-DANCA
Solicitado
R$ 3,89 mi
Aprovado
R$ 3,88 mi
Captado
R$ 1,02 mi
Outras fontes
R$ 7,24 mi

Análise IA

Relacionamentos

Incentivadores (10)
CNPJ/CPFNomeDataValor
01425787000104REDECARD INSTITUICAO DE PAGAMENTO S.A.1900-01-01R$ 450,0 mil
40430971000196ITAU UNIBANCO ASSET MANAGEMENT LTDA1900-01-01R$ 450,0 mil
71027866000134BBS - Banco Bonsucesso S/A.1900-01-01R$ 69,0 mil
***492077**Carlos Eduardo Almeida Martins de Andrade1900-01-01R$ 30,0 mil
***509649**FLAVIA LEAO FERNANDES1900-01-01R$ 10,0 mil
***515048**FELIPE NASCIMENTO1900-01-01R$ 5,0 mil
***059128**LUIS ROBERTO SILVESTRINI1900-01-01R$ 1,2 mil
***431510**SIMONE MAINIERI PAULON1900-01-01R$ 1,2 mil
***997688**Daniel Lembo Schiller1900-01-01R$ 1,0 mil
***413818**RODRIGO NERIS1900-01-01R$ 200,00

Eficiência de captação

26.2%

Classificação

Área
—
Segmento
Apresentação ou Performance de Dança
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Plano anual
Ano
25

Localização e período

UF principal
SP
Município
São Paulo
Início
2026-01-01
Término

Resumo

"SÃO PAULO COMPANHIA DE DANÇA - PLANO ANUAL 2026" tem como meta viabilizar as atividades regulares da São Paulo Companhia de Dança constituídas por produção de novas coreografias, apresentações de dança e documentários.

