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O Projeto Rebuliço Cultural Zeritó é um projeto itinerante de formação e difusão cultural que promove oficinas, vivências e apresentações artísticas em diferentes localidades, com base nos pilares REutilizar, REflorestar, REconhecer, REtomar e REvirar. A proposta contempla a realização de ciclos formativos gratuitos, ações comunitárias, intervenções urbanas e mostras culturais, com registro audiovisual final, valorizando a cultura popular, a sustentabilidade e os saberes do território.
SINOPSE DA OBRAProjeto Rebuliço Cultural ZeritóO projeto Rebuliço Cultural Zeritó é uma ação itinerante de formação e fruição artística que propõe ciclos de atividades culturais em diferentes localidades do interior nordestino. Com base em cinco pilares temáticos — REutilizar, REflorestar, REconhecer, REtomar e REvirar — o projeto articula oficinas práticas, rodas de saberes, intervenções culturais em espaços públicos e mostras artísticas de encerramento. Todas as ações são gratuitas, acessíveis e voltadas à valorização da cultura popular, da sustentabilidade e dos saberes tradicionais. A seguir, apresentam-se os produtos que compõem o projeto, com suas respectivas sinopses e classificações: 1. Oficinas Culturais Itinerantes (25 unidades) As oficinas são o núcleo formativo do projeto e ocorrerão ao longo dos cinco ciclos, sendo cinco oficinas por localidade. Cada oficina está relacionada a um pilar temático do projeto. Os temas incluem: artesanato com material reciclável (REutilizar), hortas criativas e uso de plantas medicinais (REflorestar), fotografia e audiovisual com foco em identidade local (REconhecer), cordel e oralidade (REtomar), e teatro/poesia falada (REvirar). As oficinas terão caráter prático e comunitário, com linguagem acessível e abordagem colaborativa. Classificação indicativa: Livre. Carga horária: média de 4h por oficina. Público estimado por oficina: até 30 pessoas. 2. Vivências e Rodas de Saberes (25 unidades) Serão encontros abertos com mestres da cultura popular, artistas convidados, educadores e moradores locais. As rodas promoverão trocas de experiências e histórias sobre temas como fé, festa, resistência, territórios, ancestralidade, natureza e memória. As vivências serão registradas em imagem e som, contribuindo para a preservação da oralidade como patrimônio imaterial. Classificação indicativa: Livre. Duração média: 2h por atividade. Público estimado por vivência: 40 a 60 pessoas. 3. Intervenções Culturais em Espaços Públicos (25 unidades) Ao final de cada dia de ciclo, será realizada uma intervenção cultural aberta, em locais como praças, escolas ou ruas. Essas ações incluirão: feiras criativas com produtos das oficinas, instalações artísticas (como a "Árvore dos Sonhos do Sertão"), microaberturas poéticas, performances coletivas, exposições populares e ações lúdicas com o público. São atividades que promovem ocupação simbólica e festiva dos espaços, ampliando o impacto das ações formativas. Classificação indicativa: Livre. Duração média: 2h por intervenção. Público estimado por evento: 100 a 200 pessoas. 4. Mostras Culturais de Encerramento (5 unidades) Cada ciclo se encerra com uma grande mostra cultural gratuita, reunindo apresentações artísticas de grupos locais, mestres populares, participantes das oficinas e atrações convidadas do cenário regional. As mostras incluirão música, poesia, dança, teatro popular e exibição de trechos audiovisuais produzidos no ciclo. Também haverá espaço para feira de artesanato e gastronomia local. Essas mostras funcionam como síntese viva de cada ciclo, promovendo visibilidade para os talentos locais e estimulando a formação de plateia. Classificação indicativa: Livre. Duração média: 3 a 4 horas. Público estimado por mostra: até 300 pessoas. 5. Vídeo-Documentário Final (1 unidade) Ao final do projeto, será produzido um vídeo-documentário com até 20 minutos de duração, reunindo os melhores momentos das oficinas, vivências, intervenções e mostras. O filme trará também depoimentos de participantes, mestres e membros da equipe. O objetivo é documentar o processo artístico e formativo do Rebuliço Cultural, servindo como memória, material educativo e instrumento de divulgação do projeto. O vídeo será publicado gratuitamente em plataformas digitais como YouTube, e contará com recursos de acessibilidade (legenda descritiva e audiodescrição). Classificação indicativa: Livre. Formato: MP4, resolução Full HD, com legenda e audiodescrição.
