Nenhum incentivador/fornecedor cadastrado localmente. Click "Carregar via SALIC" para buscar da API ao vivo.
O projeto "Acorde" tem como objetivo a pesquisa, criação e gravação do primeiro álbum da artista Ana Clara (Cate), integrando música e performance cênica. A proposta inclui a produção e lançamento do álbum físico em vinil e CD, além da montagem de um show cênico-musical. O projeto será apresentado em 3 cidades em 2 regiões brasileiras, promovendo uma experiência artística que une som, corpo e memória.
Não se aplica
Objetivo GeralGravar e lançar o álbum musical "Acorde" e seu respectivo show cênico-musical, promovendo uma experiência artística presencial que reconecte público e obra, ao mesmo tempo em que resgata a materialidade da música e explora novas formas de expressão.Objetivos Específicos1. Pesquisar, Criar e Gravar um Álbum: Realizar uma pesquisa cênico-musical aprofundada para compor e gravar o álbum "Acorde", explorando a fusão de sonoridades clássicas (Bossa Nova, Bolero, Romântico) com uma linguagem contemporânea.2. Montar e Apresentar o Show Cênico-Musical: Desenvolver e apresentar um espetáculo que integre música, dança-performance e elementos cênicos, transformando o corpo da artista em instrumento de memória e história, com lançamento em Belo Horizonte e apresentações em Belém e Salvador (3 apresentações).3. Distribuir a Obra em Formato Físico e Promover Conexões: Realizar a prensagem de 100 cópias em vinil e 1.000 cópias em CD do álbum "Acorde", oferecendo ao público uma experiência "fora do tempo" com a música física e fortalecendo o contato genuínoentre a artista e o público em todas as etapas do projeto. Apresentação do projeto:"A arte não reproduz o que vemos. Ela faz-nos ver" - Paul Klee.A arte, em sua essência, é uma jornada coletiva — um espaço onde a experiência, a experimentação e a ousadia se entrelaçam. Ela forja um elo inquebrável entre criador e público, artista e sua obra, uma cumplicidade que reside no sentir. Numa era tecnológica, a produçãomusical muitas vezes minimiza a presença do artista em estúdio, substituindo instrumentos por programas que reproduzem sons. Nesse cenário, a técnica e a performance ao vivo parecem se tornar algo do passado, quase uma nostalgia. Porém, um novo desejo vem emergindo, resgatando o valor da experiência artística presencial. Ele clama pelo retorno ao palco, ao contato genuíno com o público, inclusive, o disco físico. Esse movimento cria uma ponte vital entre a tradição e a modernidade, abrindo espaço para a expressão de identidades que a tecnologia, por vezes, silencia. O projeto "Acorde" leva esse nome por uma série de razões que vão além da sua ligação com a música. É natural que, ao ouvir "acorde", pensemos na combinação harmônica de duas ou mais notas musicais tocadas simultaneamente, que formam a base da harmonia e dão "cor" e "sentimento" a uma melodia. E sim, essa conexão musical é parte fundamental do nosso trabalho. Todavia, o nome "Acorde" também se estende aos outros significados da palavra. Ele remete ao verbo "acordar", no sentido de despertar, de trazer à luz, de iniciar algo novo. E também ao verbo "concordar", simbolizando a união, o entendimento e a colaboração. O que une todos esses conceitos é a ideia de que o sentido se estabelece entre dois pontos: seja entre notas musicais que criam uma harmonia, entre o adormecido e o despertar, ou entre indivíduos que chegam a um consenso. O projeto "Acorde" busca justamente criar essas conexões e significados.A essência do projeto reside na conexão profunda que se estabelece: entre a artista e a música, e entre a artista e a dança-performance. Aqui, o corpo é música, instrumento e gesto, gerando criações musicais inéditas. Essa experiência busca transcender a fisicalidade em cena,transformando o palco em um vibrante espaço de memória e histórias. A artista Ana Clara, conhecida como Cate, é o coração dessa jornada. Com 25 anos, ela é cantora, compositora, violonista, atriz, pole dancer, educadora musical e cientista social em formação. Cate seaprofunda em uma pesquisa cênico-musical para gravar seu primeiro álbum. Nesse processo, artista e personagem se fundem, trazendo à tona uma nostalgia particular — a de uma geração que não vivenciou plenamente os tempos da Bossa Nova, do Bolero e do Romântico, com seus compassos simples e compostos. Contudo, há um forte desejo de experimentar essa fusão de sons, tons e melodias, vivenciando "fora do tempo" a escuta de sua música reproduzida em vinil, no disco físico. O objetivo é levar essa experiência para o palco de forma orgânica, integrando corpo e voz em uma performance singular. O objeto central é em síntese, a pesquisa, criação e gravação do Álbum musical "Acorde" e a montagem do Show cênico musical da artista Ana Clara, que será lançado em Belo Horizonte, e apresentado em Belém e Salvador. Perfazendo gravação e lançamento do álbum e 3 shows. O produto cultural é a impressão do álbum em Vinil e CD (100 cópias em vinil e 1000 cópias em CD).
