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O projeto Corredor Cultural Pé de Serra articula quatro comunidades de Lima Duarte (MG) — São José dos Lopes, Laranjeiras, Mogol e Fazenda do Engenho — por meio de três dias de oficinas (10, 11 e 12 de outubro de 2026), vivências e apresentações culturais. Com 16 apresentações artísticas e 12 oficinas formativas, o projeto valoriza saberes tradicionais, fomenta o intercâmbio entre moradores e visitantes, fortalece redes comunitárias e promove o turismo cultural de base local. A ação é uma parceria com a Casa Roça, a Casa do Sol/Clube UP, Atelier Galpão Cerâmica e Linhas de Minas e visa conectar arte, educação e sustentabilidade, promovendo o acesso democrático à cultura, o protagonismo comunitário e a valorização do patrimônio imaterial.
O objetivo geral do projeto Corredor Cultural Pé de Serra propõe a articulação entre quatro comunidades do município de Lima Duarte — São José dos Lopes, Laranjeiras, Mogol e entorno da Fazenda do Engenho — por meio de uma programação de atividades formativas, pedagógicas e culturais realizadas ao longo dos dias 10,11 e 12 de outubro de 2026. A proposta nasce da colaboração entre coordenadores de espaços culturais da região (a Casa Roça, A Casa do Sol/ Clube UP, o Atelier Galpão Cerâmica e a Associação Linhas de Minas), reunidos em torno do compromisso de valorizar os saberes locais, incentivar o intercâmbio cultural entre comunidades e visitantes, e fortalecer redes comunitárias por meio da arte e da educação. Cada uma das comunidades participantes contribui com sua singularidade cultural e paisagística:Fazenda do Engenho, comunidade rural histórica, carrega em sua trajetória marcas da colonização, do ciclo do café e da cultura caipira. Com arquitetura colonial preservada e paisagens que incluem trilhas e cachoeiras, mantém uma economia baseada na agricultura familiar e no comércio local, sendo também ponto de ação que contempla a região da fazenda do engenho, dos projetos da Casa Roça. São José dos Lopes destaca-se por sua rica vida comunitária e forte identidade local, com tradições religiosas e saberes artesanais enraizados desde o século XIX. Próxima ao Parque Estadual do Ibitipoca, abriga os projetos da Casa do Sol (Clube UP, do Ateliê Galpão Cerâmica e Linhas de Minas, se consolidando como um polo de turismo cultural e de base comunitária. Laranjeiras, situada na estrada entre Lima Duarte e o arraial de Conceiçao do Ibitipoca é cercada por montanhas, vales e rios, e mantém vivas práticas culturais como a produção de queijos artesanais, artesanatos em bambu e festas populares. Mogol, com raízes no ciclo do ouro do século XVIII, preserva sua atmosfera tranquila e montanhosa. É sede do Ibiti Projeto, uma iniciativa de turismo regenerativo que une cultura, meio ambiente e comunidade, com ações que vão do reflorestamento à arte e à gastronomia, consolidando Mogol como um território de inovação sensível e sustentável. Os objetivos específicos da proposta são:- Oferecer 16 apresentações culturais e artísticas, abrangendo música, circo, teatro, dança e manifestações populares, promovendo a diversidade cultural e o acesso gratuito à cultura. - Realizar 12 oficinas formativas voltadas a saberes e práticas tradicionais (como cerâmica, bordado, tear, bambu, meliponicultura, entre outros), abertas a públicos diversos, ao longo de três dias de programação. - Estimular o intercâmbio entre comunidades (São José dos Lopes, Laranjeiras, Mogol e Fazenda do Engenho) por meio da circulação das atividades artísticas e formativas entre os diferentes núcleos culturais locais. - Valorizar e divulgar a cultura regional por meio da participação de artistas e grupos locais, como Tambor Mineiro, Congado Paraíso Garcia, Corporação Musical Novo Horizonte e outros. - Promover o acesso gratuito e democrático à arte e à educação cultural para crianças, jovens e adultos residentes e visitantes. - Incentivar práticas sustentáveis e o uso de materiais locais nas oficinas, fomentando a conexão entre cultura e meio ambiente. - Produzir materiais de registro e comunicação do projeto, como fotos, vídeos e textos, garantindo transparência, visibilidade e memória das ações. - Contribuir para o fortalecimento da economia criativa local, gerando oportunidades de trabalho e circulação de produtos culturais durante o evento. - Consolidar a articulação entre os espaços culturais parceiros (Casa Roça, Casa do Sol, Atelier Galpão Cerâmica e Associação Linhas de Minas), formando uma rede permanente de colaboração. - Estimular a criação de novas rotas de turismo cultural de base comunitária, ampliando o potencial turístico das comunidades participantes.