Objetivo GeralPromover o acesso à formação cultural e à fruição artística em territórios descentralizados por meio de atividades itinerantes que valorizem os saberes populares, a sustentabilidade e a diversidade cultural, contribuindo para o fortalecimento da identidade cultural regional e para a dinamização da economia criativa local.Objetivos EspecíficosRealizar 05 ciclos formativos itinerantes em diferentes localidades Desenvolver cinco módulos presenciais com duração de cinco dias cada, em diferentes localidades da região atendida, contemplando atividades formativas, vivências comunitárias e apresentações culturais. Cada ciclo será pautado nos cinco pilares temáticos do projeto (REutilizar, REflorestar, REconhecer, REtomar e REvirar), garantindo variedade e profundidade nas abordagens.Oferecer 25 oficinas culturais gratuitas (5 por ciclo) Cada ciclo incluirá cinco oficinas com carga horária média de 4 horas, abordando linguagens como artesanato sustentável, xilogravura, cordel, audiovisual popular, hortas criativas, teatro comunitário e poesia falada. Serão ofertadas gratuitamente à população local, com emissão de certificados e acesso universal.Realizar 25 vivências/rodas de saberes com mestres e fazedores de cultura Promover rodas de conversa e trocas de experiências entre a comunidade local, mestres da cultura tradicional e artistas facilitadores. Essas ações terão caráter formativo e afetivo, valorizando a oralidade, a escuta e os saberes do território.Executar 25 intervenções culturais em espaços públicos Ao final de cada dia de atividades, será realizada uma intervenção cultural noturna em locais de grande circulação, como praças ou escolas, envolvendo feiras criativas, exposições de trabalhos, instalações artísticas ou performances comunitárias. Tais ações visam visibilidade pública, engajamento e impacto direto na comunidade.Realizar 05 mostras culturais de encerramento Ao fim de cada ciclo, haverá uma mostra final com apresentações artísticas de participantes das oficinas, grupos culturais locais e atrações regionais convidadas. Esses eventos serão gratuitos e funcionarão como culminância de todo o processo vivenciado na localidade.Produzir e divulgar 01 registro audiovisual final do projeto Será produzido um vídeo documentando a trajetória do projeto, com cenas das oficinas, depoimentos de participantes, mestres e artistas convidados. O material será disponibilizado gratuitamente em plataformas digitais (YouTube, redes sociais), servindo como memória, prestação de contas e ferramenta de difusão cultural.Garantir acessibilidade nas ações noturnas Disponibilizar intérprete de Libras durante as apresentações culturais e rodas noturnas, além de materiais acessíveis (digitais e impressos) sempre que possível. O objetivo é assegurar o acesso de pessoas com deficiência auditiva, visual ou mobilidade reduzida.
O Projeto Rebuliço Cultural Zeritó justifica-se pela necessidade de ampliar o acesso à formação e à fruição cultural em territórios de baixa oferta de equipamentos e ações culturais contínuas, sobretudo em regiões interiorizadas. A proposta promove o fortalecimento de saberes tradicionais, estimula a criação artística local e contribui diretamente para a valorização da identidade cultural brasileira, especialmente no semiárido nordestino.Diante disso, é fundamental o apoio por meio do Mecanismo de Incentivo a Projetos Culturais da Lei nº 8.313/91, tendo em vista que o projeto se enquadra nos seguintes dispositivos legais:Art. 1º, Inciso I _ Estímulo à formação do cidadão por meio da cultura, ao promover atividades educativas e formativas gratuitas com base nos saberes populares e na sustentabilidade;Art. 1º, Inciso V _ Apoio a iniciativas culturais que visem a formação de plateia e o fortalecimento da cidadania, com foco na diversidade regional e inclusão sociocultural.Quanto aos objetivos previstos no Art. 3º da Lei nº 8.313/91, o projeto contribui para:Inciso I _ Estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória;Inciso II _ Proteger as expressões culturais dos grupos formadores da sociedade brasileira e responsáveis pela preservação da identidade nacional;Inciso IV _ Apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores;Inciso VIII _ Estimular o conhecimento dos bens e valores culturais.Dessa forma, o Rebuliço Cultural Zeritó busca consolidar-se como uma ação de democratização do acesso à cultura, descentralização de recursos e incentivo à formação artística e cidadã, justificando plenamente a utilização do mecanismo de incentivo fiscal previsto na Lei Rouanet.