O projeto "Acorde" emerge como uma resposta pulsante às complexidades e anseios da contemporaneidade, posicionando a arte não apenas como espelho, mas como catalisador de percepções. Em um cenário onde a produção musical tecnológica muitas vezes minimiza apresença humana, "Acorde" se propõe a resgatar a experiência artística presencial, valorizando o contato genuíno e a materialidade da obra, como o disco físico. Esse movimento não é um mero retorno nostálgico, mas uma ponte vital entre a tradição e a modernidade, abrindo espaço para a expressão de identidades frequentemente silenciadas. O nome do projeto, "Acorde", carrega múltiplos significados que se entrelaçam com sua proposta cultural. Naturalmente associado à harmonia musical _ à combinação de notas que dão "cor" e "sentimento" a uma melodia _, ele também evoca o despertar (o verbo "acordar") e a concordância (o verbo "concordar"). Essa riqueza semântica reflete a busca por conexões: entre o som e o sentir, entre o adormecido e o que vem à luz, e entre indivíduos que encontram um consenso. "Acorde" busca, assim, criar novas conexões e significados no panorama cultural. No coração do projeto está a artista Ana Clara, conhecida como Cate, uma fusão de identidades que se manifestam como cantora, compositora, violonista, atriz, pole dancer, educadora musical e cientista social em formação. Cate, aos 25 anos, embarca em uma pesquisa cênico-musical profunda para seu primeiro álbum, um trabalho onde artista e personagem se confundem, revelando uma nostalgia particular. É a curiosidade de uma geração que não vivenciou plenamente os tempos áureos da Bossa Nova, do Bolero e do Romântico, com seus compassos simples e compostos. Contudo, essa nostalgia é um motor para a experimentação. "Acorde" busca vivenciar "fora do tempo" a experiência de escutar a música em vinil e no disco físico, levando essa vivência para o palco de forma orgânica, integrando corpo e voz em uma performance singular. O álbum e o show cênico-musical "Acorde" são o resultado de um processo de amadurecimento iniciado em 2020. O que começou como a composição de uma música sobre uma jovem embusca de seu lugar no mundo, transformou-se em uma obra que questiona ideais platônicos de arte, beleza e perfeição. Fortemente influenciado pela montagem "Jov(em) Ascensão" e o roteiro de Leonardo Heytor, o espetáculo é um "pocket show que esconde uma peça de teatro" _ ou vice-versa. Através da metalinguagem, "Acorde" mergulha na retromania (Reynolds, 2011) e na nostalgia, levando o público a uma "décadence" gradual, com a adição de elementos de sonho, falhas cênicas e sonoplastias inesperadas, culminando em uma reflexão sobre o sentido de se fazer arte como um fim em si mesmo. Em suma, "Acorde" é um convite à reflexão sobre o limiar entre sonho e realidade, verdade e aparência, passado e presente, arte e vida. É a história de uma jovem mulher adentrando a vida adulta em busca de um espaço que lhe caiba. Conforme Huyssen (2014) sugere, "temos saudades das ruínas da modernidade porque elas ainda parecem encerrar uma promessa que desapareceu da nossa era: a promessa de um futuro alternativo". "Acorde", ao resgatar essas promessas e reinterpretá-las, oferece um produto cultural palpável _ com a impressão de 100 cópias em