Sinopse

SINOPSE | OBRA 1 | “UMA ESTA.ção”de Lili de Grammont“UMA ESTA.ção” é uma criação cênica de Lili de Grammont que convida o público a uma travessia sensível através dos ciclos da vida, evocando transformações íntimas e coletivas por meio do corpo em movimento. A obra parte da polissemia da palavra “estação” — como tempo, lugar, transição, pausa, chegada e partida — para investigar os momentos em que algo se encerra e outro algo se inicia. É sobre o corpo que dança suas passagens, que se despede de uma identidade para habitar a próxima versão de si. Com forte inspiração na brasilidade, o espetáculo nasce da escuta de elementos como o verão, o caju, o vermelho, o laranja, a onda, os sons da terra e do litoral. A trilha sonora — uma adaptação da música criada por Ed Côrtes para o documentário A Incrível História de Ítalo Ferreira — conduz a dramaturgia com lirismo e potência. É uma composição que tensiona e expande o tempo cênico, criando atmosferas de risco, pausa, velocidade e lirismo — em ressonância direta com os temas do espetáculo: deslocamento, superação, pertencimento e a potência do corpo periférico brasileiro que conquista o mundo. O mar e o surfe, presentes na trilha e na metáfora central da obra, são convocados como símbolos da dança e da vida: exigem entrega, escuta, instabilidade e reinvenção. O espetáculo se ancora na construção de uma “estação emocional” que flui entre o íntimo e o épico, sempre atravessada por sonoridades e paisagens que evocam o Brasil. A encenação propõe um entrelaçamento sensorial entre movimento, música e imagem. O figurino extrapola a dimensão visual: ele é pensado como elemento sonoro. Inspirado na ideia de figurino percussivo, cada tecido e acessório produz sons sutis — o atrito, o deslizar, o peso, o ruído do gesto vestido. A roupa torna-se extensão sonora da coreografia.==========================================================================SINOPSE | OBRA 2 | Primeiro Ato de Giselle, por Lars Van CauwenberghNo coração de uma vila bucólica, vive Giselle, uma jovem camponesa apaixonada pela dança e pela vida. Inocente e sonhadora, ela se apaixona por Albrecht, um nobre disfarçado de camponês. Ignorando sua verdadeira identidade e seu noivado com uma nobre da corte, Giselle entrega-se completamente a esse amor. A revelação da traição e o choque da verdade levam Giselle à loucura e, por fim, à morte. O primeiro ato é um retrato sensível da pureza, da ilusão e da fragilidade humanas, marcado por cenas de grande virtuosismo técnico e lirismo emocional. Com a estreia deste primeiro ato, a São Paulo Companhia de Dança apresenta Giselle em sua totalidade, dando continuidade à leitura do segundo ato já integrada ao repertório da Companhia. A nova criação — com direção artística de Inês Bogéa e remontagem de Lars Van Cauwenbergh, a partir da obra original de 1841 de Jules Perrot (1810–1892) e Jean Coralli (1779–1854), música de Adolphe Adam (1803–1856), iluminação de Wagner Freire, figurino de Marilda Fontes e cenografia de Vera Hamburger — reafirma o compromisso da Companhia com a revisitação de obras icônicas do repertório da dança, lançando novos olhares sobre sua dramaturgia, estética e simbolismo.Montar um clássico como Giselle hoje é um gesto artístico e político: trata-se de revisitar um patrimônio imaterial da humanidade, preservando a memória da dança e, ao mesmo tempo, ampliando seu alcance. Ao levar esse balé ao público de diferentes regiões, a Companhia democratiza o acesso à arte e reafirma que o clássico pode — e deve — dialogar com o presente.GISELLE – ATO II (2021) Remontagem: Lars Van Cauwenbergh, a partir da obra de 1841 de Jules Perrot (1810- 1892) e Jean Coralli (1779-1854) Música: Adolphe Adam (1803-1856) Iluminação: Wagner Freire Figurinos: Marilda Fontes Cenografia: Vera Hamburger “Giselle” é uma obra prima romântica que cativa o público com sua trágica história. Criada em uma época de grande efervescência artística e cultural, o balé reflete os valores do romantismo que floresceram na Europa no século XIX, com enfoque no amor e na morte. A trama conta a história da jovem camponesa, Giselle, que se apaixona pelo nobre Albrecht, que por sua vez se disfarça de camponês para cortejá-la. A jovem descobre a farsa e não suportando a traição, falece. No segundo ato – que é o foco da apresentação desta noite -, o príncipe se arrepende do que fez e visita o túmulo de Giselle. Porém, sua presença desperta as Willis, espíritos de jovens noivas que morreram antes do casamento, e que forçam os homens a dançarem até a exaustão. Desenrola-se então o ato, com as Willis desafiando o príncipe a dançar até a morte, e Giselle - agora também uma Willi - protegendo seu amado. A obra é toda permeada por movimentos graciosos e hipnotizantes, que evocam, na mesma medida, a beleza e a tristeza.==========================================================================SINOPSE | OBRA 3 | "Aperture", de Edward Clug“Aperture” explora o conceito de espaços interiores e intimidade humana. O palco se torna uma espiada voyeurística na atração mútua dos protagonistas, em seus momentos íntimos e no desaparecimento gradual ou repentino do desejo mútuo. A criação de Clug é visionária e uma obra de arte fenomenal, amplamente aclamada pela crítica.Criada em colaboração com o Nederlands Dance Theater (NDT), a obra integra o contexto do Soir Historique, a obra dialoga com uma das linhas históricas do NDT: a reflexão sobre o espaço e a presença humana, pois explora a ideia do interior e do indivíduo preso em seu espaço privado. A obra revela a necessidade da natureza humana de desejar e ser desejado Ao remontar no Brasil esta obra canônica, o projeto oferece ao público brasileiro acesso a marcos fundamentais do repertório internacional da dança contemporânea. Com a assistência coreográfica de Chloé Albaret, bailarina premiada com o Prêmio Cisne (Dutch Swan Award) de Melhor Performance em Dança em 2020. A interpretação da bailarina de “Aperture”, elogiada pela crítica, destacou-se pela precisão com que transita entre gestos contidos e impulsos intensos — qualidade que também permeia esta nova montagem.A criação de Edward Clug é visionária e uma obra de arte fenomenal, amplamente aclamada pela crítica. "Aperture" foi reconhecida pela sutileza de sua linguagem corporal e pela forma como expõe as vulnerabilidades do desejo humano, a obra propõe uma experiência cênica ao mesmo tempo íntima e universal, evocando o que há de mais essencial na condição humana.==========================================================================DVD´s – SINOPSE/ARGUMENTO A narrativa dos documentários não será linear, e sim por referências estéticas e memórias emocionais. O documentário terá imagens captadas, imagens de arquivo e iconografia variada disponível no acervo do próprio artista – cenas de coreografias, aulas, documentos, fotos, artigos de jornal, ou seja, fatos culturais que influenciaram sua atuação. Dirigido a um público amplo e variado, o documentário terá uma linguagem ao mesmo tempo poética, universal e forte. A narrativa será construída com um entrelaçamento do que é histórico (lugares, datas, acontecimentos, objetos, costumes, arquitetura, ciência, tecnologia, etc.) com o que é simbólico (memória, filmes, teatro, músicas, linguagens; o que é artístico e o que é sacralizado). Através da vida e obra dessa renomada figura focarmos os caminhos da dança do Brasil.ESTRATÉGIA(S) DE ABORDAGEM E JUSTIFICATIVA(S)Os documentários conterão não apenas a história e a contribuição cultural, mas o contexto da história política e cultural em que os artistas atuaram.Entrevistas com o artista entre outros personagens que dividiram momentos importantes dessa trajetória, que serão definidos com o biografado.Os planos procurarão, como numa vídeo-dança, capturar os depoimentos corporais, tanto quanto verbais, valendo-se da aproximação e afastamento da câmera, e da aproximação e desvelamento do ambiente ao redor. Faremos algumas tomadas em planos, sequência, e o tempo da ação correspondendo ao tempo real, e este se contrapondo ao tempo da edição – tempo também da realidade virtual que vivemos. MATERIAL VISUAL: encontrar não só no conteúdo das falas, mas também nas casas, nos ambientes de cada entrevistado, uma ‘matéria visual’ para fazer a edição, costurando entrevistas por entre imagens e sons de arquivo que constituam o