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PRONAC 255024Autorizada a captação total dos recursosMecenato

Festival Entra Pra Roda Mulher

ASSOCIACAO CULTURAL PE NO CHAO - ACPC
Solicitado
R$ 388,3 mil
Aprovado
R$ 388,3 mil
Captado
R$ 0,00
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

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Eficiência de captação

0.0%

Classificação

Área
—
Segmento
Apresentação/Gravação de Música Regional
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Festival, bienal, festa ou Feira
Ano
25

Localização e período

UF principal
MA
Município
São Luís
Início
2026-05-01
Término
2026-09-01
Locais de realização (1)
São Luís Maranhão

Resumo

O Festival Entra pra Roda Mulher! será realizado em São Luís/MA, que celebra a força e a diversidade da produção artística feminina. Durante três dias, o evento reúne apresentações musicais, cultura popular, formação artística e empreendedorismo criativo, valorizando os saberes e fazeres das mulheres maranhenses. A programação conta com dois dias de ações formativas, com oficinas promovem o acesso, o pertencimento e a valorização da cultura popular. O Festival contará com shows de artistas e bandas formadas por mulheres do Maranhão, além de uma atração convidada de outra região do Brasil. O palco também recebe grupos de cultura popular dirigidos por mulheres, DJs mulheres, reforçando a representatividade e o protagonismo feminino. A programação se completa com a Feirinha Entra Pra Roda Mulher, espaço destinado ao empreendedorismo feminino do Maranhão. O Festival Entra Pra Roda Mulher é um convite ao público para entrar na roda da cultura, da arte e da resistência feminina.

Sinopse

Apresentações multiculturais em show musical, com música popular brasileira e maranhense apresentado por artistas da terra; atrações da cultura popular maranhense como o Bumba-meu-boi, Tambor de Crioula, Caixeiras do Divino por grupo de mestras da cultura popular. Realização de oficinas culturais para escolas públicas.

Objetivos

Promover a valorização, visibilidade e o fortalecimento da produção artística de mulheres, por meio da realização de um festival gratuito em São Luís/MA, que integre música, cultura popular e formação artística, ampliando o acesso da população às expressões culturais femininas. Objetivos EspecíficosRealizar 02 shows musicais com artistas e bandas formadas por mulheres do Maranhão.Realizar 03 Apresentações de grupos de cultura popular dirigidos por mulheres. Realizar 01 shows musicais com artistas ou banda femininas de outras regiões do Brasil.Realizar 02 apresentações de DJs mulheres.Oferecer 01 curso de criação de portfólio artístico voltado para mulheres atuantes na área da música, com carga horária mínima de 8h e certificação.Promover a Feirinha Entra pra roda mulher- com 20 empreendedoras do artesanato e culinária maranhense.Promover 01 oficinas de bumba-meu-boi com zabumbeiras para estudantes da rede pública de ensino.Promover 01 oficinas de tambor de Crioula com mestras para estudantes da rede pública de ensino.Garantir acesso gratuito a todas as atividades do festival para o público em geral.

Justificativa

O Festival Entra Pra Roda Mulher insere-se no contexto artístico, cultural, social e turístico de São Luís do Maranhão, ao destacar e valorizar a produção cultural protagonizada por mulheres. A proposta do festival é evidenciar o caráter multicultural, promovendo o acesso gratuito a manifestações artísticas diversas e oferecendo visibilidade às criações de mulheres maranhenses e brasileiras, especialmente aquelas ligadas à música, à cultura popular e às artes integradas.A iniciativa busca ampliar a presença feminina nos palcos e espaços de destaque cultural, estimular o surgimento de novos talentos e fomentar o intercâmbio artístico entre linguagens e regiões. Ocupando o Centro Histórico _ cartão postal da cidade e Patrimônio da Humanidade _ o festival também chama atenção para a importância da preservação dos espaços públicos como locais de convivência, arte e resistência cultural.O projeto está alinhado com os princípios estabelecidos no Art. 1º da Lei nº 8.313/91 (Lei Rouanet), ao:Facilitar o livre acesso às fontes da cultura e ao pleno exercício dos direitos culturais (inciso I);Promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais (inciso II);Apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores (inciso III);Proteger as expressões culturais dos grupos formadores da sociedade brasileira, com foco nas tradições das mulheres negras, indígenas e periféricas (inciso IV);Priorizar o produto cultural originário do país, dando destaque à cultura popular, ancestral e feminina (inciso IX).Além disso, o projeto também responde diretamente aos objetivos do Art. 3º da mesma lei, ao:Fomentar a produção cultural por meio da realização de festivais de música e apresentações culturais protagonizadas por mulheres (inciso II);Estimular o conhecimento e o acesso democrático à arte com distribuição gratuita de todas as atividades e programações (inciso V);Estar enquadrado como um festival de artes integradas, que conecta música, saberes culturais, dança, moda, poesia e cultura tradicional (inciso II, alínea c);Contribuir para a preservação e difusão do patrimônio artístico, cultural e histórico, especialmente através da valorização das tradições populares como o bumba-meu-boi, o tambor de crioula e as mestras da cultura (inciso III, alínea d).O Festival Entra Pra Roda Mulher foi concebido como um espaço de celebração, formação e protagonismo. Sua proposta é dinamizar o Centro Histórico de São Luís por meio da ocupação artística de ruas e praças com uma programação diversa, acessível e potente, pensada especialmente para refletir o lugar da mulher nas artes e na cultura brasileira. Ao unir shows musicais, oficinas formativas, cultura popular e performance, o festival reafirma seu compromisso com a democratização da cultura e com a representação feminina em toda sua pluralidade _ racial, estética, de gênero, de território e de geração.Desde sua idealização, o projeto defende a importância de oferecer oportunidades para jovens artistas mulheres, valorizando seus saberes, suas linguagens e suas trajetórias. Ao ocupar espaços públicos com arte e diversidade, o festival propõe um exercício de cidadania cultural, de respeito ao patrimônio histórico e de construção de novos imaginários sobre o papel da mulher na cultura maranhense e brasileira.

