| CNPJ/CPF | Nome | Data | Valor |
|---|---|---|---|
| 89674782000158 | JOHN DEERE BRASIL LTDA | 1900-01-01 | R$ 2,15 mi |
| 91884981000132 | Banco John Deere S.A | 1900-01-01 | R$ 2,10 mi |
| 01696819000106 | AGRO BAGGIO MAQUINAS AGRICOLAS LTDA | 1900-01-01 | R$ 100,0 mil |
| 17312448000143 | TRACBEL SA | 1900-01-01 | R$ 84,3 mil |
| 61142550000130 | Iharabras S/A Industrias Quimicas | 1900-01-01 | R$ 49,3 mil |
| 89096457000155 | SLC AGRICOLA S.A. | 1900-01-01 | R$ 36,2 mil |
| 25165477000158 | TRACBEL VEICULOS E EQUIPAMENTOS LTDA | 1900-01-01 | R$ 26,4 mil |
| 03350300000199 | IBP - INDUSTRIA BRASILEIRA DE PECAS LTDA | 1900-01-01 | R$ 15,0 mil |
| ***524000** | FABIOLA DA SILVA ALVES | 1900-01-01 | R$ 15,0 mil |
| 08555864000181 | TRACBEL NORDESTE VEICULOS E EQUIPAMENTOS LTDA | 1900-01-01 | R$ 13,8 mil |
| ***347560** | ALEXANDRE CARRARD RODRIGUES | 1900-01-01 | R$ 3,5 mil |
| ***726130** | GELSON DA CRUZ ESTEVES | 1900-01-01 | R$ 3,0 mil |
| ***638629** | LEIRTON MARQUES DA SILVA | 1900-01-01 | R$ 100,00 |
Fortalecer e ampliar as ações culturais, socioambientais, educativas e expositivas do Memorial da Evolução Agr?cola (MEA), por meio da execução do plano anual voltado à promoção, difussão e valorização do patrimônio histórico, artístico, científico, tecnológico e cultural dedicado à agricultura brasileira, com ações que visam o acesso democrático à cultura, à preservação da memória coletiva, à formação de público e à promoção da diversidade cultural, em conformidade com os princípios do desenvolvimento social.
Fortalecer e ampliar as ações culturais, socioambientais, educativas e expositivas do Memorial da Evolução Agrícola (MEA), por meio da execução do plano anual voltado à promoção, difusão e valorização do patrimônio histórico, artístico, científico, tecnológico e cultural dedicado à agricultura brasileira, com ações que visam o acesso democrático à cultura, à preservação da memória coletiva, à formação de público e à promoção da diversidade cultural, em conformidade com os princípios do desenvolvimento social. NÚMEROS CONSOLIDADOS DO PROJETO - PROGRAMA PROSAS COM A ESOLA: . 50 ATIVIDADES; . 7.250 ESTUDANTES. - PROGRAMA MEDIAÇÃO CULTURAL: . 2.800 ATENDIMENTOS; . 30 ATIVIDADES; . 10 GRUPOS TEATRAIS. - PROGRAMA MÃOS E FIOS: . MULHERES EM SITUAÇÃO DE VULNERABILIDADE SOCIAL DE TODAS AS IDADES, ARTISTAS E ARTESÃS; . 85 ATIVIDADES PARA 2026.. 1400 PESSOAS. - PROGRAMA LAZER NO MEA: . 2.400 PESSOAS; . + 30 ATIVIDADES. - PROGRAMA RODA COM CIÊNCIA: . 31 ATIVIDADES; . 2.300 IMPACTATOS. - PROGRAMA NOITE NO MEA: . 14 ATIVIDADES; . 1.200 PESSOAS ATENDIDAS. - PROGRAMA DESLOCAMENTOS MEA e FEIRAS MULTISETORIAIS: . REALIZAR 9 EXPOSIÇÕES EM MUNICÍPIOS DA REGIÃO NOROESTE. . 11.500 PESSOAS ATENDIDAS DESLOCAMENTOS MEA. 19.200 PESSOAS FEIRAS MULTISETORIAIS MEA - PROGRAMA NOITE NO MEA: .14 ATIVIDADES; . 1.200 PESSOAS ATENDIDAS. - PROGRAMA EXPERIÊNCIA MEA: . COMUNIDADE EM GERAL .8.500 PESSOAS ATENDIDAS - PROGRAMA ACÚSTICOS MEA: . CURADORIA DA MAESTRINA GRAZIELLE LINGER. . 10 ATIVIDADES . 1.200 PESSOAS ATENDIDAS Ballet: 100 alunos Musicalização: 100 alunosOrquestra: 75 alunosTeatro: 75 alunos TOTAL DE PESSOAS IMPACTADAS OFICINAS: 59.300VISITAS ESPONTÂNEAS: 9.600VISITAS AGENDADAS: 11.520AREA EXTERNA COMPLEXO MEA (AREAS DE LAZER E ESPORTE) = 67.950 / ANO TOTAL: 148.370 PESSOAS
OBJETIVO GERALFortalecer e ampliar as ações culturais, socioambientais, educativas e expositivas do Memorial da Evolução Agrícola (MEA), por meio da execução do plano anual voltado à promoção, difusão e valorização do patrimônio histórico, artístico, científico, tecnológico e cultural dedicado à agricultura brasileira. As ações buscam o acesso democrático à cultura, a preservação da memória coletiva, a formação de público e a promoção da diversidade cultural, em conformidade com os princípios do desenvolvimento social. OBJETIVOS ESPECÍFICOSManter e preservar as exposições de longa duração, garantindo a relevância e a qualidade museológica dos conteúdos apresentados no MEA e de seu acervo, valorizando a história da agricultura brasileira, da inovação tecnológica e do desenvolvimento sustentável, com atendimento estimado em 148.370 pessoas/ano.Oferecer30 mediações educativas e de investigação com foco nos processos e metodologias educativas e inclusivas, estimulando o pensamento crítico, a interação com o acervo e o fortalecimento do vínculo entre o público visitante e a temática agrícola, promovendo o acesso à cultura de forma democrática, com 2.800 atendimentos;Realizar 04 exposições de curta duração, com temáticas transversais e contemporâneas, que possibilitem novos diálogos com a comunidade e ampliem a diversidade das narrativas sociais relacionadas aos saberes ancestrais e à agricultura brasileira, público de 2.000 pessoas.Garantir a manutenção e o aperfeiçoamento das visitas mediadas ao MEA, oferecendo uma experiência qualificada e acessível para diferentes públicos, com foco na educação patrimonial e no estímulo ao conhecimento histórico-científico, garantindo o atendimento total do público estimado.Executar 09 exposições itinerantes, com o objetivo de descentralizar o acesso aos bens culturais, promovendo a circulação do acervo e levando as experiências museológicas a novos territórios e públicos, prioritariamente em municípios com menor oferta cultural, atingindo público de 30.700.Realizar 75 ações educativas contínuas e integradas, por meio de oficinas, mediações personalizadas, formações, rodas de conversa e materiais pedagógicos acessíveis, alinhando-se à função social dos museus e à missão formativa e inclusiva do MEA, através dos seus programas oficiais: Noite do MEA, Roda com Ciência, Lazer no MEA, Mediação Cultural, Prosas com a Escola, Mãos e Fios, Experiência MEA, Acústicos MEA e Deslocamentos MEA, totalizando 15.800 pessoas. Firmar acordos de cooperação técnica, cultural, socioambiental e científica com parceiros institucionais e comunitários, com foco em redes colaborativas entre escolas urbanas e rurais, universidades, faculdades, produtores culturais, movimentos sociais, instituições públicas e privadas, ampliando a atuação cultural e educativa do MEA, atendendo 04 instituições/ano.Contribuir para a formação de público e democratização do acesso à cultura, especialmente de estudantes, comunidades rurais, agricultores, pessoas com deficiência e populações em situação de vulnerabilidade social, com aferição ao final da realização do projeto, otimizando os números inicialmente apontados. Realizar o monitoramento e a avaliação participativa das ações desenvolvidas, com base em indicadores de impacto cultural, educativo e social, garantindo a transparência na execução do Plano de Atividades e a melhoria contínua de seus resultados.Estreitar os objetivos do Plano de Atividades em consonância com as diretrizes e Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) propostos pela Agenda 2030 da ONU, pelo Código de Ética do ICOM, pela Política Nacional de Museus, pela Política Nacional de Educação Museal (PNEM), pelo Estatuto de Museus, pela Base Nacional Comum Curricular (BNCC) e pela Política Nacional do Meio Ambiente. NÚMEROS CONSOLIDADOS DO PROJETOPrograma Prosas com a Escola50 atividades7.250 estudantesPrograma Mediação Cultural30 atividades2.800 atendimentos10 grupos teatraisPrograma Mãos e FiosMulheres em situação de vulnerabilidade social, artistas e artesãs85 atividades previstas para 20261.400 pessoas atendidasPrograma Lazer no MEA30 atividades2.400 pessoas atendidasPrograma Roda com Ciência31 atividades2.300 participantesPrograma Noite no MEA14 atividades1.200 pessoas atendidasPrograma Deslocamentos MEA e Feiras Multisetoriais9 exposições em municípios da região Noroeste11.500 pessoas atendidas nos Deslocamentos MEA19.200 pessoas atendidas nas Feiras MultisetoriaisPrograma Experiência MEA8.500 pessoas atendidasPrograma Acústicos MEACuradoria da maestrina Grazielle Linger10 atividades1.200 pessoas atendidas OFICINASBallet: 100 alunosMusicalização: 100 alunosOrquestra: 75 alunosTeatro: 75 alunosTotal de pessoas impactadas em oficinas: 59.300 VISITASVisitas espontâneas: 9.600Visitas agendadas: 11.520Área externa do Complexo MEA (lazer e esporte): 67.950/ano TOTAL DE PESSOAS ATENDIDAS148.370 pessoas/ano