universo que permeou e norteou a vida e a obra de cada um. Aproveitar ao máximo a possibilidade que a filmagem nos dá através de descrições em planos detalhe dos ambientes onde faremos as entrevistas, tais como as casas dos entrevistados, com suas peculiaridades, móveis, livros, objetos.As etapas de sua biografia representadas não pela ótica das diversas agruras e dificuldades por que passou, mas por suas conquistas e soluções. Imagens dos arquivos dos artistas, que mostram a transformação do entendimento corpo, da sociedade e da arte no nosso país. As diversas cenas de coreografias formarão uma grande dança.Utilizar imagens captadas, imagens de arquivo e iconografia variada – cenas de filmes, peças de teatro, trechos de músicas e de danças pinturas, gravuras, documentos, fotos, livros, artigos de jornal, ou seja, fatos culturais que influenciaram sua formação. O tratamento das imagens deverá ser ousado e livre, o que significa deter-se em detalhes surpreendentes, fazer cortes inusitados, de maneira a tornar o material mais inspirador e instigante. Articulados às imagens, trechos de textos variados, poesia, depoimentos e música comporão a narrativa. Através dessa ‘massa estética’, desenhar e constituir a linguagem visual a ser utilizada no projeto. Uma estrutura documental deverá ser preservada, mas seguindo essa linguagem construída.TRILHA SONORA: será encomendada uma trilha sonora original que dialogue com as referências artísticas de cada um. Algumas imagens-ícone e uma trilha sonora vigorosa deverão ter papel central como eixos articuladores dos programas. Também deverão compor a vinheta de abertura. LOCAÇÕES: as entrevistas do biografado serão filmadas na casa do biografado a fim de revelar um pouco do seu cotidiano e também em um ambiente neutro a fim de destacar as imagens de cobertura e propiciar o foco de atenção na narrativa do depoente. ROTEIRO INICIALPor se tratar de um documentário, que leva em consideração a relação dialógica com o biografado e seus contemporâneos, optamos por não apresentar um roteiro inicial, tratando a realização do filme como uma pesquisa que se conclui na etapa de edição. Uma pesquisa que considera a riqueza dos depoimentos e registros a que se propõe, e a imprevisibilidade do outro que buscamos e que também se apresenta.01 – Início do interesse pela dança/Primeira memória da dança 02 – Quais foram os caminhos da sua formação e quem foram seus mestres na trajetória artística; 03 - Por favor, relate sua experiência como bailarina / professora / examinadora Para cada atividade haverá perguntas específicas a fim de revelar momentos marcantes desta etapa da carreira do entrevistado, por exemplo: Desafios Mestres Sensação de pisar no palco pela primeira vez; O que é o palco para você? A sala de aula é também um palco? Como é sua relação com os alunos? Com seus mestres? Como é ser examinadora? Quais são os desafios e os prazeres desta atividade? Você viaja o mundo observando artistas da dança, há particularidades relacionada as nacionalidades que você poderia destacar? 04 - Quais são os principais pontos que você observa em um bailarino nas diferentes fases da carreira dele? 05 – Como foi sua trajetória na dança nos primeiros anos de carreira, e depois? 06 – Existe diferença em dar aulas para profissionais e amadores? Quais são? 07 - Que conselho você daria para quem quer ser um artista da dança? 08 - Quais são, na sua visão, os pontos importantes para ser um grande artista da dança? 09 - O que representa a dança na sua vida.DEPOENTES Quando você conheceu o biografado Qual a sua relação profissional com ele? Quais são as características dele como profissional / e qual é a personalidade dele? Como você descreveria esta personalidade da dança para quem não o conhece? Perguntas específicas sobre os temas correlatos de cada depoente com o biografado. O trabalho de campo é o momento de descobertas, no qual entraremos em contato direto com os personagens e locações, pois mesmo se tratando de mais um encontro uma vez que a direção é especializada na área artística e tem contato prévio com a história e trajetórias dos biografados, muitos entrevistados acabam revelando bem mais do que pretendiam diante do dispositivo fílmico. Conforme afirma Alexandre Ferreira dos Santos, na tese “Perspectivas para a construção do documentário dialógico, UFRN, 2014:“No documentário a motivação principal é a de fazer um tratamento criativo da realidade, mas nem sempre é possível ter certeza de que o que foi planejado será realizado, e isso ocorre porque a realidade às vezes se revela diferente do real imaginado. Assim, aspectos denotativos e conotativos devem ser combinados ao longo do percurso fílmico, a fim de construir um discurso consistente da realidade.] Em relação a essa necessidade, Stuart Hall afirma que “em um discurso de fato emitido, a maioria dos signos combinará seus aspectos denotativos e conotativos” (2003, p. 395). É importante ressaltar que nesse ponto de vista, a distinção sígnica é somente do ponto de vista analítico. A interação é imprescindível para que o encontro do documentarista ocorra de forma dialógica e contribua para que a representação do personagem (o outro) seja feita dentro dos princípios da ética.” PLANO DE DIREÇÃONo olhar da direção os documentários são um local de encontro com os artistas, um espaço concebido com o outro a partir de pontos de vistas múltiplos que se reúnem para revelar uma trajetória de maneira poética. As linguagens verbal, sonora e visual combinadas comunicam e dialogam com o público. E os distintos elementos constitutivos do filme como imagens, narrativa, edição, enquadramento, trilha sonora, etc ... possibilitam a criação de documentários únicos que revelam parte da trajetória destes grandes artistas da dança. Busca-se também uma reflexão sobre o momento histórico no qual a trajetória do biografado se insere. A realização está baseada numa produção simples e ágil. A edição do material será feita digitalmente, preservando a definição de todo o material filmado. A composição do documentário seguirá o ritmo imposto pelo próprio material captado e reunido. A fala, o gestual e o tempo darão o tom e o andamento da montagem e edição. A estrutura documental será respeitada e um roteiro construído a partir da decupagem das entrevistas realizadas. O texto obtido seguirá sempre a proposta acima explanada, onde teremos imagens e sons entremeados às entrevistas e falas captadas.A estrutura será a de uma grande rede, inter-relacionada a seus diferentes movimentos, tempos, construções e imagens. O trabalho almeja reunir um universo inequivocamente representativo da arte onde estética e ética são uma coisa só. A arte questiona vivamente a sociedade e o seu próprio fazer artístico. Personagens, obras, imagens de arquivo e da cidade se interpenetrarão, para dar consistência a esse discurso visual, verbal e corporal.Os depoimentos serão editados 80% em off. A parte ao vivo será captada também com o foco nos movimentos do corpo de quem testemunha a obra de um tempo. A construção da trilha sonora será fundamental para a sensação de unidade, de complexidade e complementaridade das partes que compõe o todo. O ritmo de cada cena será o propulsor da música, mas essa dará a intensidade e a dramaticidade do todo. Como exposto acima, a narrativa não será linear, e sim por referências estética, memórias emocionais, e valores que ela trouxe consigo e que por aqui se transformaram em contato com nosso imaginário. Propomos pensar a arte como um fenômeno dinâmico no tempo e múltiplo em seu espaço. As respostas às inquietações que permeiam a vida de cada um dos biografados devem ser construídas a partir da percepção de como os cidadãos atuam e se apropriam do ambiente cultural e como organizam suas experiências. As identidades individuais e coletivas serão delineadas na história desses artistas constituindo um todo que deixa ver a realidade do nosso país. Pensar a arte a partir do espaço e de suas relações aparentes e subjetivas nos permite acessá-la para além que está na cena, entendendo-a enquanto um espaço que é constantemente alimentado com doses maciças de atividades - políticas, sociais, econômicas e culturais. Assim, a arte se constitui em um veículo gerador de experiências interativas e de novas formas de sociabilidade.=============================================================

