Nenhum incentivador/fornecedor cadastrado localmente. Click "Carregar via SALIC" para buscar da API ao vivo.
Este projeto prevê a realização da restauração e qualificação da Primeira Igreja Batista de Belo Horizonte (PIBBH), através da execução de obras para recuperação de elementos arquitetônicos originais e modernização da edificação. Em complemento, prevê também a realização de ações de educação patrimonial, como o desenvolvimento de uma publicação com foco no patrimônio material e do Programa de Visitas Mediadas, voltado a estudantes de Arquitetura e Urbanismo, Restauração e Conservação e outros grupos, possibilitando o acompanhamento das obras e o aprofundamento em práticas de preservação patrimonial.
Não se aplica.
OBJETIVO GERAL:Preservar e requalificar a Primeira Igreja Batista de Belo Horizonte por meio da restauração de seus elementos arquitetônicos originais e da modernização das instalações. O projeto inclui também ações de educação patrimonial, como uma publicação sobre o bem imóvel, seu histórico e o processo de restauro; além de visitas técnicas mediadas, promovendo a difusão do conhecimento e o fortalecimento das práticas de preservação patrimonial.OBJETIVOS ESPECÍFICOS:Produto: Bem Imóvel - Obra (Restau/Constru/Reform/Preserv):1. Restaurar os elementos arquitetônicos originais do bem imóvel, como fachadas, pisos, vitrais, esquadrias e mobiliário, respeitando suas características históricas e construtivas.2. Modernizar as instalações elétricas, hidráulicas, luminotécnicas, acústicas, de climatização, de prevenção a incêndio e de acessibilidade, garantindo segurança, eficiência e conforto ambiental.3. Requalificar os espaços do imóvel, destinando-os a funções de apoio, uso cultural e atividades educativas voltadas a crianças, adolescentes e adultos.4. Implantar um hall com estrutura expográfica, preparado para receber exposições futuras, como espaço permanente de mediação cultural e patrimonial.5. Realizar 20 ações formativas presenciais, como o Programa de Visitas Mediadas ao canteiro de obras, voltado a estudantes de Arquitetura e Urbanismo, Conservação e Restauro e outros grupos, promovendo o diálogo entre teoria e prática na preservação do patrimônio.Produto: Periódico / Catálogo / Cartilha / Programa:1. Desenvolver 01 publicação (impressa/digital) sobre a história do bem imóvel, seu valor como patrimônio cultural e o processo de restauro do conjunto arquitetônico.
A Primeira Igreja Batista de Belo Horizonte (PIBBH) é um dos mais importantes marcos históricos, religiosos e arquitetônicos da capital mineira. Fundada em 31 de março de 1912 pelo missionário norte-americano Daniel Crosland, a igreja desempenhou papel fundamental na introdução e consolidação da fé batista em Minas Gerais. Inicialmente instalada na Rua Guarani, região central da cidade, a congregação cresceu rapidamente e, durante o longo pastorado de Casimiro Gomes de Oliveira (1921_1959), iniciou o processo de construção de um novo templo, desta vez na estratégica Praça Raul Soares — um dos principais pontos de conexão urbana da recém-planejada capital.A construção do templo atual foi concluída em 1941, em meio a resistências da comunidade católica local, que tentaram embargar a obra. O então prefeito Juscelino Kubitschek, em um gesto emblemático de respeito à liberdade religiosa e valorização da pluralidade cultural da cidade, interveio politicamente para garantir sua continuidade. O projeto arquitetônico ficou a cargo de Alberto Mazzoni Andrade, engenheiro e arquiteto membro da congregação, que concebeu um edifício marcante em estilo art déco — tendência moderna na década de 1940 — com linhas geométricas, vitrais coloridos e elementos de forte presença visual que rapidamente o tornaram um ícone da paisagem urbana de Belo Horizonte.Como bem material, o templo representa um exemplo notável da arquitetura religiosa não católica do século XX em Minas Gerais. Sua presença na Praça Raul Soares ajuda a contar a história da diversidade cultural, da ocupação urbana e da formação de identidades coletivas na capital. O imóvel integra o Conjunto Urbano da Praça Raul Soares _ Avenida Olegário Maciel, tombado nas esferas estadual e municipal. O tombamento estadual foi instituído pelo Decreto nº 27.927, de 15 de março de 1988, com inscrição no Livro de Tombo nº I, do tombo Arqueológico, Etnográfico e Paisagístico. Já o tombamento municipal foi aprovado pelo Conselho Deliberativo do Patrimônio Cultural do