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O "Auto de Natal Caiçara" é uma apresentação cênica que reúne histórias folclóricas e natalinas contadas através de uma apresentação musical realizada pela Orquestra Rabecônica, que pretende se tornar tradição anual, promovendo a continuidade aos estudos propostos pelo Mestre Aorelio Domingues tanto na concepção dos instrumentos, quanto na formação dos alunos de música e teatro, tornando-o ainda mais relevante como marca das finalizações dos trabalhos que ocorrem junto ao Fandango durante o ano, enfatizando a importância da remanescência e sobrevivência da Cultura Caiçara através das histórias e festividades anuais.
Auto de Natal CaiçaraEm uma noite encantada à beira-mar, os caminhos da fé e da cultura popular se cruzam para dar vida ao Auto de Natal Caiçara — um espetáculo que reúne teatro, música e tradição. Inspirado nos autos natalinos populares, o espetáculo celebra o nascimento do Menino Jesus com a força das manifestações caiçaras: a Folia de Reis, a Folia do Divino, o Boi de Mamão e o Fandango Caiçara.Com cantos devocionais, danças ancestrais, personagens simbólicos e instrumentos construídos artesanalmente, o público é conduzido por uma narrativa coletiva onde o sagrado e o popular se encontram em cena. Entre a visita dos Reis Magos, o cortejo do Divino e a brincadeira do boi, o espetáculo emociona e envolve, evocando memórias, espiritualidade e pertencimento.O Auto de Natal Caiçara é uma celebração comunitária, um ato de resistência cultural e um convite ao reencontro com as raízes profundas do povo do litoral. Um Natal que pulsa no ritmo das rabecas e no coração da tradição. O espetáculo é uma atração para toda a família e revive o folclore e a fé da nossa região, unindo música, dança e teatro da melhor maneira, contando histórias.roteiroCena 1Em meio ao público surge a folia de reis iluminada por canhão seguidor, seguindo os três reis magos e uma estrela guia, passam pelo meio do povo e chegam até às portas fechadas da casa. Na frente boi de mamão, vacaquinha, cavalinho, Vaqueiro etc, sugerindo um presépio. Começam as cantorias.No último verso da folia de reis, quando se canta para abrir as portas.Música/letraUma forte luz se acende por de trás do cenário e sobe num explendor o Divino Espírito Santo Eis que quem abre as portas é Jesus de Nazaré.Jesus acena que todos entrem.Cena 2Ao entrarem, o público se depara com o centro histórico iluminado, como se a cidade voltasse a viver ela mesma como cenário de fundo. Em cena uma mesa enorme, com comida de verdade, frutas, barreado, pão valas de banana, e doces da região para as crianças.Jesus senta a mesa como na última ceia, acompanhado dos apóstolos que não se sentam, mas ajudam a servir a todos. (A comida e reposta por equipes vinda das igrejas, pessoas com camisetas das paróquias etc, sugerindo a temporalidade e interação)Jesus - felizes os convidados para a ceia do senhor. Vinde a mim as crianças pois delas é o reino dos céus. E as crianças da plateia se sentam com Jesus e sedem o lugar a todos conforme forem terminando.Cena 3 Entra a folia do Divino e benze a mesa, saudando jesus Cristo.Jesus - tomai e comei todos voz ...Neste momento inicia se a ceia.Cena 4A luz baixa e um tom vermelho anuncia a chegada de satanás, Com projeção mapeada no museu, as falas e provocações dele são ilustradas por imagens de pecados que cometemos no dia a dia, principalmente a falta de compaixão e o consumo desenfreado, a atual resignificação do natal que tira jesus do centro.Jesus escuta atento e se levanta sorri para satanás e fala;Jesus - Você não tem poder sobre as pessoas que tem fé, hoje elas comemoram a vinda daquele que veio em nome do senhor.Cena 5Os anjos chegam até jesus rapidamente enquanto satanás gargalha. Os anjos falam ao ouvidos de Jesus e Jesus sorri novamente.Jesus - novamente vos digo, felizes quem veio em nome do senhor, e vos digo também com alegria que meu presente a vocês e para mim tão esperado chegou, ave, vinde.Cena 6A tonalidade da iluminação, muda para azul, um anjo canta a ave Maria ( gnod/bach) e ao meio da fumaça, seguida por canhão seguidor, eis que aparece a virgem Maria. Ele percorre o meio do público, passando a mão na cabeça das crianças com seu olhar acolhedor e se senta ao lado de jesus.Satanás explode, somente, e as projeções no museu mudam para céu com nuvens.Jesus: Maria estes são seus filhos. Jesus olha para o povo e falaJesus: filhos está é sua mãe e sua presença hoje é nosso presente Cena 7Jesus e Maria sentam a mesa, ela cumprimenta os apóstolos e o povo e entra o vaqueiro gritando.Vaqueiro : jesus , jesusJesus : diga meu bom pastorVaqueiro: o boi fugiuJesus gargalhando responde.Jesus, deixa ele entrar , chama o Matheus também e toda a bichada da fazendaCena 8 Os marinheiros iniciam as músicas do auto do boi, entram os tichipas, o boi, o Matheus e o cavalinho, jesus se levanta e acompanha tudo batendo palmas e sorrindo como as crianças ao seu redor, o Matheus e chifrado jesus entra em cena e o cura brincando.Jesus : te benzo e te curo com o bafo do burroE todos se divertem com jesus.Cena 9Jesus chama Maria para junto dele e falaJesus: mãe, em meu reino há várias moradas Neste momento pelo lado de trás do cenário do início, vários espaços são montados, para contemplar cada religião.