O projeto Rebuliço Cultural Zeritó nasce da vivência direta dos proponentes com a realidade sociocultural do interior potiguar, especialmente no Seridó, onde o acesso a bens e serviços culturais ainda é reduzido e concentrado nas sedes urbanas. Essa proposta atende à urgência de descentralização das políticas públicas de cultura e promove um modelo de circulação comprometido com os princípios da formação, do pertencimento e da valorização das expressões locais.O Rebuliço adota uma abordagem metodológica inovadora, pautada em cinco pilares (REutilizar, REflorestar, REconhecer, REtomar, REvirar), que promovem articulação entre cultura, meio ambiente, memória e identidade. A estrutura pedagógica do projeto permite sua replicação em diversos contextos, contribuindo com a formação continuada de agentes culturais em diferentes municípios.A equipe é composta por artistas, educadores e produtores culturais com forte vínculo comunitário e comprovada atuação em projetos com recursos da Lei Rouanet, Lei Aldir Blanc, Lei Câmara Cascudo, Editais do IPHAN e Funcultura RN. Isso garante não apenas a qualificação técnica do projeto, mas também seu compromisso com o impacto social e cultural real nas localidades atendidas.O projeto também se destaca pela atenção à acessibilidade de conteúdo e física, pela estratégia de registro e documentação das atividades, pela formação de redes locais de cultura e pelo estímulo à economia criativa regional, com a contratação de serviços e fornecedores locais.Por fim, o Rebuliço Cultural se coloca como um modelo de caravana formativa de base comunitária, promovendo experiências de aprendizagem coletiva, fruição artística e fortalecimento das identidades culturais do território. A proposta busca não apenas realizar ações pontuais, mas deixar raízes simbólicas e práticas duradouras por onde passar.
ESPECIFICAÇÕES TÉCNICAS DO PRODUTO – Rebuliço Cultural Zeritó1. Oficinas Culturais Itinerantes (25 unidades)Formato: Oficinas práticas, presenciais, com duração média de 4h cada.Público: Até 30 participantes por oficina.Material: Papel, tecido, tintas, cola, madeira reaproveitada, ferramentas artesanais, sementes, celulares com câmera, notebooks e materiais recicláveis diversos.Projeto pedagógico: Cada oficina se vincula a um dos cinco pilares temáticos do projeto (REutilizar, REflorestar, REconhecer, REtomar, REvirar). São estruturadas com objetivos de aprendizagem, atividades práticas, estímulo à criação coletiva, produção de conteúdo local e avaliação ao final. Os facilitadores serão artistas, educadores populares ou mestres convidados. 2. Vivências e Rodas de Saberes (25 unidades)Formato: Roda de conversa ou ação colaborativa com duração média de 2h.Público: 40 a 60 pessoas por atividade.Material: Microfone, caixa de som, banquinhos ou esteiras, registros fotográficos e audiovisuais.Projeto pedagógico: As vivências partem da escuta de mestres populares e do diálogo com a comunidade, promovendo o compartilhamento de saberes sobre cultura, memória, identidade, meio ambiente e práticas ancestrais. Os participantes podem interagir, perguntar e registrar suas próprias memórias. O ambiente é informal, acessível e circular. 3. Intervenções Culturais em Espaços Públicos (25 unidades)Formato: Ações artísticas de 2h, realizadas em praças, ruas ou escolas públicas.Público estimado: 100 a 200 pessoas por intervenção.Material: Estrutura leve (barracas, lonas, mesas), equipamento de som, luz básica, banners, suportes para exposição, elementos cênicos, instalações interativas ou poéticas (ex: a Árvore dos Sonhos).Projeto pedagógico: As intervenções são desdobramentos artísticos das oficinas e vivências, com foco na ocupação simbólica do espaço público. Incentivam a circulação de bens culturais, a participação espontânea do público e a visibilidade das criações locais. 