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A Exposi??o Fotogr?fica Semana Farroupilha apresenta, por meio do olhar sens?vel do fot?grafo Eduardo Rocha, registros aut?nticos da cultura tradicional do Rio Grande do Sul. Reunindo imagens de pessoas, vestimentas, comidas t?picas, lugares e s?mbolos da identidade ga?cha, a mostra celebra a tradi??o farroupilha em um espa?o de acesso gratuito e aberto ao p?blico, no Shopping Pontal, durante o m?s de setembro.
OBJETIVO GERAL:O projeto tem como objetivo geral valorizar, preservar e difundir a cultura tradicional ga?cha por meio de uma exposi??o fotogr?fica gratuita, acess?vel e educativa, com foco na tem?tica da Semana Farroupilha. A mostra re?ne imagens do fot?grafo Eduardo Rocha que retratam com profundidade os elementos visuais e simb?licos da identidade sul-rio-grandense ? como vestimentas t?picas, culin?ria, dan?as, atos c?vicos, paisagens rurais e express?es da vida cotidiana que dialogam com o legado farroupilha.Ao ocupar um espa?o de grande circula??o, como o Shopping Pontal, a exposi??o busca democratizar o acesso ? arte e ? cultura, promovendo o contato direto entre o p?blico e as manifesta?es da tradi??o ga?cha. Al?m de estimular o sentimento de pertencimento e a valoriza??o das ra?zes culturais do estado, o projeto contribui para o reconhecimento da fotografia como instrumento de registro, mem?ria e express?o art?stica.OBJETIVOS ESPEC?FICOS:- Realizar uma exposi??o fotogr?fica gratuita ao p?blico sobre semana farroupilha com 30 obras.
O Rio Grande do Sul possui uma identidade cultural marcada por tradi?es fortes, s?mbolos pr?prios e express?es hist?ricas profundamente enraizadas no cotidiano de sua popula??o. A Semana Farroupilha, celebrada anualmente no m?s de setembro, representa n?o apenas um marco c?vico, mas um momento de exalta??o da cultura, dos valores, da mem?ria e do orgulho regional. A Exposi??o Fotogr?fica Semana Farroupilha surge como uma proposta de valoriza??o e difus?o dessa identidade, por meio do registro sens?vel e art?stico do fot?grafo Eduardo Rocha, que h? d?cadas documenta os costumes e o modo de vida tradicional ga?cho.A realiza??o da exposi??o em um espa?o de grande circula??o, como o Shopping Pontal, de forma gratuita e acess?vel ao p?blico, est? diretamente alinhada ao Art. 1?, I da Lei n? 8.313/1991 (Lei Rouanet), que estabelece como princ?pio fundamental o acesso universal ? cultura e ao pleno exerc?cio dos direitos culturais. Ao ocupar um local n?o convencional para exposi?es culturais, o projeto amplia o alcance da iniciativa, promovendo o encontro espont?neo entre o p?blico e a arte.Al?m disso, o projeto responde ao disposto no Art. 3?, II, c da mesma lei, que estabelece como objetivo o fomento ? produ??o cultural mediante a realiza??o de exposi?es, ampliando o reconhecimento da fotografia como ferramenta de registro hist?rico, mem?ria coletiva e express?o art?stica.Do ponto de vista normativo, o projeto tamb?m atende plenamente ao Art. 42 da IN MINC n? 23/2025, que determina que os projetos culturais contemplados pela Lei Rouanet devem prever, desde sua concep??o, medidas de democratiza??o do acesso. A gratuidade da mostra, o espa?o aberto e o conte?do voltado ? identidade regional garantem que a a??o atenda ao interesse p?blico, princ?pio fundamental da pol?tica de fomento cultural.?A proposta tamb?m se alinha ao Art. 47, VI da IN MINC n? 23/2025, que estimula a?es culturais voltadas ? forma??o de educadores, crian?as e adolescentes. Ao apresentar imagens que documentam vestimentas t?picas, gastronomia, dan?as, paisagens e personagens da cultura sul-rio-grandense, a exposi??o cumpre um papel educativo e formativo, servindo como suporte visual para o ensino da cultura regional e despertando o interesse das novas gera?es pelo patrim?nio imaterial ga?cho.
Quantidade obras 30. Serão expostas encima de cavaletes de madeira. Talvez possa ser suspensa dependendo da disponibilidade do local. As fotos serão impressas em tecido. Com um painel educativo contando sobre as histórias das fotos, cultura gaúcha.