O Memorial da Evolução Agrícola - MEA, mantido pelo Instituto John Deere em Horizontina, região noroeste do Rio Grande do Sul - RS, representa uma iniciativa exemplar no campo da museologia social, ambiental, da educação patrimonial e do patrimônio material e imaterial. Situado em uma das regiões mais produtivas da agricultura brasileira, o Memorial não apenas preserva a memória da mecanização agrícola no país, mas também se consolida como um agente ativo de inclusão social, de formação e de mediação cultural. Por ocasião das características do Projeto, o mesmo tem respaldo de enquadramento na Lei 8.313/91 em seus seguintes artigos e incisos: Art. 1º I contribuir para facilitar a todos os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais II promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais III apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores IV proteger as expressões culturais dos grupos formadores da sociedade brasileira e responsáveis pelo pluralismo da cultura nacional V salvaguardar a sobrevivência e o florescimento dos modos de criar, fazer e viver da sociedade brasileira VI preservar os bens materiais e imateriais do patrimônio cultural e histórico brasileiro VII desenvolver a consciência internacional e o respeito aos valores culturais de outros povos ou nações VIII estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória. Art. 3 I incentivo à formação artística e cultural, mediante c) realização de exposições, festivais de arte, espetáculos de artes cênicas, de música e de folclore e) realização de exposições, festivais de arte e espetáculos de artes cênicas ou congêneres III preservação e difusão do patrimônio artístico, cultural e histórico, mediante a) construção, formação, organização, manutenção, ampliação e equipamento de museus, bibliotecas, arquivos e outras organizações culturais, bem como de suas coleções e acervos IV estímulo ao conhecimento dos bens e valores culturais, b) levantamentos, estudos e pesquisas na área da cultura e da arte e de seus vários segmentos. Pela gratuidade em todas as ações do Projeto, faz-se necessário a utilização dos auspícios da Lei Federal de Incentivo à Cultura.O presente projeto tem como objetivo maior garantir a manutenção e o funcionamento contínuo do Memorial da Evolução Agrícola, espaço cultural de relevância nacional dedicado à preservação, valorização e difusão da história da agricultura no Brasil e atua como importante ferramenta de educação patrimonial, memória histórica e formação cultural, promovendo o acesso democrático ao conhecimento sobre os processos que moldaram o desenvolvimento agrário brasileiro e suas interfaces com a sociedade, o meio ambiente e a tecnologia. O Memorial possui um acervo físico e expositivo único, que remonta às práticas, ferramentas, maquinários, documentos e testemunhos que narram a transformação do campo brasileiro ao longo dos séculos. A manutenção deste acervo exige ações contínuas de conservação preventiva, atualização museológica, mediação educativa e programação cultural.Neste sentido, o Plano de Atividades ora apresentado busca assegurar a realização de visitas mediadas, exposições de longa e curta duração, ações educativas, mostras itinerantes, rodas de conversa e programas de sensibilização cultural, voltados a diferentes públicos, incluindo estudantes, educadores, agricultores, pesquisadores e a comunidade em geral. O projeto também prevê a estruturação técnica e institucional necessária para a adequada recepção dos visitantes, a difusão digital de seu conteúdo e a valorização da memória rural como patrimônio imaterial brasileiro.O Plano Anual de Atividades do Memorial da Evolução Agrícola, por meio de suas ações culturais, sociais, educativas e de preservação da memória coletiva, está fortemente alinhado com a Agenda 2030 da ONU e contribui diretamente para a concretização de diversos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS). São eles:ODS 4 Educação de Qualidade O projeto promove ações educativas continuadas, acessíveis e interdisciplinares por meio de visitas mediadas, oficinas, exposições e materiais pedagógicos. Busca fortalecer a educação não formal e estimular o pensamento crítico, especialmente junto a estudantes e professores da rede pública.ODS 10 Redução das Desigualdades Ao garantir acesso gratuito às atividades culturais, atender públicos de diferentes faixas etárias, origens sociais e regiões (inclusive rurais), o projeto contribui para a redução das desigualdades no acesso à cultura, educação e patrimônio.ODS 11 Cidades e Comunidades Sustentáveis O Memorial atua como polo de cultura e memória, promovendo o acesso ao patrimônio material e imaterial relacionado à agricultura. Suas ações contribuem para a valorização da identidade local e o fortalecimento de comunidades sustentáveis, tanto no meio urbano quanto rural.ODS 12 Consumo e Produção Responsáveis As exposições e atividades educativas abordam temas como práticas agrícolas sustentáveis, uso racional de recursos naturais e preservação ambiental, incentivando atitudes conscientes e responsáveis em relação ao consumo e à produção no campo.ODS 13 Ação contra a Mudança Global do Clima O projeto contempla conteúdos e ações que promovem a reflexão sobre as mudanças climáticas e seus impactos na agricultura, fomentando a sensibilização e o engajamento do público em práticas sustentáveis e de mitigação ambiental.ODS 16 Paz, Justiça e Instituições Eficazes A promoção da cultura como direito de todos e o fortalecimento da participação social por meio de ações educativas e culturais colaborativas contribuem para sociedades mais inclusivas, participativas e justas.ODS 17 Parcerias e Meios de Implementação O projeto propõe articulações com escolas, universidades, movimentos sociais, produtores culturais, agricultores e instituições públicas e privadas, fomentando redes colaborativas e o fortalecimento institucional para a promoção da cultura e da memória.A manutenção do Memorial da Evolução Agrícola, viabilizada por meio da Lei Federal de Incentivo à Cultura, representa portanto um investimento estratégico na preservação da memória nacional, na democratização do acesso à cultura e no fortalecimento da identidade agrícola brasileira, contribuindo de forma efetiva para o desenvolvimento humano, cultural e sustentável da região e do país.Por meio de exposições de longa e curta duração e itinerantes, o MEA promove o acesso ao conhecimento sobre a história e a tecnologia do setor agrícola, atingindo públicos diversos, inclusive comunidades rurais, escolas públicas, agricultores familiares e grupos historicamente marginalizados. A itinerância das exposições permite que o acervo e as narrativas museológicas extrapolem os limites geográficos do município, democratizando o acesso à informação e valorizando a memória do trabalho no campo e incentivando práticas conscientes de produção, uso racional dos recursos naturais e inovação tecnológica com responsabilidade social. Ao integrar ações educativas, exposições interativas e mediação museológica, o MEA transcende a função expositiva tradicional e se posiciona como uma ferramenta estratégica para a educação ambiental, a valorização da cultura do campo e a promoção da agricultura sustentável.As ações educativas do MEA, articuladas com práticas de mediação museológica, incluem visitas personalizadas, oficinas pedagógicas, cursos e atividades interativas voltadas a diferentes faixas etárias e níveis de escolaridade. Esses programas não apenas contribuem para o fortalecimento da identidade regional, como também estimulam o pensamento crítico e o protagonismo social dos visitantes e uma série de atividades que fazem parte do calendário de atividades permanentes do Memorial, com um conjunto de ações integradas que estruturam a programação cultural, educativa e museológica do Memorial da Evolução Agrícola ao longo do ano. São elas:Noite do MEA Evento cultural de caráter periódico que promove o acesso noturno ao Memorial, com programações especiais como concertos, saraus, intervenções artísticas, visitas mediadas temáticas e exibições audiovisuais. A iniciativa visa ampliar o público, estimular o uso noturno do espaço cultural e fomentar a convivência comunitária.Roda com Ciência Encontros formativos e interativos com pesquisadores, especialistas, produtores e educadores sobre temas ligados à agricultura, ciência, tecnologia, sustentabilidade e cultura rural. As rodas de conversa visam estimular o pensamento crítico, o diálogo de saberes e a popularização da ciência.Mediação Cultural Ações de acolhimento e mediação de públicos diversos durante visitas ao Memorial, com foco na construção coletiva do conhecimento, na valorização das trajetórias dos visitantes e na acessibilidade. A