4. Mostras Culturais de Encerramento (5 unidades)Formato: Evento noturno, com duração média de 3 a 4 horas.Público estimado: até 300 pessoas por mostra.Material: Palco, sonorização, iluminação cênica, banner de identidade visual, telão (quando necessário), sinalização acessível, cadeiras, mesas para feiras de artesanato e gastronomia.Projeto pedagógico: A mostra reúne os produtos das formações (apresentações teatrais, musicais, declamações, exposições) com artistas locais e convidados. A programação é construída de forma colaborativa, estimulando o protagonismo dos participantes e o fortalecimento de redes culturais. A mostra também é um espaço de celebração, pertencimento e partilha comunitária. 5. Vídeo-Documentário Final (1 unidade)Formato: Vídeo digital com até 20 minutos de duração, resolução Full HD (.mp4), com legendas descritivas e audiodescrição.Material: Câmeras DSLR, microfones de lapela e boom, tripé, iluminação portátil, drone (se necessário), softwares de edição como Adobe Premiere ou DaVinci Resolve.Projeto pedagógico: O vídeo tem caráter documental e educativo. Será estruturado com base em roteiros participativos, depoimentos, cenas das oficinas e intervenções. Busca traduzir, com sensibilidade e técnica, os impactos do Rebuliço Cultural nos territórios por onde passar. Servirá como ferramenta de difusão, memória e prestação de contas social.
O projeto Rebuliço Cultural prevê ações concretas de acessibilidade física e de conteúdo, com o objetivo de garantir a participação plena e equitativa de pessoas com deficiência em todas as atividades propostas.Acessibilidade FísicaAs atividades do projeto serão realizadas, preferencialmente, em espaços públicos ou comunitários que já possuam infraestrutura básica de acessibilidade, como rampas de acesso, banheiros adaptados e sinalização clara. Em caso de ausência parcial desses itens, serão feitas adaptações temporárias, como instalação de rampas móveis e reserva de espaços prioritários para pessoas com mobilidade reduzida. As equipes locais serão orientadas a garantir fluxo livre e seguro durante todas as etapas do evento.Acessibilidade de ConteúdoPara garantir a compreensão e o acesso pleno ao conteúdo das oficinas, rodas e apresentações, o projeto contará com as seguintes medidas:- Presença de intérprete de Libras nas atividades noturnas (intervenções culturais e mostras);- Inclusão de legendas descritivas no vídeo-documentário final do projeto;- Produção de material informativo digital acessível, compatível com leitores de tela;- Impressão de parte do conteúdo institucional em Braille, quando pertinente (folders, programas de mostra);- Inserção de audiodescrição nas cenas principais do vídeo final;Essas ações reafirmam o compromisso do Rebuliço Cultural com a democratização do acesso à cultura e a inclusão de todas as pessoas, independentemente de suas condições físicas ou sensoriais.
O projeto Rebuliço Cultural tem como princípio norteador o acesso universal, gratuito e descentralizado às atividades culturais e formativas. Todos os produtos do projeto – oficinas, vivências, intervenções, mostras culturais e o vídeo-documentário final – serão disponibilizados sem cobrança de ingresso ou qualquer tipo de taxa. Formas de distribuição e acesso aos produtos: Oficinas, rodas de saberes e intervenções culturais: todas as atividades presenciais serão realizadas gratuitamente em espaços acessíveis e abertos à comunidade, com inscrição simplificada para oficinas e participação livre nas atividades noturnas; Mostras culturais de encerramento: com entrada gratuita e ampla divulgação nas localidades atendidas, incluindo convites físicos, redes sociais, rádios comunitárias e carro de som; Vídeo-documentário final: será publicado gratuitamente nas plataformas digitais (YouTube, redes sociais, site institucional), com acesso livre e sem restrição geográfica. Outras medidas de ampliação de acesso: Oficinas paralelas de curta duração (1h a 2h) voltadas a públicos específicos, como crianças, idosos ou grupos escolares; Transmissões ao vivo ou gravações das mostras culturais em redes sociais, conforme viabilidade técnica local; Encontros abertos com mestres da cultura popular fora da agenda principal, em praças, mercados ou escolas; Materiais informativos digitais gratuitos com conteúdos das oficinas e das vivências, distribuídos em redes e aplicativos de mensagem. Essas ações visam ampliar o impacto do projeto, alcançar públicos diversos e fortalecer o vínculo da comunidade com os bens culturais de seu território.