O projeto Corredor Cultural Pé de Serra demanda o uso do Mecanismo de Incentivo a Projetos Culturais por meio da Lei Federal de Incentivo à Cultura (Lei nº 8.313/91) como forma viável de viabilização financeira, considerando o seu caráter público, educativo e de relevância sociocultural, que o torna dependente do apoio de empresas e pessoas físicas incentivadoras. Por seu escopo e objetivos, o projeto se enquadra nos seguintes incisos do Art. 1º da Lei nº 8.313/91, que dispõe sobre os mecanismos de fomento à cultura: Inciso I - Contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; Pois, o projeto estimula a produção cultural independente, ao viabilizar oficinas, apresentações artísticas e ações educativas desenvolvidas por coletivos culturais locais. Inciso II - promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais; Dado que o projeto contribui para a promoção e difusão da cultura regional, ao valorizar e divulgar os saberes tradicionais, as manifestações artísticas e o patrimônio imaterial das comunidades envolvidas. Inciso V - salvaguardar a sobrevivência e o florescimento dos modos de criar, fazer e viver da sociedade brasileira; Visto que, a proposta protege e valoriza o patrimônio cultural imaterial, ao fomentar práticas culturais locais e incentivar sua continuidade e transmissão entre gerações. Inciso IX - priorizar o produto cultural originário do País. Pois, o projeto desenvolve programas de apoio à arte e à cultura populares, ao reconhecer, fortalecer e promover expressões artísticas e saberes tradicionais das comunidades rurais de Lima Duarte. Além disso, o projeto contribui diretamente para o cumprimento dos seguintes objetivos estabelecidos no Art. 3º da mesma lei: I - Incentivo à formação artística e cultural, mediante: c) instalação e manutenção de cursos de caráter cultural ou artístico, destinados à formação, especialização e aperfeiçoamento de pessoal da área da cultura, em estabelecimentos de ensino sem fins lucrativos; d) estímulo à participação de artistas locais e regionais em projetos desenvolvidos por instituições públicas de educação básica que visem ao desenvolvimento artístico e cultural dos alunos, bem como em projetos sociais promovidos por entidades sem fins lucrativos que visem à inclusão social de crianças e adolescentes; De maneira que a proposta estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória. O projeto contribui para a preservação da memória coletiva e para a produção de bens culturais conectados aos saberes locais. Inciso II - Fomento à produção cultural e artística, mediante: c) realização de exposições, festivais de arte, espetáculos de artes cênicas, de música e de folclore; Pois o Corredor Pé de Serra protege as expressões culturais dos grupos formadores da sociedade brasileira e responsáveis pela dinâmica de nossa cultura. As atividades propostas promovem o reconhecimento e a valorização das manifestações culturais das comunidades tradicionais e rurais de Minas Gerais. III - preservação e difusão do patrimônio artístico, cultural e histórico, mediante: d) proteção do folclore, do artesanato e das tradições populares nacionais; De maneira que a proposta apoia, valoriza e difunde um conjunto de manifestações culturais regionais e locais. Ao articular quatro comunidades com identidades e práticas culturais distintas, o projeto amplia a visibilidade das expressões regionais e incentiva a circulação cultural no interior do estado. IV - Estímulo ao conhecimento dos bens e valores culturais, mediante: a) distribuição gratuita e pública de ingressos para espetáculos culturais e artísticos; Dado que o projeto prioriza o apoio a ações culturais que estimulem a formação de plateias, a valorização da cultura nacional e a geração de trabalho e renda. Com uma programação voltada a públicos diversos e com atividades formativas, o projeto promove acesso à cultura, incentivo ao protagonismo local e impacto socioeconômico positivo nas comunidades. Sempre de maneira gratuita e acessível a diversos públicos. Assim, ao proporcionar o fortalecimento das redes culturais locais, estimular o turismo de base comunitária e garantir o acesso democrático à cultura, o projeto Corredor Cultural Pé de Serra justifica amplamente o uso do mecanismo de incentivo fiscal previsto, viabilizando a mobilização de recursos privados em favor do desenvolvimento sociocultural sustentável das comunidades envolvidas.