Objetivos

OBJETIVO GERALEm atendimento a Decreto 11.453 de 23.03.2023, o presente projeto se enquadra: Artigo 2º:Inciso I: do Programa Nacional de Apoio à cultura _ Pronac, de que trata a Lei 8313, de 1991: Artigo 3º:Inciso V: incentivar a ampliação do acesso da população à fruição e à produção dos bens culturais;Inciso VI: fomentar atividades culturais afirmativas para a promoção da cidadania cultural, da acessibilidade às atividades artísticas e diversidade cultural;Inciso VII: desenvolver atividades que fortaleçam e articulem as cadeias produtivas e os arranjos produtivos locais, nos diversos segmentos culturais;Inciso XII: impulsionar a preparação e o aperfeiçoamento de recursos humanos para a produção e a difusão culturais; A SÃO PAULO COMPANHIA DE DANÇA (SPCD) visa o desenvolvimento e continuidade das ações já desenvolvidas além do incremento de novas ações sempre visando o objetivo maior da Companhia que é o de democratizar a arte da dança e fomentar novas plateias. O projeto almeja contribuir para a continuidade e o incremento das atividades completando a estratégia de trabalho estabelecida no planejamento da Companhia na montagem de um calendário prévio de médio/longo prazo com o oferecimento de eventos e atividades continuadas à população de forma garantida e gratuita ou a preços populares. O projeto contempla as ações abaixo:· Produção de 3 novas coreografias, sendo 1 criação inédita e original, 1 remontagem de um clássico do balé revisitado e uma remontagem de uma obra internacional pré existente.· Produção de 02 vídeos sobre 02 nomes de expoentes da dança;· Apresentações de espetáculos de dança; NOVAS COREOGRAFIASA SPCD busca uma conexão com a plateia pela paixão, curiosidade e percepção do mundo da dança em movimento. Para este projeto A SPCD prevê a montagem de três obras _ duas criações e uma remontagem - assinadas por coreógrafos brasileiros e internacionais:OBRA 1 _ Lili de Grammont (UMA ESTA.ção")OBRA 2 _ Lars Van Cauwenbergh (1º ato de Giselle)OBRA 3 _ Edward Clug ("Aperture") ==========================================================================APRESENTAÇÕES DE ESPETÁCULOS DE DANÇAAs apresentações da SPCD normalmente são constituídas por 2 a 3 obras do repertório da Companhia, podendo ou não contar com uma das obras novas produzidas no âmbito deste projeto e/ou de obras já existentes em seu repertório. De acordo com o teatro onde as apresentações irão ocorrer as obras do acervo da SÃO PAULO CIA DE DANÇA serão escolhidas, sempre levando em conta:· As especificidades técnicas de cada teatro, para que comporte as obras escolhidas;· O repertório eventualmente apresentado anteriormente em cada cidade;· As características do público, sempre visando a formação de novas plateias para a dança. APRESENTAÇÕES: - TEMPORADA: · São Paulo _ Capital - Teatro Sérgio Cardoso _ São Paulo (SP) 32 apresentações divididas em duas temporadas _ junho e dezembro de 2026;· São Paulo - Interior _ 13 apresentações em cidades do interior, a prospectar; · Brasil - 04 apresentações em 02 cidades de outros estados do país, a prospectar. DEMOCRATIZAÇÃO DE ACESSO: · 01 apresentação diurna, gratuita, para estudantes em geral e terceira idade; CONTRAPARTIDA SOCIAL:· 02 apresentações diurnas, gratuitas, para estudantes e professores da rede pública de ensino; Total de 52 apresentações presenciais ==========================================================================VÍDEOS SOBRE 2 PERSONALIDADES DA DANÇAA dança tem muitas histórias, e para revelar um pouco delas a Companhia realiza documentários a fim de preservar o patrimônio imaterial da arte da dança brasileira. Produziremos dois documentários de aproximadamente 26 minutos cada, acompanhado de folheto informativo com a cronologia, fotos e texto sobre o artista, com o intuito de resgatar a imagem de grandes ícones da dança do Brasil. O material contará com depoimentos de coreógrafos, professores, bailarinos e diretores de grande renome no cenário brasileiro.Os materiais serão registrados no suporte DVD; a distribuição gratuita destinada a bibliotecas, universidades, ONGs, escolas, festivais e mostras de documentários. Os vídeos também serão disponibilizados gratuitamente no site da São Paulo Cia de Dança - https://spcd.com.br , na área de Memória, Figuras da Dança. O projeto trata da preservação do Acervo Cultural da Dança: registro e divulgação da história da dança brasileira com o objetivo de construir um mapa da Dança do País, por meio dos depoimentos dos quefizeram parte da história de tais personalidades. Personalidades a serem documentadas: 1. Aracy de Almeida2. Rui Moreira ==========================================================================OBJETIVOS ESPECÍFICOS· Produção de 03 novas coreografias que farão parte do Acervo da SPCD;· Realizar 52 apresentações presenciais da SÃO PAULO CIA DE DANÇA;· Produção de 02 (dois) vídeos sobre 2 personalidades da dança brasileira;==========================================================================