Município de Belo Horizonte (CDPCM-BH) em sessão extraordinária realizada em 03 de dezembro de 2008, com a inscrição do conjunto nos Livros do Tombo Histórico e do Tombo Arqueológico, Etnográfico e Paisagístico. Todos os imóveis inseridos no perímetro de proteção do conjunto ficam sujeitos a diretrizes especiais de preservação da memória e do patrimônio cultural da cidade, conforme estabelece o processo administrativo nº 01.058118.07.01.Desde sua inauguração, o imóvel passou por diversas reformas e adaptações que buscaram preservar a integridade do patrimônio edificado, ao mesmo tempo em que atendiam às necessidades práticas da comunidade. Entre as melhorias realizadas destacam-se a restauração dos pisos, a substituição das antigas poltronas por assentos mais confortáveis, adequações acústicas e elétricas, e ações pontuais de manutenção das fachadas e dos vitrais — sempre com acompanhamento técnico especializado, respeitando as diretrizes de preservação do patrimônio cultural. Essas intervenções garantem não apenas a longevidade física do templo, mas também a continuidade de seu uso como espaço vivo de encontros, rituais e memória.O projeto de restauração da Primeira Igreja Batista de Belo Horizonte tem como objetivo preservar, qualificar e ampliar os usos de um dos edifícios mais representativos da região central da cidade. Com forte presença na paisagem e valor histórico, arquitetônico e simbólico, o edifício integra o patrimônio cultural da capital mineira e é referência urbana e comunitária desde a primeira metade do século XX.A APPA _ Cultura & Patrimônio, proponente deste projeto, possui ampla experiência na realização de obras e ações voltadas à conservação de bens culturais em diferentes regiões do país. Em parceria com o IPHAN, executou o projeto de restauro e modernização do Complexo do Forte de São José de Macapá, bem tombado federal que abriga o Museu do Forte e é símbolo da cidade de Macapá/AP. Em Minas Gerais, conduziu o projeto de requalificação do edifício histórico conhecido como Prédio Verde, atual sede do Centro do Patrimônio Cultural de Minas Gerais, localizado na Praça da Liberdade, em Belo Horizonte. O espaço será futuramente adaptado para receber a Pinacoteca de Minas Gerais. Também foi responsável pelo projeto de restauração e revitalização do Bicame de Nova Lima, importante exemplar da engenharia do ciclo do ouro no estado. A atuação da APPA demonstra sua competência técnica e compromisso com a preservação do patrimônio cultural como instrumento de cidadania, educação e valorização da memória coletiva.Ao integrar diferentes dimensões — preservação, modernização, função social e mediação cultural — o projeto da PIBBH fortalece o papel da igreja como espaço cultural dinâmico e acessível, contribuindo para a difusão do patrimônio, o estímulo à formação cidadã e a ampliação do acesso à cultura no centro da capital. A proposta assegura a permanência qualificada do bem enquanto referência urbana e instrumento de memória coletiva, promovendo o patrimônio como vetor de desenvolvimento cultural e social.Conforme previsto no Artigo 1º da Lei nº 8.313 de 23 de Dezembro de 1991, o presente projeto se enquadra nos incisos:I. contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais;IV - proteger as expressões culturais dos grupos formadores da sociedade brasileira e responsáveis pelo pluralismo da cultura nacional;VI - preservar os bens materiais e imateriais do patrimônio cultural e histórico brasileiro;VIII - estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória;IX. priorizar o produto cultural originário do País.Este projeto pretende também alcançar os seguintes objetivos dispostos no Art. 3° da Lei 8.313/91:III - preservação e difusão do patrimônio artístico, cultural e histórico, mediante:b) conservação e restauração de prédios, monumentos, logradouros, sítios e demais espaços, inclusive naturais, tombados pelos Poderes Públicos;c) restauração de obras de artes e bens móveis e imóveis de reconhecido valor cultural;II - fomento à produção cultural e artística, mediante:b) edição de obras relativas às ciências humanas, às letras e às artes;Por fim, compreende-se que este projeto enquadra-se no Art 18º da Lei 8.313, visto que seu produto principal atende o disposto na alínea g) preservação do patrimônio cultural material e imaterial e, em complemento, seu produto secundário atende ao disposto na alínea b) livros de valor artístico, literário ou humanístico.
