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PRONAC 255010Autorizada a captação residual dos recursosMecenato

Plano Anual do Fundo do Festival Amazonas de Ópera

FUNDO DO FESTIVAL AMAZONAS DE OPERA
Solicitado
R$ 10,00 mi
Aprovado
R$ 9,63 mi
Captado
R$ 1,40 mi
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

Incentivadores (1)
CNPJ/CPFNomeDataValor
52568821000122BRADESCO ADMINISTRADORA DE CONSORCIOS LTDA.1900-01-01R$ 1,40 mi

Eficiência de captação

14.5%

Classificação

Área
—
Segmento
Ópera
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Plano anual
Ano
25

Localização e período

UF principal
SP
Município
São Paulo
Início
2026-01-01
Término
2026-12-31

Resumo

O Projeto consiste na realização de mais um Plano Anual de Atividades do Fundo do Festival Amazonas de Ópera, que vai ser composto por apresentações de Ópera, recitais com solistas e piano, concerto de câmara e apresentações de óperas com marionetes para crianças e adolescentes. Como Ações Formativas Culturais, o Projeto vai realizar apresentações e palestras para instituições da rede pública de ensino sobre a história do segmento musical de Ópera.

Sinopse

A classificação indicativa de todo o Projeto é livre. 27º FESTIVAL AMAZONAS DE ÓPERA Sinopses das Óperas 1. YermaCompositor: Heitor Villa‑LobosLibretista: baseada na peça homônima de Federico García LorcaTempo estimado: cerca de 2h45 (com intervalo)Sinopse por atos: Ato IYerma é uma camponesa andaluza presa num casamento estéril com Juan. Incentivada pela comunidade, ela expressa seu desejo profundo de ser mãe. Juan, no entanto, mantém distância, preferindo uma vida sem filhos. Yerma, angustiada, questiona seu papel na sociedade e sua identidade sem descendência. Ato IIO isolamento de Yerma se aprofunda. Conversas com vizinhas revelam mais rejeição de Juan, que prefere trabalhar longe de casa. Ela se sente traída e caminha entre esperança e desespero. Sua feminilidade, antes viva, agora é um fardo insuportável diante da infertilidade. Ato IIIYerma, em estado de fúria dolorosa, confronta Juan. A tensão culmina num ato violento: ela o mata. Não por ódio, mas como desfecho trágico de seu desejo maternal frustrado. O vilarejo enfrenta o choque de sua loucura. 2. O Afiador de FacasCompositor: Piero SchlochauerLibretistas: Piero Schlochauer e Beatriz PortoTempo estimado: aproximadamente 60 minutos (sem intervalo)Sinopse por atos: Ato ÚnicoA figura do Afiador de Facas percorre as lembranças de sua família, marcada pela perda da sua memória. Dentro da casa, a vida dos quatro (Afiador, sua esposa, seu filho e sua filha) atravessa paisagens mentais e lembranças de outros tempos que se misturam à realidade presente. A ópera alterna cenas do cotidiano doméstico com lapsos de memória do pai, refletidos musicalmente pela orquestra que vai enfraquecendo conforme sua mente desaparece. A repetição de trechos musicais ilustra o esquecimento e também o comportamento da família, oscilando entre cuidado, frustração e dor, revelando o conflito interno do luto, até o silêncio final representar o vazio deixado pela perda. 3. Don PasqualeCompositor: Gaetano DonizettiLibretista: Gaetano Donizetti e Giovanni RuffiniTempo estimado: 2h30 (incluindo 1 intervalo)Sinopse por atos: Ato IDon Pasquale, viúvo e decidido a casar-se para deserdar seu sobrinho Ernesto, permite-se procurar uma noiva adequada. Ernesto, apaixonado por Norina, recusa-se a obedecer. Malatesta armaneja um plano: Norina finge ser sua irmã "Sofronia" e concorda com o casamento de fachada com Pasquale.Ato IINo lar de Pasquale, Norina-Sofronia impõe regras absurdas: horário rígido, custos, ordens. Pasquale, encantado a princípio, logo se arrepende. O caos doméstico nivelado às travessuras e sabedoria de Norina expõe sua petulância.Ato IIIPresa na farsa, Pasquale percebe que foi enganado. Malatesta e Norina revelam a armação. O moralista avaro cede, abençoa o casamento de Ernesto e Norina, e termina a ópera feliz — com humor e reconciliação.4. La FavoriteCompositor: Gaetano DonizettiLibretistas: Alphonse Royer, Gustave Vaëz e Eugène ScribeTempo estimado: 3h15 (com intervalos)Sinopse por atos: Ato INoviço no mosteiro, Fernand abandona-o ao enamorar-se de Léonor, amante do rei Afonso XI. Ele então se envolve com ela às escondidas, ignorando sua identidade. Ato IIO rei planeja oficializar seu envolvimento com Léonor, provocando cisão com a Igreja. Fernand volta, triunfante, e recebe a gratidão real com um casamento – sem saber que será com sua amada. Ato IIINo dia da coroação, Fernand revela sua identidade. Ao reconhecer Léonor como amante do rei, ele abandona tudo por vergonha e vingança. Ato IVLéonor abdica do trono, retira-se com Fernand ao mosteiro. Lá, Fernand a rejeita. Ferida e doente, Léonor morre. Fernand, devastado, promete dedicarem-se a um futuro espiritual. 5. Salvator RosaCompositor: Antônio Carlos GomesLibretista: Antonio GhislanzoniTempo estimado: 2h30 (com intervalos)Sinopse por atos: Ato I Salvator Rosa, pintor e patriota napolitano, vive tensões entre sua arte e a opressão espanhola. Ele ama Isabella, prometida ao tirânico Duque de Arcos. Ato II Enquanto Rosa planeja revolta, Isabella e o duque se envolvem. O alvorecer da conspiração inquieta o regime, mas Rosa insiste na insurreição. Ato III A revolta falha. Rosa é preso, torturado. Isabella tenta intervir, mas o duque zomba de seu sacrifício. Rosa mantém-se firme, recusando delação. Ato IV Após libertação, Rosa confronta o duque. Em duelo moral e físico, triunfa. Isabella, porém, sucumbe aos ferimentos. Rosa lamenta a heroína caída, encerrando com vitória política e tristeza pessoal.