Justificativa

JUSTIFICATIVAPara a realização do projeto "SÃO PAULO COMPANHIA DE DANÇA - PLANO ANUAL 2026" o incentivo através da Lei Federal de Incentivo à Cultura é fundamental, para podermos buscar recursos junto à iniciativa privada e possibilitar a ampliação das ações que a APD/SPCD já realiza regularmente.· O projeto se enquadra nos seguintes incisos do Artigo 1º da Lei 8313/91: Inciso I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais;Inciso VIII _ estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória; · O projeto tem por finalidade, dentre as elencadas no Artigo 3º da Lei 8313/91:Inciso II - fomento à produção cultural e artística, mediante:e) realização de exposições, festivais de arte e espetáculos de artes cênicas ou congêneres. A possibilidade de captação de recursos pela Lei Federal para a realização de eventos gratuitos ou a preços populares para a população é a grande fonte de inclusão de pessoas formando plateia para a dança.Elencamos abaixo alguns dos benefícios que a Lei possibilita:· Ampliar o acesso da população brasileira aos espetáculos de dança;· Realizar espetáculos com acessibilidade comunicacional (libras, legendagem e audiodescrição);· Oferecer ingressos com preços populares para ampliar o acesso à população;· Aumentar a atenção para a importância da dança na formação cultural do público em geral;· Possibilitar o acesso a obras de grandes coreógrafos nacionais e internacionais a diferentes públicos brasileiros. ==========================================================================

Estratégia de execução

· A remuneração dos bailarinos está inserida nos gastos anuais da São Paulo Cia de Dança, motivo pelo qual elencamos na planilha do presente projeto somente os custos para artistas convidados, técnicos e especialistas de área os quais não fazem parte da equipe da SPCD.· A itinerância de espetáculos de dança permite um maior acesso do público em geral, possibilitando assim a interação entre o público e os artistas. Levar o artista até o público permite não só o acesso, mas também a formação de novos artistas e pessoas na área.· A flexibilidade na apresentação dos espetáculos possibilita a integração e proximidade entre os artistas e plateia, entre a arte e o público. Fomenta o acesso a bens culturais, que só poderiam ser assistidos pela televisão, cinema e/ou internet, criando ainda, o gosto pela arte, o hábito de receber e a hospitalidade no acolhimento. · Inserido em INFORMAÇÕES ADICIONAIS relação de obras que fazem parte do repertório da São Paulo Cia de Dança dentre as quais serão selecionadas as que farão parte do programa.==========================================================================

Especificação técnica

ESPECIFICAÇÃO TÉCNICA DOS VÍDEOS SOBRE 2 PERSONALIDADES DA DANÇADuração de 26 a 40 minutos cada em alta definição com versões para exibição e reaplicação:- 01 versão em DVD e/ou exibição digital/link;- 01 versão em arquivo “quicktime” em alta definição mínimo de 1080/30P (Exibição).- 200 unidades de DVDs contendo cada um dos filmes propostos (1 para cada artista) conforme descritoabaixo:a) 200 encartes com 40 páginas cada / 10 lâminas com impressão 1x1 (preto) em papel couchê fosco 115g; acabamento: refilados, dobrados e grampeados internos (inserir encarte no interior do estojo do DVD).b) 200 capas de DVD: Formato aberto: 27,5cm x 18cm; 01 lâmina com impressão 1x0 (preto) em papel couchê fosco 115g (5 capas diferentes) incluídas: inserir capa no estojo do DVD, inserir DVD nas caixas luvas.c) 200 Duplicações de DVD com 26 a 40 minutos cada) gravação em bolas e estojos individuais de qualidade.Por se tratar de um documentário optamos por não apresentar um roteiro, tratando a realização do filme como uma pesquisa que se conclui na etapa de edição. Essa pesquisa considera a riqueza dos depoimentos e registros a que se propõe.Cada um dos documentários contém trilha sonora original, registro de título para exibição pública das obras (CPB/CRT – DARF - ANCINE), tradução e legenda do português para o inglês, closed caption além de Libras e quando permitir autorizações de todas as fotografias, vídeos e imagens e computação gráfica (gerador de caracteres) de todos os documentários.

