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PRONAC 254767Autorizada a captação residual dos recursosMecenato

OUVIRAVIDA - Educação Musical Popular - 2026

ASSOCIACAO CULTURAL OUVIRAVIDA
Solicitado
R$ 883,9 mil
Aprovado
R$ 883,9 mil
Captado
R$ 177,4 mil
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

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Eficiência de captação

20.1%

Classificação

Área
—
Segmento
Empreend Ações Educ-Cult/Capacitação/Treinamento
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Plano anual
Ano
25

Localização e período

UF principal
RS
Município
Porto Alegre
Início
2026-01-01
Término
2026-12-31
Locais de realização (1)
Porto Alegre Rio Grande do Sul

Resumo

O projeto busca dar continuidade ? iniciativa OUVIRAVIDA - EDUCA??O MUSICAL POPULAR, que oportuniza a crian?as e jovens, em situa??o de vulnerabilidade social, o contato com a m?sica, ao longo de doze meses. O Projeto oferece aulas gratuitas de flauta doce, percuss?o, bateria, viol?o, guitarra e baixo, acordeon, trompete, teclado, flauta transversa, canto e conjuntos musicais. Ao fim de cada semestre, s?o realizadas apresenta?es gratuitas dos alunos.?

Objetivos

Objetivo geralDar continuidade ao projeto OUVIRAVIDA - EDUCA??O MUSICAL POPULAR, no Bairro Bom Jesus, ao longo de 12 meses, contemplando 200 crian?as e adolescentes em situa??o de vulnerabilidade social com atividades formativas musicais gratuitas ao longo do ano de execu??o.Objetivos espec?ficosContemplar aproximadamente 200 crian?as e adolescentes em situa??o de vulnerabilidade social no Bairro bom Jesus, com as atividades do projeto;Contemplar 200 crian?as nas modalidades canto e conjuntos musicais;Contemplar 100 crian?as nas modalidades percuss?o e flauta doce;Contemplar 20 crian?as nas modalidades viol?o e teclado, bateria, flauta transversa, trompete, guitarra e baixo e acordeon;Promover o atendimento psicossocial aos alunos em situa??o de maior vulnerabilidade, com atendimentos individuais ou em grupo;Participar de atividades culturais produzidas em Porto Alegre, levando os educandos para assistir os espet?culos, aumentando sua no??o de pertencimento sociocultural enquanto cidad?os;Realizar duas apresenta?es exclusivas dos educandos, contemplando um p?blico aproximado de 300 pessoas por apresenta??o;