Objetivos

O OBJETIVO GERAL do projeto é viabilizar o Plano Anual do Fundo do Festival Amazonas de Ópera em 2026, que objetiva manter o pleno funcionamento das atividades administrativas do proponente, além promover as atividades artísticas previstas, como as apresentações de Ópera do Festival Amazonas de Ópera, concertos de orquestra, recitais com solistas e pianistas, óperas de marionetes para crianças e atividades culturais complementares. Para se estruturar e colocar a Amazônia em evidência como um polo cultural da arte lírica, o Festival Amazonas de Ópera (FAO) passou por uma trajetória incomum. Em 1997, o já centenário Teatro Amazonas, em Manaus, não recebia um espetáculo completo de ópera havia décadas. O cenário era bem diferente do auge da agitação da Belle Époque na Amazônia, no início do século 20, quando os barões da borracha traziam companhias e grupos artísticos europeus para se apresentarem no espaço. Foi quando o violinista alemão Michael Jelden se mobilizou para realizar o primeiro festival de ópera no Teatro Amazonas, em parceria com o governo estadual da época. O músico se inspirou no filme Fitzcarraldo (1982), do diretor alemão Werner Herzog, sobre a épica história de um europeu que tinha o sonho de construir um teatro e realizar uma grande ópera na Floresta Amazônica. Michael Jelden trouxe 150 músicos da orquestra da ópera Bolshoi e solistas estrangeiros que trabalharam com o Coro Sinfônico do Amazonas. Foram apresentados os espetáculos La Traviata, Carmen, O Barbeiro de Sevilha e concertos sinfônicos. O sonho de Fitzcarraldo se concretizou. A semente lírica foi plantada e colheu bons frutos ao longo do tempo. Com 25 edições, o Festival Amazonas de Ópera (FAO) se consolidou como o principal na América Latina e colocou o Brasil no mapa da ópera mundial. Importante destacar que, além de toda importância artística e cultural, o festival também desempenha um papel importante no âmbito educacional, já que promove o programa Liceu de Artes e Ofícios Cláudio Santoro, que é responsável por formar diversas gerações de profissionais nas áreas da música, dança, teatro, artes e audiovisual. Dentre os OBJETIVOS ESPECÍFICOS, é importante destacar os seguintes: - O Plano Anual vai realizar 05 (cinco) Óperas do Festival Amazonas de Ópera no Teatro Municipal do Amazonas, localizado em Manaus (AM); 04 (quatro) concertos sinfônicos; 03 (três) recitais com Solistas e Piano; 01 (um) Encontro do Corredor Criativo da Amazônia; e 05 (cinco) ensaios abertos das Óperas. - Como Ação formativa Cultural, o Projeto vai promover 06 (seis) palestras sobre Ópera em escolas e instituições públicas e 06 (seis) óperas mirins em instituições públicas e escolas de rede pública de ensino.