mediação é pensada como uma ferramenta pedagógica e inclusiva, alinhada às diretrizes da Nova Museologia.Prosas com a Escola Programa de articulação com a rede pública e privada de ensino, envolvendo formações para educadores, visitas escolares orientadas, atividades interdisciplinares e desenvolvimento de materiais pedagógicos. A iniciativa estimula o uso do Memorial como espaço de educação não formal e aprendizagem significativa.Mãos e Fios Programa voltado à valorização dos saberes tradicionais e da cultura material do campo, especialmente o artesanato rural, o fazer manual e os modos de vida que envolvem o uso do fio, do tecido, da terra e da madeira. Envolve oficinas, mostras, vivências e rodas de memória com artesãos e comunidades locais.Caminhos da História Ações expositivas, interativas e educativas que narram a evolução da agricultura no Brasil, destacando seus contextos históricos, sociais, tecnológicos e ambientais. Compreende a manutenção e atualização da exposição de longa duração e a curadoria de mostras temporárias e temáticas.Deslocamentos MEA e Experiência MEA Ações itinerantes que levam parte do acervo, experiências educativas e intervenções culturais do Memorial para escolas, feiras, comunidades rurais e eventos regionais. A proposta visa ampliar o acesso, descentralizar a oferta cultural e fortalecer os vínculos entre o museu e seu território ampliado.Lazer no MEA Atividades que promovem o bem-estar e integração social, com foco na ludicidade, no esporte e no desenvolvimento de habilidades sociais. Oferece experiências diversificadas que estimulam a criatividade, valorizam saberes ancestrais e fortalecem vínculos sociais e familiares, incentivando estilos de vida saudáveis e sustentáveis.Acústicos MEA Realiza apresentações da cena musical do Rio Grande do Sul na área externa do Memorial. Seja apresentando artistas profissionais ou apoiando a formação de novos talentos, o programa estimula a formação de plateia e se consolida como um ambiente democrático para divulgar a produção musical independente.Com o objetivo de ampliar o acesso à cultura e fortalecer o papel do Memorial da Evolução Agrícola como espaço de formação, criação e difusão artística, serão implementadas oficinas regulares de Ballet, Orquestra, Musicalização e Teatro. Essas atividades fazem parte da programação formativa e de extensão do Memorial, voltadas à comunidade local e regional, com foco especial em crianças, adolescentes e jovens da rede pública de ensino. As oficinas terão caráter contínuo, integrando práticas pedagógicas e vivências artísticas que dialogam com o acervo e as temáticas do Memorial, promovendo uma formação cidadã, criativa e sensível às expressões culturais do campo e da cidade. Além de proporcionar o desenvolvimento técnico e artístico dos participantes, as oficinas contribuirão para o fortalecimento da identidade cultural local, estimulando o protagonismo juvenil, o pertencimento comunitário e a valorização da memória rural e agrícola da região.Essas ações formam um conjunto articulado de programas estruturantes do Memorial da Evolução Agrícola e integram as metas físicas e pedagógicas do plano anual a ser realizado com apoio da Lei Rouanet.A partir de uma abordagem interdisciplinar e participativa, o Memorial da Evolução Agrícola atua como um espaço de diálogo entre passado, presente e futuro, reforçando o compromisso do Instituto John Deere com a responsabilidade social, a sustentabilidade e a valorização das comunidades locais, direcionado por pilares fundamentais que consolidam sua visão institucional.O respeito, a promoção e a valorização da diversidade cultural, das identidades individuais e coletivas, da inclusão e da dignidade humana. O exercício pleno da função social, por meio de práticas culturais, educativas, esportivas e do bem-estar, socioambientais e científicas que promovam a equidade social e o desenvolvimento sustentável. O compromisso com a sustentabilidade e o cuidado com o meio ambiente e os territórios fortalecendo relações éticas e solidárias entre a sociedade, a agricultura e os saberes tradicionais. A garantia do direito de memória, à preservação do patrimônio material e imaterial, e ao livre acesso à informação, à produção de conhecimento e à produção cultural A valorização da pesquisa, da ciência, da educação crítica, das tecnologias sociais e da agricultura latino-americana, com ênfase na salvaguarda, comunicação e difusão do patrimônio histórico, artístico, cultural e socioambiental em diálogo com as comunidades.Por meio desses princípios, o MEA projeta-se junto à comunidade como uma referência cidadã, exercendo seu papel enquanto agente cultural de transformação social e ambiental.
MEDIDAS DE MITIGAÇÃO AMBIENTAL Plano de Atividades 2026: Oficinas Temáticas, Ações Educacionais e Visitas Mediadas A implementação contínua das medidas de mitigação ambiental do Plano de Atividades 2026 no Memorial da Evolução Agrícola – MEA, implicará em maior fluxo de visitantes, uso de infraestrutura e dinamização dos espaços expositivos e educativos. Para garantir a sustentabilidade ambiental das ações e minimizar os impactos decorrentes da intensificação do uso do espaço, propõem-se as seguintes medidas de mitigação ambiental: 1. Gestão de Resíduos SólidosSistema de coleta seletiva com sinalização adequada (papel, plástico, orgânicos e rejeitos);Lixeiras específicas em pontos estratégicos e acessíveis durante oficinas e visitas;Parceria com cooperativas locais de reciclagem para destinação adequada dos resíduos;Campanhas educativas sobre consumo consciente e separação de resíduos, integradas às ações educativas. 2. Eficiência Energética e Uso Racional de RecursosLâmpadas LED em todos os ambientes utilizados nas atividades;Controle de iluminação natural e artificial nos espaços expositivos, buscando redução do consumo;Monitoramento do uso de água em banheiros e espaços de apoio, com instalação de arejadores e redutores de vazão;Inclusão de temas como energia renovável e sustentabilidade nas oficinas temáticas.Utilização de sistema de captação de energia solar, já em funcionamento. 3. Mobilidade SustentávelIncentivo à utilização de transporte coletivo e caronas para grupos escolares e visitantes;Promoção de campanhas de incentivo à mobilidade ativa (bicicletas e caminhadas) em eventos educativos. 4. Preservação da Vegetação e do SoloDelimitação de áreas verdes e trilhas educativas, com sinalização de áreas de preservação;Evitar compactação do solo com controle de acesso e manutenção de passarelas em áreas sensíveis. 5. Educação Ambiental e SensibilizaçãoIncorporação de conteúdos sobre meio ambiente, sustentabilidade e agroecologia nas oficinas e visitas mediadas;Formação continuada de mediadores e educadores sobre práticas sustentáveis e temas ambientais;Criação de material didático e informativo com abordagem ecológica e adaptado para todos os públicos. 6. Monitoramento e Avaliação AmbientalImplementação de sistema de monitoramento participativo dos impactos ambientais das atividades educativas;Elaboração de relatórios periódicos com indicadores de sustentabilidade (resíduos, energia, água, etc.);Adequações contínuas baseadas nos resultados do monitoramento ambiental. Essas medidas buscam assegurar que o desenvolvimento das ações formativas, culturais e educativas do Plano de Atividades 2026 no Memorial da Evolução Agrícola ocorra em harmonia com o meio ambiente, promovendo a conscientização ambiental dos visitantes e contribuindo para o fortalecimento de uma cultura sustentável na região de Horizontina-RS.