O Corredor Cultural Pé de Serra tem o compromisso de garantir o acesso pleno às atividades por parte de todas as pessoas, considerando as diversidades de condições físicas, sensoriais, cognitivas e sociais dos participantes. Por isso, serão implementadas as seguintes ações de acessibilidade, que se distribuem nos eixos físico-estrutural, comunicacional, sensorial e atitudinal. Medidas de Acessibilidade Física e Estrutural - Montagem de palcos, tendas e áreas de vivências em espaços nivelados, de fácil acesso e circulação. - Disponibilização de banheiros químicos acessíveis em cada uma das comunidades participantes (São José dos Lopes, Laranjeiras, Mogol e Fazenda do Engenho). - Sinalização de vagas de estacionamento para pessoas com deficiência ou mobilidade reduzida, próximas às áreas de atividades. - Oferta de assentos para descanso em todas as áreas do evento (praças, locais de oficina, apresentações e feiras). - Adaptação dos percursos entre atividades, priorizando trajetos curtos, planos ou de menor inclinação. Medidas de Acessibilidade Comunicacional - Presença de intérprete de Libras nas principais apresentações musicais, teatrais, rodas de conversa e cerimônias de abertura e encerramento. - Implantação de audiodescrição nas apresentações culturais, sempre que tecnicamente viável, especialmente nas apresentações teatrais e nas rodas culturais. - Impressão da programação em formato ampliado e distribuição física e digital. Acessibilidade Atitudinal -Realização de uma capacitação prévia com toda a equipe do evento (produção, oficineiros, mediadores, recepcionistas e voluntários), abordando: atendimento inclusivo, comunicação com pessoas com deficiência, uso correto dos recursos de acessibilidade disponíveis no evento. - Sensibilização das comunidades participantes sobre a importância da inclusão e da diversidade, promovendo um ambiente de respeito e acolhimento.