Estratégia de execução

O Projeto Beco Cultural se insere no contexto artístico, cultural, social e turístico da cidade de São Luís, explorando em todos eles o seu caráter multicultural ao oferecer visibilidade à produção cultural local em suas variadas manifestações, chamando a atenção para a produção dos jovens talentos da cidade, valorizando a diversidade, promovendo a fusão de linguagens artísticas, explorando expressões da cultura e da arte, utilizando e ocupando os espaços urbanos. No contexto mercadológico o projeto oportuniza a geração de trabalho e renda, geralmente para os pequenos empreendedores e até para os informais; chama a atenção do turismo ao passo que acontece em um local que caracteristicamente é um dos cartões de visita da cidade, o Centro Histórico. Reconhecer a diversidade como parte inseparável da cultura e da sociedade, contribuir para a visibilidade de atores e da produção cultural local em suas variadas manifestações ao valorizar a produção de jovens talentos da cidade e oferecer solução criativa com a inserção de atividades e elementos culturais variados. No contexto proposto, o projeto promove a integração de diversas atividades, favorece a cadeia produtiva, oportuniza jovens talentos e contribui para a preservação da cultura popular local. Ainda democratiza o assesso a uma programação musical de qualidade e de elevado valor artístico. Foi pensado com a intenção de oferecer oportunidade aos jovens artistas da cidade, disponibilizando espaço, mídia e público como estímulo às suas carreiras, anseios e capacidades criativas. Proposto com a finalidade de dinamizar os espaços públicos do centro da cidade, por meio da ocupação dos espaços públicos como praças e ruas através da diversidade cultural que existe nas manifestações, em especial os localizados no Centro Histórico. Também foi pensado com a intenção de chamar a atenção para o uso responsável e consciente desses espaços, honrando o título de Patrimônio da Humanidade à cidade de São Luís, através de um chamamento por meio das artes, como a poesia, a música, dança e outras expressões que fazem esse apelo. A Associação Cultural Pé no Chão (ACPC), realizadora deste projeto, é uma organização sem fins lucrativos de caráter privado, de Utilidade Pública, certificada pelo Município de São Luís, foi instituída no ano de 2015. O objetivo da instituição é promover a qualidade e dignidade da vida através da promoção de ações sociais e culturais, que têm como base a produção, o fortalecimento, a preservação e a divulgação de atividades nestas áreas de atuação, contribuindo para a construção e manutenção de uma sociedade mais justa, solidária e auto sustentável. Dentre as ações e projetos culturais realizados pela Associação, o Beco Cultural é um projeto que propõe uma palco multicultural que aglutina diversos segmentos da arte e manifestações da cultura popular do Maranhão. O projeto pretende promover a integração entre jovens artistas e nomes reconhecidos no cenário cultural do estado, fortalecendo vínculos artísticos e culturais. Além de incentivar novos talentos à apresentação do seu trabalho a um público identificado com a tradição cultural de São Luís, o Beco Cultura contribui para esquadrinhar o mosaico cultural tradicional e contemporâneo da cidade.O projeto Beco Cultural é um festival musical que reuni todas as linguagens das artes, tendo um forte cunho cultural das tradições locais, como forma de manter viva e forte a nossa cultura. O projeto Beco cultural já tem uma grande trajetória em nossa cidade, que teve sua primeira edição realizada no ano de 2002, por intermédio de leis estatuais de valorização, realizamos em 2022 pela Lei de incentivo à cultura do Maranhão.