Oficinas de Musicalização EMENTA: Conceitos e definições, princípios e objetivos da música, teorias e práticas. Conceitos. Definições. Períodos da história da música. OBJETIVOS:• GERAL: O aprendizado de técnicas de interpretação musical, estudos dos diversos períodos da história da Música. Montagem de concertos e audições. • ESPECÍFICOS:1. Pesquisar e analisar conceitos, definições e história da música no Brasil e no mundo; 2. Pesquisar e analisar conceitos, definições e história de grandes músicos e compositores; 3. Analisar e avaliar os campos de atuação dos profissionais da área de música; 4. Proporcionar o contato outras práticas de artes musicais através de aulas expositivas; 5. Capacitar o aluno à arte da leitura musical.• CONTEÚDO PROGRAMÁTICO1. Conceitos e definições de diversos períodos da história música no Brasil e no mundo; 2. Princípios e objetivos da música; 3. Informática Aplicada à Música; 4. História da evolução da música; 5. Teoria e prática de criação e montagem de audições e concertos; 6. Função social da música; 7. Campos de atuação do profissional de música; 8. As demais práticas de manifestações musicais na sociedade;Carga horária semanal: 08 horas/aulas OFICINAS DE BALÉ A Proposta Pedagógica foi desenvolvida a partir de pesquisa de diversos autores e em conformidade com a necessidade e realidade de nossos alunos. OBJETIVO GERAL: Realizar oficinas de Balé, voltados a alunos da Rede Pública de Ensino e fomentar a formação de profissionais para atuarem como profissionais ou professores de Balé, em diferentes espaços de ensino-aprendizagem, constituindo-se como futuros professores ou profissionais, artistas e pesquisadores. Profissionais que exercerão suas atividades com competência, responsabilidade e ética, trabalhando no desenvolvimento e difusão deste campo de conhecimento, atuando também como agentes culturais. (UFPEL;2010) OBJETIVOS ESPECÍFICOS:· Desenvolver atividades integradoras com outras áreas do conhecimento humano, por meio da interdisciplinaridade e transdisciplinaridade, tais como: Teatro, Música e Artes Visuais;· Reconhecer e utilizar diferentes abordagens metodológicas ligadas ao ensino das artes e de Balé, compreendendo a complexidade dos fenômenos artísticos e do ser humano; · Desenvolver experiências na linguagem específica de Balé, a partir do contexto dos alunos, respeitando o desenvolvimento corporal, psicomotor e afetivo dos alunos; · Instigar a formação de plateia, através da sensibilização de professores e alunos; · Pré-Produção, Produção e Pós Produção de espetáculo de Balé. CONTEÚDOEquilíbrioReúne um conjunto de aptidões estáticas (sem movimento) e dinâmicas (com movimento), abrangendo o controle postural e o desenvolvimento das aquisições de locomoção. O equilíbrio estático caracteriza-se pelo tipo de equilíbrio conseguido em determinada posição, ou de apresentar a capacidade de manter certa postura sobre uma base. O equilíbrio dinâmico é aquele conseguido com o corpo em movimento, determinando sucessivas alterações da base de sustentação. Controle do corpo em ação com relação ao seu centro de gravidade (sobre uma base) por combinação de ações musculares; estado de repouso em que se acham os corpos solicitados por forças iguais e contrárias; estado particular pelo qual um sujeito pode, por sua vez, manter uma atividade ou um gesto, ficar imóvel ou lançar seu corpo no espaço utilizando a gravidade e, ao mesmo tempo, resistindo-a; faculdade para manter o controle do corpo em circunstâncias difíceis. (MATTOS, 2005, p. 96). Organização Látero-EspacialDesenvolve da seguinte maneira, aos 6 anos a criança tem conhecimento do lado direito e esquerdo do seu corpo, aos 7 anos reconhece a posição relativa entre dois objetos, aos 8 anos reconhece o lado direito e esquerdo em outra pessoa, aos 9 anos consegue imitar movimentos realizados por outras pessoas com o mesmo lado do corpo no qual a pessoa realiza o movimento, isto é transpõe o lado da pessoa para o seu, aos 10 anos reproduz movimentos de figuras esquematizadas, e aos 11 anos consegue identificar a posição relativa entre 3 objetos. Segundo Le Boulch (apud ALMEIDA, 2007, p.61) defende que: A lateralidade é a função da dominância, tendo um dos hemisférios à iniciativa da organização do ato motor, que incidirá no aprendizado e na consolidação das praxias. Esta capacidade funcional, suporte da intencionalidade, será desenvolvida de maneira fundamental nessa época da atividade de investigação durante a qual a criança vai confrontar-se com seu meio... permitir à criança organizar suas atividades motoras globais é a ação educativa fundamental. Desse modo, coloca-se a criança em melhores condições para constituir uma lateralidade homogênea e coerente. RitmoQuanto ao ritmo, este estará sempre presente em qualquer atividade motora, ainda que indiretamente, e quando solicitado como ação motora principal ditará o “andamento” do evento estando diretamente relacionado com o tempo e com o espaço. De acordo com Machado e Nunes (2010, pg. 34 apud Conceição 2003), ritmo “é a organização constante e periódica de um ato motor. É forma de se deslocar no espaço obedecendo a uma determinada sequência de sons ou músicas. Para ter ritmo é preciso ter organização espacial”. Metodologia:Neste primeiro contato com a técnica do Balé clássica buscamos criar uma base em que o trabalho desenvolvido possa, de forma sólida, despertar o interesse pela arte, o interesse pela continuidade do projeto e o vislumbrar de um trabalho que evolui para uma formação profissional. O processo adotado se realizará através de etapas encadeadas e contínuas, de forma a envolver a criança num universo de conhecimentos práticos e teóricos, em linguagem que a criança possa assimilar, com a finalidade de conduzi-la a aprender a conhecer o seu próprio corpo, sentir e controlar os seus músculos, saber se está bem colocado nas posturas adotadas; entender os mecanismos dos movimentos corporais, suas possibilidades e restrições; conhecer a técnica acadêmica de Balé clássica; ampliar, o seu universo cultural, estético e a sua visão de mundo. Conteúdos selecionados:· Técnica de alongamento, flexibilidade e força;· Técnicas de Balé clássica;· Anatomia básica;· Percepção musical, ritmo e coordenação tempo-movimento;· Motricidade global, expressão corporal;· Organização espacial· Teoria do movimento de Laban, nos movimentos corporais e nos exercícios de Balé clássica;· vídeo de ballets de repertório de Balé clássico;· Oficinas de música; Plano de Trabalho· Diagnóstico inicial de cada criança, como ponto de partida, para averiguar suas condições naturais de alongamento e flexibilidade;· Exercícios práticos para desenvolver boa postura, alongamento, força e flexibilidade, executados no chão;· Iniciar um trabalho teórico e prático de anatomia básica direcionada á técnica da execução dos movimentos;· Observação de pontos de assimetria e alinhamento de eixos anatômicos;· Promover a capacitação do aluno na identificação desses desvios e na execução de exercícios para a correção de desvios dos eixos anatômicos;· Exercícios articulares segmentados, rotações articulares;· Exploração, ocupação e formas de organização espacial;· Exercícios técnicos de Balé clássica, nas formas básicas de seus movimentos, realizados no chão, em pé e na barra;· Exercícios de motricidade global, e expressão corporal;· Percepção de níveis, planos e dimensões;· Noções básicas da Teoria do Movimento criada por Laban, identificando os elementos do movimento (espaço/tempo/fluência/peso) que se encontram presentes nos diferentes "esforços" da técnica de Balé clássica;· Elaboração dos temas para montagens de espetáculos ao final do curso: escolha de músicas, cenário, figurino e seleção de personagens;· Ensaios e apresentação de espetáculos. Carga Horária Semanal por Turma: 08 horas OFICINAS DE TEATRO METODOLOGIA Tendo por princípio a aplicação de uma metodologia que atenda aos interesses dos participantes, o projeto deverá:• Garantir a inclusão dos principais tópicos básicos para a formação de grupos cênicos; • Estimular a apresentação de um instrumental teórico e prático para a efetiva qualificação em produção cultural e interações entre os diversos segmentos da sociedade;• Proporcionar uma avaliação constante do projeto por parte dos participantes e coordenadores;• Selecionar e estimular a leitura de literatura pertinente aos temas apresentados, bem como assegurar sua discussão organizada, visando a elaboração de roteiros e textos cênicos de interesse coletivo: Escola, Comunidade e Coordenação do Projeto; e• Efetuar um acompanhamento permanente do desempenho das atividades práticas e teóricas, buscando melhoria e aprimoramento constante. De forma a cumprir as diretrizes propostas, serão utilizados modernos métodos de ensino, seja por meio de aulas teóricas expositivas, aplicações práticas, dinâmicas de grupo, exercícios, pesquisas, orientações bibliográficas, simulações e estudos de casos aplicados à cultura e suas interfaces com as demais áreas do conhecimento. EMENTA: Princípios e objetivos das artes cênicas, teorias e práticas. Conceitos. Definições. Períodos da história da arte. A interação das artes cênicas com as demais áreas do conhecimento. OBJETIVOS: • Geral: O aprendizado de técnicas de interpretação, estudos dos diversos períodos da história da Arte. Montagem de espetáculos com temáticas de interesse comunitário. • Específicos:1. Pesquisar e