Justificativa

O projeto busca dar continuidade ? iniciativa de educa??o musical de crian?as e jovens de 6 a 14 anos residentes do bairro Bom Jesus, em Porto Alegre, em situa??o de vulnerabilidade social, ao longo de 12 meses. Desenvolvido desde 2017, o projeto OUVIRAVIDA - Educa??o Musical Popular tem como pressuposto o potencial da m?sica, presente em todas as sociedades humanas com distintas fun?es e significa?es, enquanto articuladora das diferen?as individuais atrav?s da a??o coletiva e promotora da consci?ncia social em dire??o ? autonomia.?O local onde as atividades acontecem, no Bairro Bom Jesus, ? uma regi?o conhecida pelo alto ?ndice de vulnerabilidade social, possuindo elevados ?ndices de viol?ncia, criminalidade e homic?dios. O Bom Jesus, como a maioria dos bairros da capital, tem crescimento urbano acelerado, problemas ambientais e sociais, comunidade em situa??o de risco, ocupa??o irregular de ?rea, problemas de infra estrutura, saneamento, desemprego e exclus?o social. Tendo em vista os dados citados acima, ? de suma import?ncia que iniciativas como o OUVIRAVIDA se fa?am presentes em locais com tais caracter?sticas, atendendo prioritariamente o p?blico infanto-juvenil. Dessa forma, a introdu??o da m?sica nas comunidades populares vem ao encontro da necessidade iminente de alcan?ar-se um ser humano capaz de apreender a realidade desde uma perspectiva integradora e criativa, sendo capaz de transformar-se e ao mesmo tempo de transform?-la, constituindo-se como cidad?o. Ao assumir o espa?o natural e l?dico que a Educa??o Musical deveria ter nas comunidades em situa??o de vulnerabilidade social, o presente projeto assegura ?s crian?as e aos jovens entre 6 e 14 anos uma experi?ncia musical sistematicamente constru?da no encontro entre educandos e educadores, ampliando o processo de autonomia musical dos jovens em situa??o de vulnerabilidade social, residentes no bairro Bom Jesus, em Porto Alegre. Ademais, ciente da fraqueza do ensino de m?sica em grande parte das escolas p?blicas, o projeto pretende ser o lugar pedag?gico da livre express?o musical, desenvolvendo a musicalidade infantil, sua criatividade, dinamizando a constru??o do conhecimento, bem como gerando novas qualidades e v?nculos no grupo em que atua. Al?m das a?es pedag?gicas, o projeto pretende fomentar a inclus?o cultural dos educandos em outros ambientes e atividades culturais da cidade, ampliando sua no??o de pertencimento e reconhecimento enquanto indiv?duo.O fazer musical, constitu?do de forma dial?gica, sistem?tica e criativa, contribui, assim, para o exerc?cio da cidadania. Neste sentido, o projeto OUVIRAVIDA - EDUCA??O MUSICAL POPULAR pretende estimular as pr?ticas musicais das comunidades populares rio-grandenses, que enfrentam, na atual estrutura da sociedade brasileira, uma situa??o de car?ncia econ?mica e de exclus?o social. Para tal, s?o ministradas aulas de percuss?o, flauta doce, flauta transversa, teclado, viol?o, acordeon, canto e conjuntos musicais. Visto que o projeto tamb?m pretende fortalecer a no??o de pertencimento cultural dos alunos, al?m do ensino da m?sica, o OUVIRAVIDA proporciona a ida dos jovens a atividades culturais que acontecem em Porto Alegre, fornecendo transporte e providenciando o agendamento de ida ?s atividades, a fim de promover a forma??o de plateia.O projeto que consiste em atividades formativas musicais para crian?as e adolescentes em situa??o de vulnerabilidade social nasceu em 1999, por uma iniciativa do Maestro Tiago Flores, atuando ao longo de cinco anos no Centro S?o Jos? (entidade sem fins lucrativos), no Bairro Bom Jesus. Em 2001, foi a vez do bairro Umbu, em Alvorada, e em 2004 na cidade de Gravata?, no bairro morada do Vale III, onde atuou at? 2007. Por falta de iniciativa, o projeto ficou parado por quase 10 anos. Em 2017, retomou-se as atividades do OUVIRADA, atendendo