Nenhum incentivador/fornecedor cadastrado localmente. Click "Carregar via SALIC" para buscar da API ao vivo.
O 1º Festival Pretamarelo: Diálogos Musicais Afro-Asiáticos apresenta uma curadoria inédita de artistas autorais que exploram fusões entre matrizes afro-brasileiras e nipônicas. O festival também conta com apresentações de música afro-brasileira e música instrumental tradicional erudita japonesa e chinesa, oficina de dança afro com música ao vivo, oficina de dança japonesa butô, oficina de percussão afro e nipo, e rodas de conversa "Identidades Negramarelas" e "Novas Narrativas Musicais". Com foco em diversidade, experimentação artística, ancestralidade e resistência cultural, o festival promove encontros sonoros que transcendem fronteiras simbólicas, geográficas e temporais. Um evento pioneiro que celebra as culturas africana e asiática na música brasileira contemporânea.
O 1º Festival Pretamarelo: Diálogos Musicais Afro-Asiáticos apresenta uma curadoria inédita de artistas autorais que exploram fusões entre matrizes afro-brasileiras e nipônicas. O festival também conta com apresentações de música afro-brasileira e música instrumental tradicional erudita japonesa e chinesa, oficina de dança afro com música ao vivo, oficina de dança japonesa butô, oficina de percussão afro e nipo, e rodas de conversa “Identidades Negramarelas” e “Novas Narrativas Musicais”. Com foco em diversidade, experimentação artística, ancestralidade e resistência cultural, o festival promove encontros sonoros que transcendem fronteiras simbólicas, geográficas e temporais. Um evento pioneiro que celebra as culturas africana e asiática na música brasileira contemporânea.
OBJETIVO GERAL: Promover o diálogo entre as culturas afro-brasileira e ásio-brasileira através da música autoral e da música instrumental, valorizando a ancestralidade e as fusões experimentais, em um festival que celebra a diversidade e fortalece identidades. Objetivos Específicos Realizar o Festival Pretamarelo em São Paulo e em outra cidade brasileira. Cada apresentação músical com 200 pessoas presencial e 200 pessoas online, em São Paulo e Belo Horizonte e 300 pessoas presencial e 200 pessoas online no Rio de Janeiro e Brasília. 1. Realizar 7 shows presenciais com transmissão online, reunindo artistas nipo-descendentes e afro-brasileiros que explorem fusões musicais inéditas. Música cantada.2. Realizar 2 shows presenciais com transmissão online, reunindo artistas nipo-descendentes e afro-brasileiros que explorem fusões musicais inéditas. Música instrumental. 3. Realizar 3 shows presenciais com transmissão online, de música popular afro-brasileira. Pontos de camdomblé e umbanda, música em domínio público e canções autorais. 4. Realizar 1 show presencial com transmissão online, de música regional japonesa.5. Realizar 1 show presencial com transmissão online, de música instrumental tradicional erudita japonesa.6. Realizar 1 show presencial com transmissão online, de música instrumental tradicional erudita chinesa. 7. Ofertar 3 oficinas culturais durante o festival, ministradas por artistas. 8. Ofertar 2 rodas de conversa durante o festival.9. Ofertar um jogo interativo de arte tecnologia presencial.10. Produzir 1 documentário (15min) sobre o processo criativo das fusões afro-nipônicas, com depoimentos dos artistas, para exibição pós-festival no YouTube. 11. Ter 50% de mulheres, 30% de artistas amarelos e 60% de artistas negros e pardos. Entre artistas e técnicos. 12. Alcançar 100% de ocupação do público do teatro e 20k visualizações online, com pelo menos 40% de espectadores negros e nipo-descendentes. 13. Fomentar 2 novas parcerias institucionais para futuras edições do festival. Objetivos qualitativos: 1. Promover o Diálogo Intercultural - Criar um espaço de encontro entre as tradições afro-brasileiras e asiáticas, explorando suas semelhanças, diferenças e possibilidades de fusão artística. - Valorizar a diversidade cultural brasileira, destacando a influência das matrizes africanas e japonesas na formação da identidade nacional. 2. Fortalecer Identidades Plurais - Dar visibilidade a artistas e pesquisadores que trabalham com narrativas afro-asiáticas, especialmente aqueles que investigam suas próprias ancestralidades. - Abordar questões de raça, gênero e pertencimento através da música, debates e performances, como nas rodas de conversa "Identidades Negramarelas" e "Novas Narrativas Musicais". 