analisar conceitos, definições e história das artes cênicas no Brasil e no mundo;2. Pesquisar e analisar conceitos, definições e história de grandes artistas e escritores; 3. Analisar e avaliar os campos de atuação dos profissionais da área de artes cênicas; 4. Proporcionar o contato outras práticas de artes cênicas através de aulas expositivas;5. Montagem de espetáculos (Pré-Produção, Produção e Pós-Produção); 6. Capacitar o aluno à arte da interpretação. • CONTEÚDO PROGRAMÁTICO 1. Conceitos e definições de diversos períodos da história das artes cênicas; 2. Princípios e objetivos das artes cênicas; 3. História da evolução das artes cênicas; 4. Teoria e prática de criação e montagem de textos e espetáculos; 5. Oficinas de criação de cenário e figurino (Corte e Costura, Fantoches, Artes Visuais); 6. Função social das artes cênicas; 7. Campos de atuação do ator; 8. As demais práticas de manifestações cênicas na sociedade; 9. Realização de espetáculos. Carga horária semanal: 08 horas/aulas Máximo de alunos por Turma: 30 EQUIPE DE PROFISSIONAISOs profissionais que ministrarão o conteúdo programático oferecido no Projeto, serão contratados tão logo o projeto seja aprovado pelo Ministério da Cultura. Contudo, serão considerados os seguintes itens para contratação: • Experiência na área de Teatro; • Experiência Profissional; • Disponibilidade de Carga Horária; • Experiência comprovada na atuação prática; • Profissional aberto a novas dinâmicas de ensino e aprendizagem; • Senso de trabalho em Equipe; • Afinidade com o público-alvo do projeto. Carga Horária Semanal dos Profissionais: 08 horas/aulas MÚSICA INSTRUMENTAL/ORQUESTRA EMENTA As oficinas serão o momento de aprendizagem e aprimoramento dos alunos tanto da teoria musical quanto da prática dos instrumentos. A intenção é de que através desse espaço, cada aluno participante possa desenvolver cada vez mais a aptidão e o gosto pela música. As aulas foram pensadas desde um breve histórico da música em geral e no Brasil até a questão prática exigida por qualquer instrumento. Ao desenvolvimento dessas habilidades, os alunos serão capazes de apresentar os concertos à comunidade proposto com alta qualidade e desempenho. Será um momento de grande experiência para esses jovens músicos, uma vez que será nesses concertos que eles terão a oportunidade de mostrar ao público todo seu desenvolvimento ocorrido durante a realização das oficinas e assim fomentar uma plateia ávida por atividades culturais. • História da Música Ocidental e Brasileira A música na Antiguidade Clássica –Grécia e Roma. A música e a Igreja na Idade Média. A teoria musical medieval do século X ao XV -os modos litúrgicos. O início da Polifonia: o Organum. A música secular medieval. A música no Renascimento. A música instrumental para dança. Os Estilos Nacionais, seus compositores e instrumentos. O Barroco na música: a complexidade da teoria musical. Século XIX: o Período Clássico. Século XX: o Modernismo na música.O conceito de música brasileira em diversos períodos históricos. A chegada dos jesuítas e a utilização da música na catequese indígena. A musicalidade indígena. A musicalidade europeia. A chegada dos escravos africanos, a cultura de cana de açúcar e a musicalidade africana. O ciclo da mineração e a música das irmandades no século XVIII. A música brasileira no século XIX. • Teoria da Música Estudo inicial da escrita musical. Pauta, claves, notas. Propriedades do som: altura, timbre, intensidade. Figuras de som e silêncio. Relação numérica e valores atribuídos às figuras musicais em relação aos compassos simples e compostos e suas diferenças. Unidades de tempo e de compasso. Intervalos simples e naturais. Escalas Modais. Alterações de sustenido e bemol. • Harmonia Modal e Tonal Estudos sobre modos. Escalas Modais, transposição, alterações com sustenidos e bemóis. Intervalos compostos, maiores, menores, aumentados e diminutos. Classificação de intervalos. Introdução à harmonia tonal. Escalas Maiores e suas relativas menores. Escalas Harmônicas e Melódicas. Transposição de escalas maiores e menores. Ciclo das Quintas e Quartas. •Harmonia Funcional e Arranjos Estudos sobre formação de acordes. Formação da tonalidade. Transposição, formação e classificação de acordes maiores, menores e diminutos. Tons vizinhos e afastados. Construção da organização dos campos harmônicos maiores e menores. Estudos sobre a função dos acordes dentro da tonalidade. Função dos acordes nos campos harmônicos maiores e menores. Estudo sobre os acordes nos estados fundamental, primeira, segunda e terceira inversão. Acordes de sétima.• Instrumentação e Orquestração Cadências. Composição de linhas melódicas a partir de peças conhecidas. Arranjos.• Prática de Conjunto InstrumentalExecução de peças para grupos mistos ou clássicos (um só tipo de instrumento) desde a renascença até a música brasileira, contemplando composições nacionais e regionais. Integração de instrumentos e instrumentistas, execução de arranjos próprios dos alunos ou já editados.Produção de Concertos. PROPOSTA METODOLÓGICA OBJETIVOS: GERAL:Manter um trabalho de educação musical, com enfoque em crianças e adolescentes regularmente matriculados na rede pública de ensino, proporcionando atividades pedagógicas voltadas para o ensino de música. • ESPECÍFICOS:1. Pesquisar e analisar conceitos, definições e história da música no Brasil e no mundo;2. Pesquisar e analisar conceitos, definições da teoria musical, harmonia;3. Analisar e avaliar os campos de atuação dos profissionais da área de música;4. Proporcionar a prática de instrumentos e de prática de conjunto instrumental;5. Estudo teórico dos instrumentos musicais componentes de uma Banda Marcial;6. Capacitar o aluno a apresentações públicas de música através da produção e realização de 04 concertos. • CONTEÚDO PROGRAMÁTICO 1. Conceitos e definições de diversos períodos da história música no Brasil e no mundo;2. Princípios e objetivos da música;3. História da evolução da música;4. Teoria e prática de criação e montagem de audições e concertos;5. Função social da música;6. Campos de atuação do profissional de música;7. As demais práticas de manifestações musicais na sociedade; BIBLIOGRAFIABRITO, Teca Alencar. Música da Educação Infantil: propostas para a formação integral da criança. São Paulo: Editora Fundação Peirópolis, 2003.CAMARGO, Maria Lígia. Música/Movimento: um universo em duas dimensões. Belo Horizonte: Villa Rica, 1994.Cit, Simone. História da música brasileira para crianças. Curitiba.COELHO, Raquel. Música. São Paulo:Formato, 2006. FRANÇA, Cecília C. Para fazer música. Belo Horizonte: Editora UFMG, 2008._________________ O som e a forma, do gesto ao valor. HENTSCHKE e DEL BEN (Org).Ensino de música: propostas para se pensar e agir na sala de aula. São Paulo: Editora Moderna, 2003.HENTSCHKE e DEL BEN (Org). Ensino de música: propostas para se pensar e agir na sala de aula. São Paulo: Editora Moderna, 2003.Carga Horária Semanal: 08 horas/aulas
O Plano de Acessibilidade do Projeto está baseado na legislação vigente e fora adaptado para as necessidades específicas das oficinas e dos eventos a serem realizados e propostos, garantindo que Pessoas com Deficiência ou mobilidade reduzida, Idosos, gestantes e outros públicos especiais sejam sempre bem vindos à Programação do Projeto e, além de se sentirem bem recebidos, sintam-se muito confortáveis. Para isso, tais medidas de acessibilidade serão tomadas: · Reserva de lugares e assentos para Pessoas com Deficiência ou mobilidade reduzida, assim como Idosos e Gestantes; · Promover a máxima de autonomia para todos os tipos de público, notadamente com deficiência visual e que se utilizam de cadeiras de rodas, através da utilização de rampas e corrimão; · Disponibilização de banheiros adaptados; · No caso de haver estacionamento, disponibilizar vagas específicas para embarque e desembarque de Idosos, Pessoas com Deficiência ou Mobilidade Reduzida, demais determinações previstas na legislação vigente. EXPOSIÇÃO DE ARTES ACESSIBILIDADE DE CONTEÚDO · Todo o material impresso é de comum acesso a todos os públicos com deficiência física ou não; ACESSIBILIDADE FÍSICA · Implantação da Sala de Acomodação Sensorial para neuro divergentes.