vinil e 1.000 em CD _ e uma experiência imersiva através de seu lançamento em Belo Horizonte e shows em Belém e Salvador, consolidando-se como uma manifestação artística relevante e necessária para o cenário cultural atual. Art. 1° Fica instituído o Programa Nacional de Apoio à Cultura (Pronac), com a finalidade de captar e canalizar recursos para o setor de modo a:II - promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais;III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores;Art. 3° Para cumprimento das finalidades expressas no art. 1° desta lei, os projetos culturais em cujo favor serão captados e canalizados os recursos do Pronac atenderão, pelo menos, um dos seguintes objetivos:c) realização de exposições, festivais de arte, espetáculos de artes cênicas, de música e de folclore;IV - estímulo ao conhecimento dos bens e valores culturais, mediante:a) distribuição gratuita e pública de ingressos para espetáculos culturais e artísticos;
Não se aplica
Seguindo a normativa do Ministério da Cultura:Acessibilidade arquitetônica: Locais com adaptação para PCDs, rampas de acesso, estacionamento com vagas reservadas, banheiros adaptados, local reservado para cadeirantes, pessoas com obesidade mórbida.Acessibilidade visual: Placas indicativas, sinalização no piso, audiodescrição, seja no show, DVD ou material enviado para as redes sociais.Acessibilidade auditiva: Tradução em libras em todas as ações, show, DVD e material em vídeo enviado para as redes sociais, legenda descritivaAcessibilidade intelectual e atitudinal: Profissionais preparados para atender PCD e treinar a equipe de produção, protetores auriculares para pessoas que tenham transtornos que exacerbam a sensibilidade auditiva, óculos escuros descartáveis para sensibilidade visual.
O projeto tem todas as suas apresentações gratuitas. Será realizado um plano de divulgação na internet para maior alcance e ampliação ao acesso. Art. 3° LEI Nº 8.313a) distribuição gratuita e pública de ingressos para espetáculos culturais e artísticos;Inciso/medida do art. 28 da IN nº 01/2023 abaixo será adotada no projeto:IV - disponibilizar, na Internet, registros audiovisuais dos espetáculos, das exposições, das atividades de ensino, e de outros eventos referente ao produto principal;V - garantir a captação e veiculação de imagens das atividades e de espetáculos por redes públicas de televisão e outros meios de comunicação gratuitos;
Direção geral: Ana Clara de Castro Sou uma pessoa extremamente curiosa e tenho vivido em busca de conhecer o máximo de pessoas, vivências e experiências possíveis. Inicialmente, pensei que encontraria meu lugar nas Ciências Sociais, curso que ainda planejo completar. Porém, foi na Música que compreendiintegralmente o meu propósito, através da união entre o interesse pela diversidade cultural e a habilidade musical. Desejo permanecer não apenas alimentando meu entusiasmo por conhecer o mundo e a verdade, mas que eu me torne capaz, através da arte, de inspirar outras pessoastambém. Experiência acadêmica: Licenciatura em Música - em curso (UFMG) Ciências Sociais - pendente (UFMG) First Certificate in English (FCE) Experiência profissional: Monitor InfantilCasa Fantástica Festas, 2019-2020Sistemas de InformaçãoMercado da Boca Buritis, 2021 Voz e