Objetivo Geral-Realizar cinco apresentações do espetáculo de um auto de natal musical em espaço histórico no mês de dezembro;-Contribuir na continuidade e divulgação da cultural caiçara;-Trazer ao público parnanguara senso de pertencimento à partir de histórias contadas de forma musical;-Salvaguardar a Cultura Popular;-Tornar o Fandango ainda mais acessível a diferentes linguagens;-Reproduzir moldes ancestrais comunitários que resistem há mais de 500 anos.Objetivo específico-Realização de cinco apresentações em espaço cultural histórico;-Apresentação do Auto de Natal Caiçara;-Descentralização da cultura através da contratação de artistas populares, periféricos, de comunidades tradicionais caiçaras.-Levar ao grande público uma musicalidade regional diferenciada, de grande relevância histórica e cultural para a cidade.-Um mês de ensaios;-Produção de cenário temático;-Produção de figurino específico;-Preparação de atores para espetáculo;-Democratização do acesso através de transporte para a locomoção de idosos moradores de asilos na cidade de Paranaguá.
O Fandango ocupa grande extensão da Costa Brasileira, mas o que caracteriza o Fandango Caiçara de Paranaguá é sua personalidade retratada na forma de fazer seus bailes, mutirões e instrumentos, dando força a suas raízes mas também transformando suas formas de comunicação a fim de torná-lo acessível a diferentes entendimentos.A Orquestra Rabecônica do Brasil iniciou seus trabalhos em 2009 na cidade de Paranaguá, pelas mãos do construtor de instrumentos Mestre Aorelio Domingues. Desde então, a orquestra vem se dedicando ao resgate e valorização da música tradicional brasileira, especialmente do fandango caiçara. Com uma proposta de formação musical que envolve jovens e adultos da região, a orquestra teve sua estreia oficial em 2011 na cidade de Curitiba, com o espetáculo Açucena, graças ao apoio do mecenato local, com a participação de músicos curitibanos, caiçaras e de toda parte do mundo que se interessaram pela sonoridade do fandango caiçara.Além dos instrumentos usualmente utilizados no Fandango, a inventividade dos construtores envolvidos no projeto, agregou a prática orquestral o Rabelo e Rabecão (instrumentos que apresentam similaridade organológica com o Cello e o Baixo Acústico de arco).A Orquestra rabecônica nada mais é do que uma orquestra de rabecas, um tradicional instrumento brasileiro parecido com o violino que é marca registrada da cultura caiçara paranaense. Aorelio Domingues é um dos poucos Mestres brasileiros na arte de confeccionar instrumentos musicais e através da Orquestra Rabecônica inovou as transposições de notas e tons de cada instrumento, trazendo o popular e o erudito de forma artesanal juntos em um espetáculo histórico.Este projeto propõe a apresentação do Espetáculo Natalino da Orquestra em questão entre os dias 19 a 23 de dezembro a ser realizado em espaço histórico público, podendo ser na Estação Ferroviária , no Museu de Arqueologia e Etnologia da UFPR ou na escadaria em frente a Paróquia Nossa Senhora dos Navegantes, na Ilha dos Valadares. O espetáculo apresenta canções natalinas como também músicas da Folia do Boi de Mamão, Folia de Reis, Terço Cantado, Folia do Divino, Concerto Sacro Popular com duração de aproximadamente uma hora.O Auto de Natal Caiçara é também um festejo de finalização das atividades do ano relacionadas ao Ponto de Cultura Mandicuera, sendo uma possibilidade de reunir artistas, produtores e comunidades que circundam as ações anuais do espaço.De acordo com os incisos citados abaixo, este projeto se caracteriza dentro dos vários requisitos propostos na Lei 8313/91 e contempla a cidade de Paranaguá, cidade mãe do Paraná, como seu principal foco de