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Realização de um projeto na área das artes cênicas, no segmento teatro, que inclui a criação, produção, montagem e apresentações do espetáculo intitulado "Surda" de autoria de Julia Spadaccini. Em forma de monólogo a peça narra a história de uma Mulher as voltas com a perda gradativa da sua audição. A trama mostra flashs desse processo, desde seu enclausuramento no silêncio, até o enfrentamento das barreiras que a surdez impõe na sua vida.
SURDA narra a história de uma Mulher as voltas com a perda da sua audição. A trama mostra flashs desse processo, os diversos estágios da perda gradativa da audição da protagonista: percepção, negação, adaptação e aceitação, e os ecos desse processo tanto no seu universo privado, ou seja, dentro do seu núcleo familiar, afetivo e profissional, quanto no ambiente público, as formas como o Estado atua ou deveria atuar no processo de inclusão das pessoas que não ouvem ou ouvem mal. Em SURDA conhecemos a história dessa Mulher, mas essa história poderia ser a história do seu pai, companheiro, companheira, uma colega de trabalho, vizinha, filho da prima, alguém que senta ao seu lado no metrô ou na recepção de um consultório, o atendente da padaria, a filha do milionário. A riqueza da humanidade se encontra na sua diversidade, a inclusão é o caminho certo para construirmos um mundo melhor.SURDA é uma peça de teatro carregada de empatia, afeto, humanidade e informação. Escrita por Julia Spadaccini, renomada autora teatral e roteirista de cinema e televisão, que pela primeira vez fala sobre a sua própria deficiência. Julia é uma mulher surda oralizada, ela fala e ao mesmo tempo tem uma surdez profunda que cria uma série de obstáculos na sua comunicação. Em cena Benedita Casé, jovem artista que em SURDA estreia no teatro, que também é uma mulher surda oralizada. Ambas trazem para esse projeto suas próprias experiências. A peça busca criar uma ponte real entre surdos e ouvintes. Um convite a viver a experiência do outro, quebrar preconceitos e construir laços.
ObjetivosObjetivos PrincipaisRealizar um projeto cultural na área das artes cênicas, no segmento teatro, que prevê a criação, produção, montagem e apresentações de um espetáculo teatral intitulado "Surda" nas cidades do Rio de Janeiro e São Paulo.Objetivos Específicos- Realizar uma temporada de oito semanas, na cidade do Rio de Janeiro, em teatro de pequeno porte, com três sessões semanais, sempre de sexta a domingo, totalizando 24 (vinte e quatro) sessões abertas ao público, com previsão de venda de ingressos. Meta de atingir 3.600 espectadores ao longo da temporada no Rio de Janeiro.- Realizar uma temporada de seis semanas, na cidade de São Paulo, em teatro de pequeno porte, com três sessões semanais, sempre de sexta a domingo, totalizando 18 (dezoito) sessões abertas ao público, com previsão de venda de ingressos. Meta de atingir 2.700 espectadores ao longo da temporada em São Paulo.- Realizar 02 (duas) ações de contrapartida social, uma em cada cidade: Realização de 02 ensaios abertos com palestras em forma de bate papo ao final de cada ensaio, para grupo de alunos da rede pública de ensino. Sendo um ensaio aberto em cada cidade. Meta de atingir 300 pessoas.- Desenvolver um projeto cultural, oferecendo postos de trabalho temporário para diversos profissionais do setor cultural, artistas e técnicos, tais como: atriz, iluminador, diretor artístico, camareira, contrarregra, cenotécnico, diretor de palco, maquinista, técnicos de luz / som, produtores, pessoal de administrativo, entre outros.