ViolãoVários estabelecimentos (Bendito Japa, Coco Bambu...), desde 2022*nome artístico: Cate Professora de violãoParticular, desde 2021 Cenografia e roteiro: Leonardo Heytor Experiência acadêmica: Ensino Fundamental concluído em 2012 na escola Sistema Piaget de EnsinoEnsino Médio concluído em 2015 na escola Sistema Piaget de EnsinoGraduação de Bacharelado em Teatro na Faculdade de Belas Artes da UFMG, concluída em 2022Registro profissional de ator – (DRT) - tirado em dezembro de 2018Experiência profissional: Trabalho em atendimento de cafeteria na empresa Café & Empório TremBão, do período de Janeiro de 2024 até Abril de 2025.Dublador registrado no Estúdio Scriptus, desde Agosto de 2024. Curso de Teatro Infantil no NET _ Núcleo de Estudos Teatrais – Ano de 2008 – Participação em esquetes.Curso de Teatro Infantil – Iniciação I - Carga horária: 48 horas – De março a junho de 2011 – Centro de Estudos Teatrais do Centro de Cultura Nansen Araújo – SESI/FIEMG e participação na peça “ A GATA BORRALHEIRA” (Direção de Rita Moncorvo) – troféu de Melhor Ator na Categoria Infantil.Curso de Teatro Infantil – Iniciação II - Carga horária: 48 horas – De agosto a novembro de 2011 – Centro de Estudos Teatrais do Centro de Cultura Nansen Araújo – SESI/FIEMG e participação na peça “ A FANTÁSTICA VIAGEM DE COLOMBO” (Direção de Rosanne M. A. Von Sperling de Lima).Curso de Teatro Infantil – Intermediário I - Carga horária: 54 horas – De março a julho de 2012 – Centro de Estudos Teatrais do Centro de Cultura Nansen Araújo – SESI/FIEMG e participação na peça “ AS AVENTURAS DE PEDRO MALAZARTES” (Direção de Rita Moncorvo).Curso de Teatro – Intermediário II - Carga horária: 64 horas – De agosto a dezembro de 2012 – Centro de Estudos Teatrais do Centro de Cultura Nansen Araújo – SESI/FIEMG e participação no espetáculo “ TROPICÁLIA EM CENA” (Direção de Roberta Luchini Boschi) .Curso de Teatro Amador no Sistema Piaget de Ensino – De abril a dezembro de 2012 – Montagem e participação na peça “ BROTO LEGAL! ” (Direção de Lino Lacerda).Curso de Teatro – Intermediário II - Carga horária: 45 horas – De março a junho de 2013 – Centro de Estudos Teatrais do Centro de Cultura Nansen Araújo – SESI/FIEMG e participação no espetáculo “ DITADURA: FRAGMENTOS DE LIBERDADE” (Direção de Roberta Luchini Boschi).Curso de Teatro – Pesquisas e Montagens II - Carga horária: 55 horas – De agosto a novembro de 2013 – Centro de Estudos Teatrais do Centro de Cultura Nansen Araújo – SESI/FIEMG e participação no espetáculo “ VINÍCIUS E CECÍLIA” (Direção de Roberta Luchini Boschi) .Curso de Teatro – Pesquisas e Montagens III - Carga horária: 48 horas – De março a junho de 2014 – Centro de Estudos Teatrais do Centro de Cultura Nansen Araújo – SESI/FIEMG e montagem do espetáculo “ BEIJO NA BOCA” (Direção de Roberta Luchini Boschi) .Curso de Teatro Amador – Pesquisas e Montagens IV - Carga horária: 52 horas – De agosto a novembro de 2014 – Centro de Estudos Teatrais do Centro de Cultura Nansen Araújo – SESI/FIEMG - montagem e participação no espetáculo “ CARLOTA JOAQUINA” (Direção de Joselma Luchini) . Troféu de Melhor Atuação – Categoria Adulto.Curso de Teatro Amador – Pesquisas e Montagens V - Carga horária: 54 horas – De março a julho de 2015 – Centro de Estudos Teatrais do Centro