execução e disseminação da Cultura através do evento específico proposto e também suas ações de contrapartida. Desta forma, aqui demonstramos a legitimidade do projeto como também a necessidade de sua circulação, tornando a Cultura Caiçara viva e atuante em história e desenvolvimento.Art .1ºI - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; II - promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais; III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores; IV - proteger as expressões culturais dos grupos formadores da sociedade brasileira e responsáveis pelo pluralismo da cultura nacional; V - salvaguardar a sobrevivência e o florescimento dos modos de criar, fazer e viver da sociedade brasileira; VI - preservar os bens materiais e imateriais do patrimônio cultural e histórico brasileiro; VII - desenvolver a consciência internacional e o respeito aos valores culturais de outros povos ou nações; VIII - estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória; IX - priorizar o produto cultural originário do País. Do artigo 3º podemos citar também: d) estímulo à participação de artistas locais e regionais em projetos desenvolvidos por instituições públicas de educação básica que visem ao desenvolvimento artístico e cultural dos alunos, bem como em projetos sociais promovidos por entidades sem fins lucrativos que visem à inclusão social de crianças e adolescentes; (Incluída pela Lei nº 14.568, de 2023) II - fomento à produção cultural e artística, mediante: c) realização de exposições, festivais de arte, espetáculos de artes cênicas, de música e de folclore; III - preservação e difusão do patrimônio artístico, cultural e histórico, mediante: d) proteção do folclore, do artesanato e das tradições populares nacionais; IV - estímulo ao conhecimento dos bens e valores culturais, mediante: a) distribuição gratuita e pública de ingressos para espetáculos culturais e artísticos; V - apoio a outras atividades culturais e artísticas, mediante: c) realização de exposições, festivais de arte, espetáculos de artes cênicas, de música e de folclore; III - preservação e difusão do patrimônio artístico, cultural e histórico, mediante: d) proteção do folclore, do artesanato e das tradições populares nacionais; IV - estímulo ao conhecimento dos bens e valores culturais, mediante: a) distribuição gratuita e pública de ingressos para espetáculos culturais e artísticos; V - apoio a outras atividades culturais e artísticas, mediante: b) contratação de serviços para elaboração de projetos culturais;
Este projeto já acontece de forma independente, feito pelas mãos da comunidade aproveitando os recursos básicos de composição e busca expandir sua estrutura, tornando os profissionais envolvidos mais capacitados e aptos a desenvolver o projeto com melhores aparatos a fim de torná-lo mais reconhecido e difundido no Litoral do Paraná.
Trata-se de um espetáculo de artes cênicas, dança e música de aproximadamente 1 hora, composto por atores e musicistas. A história tem um cenário próprio para contar uma história lúdica e folclórica à beira mar.O projeto conta com cartazes e programação a serem divulgados em escolas e faculdades, como também em espaços de cultura e centros históricos.
-O evento contará com intérpretes de libras bem como os vídeos de divulgação serão legendados e com audiodescrição;-O evento será realizado em local adequado com acessos para PDD’s como também equipe capacitada para gerir públicos diversos;-Reuniões de equipe serão realizadas com o intuito de criar estratégias de acesso, bem como de comunicação diversa a assertiva;-Visitas técnicas serão realizadas para identificar o local e colocar sinalizações adequadas bem como iluminação adequada.