Intervenções Arquitetônicas e de Modernização do ImóvelO projeto prevê uma série de ações estruturais voltadas à preservação, atualização técnica e requalificação funcional do conjunto edificado da Primeira Igreja Batista de Belo Horizonte. As intervenções foram organizadas nos seguintes eixos:1. Restauro Arquitetônico e Conservação de Elementos Originais• Fachadas em pó de pedra: limpeza, recomposição do revestimento, correção de trincas, frisos e instalação de rufos.• Vitrais decorativos: limpeza e restauro pontual, incluindo o vitral recoberto que será prospectado e restaurado.• Portas e esquadrias de madeira: recuperação da portada principal, portas internas e elementos de madeira envernizada.• Pisos históricos: restauro de marmorite, tacos de madeira e ladrilhos hidráulicos das escadarias e acessos.• Elementos litúrgicos e de memória: restauro da pia batismal, bancos históricos (com preservação parcial) e elementos como martelados, frisos e escadas.2. Modernização de Instalações Técnicas• Instalações elétricas e cabeamento: substituição completa, com atualização do sistema para atender normas atuais.• Iluminação: instalação de elementos técnicos adequados para realce arquitetônico e uso funcional dos espaços.• Acústica e sonorização: modernização do sistema de som do templo para atender diferentes usos.• Climatização: instalação de novos equipamentos de ar-condicionado de forma integrada ao projeto arquitetônico.• Prevenção e combate a incêndio: adequações técnicas de segurança com base nas normas atuais.• Hidrossanitário: modernização das instalações hidráulicas do templo e dos sanitários dos anexos.3. Acessibilidade• Plataforma elevatória: implantação no acesso principal ao templo para garantir entrada acessível.• Elevador interno: instalação no anexo administrativo, com acesso a todos os pavimentos.Sanitários acessíveis: adaptação dos banheiros conforme normas de acessibilidade.4. Requalificação de Espaços Internos• Hall de exposição: implantação de espaço com estrutura expográfica no térreo, voltado à mediação cultural e patrimonial.• Pavimentos superiores: adequação de salas para atividades culturais, educativas e recreativas.• Espaços multiuso: adequação de áreas internas para atividades de apoio à comunidade.5. Intervenções na Área Externa• Gradis norte e sul: substituição por modelos mais integrados à paisagem urbana da Praça Raul Soares, reforçando a visibilidade e a articulação do edifício com o entorno.-Sobre a APPA - Cultura & Patrimônio:A APPA - Cultura & Patrimônio é uma associação cultural com sede em Belo Horizonte, comprometida com a promoção de iniciativas culturais que estimulem o desenvolvimento socioeconômico em níveis local, regional e nacional. Com mais de três décadas de experiência, a APPA é especializada na gestão e execução de diversos mecanismos de financiamento cultural, como leis de incentivo à cultura, fundos culturais e patrocínios, entre outros. Em parceria com entidades públicas e privadas, a associação busca democratizar o acesso à arte e à cultura, assegurando a qualidade e a excelência dos projetos e ações que desenvolve.-Em conformidade com a Instrução Normativa nº 23/2025, que estabelece a obrigatoriedade de anexar a planilha de obras detalhada em formato aberto (Excel), informamos que, devido às limitações da plataforma SALIC, não é possível realizar o envio desse tipo de arquivo. Deste modo, a planilha está sendo encaminhada em formato PDF. Colocamo-nos à disposição para enviar o arquivo em Excel sempre que solicitado pelos órgãos competentes.-Objetivos de Desenvolvimento Sustentável:ODS 4 – Educação de QualidadeO projeto prevê a criação de espaços adequados para ações formativas, culturais e educativas voltadas a crianças, adolescentes e adultos. A presença de um hall expositivo dedicado à mediação cultural favorece o aprendizado contínuo e o acesso a conhecimentos sobre patrimônio, arte e história.ODS 10 – Redução das DesigualdadesTodas as ações propostas, incluindo visitas, exposições e distribuição de publicações, serão gratuitas e acessíveis. Isso garante que pessoas de diferentes condições sociais e físicas possam usufruir dos benefícios do projeto, promovendo maior equidade no acesso à cultura e ao patrimônio.ODS 11 – Cidades e Comunidades SustentáveisA restauração de um bem tombado no centro da cidade reforça o compromisso com a preservação da memória urbana e do patrimônio cultural. A intervenção valoriza a paisagem urbana, promove a sustentabilidade do uso dos edifícios históricos e contribui para cidades mais inclusivas e resilientes.ODS 17 – Parcerias e Meios de ImplementaçãoA iniciativa articula diferentes atores – como a comunidade religiosa, especialistas em patrimônio, sociedade civil e órgãos públicos – para a realização das ações. Essa articulação interinstitucional é fundamental para viabilizar projetos complexos de interesse coletivo, fortalecendo as redes de cooperação.