Acessibilidade

APRESENTAÇÕES DE DANÇAI - ASPECTO ARQUITETÔNICO - A produção se responsabiliza por locar espaço adequado para o atendimento preferencial a idosos e portadores de deficiência, disponibilizando, ainda, rampas de acesso, espaço e assentos adequados, cadeiras de rodas, no intuito de permitir o gozo e o pleno exercício de seus direitos culturais, atendendo ao disposto no art. 27, inciso II, do decreto 5.761/06, nos termos do art. 23 da Lei nº 10.741, de 1º de outubro de 2003, e do art. 46 do Decreto 3.298, de 20 de dezembro de 1999, principalmente no que tange ao capítulo/seção "Da Educação, Cultura, do Desporto, do Turismo e do Lazer".II - ASPECTO COMUNICACIONAL E DE CONTEÚDO A construção do roteiro de dança para audiodescrição, libras e legendagem, se dá a partir de um minucioso trabalho de estudo da obra a fim de detalhar aspectos como cenário, figurino, iluminação, movimentação e características físicas dos bailarinos. Mínimo, 20% das apresentações da São Paulo Companhia de Dança contarão com acessibilidade comunicacional por meio do uso da tecnologia avançada de aplicativo que transmite para smartphones e tablets os recursos de audiodescrição, janela de libras e legendagem, permitindo às pessoas com deficiência entrarem em contato com a experiência da dança.Os recursos de interpretação são previamente gravados a partir da construção deste roteiro e acessados por meio do aplicativo, promovendo a inclusão de pessoas com deficiência. Nas apresentações, uma equipe da São Paulo Companhia de Dança monta o transmissor (um computador com wi-fi) e retransmite o conteúdo ao aplicativo para os celulares dos interessados. Nos espetáculos também são disponibilizados fones de ouvido para os que não trazem o seu próprio fone. · Medidas para desabilidades auditivas: intérprete em libras;. Medidas para desabilidades auditivas, visuais e cognitivos: o Audiodescrição; o monitor especializado no atendimento de acessibilidade inclusiva; o Disponibilização de lugares na primeira fila para pessoas com TEA e seu acompanhante; III - ASPECTO DE COMUNICAÇÃO E DIVULGAÇÃO ACESSÍVEIS – Folder com informações sobre as medidas de acessibilidade;· Todos os materiais terão sinalização para Libras, uso da #ParaTodosVerem, linguagem inclusiva e legenda alternativa.===================================================================VÍDEOS SOBRE 2 PERSONALIDADES DA DANÇAI - ASPECTO ARQUITETÔNICO: não se aplicaII - ASPECTO COMUNICACIONAL E DE CONTEÚDO. medidas para desabilidades auditivas: intérprete de Libras; . medidas para desabilidades auditivos, visuais e cognitivos: audiodescrição e legenda em close captionIII - ASPECTO DE COMUNICAÇÃO E DIVULGAÇÃO ACESSÍVEIS . Folder com informações sobre as medidas de acessibilidade;· Todos os materiais terão sinalização para Libras, uso da #ParaTodosVerem, linguagem inclusiva e legenda alternativa.==========================================================================CONTRAPARTIDA SOCIALI - ASPECTO ARQUITETÔNICO A produção se responsabiliza por locar espaço adequado para o atendimento preferencial a idosos e portadores de deficiência, disponibilizando, ainda, rampas de acesso, espaço e assentos adequados, cadeiras de rodas, no intuito de permitir o gozo e o pleno exercício de seus direitos culturais, atendendo ao disposto no art. 27, inciso II, do decreto 5.761/06, nos termos do art. 23 da Lei nº 10.741, de 1º de outubro de 2003, e do art. 46 do Decreto 3.298, de 20 de dezembro de 1999, principalmente no que tange ao capítulo/seção "Da Educação, Cultura, do Desporto, do Turismo e do Lazer". II - ASPECTO COMUNICACIONAL E DE CONTEÚDO · Medidas para desabilidades auditivas: intérprete em libras;. Medidas para desabilidades auditivas, visuais e cognitivos o Audiodescrição; o monitor especializado no atendimento de acessibilidade inclusiva; o Disponibilização de lugares na primeira fila para pessoas com TEA e seu acompanhante; III - ASPECTO DE COMUNICAÇÃO E DIVULGAÇÃO ACESSÍVEIS . Folder com informações sobre as medidas de acessibilidade;· Todos os materiais terão sinalização para Libras, uso da #ParaTodosVerem, linguagem inclusiva e legenda alternativa.==========================================================================Temos ciência, conforme Instrução Normativa MINC 23 de 05 de fevereiro de 2025 artigo 42, inciso III, da obrigatoriedade de divulgação das medidas de acessibilidade em todo o material de divulgação do projeto.

Democratização do acesso

APRESENTAÇÕES DE DANÇA1. Em atendimento a Instrução Normativa MINC nº 23 de 05 de fevereiro de 2025, sessão II, artigo 46, incisos:I – 10% distribuição gratuita para patrocinador;II – 10% distribuição gratuita para ações de divulgação;III – 10% distribuição gratuita com caráter social ou educativo, incluindo professores de instituições públicas de ensino;IV – 20% para comercialização em valores que não ultrapassem R$ 50,00§ 1º As cotas previstas no inciso I, II e III poderão ser cumpridas com realizações de sessões exclusivas.Proposta de cobrança de ingressos: 36 apresentações (32 em São Paulo e 04 em outros estados) - Ingressos a R$ 200,00 e respectiva meia entrada03 apresentações em cidades do interior – ingressos a R$ 100,00 e respectiva meia entrada10 apresentações gratuitas em cidades do interior2. Em atendimento a Instrução Normativa MINC nº 23 de 5 de fevereiro de 2025 artigo 47, inciso v:. Realizar, na cidade de São Paulo, 01 apresentação gratuita para jovens e terceira idade;. No intuito de contribuir com a democratização do acesso a bens culturais a diretora Artística da Cia Inês Bogéa e/ou membro da equipe artística, ministrará palestras de até 40 minutos antes dos espetáculos. Acompanhada de um bailarino, o conteúdo versa sobre a arte da dança em geral, história e informações sobre o coreógrafo e a coreografia, dramaturgia além de curiosidades e detalhes da montagem com o intuito de aproximar o público do universo de que trata o espetáculo, contribuindo desta forma para a melhor fruição do programa da noite por parte do público ==========================================================================VÍDEOS SOBRE 2 PERSONALIDADES DA DANÇAO material será enviado GRATUITAMENTE para bibliotecas públicas, ONGs, universidades e instituições de ensino formal e não-formal e instituições que atendam pessoas com necessidades especiais. Desta forma, procura-se elevar o potencial de acesso ao conteúdo dos DVDs, estimulando a pesquisa e conhecimento da dança brasileira. O projeto vislumbra a continuidade da parceria de divulgação com a TV Cultura.A Associação Pró-Dança é parceira da TV Cultura, Canal Arte 1 e canal Curta! na exibição de documentários, desde a sua criação, também visando a popularização desta temática nos meios de comunicação convencionais, sobretudo, em TV aberta.Além da distribuição gratuita, os vídeos ficarão disponíveis, também gratuitamente, no site da São Paulo Cia de Dança - https://spcd.com.br na área de Memória, Figuras da Dança. Seis (06) unidades completas do material serão disponibilizadas ao Ministério da Cultura para compor a prestação de contas e outras seis (06) unidades para a CINEMATECA BRASILEIRA, para composição de acervo.==========================================================================CONTRAPARTIDA SOCIAL – FORMAÇÃO DE PLATEIA 1. Em atendimento a Instrução Normativa MINC nº 23 de 05 de fevereiro de 2025, sessão IV, artigo 49: Parágrafo 1º: Ação formativa correspondente a 500 (quinhentos) beneficiários; Parágrafo 2º: A ação formativa destina-se aos estudantes e professores de instituições públicas de ensino. Realização de 02 espetáculos GRATUITOS, no período vespertino (01 em cada temporada), destinados a estudantes em geral, precedidos de bate papo com a diretora Artística da Cia Inês Bogéa e/ou membro da equipe artística. Temos ciência da obrigatoriedade de comprovação através de declarações de participação das escolas convidadas.=========================================================================