de Cultura Nansen Araújo – SESI/FIEMG - montagem e participação no espetáculo “OS DEZ INDIOZINHOS” (Texto Ágatha Christie – Direção Roberta Luchini).Curso de Teatro Amador – Pesquisas e Montagens V - Carga horária: 55 horas – De agosto a novembro de 2015 – Centro de Estudos Teatrais do Centro de Cultura Nansen Araújo – SESI/FIEMG - montagem e participação no espetáculo “MINEIRIDADE” (Roteiro: Roberta Luchini – Direção Roberta Luchini).Curso de Teatro Amador – Pesquisas e Montagens VI - Carga horária: 5 horas – De março a julho de 2016 – Centro de Estudos Teatrais do Centro de Cultura Nansen Araújo – SESI/FIEMG - montagem e participação no espetáculo “O HOMEM DO PRINCÍPIO AO FIM” (Texto Millôr Fernandes – Direção Roberta Luchini).Direção de produção: Augusto MairinkPublicitário e graduando em Letras – Tecnologias de Edição analítico, flexível e voltado paraprocessos com experiência em Gestão de Projetos (PBMN) de publicidade. Profissional que acreditafirmemente no potencial de gestão estratégica de processos, valorizando o trabalho em equipe ecolaborando com pessoas que agregam valor em todas as etapas do projeto.Experiência acadêmica:DEZEMBRO DE 2022BACHAREL EM COMUNICAÇÃO SOCIAL: PUBLICIDADE E PROPAGANDAPUC MINASDEZEMBRO DE 2025 (PREVISÃO DE FORMATURA)BACHAREL EM LETRAS: TECNOLOGIAS DE EDIÇÃOCEFET - MG Experiência profissional: GESTÃO E ATENDIMENTO DE CONTASPIU COMUNICA, SÃO PAULO (SP) 2024 - ATUALASSESSORIA COMERCIALTARGET CONSULTORIA, BELO HORIZONTE (MG)JANEIRO DE 2023 – MARÇO DE 2024ANALISTA JR DE GROWTH HACKINGIEBT INNOVATION, BELO HORIZONTE (MG)Produção musical e sonoplastia: Saulo MendesCantor, compositor, multi-instrumentista, produtor musical.Aulas de violão com o Professor Bob Marcílio (Montes Claros) - 2006/2009Aulas de guitarra com o Professor Warleyson Almeida (Montes Claros) - 2009/2011Aulas de Baixo na Pro Music (Belo Horizonte) - 2014/2015Aulas de piano com os professores Bruno Medeiros, Luiza Rozza e Igara Silva - 2019/2023Aulas de produção musical com Sérgio Duá - 20211o lugar nas Sessões Autênticas - 2019Participação na Escola Itinerante de Música (PelejaLab) - 2022Iluminação: Marília Cristina Abreu de Souza (Morgana) ATRIZ/PALHAÇA/ DRAMATURGA/ LOCUTORA/ PRODUTORA/BRINCANTE/PROFESSORA/ DIRETORA/ DUBLADORA/ ILUMINADORA Graduada em Educação Física, desde 2015, pelo Centro Universitário Claretiano, membro fundadora do Grupo Uátátá Brincadeiras, desde 2017. Graduada em Teatro na UFMG, desde 2019. Pós-Graduada em Ensino Lúdico, pela FAEL, desde 2021.Professora contratada de Educação Física na Escola Nossa Senhora das Neves, em Ribeirão das Neves. Professora de Teatro para as infancias, no Centro Cultural Casa de Candongas e atriz do curso de Medicina na Puc Minas, em Contagem. Foi atriz da Cia. Espírita Laboro, 2013 a 2018, participando de diversas peças, esquetes e oficinas oferecidas pela companhia em todo Brasil. Desde 2018, é atriz e diretora da Cia. Não Somos Um Grupo de Teatro. Foi bolsista e participante do projeto de extensão: Serelepe: brinquedorias sonoras e cênicas de 2015 a 2020. Junto ao Serelepe, realizou diversas oficinas, participou do livro, CD e DVD – Brinquedorias (2017), atuou em mais de 25 programas de rádio para infância.
PRORROGAÇÃO APROVADA E PUBLICADA NO DIÁRIO OFICIAL DA UNIÃO.