Justificativa

O Plano Anual se mostra importante para a valorização da cultura nacional, principalmente para o cenário da Ópera e música erudita, já que promoverá apresentações a preços populares dos referidos segmentos musicais durante o ano, além de promover atividades artísticas gratuitas para o público adulto e infanto juvenil. O Plano Anual se mostra importante para a valorização da cultura nacional, principalmente para o cenário da Ópera e música erudita, já que promoverá apresentações a preços populares dos referidos segmentos musicais durante o ano, além de promover atividades artísticas gratuitas para o público adulto e infanto juvenil. O Projeto vai oferecer diversas oportunidades a um grande número de profissionais, não só aos musicistas, mas também artistas, figurinistas, coreógrafos, cenógrafos, cenotécnicos, solistas, visagistas, serralheiros, aderecistas, marceneiros, montadores, arranjadores, técnicos de som e luz, cinegrafistas, operadores logísticos, produtores, carregadores, entre outros. As apresentações de Ópera a preços populares vão contribuir para a manutenção da consolidação da importância desta da área cultural, pois fomenta o interesse da população por este importante segmento artístico e cultural. (Lei nº 8.313 - Art. 1° - inciso VIII) O Projeto vai, de acordo com o inciso III do Art.1º da Lei 8.313/ 91, apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores, tendo em vista que as apresentações de Ópera e música clássica vão fomentar a produção e realização de eventos deste tradicional e histórico estilo musical. O Plano Anual do Fundo Festival Amazonas de Ópera também contribui para o movimento da economia da cultura de forma importante, uma vez que sua realização irá gerar empregos relacionados à produção de eventos, além de outros serviços, tais como produtor executivo, produtores, assistentes, fotógrafo, técnicos, entre muitos outros. (Lei nº 8.313 - Art. 1° - inciso III) Projetos assim contribuem de forma importante para a formação de plateias no respectivo segmento cultural, além de desmitificar os eventos de Ópera e música clássica, já que grande parte do público participante não têm a oportunidade de frequentar os concertos desta qualidade, seja pela realização de seus ensaios abertos, concertos gratuitos ou pela distribuição de parte de ingressos. Com a realização das apresentações de Ópera e concertos de música clássica, o Projeto mostra-se enquadrado às alíneas "c" e "e", do inciso II, na alínea c, do Artigo 3º da Lei nº 8.313.