Produto: Periódico / Catálogo / Cartilha / ProgramaPublicação (título provisório): Arquitetura, memória e restauro da Primeira Igreja Batista de Belo HorizonteComo parte das ações educativas e de difusão cultural previstas no projeto de restauração da Primeira Igreja Batista de Belo Horizonte, será desenvolvida e lançada uma publicação voltada à documentação e à valorização do patrimônio material do bem imóvel. A publicação, de caráter técnico e interpretativo, será dedicada a apresentar os resultados do projeto de restauração, reunindo estudos históricos, análises arquitetônicas, diagnósticos de conservação, fundamentos conceituais das intervenções e registros do processo de obra.Inspirada na abordagem adotada por coleções como os Cadernos do Patrimônio, publicados pelo IEPHA-MG, esta edição tem como objetivo ampliar o acesso público ao conhecimento sobre o bem cultural, contribuindo para o fortalecimento das práticas de educação patrimonial e da cultura da preservação em Belo Horizonte. A publicação contará com textos técnicos, iconografia histórica e contemporânea, desenhos de projeto e depoimentos de profissionais envolvidos, constituindo um instrumento de referência para pesquisadores, estudantes, gestores públicos, profissionais da área de patrimônio e demais interessados na temática da conservação de bens culturais edificados.Além de contribuir para a transparência e memória institucional do projeto, a publicação será distribuída gratuitamente em versão impressa e digital, como parte do compromisso da APPA com a democratização do conhecimento e com a promoção da valorização do patrimônio cultural mineiro. A edição também contará com versão acessível em PDF com recursos de leitura ampliada e contraste, além de um audiolivro disponibilizado gratuitamente na internet. Parte dos exemplares impressos será destinada à doação para universidades e faculdades que atuam nos campos da Arquitetura e Urbanismo, Conservação e Restauro, Engenharia, História da Arte, Museologia e áreas afins, promovendo o uso didático e o acesso qualificado ao conteúdo.Especificações técnicas estimadas:Tiragem: 500 exemplaresMiolo: 20 cm x 26 cm; 4x4 cores; papel couché fosco 115 g; entre 90 e 100 páginasCapa: 40,5 cm x 26 cm; 4x4 cores; papel cartão supremo 300 g; laminação fosca; cola PURVersões digitais: PDF acessível e audiolivro em plataforma online gratuita
Produto: Bem Imóvel - Obra (Restau/Constru/Reform/Preserv): Produto: Periódico / Catálogo / Cartilha / Programa: Acessibilidade física: • A acessibilidade física será implementada a partir das intervenções previstas na obra, garantindo adequação da Primeira Igreja Batista de Belo Horizonte à legislação vigente. As melhorias previstas incluem rebaixamento de guias, área de embarque e desembarque para pessoas com deficiência, instalação de plataforma elevatória e criação de percurso acessível interno. • Os projetos complementares serão elaborados em conformidade com a Norma ABNT NBR 9050, assegurando acessibilidade física no edifício, de forma a garantir a inclusão e a mobilidade universal. Acessibilidade para PCD visual: • Utilização da hashtag #ParaTodosVerem nas publicações em redes sociais, com descrição textual de imagens para promover acessibilidade comunicacional. • Disponibilização de PDF acessível da publicação, compatível com softwares leitores de tela, voltado para pessoas cegas ou com baixa visão. • Produção e distribuição de audiolivro com a narração integral da publicação institucional, acessível gratuitamente online. • Desenvolvimento de maquete tátil do bem imóvel, como recurso de mediação para pessoas com deficiência visual, facilitando a compreensão da arquitetura e da espacialidade do bem. Acessibilidade para PCD auditivo: • Intérprete de Libras quando necessário e/ou solicitado nas ações de educação patrimonial; Disponibilização de intérprete de Libras e/ou legendas descritivas nos conteúdos audiovisuais compartilhados nas redes sociais. Acessibilidade intelectual: • Disponibilização da publicação em versão bilíngue (português/inglês). Outras medidas: • A oferta de abafadores de ruído será implementada para neurodivergentes, com o objetivo de criar um ambiente mais confortável e inclusivo durante as atividades no espaço.
