Nenhum incentivador/fornecedor cadastrado localmente. Click "Carregar via SALIC" para buscar da API ao vivo.
Realizar a segunda edi??o do projeto Cerrado, a Caixa d'?gua do Brasil, ampliando o tema para abranger a rela??o do Cerrado com os biomas Amazonia e Caatinga. O projeto busca promover a conscientiza?ao ambiental, valorizando a diversidade hidrica brasileira por meio de conteudo educativo, com textos de especialistas, fotografias ineditas, ilustracoes e mapas, mostrando a forma como as aguas que brotam no Cerrado chegam ate esses biomas. A proposta inclui pesquisa, producao editorial e distribuicao gratuita para escolas e bibliotecas publicas.
O Volume II terá formato 21cm X 28cm e 220 páginas mostrando em detalhes a beleza visual de regiões do bioma não contempladas no "Volume I", com foco no Cerrado do Mato Grosso e Tocantins, em áreas de transição para a Amazônia, e no Cerrado nordestino, no famoso e devastado território batizado de Matopiba (Maranhão, Tocantins, Piauí e Bahia). A obra pretende dar continuidade a divulgação desse bioma extremamente importante para o equilíbrio ecológico, preservação das águas, da fauna e flora do país. A ideia da obra é detalhar como as nascentes do Cerrado alimentam os formadores de rios importantes para esses dois biomas. Explicar, em texto e detalhes fotográficos, como é o Cerrado dessas áreas de transição e, no caso específico da Amazônia, destacar a forte ligação hidrológica com o Cerrado. O "Volume II" do Caixa-d'água do Brasil detalhará essa ligação do Cerrado com Amazônia, trazendo inúmeras informações e fotos atuais das áreas das nascentes dos rios formadores desses gigantes de água doce, das áreas de transição entre os biomas, e mapas dos traçados dessas águas
Objetivo Geral A proposta do Volume II ? seguir mostrando a importancia da preservacao das areas de Cerrado ainda nao devastadas para estancar a crise atual dos maiores rios brasileiros, cujas consequencia ja sao sentidas nao so pelas popula?es ribeirinhas. Nesse Volume II focaremos areas do Cerrado que dao origem aos rios que escorrem para a Amazonia e Caatinga. Objetivo Especifico- Edicao de 3000 exemplares para distribuicao gratuita da obra para escolas, bibliotecas p?blicas e entidades ambientalistas- Edicao de 50 exemplares em braile
A segunda etapa do livro Cerrado, a Caixa d'agua do Brasil - agora expandido para abordar tambem as aguas da Amazonia e da Caatinga - necessita do apoio por meio do Mecanismo de Incentivo a Projetos Culturais para viabilizar sua producao editorial, impressao e ampla distribuicao gratuita a escolas e bibliotecas publicas, garantindo o acesso democratico ao conhecimento. O projeto se enquadra nos incisos VI (preservar os bens materiais e imateriais do patrimonio cultural e historico brasileiro) e VIII (estimular a producao e difusao de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memoria) do Art. 1 da Lei n? 8.313/91. Alem disso, contribui para alcan?ar os objetivos do Art. 3?, especialmente os incisos I (estimular a producao e difusao de bens culturais), II (proteger as expressoes culturais nacionais e regionais) e IV (promover a universalizacao do acesso ? cultura).A obra pretende dar continuidade a divulgacao desse bioma extremamente importante para o equil?brio ecol?gico, preservacao das aguas, da fauna e flora do