Especificação técnica

O projeto tem duração de 5 meses, que vai da sua pré-produção até o seu encerramento, e a prestação de contas, o seu ápice acontece nos dois dias de mês de agosto, são dois dias de apresentações multiculturais, culminando com a programação feminina feita na cidade de São Luís, no 2026. O local do evento é especial pois a Praia Grande está localizada no Centro Histórico da cidade, área tombada como Patrimônio Cultural da Humanidade.

Acessibilidade

O Festival Entra Pra Roda Mulher será realizado no Convento das Mêrces no Centro Histórico de São Luís/MA, com estrutura adaptada para garantir acessibilidade física e acessibilidade de conteúdo, promovendo a participação plena e inclusiva de todos os públicos.Acessibilidade FísicaA estrutura do evento contará com:Rampas de acesso e piso nivelado para pessoas com mobilidade reduzida ou usuárias de cadeira de rodas;Banheiros químicos acessíveis;Áreas reservadas e sinalizadas para pessoas com deficiência e mobilidade reduzida próximas ao palco;Espaços com piso tátil e sinalização visual para facilitar a circulação;Acessibilidade de ConteúdoPara garantir o acesso aos conteúdos do festival, serão adotadas as seguintes medidas:Intérprete de Libras durante os shows e atividades formativas (oficinas e curso);Audiodescrição para apresentações artísticas selecionadas, possibilitando a compreensão por pessoas com deficiência visual;Legendas descritivas em materiais audiovisuais de divulgação e registro do evento; Já para atender às necessidades da acessibilidade de conteúdo, haverá a contratação da equipe de tradutores de libras que se revesam no tempo adequado ao longo de cada apresentação. As apresentações ao grande público, os shows musicais contam com tradutores de Libras ao longo de todas as apresentações nos dias de sua culminância. Serão disponibilizadas no espaço do evento, rampas de acesso, banheiros adaptados para PCDs, facilitando o acesso de todos. Teremos área exclusiva com cadeiras e para pessoas com necessidades especiais, deficientes visuais. deficientes auditivos. Acessibilidade para pessoas com deficiência visual: teremos a audiodescrição das propagandas nas redes sociais, os espaços culturais que sediaramo projeto possuem piso tátil. Acessibilidade para deficientes auditivos: legenda descritiva nas redes sociais e intérpretes de libras. As medidas de acessibilidade serão adotadas em todo o projeto

Democratização do acesso

O projeto apresenta um rol de várias linguagens artísticas e culturais a cada um dos dois dias, promovendo uma circulação de bens e produtos culturais diversificada, oferecendo oportunidades tanto para quem trabalha diretamente, as apresentações dos grupos e das artistas solo, com também oferece a oportunidade de geração de trabalho e renda para os profissionais contratados, da mesma forma essa oportunidade se estende no três dias de atividades para as pessoas que trabalham na mercado informal, como os ambulantes, vendedores de comidas e bebidas, e também as pessoas que trabalham na economia criativa em especial para mulheres. Essa é uma maneira de democratizar e expandir o espaço da realização do projeto, oferecendo também oportunidades. O projeto terá acesso gratuito para todos os públicos, em todas as atividades. tanto para os shows musicais quanto para as oficinas. Um Minicurso de Portifilio para mulheres artistas e As duas oficinas serão oferecidas as alunas das escolas públicas reforçando a importância da cultura e educação.