anualmente cerca de 200 crian?as com as aulas, crian?as essas que estudam no contra turno escolar na associa??o sem fins lucrativos Perp?tuo Socorro e na EMEF Mariano Beck.?Inf?ncia diz respeito a futuro, e o melhor futuro ? um presente bem vivido. Inf?ncia ? sin?nimo de novo, espont?neo, de paix?o, de imagin?rio criador, de curiosidade, de promessa. Sendo a inf?ncia o espa?o pr?prio da a??o, este projeto procura preencher a lacuna ainda existente nesse crucial momento do desenvolvimento humano, complementando o ensino da m?sica obrigat?rio oferecido pelas escolas da rede p?blica. Acreditamos que iniciativas culturais t?m um papel essencial na constru??o da cidadania e inclus?o social e, portanto, o Estado deve fomentar e promover iniciativas como essa. O projeto OUVIRAVIDA, por contemplar uma regi?o na periferia da cidade de Porto Alegre, carente de a?es culturais e investimento nessa ?rea, necessita da Lei de Incentivo para a capta??o de recursos junto ? iniciativa privada, possibilitando sua viabiliza??o e gerando um impacto transformador sobre essa realidade.?O projeto, at? ent?o, envolve uma equipe qualificada de 09 profissionais do mercado da m?sica. Os professores do projeto Isac Costa Soares e Leonardo Perrone, iniciaram seus estudos musicais no projeto OUVIRAVIDA em Alvorada, no ano de 2003, ent?o com 14 anos, sendo um exemplo do papel transformador do projeto. Hoje, licenciados em m?sica, integram a equipe do OUVIRAVIDA ministrando aulas de flauta doce, flauta transversa e trompete, sendo refer?ncias para os alunos e exemplo da import?ncia da forma??o musical para a concep??o de profissionais da m?sica.?Poder voltar e ser professor do projeto ? muito gratificante e realizador. Eu estou muito feliz e muito animado, porque sei que esse tipo de a??o d? resultado. Eu tenho colegas meus do Ouviravida que seguiram. Um deles est? fazendo flauta doce na UFRGS; tem um que est? na Fran?a e tem envolvimento com v?rias artes; e outro que trabalha com educa??o musical. E dessa leva, eu fui o primeiro a me formar em m?sica. Inclusive, eu sou o primeiro da minha fam?lia a conseguir fazer uma faculdade. A minha m?e n?o terminou o Ensino M?dio; meu pai chegou a terminar, mas n?o fez faculdade.?Isac Costa, ex-aluno e professor do OuviravidaAl?m das atividades formativas do projeto, realizamos semestralmente, duas apresenta?es musicais dos alunos, com entrada franca e abertas ? comunidade.?Ressalta-se ainda o atendimento dos seguintes incisos do Art. 1? da Lei 8313/91?Art. 1? Fica institu?do o Programa Nacional de Apoio ? Cultura (Pronac), com a finalidade de captar e canalizar recursos para o setor de modo a:I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso ?s fontes da cultura e o pleno exerc?cio dos direitos culturais;II - promover e estimular a regionaliza??o da produ??o cultural e art?stica brasileira, com valoriza??o de recursos humanos e conte?dos locais;VIII - estimular a produ??o e difus?o de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e mem?ria;Tamb?m atende os seguintes objetivos do Art. 3? da da Lei 8313/91?Art. 3? Para cumprimento das finalidades expressas no art. 1? desta lei, os projetos culturais em cujo favor ser?o captados e canalizados os recursos do Pronac atender?o, pelo menos, um dos seguintes objetivos:I - incentivo ? forma??o art?stica e cultural, mediante:d) est?mulo ? participa??o de artistas locais e regionais em projetos desenvolvidos por institui?es p?blicas de educa??o b?sica que visem ao desenvolvimento art?stico e cultural dos alunos, bem como em projetos sociais promovidos por entidades sem fins lucrativos que visem ? inclus?o social de crian?as e adolescentes; ? (Inclu?da pela Lei n? 14.568, de 2023)IV - est?mulo ao conhecimento dos bens e valores culturais, mediante:a) distribui??o gratuita e p?blica de ingressos para espet?culos culturais e art?sticos;