3. Incentivar a Pesquisa e a Experimentação Artística - Fomentar projetos inovadores que misturam linguagens musicais distintas, como a banda Pretamarelo (harpa hane kin e rabeca), o Nip'Afro (percussão afro-japonesa com atabaque e taiko) e o Tama Negi (shamisen, taiko e jazz). - Apoiar a produção de novos repertórios que dialogam com a contemporaneidade sem perder a conexão com as raízes tradicionais. 4. Educação e Formação de Público - Oferecer oficinas práticas (taiko, percussão afro, dança butô) para aproximar o público dessas culturas. - Ampliar o acesso a manifestações artísticas pouco difundidas no cenário mainstream, como o min’yō (música folclórica japonesa) e os pontos de candomblé. 5. Arte como Ferramenta de Resistência e TRANSFORMAÇÃO SOCIAL - Questionar estereótipos e narrativas homogêneas sobre imigração japonesa e cultura afro-brasileira. - Fortalecer a representatividade de artistas negros, indígenas, asiáticos e LGBTQIA+ no cenário cultural. 6. Criar Redes de Colaboração - Conectar músicos, pesquisadores e coletivos para futuras parcerias e desdobramentos artísticos. - Documentar e divulgar as experiências do festival, gerando conteúdo que inspire novas iniciativas interculturais. O Festival Pretamarelo vai além do entretenimento: é um projeto político, artístico e educativo que celebra a riqueza das culturas afro-asiáticas no Brasil, reforçando a importância da arte na construção de uma sociedade mais plural e inclusiva.
O projeto se enquadra, no Artigo 1° da Lei 8.313/91, no seguinte inciso:I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; II - Promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais; III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores; IV - proteger as expressões culturais dos grupos formadores da sociedade brasileira e responsáveis pelo pluralismo da cultura nacional.Como o projeto atende: Produção e difusão cultural: O festival promove música autoral com fusões afro-nipônicas inéditas, ampliando o repertório cultural brasileiro. Acesso aos bens culturais: Será gratuito e transmitido online, garantindo alcance nacional. Patrimônio cultural: Valoriza tradições como taiko, cantos de orixás e carimbó, reinterpretando-as de forma contemporânea. O projeto se enquadra, no Artigo 3° da Lei 8.313/91, no seguinte objetivo: II - fomento à produção cultural e artística, mediante; c) realização de exposições, festivais de arte, espetáculos de artes cênicas, de música e de folclore; IV - estímulo ao conhecimento dos bens e valores culturais, mediante: a) distribuição gratuita e pública de ingressos para espetáculos culturais e artísticos; Por que Precisa de Lei de Incentivo à Cultura: 1. Viabilidade financeira: Custos com produção, cachês artísticos, oficinas, LIBRAS são altos. Para: - Criação artística: Reúne artistas autorais que desenvolvem linguagens híbridas e tradicionais - Diversidade cultural: Foco em culturas afro-brasileiras e ásio-descendentes, grupos historicamente sub-representados. - Descentralização: O formato híbrido (presencial + online) e as itinerâncias ampliam o alcance para além de São Paulo. 2. Impacto ampliado: - O incentivo garante estrutura profissional e gratuidade dos ingressos. 3. Reconhecimento institucional: - Projetos aprovados na Rouanet ganham credibilidade para parcerias.
Eu, Ligia Oki, mulher cis, afronipo, pansexual, fui produtora do XVIII Festival Internacional Paideia de Teatro: uma janela para a utopia, em 2024, da Associação Cultural Paideia em anto Amaro, São Paulo-SP. Essa experiência me habilitou a elaborar este projeto Festival Pretamarelo: Diálogos Musicais Afro-Asiáticos, e fazer a curadoria junto com Di Ganzá e André Imamura, integrantes da banda Pretamarelo, banda que inspirou o conceito e o nome do festival. Realizo a pesquisa decolonial sobre as minhas origens afro e nipo desde 2014, quando resolvi criar e vender roupas sob-medida que chamei de moda Afronipo. O Di Ganzá foi meu cliente e iniciamos uma amizade e troca cultural naquele ano. Em 2017, fundei uma loja coletiva em Goiânia-GO, com outras artistas autoriais da região. Em Goiânia fui professora no curso superior de Produção Cênica. Atualmente, 2025, sou produtora do Ponto de Cultura do Centro de Cultura Caiçara da Barra do Ribeira. E sou Gestora do II Encontro Estadual de Fandango Caiçara, em 2025.Apesar de nunca ter feito projeto com incentivo, já realizei projetos de verba direta. Estou disposta a fazer ajustes no projeto e manter a comunicação com Minc e Patrocinadores ao longo da execução. Oferecer relatórios.