· Reserva de lugares e assentos para Pessoas com Deficiência ou mobilidade reduzida assim como Idosos e Gestantes; (Não gera custos ao projeto, pois o local de realização é dotado de ferramentas de acessibilidade)· Promover a máxima de autonomia para todos os tipos de público, notadamente com deficiência visual e que se utilizam de cadeiras de rodas, através da utilização de rampas e corrimão; (Não gera custos ao projeto, pois o local de realização é dotado de ferramentas de acessibilidade)· Disponibilização de banheiros adaptados; (Não gera custos ao projeto, pois o local de realização é dotado de ferramentas de acessibilidade)· No estacionamento, disponibilizar vagas específicas para embarque e desembarque de Idosos, Pessoas com Deficiência ou Mobilidade reduzida, demais determinações previstas na legislação vigente. (Não gera custos ao projeto, pois o local de realização é dotado de ferramentas de acessibilidade) MEDIDAS ADOTADAS PESSOAS COM DEFICIÊNCIA AUDITIVA:ACESSO DE CONTEÚDO · Legenda descritiva;· Intérprete de libras; ACESSIBILIDADE FÍSICA o Assentos reservados em locais próximos ao palco; não gera custos ao Projetoo Intérprete de libras; MEDIDA ADOTADA PARA PESSOAS COM DEFICIÊNCIA VISUAL:ACESSIBILIDADE DE CONTEÚDO o Audiodescrição;o Convites em braile – Incluso na rubrica de custos vinculados para “divulgação” ACESSIBILIDADE FÍSICA o Permissão de entrada com cães guias - Não gera custos ao projeto. o Pisos táteis – Local dotado desta ferramenta de acessibilidade e que não gerará custos ao Projeto;o Locais reservados próximos ao palco– Não gerará custos ao Projeto. MEDIDA ADOTADA PARA PESSOAS COM DEFICIÊNCIA INTELECTUAL:· Permissão de acesso com responsáveis ou acompanhantes;· Mediadores e educadores museais capacitados ao atendimento deste público.· Implantação da Sala de Acomodação Sensorial para neuro divergentes. OFICINAS E PROGRAMAS DE EXTENSÃO MEDIDAS ADOTADAS PARA PESSOAS COM DEFICIÊNCIA FÍSICA: ACESSIBILIDADE DE CONTEÚDO· Todo o material pedagógico é de comum acesso a todos os públicos com deficiência física ou não; ACESSIBILIDADE FÍSICA· Reserva de lugares e assentos para Pessoas com Deficiência ou mobilidade reduzida assim como Idosos e Gestantes; (Não gera custos ao projeto, pois a sede da entidade proponente é dotada de ferramentas de acessibilidade)· Promover a máxima de autonomia para todos os tipos de público, notadamente com deficiência visual e que se utilizam de cadeiras de rodas, através da utilização de rampas e corrimão; (Não gera custos ao projeto, pois a sede da entidade proponente é dotada de ferramentas de acessibilidade)· Disponibilização de banheiros adaptados; (Não gera custos ao projeto, pois a sede da entidade proponente é dotada de ferramentas de acessibilidade)· No estacionamento, disponibilizar vagas específicas para embarque e desembarque de Idosos, Pessoas com Deficiência ou Mobilidade reduzida, demais determinações previstas na legislação vigente. (Não gera custos ao projeto, pois a sede da entidade proponente é dotada de ferramentas de acessibilidade) MEDIDAS ADOTADAS PARA PESSOAS COM DEFICIÊNCIA AUDITIVA: ACESSO DE CONTEÚDO· A comunicação em Libras – língua brasileira de sinais pode ser usada em visitas, palestras, espetáculos e atividades culturais diversas. · Sistema de descrição através de legendas para promover o acesso aos diversos conteúdos. ACESSIBILIDADE FÍSICA· Assentos reservados em locais próximos aos professores; Não gera custos ao Projeto· Intérprete de libras; MEDIDA ADOTADA PARA PESSOAS COM DEFICIÊNCIA VISUAL: ACESSIBILIDADE DE CONTEÚDO· Audiodescrição;· Convites em braile – Incluso na rubrica de custos vinculados para “divulgação” ACESSIBILIDADE FÍSICA· Permissão de entrada com cães guias - Não gera custos ao projeto. · Pisos táteis – Local dotado desta ferramenta de acessibilidade e que não gerará custos ao Projeto;· Locais reservados próximos aos mediadores, educadores museais e oficineiros das Oficinas – Não gerará custos ao Projeto.ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES INTELECTUAIS· Implantação da Sala de Acomodação Sensorial para neuro divergentes.· Mediadores e educadores museais e equipe treinada para atendimento a esse público.· Permitir entrada de acompanhante
Em conformidade como Art. 46 da Instrução Normativa 23/2025 do Ministério da Cultura, o Proponente compromete-se a realizar as medidas de Democratização de acesso ao Projeto, que melhor se adequam às características de públicos impactados e otimização dos resultados culturais, sociais, econômicos e educacionais. Dos produtos culturais resultantes dos projetos, doar os seguintes percentuais abaixo discriminados: I - Até 10% (dez por cento) para distribuição gratuita promocional por patrocinadores, havendo mais de um receberão em quantidade proporcional ao investimento efetuado; II - Até 10% (dez por cento) para distribuição gratuita promocional pelo proponente em ações de divulgação do projeto; III - Mínimo de 10% (dez por cento) para distribuição gratuita com caráter social ou educativo, incluindo professores de instituição públicas de ensino Em complemento às medidas de democratização de acesso, o proponente adotará as seguintes medidas de ampliação do acesso: I - Doar 10% (dez por cento) dos produtos resultantes da execução do projeto para distribuição gratuita com caráter social ou educativo, além do previsto no art. 46, inciso III, totalizando 20% (vinte por cento); II - Disponibilizar, na internet, registros audiovisuais dos espetáculos, das exposições, das atividades de ensino, e de outros eventos referentes ao produto principal, acompanhado com libras e audiodescrição; III - Realizar, gratuitamente, atividades paralelas aos projetos, tais como ensaios abertos, estágios, cursos, treinamentos, palestras, exposições e oficinas; IV - Realizar ação cultural voltada para crianças, adolescentes, jovens e seus educadores;
São atribuições do Proponente – Instituto John Deere: Conforme a Lei Federal nº 8.313/1991 (Lei de Incentivo à Cultura)Na qualidade de Coordenador Geral, o Proponente assume a responsabilidade integral pela condução do projeto cultural aprovado, zelando pela sua execução ética, transparente, eficiente e em estrita observância à legislação vigente. Compete-lhe: 1. Gestão de Recursos HumanosContratar, de forma criteriosa, os profissionais necessários à execução do projeto, assegurando que os perfis técnicos estejam compatíveis com as metas e objetivos culturais estabelecidos;Supervisionar o desempenho das equipes envolvidas, promovendo ajustes, realocações ou capacitações sempre que necessário, visando à qualidade das entregas. 2. Conformidade Legal e FiscalGarantir o estrito cumprimento das normas da Lei Federal nº 8.313/1991 e demais legislações aplicáveis, especialmente quanto à correta aplicação dos recursos incentivados e ao atendimento das contrapartidas previstas;Cumprir fielmente as metas, prazos e diretrizes estabelecidos no projeto aprovado pelo Ministério da Cultura, comunicando quaisquer alterações ou ajustes de forma tempestiva e justificada. 3. Gestão Administrativa e FinanceiraManter rigoroso controle e organização de toda a documentação administrativa e financeira, incluindo contratos, pagamentos, notas fiscais, recibos e comprovantes de despesa;Assegurar que a aquisição de bens e serviços observe os princípios de economicidade, legalidade, impessoalidade, transparência e qualidade. 4. Planejamento e Acompanhamento Técnico-PedagógicoGarantir a execução do conteúdo pedagógico e cultural conforme descrito na proposta aprovada, promovendo adequações quando necessárias, desde que fundamentadas e comunicadas ao Ministério da Cultura;Validar relatórios de frequência, desempenho e evolução dos beneficiários, em articulação com os profissionais técnicos do projeto, em especial nos casos de atendimento ao público escolar. 5. Prestação de Contas e RelatóriosElaborar e apresentar, sempre que solicitado, relatórios quantitativos e qualitativos de execução ao Ministério da Cultura, patrocinadores e demais entes envolvidos;Responder diligentemente a todas as solicitações técnicas, administrativas ou financeiras em qualquer fase do projeto, inclusive no período posterior à entrega da prestação de contas final. 