A democratização de acesso acontece através dos espetáculos gratuitos dispostos de forma acessível para todas as idades. Propomos aqui a possibilidade de condução de transporte para idosos moradores de asilos na cidade de Paranaguá, tornando nosso espetáculo ainda mais abrangente.Do artigo 3º do art. 27 também propomos que:Todos os eventos serão registrados em áudio e vídeo e divulgados através de redes sociais, redes públicas e privadas de tv bem como rádios;VII realizar ação cultural voltada ao público infantil ou infantojuvenil; Informações Complementares:A ação descentralizada já acontece através da criação do próprio concerto como um todo. Onde 80% dos integrantes da orquestra são músicos periféricos, de comunidade tradicional caiçara, de baixa renda, moradores da Ilha dos Valadares. Além disso, os ensaios e oficinas serão realizados no Ponto de Cultura Mandicuera localizado na Ilha dos Valadares. Haverá também como contrapartida social uma preparação de atores para teatro, canto e música se tornarem novos participantes do espetáculo e outro para fazer figuração do auto de natal. O Ponto de Cultura Mandicuera oferece atividades junto à comunidade da Ilha dos Valadares durante o ano inteiro. Desta forma já realiza suas ações descentralizadas de forma contínua, sendo uma referência de Cultura não só em Paranaguá, como no Brasil inteiro. Através da Escola Caiçara de Educação Popular Mandicuera, contribuímos na construção de pertencimento do povo periférico localizado na Ilha dos Valadares, realizando oficinas de construção de instrumentos, oficinas de teatro, aulas de canto, oficinas de técnica de estúdio além da realização da Festa do Divino, uma ação que passa por aproximadamente 300 casas na região de Guaraqueçaba, Cananéia e Paranaguá em um período de 50 dias.
Mariana Zanette de Oliveira - Coordenadora Diretora do espetáculo, professora de teatro: Mariana Zanette, nascida em Curitiba em 1977, é atriz, dramaturga, figurinista, produtora e diretora com 25 anos de dedicação exclusiva à arte. Formada pela Faculdade de Artes do Paraná em 2000, especializou-se em cinema em 2005. Atuou em mais de 40 espetáculos e integrou a Vigor Mortis por 10 anos, recebendo prêmios como melhor atriz em Buenos Aires (2009) e pelo curta Estranhos em Casa (2012). Destaca-se por direções teatrais como Fabuloso Circo Musical de Marcelita Flores e Lendas Caiçaras. Dirigiu também shows com Carlos Malta e Antonio Nóbrega. Desde 2008 é produtora da Associação Mandicuera, responsável por projetos culturais e ações de salvaguarda da cultura caiçara. Foi conselheira de cultura (2018-2022) e jurada do FestPar em 2019.Tainara Baságlia - Diretora Executiva: Graduada em Saúde Coletiva Mestre em Desenvolvimento Territorial Sustentável Produtora e Atriz Profissional DRT 28568 (2013), trabalha com produção há 10 anos. Empreendedora da Tananan Produções desde 2017. Iniciou sua carreira na na Cia de Teatro da UFPR Setor Litoral 2011 à 2013, em 2014 fez parte como produtora e preparadora de elenco do no projeto de extensão da UFPR Litoral "Teatro Musical Como Inclusão Social" onde a partir de 2017 assumiu a direção geral até o ano de 2019. Dentro do escopo na Universidade fez a direção geral e pesquisa no projeto de extensão da UFPR Litoral "Teatro Científico" do programa Lab Móvel da UFPR Setor Litoral de 2014 a 2019. Trabalhou como Direção de Produção e Atriz na Cia Maré Teatro de 2015 a 2017. Já foi produtora de bandas no litoral do Paraná, banda Taiobas Rap Resiste 2018 a 2019, da Cantora Marjori Crispin 2018 a 2019 e da banda The Fanchas em 2017. Estudou teatro musical em 2015 ACT & ART Musical Theatre - Escuela de Teatro Musical y Danza (Buenos Aires - AR). Já atuou em mais de 20 espetáculos teatrais e já produziu 22 espetáculos de teatro. Tem experiência em audiovisual também no longa (documentário) projeto Taiobas: “Mães do Derick” 2018 como produção Local e assistência de produção. Durante a pandemia investiu no audiovisual: Curta Maresia - 2020- Projeto da Disciplina de Direção IV do curso de Bacharelado em Cinema e Audiovisual da Unespar (Campus Curitiba II- FAP) Ministrado por Alexandre Rafael Garcia e Pedro Faissol. (Atriz). Curta Monólogos: "Cada um tem sua primavera, a minha dá rosas de ferro!" - 2020- baseado no texto "Estado de Sítio" de Albert Camus. Cia Neperfexta de