O apoio do Ministério da Cultura através da Lei federal de incentivo à Cultura _ Lei Rouanet _ é fundamental para o projeto de teatro intitulado "Surda", na medida em que agrega valor financeiro, através do benefício de isenção fiscal para possíveis apoiadores e patrocinadores, aos valores artísticos e culturais já presentes no projeto, aumentando a sua capacidade de captação dos recursos necessários para a sua realização.O referido apoio justifica-se por ser um projeto que converge com vários princípios e finalidades destacados pela Lei 8313/91, como exposto nas próximas linhas."Surda" é um projeto artístico-cultural que pretende ser aberto ao público em geral, através de vendas e distribuição gratuita de ingressos, além de medidas de acessibilidade, atendendo aos portadores de necessidades especiais. Dessa forma está de acordo com o Artigo 1 _ inciso "I" da Lei 8.313/91 que diz: "contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais".O projeto "Surda" prevê apresentações do espetáculo teatral cujo texto é de autoria da escritora e roteirista brasileira Julia Spadaccini, dessa forma, de acordo com o Artigo 1 - inciso III da Lei 8.313/91 que diz: "apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores", e inciso VIII que diz: "estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória", e inciso IX que diz: "priorizar o produto cultural originário do País".O projeto "Surda" tem por objetivo, de acordo com o Artigo 3° da Lei 8313/91, a realização de apresentações de um espetáculo de teatro voltado para o público em geral, com acesso pago, gratuito, e aberto, atendendo aos objetivos previstos no Artigo 3° - Inciso II - linha "c", que diz: "realização de exposições, festivais de arte, espetáculos de artes cênicas, de música e de folclore", linha "e", que diz: "realização de exposições, festivais de arte e espetáculos de artes cênicas ou congêneres".O projeto "Surda" prevê acesso gratuito, atendendo aos objetivos previstos no Artigo 3° - Inciso IV - linha a que diz: "distribuição gratuita e pública de ingressos para espetáculos culturais e artísticos".
Espetáculo – “Surda”Espetáculo de teatro com duração de 60 minutos, aproximadamente.Com previsão de classificação indicativa 12 anos.Cenografia que será criada especialmente para o espetáculo;Figurinos que serão criados especialmente para o espetáculo;Além de trilha musical e sonora criadas exclusivamente para a peça.
Nas formas da Lei previstas na IN 23 de 05/02/2025 no Capítulo IV o presente projeto prevê as seguintes ações de acessibilidade, que garantem a inclusão dos portadores de necessidades especiais ao longo das temporadas de apresentações do espetáculo “Surda”No que diz respeito à acessibilidade física:- Compromisso em realizar a temporada de apresentações de “Surda” em teatros localizados nas cidades do Rio de Janeiro e de São Paulo que possuam toda a estrutura necessária ao atendimento de pessoas com necessidades especiais, tais como: rampas de acesso facilitado, espaços destinados à cadeirantes, banheiros adaptados para atendimento especial, funcionários treinados para atender e auxiliar gentilmente portadores de necessidades especiais e idosos.No que diz respeito à acessibilidade de conteúdo:- Oferecimento de tradução em libras e audiodescrição nas apresentações;No que diz respeito à divulgação acessiva- O projeto adotará todas as medidas cabíveis para tornar acessível todas as formas de divulgação das apresentações previstas no projeto.
Nas formas da Lei, de acordo com a Instrução normativa MINC nº 23 de 05/02/2025, Capítulo IV, seção II medidas de democratização do acesso, o presente projeto prevê a distribuição gratuita de 10% da lotação dos teatros onde acontecerão as temporadas no Rio de Janeiro e em São Paulo, para organizações voltadas para pessoas em situação de vulnerabilidade social, ou instituições educativas que atendem população de baixa renda, de forma a garantir a democratização do acesso à cultura. Além de 20% da lotação dos teatros no Rio de Janeiro e em São Paulo com ingressos oferecidos a preços populares (valor inferior a R$ 50,00).Como complementação à democratização do acesso o projeto prevê ainda a realização de 02 ensaios abertos exclusivos para alunos da rede pública de ensino, sendo 01 em cada cidade.