Ficha técnica

O proponente emitirá nota fiscal referente a GESTÃO FINANCEIRA, CAPTAÇÃO DE RECURSOS, COORDENAÇÃO DE PRODUÇÃO, DIREÇÃO DE PRODUÇÃO, PRODUÇÃO EXECUTIVA e ASSISTENTE DE PRODUÇÃO. (até 20% do valor aprovado)==========================================================================FICHA TÉCNICADireção Artística | Inês BogéaCo-direção | Milton CoattiCoordenação de Produção e Geral | Associação Pró-DançaDiretor de Produção | Luca BaldovinoProdutor Executivo | Antônio Magnoler JuniorSuperintendente de Comunicação | Marcela BenvegnuCoreógrafo 1 | Lili de GrammontCoreógrafo 2 | Lars Van CauwenberghCoreógrafo 3 | Edward ClugDVDFigura Homenageada 1 | Aracy de AlmeidaFigura Homenageada 2 | Rui MoreiraDireção Artística | Inês BogéaEdição | Guta PachecoGerente de Memória | Charles Lima Trilha Sonora | a prospectar ============================================================ASSOCIAÇÃO PRÓ-DANÇA (Proponente)A Associação Pró-Dança é uma Organização Social de Cultura que movimenta o ecossistema da dança e valoriza os diversos profissionais desta área. Com uma natureza aberta à diversidade, à experimentação e aos diálogos entre as mais variadas artes a partir de um espírito democrático, a Pró-Dança mantém uma gestão ligada ao mundo atual para se comunicar com os mais diferentes públicos, reforçando a sua missão de elevar a dança a toda sua potencialidade e importância na vida das pessoas. Seus primeiros passos na gestão de equipamentos culturais se iniciaram em 2009, com o início da gestão da São Paulo Companhia de Dança, que segue até hoje. No final de 2021, a Pró-Dança conquistou também a gestão da inovadora São Paulo Escola de Dança, um novo desafio para a OS que entra em sintonia com a missão de difundir a arte da dança em toda a sua força e beleza.============================================================ Direção Artística | Inês BogéaInês Bogéa é uma líder multifacetada na dança e na educação, com vasta experiência na gestão, criação e implementação de projetos culturais, sociais eeducacionais de grande impacto. Desde 2008, atua como diretora artística da São Paulo Companhia de Dança, criada pelo Governo do Estado de São Paulo, onde já dirigiu mais de 1.300 espetáculos em 22 países e recebeu 38 prêmios, certificações e indicações nacionais e internacionais. É diretora artística e educacional da São Paulo Escola de Dança, criada pelo Governo do Estado de São Paulo, que se destaca pela inclusão social e formação de mais de 1.300 estudantes, sendo 50% oriundos de vulnerabilidade social. Colaboradora regular em veículos como a Revista CONCERTO, é cocriadora da coluna “Dança em Diálogo”. Na área acadêmica, leciona na USP e na FURB. Foi responsável por iniciativas inovadoras, como o curso Dança para Educadores do Sesc-SP e a Mostra Internacional de Dança de SP, em parceria com o Itaú Cultural. Reconhecida com a Medalha Tarsila do Amaral, foi também nomeada pela Critic’s Choice of Dance Europe e condecorada com o título de Chavalière de L’Ordre des Arts et des Lettres pelo Ministério da Cultura Francês.============================================================Co-direção | Milton CoattiProfessor, ensaiador, bailarino e coreógrafo, iniciou seus estudos em 1997 com Nilson Rodrigues. Desde 2014, atua como professor e ensaiador da São Paulo Companhia de Dança, onde se tornou Gerente da equipe de Ensaio em 2019 e assumiu o cargo de Co-diretor Artístico em 2025. Como bailarino, integrou os elencos das companhias Maurício de Oliveira e Siameses, J. Gar.cia, Cia. de Danças de Diadema, Balé da Cidade de São Paulo e da própria São Paulo Companhia de Dança. Atuou também como artista independente, criando o solo Alguém para chamar de meu bem para o projeto O Masculino na Dança, do CCSP. Dançou obras do repertório clássico e criações contemporâneas de importantes coreógrafos brasileiros e internacionais, como Henrique Rodovalho, Rodrigo Pederneiras, Luís Arrieta, Itzik Galili, Alessio Silvestrin, Nacho Duato e Jiri Kylián. Em 2018, coreografou Mira, obra em realidade virtual (VR 360 graus) para a São Paulo Companhia de Dança, e o ato romântico de Schumann ou Os Amores do Poeta, parceria entre o Theatro São Pedro e a SPCD, além do videodança Nuvens, em 2021.============================================================Diretor de Produção | Luca BaldovinoÉ superintendente de produção da São Paulo Companhia de Dança desde a sua fundação, em 2008. Iniciou seus trabalhos na área cultural como bailarino, em 1981, e atuou em companhias como Cisne Negro (São Paulo), Balé Guaíra (Curitiba) e na montagem brasileira do musical A Chorus Line.Em teatro atuou nos grupos: Boi Voador - surgido dentro do Centro de Pesquisa Teatral de Antunes Filho, na CER - Companhia Estável de Repertório, de Antonio Fagundes, nos espetáculos Cyrano de Bergerac, com direção de Flávio Rangel, Nostradamus, com direção de Antônio Abujamra, Fragmentos de um Discurso Amoroso, com direção de Ulysses Cruz; e na companhia italiana Piccolo Teatro di Milano, no espetáculo Il Conte di Carmagnola, em Milão, Itália.Dirigiu e produziu os espetáculos Jogo de Cena, com Stênio Garcia e Mistero Buffo de Dario Fo, com Luiz Furlanetto. Como cenógrafo, recebeu o Prêmio APCA - Associação Paulista de Críticos de Arte - pela cenografia do espetáculo Pantaleão e as Visitadoras, de Vargas Llosa, com direção de Ulysses Cruz. Realizou trabalhos de produção e direção técnica para diversas companhias estrangeiras em festivais brasileiros entre elas, o Ballet da Ópera de Lyon, La Fura dels Baus, Ópera de Pequim, Dance Theatre of Harlem, Teatro Maly de São Petersburgo, e outras. Foi diretor do Teatro Mars, em São Paulo, entre 1991 e 1995, além de produtor de companhias de dança como a francesa à Fleur de Peau e a brasileira Núcleo Omstrab.============================================================Produtor Executivo | Antônio Magnoler JuniorTrabalhou no projeto do Governo francês Cargo 92 junto com a Prefeitura do Município de São Paulo com os seguintes espetáculos: Triton – Compañía Philippe Decouflé, A Verdadeira História da França - grupo Royal de Luxe, King of Bongo - grupo Mano Negra e Derives - Companhia Philippe Genty. Entre seus outros projetos destacam-se a pré-produção do Ballet da Ópera de Lyon no Brasil em 1993, Les Grands Ballets Canadiens (turnê brasileira 1997), Companhia de Ballet de Nova York (1998), Eva La Hierbabuena e Carmen Linares - Teatro Municipal de São Paulo - 1999),Ópera de Pequim (Teatro Alfa - 2000), e outros.Em Santiago, Chile, assinou a direção técnica dos grupos internacionais no Festival Internacional Santiago a Mil - Festival de Teatro, Música e Dança (2006), além da apresentação da Companhia de Pina Bausch (2007) e o projeto de residência coreografia da artista (2009).============================================================Superintendente de Comunicação | Marcela BenvegnuMarcela Benvegnu é jornalista, pesquisadora de dança. É Superintendente de Desenvolvimento Institucional da Associação Pró-Dança, instituição gestora da São Paulo Companhia de Dança e da São Paulo Escola de Dança. É master em Mídia, Comunicação e Negócios pela University of California (USA, 2017) e foi bolsista do programa de mentoria executiva da Harvard Business School (USA, 2019). É mestre em Comunicação e Semiótica pela PUC (crítica de dança), pós-graduada em Estudos Contemporâneos em Dança pela Universidade Federal da Bahia (UFBA) e em Gestão de Negócios pelo Business Behavior Institute, de Chicago. Foi coordenadora de Educativo e Comunicação (2009-2017) e de Registro e Memória, da São Paulo Companhia de Dança e consultora (2021). Atua como jurada, palestrante, crítica e jornalista convidada em eventos no Brasil e exterior. Já ministrou palestras na Broadway Dance Center, em Nova York (2009); na Crossroads of Arts, em Los Angeles (2017); na West London University, em Londres (2018); no Encludança, em Portugal (2023). É codiretora do Congresso Internacional de Jazz Dance no Brasil desde 2009. Foi diretora executiva/artística da Bloch Brasil (2019/2020). É professora do curso de Pós-Graduação em Dança e Consciência Corporal na Universidade Estácio de Sá e USC. Dirige a MB – Gestão de Imagem e Comunicação para a Dança, assinando estratégias, conteúdos e experiências para nomes da dança. ============================================================ CURRÍCULOS DOS COREÓGRAFOSLili de Grammont | é diretora artística da Cia. de Dança de São José dos Campos, artista da dança e estudiosa das ciências humanas. É formada em psicologia e psicanálise, pós-graduada em direitos humanos e responsabilidade social e estudou dança na The Juilliard School, em Nova York. É diretora e criadora residente no Núcleo Tentáculo em São Paulo, desde 2015. Foi bailarina do Balé da Cidade de São Paulo, da Cia. Siameses e da Distrito Cia. de Dança. Bailarina convidada da Quasar Cia. de Dança e bailarina assistente do Projeto Próximo Passo, de Ivaldo Bertazzo. Já coreografou “V.I.C.A.”, para o Balé do Teatro Guaíra; “Memória em Conta-Gotas”, para a São Paulo Companhia de Dança, “Onírico”, para a Escola do Teatro Bolshoi no Brasil; “Crônicas do Tempo”, para o Balé da Cidade de São Paulo; entre outros.Lars Van Cauwenbergh | Nasceu em 1970, na Antuérpia (Bélgica), e formou-se na Escola