Especificação técnica

Óperas do Festival: Local de realização: Teatro Amazonas 1. Heitor Villa‑Lobos – YERMA: 03 apresentações2. Piero Schlochauer – O AFIADOR DE FACAS: 02 apresentações3. Gaetano Donizetti – DON PASQUALE: 03 apresentações4. Gaetano Donizetti – LA FAVORITE: 02 apresentações5. Antônio Carlos Gomes – SALVATOR ROSA: 03 apresentaçõesIngresso: pago Orquestra de Câmara do Amazonas: 04 (quatro) concertosLocal de realização: ICBEU ManausIngresso: gratuito Recitais com Solistas e piano: 03 (três) recitaisLocais de realização: Teatro Gebes Medeiros e Palácio Rio NegroIngresso: gratuito Encontro do Corredor Criativo da Amazônia: 01 (um) encontroLocais de realização: Centro Cultural Palácio da Justiça (CCPJ)Ingresso: gratuito Ensaios abertos: 05 (cinco) apresentações gratuitas Um ensaio de cada Ópera (YERMA, O AFIADOR DE FACAS, DON PASQUALE, LA FAVORITE e SALVATOR ROSA)Locais de realização: Teatro AmazonasIngresso: gratuito

Acessibilidade

PLANO ANUAL (PRODUTO PRINCIPAL) Acessibilidade física: Os locais onde serão realizadas as apresentações possuem estrutura adequada para receber pessoas com deficiência (rampas, assentos especiais para cadeirantes, piso tátil, banheiros adaptados, elevador). Acessibilidade de Conteúdo: As apresentações terão legendas, Intérprete de Libras e Audiodescrição. Acessibilidade de pessoas neurodivergentes ou pessoas que não dominem os idiomas dos conteúdos: Todas as apresentações terão monitoria especializada inclusiva APRESENTAÇÃO MUSICAL (PRODUTO DERIVADO) Acessibilidade física: Os locais onde serão realizadas as apresentações possuem os recursos necessários para receber pessoas com deficiência (rampas, piso tátil, banheiros adaptados e elevador. Acessibilidade de Conteúdo: as apresentações musicais serão acessíveis para deficientes auditivos e visuais. Acessibilidade de pessoas neurodivergentes ou pessoas que não dominem os idiomas dos conteúdos: Todas as apresentações terão monitoria especializada inclusiva. CONTRAPARTIDA SOCIAL (PRODUTO SECUNDÁRIO) Acessibilidade física: Os locais onde serão realizadas as apresentações possuem os recursos necessários para receber pessoas com deficiência (rampas, piso tátil, banheiros adaptados e elevador. Acessibilidade de Conteúdo: A proponente vai disponibilizar Intérprete de Libras e Audiodescrição para caso haja algum aluno com alguma deficiência auditiva ou visual. Acessibilidade de pessoas neurodivergentes ou pessoas que não dominem os idiomas dos conteúdos: Todas as apresentações terão monitoria especializada inclusiva.

Democratização do acesso

O Projeto atenderá ao inciso V, do Art. 47, da IN n° 23 de 02/2025, visto que realizará gratuitamente Recitais com Solistas e Piano, apresentações sinfônicas com a Orquestra do Amazonas, um Encontro do Corredor Criativo da Amazônia e 05 ensaios abertos das Óperas.