DEMOCRATIZAÇÃO DO ACESSO:O projeto não prevê a comercialização de ingressos, produtos ou a cobrança de taxas de inscrição, garantindo que todas as suas ações sejam oferecidas gratuitamente a todos os públicos, independentemente de classe social. Conforme detalhado no plano de distribuição, 100% do acesso aos produtos culturais será gratuito, em conformidade com o Art. 46 da IN nº 23/2025, que estabelece medidas para a democratização do acesso aos bens, produtos, serviços e ações culturais produzidos.Todas as ações previstas, como as visitas técnicas guiadas ao canteiro de obras e a publicação institucional sobre a história da igreja e o processo de restauro, serão oferecidas gratuitamente. A publicação será distribuída em versões digital e impressa, com pelo menos um exemplar destinado à Fundação Biblioteca Nacional, conforme determina o §5º do Art. 71 da mesma Instrução Normativa.AMPLIAÇÃO DO ACESSO:Em atenção ao Art. 47 da IN 23/2025 o projeto adotará como medida de ampliação do acesso:III - disponibilizar, na Internet, registros audiovisuais dos espetáculos, das exposições, das atividades de ensino, e de outros eventos referente ao produto principal, acompanhado com libras e audiodescrição;Assim, serão divulgadas fotografias e vídeos sobre a Primeira Igreja Batista de Belo Horizonte, além de informações sobre os resultados alcançados e outros conteúdos relacionados ao projeto e a educação patrimonial, com o intuito de incentivar o público a visitar o espaço e ampliar o alcance das ações do projeto. Os vídeos contarão com intérprete de libras e/ou legendas descritivas, garantindo acessibilidade.
GESTÃO DO PROJETO E COORDENAÇÃO EXECUTIVA E ADMINISTRATIVA: APPA - Cultura e PatrimônioRubricas de remuneração do proponente: Coordenação Geral; Coordenação Técnica; Coordenação de Produção.DIRETORIA APPA: Felipe Vieira Xavier (Presidente APPA) (Proponente)Atualmente presidente da APPA, já ocupou de abril de 2017 a maio de 2019 o cargo de Diretor Financeiro da mesma instituição. Xavier é empresário e empreendedor cultural há mais de 17 anos. Fundou três empresas e uma cooperativa de trabalho, todas no segmento cultural. Coordenou, captou, geriu e produziu mais de uma centena de projetos culturais, em diversos segmentos, como música popular e erudita, ópera, teatro, dança, arte educação, audiovisual, circo, literatura, rádio, turismo, gastronomia, cultura popular, artes visuais, edição de livros e revistas, restauro e patrimônio, entre outros. Trabalhou com diversos mecanismos de fomento como leis de incentivo à cultura, fundos públicos e privados, financiamento direto entre outros. Xavier acredita que pode catalisar o potencial transformador da Arte e da Cultura em evolução de consciência e comportamento para a sociedade.Agostinho Resende Neves (Vice-Presidente da APPA) (Proponente)Advogado (FUMEC) e Contador (UFMG). Possui MBA em Gerenciamento Estratégico de Projetos (FUMEC), participou do Programa de Desenvolvimento de Dirigentes (FDC). Atualmente, cursa pós-graduação em Direito Civil (PUC-MG) e Advocacia Empresarial e Compliance (FUMEC). Atua há 20 anos no Terceiro Setor, é conselheiro da Intermuseus, de São Paulo-SP, e da Associação de Cultura Franco-Brasileira, de Belo Horizonte-MG. Também foi auditor externo com atuação em instituições de diversos ramos de atividade e setores.Guilherme Domingos (Diretor Financeiro APPA) (Proponente)Geógrafo (PUC-MG), possui MBA em Gestão Estratégica de Negócios (UNA) e participou do Programa de Desenvolvimento de Dirigentes (FDC). Atua há 10 anos no Terceiro Setor, desenvolvendo sua carreira na área administrativa, financeira e de projetos em organizações sociais. Possui experiência em gestão financeira, conciliações contábil e bancária, planejamento, coordenação e acompanhamento de indicadores, além de interlocução com stakeholders.Siomara Gomes Faria (Diretora Adjunta de Projetos APPA) (Proponente)Graduada em Comunicação