O projeto Exposição Fotográfica Semana Farroupilha foi planejado com o compromisso de garantir o acesso ao seu conteúdo e espaço expositivo de forma inclusiva e democrática, conforme as diretrizes da Lei Rouanet e da Instrução Normativa MINC nº 23/2025.A exposição será realizada no Shopping Pontal, espaço de uso coletivo com ampla acessibilidade física, incluindo rampas de acesso, elevadores, banheiros adaptados e sinalização tátil no piso, o que assegura a participação de pessoas com mobilidade reduzida ou deficiência motora. O ambiente é plano, sem barreiras arquitetônicas, e contará com circulação livre ao redor dos painéis fotográficos, permitindo o deslocamento confortável de cadeirantes, idosos e pessoas com carrinhos de bebê.No campo da acessibilidade auditiva e intelectual, o projeto oferecerá textos expositivos objetivos, com linguagem clara e direta, o que favorece a compreensão por públicos diversos, inclusive pessoas com deficiência intelectual leve, neurodivergências ou baixa escolaridade.Ainda que o projeto não contemple acessibilidade visual específica devido aos prazos, estrutura e recurso.Art. 42 da IN MINC nº 23/2025, que estabelece que os projetos culturais devem contemplar medidas de acessibilidade física, comunicacional e de conteúdo desde sua concepção;Art. 42, II da IN MINC nº 23/2025, que recomenda a adoção de recursos de acessibilidade compatíveis com o tipo de ação cultural, respeitando suas características e limitações;Art. 1º, I da Lei nº 8.313/1991, que garante o livre acesso às fontes da cultura como um direito de todos.
DEMOCRATIZAÇÃO DE ACESSOO projeto Exposição Fotográfica Semana Farroupilha foi concebido com base nos princípios da universalização do acesso à cultura e na promoção da diversidade cultural, garantindo que o conteúdo artístico atinja o maior número possível de pessoas, de forma inclusiva, gratuita e acessível.A exposição será realizada no Shopping Pontal, um espaço de grande circulação e livre acesso ao público, o que permite ampliar significativamente o alcance do projeto, ultrapassando os limites de espaços expositivos tradicionais e atingindo públicos diversos — incluindo famílias, estudantes, turistas, trabalhadores e frequentadores espontâneos do local.No âmbito da IN MINC nº 23/2025, o projeto atende ao Art. 42, que determina que os projetos devem prever, desde sua concepção, medidas concretas de democratização do acesso ao conteúdo e ao espaço cultural, o que se reflete diretamente na escolha do local, na gratuidade da atividade e na abordagem visual acessível e educativa.Ainda em consonância com a normativa, a proposta responde ao Art. 44, I, ao apresentar estratégias claras de acesso cultural gratuito e de circulação em espaço aberto ao público, promovendo inclusão sociocultural ampla. Além disso, o projeto dialoga com o Art. 47, VI, ao incentivar o contato de crianças, adolescentes, educadores e famílias com conteúdos relacionados à história, à identidade e à tradição regional, contribuindo com a formação cultural e o fortalecimento do pertencimento coletivo.
HUGO DORIGON: Especialista em comunicação digital, empresarial e em projetos ESG e ODS, com ampla experiência na concepção, execução e gestão de iniciativas culturais e sociais. Atuou em parceria com instituições como o Instituto MRV e a Fundação Banco do Brasil em parceria com o Instituto RedeCriar de Porto Alegre, RS, desenvolvendo projetos voltados ao artesanato, arte, impacto social, medidas assistenciais, sustentabilidade ambiental e geração de renda para comunidades socialmente vulneráveis em Porto Alegre, RS.ANTÔNIO FLÁVIO NUNES: Diretor de Produção e Produtor Executivo, com sólida experiência em projetos e ações de responsabilidade socioambiental para empresas, governo e entidades do terceiro setor. Idealizou, coordenou e desenvolveu projetos como: RodaSom, Jornada Nacional de Literatura, Jornadinha, Vida Urgente, Teatro do Sesi, Pró-Guaíba, Implantação do Programa da Mata Atlântica no RS, Viramundos, Viratrânsito, Cheganças, ZH Gastronomia, Donna Fashion Iguatemi, Caravana RGE – Educando para a Eficiência, AES Sul na Comunidade, RGE na Comunidade.EDU ROCHA: Natural de Dom Pedrito, Rio Grande do Sul, Rocha tem uma vivência pessoal ligada à fronteira do Estado com o Uruguai. É conhecido pelo trabalho voltado ao registro de temas regionalistas, onde os cenários, paisagens e habitantes da campanha gaúcha são destaque. Seu legado na fotografia mostra o talento de um brasileiro apaixonado em contar histórias com a luz. Fotógrafo e publicitário, mas sobretudo um olhar aguçado para as coisas essenciais da terra e sua gente. Andou por Uruguai, Argentina, Chile, Peru, Canadá, África do Sul, Estados Unidos e Mongólia. A aliança e o equilíbrio entre o passado no interior e a intimidade da vida moderna fez com que Eduardo desenvolvesse, como poucos, um diálogo entre o rural e o urbano.
PROJETO ARQUIVADO.