Proponente: Expressão Piccolo Produções Artísticas, vai exercer as funções de produção e gestão administrativa e financeira do projeto.Texto (dramaturgia): Julia SpadacciniDireção: Debora LammDireção de Movimento / Preparação corporal: Cristina MouraElenco: Benedita Casé ZerbiniDireção Musical Dany RollandIluminação Ana Luzia Molinari de SimoniDireção de produção Dadá MaiaJulia Spadaccini: No teatro, Julia é autora de mais de 20 peças encenadas no Rio de Janeiro e em viagens pelo Brasil. Indicada aos prêmios Shell (2012). APTR, CESGRANRIO (2013). Vencedora do prêmio Fita (2013). Vencedora do prêmio Shell como melhor autora carioca (2013) pela peça “A Porta da Frente”. Com a peça “Euforia” (2019) foi indicada ao prêmio Cesgranrio como melhor autora. Uma das autoras da peça “PI”, dirigida por Bia Lessa e vencedora do prêmio APCA de melhor espetáculo. Em 2024 foi indicada ao prêmio Shell com a peça “Meu Corpo Está Aqui” e ao prêmio APTR de teatro. Foi roteirista programa “Tapas e Beijos” (Rede Globo 2013-2015) e da série “AMORTEAMO” (Rede Globo 2015). Uma das roteiristas de “Chacrinha – O Velho Guerreiro” filme e série para TV Globo vencedor do Grande Prêmio de Cinema Brasileiro (melhor roteiro). Criadora e roteirista das duas temporadas da série SEGUNDA CHAMADA da Rede Globo (2019/2020), vencedora dos prêmios APCA de melhor série e ABRA de melhor roteiro de série (2020/2021).Debora Lamm: Participou de mais de 40 espetáculos de teatro. Sua carreira como diretora teatral começa em 2013. Já esteve à frente de quinze montagens teatrais que lhe renderam indicações e prêmios, sendo as mais recentes “Gostava mais dos Pais” com Bruno Mazzeo e Lúcio Mauro Filho, “Férias” de Jô Bilac com Drica Moraes e Fábio Assunção, que dirigiu juntamente com Enrique Diaz e “Toda Donzela tem um pai que é uma Fera” de Glaucio Gil projeto de reabertura do Teatro Glaucio Gil no Rio de Janeiro. Em 2025 completa 28 anos de carreira. Atuando como atriz no teatro foi dirigida por Domingos Oliveira, Monique Gardenberg, Hamilton Vaz Pereira, Adriano Guimarães, Inez Viana, Ivan Sugahara, César Augusto, Guida Vianna, Cacá Mourthe, Guilherme Leme Garcia, Georgette Fadel, Grace Passô, entre outros. Diversos personagens no cinema, entre eles as protagonistas do sucesso de bilheteria “Muita Calma Nessa Hora”, do premiado “Seja o Que Deus Quiser” de Murilo Sales, sua parceria com a diretora Júlia Rezende em “Como é Cruel Viver Assim”, lhe rendeu a indicação de melhor atriz no festival internacional de cinema da África do Sul. Durante 4 anos, ao lado de Bruno Mazzeo, encabeçou o primeiro programa de dramaturgia da TV a cabo brasileira, o sucesso Cilada que, recentemente, depois de 15 anos voltou em edição comemorativa com mais duas temporadas inéditas pelo Multishow e Globoplay.Benedita Casé Zerbini: Profissional multifacetada no campo audiovisual, atuando como diretora, roteirista, atriz e palestrante. Formada em Design pela PUC-Rio, iniciou sua carreira na TV Globo como pesquisadora e assistente de direção, e mais recentemente estreou como atriz no cinema, ampliando ainda mais sua atuação no setor e reforçando seu compromisso com narrativas que valorizam a diversidade. É sócia-fundadora da BEIJO Produções, onde desenvolve projetos que abordam temas sociais relevantes, com ênfase na inclusão e representatividade. Surda oralizada e mãe de um menino de sete anos, Benedita utiliza sua experiência pessoal para enriquecer suas produções e palestras, promovendo a conscientização sobre o capacitismo e a importância da diversidade no audiovisual. Em "90 Decibéis" (2024): Atriz Protagonista. Estreia como atriz no longa-metragem produzido pelos Estúdios Globo, interpretando