Ficha técnica

Flávia Furtado – Diretora GeralDiretora Presidente da proponente Pianista de formação, formou-se mais tarde em Comércio Exterior. Em 2006, cria a Vlaanderen Produções Culturais, empresa especializada em grandes eventos de música clássica com mais de 70 produções no currículo. Entre seus trabalhos mais significativos estão o Festival Amazonas de Ópera, e produções como a ópera "A Menina das Nuvens", de Villa-Lobos, "Aula Magna com Stálin" de David Pownall, "Ça-Ira", ópera de Roger Waters, a Bienal "Música Hoje", duas turnês brasileiras do grupo ICE - International Contemporary Ensemble, entre outros. Em 2020 foi uma das 10 finalistas ao prêmio Classical Next - Innovation Award na Holanda, pelo seu trabalho em divulgar todos os aspectos econômicos e sociais da indústria da ópera no Brasil. É fundadora e uma das Diretoras do Fórum Brasileiro de Ópera, Dança & Música de Concerto. Luiz Fernando Malheiro – Diretor ArtísticoReconhecido como um dos principais nomes da ópera no Brasil, com mais de 60 títulos regidos. É o atual Diretor Artístico e Regente Titular da Orquestra Amazonas Filarmônica, diretor artístico do Festival Amazonas de Ópera (FAO). Foi diretor artístico do Teatro São Pedro de São Paulo e regente titular de sua orquestra e foi diretor de Ópera no Teatro Municipal do Rio de Janeiro. Regeu óperas em diversos países como EUA, Itália, Espanha, Austria, Israel, Romania, Bulgária, Montenegro, Grécia, México, Uruguai, Argentina, entre outros. Foi vencedor do prêmio Carlos Gomes Regete de Ópera (2012, 2011 e 2009). Venceu também Universo da Ópera e Espetáculo do ano. Marcelo de Jesus - Maestro Graduado em piano, composição e regência pela UNESP, Marcelo de Jesus é um dos mais atuantes regentes brasileiros. Após anos de atuação no Theatro Municipal de São Paulo e Theatro Municipal do Rio de Janeiro como pianista e maestro assistente, assumiu a convite do maestro Luiz Fernando Malheiro o posto de regente titular da Orquestra de Câmara do Amazonas e maestro adjunto da Amazonas Filarmônica. Merecem destaque suas atuações na Ópera da Colômbia, e à frente da Amazonas Filarmônica, Orquestra Experimental de Repertório, Orquestra Sinfônica de Sergipe, Orquestra Sinfônica do Espírito Santo, Sinfônica de Rosário, Milano Classica, Orquestra Sinfônica do Theatro da Paz, Orquestra Sinfônica Municipal de Campinas, Orquestra Filarmônica de Goiás e Orquestra Sinfônica Brasileira como maestro convidado. Em 2016, no "Rock in Rio" regeu o concerto "Amazonia Live" com a participação de Placido Domingo e Ivete Sangalo. Em 2017 participou da Temporada Lírica do Theatro Municipal do Rio de Janeiro com as ópera "Jenufa", de Leos Janacek e "Tosca", de Giacomo Puccini. Em 2018 participou da Temporada De Concertos da Orquestra Sinfônica Municipal de Campinas, sendo um dos concertos todo dedicado à obra do compositor Carlos Gomes. Aline Gurgel – Produtora Executiva Produtora executiva há mais de 10 anos, passou por diversas áreas como corporativo, social e cultural. Formada em Eventos com especialização em Marketing pela UAM e Gestão de Projetos pela ESALQ - USP. Foi coordenadora de produção do Festival de Inverno de Campos do Jordão por quase 10 anos, atuou como gerente do departamento técnico da Fundação OSESP, Festival de Ópera de Ouro Preto, turnês passando pela Europa, EUA e China além de trabalhar em diversos núcleos culturais como MASP, Theatro São Pedro, Santa Marcelina Cultura, OSESP, entre outros. Pedro Guida – Diretor de Produção Estudou música na USP. Consultor artístico para o Theatro Municipal de São Paulo, auxiliando na escalação de artistas da temporada de ópera e sinfônica em 2022, 2023 e agora para 2024. Entre 2011 e 2019, foi assistente de produção, produtor executivo e assessor artístico. Trabalhou nas gestões dos Maestros Abel Rocha, John Neschling e Roberto Minczuk. Esteve envolvido em mais de 60 