Especificação técnica

APRESENTAÇÕES MUSICAIS DO PROJETOO projeto prevê duas apresentações gratuitas dos grupos montados pelos alunos no projeto Ouviravida. No repertório, serão trabalhadas músicas brasileiras a serem definidas no planejamento das aulas.Classificação: livre

Acessibilidade

ACESSIBILIDADE ARQUITETÔNICA: o espaço onde ocorrem as aulas possui acessibilidade para locomoção.DEFICIENTES AUDITIVOS:Por ser um projeto contínuo que já atende o número de crianças previsto, não existem novas demandas de acessibilidade de conteúdo acessível. Porém, prevemos uma verba para acessibilidade caso haja essa demanda de novos alunos, que poderão ser acompanhados por um profissional de acessibilidade.DEFICIENTES VISUAIS: Por ser um projeto contínuo que já atende o número de crianças previsto, não existem novas demandas de acessibilidade de conteúdo acessível. Porém, prevemos uma verba para acessibilidade caso haja essa demanda de novos alunos, que poderão ser acompanhados por um profissional de acessibilidade.ACESSIBILIDADE PARA PESSOAS QUE APRESENTAM ESPECTROS, SÍNDROMES OU DOENÇAS QUE GEREM LIMITAÇÕES AOS CONTEÚDOS ASSIM COMO PESSOAS QUE DESCONHECEM AS LINGUAGENS OU IDIOMAS DOS CONTEÚDOS: A música é transformadora, inclusiva e fala todas as línguas, pois sons ultrapassam barreiras, é uma experiência sensorial que dispensa tradução. Para portadores de síndromes ou com limitações, os sons falam por si só. Estudos demonstram que expor portadores de síndromes e limitações às experiências musicais é terapêutico e apresenta resultados positivos. Assim, o projeto por si só já contempla esse público, tendo a música como acesso universal de linguagem e idiomas.PRODUTO APRESENTAÇÃO MUSICALACESSIBILIDADE FÍSICA: todos os shows acontecerão em locais que possuam acessibilidade arquitetônicaDEFICIENTES AUDITIVOS: será contratado intérprete de libras para as apresentaçõesDEFICIENTES VISUAIS: por se tratar de espetáculo musical, deficientes visuais são contemplados com as apresentações de música.ACESSIBILIDADE PARA PESSOAS QUE APRESENTAM ESPECTROS, SÍNDROMES OU DOENÇAS QUE GEREM LIMITAÇÕES AOS CONTEÚDOS ASSIM COMO PESSOAS QUE DESCONHECEM AS LINGUAGENS OU IDIOMAS DOS CONTEÚDOS: A música é transformadora, inclusiva e fala todas as línguas, pois sons ultrapassam barreiras, é uma experiência sensorial que dispensa tradução. Para portadores de síndromes ou com limitações, os sons falam por si só. Estudos demonstram que expor portadores de síndromes e limitações às experiências musicais é terapêutico e apresenta resultados positivos. Assim, o projeto por si só já contempla esse público, tendo a música como acesso universal de linguagem e idiomas.

Democratização do acesso

Salientamos que todas as ações do projeto são gratuitas, com foco no atendimento de crianças e adolescentes em situação de vulnerabilidade social.Ainda, ressalta-se o atendimento dos seguintes incisos do Art.47. da IN 23/2025VI - realizar ação cultural voltada para crianças, adolescentes, jovens e seus educadores;