FICHA TÉCNICA – Rebuliço Cultural ZeritóAtuação da Instituição Proponente / Dirigente O dirigente e proponente, Gabriel de Souza Santos, atuará como diretor artístico e coordenador pedagógico do projeto Rebuliço Cultural. Suas atribuições incluem a concepção metodológica das oficinas e vivências, a curadoria de conteúdos pedagógicos, o acompanhamento da equipe de oficineiros e artistas convidados, e a mediação com mestres da cultura popular local. Gabriel também será responsável pelo alinhamento conceitual das ações com os cinco pilares do projeto (REutilizar, REflorestar, REconhecer, REtomar, REvirar) e pela articulação institucional com lideranças e coletivos culturais nos territórios atendidos. Sua atuação será voluntária e fundamental para garantir a coerência poética, social e formativa do projeto. Currículo dos Principais Participantes:Gabriel de Souza Santos – Diretor, Roteirista e Educador Cultural Natural de Jardim do Seridó/RN, Gabriel é diretor, roteirista, historiador e produtor cultural com forte atuação em projetos que valorizam a cultura popular e negra do Seridó. Fundador do espetáculo de rua Santuário dos Negros, também é roteirista e diretor dos curtas O Carpinteiro de Rimas e Sicários: Entre Bornáis e Patentes. É coreógrafo de quadrilhas juninas e pesquisador das tradições da Irmandade dos Negros do Rosário e da Banda Euterpe Jardinense. Atua com foco em memória, identidade e democratização da arte no interior.Danúbio da Silva Santos – Videomaker | DS Videomaker Produtor audiovisual do Seridó Potiguar, fundou a DS Videomaker em 2017 e atua na produção e pós-produção de vídeos culturais, documentários e DVDs de artistas nordestinos. Dirigiu e editou os curtas Caritó, A Bulandeira, Sicários: Entre Bornáis e Patentes e Sonhos de Ícaros. Seu trabalho contribui para o fortalecimento do audiovisual regional, sendo referência para o registro da cultura popular no interior.Júlio César Silva de Oliveira (Julhin da Tia Lica) – Produtor Cultural e Brincante Popular Pesquisador e artista popular do Seridó, Julhin atua como bonequeiro, cantador de coco, roteirista e documentarista. Dirigiu o documentário João Redondo: Passado, Presente e Futuro, pelo IPHAN, e participa ativamente do movimento de retomada do povo indígena Tarairiú Otxakayone. É idealizador do projeto Sankofa e atua na preservação das manifestações afroindígenas e das brincadeiras populares.Arthur Neri – Fotógrafo e Documentarista Cultural Fotógrafo comprometido com a documentação das manifestações populares e negras do Seridó, com ênfase nas tradições da Irmandade dos Negros do Rosário. Participa de projetos de memória e produziu o documentário Jardim de Seridolências. Seu trabalho é pautado pela valorização dos territórios periféricos e pela preservação de registros culturais com enfoque social e histórico.Sostô Produções – Produtora Cultural (Artes Integradas) Formada por Agnes Félix e Lucas Silva, a Sostô atua com artes integradas no Seridó, promovendo oficinas, espetáculos e produções autorais. Agnes tem mais de 30 anos de atuação nas artes e é fundadora do Ateliê Sostô, com premiações em audiovisual. Lucas é músico e cordelista, integrante do grupo Forró Flor de Caroá. A produtora atua na promoção de narrativas periféricas e na valorização da cultura popular com uma linguagem inovadora e afetiva.
PROJETO ARQUIVADO.