Curitiba. (Direção de Produção). Curta Primavera de Ferro - 2020 - baseado no texto "Estado de Sítio" de Albert Camus. Cia Neperfexta de Curitiba. Direção: Junior Pereira. (Direção de Produção). Projeto Coro em Casa - Vídeo “Provável Canção de Amor para Estimada Natália - Coro de Curitiba” (Produção e Cantora). Projeto Coro em Casa - Vídeo “Color Esperanza - Coro Cênico de Curitiba” (Produção e Cantora). Projeto Coro em Casa - Vídeo “Zé do Caroço - Coro Cênico de Curitiba” 2020 (Produção e Cantora). Projeto Coro em Casa - “Canción con Todos - Coro Cênico de Curitiba” 2021 (Produção). Curta Metragem: Areia lei de incentivo Profice 2022 na direção de produção. Trabalhou na produção do Festival de Teatro de Curitiba em 2023. Atuou no Coro Cênico de Curitiba como produtora e cantora/atriz, onde encerraram uma temporada de 6 dias no Teatro Zé Maria, projeto aprovado pela lei de incentivo mecenato na cidade de Curitiba ano de 2023. Atualmente é produtora e atriz no Coletivo Artístico Neperfekta desde de 2020, produtora executiva na Associação de Cultura Popular Mandicuera desde fevereiro de 2023 onde, ja produziu a Festa do Fandango de 2023, 2024 e 2025 segue atualmente como produtora e produtora executiva. Trabalha com preparação de elenco e construção de personagens, e faz produção cultural tanto na música, teatro, dança e eventos culturais.Wanderlem Silva - professor de canto, cantor: Integrante da orquestra rabecônica de 2023, participou de apresentações no Fli em Iguape e nas festas do Fandango de 2023 e 2024. Foi professor de canto pela prefeitura de Paranaguá. Integrante da Associação Mandicuera.Aorelio Domingues - mestre da orquestra e professor de música caiçara: Fundador da Orquestra Rabecônica, Mestre De Fandango e Cultura Caiçara reconhecido pelo Minc, Iphan , Camera de Veradeores de Paranaguá. Atua na salvaguarda da cultura caiçara a mais de 30 anos. Gravou os discos Viva o Boi de Mamão, Amanhece e Fandango Caiçara Patrimônio Imateria da Ilha dos Valadares entre outras participações.Ellen Eloyse Corrêa Pereira - Produtora: conhecida artisticamente como Ellen Be, atua nas áreas de música, arte e cultura. Sua formação inclui criação, administração e gerenciamento de projetos culturais. Tem histórico relevante na produção de eventos culturais, tanto no Brasil quanto no exterior. Entre suas principais realizações está a criação do Centro Cultural "All We Need is Love" em Dublin, Irlanda, e a produção de diversos festivais. Na Irlanda produziu o Palco Principal do “Electric Picnic” (maior festival do país) e passou por diversas áreas do Festival Independente Knockan Stockan, onde sua última função foi como gerente de logística do palco “Circus”. Já no Brasil produziu o primeiro ano do "Festival Ilha do Mel Jazz" e criou o "Circuito Jazz Paranaguá", onde desempenhou funções criativas e operacionais. Recentemente, em agosto de 2024, se apresentou no Festival Ilha do Mel Jazz, Encantadas Jazz e Jazz Agosto. Em 2025 produziu o “Five Lamps Arts Festival” e se apresentou no mundialmente famoso estúdio de gravação “Windmill Lane” em Dublin, na Irlanda.Malu Zanette Domingues - cantora, violeira e atriz: Participa das apresentações da orquestra desde a sua formação. Violeira e cantora dos Grupos Mestre Romão, Mestre Eugênio e Mandicuera. Gravou os discos Viva o boi de mamão, Grupo Mestre Romão e do Grupo Mandicuera.Luma Zanette Domingues - cantora, rabequista e atriz: Participa das apresentações da orquestra desde a sua formação. Violeira e cantora dos Grupos Mestre Romão, Mestre Eugênio e Mandicuera. Gravou os discos Viva o boi de mamão, Grupo Mestre Romão e do Grupo Mandicuera.Raisa Gabriele Lagos de Jesuz- dançarina, percusionista, figurante e assistente de produção: nascida em Paranaguá no ano de 1994, iniciou sua tragetória na cultura caiçara aos 7 anos de idade como dançarina mirim do grupo de fandango Mestre Eugênio, atua na Assossiação Mandicuera desde sua fundação, trabalhou em diversos projetos de audiovisual desenvolvidos pela assossiação, como a colêtena "Caiçaras" disponível no Youtube, participou dos clipes das músicas "Moda do Bicho Grilo" e "Medo da Onça" entre outros, atualmente participa como percusionista do Grupo de Fandango Dona Mariquinha, como dançarina dos grupos Mestre Eugênio e Mandicuera.
PRORROGAÇÃO APROVADA E PUBLICADA NO DIÁRIO OFICIAL DA UNIÃO.