Ficha técnica

Tiago Flores - Coordenador geralTiago Flores é graduado pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul sob a orientação de Arlindo Teixeira. Especializou-se em regência orquestral em São Petersburgo (Rússia) com Victor Fedotov. Participou de cursos, oficinas e festivais com Kurt Redel (Alemanha) e Lutero Rodrigues e venceu o concurso Jovens Regentes promovido pela Orquestra Sinfônica de Porto Alegre (OSPA). Como regente convidado atuou à frente de orquestras como Filarmonica de Montevidéu (Uruguai), Orquestra de Câmara de Caracas (Venezuela), Orquestra Sinfônica do Estado do México (México), Solistas di Napoli (Itália), Orquestra Sinfônica de Grosseto (Itália), Kaerten Sinphonie Orchestra (Áustria) e Orquestra de Câmara da Lituânia. No Brasil regeu a Orquestra Sinfônica do Teatro Nacional (Brasília), Orquestra Sinfônica do Paraná, Orquestra Sinfônica da Bahia, Orquestra Sinfônica de Campinas, Orquestra de Câmara de Blumenau, Orquestra Sinfônica da UCS, Orquestra de Câmara Eleazar de Carvalho (Fortaleza) e Orquestra Sinfônica do Mato Grosso. Foi diretor artístico da OSPA nos anos de 1999 a 2001 e 2011 a 2014. Regente da Orquestra de Câmara da ULBRA desde sua fundação, vem recebendo inúmeros elogios da crítica especializada, destacando-se como grande incentivador da nova música e tendo contribuído, em muito, para o reconhecimento do conjunto como um dos melhores do gênero no país. Recebeu o prêmio Melhores da Cultura 2005, conferido pela Secretaria da Cultura do Estado do Rio Grande do Sul, prêmio Açorianos de Melhor CD Instrumental em 2006, e premio Açorianos de Melhor Espetáculo 2008 com o Show "Beatles - Magical Classical Tour”.Liége Donida Biasotto - Coordenadora Administrativa e Produtora ExecutivaLiége Biasotto é Relações Públicas pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul e trabalha na área de produção cultural desde 2007. Em 2010 abriu a CUCO Produções, empresa focada em produção cultural, elaboração e gestão de projetos culturais e consultoria. Com uma ampla experiência na cena musical, responde pela direção de produção Festival Kino Beat, Projeto Farol.live, Museu do Hip Hop do RS, Festival de Música de Nova Prata, projeto social OUVIRAVIDA - Educação Musical Popular, Orquestra de Câmara da ULBRA e projetos da Casa de Cultura Mario QuintanaNisiane Franklin da Silva - Coordenadora pedagógica e professora de tecladoMestre em Educação Musical pelo Programa de Pós Graduação da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS) em 2002; Graduada pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS) com titulação de Licenciado em Educação Artística-Habilitação em Música em 1992. Atua como professora do Curso de Licenciatura em Música da Universidade Metodista do Sul IPA, desde ago/2007; coordena o Estágio Supervisionado do Curso de Licenciatura em Música da Universidade Metodista do Sul IPA desde jan/2015. Foi Diretora do Conservatório Pablo Komlós, Escola de Música da Orquestra Sinfônica de Porto Alegre (OSPA) de fev/2013 a fev/2015; Coordenadora Pedagógica do Projeto OUVIRAVIDA - educação musical popular, vinculado a Fundação Orquestra Sinfônica de Porto Alegre (FOSPA) de mai/2002 a jan/2007; Coordenadora Pedagógica e Professora no Projeto Sinos Acorda da Universidade do Vale do Rio dos Sinos (UNISINOS) das disciplinas de Teoria e Percepção e Musicalização de jul/2003 a mar/2006; Professora do Curso de Extensão da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS) na Oficina de Teoria e Percepção Musical de mar/2000 a jan/2003 e do Conservatório Pablo Komlós, Escola de Música da Orquestra Sinfônica de Porto Alegre (OSPA) na disciplina de Teoria e Percepção Musical no ano de 2002.Daiana Fulber - Professora de canto coralGraduada em Regência Coral Universidade Federal do Rio Grande do Sul, com formação em Flauta doce (1998 a 2002) e Trompete pelo projeto “Sinos Acorda”, ministrado por Evandro Matté (UNISINOS 2001 - 2005). Foi integrante do Coro Madrigal da Universidade - ARS VOCALIS (2007/2). Em