Ficha técnica

A equipe da Associação Pé no Chão, que é a proponente deste projeto, estará á frente da realização, coordenará, e de forma voluntária, vai acompanhar toda a produção do mesmo, assistindo de forma presencial todos os profissionais contratados que vão estar envolvidos na realizaçao do projeto: fotógrafos, jornalista, social média,, bem como acompanhará a produção e aplicação de todas as peças publicitárias a serem produzidas. Todas as reuniões com as equipes de trabalho acontecerão no espaço da associação e com a presença da nossa equipe fixa de trabalho, sempre contribuindo para auxiliar os profissionais que foram contratados. Andréa Frazão: Cantora, compositora, produtora Cultural, Mestra do programa de Profissional em Artes (PROF-ARTES) pela Universídade Federal do Maranhão (UDESCUFMA-2018). Especialista em Gênero e Diversidade na Escola (CEGEDe-UFMA) (2015). Graduada em pedagogia pela Uninter (2018). Graduada em Educação Artftstica com habilitação em Artes Plásticas pela UniversidadeFederal do Maranhão (UFMA) (2013). Estudos desenvolvidos na área de concentração: EnsÍno da arte, Artesvisuais afrodescendente, Arte conternporânea, Relações étnico raciais, Imagem, Visualidades, Identidade.Desenvolve pesquisas e estudos voltados as temáticas: Iconografia, HístórÍa e Cultura Afto-brasiíeira; Artesvisuais Afro-brasileira e afrodescendente, Arte e Educação; Cida Macedo: Comunicação Social -Jornalista com atuação em jornal impresso e Assessoria de Comunicação, pesquisadora, documentarista de Cultura Popular do Maranhão- Universidade Federal do Maranhão - UFMA 2000, Coordenação e gerenciamento em Assessoria de Comunicação e Imprensa, Elaboração de jornais, revistas, relatórios e boletins, Pesquisa e documentário, Assessora de Imprensa da Procuradoria Geral do Município de São Luís 2011 – Vídeo documentário do projeto ‘Saberes e crenças da arte de partejar’ – com o patrocínio do Programa BNB/BNDES de Cultura - Produção e Assessoria de Imprensa para os Projetos ‘Mar de Letras’ (patrocinado pelo Programa BNB de Cultura) e ‘Campo das Letras’ (patrocinado pelo Programa de Cultura dos Correios) da Associação São Sebastião/Viana/Ma, 2008 – Pesquisa e autoria do livro ‘Saberes e crenças da arte de partejar’ – com o patrocínio do Programa BNB de Cultura e FAPEMA - 2008 – Coordenação editorial do livro ‘Construção da Política de Segurança Alimentar e Nutricional de São Luís’, lançado pela Prefeitura de São Luís, através da SEMSA, - Assessora de Comunicação da Corregedoria Geral da Justiça (CGJ) - Chefe de redação do jornal O Debate. Ivana Braga: Doutoranda em Políticas Públicas (UFMA). Graduada em Comunicação Social - Jornalismo pela Universidade Federal do Maranhão, com mestrado pelo Programa de Pós-Graduação em Políticas Públicas da mesma instituição (2002) e especialização em Projetos Sociais e Políticas Públicas (Senac - Santo Amaro). Atualmente exerce a função de supervisora na Escola dos Conselhos, na Secretaria de Estado dos Direitos Humanos e Participação Popular, em São Luís, Maranhão. Tem experiência na área de Comunicação, Mobilização Social e Educação com interesse principalmente nos seguintes temas: narrativas/discurso; racismo ambiental; justiça climática, mulher negra; interseccionalidade; políticas públicas; movimentos sociais; mídia; educomunicação. Coreira de tambor de Crioula. Especialista em Divulgação do projeto na mídia; Criação e alimentação da rede social; Agendar entrevistas locais ou de estúdio;Acompanhar produção e artistas nas emissoras (rádio, Tv, jornal); Montagem de clipping e organização de todo material publicado em mídia que fará parte da prestação de contas (eletrônica/impressa/radiofônica), assessora de Imprensa do Festival Ayó de Musica negra do Maranhão e da associação cultural Pénochão. Silvia Regina Costa Diniz: Tesoureira da Associação Cultural Pé no Chão: sócia fundadora e idealizadora, eleita tesoureira para a gestão agosto2023/agosto/2027, Produtora Cultural, graduada em História pela Universidade Estadual do Maranhão, empresária, proprietária da livraria e sebo paço Prosa, instrutora do Programa Nacional de Inclusão de Jovens (ProJovem) Aline Rachel Frazão Silva: Diretora Administrativa da Associação Cultural Pé no Chão: sócia fundadora, eleita diretora administrativa para a gestão agosto2023/agosto2027, Produtora Cultural e cantora, especialista em Psicopedagogia Clínica e Institucional, graduada em Pedagogia Licenciatura, graduanda em História pela Universidade Federal do Maranhão (UFMA), Cantora, professora da Educação Infantil e ensino fundamental, anos iniciais na rede Municipal de São Luis/Maranhão. Wilka Sales de Barros: Diretora Cultural da Associação Cultural Pé no Chão: sócia colaborativa, eleita diretora cultural para a gestão agosto2023/agosto2027, Mestra em Artes pelo programa de pós-graduação ICA/UFPA), graduada em Educação Artística com habilitação em Artes Plásticas (UFMA), Professora, e Arte-educadora, Artista visual, estudo sobre processos autopoiéticos utilizando o método guiado pela prática com temáticas que apresentam poéticas do corpo, memória, morte e lugar.

Providência

PRORROGAÇÃO APROVADA E PUBLICADA NO DIÁRIO OFICIAL DA UNIÃO.