O projeto tem como um de seus principais pilares a democratização do acesso à cultura, promovendo o encontro entre diferentes públicos, comunidades e expressões artísticas em um território marcado pela diversidade cultural e paisagística. Toda a programação será gratuita e aberta ao público, garantindo a ampla participação da população local e de visitantes nas atividades previstas. A distribuição dos produtos culturais do projeto será feita de forma direta e territorializada, respeitando as dinâmicas de cada comunidade participante. A proposta contempla a realização de três dias consecutivos de programação cultural, com 12 oficinas formativas e 16 apresentações artísticas, distribuídas entre manhã, tarde e noite, nos núcleos das comunidades de São José dos Lopes, Laranjeiras, Mogol e entorno da Fazenda do Engenho, todas pertencentes ao município de Lima Duarte (MG). As oficinas — como meliponicultura, cerâmica, tear manual, bordado à mão livre, trançado com fibras naturais, papel reciclado, fotografia, circo, pandeiro, tambor mineiro, bambu e queijo artesanal — serão ofertadas de forma presencial e totalmente gratuita, com turmas destinadas a públicos diversos, incluindo crianças, jovens, adultos e idosos. A distribuição das vagas será feita por meio de inscrições presenciais, em parceria com os espaços culturais parceiros, lideranças comunitárias e associações locais, priorizando moradores das comunidades envolvidas, mas com abertura para visitantes e pessoas de outras regiões. As apresentações culturais também serão gratuitas e ocorrerão em espaços públicos ou comunitários, com livre acesso da população. Entre as atrações confirmadas estão a Corporação Musical Novo Horizonte de São José dos Lopes, Os Siderais, Banda Tocaia, Projeto Roda de Viola e Violão e Prosa, Tambor Mineiro e o Congado Paraíso Garcia. A diversidade dos grupos e estilos selecionados reforça o compromisso do projeto com a valorização da cultura local e com o direito ao acesso a diferentes linguagens artísticas. Além da gratuidade, outras medidas foram pensadas para ampliar o acesso e a fruição das atividades por públicos diversos, especialmente em áreas rurais onde a circulação de bens culturais é escassa. A descentralização da programação — com ações distribuídas entre diferentes comunidades — é, por si só, uma medida potente de democratização, pois leva a arte e a cultura a lugares onde tradicionalmente há pouca oferta de atividades culturais estruturadas e contínuas. O projeto também prevê uma comunicação acessível e inclusiva, com a produção de materiais de divulgação simples e objetivos, como cartazes, faixas, banners e chamadas em rádios locais e redes sociais, priorizando canais que efetivamente dialoguem com os públicos-alvo. A linguagem será adequada ao contexto regional e às formas de comunicação das comunidades envolvidas, assegurando que todos estejam bem informados sobre as atividades, seus horários, locais e formas de participação.
Carlos Alberto Campos - Coordenação Geral Formação em Gestão e Produção Cultural pela APPA/UFMG 1997/08 Experiência: Atua como produtor cultural desde 1990, trabalhou na Prefeitura de Juiz de Fora/ Funalfa de 2001 à 2004 exercendo a função de Produtor Cultural, Coordenador de Produção Cultural no Projeto Trilhos da Paz - SPS/PJF ano 2005/07, Delegado Regional – I Conf. Nacional de Cultura pelo Estado Minas Gerais 2005/06, Curso de Política Cultural pela Fund. João Pinheiro ano 2008, Consultor da Lei Incentivo M. M. Mendes (LMM) na área da música/eventos nos anos de: 2002/04/13, integrou a Comissão Municipal de Cultura no ano de 2016(Comic), exerceu a função de Coordenador de Produção Cultural no Museu de Arte Murilo Mendes/UFJF de 2007 a 2015, Idealizador e coordenador do Projeto Som Aberto no Campus da UFJF(2016/17), esteve locado até a data de 21/05/2021 ao Cine Theatro Central/Procult UFJF, no setor de produção administrativa/ como produtor cultural, além fazer parte do conselho consultivo do teatro. Atualmente atua como com produtor do projeto Vozes da Serra grande conselheiro da casa da Casa Sol -cultura em Lima Duarte, Minas Gerais Já realizou vários shows e eventos na cena cultural da cidade de Juiz de Fora e região. Thiago de Almeida Menini – Assistente de Produção Formação: Doutor em Comunicação Social pela Universidade do Estado do Rio de Janeiro (2023); Mestre em Comunicação Social pela Universidade Federal de Juiz de Fora (2016); Bacharel em Comunicação Social pela Universidade Federal de Juiz de Fora (2011) e Técnico em Violino pelo Conservatório de Música Haideé França Americano (2009). Experiências - Violinista nas Orquestra Sinfônica Pró-Música (2019 – presente); Violinista na Orquestra Sinfônica Mário Vieira (2007 – 2014); Violinista na Orquestra da Violões do Conservatório de Música Haidee França Americano (2004 – 2006); Bolsista no setor de Difusão Cultural do Museu de Arte Murilo Mendes no projeto Musicamamm (2010 – 2011); Participação na elaboração e gravação do Cd da Orquestra Sinfônica Mário Vieira através da Lei Murilo Mendes (2011); Produtor do Cd da Banda “A Zagaia 10 anos +1” através da Lei Murilo Mendes (2015); Auxiliar na produção do Cd “Cantorias” do Coral da Universidade Federal de Juiz de Fora (2014) e Jornalista e produtor no Coletivo Avenida Independência – Música e Conteúdo (2015 – 2017). Jamili Fazza Fernandes – Coordenadora Técnica Formação: Especialista em Gestão de RH e Marketing pela Estácio de Sá. Bacharel em Jornalismo pela Universidade Federal de Juiz de Fora. Coach (Personal and Executive Coaching) certificada pelo ICI. Experiencia: Diretora Financeira da Associação Clube Up, desde Janeiro de 2020.Participação na organização da Folia de Reis com o grupo “Céu e Terra” (cortejo com cantorias) - 31 dez de 2022 Prticipação na organização da Peça teatral a “História de São José do Operário” Contribuição na Festa de São José (festa tradicional do padroeiro) - março de 2024 Participação na Primeira Feira de Expositores Locais da Casa Roça - 2024; Parcipação na organização do Blues na Estrada (parceria com o Ibitipoca Blues) - 2024 Participação na organização das ações do Clube Up no evento Cores do Engenho – agosto de 2024 Voluntária no SOS Preces (atendimento fraterno por telefone), de 1999 a 2012.Voluntária na Casa de Cultura Evailton Villela, ministrando cursos, colaborando na organização de eventos e atuando na colocação de pessoas da comunidade no mercado de trabalho. De 2010 até 2013. Leonardo Ferreira de Oliveira – Coordenação de produção Formação: Engenharia Civil pela UFJF, responsável por obras executadas em duplicação de estradas, implantações e ampliações de infraestruturas de obras para minerações de Caulim e Minério de Ferro, no Pará e em Minas Gerais. Atuação na área gerencial e de logística e manutenção de equipamentos. Período de 1993 a 2017. Experiência: No período a partir de 2017, a engenharia cede espaço para a administração do atelier de cerâmica. Responsável pelo gerenciamento, manutenção e logística dos ateliers de Juiz de Fora e de São José dos Lopes. Em São José dos Lopes, participação na produção e apoio de vários eventos executados na Casa do Sol, como Folia de Reis, Encenação da Paixão de Cristo, Serenata do Luar, Blues na Estrada, entre outros. Letícia Nogueira Fonseca – Coordenação Oficinas Formação: Ensino Médio - Colégio Comprove em Ubá - MG Ensino Superior Incompleto - UFJF - Juiz de Fora -MG Experiência: 2023 assistente de produção das oficinas de tecelagem manual “ Corredor do Tear” em Lima Duarte; Desde 2019, criadora e coordenadora do Projeto de Artes e Artesanato Linhas de Minas em São José dos Lopes, Lima Duarte; 2006/ 2007, Ateliê coletivo " Cortiço" em Juiz de Fora; Sócia proprietária de 2000 a 2006 da Loja Arco da Velha ( aluguel e venda de fantasias e figurinos); Entre 1983 até 2007, trabalhou com confecção de moda Artesanal e Customização de roupas; Anos 80: produtora de Feiras de Artes e artesanato ( Mercado Paralelo) em Juiz de Fora; Figurinista para filmes , vídeos e peças de teatro e dança : Grupo Teatro de Quintal TQ ; Aguirre! Peça Teatral Cia Cosé; Estruturas - Espetáculo Dança; Carriço Longa-metragem; peça teatral Romeu e Julieta 2018, direção Joelson Gomez; peça teatral PLuft o Fantasminha 2019 direção Dudu Arbex; vídeo Carlos, nossa loucura é nossa vitória Direção Andres Monteiro 2022; Entre 2008 até 2019 atuou como professora de yoga e massoterapeuta.
PRORROGAÇÃO APROVADA E PUBLICADA NO DIÁRIO OFICIAL DA UNIÃO.