uma advogada que perde a audição gradativamente. Em "PCD POD" (2023): Apresentadora. Primeiro videocast brasileiro escrito e apresentado por pessoas com deficiência, disponível no YouTube e Spotify. Premiado em duas categorias no Rio Web Fest de 2023. Em "Pai é Pai" (2024): Diretora. Programa para o GNT que aborda a paternidade preta, desconstruindo estereótipos e promovendo narrativas afetivas. Entre outros.Cristina Moura: É diretora de espetáculos de teatro e dança contemporânea, coreógrafa e intérprete. Entre 1996 e 2003 viveu na Europa e integrou o Les Ballets C de La B de Alain Platel e Cia Mudances de Angels Marguerit, entre outras companhias. Em 2003 cria seu solo “like an idiot”, de grande êxito, que entre 2004 e 2011 foi mostrado em diversos países da Europa, América Latina, Estados Unidos, Canadá e Brasil. É colaboradora de Enrique Diaz em "Ensaio.Hamlet" e "Gaivota" e em 2010 co-dirige "OTRO", do Coletivo Improviso do qual faz parte, com este diretor. Em 2015 fez junto a Eduardo Milewicz as preparações de elenco para as telenovelas da Rede Globo: Além do tempo, Malhação - seu lugar no mundo, A Regra do Jogo e Supermaxx. Em 2016 colabora com Pedro Brício na peça infantil “ A menina do dedo torto” que estreia em janeiro no Oi Futuro Ipanema e faz a direção de movimento na peça “Os Realistas” com direção de Guilherme Weber (Teatro Poeira). Também em 2016 é co-diretora convidada no espetáculo “BISPO” de João Miguel sobre o artista Arthur Bispo do Rosário. Em 2017 colabora com Emilio de Mello no espetáculo “Estranhos.com”. Em 2017 e 2018 prepara os elencos das novelas "A força do querer”, "Deus salve o rei” e “Malhação Vidas Brasileiras” da Rede Globo em parceria com Eduardo Milewicz. Também prepara o elenco da "Malhação Vidas Brasileiras” e colabora com "A última peça" direção de Danilo Grangheia para texto de Inez Viana. Em 2019 prepara elenco de "Malhação – Toda forma de amar" da Rede Globo.Dany Rolland: é DJ, músico e compositor, diretor de cinema e produtor musical. Foi baterista da banda de new wave Metrô. Codirigiu filmes como "Crede-mi" com Bia Lessa. Dani Roland colaborou com Bia Lessa em várias peças teatrais e filmes, incluindo adaptações de obras de Virginia Woolf e de Thomas Mann. Compôs a trilha sonora de muitas peças teatrais dirigidas por Bia lessa, mais notavelmente de suas adaptações de "Orlando" de Virginia Woolf, "As Três Irmãs" de Anton Chekhov, "O Homem sem Qualidades" de Robert Musil e "Viagem ao Centro da Terra" de Júlio Verne. Assinou a trilha musical e sonora dos espetáculo "PI - Panorâmica Insana" dirigida por Bia Lessa e "Virginia" com Cláudia Abreu, dirigida por Amir Haddad. Em 2017 produziu a trilha sonora (com música original de Egberto Gismonti) de "Grande sertão: veredas" direção de Bia Lessa. Em 2017 atuou e fez a direção musical de "Josephine Baker – a vênus negra" de Walter Daguerre. Em 2018 compôs e produziu (com Pedro Sà) a trilha sonora original de "Benzinho" de Gustavo Pizzi - prêmio de melhor filme no Festival de Cinema de Gramado 2018.Ana Luzia Molinari de Simoni: Iluminadora Cênica, atua na área de teatro e show há 18 anos. Já trabalhou em inúmeros teatros em grande parte do país. Faz a concepção de luz dos espetáculos de algumas companhias, e outras produções teatrais, musicais e shows, como Maria Bethânia. Foi indicada ao Prêmio Shell de teatro 2017 e 2019, ao Botequim cultural 2019, ao Prêmio CBTIJ de teatro infantil 2016 e 2018, no qual venceu, e ao Zilka Salaberry 2018. Durante 8 anos foi técnica em iluminação do Teatro Poeira, trabalhando com grandes nomes da iluminação nacional. Hoje em dia, trabalha criando suas próprias concepções de luz para as artes