6. Acompanhamento Educacional e Social dos BeneficiáriosMonitorar, quando aplicável, a assiduidade e o desempenho escolar dos participantes oriundos da rede pública de ensino, respeitando a natureza do projeto e seus objetivos sociais, como condição para a permanência no atendimento;Promover, de forma inclusiva e equitativa, o acesso aos bens e serviços culturais oferecidos, assegurando a observância dos princípios de cidadania, inclusão social e democratização cultural. Importante validar que o Proponente não é remunerado para a Coordenação do Projeto, contudo, acompanha todo o processo de execução do mesmo desde sua primeira edição, datada de 2017 junto ao Ministério da Cultura, em conformidade com o Art. 27 da Lei 8.313/91, letra “C”, Parágrafo Segundo que dispõe: Não se consideram vinculadas as instituições culturais sem fins lucrativos, criadas pelo doador ou patrocinador, desde que devidamente constituídas e em funcionamento, na forma da legislação em vigor.MUSEOLÓGA KARINA MUNIZ VIANA Brasil. Museóloga, COREM 3R 0289 II. Premio ANCIB 2017 de melhor dissertação de mestrado em Ciência da Informação e Museologia do Brasil. Com livro publidado em 2021 pela Editora Letra1, com apoio da Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (CAPES). Mestre (2014-2016) e Doutoranda (2019-2023) em Ciências em Museologia e Patrimônio pela Universidade Federal do Rio de Janeiro-UNIRIO; Bacharel em Gravura pela Escola de Música e Belas Artes do Paraná-EMBAP (2004-2007). Atua em museus desde 2004 desenvolvendo atividades referentes à gestão de acervo museológico, planejamento estratégico e tecnologia da informação. Foi responsável técnica pela criação Museu da Extensão Rural Paranaense (2004-2006). Implantou o banco de dados Simba Donato no acervo do Museu Oscar Niemeyer-MON (2007-2010). Coordenou o projeto de criação do Centro de Memória da RPC TV (2010). De 2011 a 2016 integrou a equipe da Secretaria de Estado da Cultura do Paraná-SEEC, na Coordenação do Sistema Estadual de Museus. Foi responsável técnica do projeto de criação e implementação do Plano Gestor Museológico do Paraná e da Rede de Informações Museus Paraná-Pergamum Museus, acervo online, atualmente com mais de 180 mil registros. Em 2016 dirigiu o Museu da Imagem e do Som do Paraná-MIS PR onde coordenou o Projeto de Digitalização do Acervo Iconográfico e concluiu a mudança do MIS PR para sua sede histórica (Curitiba). Foi docente adjunta do Programa de Pós-graduação e Extensão da Universidade Paranaense-UNIPAR (2016-2017), em Cascavel (Paraná). Coordenou a criação do Núcleo de Museologia da Fundação Marcos Amaro e foi Diretora de Operações (2018-2021). Respondeu pela assessoria técnica da Secretaria de Estado da Cultura e Coordenou o Sistema Estadual de Museus do Paraná (2022-2023) na implementação do Museu Internacional de Artes (Foz do Iguaçu - Brasil) e Centre National d'Art et de Culture Georges Pompidou (Paris - França). Atua desde agosto de 2023, na Coordenação Técnica e de Governança do Memorial da Evolução Agrícola - MEA, na cidade de Horizontina, noroeste do Rio Grande do Sul. Elaborou e implementou diversos Planos Museológicos em todo Brasil. É pesquisadora desde 2014 em Museologia dedicando-se aos estudos das práticas dos visitantes/usuários e profissionais de museus no uso das tecnologias digitais. Principais temas: museu, museologia, museografia, reserva técnica, gestão e conservação de acervos, gestão e documentação museológica, tecnologia da informação e da comunicação, acessibilidade informacional, tecnologias digitais, planejamento estratégico e governança. COORDENAÇÃO EDUCATIVA, CULTURAL E AMBIENTAL C A R L A B O R B A | Artista, educadora, gestora de projetos e pesquisadora em arte visuais, cultura e educação Doutora e mestre em Artes Visuais pelo PPGAV/UFRGS. Bacharel em Artes Visuais pelo IA/UFRGS. Licenciada pela pela pela Faculdade Mozarteum de São Paulo. Especialista em Gestão de Projetos pela PPGEconomia/UFRGS. Coordena o Programa Educativo, Cultural e Socioambiental do MEA - Memorial da Evolução Agrícola (Horizontina/RS) desde sua inauguração, dezembro de 2023. Durante 2019 e 2021 coordenou o Setor Educativo da Fábrica de Arte Marcos Amaro - FAMA Museu (Itu/SP). Coordenou projetos e equipes multidisciplinares no Setor Pedagógico da Fundação Bienal de Artes Visuais do Mercosul (Porto Alegre/RS), como o projeto “Conversas de Campo” da 9ª Bienal do Mercosul (2013) e o Espaço Educativo da CASA M na 8ª Bienal do Mercosul (2011). Desde 2007 desenvolve atividades referentes à pesquisa, produção e coordenação de programas de educação artístico-culturais, bem como supervisão de equipes e formação de educadores, professores e estudantes. Sua atuação como artista e educadora, em todas as suas atividades profissionais, configura-se como um diferencial inovador e conectado com as premissas da economia criativa bem como dos processos colaborativos de pesquisa e criação. Possui experiência no ensino superior e básico, assim como em espaços não formais de educação (públicos e privados). Em 2022 foi consultora em programas socioculturais no Museu de Arte Contemporânea do Rio Grande do Sul – MACRS (Porto Alegre/RS) e no Instituto John Deere (Horizontina/RS). Desenvolveu atividades de formação para professores no Museu de Arte do Espírito Santo – MAES (2014 e 2015) e no Centro Cultural Sesc Glória (2015). Coordenou o projeto “Marés - Movimentos da Arte e da Educação” junto às escolas de educação infantil da rede municipal de Serra-ES (2014-2016). Atuou como professora substituta no Curso de Artes da Universidade Federal do Espírito Santo-UFES (2014-2016). Foi analista técnica na área de projetos e convênios do Serviço Social da Indústria SESI-RS (2006 - 2010). Prestou consultoria em projetos socioeducativos para o Instituto Elisabetha Randon, Caxias do Sul/RS (2013). Atualmente, presta consultoria em Gestão de Projetos e Direitos Humanos no Projeto JuventudES, uma iniciativa da Secretaria de Direitos Humanos (SEDH) em colaboração com Instituto Brasil de Cultura e Arte - IBCA. Desenvolve residências artístico-pedagógicas com foco na cultura e nos direitos humanos nos Centros de Referência das Juventudes do Estado do Espírito Santo. Sua pesquisa teórico-prática em arte e educação parte da corporalidade como meio de reflexão sobre a construção de narrativas contemporâneas em torno das pedagogias, gênero, memória e processos colaborativos de criação e gestão. Sua prática artístico-pedagógica envolve relações entre performance, imagem, jogo e coletividade. Participou de exposições coletivas no Brasil e França. Recebeu a Bolsa Residência da Fundação Iberê Camargo em 2002. Indicada ao Prêmio PIPA (2019). Possui obras em coleções públicas e privadas: Fundação Vera Chaves Barcellos, MAC-RS e MARGS-RS. 1.Formação Acadêmica 2021 - Doutorado em Artes Visuais pelo Programa de Pós-Graduação em Artes Visuais Universidade Federal do Rio Grande do Sul - UFRGS/ Instituto de Artes 2020 - Licenciatura em Artes Visuais Faculdade Mozarteum de São Paulo, São Paulo/SP 2012 - Mestre em Artes Visuais pelo Programa de Pós-Graduação em Artes Visuais Universidade Federal do Rio Grande do Sul - UFRGS/ Instituto de Artes 2015 – Especialista em ECONOMIA DA CULTURA Universidade Federal do Rio Grande do Sul - UFRGS/Departamento de Economia 2003 – Graduada em ARTES PLÁSTICAS Universidade Federal do Rio Grande do Sul - UFRGS/Instituto de Artes 2.Língua Francês – Fluente Espanhol – Lê bem, compreende bem, fala razoavelmente 3. Coordenação e supervisão Memorial da Evolução Agrícola - MEA - Horizontina/RS 2024 - Atual - Coordenação do Programa Educativo, Cultural e Socioambiental. Coordenação das atividades voltadas à arte, educação, patrimônio cultural e meio ambiente com foco na agricultura. Articulação institucional. Elaboração e organização da programação das atividades educativas vinculadas à exposição de longa duração. Planejamento e realização dos programas do MEA. Acompanhamento e supervisão da equipe de mediadores culturais. Desenvolvimento de projetos e ações em parceria com instituições de ensino. Orientação, estímulo e promoção de processo de pesquisa junto a equipe do museu. MUCANE - Museu Capixaba do Negro - Vitória/ES Exposição Espelhos: identidades e representações através de bonecas artesanais 2024 - (26 de março a 26 de maio) - Supervisão dos processos de arte/educação vinculados ao projeto educativo da exposição. Realização da formação em mediação cultural. Farol Santander - Porto Alegre/RS 2023-2024 - Coordenação Projeto Educativo da exposição “Reflexos inversos: no país das maravilhas”.Organização das ações de acessibilidade e inclusão, dos processos de formação da equipe de mediadores culturais e orientadores de público. Coordenação das atividades de formação para professores, educadores e estudantes universitários. 