pais. Quanto mais? brasileiros, de todas as idades, conhecerem a importancia do Cerrado, maior ser? a consci?ncia e o entendimento da urgente necessidade de preservacao. ? real o esgotamento das aguas dos grandes rios brasileiros por conta do desmatamento do Cerrado que reduz a for?aa das nascentes.Levantamento do Laborat?rio de An?lise e Processamento de Imagens de Sat?lites (Lapis), da Universidade Federal de Alagoas (UFAL), divulgado em setembro de 2024, mostra que 12 dos maiores rios do pa?ss est?oo secando. Estudo publicado pela revista internacional Water, da Inglaterra, em outubro de 2024, alerta que a vaz?o anual do Rio S?oo Francisco diminuiu 60% nas ?ltimas tr?s d?cadas. Essa pesquisa, coordenada pelos professores Humberto Barbosa e Catarina Buriti, tamb?m revela que entre os anos 2012-2020 houve uma perda de 15% de cobertura vegetal nessa bacia hidrogr?fica. Documentar essa perda faz parte do trabalho.Em rela??o ao Rio Araguaia dois estudos recentes indicam que ele tem cada vez mais dificuldade de recuperar o fluxo no periodo de chuva e que a qualidade da agua fica pior a cada ano que passa. Pesquisadores da Universidade de Brasilia analisaram dados sobre a superf?cie de ?gua e a vaz?o da correnteza do rio nas 21 esta?es de monitoramento desde 1980. Conclusao: nos ultimos 40 anos o Rio Araguaia perdeu em m?dia 40% da vaz?o e entre 40 e 67% da superf?cie de ?gua, dependendo da parte do rio que ? analisada. Segundo o pesquisador Ludgero Vieira, "existe uma correla??o forte entre redu??o de superf?cie de ?gua com o aumento da agricultura, do desmatamento e da quantidade de ?reas irrigadas".Outro estudo mais recente divulgado agora em junho de 2025 pela Ambiental Media revela que o volume de ?gua transportado pelos rios do Cerrado brasileiro caiu 27% nos ?ltimos 50 anos. A redu??o equivale a 30 piscinas ol?mpicas por minuto deixando de fluir, segundo o relat?rio ?Cerrado: O Elo Sagrado das ?guas do Brasil?. Eles analisaram mais de cinco d?cadas de dados da Ag?ncia Nacional de ?guas e Saneamento B?sico (ANA) sobre seis grandes bacias hidrogr?ficas que t?m origem no Cerrado: Araguaia, Paran?, Parna?ba, S?o Francisco, Taquari e Tocantins e o resultado ? muito preocupante: al?m da redu??o na vaz?o, houve uma queda de 21% nas chuvas e aumento de 8% na evapotranspira??o, processo que devolve ?gua da vegeta??o para a atmosfera. O relat?rio aponta o desmatamento e as mudan?as clim?ticas como os principais respons?veis. Estudos do MapBiomas indicam que a vegeta??o nativa nas bacias estudadas diminuiu 22% entre 1985 e 2022, enquanto a ?rea de plantio de soja aumentou 19 vezes.O grandioso Rio Parana tambem vem perdendo for?a e a cada seca sua vaz?o reduz. Em fevereiro de 2022, por exemplo, a m?dia chegou a apenas 6.600 metros c?bicos por segundo (m?/s), a mais baixa dos ?ltimos 120 anos, segundo registro da hidrel?trica argentino-paraguaia de Yacyret?, que fica 480 km abaixo da usina de Itaipu. E o Rio Paraguai igualmente perde for?a a cada ano. Em 2024. atingiu 67cm negativos em Lad?rio (MS) segundo o Servi?o Geol?gico do Brasil (SGB), o pior ?ndice desde que a medi??o teve in?cio em 1900. Segundo o Servi?o Geol?gico do Brasil, das 21 r?uas que monitoram o rio, 18 indicam niveis de ?gua inferiores aos esperados para o periodo, com tres delas registrando marcas abaixo de zero.