Social pela UFMG, com habilitação em Jornalismo e Formação Complementar em Cinema, pós-graduada em Imagens e Culturas Midiáticas pelo departamento de Comunicação Social da UFMG e mestre em Comunicação Social (UFMG). Atua no setor cultural na cidade de Belo Horizonte desde 2007. Ocupou as funções de parecerista de diversas comissões de análise de projetos culturais do setor público, foi produtora, curadora e coordenadora de mostras, festivais e exposições. Nos últimos 7 anos atuou como gestora de diversos equipamentos culturais na cidade de Belo Horizonte e de gerente geral do setor de projetos da APPA passou a ser diretora adjunta de projetos.Pâmela Perdigão (Diretora Adjunta Executiva APPA) (Proponente)Profissional com graduação em Ciências Contábeis pela PUC Minas e MBA em Controladoria e Auditoria pelo Centro Universitário Una. Possui certificação em Programa de Desenvolvimento de Dirigentes (PDD) e Parceria com Organizações Sociais (POS) pela Fundação Dom Cabral. Experiência de mais de 19 anos na gestão financeira de instituições do Terceiro Setor, incluindo OSCIPs e OSs, com foco em execução financeira e prestação de contas de Projetos Culturais, Contratos de Gestão, Termos de Parcerias e Convênios. Atualmente, é Diretora Executiva na APPA - Cultura & Patrimônio. Desde 2011, é sócia-proprietária da Arco Cultural Ltda, empresa de assessoria financeira e prestação de contas para projetos culturais. Anteriormente, foi sócia da Em Conta Assessoria Cultural Ltda e também atuou como Assistente Financeiro no Museu de Artes e Ofícios, onde se especializou na administração financeira e prestação de contas de projetos culturais.Guilherme Graciano (Coordenador de Projetos de Patrimônio da APPA)Guilherme Graciano é arquiteto e urbanista formado pela Universidade Federal de Uberlândia (2014), com parte da graduação realizada em mobilidade acadêmica na Universidade Técnica de Lisboa, em Portugal (2010–2011). É mestre pela UFU na linha de pesquisa Arquitetura e Cidade, com foco em alternativas para o planejamento territorial e a relação entre espaço rural, patrimônio cultural e meio ambiente, visando o desenvolvimento sustentável (2018). Entre 2014 e 2016, atuou na assessoria técnica a municípios mineiros na implementação da política do ICMS Cultural. É cofundador da Jurema Tijolaria Ecológica, empresa de Uberlândia voltada à produção de tijolos de solo-cimento. De 2019 a 2024, coordenou o curso de Arquitetura e Urbanismo da ESAMC Uberlândia, onde também lecionou disciplinas nas áreas de urbanismo, paisagismo, patrimônio e projeto. Atualmente, integra a equipe de Projetos de Patrimônio da APPA – Cultura e Patrimônio (Associação Pró-Cultura e Promoção das Artes), além de desenvolver projetos autônomos nas áreas de arquitetura, paisagismo, cenografia e preservação do patrimônio.Lucélia Ângelo de Mello (Arquiteta)Lucélia Ângelo de Mello é arquiteta e urbanista com registro profissional no CAU/MG (nº 35861-4), com sólida atuação em projetos de arquitetura, urbanismo e paisagismo em Minas Gerais. É sócia da LCM Projetos e Consultoria Ltda., empresa sediada em Matozinhos que desenvolve soluções técnicas nas áreas de arquitetura, engenharia, instalações e consultorias especializadas. Sua trajetória profissional é marcada por uma abordagem sensível e comprometida com a sustentabilidade, a valorização do espaço urbano e a preservação da memória coletiva. Entre seus trabalhos de destaque, participou do projeto do monumento “Bruma Leve”, em Belo Horizonte, dedicado às vítimas da tragédia de Brumadinho — iniciativa que reforça seu envolvimento com projetos de relevância social e cultural. Com atuação tanto em iniciativas públicas quanto privadas, Lucélia alia domínio técnico a uma escuta atenta das demandas contemporâneas, contribuindo para a qualificação do ambiente construído e do patrimônio cultural mineiro.
PRORROGAÇÃO APROVADA E PUBLICADA NO DIÁRIO OFICIAL DA UNIÃO.