Música afro-nipônica: Pretamarelo - (banda: 3 mulheres, 4 amarelos, 2 negros e 2 afronipos) Mai Sato (voz e harpa hane kin), Isis Akagi (voz), Di Ganzá (viola caipira e rabeca), Lua Bernardo (baixo), Tânia Murakami (flauta) Luis Haruna (trompete), André Imamura (taiko e shamisen) e Michael Yuri (congas e atabaques). Victor Kinjo - (banda: 2 amarelos, 3 LGBTQIANP, 1 mulher e 1 negro) Victor Kinjo (voz e sanshin), Eduardo Colombo (voz e percussões), Guilherme Kafé (voz, violões e baixo), Ariel Coelho (bateria), Fernando Sagawa (sopros) e Paola Gibram (sanfona). Yannick Hara - (1 afronipo, 3 negros na técnica e 2 mulheres na técnica) Yannick Hara (rapper), Jab Cut (DJ) Ligia Kamada (banda e técnica: 5 mulheres, 2 pretas, 2 amarelas e 3 LGBTQIANP) Ligia Kamada (voz), Pipo Pegoraro (taiko, castanhola, sintetizador, violões e conga) e Larissa Oliveira (trompete). Tama Negi (1 amarelo e 1 afronipo) André Imamura (taiko) e Rodrigo Junji (shamisen) Nip’afro - (1 afronipo e 1 amarelo) Maicou Yuri (percussão afro-brasileira) e Felipe Fugimoto (percussão japonesa) Marcelo Nakamura - ( 1 nipo indigena amazônico, 1 mulher e 2 amarelos) Marcelo Nakamura (voz e violão), Tânia Murakami (flauta), Mauro (baixo) e Xukurú (bateria). Camila de Sá (banda: 5 mulheres, 3 negros, 3 amarelos e 2 LGBTQIANP) Camila de Sá e banda (voz, taiko, violão, violoncelo, flautas e percurssões) Música afro-brasileira: Clarianas - (banda: 6 negros/pardos e 6 mulheres) Martinha Soares, Naloana Lima e Naruna Costa (Cantadeiras/Tocadeiras), - Carla Raiza (Rabecas e violino), Giovani Di Ganzá (Violão/Viola Caipira), Baixo – Augusto Iuna (Baixo) e Jackie Cunha (Percussão). Ana Cacimba - (2 mulheres LGBTQIANP, 4 negros/pardos) - Ana Cacimba (voz e asalato), Maurício Badé (percussão), Marcellus Meirelles (cordas). Samba de Dandara - (8 mulheres) Samba de Dandara é Maíra da Rosa (voz), Laís Oliveira (cavaco e coro), Amanda Lima (violão 7 cordas e coro), Mariana Rhormens (flauta transversal e percussão), Ana Lia Alves (percussão) e Kamilla Alcântara (percussão). Música japonesa: Kaito (1 mulher amarela e 4 homens amarelos) Kiyo Kaito e família (minyo, taiko e shamisen) Seiha (2 amarelos) Álvaro Nishikawa (sanshin), Alejandro Barrios (koto) e Glauco Hades (shakuhachi). Música chinesa: Ensemble Gao Shan Liu Shui - (5 amarelos e 2 mulheres) Luu Miuky (cítara guzheng), Bruno Adhmann (blaze), Di Zi e Xiao (flautas) e André Imamura (percussão). Performance de circo: Guilherme Awazu (1 afronipo) Oficinas: Mariama Câmera - (2 africanos) dança afro e música ao vivo Maicou Yuri e Felipe Fugimoto - Taiko e percussão afro Miriam Hanna - (1 mulher LGBTQIANP) dança japonesa butô Rodas de conversa Rebecca Nitta e Yuri Ifuku (2 negramarelas) Victor Kinji e Di Ganzá (1 amarelo e 1 negro)
Acessibilidade física: Declaramos para os devidos fins que os locais onde serão realizadas as apresentações e oficinas atendem a todas as exigências da Convenção sobre os Direitos das Pessoas com Deficiência, promulgada pelo Decreto nº 6.949, de 25 de agosto de 2009 que exige intervenções que objetivem priorizar e/ou facilitar o livre acesso de idosos e pessoas com deficiência ou mobilidade reduzida, de modo a possibilitar-lhes o pleno exercício de seus direitos culturais. Acessibilidade para deficientes visuais: Será oferecido o folder em braile para pessoas com deficiência visual. Item da PLANILHA ORÇAMENTÁRIA: impressão Acessibilidade para deficientes auditivos: será oferecido o serviço de intérprete de Libras para pessoas com deficiência auditiva em todas as atividades. Item da PLANILHA ORÇAMENTÁRIA: Tradução simultânea Acessibilidade para pessoas com outras deficiências: será oferecido o serviço de monitor de acessibilidade. PLANILHA ORÇAMENTÁRIA: monitor