Superior de Dança. Aos 17 anos, ingressou no Royal Ballet de Flanders e, aos 18, tornou-se o primeiro bailarino da companhia. Depois, passou a atuar no English National Ballet e no Ballet der Stadtstheater Wiesbaden. Entre as companhias em que se apresentou como convidado estão Théâtre du Capitole Toulouse, Paris Opéra, Teatro Alla Scla Milano, Ballet Victor Ullate Madrid, West Australian Ballet, Deustche Oper Berlin, Ballet de L'Opéra de Nice, Stadttheater Luzern e Theater der Stadt Bonn. Dançou os principais papéis em obras de Balanchine, Kylián, Béjart, Davies, Bournonville, Nurejev, Schaufuss e Prokovsky, entre outros. No Brasil, foi assistente de direção da Cia. de Dança Palácio das Artes, em Belo Horizonte (MG), e professor ensaiador da São Paulo Companhia de Dança, em 2010.Edward Clug | (nascido em 1973, em Beiuș, Romênia) é coreógrafo e diretor artístico internacionalmente reconhecido por seu estilo inovador e poético na dança contemporânea. Para escapar do regime comunista de Ceauşescu, decidiu inscrever-se na academia de dança ainda jovem. Formou-se em balé em 1991 pela Escola Nacional de Balé de Cluj-Napoca, na Romênia, e, no mesmo ano, foi contratado como solista no Teatro Nacional Esloveno (SNG) em Maribor, onde também criou sua primeira coreografia.Desde 2003, atua como diretor artístico do Balé do SNG Maribor, conduzindo a companhia por caminhos criativos próprios e ampliando seu reconhecimento internacional. Sua obra Radio & Juliet (2005), uma releitura contemporânea de Romeu e Julieta ao som da banda Radiohead, marcou sua projeção global. A partir desse momento, Clug colocou o Balé de Maribor no mapa internacional da dança, com participações em festivais como Jacob’s Pillow (EUA), Stars of the White Nights no Teatro Mariinski (São Petersburgo), Festival de Artes de Singapura e o Seoul International Dance Festival (Coreia).Sua linguagem coreográfica é marcada por uma fisicalidade inventiva, diálogos simbólicos e temas existenciais. Além do Balé de Maribor, Clug tem sido convidado por companhias de renome como Stuttgart Ballet, Zurich Ballet, Nederlands Dans Theater (NDT), Royal Ballet of Flanders, Vienna State Ballet, Bolshoi Ballet, Ballet Basel e Les Grands Ballets Canadiens.Para o Nederlands Dans Theater, criou diversas obras aclamadas, como mutual comfort (2015), Handman (2016), Proof (2017) e APERTURE (2019), consolidando sua presença na cena coreográfica internacional.Clug recebeu múltiplos prêmios por seu trabalho, incluindo o Prêmio da Fundação Prešeren (2005) — o mais alto reconhecimento cultural da Eslovênia —, a Carta Glazer (2008), o Prêmio Especial de Melhor Coreografia no Festival MESS em Sarajevo (2011), além de distinções em competições em Moscou, Belgrado e Sarajevo. Foi indicado ao Golden Mask, importante prêmio de teatro da Rússia (2010), e reconhecido pela revista tanz como uma das grandes esperanças da coreografia contemporânea (2014). Em 2022, foi condecorado com a Ordem de Mérito da Eslovênia e a Medalha de Mérito Cultural da Romênia por suas contribuições às artes.Seu trabalho é celebrado por unir tradição e inovação, ampliar os horizontes do balé contemporâneo e fortalecer a presença da dança eslovena em palcos internacionais.============================================================Artista homenageada 1 | Aracy de AlmeidaConselheira do Conselho Brasileiro da Dança – Regional São Paulo (CBDD-SP), Aracy de Almeida é hoje, aos 79 anos, uma das mais respeitadas mestres e referências da dança clássica no Brasil. Sua trajetória, marcada por excelência e dedicação, atravessa décadas como um exemplo vivo de paixão, disciplina e amor à arte do movimento. Primeira bailarina do Theatro Municipal de São Paulo brilhou nos principais papéis do repertório clássico e contemporâneo da companhia, sendo aclamada por sua técnica refinada e presença cênica marcante. Ao longo da carreira, foi premiada em diversos concursos internacionais e construiu um repertório que inclui obras como Giselle, La Bayadère, O Quebra-Nozes, Don Quixote, O Lago dos Cisnes e Paquita, além de interpretações em criações contemporâneas de coreógrafos como Victor Navarro, Anselmo Zolla, Tíndaro Silvano, Ruben Terranova, entre outros. Durante 30 anos foi professora na tradicional Escola Municipal de Bailado de São Paulo, formando inúmeras gerações de bailarinos e mantendo vivo o rigor técnico e artístico da tradição clássica. Fundadora da Especial Academia de Ballet e da companhia Ballet Aracy de Almeida foi responsável por mais de quatro décadas de formação, tendo encaminhado alunos para renomadas companhias nacionais e internacionais. Artista homenageado - 2 | Rui MoreiraRui Moreira é artista da dança cuja trajetória é marcada por atuações como bailarino, coreógrafo, gestor cultural e ativista. Iniciou seus estudos em dança em 1978 e possui formação em dança clássica, moderna, contemporânea, danças populares brasileiras e danças africanas, com vivências no Senegal pela École des Sables. Graduou-se em Dança pela UFRGS e é doutor em Artes por notório saber pela UFMG. Como bailarino, atuou em companhias nacionais e internacionais, como Grupo Corpo, Balé da Cidade de São Paulo, Cisne Negro Cia. de Dança e Cie Azanie (França). Coreografou para diferentes elencos e recebeu diversos prêmios, incluindo APCA (SP), Açorianos (RS), SESC/SATED (MG), Prêmio Denilto Gomes (SP), Prêmio Arcanjo (SP) e a Medalha da Inconfidência (MG), em reconhecimento ao conjunto de sua obra e às suas ações cidadãs. Realizou turnês por todos os continentes e estados brasileiros. Criou a Cia. SeráQuê?, a Associação SeráQuê Cultural e a Rui Moreira Cia. de Danças, atuando também como gestor e curador em eventos como o FAN – Festival Internacional de Arte Negra, em Belo Horizonte. Rui também teve ampla atuação política e institucional: representou Minas Gerais em colegiados do Ministério da Cultura, integrou comissões de seleção em editais nacionais e participou de coletivos como o Fórum Nacional de Dança, Fórum de Dança de BH, Fórum Nacional de Performance Negra, entre outros. Antirracista e ativista, orienta seu trabalho a partir do diálogo entre corpos, culturas e memórias. Como docente, lecionou em instituições como a Fundação Educacional de Macaé (RJ) e a PUC Minas, contribuindo com reflexões sobre corporeidades negras e performance. Atualmente, é diretor da Diretoria de Artes Cênicas da Funarte/MINC.========================================================================== DVD – Edição | Guta PachecoGuta Pacheco é montadora de filmes desde 2007, trabalhando com ficções, documentários e séries de TV. Entre os projetos que trabalhou destacam-se os documentários Diz a Ela que Me Viu Chorar (premiado como melhor filme no 8º Olhar de Cinema e no Cinéma du réel 2019 - França) e Jair Rodrigues - Deixa que Digam; os longas de ficção A Canção de Baal (premiado no Festival de Gramado de 2009) e A Pele Morta; e as séries de ficção As Five e Encantados. Dirigiu e roteirizou o documentário Na Rua para a TV Al Jazeera e co-dirigiu com o coletivo casadalapa a série Enquadro 5x5. Participou do roteiro e montagem de mais de 20 episódios da série documental Figuras da Dança, da São Paulo Cia de Dança, e fez o roteiro de pós da maioria dos documentários que trabalhou. É formada em Jornalismo e fez especialização em Montagem Cinematográfica pela Escuela Internacional de Cine e Television, de Cuba.==========================================================================DVD – Gerente de Memória | Charles Lima Gerente do departamento de memória da São Paulo Companhia de Dança, sendo responsável por toda produção de captação, edição ao vivo e acervo em fotos e vídeos. Nos últimos 15 anos participou da produção de 300 produtos audiovisuais, dentre eles mais de 20 vídeos danças, onde atuou de diversas maneiras - produtor, roteirista, câmera, editor e/ou finalizador, tendo estes trabalhos difundidos na TV Cultura, Curta! e Arte 1. Trabalhou com diversos diretores como: José Celso Martinez Corrêa, Antônio Carlos Rebesco (Pipoca), Alexandre Roit, Sergio Roizenblit, Tatiana Lohmann, Moira Toledo, Lula Carvalho, Erick Rocha, Ava Rocha, Evaldo Mocarzel, Kiko Goifman, Rica Saito, Andradina Azevedo, Guilherme Pinheiro, Alan Fabio Gomes, Ricardo Elias, Marcos Rombino, Marco Del Fiol, e muito de sua carreira foi construída no audiovisual ao lado da diretora Inês Bogéa. Seu início no audiovisual se deu no Teatro Oficina Uzyna Uzona, companhia do diretor Zé Celso Martinez Corrêa, participando da montagem dos Sertões 2005 a 2008 como operador de câmera e editor ao vivo, além de responsável técnico de vídeo na turnê pelo Brasil. Dentro do circuito audiovisual voltado para o cinema, participou como coprodutor do curta-metragem "Trópico das Cabras", que ganhou o Festival de Brasília, Portugal e o Clemont Ferrand (França) 2007/2008, evidenciando o diretor Fernando Coimbra e a direção de produção do filme "A Garrafa do Diabo"; patrocinado pelo edital Curta Criança do Ministério da Cultura do mesmo diretor. ==========================================================================

Providência

Transferência de recursos entre conta captação e conta movimento no valor de R$10.000,00 em 14/04/2026.

2026-12-31
Locais de realização (1)
São Paulo São Paulo