produções de ópera e dezenas de concertos e balés. Trabalhou com os maestros Jader Bignamini, Luiz Fernando Malheiro, Christian Arming, Jacques Delacote, Alain Guingal, diretores e coreógrafos como Giancarlo del Monaco, Marco Gandini, Stefano Poda, Jorge Takla, Daniele Abbado, Alexander Ekman. Foi artist liaison em dois espetáculos da La Fura dels Baus em São Paulo, pelo TMSP e produziu o palco "orquestra" na virada cultural de 2012. Giorgia Massetani – Coordenadora de CenografiaAtua em diversas frentes criativas: é cenógrafa, figurinista, pintora de arte e ilustradora. Nascida na Itália, formou-se em Cenografia pela Academia di Belle Arti di Firenze, especializando-se em técnicas plásticas para cenografia teatral. Iniciou sua carreira como cenógrafa na Cia. Vieni Tela Racconto e na Cia Dell'Atto Comico, em 2008, com espetáculos infantis, exibidos no Festival Internazionale del Teatro di Strada, Mercantia (Certaldo, IT), ABC Festival, Apriti Borgo (Campiglia Marittima, IT). Suas primeiras experiências em ópera aconteceram no Maggio Musicale Fiorentino (Florença, IT) e no Festival Pucciniano de Torre Del Lago (Toscana, IT). Em 2012, participou pela primeira vez do Festival Amazonas de Ópera, em Manaus, como assistente de cenografia para o Ateliê La Tintota, na ópera Lulu de Alban Berg. De lá para cá, já esteve em oito edições do festival como cenógrafa residente e um dos coordenadores de produção cênica. Vivendo em São Paulo desde 2011, também criou cenários para peças teatrais e opera. Entre os trabalhos mais recentes, fez a pintura de arte para a peça A verdadeira história do Barão, da Cia. Cênica Nau de Ícaros, de 2019, Coordenadora de pintura dos musicais Noviça Rebelde, Annie, Billy Elliot e A Fabrica de Chocolate para o Atelie de Cultura/ Artium Produçoes Culturais. De 2014 a 2017, foi cenógrafa residente e responsável pela central técnica de produção do Theatro São Pedro. Assinando óperas como: O Espelho, Gianni Schicchi, Il Noce di Benevento. Nesse período, também fez a direção de cena e cenografia dos espetáculos: Onde vivem os monstros, ópera de Oliver Knussen a partir da história de Maurice Sendak, e Três sombreros de copa, ópera de Ricardo Llorca. Entre 2017-2018 colaborou como cenógrafa para o Festival de Opera Colonia de Juiz de Fora para a operas barroca Il Ballo dele Ingrate e zarzuela Vendado es Amor, No es Ciego. Como ilustradora, já teve seu trabalho publicado em livros infantis, e colabora regularmente para as revistas Piauí e Le Monde Diplomatique Brasil. Entre os últimos trabalhos de cenografia realizados: Alma de Claudio Santoro, O Perú de Natal de Leonardo Martinelli com libreto de Jorge Coli, A Caixa Magica de Natal e Menino Maluquinho de Matheus Sabba, Play Becket com direção de Mika Lins, Viva la Mamma com direção de Julianna Santos, Dido e Eneas por William Pereira para o Theatro São Pedro e Il Barbiere di Siviglia para o Teatro Municipal de Rio de Janeiro. É sócia fundadora da Casa Malagueta Serviços de Cenotecnia e Cenografia Ltda. Haroldo Constanzo – Diretor Técnico Diretor técnico, produtor e gestor operacional, tendo atuado no teatro Alfa (SP) por 24 anos (1998 a 2022) participando de inúmeras produções de dança, musicais, óperas, circos e eventos corporativos que por lá passaram. Como coordenador técnico, participou de 7 edições do Festival Internacional de Inverno de Campos de Jordão (2005 a 2012), duas edições do festival de dança "Boticário na Dança" (2014 e 2015), 1 edição do Festival Vermelhos de Ilhabela (2022) e atuou como diretor técnico e cênico para o 64º Prêmio Jabuti de literatura (2022), além de acompanhar inúmeros artistas e companhias de dança em turnês nacionais e internacionais ao longo destes anos.

Providência

Transferência de recursos entre conta captação e conta movimento no valor de R$1.400.000,00 em 13/01/2026.

Locais de realização (1)
Manaus Amazonas