b) Roteiro Nordeste: rios Parnaíba e São FranciscoA segunda parte do trabalho a campo começa nos limites de transição do bioma Cerrado para a Caatinga, na Chapada das Mangabeiras, que se estende pelo centro do Brasil, principalmente na divisa entre os estados do Tocantins, Maranhão e Piauí, e em parte da Bahia. Essa região marca o limite ocidental da região do Jalapão. Na junção dos rios Água Quente e Curriola se forma o Rio Parnaíba. É um local repleto de veredas e brejos protegido pelo Parque Nacional das Nascentes do Rio Parnaíba. No parque também se localizam as nascentes dos rios Uruçui-Vermelho, Gurguéia, Riozinho, Parnaibinha, entre outros que abastecem a Bacia do Rio Parnaíba. É uma grande rede hidrográfica, com inúmeras nascentes e cursos d’água. O território também divide três bacias hidrográficas: do Rio Tocantins, Rio Parnaíba e Rio São Francisco. Altair Sales afirma que o Rio Parnaíba "nasce na Chapada das Mangabeiras, que é alimentada por águas oriundas do arenito Urucuia, situado no Cerrado do Jalapão. Esse rio poderoso tem relação com transporte de sedimentos que formam dunas nos Lençóis Maranhenses e Piauienses, e se estendem até Jericoacoara, no Ceará. No Oceano Atlântico, forma o delta, entre maiores do planeta e a sub-bacia do Rio Gurguéia, no Cerrado piauiense, responsável por irrigação de vasta área". Nessa etapa Nordeste vamos focar as regiões dos rios Parnaíba e São Francisco, cujos traçados nos apresentam ótimos exemplos da vegetação da Caatinga e da importância para essa região das águas que brotam no Cerrado. Nos Lençóis, região inserida nos biomas Costeiro Marinho e Cerrado, mostraremos o conjunto de ecossistemas de mangue, restinga e dunas, associando ventos fortes e chuvas regulares. A região é conhecida pela sua paisagem desértica de grandes dunas de areia branca e entremeadas de lagoas sazonais de água da chuva. A região se transformou no Parque Nacional dos Lençóis Maranhenses por ser um fenômeno natural único no mundo. E os sedimentos transportados pelo Rio Parnaíba, ao longo de séculos, ajudaram a moldar a região, porque chegam ao mar e são transportados para a área dos Lençóis pelos ventos marítimos que sopram de leste para oeste na costa norte do Brasil. A foz do Rio Parnaíba, situada entre Maranhão e Piauí, também será testemunha da força das águas que brotam no Cerrado. Ela abre-se em cinco braços, envolvendo 73 ilhas fluviais e uma paisagem repleta de dunas, mangues e ilhotas, e uma fauna e flora peculiares. Vamos mostrar o vigor e a beleza da foz de um rio do Cerrado que corre na Caatinga e tem transportado sedimentos que formam outras belezas da região, como os lençóis piauienses e as dunas de Jericoacoara, no Ceará. Descendo do litoral para o interior do Piauí, adentrando no bioma Caatinga, chegamos a São Raimundo Nonato, a "porta de entrada" para o Parque Nacional da Serra da Capivara. Ali é o retrato da árida paisagem do sertão piauiense. Com a vegetação densa da Caatinga convivem cânions gigantescos, ilhas de florestas e cerrados, morros de mármore cinza e negro, além de lagoas e fontes naturais. Lugar emblemático do bioma. Seguindo o Roteiro Nordeste na direção do Rio São Francisco, no município de Remanso, norte na Bahia, o Rio São Francisco se alarga para formar o grandioso lago da Hidrelétrica de Sobradinho, que acompanharemos até Petrolina. Dali se chega em Cabrobó, onde fica a Estação de Bombeamento (EBI-1) do Eixo Norte do projeto de Integração do Rio São Francisco. Por declividade, ela recebe a água do rio e manda por um canal de sete quilômetros até o reservatório de Tucutú, e, depois, por mais 45 quilômetros segue até o segundo reservatório, Terra Nova. É a transposição das águas do São Francisco, que abastece 12 milhões de pessoas nas regiões mais secas do Brasil, entre elas 23 comunidades indígenas e 12 quilombolas. Acompanharemos o fluxo das águas canalizadas até uma delas: Conceição das Crioulas, a 42 