Festival Pretamarelo prevê: Apresentações, oficinas e rodas de conversa Toda programação é totalmente gratuita. I - doar 10% (dez por cento) dos produtos resultantes da execução do projeto para distribuição gratuita com caráter social ou educativo, além do previsto inciso II do art. 29, totalizando 20% (vinte por cento); AMPLIAÇÃO DE ACESSO : V - realizar, gratuitamente, atividades paralelas aos projetos, tais como ensaios abertos, estágios, cursos, treinamentos, palestras, exposições, mostras e oficinas; III - disponibilizar, na Internet, registros audiovisuais dos espetáculos, das exposições, das atividades de ensino, e de outros eventos referente ao produto principal, acompanhado com libras e audiodescrição;
Responsabilidade da Proponente: Esclarecemos que caberá à proponente a gestão do processo decisório, incluindo atividade técnico-financeira. Será responsável por: Selecionar e supervisionar a equipe (artistas, produtores, técnicos, etc.). Garantir que todas as ações estejam alinhadas com o Plano de Trabalho aprovado. Acompanhar a aplicação dos recursos (incentivados e contrapartida). Assegurar que as despesas estejam dentro do orçamento aprovado. Supervisionar a qualidade artística e técnica do projeto. Mediar entre patrocinadores, artistas, fornecedores e o público. Resolver imprevistos e ajustar estratégias, se necessário. Garantir que todas as etapas estejam em conformidade com as regras do Ministério da Cultura (MinC). Assegurar a divulgação obrigatória dos apoios recebidos (marca dos patrocinadores, logotipos, etc.). Manter diálogo com patrocinadores, órgãos públicos e parceiros. Prestar informações ao MinC quando solicitado. Item da PLANILHA ORÇAMENTÁRIA: Coordenação geral, curadoria e produção executiva LIGIA OKI - Mulher cis, afro-nipo-brasileira (São Paulo SP). Bacharel em Fotografia, Fundadora da Mainá Produções, em São Paulo. Atua na elaboração de projetos para editais de leis de incentivo à cultura, produção cultural, captação de recursos e consultoria. De 2014 a 2018 criava roupas Afronipo sob-medida. Em 2017 e 2018 lecionou no curso superior de Produção Cênica em Goiânia, no ITEGO Instituto Tecnológico de Goiás Basileu França. Em 2019 fundou com um coletivo o Centro Cultural Meta-Casa em Florianópolis. Em 2024, foi produtora do XVIII Festival Internacional Paideia de Teatro para a Infância e Juventude: uma janela para a utopia, em São Paulo. Elaborou e aprovou 2 projetos de arte tecnologia no Proac 2024: um de jogo de realidade aumentada e outro de realidade mista. E 4 projetos inscritos na lei Rouanet ganharam autorização para captação de patrocínios: 1 de artes cênicas, 2 de patrimônio imaterial e 1 de videogame. Em 2025, aprovou um projeto de Ponto de Cultura para a Associação dos Jovens da Juréia, em Iguape, no litoral de SP. Atua também na execução desse projeto como Produção Executiva. É Gestora do II Encontro Estadual de Fandango Caiçara. CNPJ 55.361.412/0001-49, CNAE 9001-9/02 Produção Musical. No Festival Pretamarelo: Proponente, curadora, coordenadora geral, produtora executiva, administração e elaboração do projeto. GIOVANIDI GANZÁ- Homem cis, negro. (São Paulo SP) Multi-instrumentista, Compositor e Arranjador. Músico paulistano trabalha profissionalmente com composição de trilha em projetos que se dedicam, na exploração sonora das diversas arquiteturas da musicalidade afro-brasileira, a trabalhos que têm em comum um laço cultural de resistência e quebras de fronteiras. Graduação em Violão Erudito pela EMESP (Escola Municipal de Música de São Paulo), antiga