4.Consultoria, análise técnica em gestão sociocultural Instituto Brasil de Cultura e Arte - IBCA 2023 (janeiro a agosto) Consultoria em Gestão de Projetos e Direitos Humanos - Consultora do Projeto JuventudES uma iniciativa da Secretaria de Direitos Humanos (SEDH) envolvendo lançamento de edital que vai apoiar financeiramente 120 projetos sociais de jovens de 15 a 24 anos com temática jovem, de proteção social e de Direitos Humanos, em dez municípios do Estado, contemplados pelo Programa Estado Presente em Defesa da Vida. Museu de Arte Contemporânea do RS - MACRS 2022 (abril a setembro) - Consultora socioeducativa em mediação cultural - potencializar as ações de mediação cultural e artístico-pedagógicas do Centro de Desenvolvimento da Expressão - CDE bem como do Núcleo educativo da Casa de Cultura Mario Quintana - CCMQ. A consultoria desenvolveu por meio de diferentes ações, espaços de diálogo, de experimentação em processos de mediação, de prática poética e performativa tendo em vista os diferentes públicos do MACRS e da CCMQ, tanto os externos quanto os internos. Instituto John Deere 2022 (abril a setembro) - Consultoria socioeducativa - desenvolvimento de dossiê técnico para a implementação do programa educativo do Memorial da Evolução Agrícola com proposição de eixos de trabalho, curadoria pedagógica, estruturação de infraestrutura e equipe do setor Arte, Cultura e Meio Ambiente. 5. Orientações artístico-pedagógicas Centros de Referência das Juventudes - Secretaria de Direitos Humanos do Estado do Espírito Santo 2024-2022 - “Exercícios para se lembrar: a performance como método para elaboração de subjetividade” em parceria com o artista e educador Geovanni Lima, orientações artístico-culturais com metodologia de trabalho pautada em encontros de debate, pesquisa e produção em arte e cultura realizados nos CRJ`s : ● São Torquato, Serra/ES, abr/2024 ● Novo Horizonte, Serra/ES, nov/2023; ● Cariacica, Cariacica/ES, nov/2023; ● Terra Vermelha, Vila Velha/ES, set/2022; https://issuu.com/carlaborba/docs/catalogo_exerciciosparaselembrar_edicaoterravermel CONSULTORIA TÉCNICA LEIRTON MARQUES FORMAÇÃO ACADÊMICA CURSO: GESTÃO DE RECURSOS HUMANOS INSTITUIÇÃO: FACULDADE POSITIVO CONCLUSÃO: 2015 CURSO: ADMINISTRAÇÃO DE EMPRESAS INSTITUIÇÃO: UNIVERSIDADE FILADÉLFIA CONCLUSÃO: 2007 G.B.A. COAHCING COM PROGRAMAÇÃO NEUROLINGUÍSTICA INSTITUIÇÃO: FUNDAÇÃO GETÚLIO VARGAS/LONDRINA CONCLUSÃO: NOVEMBRO/2019 M.B.A. GESTÃO DE PROJETOS INSTITUTIÇÃO: SENAI/FLORIANÓPOLIS CONCLUSÃO: JULHO/2012 PÓS-GRADUAÇÃO: ECONOMIA DO MEIO AMBIENTE INSTITUIÇÃO: UNIVERSIDADE ESTADUAL DE LONDRINA CONCLUSÃO: JULHO/2010 DISSERTAÇÃO: MARKETING E SUSTENTABILIDADE: OS DESAFIOS DO MERCADO VERDE PÓS-GRADUAÇÃO: ADMINISTRAÇÃO E MARKETING INSTITUIÇÃO: UNIVERSIDADE ESTADUAL DE LONDRINA CONCLUSÃO: MARÇO DE 2009 DISSERTAÇÃO: ANÁLISE DA GESTÃO DO MARKETING CULTURAL ATRAVÉS DA LEI ROUANET EM EMPRESAS DO ESTADO DO PARANÁ EXPERIÊNCIA PROFISSIONAL EMPRESA: HEMIZE CONSULTORIA EM PROJETOS LTDA (HEMIZE PROJETOS) CARGO: SÓCIO-GERENTE – DIRETOR DE MARKETING E PROJETOS PERÍODO: DESDE 19/02/2016 EMPRESA: CULTURA INTERATIVA S/C LTDA CARGO: SÓCIO-GERENTE – DIRETOR DE MARKETING E PROJETOS PERÍODO: 10/05/2001 A 18/02/2016 EMPRESA: PREFEITURA MUNICIPAL DE PEDRINHAS PAULISTA CARGO INICIAL: MAESTRO CARGO FINAL: SECRETÁRIO MUNICIPAL DE CULTURA PERÍODO: 03/04/1995 A 31/12/1996 UNIVERSIDADE ESTADUAL DE LONDRINA CARGO INICIAL: AUXILIAR ADMINISTRATIVO CARGO FINAL: TÉCNICO ADMINISTRATIVO PERÍODO: 15/08/1985 A 30/12/2000 PARTICIPAÇÃO EM PROJETOS CULTURAIS PERMANENTES – DESDE 2001 PROJETO: BANDA MARCIAL MARCELINO CHAMPAGNAT PROMOTOR: ASSOC. DE PAIS, MESTRES E FUNCIONÁRIOS COLÉGIO ESTADUAL MARCELINO CHAMPAGNAT PERÍODO: DESDE 2001 CARGO: PROJETISTA PROJETO: BANDA MARCIAL GUARDA MIRIM DE LONDRINA PROMOTOR: ASSOCIAÇÃO GUARDA MIRIM DE LONDRINA PERÍODO: DESDE 2004 CARGO: PROJETISTA PROJETO: CIRCUITO CULTURAL TODAS AS ARTES PARA TODAS AS PARTES PROMOTOR: INSTITUTO JOSÉ GONZAGA VIEIRA PERÍODO: DESDE 2004 CARGO: PROJETISTA E PRODUTOR EXECUTIVO PROJETO: CONSTRUÇÃO DO MEMORIAL DA EVOLUÇÃO AGRÍCOLA PROMOTOR: INSTITUTO JOHN DEERE PERÍODO: DESDE 2015 CARGO: PROJETISTA E PRODUTOR EXECUTIVO PROJETO: MEMORIAL DA EVOLUÇÃO AGRÍCOLA PROMOTOR: INSTITUTO JOHN DEERE PERÍODO: DESDE 2015 CARGO: PROJETISTA E PRODUTOR EXECUTIVO PROJETO: MEMORIAL DA EVOLUÇÃO AGRÍCOLA – PLANO DE ATIVIDADES PROMOTOR: INSTITUTO JOHN DEERE PERÍODO: DESDE 2015 CARGO: PROJETISTA E PRODUTOR EXECUTIVO PROJETO: MEMORIAL DA EVOLUÇÃO AGRÍCOLA – PROJETOS MUSEOGRÁFICOS E MUSEOLÓGICOS PROMOTOR: INSTITUTO JOHN DEERE PERÍODO: DESDE 2015 CARGO: PROJETISTA E PRODUTOR EXECUTIVO PROJETO: MEMORIAL DA EVOLUÇÃO AGRÍCOLA - MANUTENÇÃO PREDIAL, INFRAESTRUTURA E SEGURANÇA PROMOTOR: INSTITUTO JOHN DEERE PERÍODO: DESDE 2015 CARGO: PROJETISTA E PRODUTOR EXECUTIVO PROJETO: MEMORIAL DA EVOLUÇÃO AGRÍCOLA - ACOES EDUCATIVAS CULTURAIS E SOCIOAMBIENTAIS DA MICRORREGIAO DE HORIZONTINA-RS PROMOTOR: INSTITUTO JOHN DEERE PERÍODO: DESDE 2015 CARGO: PROJETISTA E PRODUTOR EXECUTIVO PROMOTOR: INSTITUTO JOHN DEERE PERÍODO: DESDE 2015 CARGO: PROJETISTA E PRODUTOR EXECUTIVO PROJETO: FESTIVAL DE CIRCO DE LONDRINA PROMOTOR: ASSOCIAÇÃO LONDRINENSE DE CIRCO PERÍODO: DESDE DEZEMBRO 2016 CARGO: PROJETISTA PROJETO: DERICO MUSIC TRUCK PROMOTOR: DERICO PRODUÇÕES ARTÍSTICAS LTDA PERÍODO: DESDE DEZEMBRO DE 2017 CARGO: PROJETISTA PROJETO: ORQUESTRA DE METAIS LONDRINA PROMOTOR: INSTITUTO JOSÉ GONZAGA VIEIRA PERÍODO: DESDE NOVEMBRO/2009 CARGO: PROJETISTA e PRODUTOR EXECUTIVO PROJETO: ISHINDAIKO – O SOM DOS SONS PROMOTOR: INSTITUTO CULTURAL E SOCIAL ISHINDAIKO PERÍODO: DESDE 2010 CARGO: PROJETISTA PROJETO: LIVRO ACISAP – 86 ANOS PROMOTOR: ASSOC. COMERCIAL, INDUSTRIAL, SERV. E AGROP. DE SANTA ROSA PERÍODO: DESDE 2016 CARGO: PROJETISTA PROJETO: ENCONTRO ANUAL DAS ACADEMIAS DE LETRAS DO PARANÁ PROMOTOR: ACADEMIA DE LETRAS DE TOLETO PERÍODO: DESDE 2019 CARGO: PROJETISTA E PRODUTOR EXECUTIVO PROJETO: BANDA DE MÚSICA 2º COLÉGIO MILITAR DO PARANÁ – LONDRINA PROMOTOR: 2º COLÉGIO ESTADUAL DO PARANÁ – LONDRINA PERÍODO: DESDE 2019 CARGO: PROJETISTA PROJETO: ESCOLA DE DANÇA FUNDAÇÃO CULTURAL DE IBIPORÃ – II EDIÇÃO PROMOTOR: ASSOCIAÇÃO DE PAIS, MESTRES E AMIGOS DO BALLET DA F.C.I. PERÍODO: DESDE 2019 CARGO: PROJETISTA PROJETO: TODAS AS DANÇAS PROMOTOR: ASSOCIAÇÃO MUSICARTE DE ARTE E CULTURA PERÍODO: DESDE 2010 CARGO: PROJETISTA PROJETO: PALHAÇARIA ITINERANTE – ANO I E II PROMOTOR: CIA ANJOS DA ALEGRIA DE SOROCABA PERÍODO: DESDE 2019 CARGO: PROJETISTA PROJETO: FUTURO E VIDA: O BOM SUCESSO DA JUVENTUDE PROMOTOR: ARAUTOS DO EVANGELHO – MARINGÁ PERÍODO: DESDE 2018 CARGO: PROJETISTA PROJETO: A VIOLA E O TEMPO PROMOTOR: HERON MATOS PERÍODO: DESDE 2019 CARGO: PROJETISTA PROJETO: BATUQUE NA CAIXA – OFICINAS PROMOTOR: INSTITUTO CULTURAL ARTE BRASIL PERÍODO: DESDE 2001 CARGO: PROJETISTA PROJETO: ARTE EM CENA PROMOTOR: INSTITUTO DE ARTE E CULTURA DE MARINGÁ PERÍODO: DESDE 2018 CARGO: PRODUTOR EXECUTIVO E PROJETISTA PROJETO: ESCOLA DE ARTES INSTITUTO EULÁLIA ZANIN PROMOTOR: INSTITUTO EULÁLIA BARBOSA ZANIN PERÍODO: DESDE 2018 CARGO: PROJETISTA PROJETO: INSTRUMENTAL BRASIL: TODOS OS SONS PROMOTOR: ESTÚDIO BLESS PERÍODO: DESDE 2018 CARGO: PROJETISTA E PRODUTOR EXECUTIVO PROJETO: PROJETO HARMONIA PROMOTOR: ASSOCIAÇÃO CULTURAL MENINOS DA HARMONIA PERÍODO: DESDE 2021 CARGO: PROJETISTA E PRODUTOR EXECUTIVO PROJETO: NATAL DE SÃO JOSÉ DOS PINHAIS PROMOTOR: ASSOCIAÇÃO CULTURAL MENINOS DA HARMONIA PERÍODO: DESDE 2021 CARGO: PROJETISTA E PRODUTOR EXECUTIVO PROJETO: BANDA MARCIAL FURACÃO PROMOTOR: ASSOCIAÇÃO CULTURAL MENINOS DA HARMONIA PERÍODO: 2018 A 2024. CARGO: PROJETISTA E PRODUTOR EXECUTIVO PROJETO: DAS CULTURAS DO CAMPO, PARA AS CULTURAS DA CIDADE PROMOTOR: ASSOCIAÇÃO DE OLHO NO MATERIAL ESCOLAR PERÍODO: DESDE 2023 CARGO: PROJETISTA E PRODUTOR EXECUTIVO CURADORIA PROJETO EXPOSIÇÕES CASA DE CULTURA JOSÉ GONZAGA VIEIRA PERÍODO DE FEVEREIRO DE 2004 ATÉ A PRESENTE DATA. LOCAL: LONDRINA – PR CARGO: CURADOR PRÊMIOS e MOÇÕES RECEBIDAS MOÇÃO DE APLAUSOS PREFEITURA MUNICIPAL DE PEDERINHAS PAULITA-SP ANO: 1996 MOÇÃO DE APALUSOS PREFEITURA MUNICIPAL DE CHAPADA DOS GUIMARÃES-MT ANO: 1997 MEDALHA “ANJO DA GUARDA” ASSOCIAÇÃO GUARDA MIRIM DE LONDRINA ANO: 2018 MOÇÃO HONROSA ASSEMBLEIA LEGISLATIVA DO ESTADO DO PARANÁ CURITIBA – PARANÁ MARÇO DE 2024 RECONHECIMENTO AOS SERVIÇOS PRESTADOS AO MUNICÍPIO DE SÃO JOSÉ DOS PINHAIS – PARANÁ MOÇAO HONROSA ASSEMBLEIA LEGISLATIVA DO ESTADO DO PARANÁ CURITIBA – PARANÁ ABRAIL DE 2024 RECONHECIMENTO AOS SERVIÇOS PRESTADOS AO ESTADO DO PARANÁ INFORMAÇÕES ADICIONAIS DELEGADO COOPERATIVA SICOOB ELEITO PARA O MANDATO DE 01 DE JANEIRO DE 2023 LONDRINA – PR AG. OURO VERDE
Transferência de recursos entre conta captação e conta movimento no valor de R$66.738,22 em 07/04/2026.