km de Salgueiro (PE). Fundada em 1802 por negras e negros que fugiram da região Panelas D'Água, é a primeira comunidade quilombola reconhecida em Pernambuco. É famosa por suas bonecas artesanais que representam personalidades femininas da história do quilombo. Lá, veremos como o sistema de abastecimento de água melhorou a vida dessa comunidade resistente, referência de autoestima e valorização da identidade étnica e cultural. A própria comunidade, por suas lideranças, dirá o que mudou na rotina dos moradores e na produção de alimentos. De Conceição seguimos costeando o Rio São Francisco até o município de Porto Real do Colégio, em Alagoas, onde faremos uma visita no tempo e aos povos que consideram essas águas fonte de vida e elemento sagrado nas tradições: as comunidades Kariri-Xocó, que ocuparam longos trechos do rio e hoje vivem em pequenos agrupamentos entre Sergipe e Alagoas. Etnias das mais antigas do Brasil que resistem como o Velho Chico. Kariri-Xocó é a fusão de duas etnias: os Kariri e os Xocó. Ao longo dos anos, eles lutam para preservar tradições, cultura e língua. O povo Xocó vive em aldeias na Ilha de São Pedro e Caiçara, município de Porto da Folha (SE). Hoje são apenas 400 pessoas que resistem e mantêm o ritual do Ouricuri, dança que representa espiritualidade e a manutenção dos trajes típicos e pinturas corporal. Um espaço de resistência e preservação cultural onde vivem 1.500 pessoas, celebrando a conexão da tribo com a natureza e seus antepassados. Vamos fazer um curto texto mostrando a resistência desse povo que outrora foi dono do São Francisco Por fim, na foz do rio, em Piaçabuçu, existe um grande número de pescadores artesanais que dependem do volume das águas do Rio São Francisco. Quando as represas rio acima fecham os vertedouros, o nível baixa e as águas do mar adentram o rio, acabando com a pesca. Vamos mostrar como a vida depende dele. Em Piaçabuçu, há aproximadamente 4.300 pescadores cadastrados na Secretaria de Pesca, Aquicultura e Desenvolvimento Econômico. A pesca e a indústria pesqueira desempenham um papel importante na economia da região. Com esse roteiro, mostramos da nascente a foz os dois grandes rios do Nordeste que nascem no Cerrado.
Livro ilustrado com fotografias coloridas no formato aberto 43.4 x 28.0 e formato fechado 21.0 x 28cm, com 220 páginas paginas. Capa em papel couchet supremo FSC LD 250g/m2 em 4x4 cores. Acabamento: gravação de chapas CTP, laminação fosca em BOPP frente 220 páginas em papel couche fosco certificado FSC LD 115 gm2 em 4x4 cores. Acabamentos gravação de chapas CTP dobrado.Finalização: alceado, colado hotmelt, refilado e empacotado.
- Acessibilidade Comunicacional: o projeto prevê a impressão de exemplares em braile e garantir que a comunicação (entrevistas, visitas de campo) respeite a diversidade cultural e de capacidades, usando linguagem clara e acessível.- Acessibilidade Informacional: Durante a campanha de divulgação do projeto nas redes sociais em seus textos e imagens contarão com a hashtag #paracegover; #pratodosverem; #descrevepramim, que visa garantir a leitura por aplicativos. Além disso, serão disponibilizadas teaser de divulgação com interpretação em libras, ampliando o alcance para pessoas com deficiência auditiva..- Acessibilidade Física: No evento de lançamento será criado um espaço reservado e acessível para cadeirantes e para pessoas com mobilidade reduzida e seus acompanhantes. Em atendimento a Lei 4.928/2012 a abertura do espaço do evento, será iniciada 30 minutos antes do acesso geral para gestantes, pessoas acompanhadas de crianças no colo, idosos, pessoas com deficiência e pessoas com obesidade mórbida ou grave. - Acessibilidade Atitudinal: A Coordenação Geral do projeto junto com a Produção fará uma palestra para a equipe de produção e operacional para que se evite atitudes capacitistas baseadas na falta de conhecimento sobre a realidade social das pessoas com deficiência.