ULM, Bacharelado em Música pela UNICSUL. Álbuns Autorais - "Secando Água" (2025): Álbum em pré-lançamento com foco em vissungos de comunidades quilombolas. Gravado em parceria com Sandra-X, Juçara Marçal, Clarianas, Luciano Mendes de Jesus, Lincoln Antônio, Craca e Cauê Silva. - "JOMBÔ" (2020): Álbum dedicado à pesquisa e reinterpretação de vissungos mineiros. Gravado em parceria com Sandra-X. - Peregun (2024): Álbum dedicado à valorização do elo com os ancestrais e conexão com a espiritualidade afro-brasileira. Solo. - Pretamarelo (2024): Álbum com a fusão única de culturas japonesa e afro-brasileira para o público infantil. Gravado em parceria com Mia Sato, Grupo KoDaiko, Japonego, Madalena Almeida, Sandra-X e Ryuichi Koike. Projetos Musicais - "Pretamarelo" (2025): Fusão de culturas japonesa e brasileira com a cantora Mai Sato. - #Diasporópera Rap: Projeto que une canto lírico da diáspora africana com rap, em parceria com MC Panik. - Quinteto Abanã: Grupo que une música clássica e sonoridades afro-brasileiras (10 anos de trajetória) - Duo Raiza-Ganzá: Pesquisa de compositores modernistas e músicas populares brasileiras. Direção Musical e Arranjos: - "Mukondo Lírico – Funeral para Zumbi": Concerto sobre a presença negra no Brasil (com Allan da Rosa). - "Boi Mansinho e a Santa Cruz do Deserto": Direção musical e arranjos (Grupo Clariô de Teatro, 2023). - "Uma Leitura dos Búzios": Trilha sonora para espetáculo do Sesc São Paulo (2023). - "#SomosTodosOtelo": Trilha sonora para adaptação de Otelo (Núcleo Teatral Simbiótico, 2015). Colaborações Artísticas:- Arranjador e violonista do Grupo Clarianas. - Participação em projetos com Naruna Costa, Martinha Soares e Naloana Lima. - Parceria com Negravat no Quinteto Abanã. Habilidades Técnicas: - Domínio de violão erudito, rabeca, viola caipira e percussão. - Experiência em transcrição de cantos orais e pesquisa etnomusicológica. - Composição para trilhas sonoras de teatro e cinema. 1. Trajetória consolidada na pesquisa e performance de música afro-brasileira 2. Experiência em projetos interdisciplinares (teatro, dança, audiovisual) 3. Histórico de colaborações com artistas renomados 4. Compromisso com a difusão cultural, especialmente em comunidades periféricas No Festival Pretamarelo: Curadoria, apresentação do show Pretamarelo e Roda de conversa “Novas Narrativas Musicais”JAPONEGO (ANDRÉ TRINDADE IMAMURA) Homem cis, afro-nipo-brasileiro (São Paulo SP) Nasceu em Itapecerica da Serra, e viveu parte de sua vida em Embu das Artes. Através de sua família japonesa, entrou em contato com o Taiko aos 11 anos, e continua sua prática até hoje. Com sua família negra, traz a herança cultural de Solano Trindade e Raquel Trindade, vivenciando um pouco da cultura afro-brasileira. Além das pesquisas familiares, também teve passagem em outros grupos e pesquisas, como o Grupo min, que pesquisa música tradicional popular japonesa, e o Fankama Obi, que estuda musica originadas nos países do Oeste africano, como a Guiné.No Festival Pretamarelo: Curadoria, apresentação do show Pretamarelo e do show Tama Negi. LUIS HARUNA - Homem cis, nipo-descendente (São Paulo SP) Músico, compositor e produtor, principalmente em projetos que exploram a diversidade de ritmos etnicos. Atua como produtor e musicista d'A Magnífica Orchestra de Músicas do Mundo, do cantor JOVA e da banda Versa Libertália. Pesquisador e arranjador do projeto "Raízes do Japão". Atualmente, faz pós-graduação em "Práticas Coletivas de Música Popular: Tradição e Contemporaneidade" na Faculdade Santa Marcelina.No Festival Pretamarelo: Produtor
PRORROGAÇÃO APROVADA E PUBLICADA NO DIÁRIO OFICIAL DA UNIÃO.