propostas.Dadá Maia: Como diretora de produção, trabalhou em inúmeros projetos de teatro, entre eles destacam-se: “Os Mambembes” com Cláudia Abreu, Deborah Evelyn, Julia Lemmertz, Leandro Santanna, Orã Figueiredo e Paulo Betti, direção de Emílio de Mello e Gustavo Guenzburguer (2025); “Virginia” com Cláudia Abreu, direção de Amir Haddad (2022 a 2025); “Urutu” espetáculo circense com direção de Renato Rocha (2022); “PI Panorâmica Insana” direção Bia Lessa, com Claudia Abreu, Leandra leal, Luiz Henrique Nogueira, Rodrigo Pandolfo (2019); “Mordidas” direção de Victor Garcia Peralta, com Ana Beatriz Nogueira, Zelia Duncan, Regina Braga e Luciana Braga (2018); “estranhos.com” direção de Emilio de Mello, com Deborah Evelyn e Johnny Massaro (2017); “Nu de Botas” baseado no livro de Antônio Prata, dramaturgia Pedro Brício e Cristina Moura, direção Cristina Moura (2016/2017); “#broncadequê?” de Rogério Blat com direção de Ernesto Piccolo (2015 e 2016); “Hora Amarela” de Adam Rapp, tradução de Isabel Wilker e direção de Monique Gardenberg (2014 e 2015); “O que é Poesia” aula-show de poesias com Antonio Cícero (2014); “ARTE” de Yasmina Reza com direção de Emílio de Mello (2012/2013).Expressão Piccolo Produções Artísticas: Desde 2011 a EXPRESSÃO PICCOLO atua na área das artes cênica e audiovisual, envolvida em projetos de produção, criação e direção de espetáculos de teatro e no campo da cenografia e direção de arte para cinema, séries e programas de humor para televisão. Em 2011 Produziu o espetáculo para crianças “A estranha viagem de Maria Cecília” com texto de Carlos Cardoso e direção de Adriana Maia. O projeto foi realizado com recursos do Programa de apoio ao Teatro da Secretaria de Cultura do Município do Rio de Janeiro (FATE). Vencedor na categoria MENÇÃO HONROSA do Prêmio Zilka Sallaberry de Teatro Infantil 2012. Cumpriu temporada na cidade do Rio de Janeiro. Em 2015/2016 Em parceria com a Bromélia filmes, produziu o musical infantil “A Galinha Pintadinha em OVO DE NOVO” – projeto incentivado pela Lei Federal de Incentivo à Cultura / Rouanet, com patrocínio Bradesco Seguros e Baby DOVE. Cumpriu temporada no Rio de Janeiro e São Paulo. Prêmio CBTJ de Teatro infantil na categoria de melhor videografismo. Ainda em 2015 / 2016 Produziu o espetáculo “#broncadequê?” – projeto incentivado pela Lei Federal de Incentivo à Cultura / Rouanet (patrocínio Bradesco Seguros) e com recursos do Programa de apoio ao Teatro da Secretaria de Cultura do Município do Rio de Janeiro (FATE). Projeto comprometido com a inclusão de PcDs, o protagonista do espetáculo (Pedro Baião) é um jovem com síndrome de down. Cumpriu temporada de apresentações no Rio de janeiro, São aulo, Campinas, Brasília e Belo Horizonte. Em 2017 / 2018 novamente em parceria com a Bromélia filmes, produziu o musical infantil “Lá na casa da Galinha Pintadinha”. Cumpriu temporada de apresentações no Rio de Janeiro (RJ), Niterói (RJ), Recife (PE), Goiânia (GO) Belo Horizonte (MG) e Fortaleza (CE). em 2022 / 2023 produziu o espetáculo “Pormenor de ausência” – com texto de Lívia Baião e atuação de Giuseppe Oristânio. Espetáculo sobre a vida de João Guimarães Rosa. Cumpriu temporada de apresentações no Rio de Janeiro e circulou por diversas cidade de Minas Gerais. Em 2024 e 2025 em parceria com a DUETO Produções produziu o espetáculo “Gostava mais dos pais” , com texto de Aloisio de Abreu e Rosana Ferrão, direção de Debora Lamm e no elenco Bruno Mazzeo e Lucio Mauro Filho. A montagem cumpriu temporada em São Paulo, Rio de Janeiro além de turnê passando pelas cidades de Belo Horizonte, Fortaleza, Porto Alegre e Belém.
PRORROGAÇÃO APROVADA E PUBLICADA NO DIÁRIO OFICIAL DA UNIÃO.