O projeto garante a democratização de acesso ao livro por meio da produção e distribuição gratuita de exemplares físicos para escolas públicas, bibliotecas comunitárias e espaços de leitura em diferentes regiões do país. Todas as ações visam assegurar que o conteúdo educativo e cultural chegue de forma igualitária a públicos diversos, estimulando a leitura, o conhecimento ambiental e a valorização da diversidade hídrica brasileira.
- Coordenador Geral: O coordenador geral será o presidente da instituição (Instituto Latinoamerica), que será responsável por todas as fases do projeto, desde a pré-produção até a execução e prestação de contas. Supervisiona a equipe técnica, gerencia cronogramas, orçamentos, contratos e relatórios, garantindo que as ações sejam realizadas de acordo com as diretrizes do projeto. Atua também como interlocutor junto a patrocinadores, órgãos de fomento e parceiros institucionais. ATANAGILDO BRANDOLT — Jornalista, produtor executivo e coordenador cultural com mais de 40 anos de experiência em gestão de projetos audiovisuais, festivais, cinema itinerante e documentários. É fundador do Instituto Latinoamérica e coordenou dezenas de projetos culturais, como Memória Viva, Mostra Brasil Candango, Festival BrasilArte e Caravana de Histórias, atuando no Brasil e América Latina em parceria com o MinC, ONU e convênios internacionais.- Coordenador de Editorial: RICARDO MOREM SCHMITT — Jornalista, roteirista e diretor de cinema com mais de 40 anos de atuação na imprensa, TV pública e produções audiovisuais. Foi diretor da CenaUm Produções, com trabalhos para Canal Curta!, Ministério da Justiça, Secretaria de Direitos Humanos e Ministério da Cultura. Atuou como editor na TV Globo, TV Cultura e TVE RS, além de roteirista e pesquisador de documentários, séries e livros especializados em história e cultura brasileira. - Produtor Executivo: LUD FLORES é atriz, cantora, bonequeira e produtora cultural. Atua desde 2008 unindo arte e educação, com projetos reconhecidos em todo o Brasil e no exterior. É produtora na Mosaico Cultural, onde assina espetáculos como Corsários Inversos, Cósmica e Lampião e Maria Bonita. Premiada com o Açorianos de Teatro de Melhor Produção, também realiza séries audiovisuais e projetos culturais via leis de incentivo, colaborando com empresas como Claro, Ambev, SESC e SESI. - Produtor de Texto - Fotógrafo 01: LUIZ ÁVILA — Fotojornalista com ampla experiência em veículos como Zero Hora, O Globo, O Dia, Jornal do Comércio e Agência de Notícias da Assembleia Legislativa/RS. Atuou como editor de fotografia e freelancer para produtoras, feiras e documentários culturais, com trabalhos no acervo do Ministério da Cultura e projetos como História Ilustrada de Porto Alegre e Reduções Jesuíticas da América Latina. Publicações em jornais e revistas nacionais e internacionais. - Fotógrafo 02: EDUARDO DUARTE - Cinegrafista, operador de drone, fotógrafo e editor de vídeo de documentários e séries e publicidade. Câmera e edição de imagens na TV Carta Maior/SP. Imagens e edição dos documentários Pontos de Cultura do Ministério da Cultura, Paredes Invisíveis regiões Nordeste e Amazônia para a Secretaria de Direitos Humanos da Presidência da República. Editor do documentário Uma Dor Suspensa no Tempo sobre as ditaduras da América Latina, para o Instituto Primeiro Plano e Ministério da Justiça, todos com a CenaUm Produções. Editor no Documentário A Palestina Brasileira para o Canal Curta; câmera na série Eco-História do Planalto Central para o Instituto Latioamerica e câmera e imagens de drone na série Caixa-d’água do Brasil para a TV Cultura/SP. Fotos e imagens de drone para o livro Cerrado, caixa-d'água do Brasil, Instituto Latinoamerica.
PRORROGAÇÃO APROVADA E PUBLICADA NO DIÁRIO OFICIAL DA UNIÃO.