sua trajetória profissional, coordenou a Banda Cláudio Wingert, fazendo também arranjos para a mesma. Atuou na Escola Genuíno Sampaio (2000 a 2010) e na Escola Luterana São Mateus (2005 a 2008), como coordenadora da banda da escola. Foi trompetista e arquivista na Orquestra de Sopros Eintracht (2001 a 2006), regeu recitais do coro de alunos da classe de regência da UFRGS (2006 a 2007) e atuou como professora de trompete na Escola Municipal São Carlos (2007) e no projeto de iniciação musical em crianças de 1 a 9 anos Creche Santa Zitta de Luca (2008). Trabalha como regente dos Corais Unisinos e Allegro Unisinos, desde 2009. Ademais, elaborou e concretizou alguns espetáculos de coro como “Vinícius, 100 anos de poesia e música”, “Classical Beatles”, Gloria de Vivaldi e “Desde que o samba é Samba”. De 2009 a 2014, trabalho com grupos de iniciação musical na Unisinos e, a partir de 2014, como regente da Orquestra Vida com Arte, contemplando repertórios populares e eruditos com músicas de concerto. Reescreveu arranjos para orquestras jovens, coordenando a parte musical do Show Musical Anchieta, desde 2012, cujo repertório é composto de musicais da Broadway. Participou ativamente da criação dos espetáculos “Brasil Radio Show” e “Nos Embalos do Show Musical”, em 2012, e da segunda edição de “Nos Embalos do Show Musical”, em 2013. Desde 2013, coordena o trabalho de musicalização no projeto da orquestra PROJARI-GUAÍBA e atua como regente, desde 2014, na orquestra do Projeto Social Vida com Arte, mantida pela Unisinos, trabalhando com instrumentos de corda como violino, viola, cellos e baixo, além de instrumentos de percussão.Angelo Primon - Professor de violão, guitarra e baixoCom 30 anos de carreira, o compositor, instrumentista e produtor portoalegrense Angelo Primon é bacaharel em Música Popular pela UFRGS e já atuou com artistas de várias tendências: Nei Lisboa, Gilberto Gil, Richard Serraria, Adriana Deffenti, Orquestra de Câmara da ULBRA, Grupo Cuidado que Mancha, Grupo Música Mundana e Violas ao sul. Foi vencedor do Troféu Açorianos como Melhor Instrumentista categoria MPB nos anos de 2006, 2008 e 2016/17. Em 2011, 2016/17 e 2017/18 venceu na categoria de Melhor Arranjador MPB. Desenvolve desde 1998 pesquisas sobre as sonoridades da viola de dez cordas, viola de cocho, rabeca, oud árabe, surtarang, surbahar e sitar indiano.Luke Faro - Professor de percussão e bateriaMúsico baterista desde 1989. Gravou e tocou com muitos nomes do meio musical gaúcho e brasileiro. Vencedor do Batuka 1997, festival internacional de bateria SP.Possui graduação em Música pelo Centro Universitário Metodista- IPA (2008) Porto Alegre. Já lecionou na escola Bateras Beat onde foi direto pedagógico. Foi sócio proprietário da Escola de Bateria Tamborim. Já tocou e gravou com diversos artistas do RS. Se apresentou no Rock in Rio 2022, realizando 4 shows com o trabalho da cantora Mariel e Crème de la Crème. Atuou como professor substituto na Universidade Federal do Pampa-Bagé RS no curso de Licenciatura em Música 2022/23. Foi professor da School of Rock (franquia de escola de música com cerca de 300 unidades no mundo inteiro) de 2020a 2024. Atualmente da aulas no projeto social Ouviravida (Porto Alegre) e também leciona aulas privadas no estúdio Tec Áudio em Porto Alegre. Tem experiência na área de Artes, com ênfase em Música, atuando principalmente em masterclasses de bateria, cursos de bateria, bateria, workshops de bateria, ensino de bateria, shows, gravações e produção musical.Isac Costa Soares - Professor de flauta doce e trompeteIniciou seus estudos musicais aos 14 anos de idade no projeto OUVIRAVIDA, tendo aulas de flauta doce, canto coral e percussão. Atualmente é licenciado em música pelo Centro Universitário Metodista - IPA, estuda no Conservatório Pablo Komlós, da Escola de Música da OSPA e integra o Grupo de pesquisa Educação Musical e Cotidiano (UFRGS).

Providência

Transferência de recursos entre conta captação e conta movimento no valor de R$100,00 em 08/04/2026.